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SkyExpert propõe regulamentação para equidade e sustentabilidade na aviação europeia

A proposta agora apresentada aborda uma mudança essencial nas práticas tarifárias das companhias aéreas que operam voos de longo curso, particularmente aqueles que envolvem conexões através de hubs.

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A proposta agora apresentada aborda uma mudança essencial nas práticas tarifárias das companhias aéreas que operam voos de longo curso, particularmente aqueles que envolvem conexões através de hubs.

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A SkyExpert deu mais um passo em direção à transformação da indústria da aviação para enfrentar os desafios ecológicos futuros e garantir maior transparência financeira do negócio.

Pedro Castro, diretor da SkyExpert, tem sido uma das vozes mais ativas relativamente à necessidade de conjugar a agenda climática com as políticas públicas e a regulamentação no setor da aviação, o que se reflete, por exemplo, na sua posição sobre a não construção de um novo aeroporto em Lisboa.

Pedro Castro apresentou, recentemente, uma proposta de regulamentação europeia através da plataforma de participação cívica do Fórum Económico Mundial (WEF), conhecida como UpLink. A proposta aborda uma mudança essencial nas práticas tarifárias das companhias aéreas que operam voos de longo curso, particularmente aqueles que envolvem conexões através de hubs.

“A nossa proposta é muito simples e vai transformar totalmente os fluxos atuais dos voos de longo curso”, afirmou Pedro Castro. “Queremos uma regulamentação que se aplique em todo o espaço aéreo europeu, que obrigue as companhias aéreas a não oferecerem voos de ligação via o seu hub por preços mais baixos do que os voos diretos para esse mesmo hub da companhia. Esta é uma medida que não compara os preços entre diferentes companhias, mas sim ajusta as práticas tarifárias internas de cada companhia.”

O diretor da empresa de consultoria de aviação, aeroportos e turismo, ilustrou a sua proposta com um exemplo envolvendo a TAP, enfatizando que outras companhias, como a Iberia, Air France e Lufthansa, também adotam essas práticas.

“A TAP vende um bilhete São Francisco-Lisboa-Londres por 190 euros. No entanto, se um passageiro comprar nesse momento apenas o trecho São Francisco-Lisboa para essa mesma data, pagará quase 500 euros, mais do dobro”, exemplifica Pedro Castro.

“A proposta de regulamentação visa garantir que esse primeiro trecho para o hub não seja tarifado mais caro do que a sua continuação para outro destino. Neste caso, a TAP estaria obrigada a vender o trajeto São Francisco-Lisboa pelos mesmos 190 euros que propõe quando o destino final do passageiro é Londres”.

Esta regulamentação não visa impedir que as companhias continuem a oferecer preços competitivos de forma livre e autónoma. “O objetivo é assegurar que os passageiros que optam por voos diretos não sejam penalizados pelas suas escolhas ecologicamente responsáveis e tenham de subsidiar as tarifas baratas de outros que façam escala”, explicou Pedro Castro.

“Essa medida também incentivaria as companhias a equilibrarem suas tarifas e promoveria voos diretos mais atrativos, reduzindo a necessidade de voos de conexão em determinadas rotas, aplicando a lógica de senso comum: se eu acrescento mais um voo ao meu trajeto, o total do meu bilhete deverá ser mais caro e não mais barato.”

A proposta de regulamentação de Pedro Castro destaca a importância de promover uma indústria da aviação mais sustentável e transparente, enquanto se mantém sensível às necessidades dos passageiros e ao meio ambiente.

Com a nova regulamentação, “este tipo de discrepância deixaria de ser possível para qualquer companhia aérea que voe de/para os aeroportos europeus o que levaria a uma mudança de conceito à escala mundial”.

E conclui: “neste caso, a TAP poderia continuar a comercializar São Francisco-Londres (via Lisboa) a 190 euros, caso aplicasse esse mesmo preço se o destino for apenas e tão somente Lisboa”.

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Marca NH Collection celebra os 10 anos em cinco hotéis na Europa incluindo Lisboa

A marca NH Collection, do grupo Minor, assinalou os 10 anos de existência em cinco hotéis na Europa, incluindo Lisboa. O encontro com fornecedores, clientes e parceiros, que decorreu esta quarta-feira, teve lugar no primeiro hotel da marca em Portugal, o NH Collection Lisboa Liberdade, e serviu também de pretexto para inaugurar a temporada de verão do Ático rooftop localizado naquela unidade hoteleira.

O Publituris aproveitou a ocasião para um “dedo de conversa” com Pedro Frazão, Cluster General Manager não só do NH Collection Lisboa Liberdade, como do AVANI Avenida Liberdade Lisboa Hotel.

“Estamos a comemorar este aniversário em cinco hotéis da marca NH Collection na Europa. De facto, a marca NH já existia, mas há 10 anos houve uma separação do produto entre a Collection num posicionamento mais alto e a NH num posicionamento mais corto, e o NH Collection Lisboa Liberdade foi escolhido por ser um ‘flagship’ em Portugal”, referiu Pedro Frazão, para avançar que “para nós é um orgulho termos sido escolhidos pela própria casa-mãe para assinalar o aniversário da marca”, com o trade, parceiros comerciais, DMC, amigos e clientes do hotel.

O cocktail serviu também de pretexto para inaugurar a temporada de verão 2024 do Ático rooftop localizado naquela unidade hoteleira, “espaço que até há dois anos a estratégia era de ser utilizado somente para clientes do hotel. Quando a nossa equipa veio para cá, a estratégia foi mudar, foi promover o espaço para fora, e começámos a trabalhar com alguns parceiros, nomeadamente uma empresa de comunicação que trabalha com o grupo Tivoli em Portugal ao nível das redes sociais e divulgação, com o grupo Olivier, e a nível artístico com uma empresa que se chama Arenas, que nos traz também não só a parte musical de DJ, como eventos musicais pequenos que também são realizados aqui”, explicou o diretor hoteleiro.

Pedro Frazão destacou ainda que “posicionámos a marca Ático, há dois anos mudámos o logo, as cores passaram a ser diferentes das do NH, por forma a distinguir o espaço e a vendê-lo não como um bar ou um rooftop do NH Collection, mas sim um espaço em si, como temos o Sky Bar no Tivoli de Lisboa, o nosso hotel irmão”, sublinhando que “tem sido um sucesso porque, de ano para ano, temos crescido a nível de receitas e do cliente externo, nomeadamente de outros hotéis próximos”.

O Cluster General Manager classifica o Ático como “um espaço muito interessante, muito cosy, que também é versátil porque, quando temos grupos exclusivos, e temos tido, podemos conjugar com a zona da piscina com a sala de baixo que tem um terraço, o que nos alargar o número de pessoas”.

O ‘flagship’ da marca em Portugal

O NH Collection Lisboa Liberdade, que abriu portas em 2003, é a primeira unidade hoteleira da marca em Portugal, posicionando-se, atualmente no segmento de luxo. Em termos de resultados, este boutique hotel, conforme avança o seu diretor geral, já representa bastante para a marca e para a empresa. “Não estamos no posicionamento do Tivoli, que é um Leading, mas digamos que na região de Lisboa, e no universo dos nossos hotéis, este é o segundo a nível de luxo, de preço, e de produto”, disse.

Em termos de clientes, “apesar de continuar a ser muito forte a nível do mercado espanhol, origem da cadeia hoteleira NH, com a integração do grupo Tivoli conseguimos crescer muito no Brasil e em outros mercados da América Latina como a Argentina, Chile, mas também temos muito mercado americano”. O mercado português também consta, mas não está na lista dos maiores.

Localizado na mais luxuosa artéria de Lisboa, junto das melhores lojas, das marcas de luxo e dos restaurantes mais trendy da cidade, no NH Collection Lisboa Liberdade oferece aos seus clientes, para além do Ático, restaurantes e bares, 83 quartos incluindo 25 suites “o que nos permite posicionarmos, também ao nível dos quartos, num patamar bastante interessante”, considerou, acentuando que “estamos no melhor sítio da Avenida de Liberdade o que nos permite também ter a procura que temos e o  posicionamento que temos, mas também nos dá muito trabalho, porque temos que ter a oferta ao mesmo nível e, cada vez mais estamos a fazer esse trabalho”.

Pedro Frazão revelou ainda ao Publituris que as taxas de ocupação são “altíssimas”, e que o hotel

fecha o ano com cerca de 85% de ocupação, uma vez que em Lisboa “já não se pode falar em sazonalidade”. Por outro lado, evidenciou que “o preço tem aumentado consideravelmente de ano para ano, e estamos a falar, desde a saída da pandemia, numa média de crescimento entre 10 e 15% de preço”.

O NH Collection Lisboa Liberdade é, essencialmente, um hotel de lazer, embora a marca possua algumas unidades destinadas ao corporate em alguns destinos, pois dispõe apenas de duas salas de reuniões pequenas.

Apesar dos anos de existência, a unidade hoteleira tem-se atualizado ao nível da oferta. “A partir de novembro deste ano vamos remodelar todas as casas de banho e as portas e sistemas de portas vão ser mudados, e lá para 2026/2027, vamos começar a negociar com a proprietária do edifício, porque a marca apenas tem a gestão, a concessão, que termina em 2028, por mais 10/15 anos e, a partir daí, é que se vão fazer as obras de remodelação total”, assegurou o diretor geral, que indicou ainda que cada casa de banho vai-nos custar 11 mil euros e sendo 83 nos quartos e duas nas áreas públicas.

Pedro Frazão, que se dirigiu aos convidados na companhia de Francisco Braga, Director of Sales – Portugal Urban da Minor Hotels, concluiu, em declarações ao Publituris, que dirige “um hotel desafiante, com boa pontuação dos clientes e trabalhamos muito o detalhe, ou seja, começámos a implementar uma série de detalhes nos quartos, não só a nível decorativo, mas também de serviços”.

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Operadores turísticos promovem campanha para assinalar o Dia Nacional do Agente de Viagens

Os operadores turísticos associados da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) vão promover uma campanha especial de descontos para assinalar o Dia Nacional do Agente de Viagens, que se celebra, pela primeira vez em Portugal, a dia 30 de maio.

A “Campanha da Semana do Agente de Viagens”, que decorrerá de 30 de maio a 9 de junho, oferece aos consumidores, através das agências de viagens, uma variedade de promoções e descontos em pacotes turísticos. Esta iniciativa visa proporcionar ofertas vantajosas tanto para os consumidores finais quanto para as próprias agências de viagens.

Além desta campanha dos operadores, a APAVT está também empenhada em celebrar a profissão do agente de viagens com um conjunto de outras iniciativas. Um novo micro-site dedicado ao Dia Nacional do Agente de Viagens, que pode ser acedido aqui, foi lançado para destacar a importância e os benefícios de utilizar os serviços de uma agência de viagens.

Neste micro-site, os visitantes encontrarão informações sobre a profissão, incluindo uma breve resenha histórica, as vantagens de recorrer a uma agência, e explicações para desmistificar alguns dos mitos comuns sobre esta atividade.

As comemorações do Dia Nacional do Agente de Viagens iniciam-se, conforme já tinha sido anunciado, com uma festa no Rooftop do Hotel Mundial, em Lisboa, no dia 28 de maio, das 18h00 às 21h00, exclusiva para associados da APAVT, que conta com o apoio do Turismo da Madeira, do Turismo do Centro de Portugal, do Turismo do Alentejo e da SGS. De acordo com a Associação, o evento, que já conta com mais de 200 inscrições confirmadas, terá a presença do secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, além de inúmeros amigos e parceiros da APAVT.

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Coimbra: Projeto de turismo sustentável tem apoio de 4,9M€ da Comissão Europeia

A Câmara Municipal de Coimbra e a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, entre outros parceiros, viram aprovada uma candidatura à European Urban Initiative com um projeto de turismo sustentável intitulado “COIMBRA ST LLM”, que implica um financiamento de 4,9 milhões de euros para a sua implementação.

A candidatura vai permitir o desenvolvimento de ferramentas de monitorização e de apoio ao desenvolvimento de práticas turísticas mais sustentáveis, que vão contribuir para responder a desafios associados à mobilidade, à criação de emprego, à qualidade do serviço prestado e à perceção dos residentes sobre o impacto do turismo, avança a autarquia de Coimbra no seu site oficial.

Refira-se que a European Urban Initiative é uma iniciativa europeia que visa apoiar cidades na implementação de projetos inovadores para tornar as áreas urbanas mais sustentáveis, inclusivas e resilientes, apresentando um projeto de turismo sustentável.

O projeto de Coimbra destacou-se entre as 112 candidaturas apresentadas por 12 estados-membros da União Europeia. Coimbra destaca-se como a única cidade portuguesa selecionada.

Este projeto, elaborado numa parceria entre a CM Coimbra e a CIM-RC, é liderado pela autarquia e tem ainda como parceiros o Turismo de Portugal, a Universidade de Coimbra, o Instituto Politécnico de Coimbra, o Instituto Pedro Nunes, a Present Technology e a Inova +. Estes parceiros vão, agora, trabalhar em conjunto na implementação das ações e das medidas propostas.

“Esta inédita aprovação de um projeto camarário desta índole e desta dimensão, em Coimbra, extra quadros comunitários clássicos e numa lógica de captação de instrumentos de financiamento diretamente dirigidos pela Comissão Europeia, reunindo todos os parceiros e apoios que o tornaram possível, vai colocar Coimbra de uma forma inovadora no radar turístico nacional, internacional e das instituições europeias, incluindo a própria Comissão Europeia, e muito contribuirá para a afirmação criativa da marca Coimbra, concorrendo de forma sólida para o desenvolvimento turístico, económico, cultural e ambiental do concelho de Coimbra”, refere o presidente da autarquia, José Manuel Silva, citado na notícia.

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APG-IET integra Volotea

Neste verão, a Volotea vai operar “mais de 450 rotas” entre “mais de 100 cidades por toda a Europa” e passa agora a esta disponível para emissões interline.

A APG Portugal anunciou a integração da Volotea no programa APG-IET, passando a companhia aérea low cost, com sede em Barcelona, a estar disponível para emissões interline com a chapa GP.

De acordo com a APG Portugal, a Volotea vai operar, neste verão, “mais de 450 rotas” entre “mais de 100 cidades por toda a Europa”, passando agora a esta disponível para emissões interline.

A Volotea, que no ano passado foi reconhecida como a melhor companhia Low-cost da Europa nos World Airline Awards, conta com uma frota composta por 41 aviões, entre 20 aparelhos Airbus A319 e 21 Airbus A320.

Com a integração da Volotea, o programa APG-IET passa a contar com 145 companhias aéreas, cuja oferta já está disponível para emissões interline com a chapa GP-275, através dos sistemas Galileo, Sabre, Amadeus e Worldspan.

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AirHelp antecipa panorama dos voos em Portugal no verão

Com a chegada do verão e após analisar os dados dos voos no mesmo período do ano passado, a AirHelp faz uma previsão de como será o panorama em Portugal. Avisa que, greves já anunciadas e Jogos Olímpicos de França podem ter um grande impacto.

Apanhar um voo para as férias de verão pode ser um desafio. Durante este período, verifica-se um aumento das viagens aéreas e, com isso, um aumento do número de atrasos e cancelamentos.

Assim, para prevenir ou evitar contratempos, a AirHelp deixa alguns conselhos. Para não começar logo com as férias arruinadas, a empresa propõe que selecione o melhor aeroporto de partida, aumentando as hipóteses de chegar ao destino sem grandes percalços. De acordo com os dados da organização, os aeroportos portugueses que apresentam menores taxas de perturbações são: do Porto, Faro do Pico com 72% dos voos sem perturbações, enquanto, do lado oposto, os aeroportos de Lisboa, Horta e Ponta Delgada são aqueles que se apresentam com piores opções, com 52%, 64% e 68% dos voos a sofrer algum tipo de perturbação, respetivamente.

Outro conselho é privilegiar as companhias aéreas que apresentaram menor número de voos com perturbações (e que viajem para o local selecionado). Em Portugal, no verão de 2023, as companhias aéreas mais fiáveis em termos de pontualidade foram, por esta ordem: Eurowings com 97% dos voos a não sofrer qualquer constrangimento; a Binter Canarias com 88% dos voos sem perturbações; e, por fim, Jet2.com com 82% dos voos a operar sem problemas. Já a TAP registou algum tipo de perturbação em 44% dos voos.

Escolher os melhores dias e horas para voar é de ter também em conta. As segundas-feiras são consideradas um dos piores dias para voar, uma vez que as companhias aéreas tendem a registar uma maior taxa de cancelamentos em comparação com outros dias. Além disso, a elevada procura que ocorre aos fins-de-semana – de sexta-feira a domingo – pode significar maiores dificuldades para os viajantes. Por isso, as terças e quartas-feiras, com menor procura, são geralmente os melhores dias para voar. Paralelamente, a AirHelp recomenda voar de manhã cedo porque, à medida que o dia avança, há um ‘efeito bola de neve’ que acumula os incidentes do dia.

De acordo com os dados da AirHelp, entre junho e setembro de 2023, em Portugal, mais de 13 milhões de passageiros viajaram de avião, dos quais mais de cinco milhões de viajantes (aproximadamente 38%) sofreu algum tipo de perturbação no seu voo (atraso ou cancelamento). Destes cinco milhões, mais de 287 mil passageiros tiveram direito a uma indemnização (que pode ir até 600 euros por passageiro).

Para além do panorama nacional, quem viajar para França, terá de redobrar a sua atenção, dado que se prevê que os constantes avisos de greve dos sindicatos nacionais e os Jogos Olímpicos possam ter um impacto menos positivo no tráfego aéreo europeu.

Face a um período com habituais desafios, é possível que estes números aumentem significativamente, no mesmo período do presente ano, indica a empresa tecnológica que trabalha para melhorar a experiência dos passageiros aéreos durante uma perturbação de voo.

 

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Vamos Portugal chega ao mercado nacional do renting

Criada em Espanha, em 2019, a Vamos Portugal tem como objetivo tornar-se na plataforma líder e de referência em renting online de veículos, apostando em soluções perfeitamente direcionadas aos seus diferentes clientes.

A Vamos Portugal é a nova plataforma de renting em Portugal, apresentando-se como a solução alternativa à atual vertente de negócios implementada no nosso país. Criada em Espanha, em 2019, por Mario Carranza, empresário espanhol com uma década de experiência no sector da mobilidade e da tecnologia, a plataforma Vamos alarga, agora, a sua área de intervenção à totalidade do espaço ibérico, fruto da criação da Vamos Portugal, entidade que no nosso país estará sob a direção de Anderson Miranda.

Assumindo objetivos ambiciosos, mas perfeitamente definidos, a Vamos Portugal pretende oferecer uma experiência totalmente digital à sua carteira de clientes – 7.100 entidades, entre particulares e estruturas profissionais como PMEs, Frotistas e Rent-a-Car e plataformas TVDE – permitindo-lhes a aquisição de veículos em renting de uma forma rápida e fácil, com soluções à medida, num pacote do tipo tudo incluído, associada a rendas mensais específicas, transparentes e perfeitamente balizadas.

“Apercebemo-nos de que, embora as pessoas adorem automóveis, nem toda a gente pretende, de facto, ter um em seu nome, fruto de todos os custos associados e das demais obrigatoriedades inerentes à posse de uma viatura, seja ela de âmbito particular ou profissional”, refere Anderson Miranda, cofundador e diretor-geral da Vamos Portugal.

Fortemente apostada na digitalização e na implementação de processos simples e imediatos, operados em ambiente online, a Vamos Portugal aposta num portal dedicado – em www.vamos.pt – através do qual apresenta parte significativa da sua oferta de viaturas e de soluções, num processo suportado por uma equipa de profissionais, aptos a ajudar os interessados a encontrarem soluções à medida das suas necessidades.

Sedeada nos arredores de Lisboa, a Vamos Portugal iniciou as suas operações em solo nacional em abril de 2024, contando, à data, com uma equipa de oito colaboradores, sob a direção de Anderson Miranda (diretor-geral) e da respetiva equipa de gestão, composta por Tiago Mendonça (diretor de Operações), Susana Varandas (diretora Comercial) e Brigite Correia (responsável de Pós-Venda).

A Vamos Portugal pretende fazer crescer, no curto prazo, em face dos contratos que têm neste momento em fase de lançamento ou execução, a operação não só em Portugal Continental, como nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

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Praga continua entre os destinos de MICE mais procurados do mundo

A capital checa melhora, ano após ano, no segmento do MICE, não só em termos do volume de reuniões e conferências ali realizadas, mas também do número de delegados que chegaram para esses eventos. Em 2023, foram realizados quase cinco mil eventos profissionais em Praga, com a presença de quase 700 mil pessoas. Numa comparação internacional, Praga também ficou em sexto lugar no ranking dos destinos MICE mais procurados do mundo, tendo superado cidades como Madrid, Seul, Londres, Berlim ou Tóquio.

Em 2023, de acordo com dados do Prague Convention Bureau e do Czech Statistical Office, um total de 4.889 reuniões e conferências foram realizadas na cidade, com a participação de 691.103 delegados, representando um aumento de 25% e 12%, respetivamente. Porém, ainda não o suficiente para superar o ano recorde de 2019.

“Em termos de número de delegados, estamos com quase 97% do desempenho de 2019, mas do volume de eventos, estamos apenas com 82%”, afirma Roman Muška, diretor geral do Prague Convention Bureau, organização que representa oficialmente a indústria do MICE de Praga. O responsável acrescenta que estes dados apenas confirmam a tendência dos últimos anos: menos reuniões e conferências, mas com uma participação muito maior de delegados. “Nas nossas estatísticas vemos que o número de eventos com a presença de 500 ou mais delegados tem aumentado ano após ano. Ao mesmo tempo, vemos uma subida na duração média de um evento, para uma média de quatro dias, contra os de dois dias“.

Nos seus documentos de estratégia turística, Praga estabeleceu-se como alvo de uma clientela de elevado poder aquisitivo, especialmente os delegados das reuniões que, por um lado não sobrecarregam o destino na alta temporada turística, já que os congressos são frequentemente realizados nos meses de primavera e outono, mas também têm em média até três vezes mais gastos em comparação com os turistas comuns. A atração de uma clientela sofisticada também é bem-sucedida graças à retoma de eventos internacionais especializados a Praga.

De acordo com dados do Bureau, o número de reuniões e conferências internacionais em Praga aumentou 54%, equilibrando assim a proporção de eventos internacionais (49,3%) e locais (50,7%).

“A maioria dos eventos vem do continente europeu (88%). No entanto, se focarmos em países individuais, em 2023, os Estados Unidos da América voltaram ao primeiro lugar como país de origem após quatro anos, seguidos pelo Reino Unido, Alemanha, França e Bélgica”, explica Roman Muška.

O responsável explica que, para seguir no topo dos destinos de reuniões no futuro é preciso continuar desenvolvendo e investindo na indústria de reuniões.

“Além dos congressos associativos, nos quais estamos focados há muito tempo e que são apoiados sistematicamente pela autarquia de  Praga na forma de vários incentivos, não podemos negligenciar o segmento de conferências corporativas e eventos de incentivo, que têm altas taxas de gastos nos destinos e, portanto, encaixam-se no direcionamento da cidade para clientes de alto poder aquisitivo”, comenta.

A partir de 2022, pode-se observar um renascimento da indústria de reuniões não só em Praga, mas também noutros destinos globais. Além disso, de acordo com o recente “Relatório dos 60 Anos da ICCA” da Associação Internacional de Congressos, o número de congressos mais do que duplicou nos últimos 60 anos, pelo que a competição que Praga enfrenta é imensa.

Em 2024, segundo estimativas de especialistas, a indústria de congressos deverá superar os números de 2019 em 37% em termos de número de delegados e 1% em termos de eventos.

 

 

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Governo alivia restrições impostas ao consumo de água no Algarve devido à seca

O Governo decidiu aliviar as restrições impostas aos consumos de água na agricultura e no setor urbano do Algarve, incluindo o turismo, para fazer face à seca na região, anunciou o primeiro-ministro, Luís Montenegro, em Faro.

“O Governo decidiu revogar a resolução 26A de 2024, de 20 de fevereiro, e nas próximas semanas vai ser aprovada e publicada uma outra resolução que visa dar continuidade a uma política de responsabilidade, mas, ainda assim, aliviar as restrições que estão hoje em vigor face à situação de 2023”, afirmou o primeiro-ministro, após uma reunião da comissão de acompanhamento da seca, em Faro.

Luís Montenegro indicou que o Executivo vai aprovar um “alívio de cerca de 20 hectómetros cúbicos na restrição que está hoje em vigor em todas as áreas de atividade”, distribuindo-se este valor por “2,65 hectómetros cúbicos de alívio no consumo urbano, de 13,14 de alívio no consumo da agricultura e de 4,17 no alívio no consumo para o turismo”.

Em fevereiro, o anterior Governo, liderado por António Costa, decretou a situação de alerta no Algarve devido à seca e aplicou medidas de contingência que previam reduções de consumo de 25%, para a agricultura, e de 15%, para o setor urbano.

Agora, Luís Montenegro anunciou um alívio destas restrições, embora frisando que é preciso preservar ao máximo a água, que é “um recurso escasso” na região.

Montenegro disse ainda que os dados representam, “face a 2023, um diminuição de disponibilidade de 10% no consumo urbano e 13% no consumo para agricultura e turismo”.

O primeiro-ministro disse ainda que é necessário “diminuir perdas nas várias utilizações de água” e recorrer a águas residuais em casos onde esta fonte é viável, como nos golfes, assegurando que o objetivo do Governo é também promover investimento que “possa ajudar a esta gestão mais eficiente” da água.

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Propósito da taxa de entrada em Veneza é um fracasso porque número de turistas aumentou

A introdução da taxa que gere os fluxos turísticos em Veneza é contrariada pelos factos. A cidade recebe cada vez mais turistas, diz o vereador Giovanni Andrea Martini, líder do grupo da lista ‘Cidade inteira junta’, durante uma conferência de imprensa no Palazzo Grazioli, na sede da Associação de Imprensa Estrangeira em Roma.

Convocado precisamente para falar dos primeiros resultados da contribuição para o acesso a Veneza – cinco euros – introduzida em abril passado a título experimental, o vereador Giovanni Andrea Martini afirmou que “o bilhete para Veneza é um fracasso sensacional. Mais turistas chegam todos os dias”.

Uma medida que, segundo disse, não abranda o turismo de massa, pelo contrário, e que teria sido implementada “para evitar que Veneza fosse colocada na lista negra da UNESCO”. As chegadas registadas, sublinha, “são numericamente superiores às dos anos anteriores”.

“Olhando para os dados disponíveis, só no dia 19 de maio Veneza registou 70 mil inscrições, enquanto no dia 23 de abril do ano passado foram 66 mil e no dia 2 de junho de 2023, feriado nacional, foram 65 mil”, apontou Martini, destacando que a medida serve “apenas para arrecadar dinheiro”.

Como reiterado diversas vezes durante o encontro com a imprensa estrangeira, Veneza representa o emblema da cidade aberta, mas que hoje se encontra “fechada por vontade política de uma administração que com esta medida traz para casa um pouco de dinheiro”. Mas isso não salva, segundo o vereador da oposição, “a alma da cidade”.

A solução para gerir o turismo de massa deve ser de longo prazo. Na conferência de imprensa em Roma, a medida da administração Brugnaro foi contestada pelo vereador: “A cidade está em desordem, é necessária uma solução a longo prazo”.

Poderia-se pensar também – destacou o vereador – num número limitado com reserva gratuita e sem pedido de dados para salvaguarda da privacidade, além do regresso dos residentes permanentes. Isto numa cidade que tem 49 mil cidadãos no centro histórico e que em média duplica o número de turistas que chegam todos os dias.

Defendeu que “se quisermos que a vida da cidade mude, devemos permitir que a cidade mude a sua vida”, para concluir que “devemos superar a desertificação social criada por esta floresta de arrendamentos de curta duração e de habitações públicas que não são atribuídas”.

Refira-se que nos primeiros 11 dias da nova taxa, a cidade italiana arrecadou cerca de 977.430 euros com a venda de 195 mil bilhetes. Mesmo assim, este montante é inferior ao custo de implementação do sistema de reservas, campanhas informativas e verificação de bilhetes, estimado em três milhões de euros.

A medida, inicialmente em fase experimental, será aplicada em 29 dias específicos durante os meses de maio, junho e julho, incluindo fins de semana e feriados.

Após o período experimental, a taxa pode ser aumentada para 10 euros por dia, com multas de até 300 euros para quem tentar visitar a cidade sem bilhete. A eficácia da medida continuará a ser avaliada, mas as críticas indicam que podem ser necessários ajustes significativos para alcançar os objetivos desejados.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

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Suíça pondera taxas de entrada em locais turísticos populares

A cobrança de taxas de entrada em locais turísticos populares da Suíça só faz sentido se os turistas estrangeiros também ganharem com a taxa, diz o setor de turismo suíço.

A idílica localidade de Lauterbrunnen, na Suíça, está a considerar a possibilidade de cobrar uma taxa de entrada no estilo de Veneza para diminuir o excesso de turismo. A aldeia é frequentemente paralisada por ondas de turistas interessados em aproveitar a sua beleza natural e tranquilidade.

“Desde que a medida também beneficie o turista, ela é aceita e até mesmo apreciada”, disse Markus Brenner, porta-voz da Suíça Turismo, à emissora pública suíça SRF e citado pelo SWI.

“Quando vou a Lauterbrunnen, sei que terei de pagar a taxa, mas com certeza encontrarei uma vaga de estacionamento. Também sei que o número de turistas no vale é limitado”, refere o responsável, acrescentando que também “é preciso ser compreensível para os turistas e deixar claro o que eles receberão em troca”.

Brenner considera que o excesso de turismo na Suíça está confinado a locais específicos em determinadas épocas do ano, rejeitou a ideia de que o país é constantemente invadido por turistas, mas mesmo assim, pediu aos habitantes locais que demonstrem tolerância.

Lauterbrunnen, na região do Oberland Bernês, não é o único ponto turístico a se sentir vítima do próprio sucesso turístico. A aldeia vizinha de Iseltwald, às margens do lago, foi paralisada há alguns anos por um fluxo inesperado de fãs da série da Netflix Crash Landing on You.

Refira-se que Lauterbrunnen situa-se num dos mais impressionantes vales dos Alpes, entre gigantes escarpas e cumes montanhosos. Com as 72 estrondosas cascatas, vales acolhedores, coloridos prados alpinos e solitárias pousadas de montanha, o Vale Lauterbrunnen constitui uma das maiores áreas de conservação da natureza da Suíça.

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