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Análise

“Portugal deve procurar focar a sua estratégia de promoção em mercados de valor e com dimensão estratégica”

Economista e gestor, com uma “especialização” no que à competitividade diz respeito, Jaime Quesado publicou, recentemente, um novo livro manifesto: “Nova Competitividade”. O Publituris quis saber se Portugal é, de facto, competitivo e que papel está reservado ao turismo neste esforço rumo a esta “nova” competitividade.

Victor Jorge
Análise

“Portugal deve procurar focar a sua estratégia de promoção em mercados de valor e com dimensão estratégica”

Economista e gestor, com uma “especialização” no que à competitividade diz respeito, Jaime Quesado publicou, recentemente, um novo livro manifesto: “Nova Competitividade”. O Publituris quis saber se Portugal é, de facto, competitivo e que papel está reservado ao turismo neste esforço rumo a esta “nova” competitividade.

Victor Jorge
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Quando Michael Porter, (re)conhecido professor e teórico de negócios da Harvard Business School, apresentou, há 30 anos, um estudo sobre a competitividade da economia portuguesa, o turismo – além dos vinhos madeiras, têxteis, vestuário, automóvel – já fazia parte de um conjunto de clusters identificados como estratégicos para o desenvolvimento de Portugal.

Jaime Quesado, economista e gestor e um especialista em questões relacionadas com a competitividade compila agora 40 anos de escrita dedicada a este tema. E se o país evoluiu muito em várias áreas, Jaime Quesado frisa que “ainda há um longo caminho a percorrer, do qual não podemos desistir”.

Publicou recentemente um novo livro manifesto, que resume, de certa forma, 40 anos de escrita. O título do mesmo é “Nova Competitividade”. Portugal é competitivo?
Ao escrever este meu sexto livro manifesto “Nova Competitividade” procurei através do ato simbólico de celebrar 40 anos de escrita dar nota do imperativo de mantermos vivo um sentido de inteligência coletiva em relação à nossa capacidade de criar e partilhar valor.

Poucos anos depois de ter escrito o meu primeiro artigo entrámos na então Comunidade Económica Europeia (CEE) e iniciámos um percurso de forte investimento através de fundos comunitários que ainda hoje continua.

O país evoluiu muito em várias áreas – sobretudo nas infraestruturas e na tecnologia – mas nas áreas imateriais – qualidade da gestão, cooperação, educação e capacitação, entre outras – ainda há um longo caminho a percorrer, do qual não podemos desistir.

Em termos económicos, de certeza que existem setores de atividade onde Portugal é competitivo. Quais são? E são competitivos porquê?
Este é um tema da maior relevância, que já Michael Porter tinha destacado no estudo que realizou sobre a competitividade da nossa economia há 30 anos.

Em termos das nossas fileiras destacaria três grupos: primeiro, as áreas mais tecnológicas e inovadoras – TIC, automóvel, aeronáutica, saúde, entre outras; segundo, algumas fileiras tradicionais como o agro-alimentar, o têxtil e o calçado e finalmente algumas áreas de serviços onde o turismo tem um papel central. Houve uma grande evolução em termos da organização de clusters e das estratégias coletivas das nossas empresas, mas falta ainda fazer um trabalho estruturado de convergência nesta matéria.

O país evoluiu muito em várias áreas – sobretudo nas infraestruturas e na tecnologia – mas nas áreas imateriais – qualidade da gestão, cooperação, educação e capacitação, entre outras – ainda há um longo caminho a percorrer, do qual não podemos desistir

Turismo competitivo, mas a consolidar perceção positiva
O turismo é apontado, constantemente, como o setor mais competitivo e o que tem levado a economia portuguesa para a frente. O turismo em Portugal é, de facto, competitivo quando comparado com os principais mercados que concorrem com Portugal?
O turismo tem tido – como é sabido de todos – um crescimento exponencial nos últimos anos, representando já mais de 15% do nosso Produto Interno Bruto (PIB). Este crescimento tem sido marcado por várias dimensões – aumento da oferta, aposta na qualidade, papel da promoção e marca – que combinados com o contexto de incerteza provocado em alguns mercados com a guerra que tem potenciado um fluxo intenso de passageiros de diferentes origens para o nosso país. E em resposta a esta dinâmica da procura, a nossa oferta tem de se posicionar com uma resposta de qualidade que estabilize e consolide o nível de perceção positivo junto dos principais mercados internacionais.

Em que aspetos é que a competitividade no turismo pode e deve ser melhorada?
Num contexto de intensa competição nos mercados internacionais os principais atores da oferta no ecossistema do turismo têm de consolidar uma agenda de melhoria permanente da sua cadeia de valor. Isto passa por várias ações concretas ao nível da qualificação e capacitação dos recursos humanos, aposta no digital como um instrumento gerador de valor, incorporação da sustentabilidade como uma marca de referência, dinamização de experiências e ações de demonstração que alarguem a malha de futuros clientes.

Este é um trabalho que tem vindo a ser feito nos últimos anos – com o apoio do Estado e de muitos outros stakeholders do sistema – e que precisa de ser consolidado face aos novos fatores de contexto.

Para qualquer setor de atividade ser competitivo, são precisas pessoas. O setor do turismo enfrenta uma falta de recursos humanos. Em que medida é que esta realidade poderá fragilizar essa competitividade?
Como é consensual nos tempos que correm, o talento é cada vez mais a chave para o sucesso de um negócio no mercado. O forte crescimento ao nível da procura tem provocado junto dos principais operadores do setor uma forte pressão na estabilização do capital humano, tão crítico para garantir a qualidade de serviço e a base de reputação junto do mercado.

Esta é uma agenda que não é fácil, atenta a grande rotação de pessoas e a incapacidade de garantir ao nível da qualidade de recursos humanos qualificados a oferta necessária a este processo.

O papel dos imigrantes tem sido decisivo para colmatar a falta de recursos humanos nacionais, mas importa estruturar uma agenda de aposta no talento verdadeiramente estratégica para o futuro.

Também em termos tecnológicos, a digitalização tem sido apontada como um fator essencial para diversos setores, entre eles, o turismo, prestarem melhores serviços e soluções e, assim, serem mais competitivos. Em Portugal, esta questão da tecnologia ou da digitalização tem sido tido em conta? Nota-se por parte das empresas e empresários uma preocupação em utilizar/aplicar mais tecnologia?
O nosso país tem estado há já muitos anos na linha da frente do investimento na tecnologia e no digital como variáveis centrais para a melhoria operacional das organizações – esta é uma realidade que, infelizmente, ainda não tem a expressão que se pretende ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME), sendo o turismo um bom exemplo nesta matéria. O projeto Hotel 4.0 dinamizado pela Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) permitiu verificar no terreno que, de facto, há ainda um caminho a percorrer em termos de dotar os atores deste ecossistema dos meios digitais adequados para uma gestão mais eficiente e inovadora do negócio, com impacto em termos de valor criado.

A nossa oferta [turística] tem de se posicionar com uma resposta de qualidade que estabilize e consolide o nível de perceção positivo junto dos principais mercados internacionais

Também a sustentabilidade é vista como um fator de competitividade, principalmente, no pós-pandemia. O Turismo de Portugal, por exemplo, tem por objetivo de colocar o país como um dos destinos turísticos mais sustentáveis no mundo. O que é preciso fazer para esse objetivo ser alcançado?
A sustentabilidade passou a estar, de facto, na ordem do dia como referência em termos de competitividade – como recentemente referiu numa sessão Luigi Cabrini, Chairman do Global Sustainable Tourism Council, o turismo sustentável é um compromisso claro com a natureza como marca central de um novo conceito de qualidade de vida com impacto nas comunidades e na sociedade.

Este objetivo do Turismo de Portugal faz sentido – face à realidade do país, onde alguns territórios do interior a os próprios Açores já estão claramente sintonizados com este objetivo – mas importa mobilizar o ecossistema como um todo – em articulação com a sociedade civil para este desígnio. Este terá de ser de facto um objetivo integrado, desenhado e executado numa verdadeira dimensão de parceria estratégica para o futuro.

Os desafios à competitividade
Depois de uma crise económico-financeira em 2010-2012, uma pandemia, agora uma guerra na Europa e com ela um aumento da inflação, escassez de matérias-primas, uma cadeia de abastecimento cada vez mais pressionada, falta de recursos humanos, que caminhos devem ser traçados a nível governamental para que o grau de competitividade se mantenha em alta?
Os fatores de contexto da nossa economia são cada vez mais incertos e complexos, o que torna o exercício da gestão difícil e muitas vezes sem referenciais concretos em termos de resultados e impactos. O exercício da gestão empresarial passará cada vez mais por processos colaborativos de inovação aberta, em que as empresas integrem, de facto, na sua cadeia de valor os diferentes parceiros centrais – fornecedores, clientes e até mesmo competidores.

Precisamos também – como muito bem defende Mariana Mazucatto, professora de Economics of Innovation and Public Value na University College London – que o Estado se assuma como um parceiro inteligente na criação do contexto adequado para o sucesso desta agenda.

No seu livro aponta, resumidamente, que “precisamos de um novo modelo de criação de valor assente na inovação e no talento”. Sem utilização/aplicação de tecnologia ou uma maior digitalização, com a escassez de recursos humanos, como isso é possível?
O modelo de criação de valor tem de ser mais ágil e dinâmico, para poder dar respostas mais consistentes às necessidades e desafios que a gestão empresarial suscita. O talento e a tecnologia são fatores críticos nesta matéria – as empresas terão de saber combinar de forma inteligente estes dois recursos, adequando-os às estratégias de criação de valor.

A inovação e a criatividade são drivers cada vez mais importantes na qualificação das propostas de valor apresentadas pelas empresas ao nível dos produtos e serviços e esta será uma das estratégias mais adequadas para ter sucesso neste contexto.

Roteiro para uma “nova” competitividade
A par deste livro, é realizado, igualmente, “O Roteiro Nova Competitividade” – que terá ainda duas sessões em setembro em Londres e em Évora antes da Sessão Final de Balanço em outubro na Gulbenkian. Que balanço faz das sessões já realizadas e como é que a temática tem evoluído ao longo das várias sessões?
Este Roteiro que celebra 40 anos de escrito – a exemplo de outros anteriores que realizei – tem sido uma experiência fantástica em termos de partilha e discussão de ideias sobre este tema desafiante da competitividade.

Destaco duas dimensões importantes e complementares. Por um lado, as oportunidades que existem cada vez mais em territórios menos desenvolvidos e mais isolados, como são o caso de Bragança e dos Açores, onde tive oportunidade de estar. Por outro lado, o imperativo de trazermos para esta discussão e prática a nossa diáspora, muito interessada em dar o seu contributo, como esteve bem patente nas sessões realizadas em Paris e Madrid.

No Publituris referiu, na sua coluna de opinião, por várias vezes, o estudo realizado por Michael Porter, estudo esse realizado há 30 anos e atualizado já neste século. 30 anos depois, esse estudo ainda se pode considerar como uma referência no que diz respeito à competitividade da economia portuguesa ou, com a evolução dos tempos e com tudo o que tem acontecido, é tempo de ter um novo estudo ou atualização?
Quando há 30 anos Michael Porter realizou o famoso estudo sobre a competitividade da nossa economia foram algumas as vozes que criticaram este processo dando nota que veio apenas mostrar o que toda a gente já sabia. Foi muito importante a mensagem resultante deste estudo e foi pena não se ter aproveitado mais do mesmo – a mensagem foi muito clara ao reforçar que temos de saber apostar nas nossas competências centrais e gerir de forma mais colaborativa o processo de criação de valor.

Naturalmente que, desde então, o mundo mudou muito, o digital e a tecnologia aceleraram os processos de mudança, mas a base mantém-se muito atual no seu conceito. Importante acima de tudo é executar e pôr as coisas a andar no terreno e nesta matéria ainda temos muito a fazer!

Não se percebe como andamos há tanto tempo a discutir este tema [novo aeroporto] e cada dia que passa a situação torna-se mais complicada

Relativamente ao setor do turismo, muito se tem falado, para além das questões relativas aos recursos humanos, da necessidade de um novo aeroporto para Portugal, a economia e o setor do turismo ser ou manter-se competitivo. É isso que falta ao setor do turismo em Portugal?
Os números impressionantes de turistas que chegam todos os dias ao nosso país e a necessidade de conseguir dar resposta com maios qualidade ao seu acolhimento e mobilidade tornam, de facto, um imperativo termos uma solução aeroportuária em Lisboa mais ágil, moderna e qualificada.

Não se percebe como andamos há tanto tempo a discutir este tema e cada dia que passa a situação torna-se mais complicada.

Naturalmente que o futuro do turismo não passa só pelo aeroporto – há todo um conjunto de fatores estruturais que são importantes para qualificar a marca reputacional como a qualidade de serviço, aposta no capital humano e desenvolvimento de novos conceitos de experiências.

Nesse sentido, critica-se muito a demora ou falta de decisão. Essa falta de decisão é, também ela, “inimiga” da competitividade?
O mundo incerto e acelerado em que vivemos passou a exigir mais rapidez e qualidade nas decisões tomadas – só assim se poderá conseguir garantir que os níveis de criação de valor e sua partilha pela economia e sociedade consigam ter impacto estrutural.

A “Nova Competitividade” que defendo neste meu novo livro manifesto é um exercício que exige também uma mudança clara ao nível dos comportamentos e práticas em termos das organizações e da sociedade em geral.

Muito se tem falado que o turismo em Portugal deverá traçar como objetivo ter “mais com menos”. Ou seja, “gerar mais valor, com menos volume”. Depender de menos para gerar mais não poderá ser perigoso num mundo tão volátil e em constante modificação?
O Turismo de Portugal tem-se assumido nos últimos nos anos como um verdadeiro orquestrador de uma agenda mais colaborativa e inovadora para o setor, com uma estratégia centrada em objetivos claros e focados para o futuro. Deverá ser esse o caminho a prosseguir no futuro e todos os atores do sistema deverão assumir esse desígnio.

Nesse mundo volátil e em constante modificação, quais os mercados-chave em que Portugal deve apostar a curto-médio e longo prazo?
Portugal deve procurar focar a sua estratégia de promoção em mercados de valor e com dimensão estratégica – para além dos mercados europeus tradicionais, dos EUA e do Brasil, há novos players internacionais relevantes – países asiáticos, Médio Oriente, entre outros – que importa agarrar.

Concluindo, e olhando somente para o setor do turismo, em três pontos, o que é que este setor deve e tem de fazer para manter-se competitivo e liderar o turismo mundial?
Em três pontos: ter um propósito claro, uma marca de confiança e uma agenda de valor.

 

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Centro Digital de Aviação acelerará transformação digital e inovação da TAP

Tata Consultancy Services estabelece um centro de excelência na sequência de uma parceria com a TAP.

Na sequência da parceria com a TAP, a Tata Consultancy Services (TCS) inaugurou o seu Centro Digital de Aviação em Alfragide, depois de, em 2022, a TAP ter selecionado a TCS como parceiro estratégico para acelerar a sua transformação digital e inovação tecnológica na sequência de um concurso internacional.

Com base na parceria estratégica, a TAP está a trabalhar com a TCS para “racionalizar e modernizar a arquitetura dos sistemas, enriquecer a experiência do cliente e melhorar o desempenho operacional para melhor servir os clientes da companhia aérea”.

O Aviation Digital Center da TCS alberga consultores, arquitetos de soluções e especialistas em tecnologia, que fazem uma utilização inovadora das tecnologias digitais – como a nuvem, a análise de dados e a automatização – para apoiar as empresas europeias em toda a cadeia de valor da aviação.

O centro faz parte da TCS European Delivery Network e também será utilizado como uma instalação nearshore para servir outros clientes globais da TCS no sector dos transportes, o que se espera que resulte em mais empregos tecnológicos em Portugal, contando já com 75 profissionais altamente qualificados.

Luís Rodrigues, CEO da TAP, considera que “a TAP está a dar continuidade ao seu ambicioso plano de transformação e a TCS foi selecionada como parceira com base na sua profunda experiência no setor aéreo, histórico comprovado de realização de transformações digitais e liderança tecnológica. Estamos muito satisfeitos por confirmar que esta parceria estabelecida com a TAP atraiu para Portugal este investimento da TCS, que cria um centro de competências tecnológicas sem paralelo no nosso país”.

Krishnan Ramanujam, presidente do Consumer Business Group da TCS, considera, por sua vez, que o TCS Aviation Digital Center “distingue-se por oferecer uma profunda experiência global no sector e capacidades tecnológicas exclusivas para as necessidades das companhias aéreas e empresas de transporte na Europa. É uma demonstração do nosso compromisso contínuo com o mercado europeu e estamos ansiosos por expandir as nossas parcerias com companhias aéreas e empresas de transportes europeias que estão a embarcar em jornadas de transformação empresarial para aperfeiçoar a sua vantagem competitiva e construir negócios mais resilientes e sustentáveis”.

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Nova marca “705” investe mais de 60M€ na Área Metropolitana do Porto

O grupo Teppe apostou numa nova marca de hospitality, a 705, tendo em vista a abertura de seis projetos com serviços hoteleiros, entre alojamentos turísticos e Alojamento Local, na Área Metropolitana do Porto. Ao todo, o grupo tem previsto investir mais de 60 milhões de euros nestas propriedades.

O parque hoteleiro português vai contar com uma nova marca, a 705, que tem em vista a inauguração de duas unidades no Porto este ano e a abertura de mais quatro unidades nos próximos dois anos, tanto no Porto como em Vila Nova de Gaia.

A marca detida pelo grupo Teppe, que opera na promoção imobiliária e construção, surge da intenção de criar “uma nova área de negócio do grupo, focada em hospitality, para otimizar um conjunto de propriedades geridas pela Teppe”, como Teresa Martins, general manager da 705, explicou em declarações à Publituris Hotelaria.

Para o efeito, o grupo tem em vista investir 60 milhões de euros nestas seis propriedades, cuja exploração hoteleira ficará a cargo da Hotels Seven O Five – a designação por extenso da marca 705.

Para este ano de 2024, mais concretamente no próximo mês de julho, está prevista a abertura da 705 Porto Prime Home e da 705 Porto Prime Apartments sob o mote “Where Guests feel truly at home”.

A 705 Porto Prime Home será constituída por 41 apartamentos turísticos de diferentes tipologias, na qual os hóspedes podem contar com um ginásio, serviço de receção e concierge 24 horas por dia e um jardim com “espaços multifacetados, como coworking, lounge e bar com esplanada numa área acima de 300 metros quadrados”, como explica a general manager da 705.

Já o 705 Porto Prime Apartments será um alojamento local com quatro apartamentos de tipologia T1 a 100 metros da Rua de Santa Catarina, “uma unidade mais direcionada para estadias de longa duração”, de acordo com Teresa Martins.

Créditos: DR

Apesar de estes projetos se tratarem de apartamentos com serviços hoteleiros, a general manager da marca refere que o objetivo é que “o serviço esteja cada vez mais próximo do que encontramos num hotel”.

Relativamente às próximas quatro aberturas, previstas até 2026, Teresa Martins afirma que “algumas propriedades já estão em construção”, esperando-se que disponibilizem um total de 400 camas. No entanto, refere que “ainda é cedo para revelar os conceitos e os nomes das mesmas”, uma vez que ainda estão “em processo de desenvolvimento”.

Sobre a 705

Em nota de imprensa, o grupo Teppe dá conta de que pretende posicionar a sua nova marca de hospitality no segmento premium, entre o upscale e o midscale. A ideia passa por oferecer alojamentos que deem resposta “a um segmento de viajantes que privilegiam uma oferta com qualidade e atenção ao detalhe, excedendo o padrão que o alojamento midscale oferece, sem a proposta e o custo luxuoso das unidades upscale”.

Já o nome da marca faz referência ao ano de 705, altura em que foi inaugurado no Japão o primeiro hotel do mundo, o Nishiyama Onsen Keiunkan. Desta forma, o grupo pede emprestado este legado histórico para “fazer a ponte entre o passado e o presente, mantendo vivo o espírito tradicional do acolhimento e do cuidado ao visitante”.

Além do alojamento, a marca pretende ter uma oferta complementada por “serviços personalizados e experiências abrangentes, desde tours e experiências gastronómicas, a atividades culturais e artísticas”, como refere em comunicado.

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Lusanova acrescente Uruguai ao novo catálogo “Argentina & Chile”

A Lusanova acaba de acrescentar um novo destino ao catálogo “Argentina & Chile”. O Uruguai é a novidade para este ano.

A Lusanova acaba de anunciar o lançamento do seu novo catálogo de viagens para os destinos da Argentina e Chile, incluindo uma novidade para este ano: Uruguai.

Válido até abril de 2025 e disponível fisicamente nas agências de viagens a partir da próxima semana, o novo catálogo da Lusanova oferece uma ampla seleção de circuitos para explorar as principais atrações destes países da América do Sul.

Entre as novas ofertas do operador turístico, destacam-se os novos circuitos “Patagónia Ativa”, “Noroeste e Vinhos” e “Uruguai e Argentina Gourmet”.

O programa “Patagónia Ativa”, que combina a Argentina e o Chile, concentra-se numa experiência de trekking nos dois países, em locais emblemáticos como o Fitz Roy, Cerro Torre e o Parque Nacional da Terra do Fogo, em Ushuaia.

Com um forte foco no Enoturismo, o circuito “Noroeste e Vinhos” convida os viajantes a explorar o cenário vitivinícola da Argentina, sem descurar a envolvente histórica. Após uma visita à capital argentina, o itinerário segue para Salta, onde se pode apreciar um passeio panorâmico pelas influências coloniais da região. O percurso inclui ainda paragens no Parque Nacional Los Cardones, Cafayate e Angastaco, onde a paisagem combina deserto, vales verdejantes e montanhas cobertas de neve. A experiência culmina em Mendoza, capital mundial do vinho Malbec, proporcionando uma imersão completa na cultura do vinho.

O itinerário “Uruguai e Argentina Gourmet” explora a capital uruguaia, onde se destacam as suas ofertas culturais e gastronómicas, assim como as praias e património histórico. Após degustações de vinhos em Bouza ou Carmelo, o circuito inclui visita a Colónia do Sacramento, fundada pelos portugueses em 1680, e cujo bairro histórico é famoso pelas suas muralhas de defesa. Em Buenos Aires, os viajantes podem desfrutar de um passeio panorâmico pela cidade, apreciar um espetáculo de tango e mergulhar na cultura gaúcha com uma visita ao Rancho Ombu. A gastronomia uruguaia, argentina e gaúcha são destaques deste itinerário, proporcionando experiências culinárias ao longo de todo o trajeto.

Neste catálogo, a Lusanova disponibiliza ainda os circuitos tradicionais “Patagónia Clássica”, que inclui visitas a Buenos Aires, Ushuiai, Terra do Fogo, El Calafate e ao Glaciar Perito Moreno; e o “Patagónia Completa”, um circuito ainda mais abrangente, que adiciona as visitas a Puerto Madryn e à Península Valdés. Além disso, o itinerário “Cataratas e Glaciares” proporciona visitas a Buenos Aires, El Calafate, Glaciar Perito Moreno e às Cataratas do Iguaçu, tanto do lado argentino quanto do brasileiro.

Para os que desejam uma exploração mais profunda, a Lusanova dá a possibilidade de explorar a Patagónia ao longo de 15 dias, cinco dos quais a bordo do cruzeiro Australis. Neste circuito, além de alguns dos destinos mencionados, como Ushuaia, Calafate e o Glaciar Perito Moreno, destaca-se a passagem pelo Canal Beagle, Cabo Hornos, o Estreito de Magalhães e a Ilha Magdalena.

O operador turístico sugere um total de 13 itinerários diferentes para partir à descoberta do Fim do Mundo, a extremidade da América do Sul.

Todo o produto relacionado do catálogo “Argentina, Chile e Uruguai 2024/2025” encontra-se carregado e disponível para vendas no site da Lusanova.

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Europa deverá cumprir com metas SAF traçadas, mas precisará de “apoio político e investimento sustentado”, diz SKYNRG

Ao que indica um relatório da SkyNRG, as companhias aéreas e os fornecedores europeus deverão cumprir com os níveis traçados pelo ReFuel EU relativamente ao SAF, em 2025 e 2030. Para o futuro, contudo, será necessário um reforço do apoio político e investimento financeiro.

O mais recente relatório “SAF Market Outlook”, da SkyNRG, mostra que as companhias aéreas e os fornecedores europeus deverão cumprir os níveis introduzidos pelo ReFuel EU, que exigirá que 2% do combustível de aviação utilizado na Europa seja SAF (Combustível de Aviação Sustentável) a partir de 2025, até 6% em 2030.

No entanto, será necessário “um apoio político e um investimento financeiro sustentados” para ajudar as companhias aéreas europeias a atingir os seus objetivos em matéria de SAF, que, em muitos casos, ultrapassam o mandato da UE.

Embora as previsões indiquem que a Europa está bem posicionada no que respeita ao fornecimento de SAF até 2025, continua a haver uma série de desafios para manter esta dinâmica e garantir que a produção de SAF continue a acelerar. “É o caso, em particular, do e-SAF, em que muitos projetos estão ainda em fase de estudo de viabilidade e precisam de sair dos planos e tornar-se realidade o mais rapidamente possível”, aponta o relatório da SkyNRG.

Laurent Donceel, diretor-geral Adjunto da A4E, salientou, na altura do lançamento do relatório da SkyNRG, alguns dos desafios que o setor europeu do SAF enfrenta, apontando “o custo de produção e o custo de abastecimento, o acesso às energias renováveis, o acesso ao SAF em toda a UE e a garantia da sustentabilidade das matérias-primas utilizadas na produção de SAF na Europa”.

Donceel acrescentou que “é positivo constatar que haverá SAF suficiente para satisfazer os requisitos do ReFuel EU até 2030. Mas muitas companhias aéreas europeias não se ficam por aqui. Querem fazer mais, pelo que é importante que a Europa conceba uma política industrial para o SAF que aborde os custos de produção, acelere o abastecimento e, em última análise, faça baixar o custo do SAF na Europa. Os combustíveis sintéticos na aviação, que farão parte do mandato ReFuel da UE, exigirão uma atenção especial nos próximos meses. Os e-SAF exigirão uma grande quantidade de energia limpa e de hidrogénio para a sua produção e, no entanto, até agora não conseguiram captar a atenção suficiente dos mercados financeiros e dos decisores políticos”.

O diretor-geral Adjunto da A4E concluiu ainda que “transformar uma indústria SAF nascente numa indústria que fornecerá a maior parte do combustível para as companhias aéreas é uma tarefa monumental. Para as companhias aéreas, é necessário trabalhar com os aeroportos para ajudar a desenvolver o mercado das SAF; o financiamento tem de fluir para o setor e a indústria da energia tem de levar a sério a transição para o abandono dos combustíveis fósseis”.

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Já votou nos Publituris Portugal Travel Awards? As votações terminam a 27 de junho

Esta é a última semana para as votações nos 177 nomeados, nas 22 categorias dos Publituris Portugal Travel Awards 2024.

A votação para a 19.ª edição dos Publituris “Portugal Travel Awards” termina esta quinta-feira, 27 de junho.

Se não votou ainda nos 177 nomeados que concorrem nas 22 categorias da edição de 2024, pode ir a https://premios.publituris.pt/, isto claro, se for assinante do jornal ou subscritor da newsletter diária.

As categorias são:

Melhor Companhia de Aviação
Melhor Companhia de Aviação Lowcost
Melhor Rent-a-Car
Melhor Operador Turístico
Melhor Rede de Agências de Viagens
Melhor Companhia de Cruzeiros
Melhor Cadeia Hoteleira
Melhor Hotel Cinco Estrelas
Melhor Hotel Quatro Estrelas
Melhor Hotel Resort
Melhor Boutique Hotel
Melhor Hotel de Cidade
Melhor Hotel MICE
Melhor Hotel de Praia
Melhor Turismo Rural
Melhor Enoturismo
Melhor Campo de Golfe
Melhor Parque Temático e Diversões
Melhor Empresa de Animação Turística
Melhor Marina
Melhor Destino Internacional
Melhor Região de Turismo Nacional

Haverá ainda a lugar à entrega do Prémio “Belmiro Santos”, atribuído diretamente pela redação do jornal Publituris.

Os vencedores serão conhecidos no dia 4 de julho, a partir das 19h00, no Pestana Douro Riverside, no Porto.

Os vencedores resultarão de uma média ponderada entre os votos do júri (45%), dos assinantes do jornal Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária (10%).

Agora, visite https://premios.publituris.pt/ e vote.

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Arrábida ganha protocolo com ICNF para desenvolver turismo de natureza

O protocolo que vai ser estabelecido com o ICNF prevê projetos de marcação, sinalização e manutenção de percursos pedestres, cicláveis e equestres, a par de estratégias de comunicação e de divulgação da Arrábida.

As Câmaras Municipais de Setúbal, Palmela e Sesimbra vão celebrar um protocolo com o ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas para o desenvolvimento de projetos de turismo de natureza na Arrábida.

Num comunicado enviado à imprensa pela autarquia de Setúbal, que aprovou a colaboração esta quarta-feira, 19 de junho, em reunião pública, explica-se que este projeto visa “a dinamização concertada de ações associadas à conservação, valorização e usufruto sustentado dos recursos naturais no Parque Natural da Arrábida”.

“Projetos de marcação, sinalização e manutenção de percursos pedestres, cicláveis e equestres, a par de estratégias de comunicação e de divulgação, são iniciativas a desenvolver no âmbito deste protocolo de colaboração”, lê-se na informação divulgada.

Este protocolo enquadra-se na Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e Biodiversidade 2030 e nos termos do Regulamento do Plano de Ordenamento do Parque Natural da Arrábida.

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EUA lideram receitas no turismo internacional em 2023

Segundo contas feitas pela UN Tourism, os EUA lideraram os ganhos obtidos pela atividade turística internacional, em 2023.

Contas feitas pela UN Tourism indicam que os EUA foram o país que mais receitas obteve da atividade turística internacional, em 2023, totalizando 175,9 mil milhões de dólares (cerca de 165 mil milhões de euros).

Este valor é quase o dobro alcançado pela Espanha, que no ano passado viu as receitas turísticas internacionais alcançarem 92 mil milhões de dólares (perto de 86 mil milhões de euros).

Já o Reino Unido deu um salto para o 3.º lugar, subindo do 5.º antes da pandemia, chegando, em 2023, aos 73,9 mil milhões de dólares (cerca de 69 mil milhões de euros).

O Top 10 deste barómetro da UN Tourism, relativamente às receitas do turismo internacional, é ainda composto pelos seguintes países: França (64 mil milhões de euros); Itália (52 mil milhões de euros); Emirados Árabes Unidos (49 mil milhões de euros); Turquia (46 mil milhões de euros); Austrália (43 mil milhões de euros); Canadá (37 mil milhões de euros); e Japão (36 mil milhões de euros).

Para este ano de 2024, o painel de avaliação e previsão da UN Tourism avança que 9% dos inquiridos indicam que as estimativas para o período de maio-agosto são “muito melhores” que em 2023, enquanto 53% dizem ser “melhores”, 29% apontam que será “igual”, 8% que será “pior”, e 1% que será “muito pior”.

Também nos fatores principais que pesam na recuperação do turismo internacional houve uma alteração face à análise em igual período do ano passado (maio 2023 vs maio 2024). Enquanto em 2023, o “ambiente económico” era apontando como principal fator (71%), seguido dos “custos de transporte e alojamento mais elevados” (62%) e o “conflito na Ucrânia” (31%), já neste ano de 2024, são os “custos de transporte e alojamento mais elevados” (60%) que mais preocupam os inquiridos, seguidos pelo “ambiente económico” (59%) e os “fenómenos climáticos extremos” (30%).

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Explora Journeys atrasa chegada do EXPLORA II para 12 de setembro

A companhia de cruzeiros explica que a decisão de atrasar a entrega do navio foi decidida em conjunto com o construtor naval Fincantieri, pois era necessário “mais tempo para os acabamentos finais do navio”.

A Explora Journeys anunciou que a entrega do navio EXPLORA II, o segundo navio da marca de luxo do MSC Group, foi adiada para 12 de setembro, passando o início da viagem inaugural para 16 de setembro.

Segundo a companhia de cruzeiros, a decisão de atrasar a data de entrega do navio foi tomada em conjunto com o construtor naval Fincantieri, que está a construir segundo navio da companhia de cruzeiros.

“Após análises cuidadosas e detalhadas do EXPLORA II, foi decidido que é necessário mais tempo para os acabamentos finais do navio, para garantir os mais elevados padrões de qualidade e luxo e para assegurar que o novo navio cumpre ao máximo a promessa da marca de uma experiência marítima de luxo inigualável”, lê-se na informação divulgada.

A viagem inaugural do também foi atrasada e vai ter, agora, partida a 16 de setembro, contando com saída de Civitavecchia (Roma), Itália, num itinerário de sete noites que passa em Sorrento, a ilha de Lipari, Trapani e Siracusa na Sicília, Valletta em Malta e Tarragona, Espanha.

“Os itinerários começam com todas as partidas de portos facilmente acessíveis, como Civitavecchia, em Itália, e Barcelona, em Espanha, evitando repetições de portos durante as viagens combinadas”, realça a companhia de cruzeiros.

A Explora Journeys encontra-se a “contactar os viajantes com viagens afetadas, diretamente ou através dos seus consultores de viagens, para organizar uma viagem alternativa no EXPLORA II ou no navio-irmão, o EXPLORA I, que também está a navegar no Mar Mediterrâneo”.

Recorde-se que, depois da inauguração, o EXPLORA II vai ficar a navegar no Mediterrâneo Ocidental, contando com “visitas a muitos destinos menos explorados, como Portofino, Porto Cervo, Saint-Tropez, Calvi, Mahón e Monte Carlo, com itinerários que incluem pernoitas e estadias mais longas no porto”.

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Costa Cruzeiros abre vendas de inverno 25/26 e lança novo itinerário nas Canárias

A Costa Cruzeiros lançou vários itinerários entre dezembro de 2025 e março de 2026, incluindo viagens no Mediterrâneo, Ilhas Canárias, Caraíbas e Emirados Árabes Unidos, bem como uma nova edição da “Volta ao Mundo”. Novidade é ainda um novo itinerário nas Canárias.

A Costa Cruzeiros já abriu as vendas de cruzeiros para a temporada de inverno 2025/2026, disponibilizando uma grande variedade de itinerários, com destaque para uma nova viagem nas Canárias.

Segundo a companhia de cruzeiros, a temporada de inverno 2025/2026 conta com itinerários entre dezembro de 2025 e março de 2026, incluindo viagens no Mediterrâneo, Ilhas Canárias, Caraíbas e Emirados Árabes Unidos, bem como uma nova edição do cruzeiro “Volta ao Mundo”.

No Mediterrâneo, a Costa Cruzeiros vai colocar o Costa Smeralda, navio que vai ter partidas de Barcelona e Palma para viagens de sete noites que passam por Savona, Marselha, Palermo e Civitavecchia/Roma.

No Mediterrâneo, o destaque da Costa Cruzeiros para o inverno 2025/2026 vai para um itinerários pelas Canárias, a bordo do Costa Fortuna, e que conta com partidas de Las Palmas ou Santa Cruz de Tenerife, estando também abrangido pelo programa fly&cruise da Costa Cruzeiros.

“Numa semana de férias, os passageiros podem visitar seis ilhas, incluindo a Madeira, entre extensões de vinhas e canas-de-açúcar, e conhecer cinco ilhas Canárias – Tenerife, La Gomera, La Palma, Lanzarote e Gran Canaria, onde a terra preta e a areia dourada se encontram com o azul do oceano”, destaca a companhia de cruzeiros, na informação divulgada.

Além do Mediterrâneo, a Costa Cruzeiros vai ter oferta também para as Caraíbas, onde vão estar os navios Costa Fascinosa e Costa Pacifica, que, segundo a companhia, “vão realizar cinco itinerários diferentes de uma semana, alternados entre si, que podem ser combinados com o programa de férias únicas de duas semanas”.

Para as Caraíbas, a Costa Cruzeiros também disponibiliza a opção fly&cruise para embarque desde Point-à-Pitre (Guadalupe) ou Fort-de-France (Martinica) no Costa Fascinosa, e de La Romana (República Dominicana) no Costa Pacifica.

“O primeiro dos três itinerários do Costa Fascinosa vai explorar as Antilhas holandesas, incluindo Aruba, Bonaire e Curaçau, entre florestas virgens e mergulho com peixes coloridos. O segundo itinerário permite explorar as diferentes características das Caraíbas, desde as antigas tradições de Santa Lúcia e Barbados à natureza de Antígua e Barbuda. O último itinerário do Costa Fascinosa é dedicado a seis ilhas inesquecíveis, incluindo Trinidad e Tobago, para descobrir os seus coloridos recifes de corais, Barbados e Granada”, refere a companhia.

Já no Costa Pacifica, o primeiro itinerário oferece “uma imersão total na República Dominicana, entre os manguezais de Samaná, as plantações de café de Amber Cove e um dia inteiro em Catalina, a ilha exclusiva da Costa, para mergulhar nas suas águas cristalinas”, enquanto o segundo itinerário explora seis das mais belas ilhas das Caraíbas, com programas para nadar nas piscinas naturais de Tortola e conhecer as tradições rurais de Santa Lúcia.

Nos Emirados Árabes Unidos vai estar também o Costa Toscana, neste caso disponibilizando cruzeiros de uma semana que passam no Dubai, onde está prevista uma escala de dois dias, mas também em Mascate (Omã), Doha (Qatar) e Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos).

As propostas da Costa Cruzeiros para o inverno contam ainda com uma nova opção de Volta ao Mundo, cuja partida decorre a 27 de novembro de 2025 de Barcelona, a bordo do Costa Deliziosa, e que, ao longo de 128 dias, vai passar pelos “quatro continentes, descobrir as paisagens infindas da América do Sul, a natureza espetacular das ilhas do Pacífico, da Polinésia Francesa à Nova Caledônia, passando pela futurista Tóquio e a inesquecível Índia”.

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TAAG retoma voos sazonais para o Porto a 17 de dezembro

Os voos sazonais da TAAG entre Luanda e o Porto regressam a 17 de dezembro e vão apresentar preços desde 661,89 euros.

A TAAG anunciou que, a 17 de dezembro, vai retomar a operação sazonal para a cidade Invicta, voltando a ligar Luanda, capital angolana, ao Porto, informou a companhia aérea angolana, em nota enviada à imprensa.

“A partir do dia 17 de dezembro poderá viajar para a Cidade Invicta e vice-versa, rever a sua família e amigos, e colecionar mais momentos especiais com a TAAG”, lê-se na informação divulgada.

As viagens da TAAG entre Luanda e o Porto vão apresentar preços a partir de 661,89 euros, mas, por enquanto, os voos ainda não se encontram disponíveis para reserva no website da companhia aérea.

As partidas de Luanda acontecem nos dias 17, 19, 20 e 21 de dezembro, com saída pelas 23h30, bem como a 3, 4, 7 e 9 de janeiro de 2025, também às 23h30, enquanto as partidas do Porto estão previstas para os dias 18, 20, 21 e 22 de dezembro, às 09h20, bem como a 4, 5, 8 e 10 de janeiro de 2025, também às 09h20.

 

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