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África do Sul, um país diverso que os portugueses devem descobrir

A última edição da Africa’s Travel Indaba, uma das maiores feiras de turismo sul-africanas, que decorreu em Durban, mostrou ao mundo a oferta deste país conhecido pelos safaris mas que tem muito para oferecer. Apesar dos turistas lusos serem ainda poucos, a África do Sul está de braços abertos para receber os que queiram conhecer um país diverso, genuíno e que prima pela hospitalidade.

Inês de Matos
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África do Sul, um país diverso que os portugueses devem descobrir

A última edição da Africa’s Travel Indaba, uma das maiores feiras de turismo sul-africanas, que decorreu em Durban, mostrou ao mundo a oferta deste país conhecido pelos safaris mas que tem muito para oferecer. Apesar dos turistas lusos serem ainda poucos, a África do Sul está de braços abertos para receber os que queiram conhecer um país diverso, genuíno e que prima pela hospitalidade.

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No regresso ao formato tradicional e aos números pré-COVID, a mais recente edição da Africa’s Travel Indaba, que decorreu em Durban, deu a conhecer mais de 350 produtos turísticos, muitos dos quais têm a África do Sul como cenário. Este país africano, que se distingue pela natureza, é conhecido pelos safaris para ver os mais famosos animais africanos, mas tem muito mais para ver e conhecer, uma vez que conta com uma cultura diversa e uma rica história, onde Nelson Mandela continua a ser uma das principais referências.

A oferta turística sul-africana esteve, como não poderia deixar de ser, em destaque na mais recente edição da feira, que contou com perto de mil expositores, entre cadeias de hotelaria, companhias aéreas, destinos e operadores turísticos, além das entidades oficiais de turismo locais, numa ampla mostra do potencial deste país africano, que conta com uma vasta comunidade portuguesa mas onde os turistas lusos são ainda escassos.

“Portugal é um mercado importante mas não é um dos nossos principais mercados”, disse ao Publituris Lidia Martinuzzi, representante em Itália da reserva Mala Mala, uma das maiores reservas naturais privadas da África do Sul, que se localiza à entrada do Parque Nacional Kruger, um dos parques africanos mais procurados para a realização de safaris.

De acordo com a responsável, os poucos portugueses que visitam esta reserva fazem-no aquando das visitas a amigos e familiares que residem no país, daí que Lidia Martinuzzi admita que “há muitos portugueses que vivem na África do Sul e, por isso, há muitas viagens étnicas”.

Mesmo com as viagens étnicas, Portugal representa “um mercado pequeno” e, apesar da responsável reconhecer a qualidade dos turistas lusos, o certo é que, por toda a África do Sul, são ainda poucos os destinos habituados a receber turistas provenientes de Portugal.

Pequeno mas importante
É verdade que Portugal representa um mercado reduzido para a África do Sul, mas como refere Lidia Martinuzzi, tem potencial. “Acreditamos que existe potencial para aumentar os fluxos. Portugal não é importante pelos números mas sim pela qualidade do turismo”, explicou a representante da reserva Mala Mala em Itália, numa opinião partilhada por grande parte das regiões sul-africanas com quem o PUBLITURIS foi falar.

Portugal é um mercado importante, mas não é um dos nossos principais mercados”, Lidia Martinuzzi, reserva Mala Mala

Na província de Eastern Cape, onde se localiza a cidade de Port Elizabeth, os turistas portugueses não são assim tão raros, mas, como explicou Mpho Makoko, representante da agência de turismo e parques de Eastern Cape, procuram essencialmente os parques e reservas que permitem ver os Big 5 – leão, leopardo, búfalo, elefante e rinoceronte -, ou seja, os animais que toda a gente procura quando realiza um safari. “Temos muitos turistas internacionais, incluindo também portugueses. Temos muitos turistas internacionais nas reservas naturais”, explicou a responsável.

Onde os turistas portugueses também já são habituais é na província de Western Cape, onde se localiza a Cidade do Cabo, de longe o mais conhecido dos destinos turísticos sul-africanos e onde, segundo Masonele April, Leisure Tourism Intern do Cape Town & Western Cape Tourism Promotion, a maior parte dos “visitantes é internacional”. “Os portugueses visitam muito a Cidade do Cabo e também gostam de realizar atividades”, indicou a responsável.

Junto à Cidade do Cabo fica ainda o Robben Island Museum, atração turística que resulta da antiga prisão onde Nelson Mandela e muitos outros presos políticos da altura do Apartheid estiveram encarcerados. Neste museu, o número de visitas de portugueses também não é vasto, mas já representa alguma coisa, segundo Yolanda Mdutyana, representante do museu, que explicou ao Publituris que o Robben Island Museum recebe uma “grande variedade de turistas”, uma vez que este local representa “um testemunho histórico”, que conta toda a história desta ilha descoberta pelos portugueses no século XV mas que, desde sempre, foi usada como local de punição e encarceramento.

Robberg Nature Reserve, landscape wonderful beach and indian ocean waves, Garden route, plettengerg bay. South Africa

Em Gauteng, outra das províncias sul-africanas, conhecida essencialmente pelas cidades de Joanesburgo e Pretória, Mputle Dikobe, representante do turismo de Gauteng, também reconhece que os turistas portugueses são ainda poucos, apesar de admitir que Portugal é um mercado prioritário. “Tenho de ser honesta e dizer que ainda não temos muitos turistas portugueses. Mas Portugal é um dos mercados prioritários para nós e reconheço que temos de nos focar mais na promoção de Guateng no mercado português porque sabemos que há potencial”, afirmou a responsável, explicando que Guateng é procurada essencialmente pelos turistas portugueses mais jovens. “Vemos que há muito interesse pela África do Sul, especialmente entre os viajantes mais novos, como os millennials. Estes viajantes querem aventura e uma série de experiências que Guateng pode oferecer”, revelou Mputle Dikobe.

Já na província de North West, conhecida igualmente pelos safaris e atividades aquáticas numa vasta zona de costa, os portugueses também não costumam ser muitos. Segundo Nthabiseng Manonyane, representante do Turismo de North West, Portugal representa “números pequenos” para esta região sul-africana, mas nem por isso deixa de ser um mercado interessante. “Não é um grande mercado, não diria que temos muitos turistas portugueses mas tenho a certeza que há vários e que são importantes”, disse a responsável ao Publituris, num testemunho semelhante ao que chega também da região de Northern Cape, província conhecida por incluir parte do deserto do Kalahari. “Não temos muito turismo proveniente de Portugal. Atualmente, já estamos a receber pessoas de Portugal que nos visitam especificamente pelo deserto do Kalahari. São turistas que querem visitar diferentes locais no Kalahari, mas a percentagem de portugueses é, de facto, baixa”, explicou Bettie Papier, representante da autoridade de turismo de Northern Cape.

Diversidade é principal atrativo
A África do Sul é conhecida mundialmente por ser um país privilegiado para a realização de safaris. O Parque Nacional Kruger é o parque sul-africano mais conhecido para a observação de animais, mas por todo o país existem diversas reservas públicas ou privadas onde também é possível realizar esta atividade que, apesar de ser a mais conhecida, está longe de ser a única atração sul-africana. É que a África do Sul é um país tão diverso, seja a nível natural ou cultural, que o difícil é mesmo escolher que destinos visitar ou que atividades realizar.

Por isso, perguntámos às várias províncias sul-africanas porque devem os portugueses escolher a sua região para visitar. E as respostas foram tão diversas quanto a oferta turística do país.

Se na reserva Mala Mala, Lidia Martinuzzi elege os animais africanos, nomeadamente os Big5 e o facto desta reserva permitir a realização de safaris sem que se encontrem outros veículos pelo caminho, na província Eastern Cape o apelo é pelos Big7. “Esta zona também é conhecida pelos Big 7, ou seja, além dos Big 5, também temos o tubarão-branco e as orcas”, indicou Mpho Makoko, destacando também o vasto calendário de eventos que a Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth, recebe anualmente, assim como as atrações naturais, a exemplo do Hole in the Wall, junto a Coffee Bay, um buraco que a força das ondas escavou numa rocha e que, segundo a responsável, é considerado uma das maravilhas desta região.

De Eastern Cape para Western Cape, a província da Cidade do Cabo, os turistas podem seguir pela Garden Route, rota que liga as duas regiões e que passa por algumas das mais belas praias e paisagens da África do Sul.

Nesta região sul-africana e além da Cidade do Cabo, que segundo Masonele April, “toda a gente quer conhecer”, existem muitas outras atrações e atividades para realizar, nomeadamente de aventura, às quais a região está a dedicar, este ano, um maior esforço de promoção. Mas, nesta região, atividades como o hiking, assim como as experiências culturais,nomeadamente em Kwha ttu, na West Coast, onde é possível aprender mais sobre o povo Sun, nativo da África do Sul, são também ex-libris.

Os portugueses visitam muito a Cidade do Cabo e também gostam de realizar atividades”, Masonele April, Cape Town & Western Cape

Uma vez nesta região, é fácil dar um pulinho à Robben Island, a prisão que hoje é um museu e onde Nelson Mandela esteve encarcerado por mais de duas décadas e que, segundo Mncedisi Siswana, antigo preso político de Robben Island, deve ser visitada pelo relato que encerra sobre a evolução do homem. “Os portugueses devem visitar a Robben Island porque, de certa forma, representa a evolução do homem ao longo dos séculos e a forma como os homens se têm tratado uns aos outros. E é uma pena porque parece que não temos aprendido nada”, lamentou Mncedisi Siswana, que é atualmente um dos antigos presos políticos desta prisão sul-africana que guiam os turistas nas visitas à ilha.

Um relato sobre a evolução da espécie humana mas a nível arqueológico é também o que se pode encontrar na província de Gauteng, onde se localiza o local histórico Cradle of Humankind, considerado o local com maior concentração de fósseis hominídeos do mundo. Mas esta região da África do Sul prima também pela aventura e atividades na natureza, eventos, turismo de compras, assim como pela autêntica gastronomia sul-africana. “Os portugueses devem visitar Gauteng pela diversidade. Somos uma província multicultural, multigeracional, excitante e que gosta de receber. Também temos uma comida fantástica, oferecemos a cozinha autêntica africana”, descreveu Mputle Dikobe, sublinhando que o povo desta região adora “receber as pessoas e envolvê-las na sua cultura, dando-lhes uma experiência autêntica”.

Autenticidade é ainda o que promete North West, que está focada em promover os seus “belos cenários naturais, o património cultural, assim como as grandes experiências de safari”. É que também nesta região os safaris são reconhecidos, nomeadamente na Madikwe Game Reserve.

De resto, toda a região merece ser conhecida, até porque, como explicou Nthabiseng Manonyane, a província está dividida em quatro distritos e todos eles têm algo para apreciar. “Na zona de Ngaka Modiri Molema District temos muitas atrações naturais, com belas paisagens intocadas. No distrito de Dr Kenneth Kaunda District podemos encontrar mais locais de aventura e atividades aquáticas”, resumiu a responsável, convidando os turistas portugueses a visitar a região “para experienciarem a bela África do Sul e a bela província de North West, que tem um povo fantástico, o mais hospitaleiro da África do Sul”, além de uma “excelente meteorologia”.

Já na região de Northern Cape a grande atração é o Kalahari, daí que muita da oferta desta região esteja agregada ao conhecido deserto. “Em Northern Cape temos o Kalahari Transfrontier Park, várias reservas naturais, como a Witsand Nature Reserve, o Mokala National Park, a época das flores em Springbok e muitas atividades. Temos também o povo nativo Sun do Kalahari, que é o povo verdadeiro do mato na África do Sul”, explicou Bettie Papier, defendendo que os portugueses devem visitar esta região pela “experiência única e autêntica” que ali podem encontrar. “Oferecemos uma experiência cultural em que é possível sentir verdadeiramente o que é viver no mato. Os turistas podem ficar a conhecer as histórias antigas do povo Sun e do Kalahari”, acrescentou Vinkie van der Westhuizen, do turismo de Northern Cape, realçando também a “vista única para as estrelas”, que só o deserto pode oferecer.

Motivos não faltam para que os portugueses visitem a África do Sul, mas, como referiu ainda Lidia Martinuzzi, “seria mais fácil aumentar as reservas se houvesse mais voos”. É que, depois da COVID-19, a oferta aérea tem demorado a voltar ao que era no passado, dificultando o trabalho dos operadores turísticos.

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Aviação

Qatar Airways renova parceria com a UEFA

A Qatar Airways renovou a parceria que já mantinha com a UEFA, voltando a ser a companhia aérea oficial das provas deste organismo de futebol europeu, incluindo também as competições de seleções masculinas da UEFA.

A Qatar Airways renovou a parceria que já mantinha com a UEFA, voltando a ser a companhia aérea oficial das provas deste organismo de futebol europeu, incluindo também as competições de seleções masculinas da UEFA.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea do Qatar explica que esta parceria é uma extensão da anterior, que tinha sido estabelecida em torno do UEFA Euro 2020, e inicia-se com o UEFA Euro 2024, competição que se encontra a decorrer na Alemanha, até 14 de julho.

“Estamos muito satisfeitos por sermos parceiros da UEFA. Como Companhia Aérea Oficial das competições de seleções nacionais masculinas, a Qatar Airways está empenhada em trazer milhares de adeptos à Alemanha para este prestigiado evento”, congratula-se Badr Mohammed Al-Meer, CEo do Grupo Qatar Airways.

O responsável da Qatar Airways revela que a companhia aérea vai abrir, a 1 de julho, uma nova rota para Hamburgo, na Alemanha, que vai contribuir para “reforçar ainda mais” o compromisso da transportadora com a região e apoiar o torneio de futebol.

Com a abertura da rota para Hamburgo, a Qatar Airways passa a voar para cinco destinos na Alemanha e 49 destinos em toda a Europa.

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Transportes

ARAC lança nova publicação digital dedicada às atividade de aluguer de veículos sem condutor

A RentMagazine é uma nova publicação em formato digital, lançada pela ARAC e que é dedicada às atividade de aluguer de veículos sem condutor.

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A ARAC – Associação Nacional dos Locadores de Veículos anunciou o lançamento da RentMagazine, uma nova publicação em formato digital, que é dedicada às atividade de aluguer de veículos sem condutor.

Num comunicado enviado à imprensa, a associação explica que a RentMagazine é “direcionada para empresários, entidades públicas, fornecedores e clientes, focando-se nesta importante atividade económica”.

“Este novo meio de comunicação visa abordar diversas temáticas relacionadas com o setor, oferecendo informações valiosas e atualizadas para todos os envolvidos”, explica a ARAC, no comunicado divulgado.

Segundo a ARAC, a nova publicação visa “manter os leitores informados sobre as últimas novidades, tendências e regulamentações no setor do aluguer de veículos sem condutor; facilitar a conexão entre empresários, fornecedores e clientes, promovendo o
networking e parcerias estratégicas; oferecer análises detalhadas sobre o mercado, incluindo estatísticas, estudos e previsões futuras; proporcionar conteúdos formativos, ajudando profissionais do setor a aprimorarem suas competências e conhecimentos; e discutir práticas sustentáveis e inovações tecnológicas que possam contribuir para um futuro mais verde no setor de aluguer de veículos”.

A primeira edição da RentMagazine conta com um artigo de opinião do presidente da Confederação do Turismo de Portugal, Francisco Calheiros, assim como com uma entrevista a Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal, assim como com um ensaio sobre o renovado Nissa Qaskai e artigos sobre as novas regras referentes às cartas de condução e o regulamento Euro 7 quanto a assuntos europeus.

O Guia de Boas Praticas para o rent-a-car e rent-a-cargo também é abordado nesta edição, assim como a Fiscalidade Automóvel, que é abordada num artigo de opinião de  António Brigas Afonso, enquanto o tema “Trabalho – Presente e Futuro” dá corpo a outro artigo de opinião assinado por Joaquim Robalo de Almeida, secretário-geral da ARAC.

A RentMagazine dedica ainda um espaço à apresentação da V Convenção Nacional da ARAC, que vai decorrer a 18 de outubro, em Óbidos.

“Com um conteúdo robusto e uma abordagem inovadora, a RentMagazine veio
para ficar, prometendo contribuir significativamente para o desenvolvimento
do setor de aluguer de veículos sem condutor”, garante a ARAC, no comunicado divulgado.

A nova publicação pode ser acedida através do website da associação, aqui, e está ainda disponível para download aqui.

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Transportes

Kenya Airways retoma ligação a Moçambique quatro anos depois

A companhia aérea queniana Kenya Airways retomou as ligações diretas entre Nairobi e a capital moçambicana, Maputo, quatro anos depois da suspensão, para “impulsionar” o desenvolvimento socioeconómico, anunciou a empresa Aeroportos de Moçambique (ADM).

Publituris

“Esta retoma marca um passo estratégico significativo nos esforços contínuos da ADM, E.P. para fortalecer a conectividade aérea e impulsionar o desenvolvimento socioeconómico do país”, afirma a empresa em comunicado.

Os voos entre as capitais dos dois países serão realizados três vezes por semana, às quartas, sextas e domingos, segundo informação da companhia queniana, uma das maiores do continente africano, com ‘hub’ em Nairobi.

“Este voo facilitará uma maior movimentação de pessoas e bens, criando novas oportunidades para o comércio, investimento e cooperação entre Moçambique e o Quénia, bem como outras partes da África oriental”, refere a ADM.

Segundo o comunicado da empresa estatal moçambicana, esta ligação direta da Kenya Airways “permitirá um fluxo mais eficiente” de mercadorias entre Nairobi e Maputo, “reduzindo custos logísticos” e o tempo de transporte.

“As empresas moçambicanas terão acesso mais rápido a mercados internacionais, fortalecendo as cadeias de abastecimento e aumentando a competitividade”, lê-se no documento.

A empresa estatal que gere os aeroportos moçambicanos acrescenta que esta ligação vai, igualmente, promover a potencialidade turística de Moçambique: “O voo direto facilitará a chegada de turistas do Quénia e de outros destinos conectados por Nairobi, promovendo Moçambique como um destino turístico atraente”.

A Kenya Airways anunciou em agosto de 2020 a suspensão dos voos para Maputo, aquando de uma reestruturação de rotas no período pós-pandemia de covid-19, que incluiu também a interrupção das ligações para Luanda, capital de Angola.

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Annual Summit do Lufthansa City Center

DMC Clube Viajar

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Decorreu em Braga, nos passados dias 12 a 15 de junho, a Annual Summit do Lufthansa City Center, cuja organização esteve a cargo do DMC Clube Viajar. Foram cerca de 250 os participantes neste evento, que teve lugar no Melia Braga e contou com o apoio do Visit Porto and North of Portugal.

De acordo com Mariana Morais, Sales & Operations Manager do DMC Clube Viajar, “O DMC Clube Viajar teve a honra extraordinária de organizar a Cimeira Anual do Lufthansa City Center no meu país, Portugal, nas belas cidades de Braga e Guimarães. Como membro, foi um sonho tornado realidade trazer este prestigiado evento para cá! Tenho o prazer de partilhar que a cimeira foi um sucesso retumbante! Foi uma alegria ver a nossa comunidade reunir-se e não podia estar mais orgulhosa do que alcançámos”.

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Agenda

Lisboa recebe evento sobre Inteligência Artificial em hospitalidade e viagens

Nos dias 9 e 10 de julho, Lisboa discutirá a importância da IA na revolução das indústrias de hospitalidade e viagens.

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A BAE Ventures escolheu Lisboa para acolher nos próximos dias 9 e 10 de julho o encontro de lançamento do “Walk the Talk: AI in Hospitality and Travel 2024-2026”, um projeto coorganizado em Portugal com o Nova SBE Westmont Institute of Tourism & Hospitality.

Ao longo desta série de 24 eventos, o objetivo é explorar o crescente papel da Inteligência Artificial (IA) na revolução das indústrias de hospitalidade e viagens, pretendendo a iniciativa de Lisboa reunir líderes e decisores políticos e empresariais do setor do turismo, inovadores e profissionais de todo o mundo.

“Será uma oportunidade única para compreender mais a fundo e explorar o potencial transformador das tecnologias de IA na melhoria das experiências dos clientes e da eficiência operacional”, refere a organização do evento para quem o mesmo tem como objetivo “incrementar o envolvimento de toda esta indústria numa visão futurista, mas com um potencial de implementação a muito curto prazo”.

Nesse sentido, Henrique Veiga, CEO da BAE Ventures, admite que “a IA veio para ficar, temos de saber aproveitá-la em proveito das pessoas e das economias, também ao nível do turismo”.

Já Alexandra Ventura, diretora-executiva do Nova SBE Westmont Institute of Tourism & Hospitality, considera que “estamos perante um game-changer. A IA, com a miríade de oportunidades que levanta, deve ser devidamente entendida e explicada. Aos temores de muitos, cabe-nos encontrar uma resposta, capaz de veicular o papel das novas tecnologias na melhoria da qualidade de vida de todos nós. Também em hospitality este é um aspeto crucial”.

Para a respnsável da Nova SBE, o evento pretende ser “um momento de mudança, na mentalidade e na capacidade de responder aos desafios que se levantam. É tempo, pois, de dar um salto em frente, rumo ao futuro deste negócio e na relação entre os vários agentes económicos”.

Ao longo dos dois dias, Lisboa receberá vários painéis de debate e keynote speeches, que reunirão algumas das principais vozes em IA, hospitalidade e viagens. Serão, também, organizados workshops interativos, sessões projetadas para demonstrar aplicações práticas de IA em ambientes reais.

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Alojamento

Efeito da Páscoa no Alojamento Local prolonga-se em abril em Lisboa e Porto

No mês que se seguiu à Páscoa, as diárias mantiveram preços e ocupação média aumentou para 70% em Lisboa e 57% no Porto.

Publituris

De acordo com os dados mais recentes da Confidencial Imobiliário, com base nas estatísticas do SIR-Alojamento Local, o mês de abril prolongou o efeito positivo do período da Páscoa, com sustentação dos preços das diárias quer em Lisboa quer no Porto e um aumento dos níveis de ocupação nas duas cidades.

Em Lisboa, o Alojamento Local registou uma ocupação média de 70% no mês de abril, um resultado superior aos 65% verificados em março. No Porto, este tipo de acomodação teve uma taxa média de ocupação de 57% em abril, também superior aos 46% do mês anterior. Os níveis de preços praticados mantiveram-se relativamente estáveis entre os dois meses, comparando-se 119 euros em abril com 121 euros em março no caso de Lisboa, e 105 euros com 104 euros, respetivamente, no caso do Porto.

Traduzindo a maior dinâmica de ocupação, abril registou também um acréscimo do RevPAR face ao mês anterior, com este indicador a atingir 80 euros em Lisboa e 58 euros no Porto, em comparação com os 76 euros e 46 euros, respetivamente, observados no mês de março.

De assinalar ainda, o que parece ser a maior confiança dos operadores e proprietários neste mercado, com a oferta ativa a registar ligeiro acréscimo em abril face a março. Concretamente, em abril contabilizavam-se 3.750 apartamentos T0/T1 ativos em AL para ocupação na capital, mais do que os 3.550 registados em março. No Porto, abril somou 3.770 apartamentos T0/T1 com atividade no AL, também ligeiramente acima dos 3.700 registados no mês da Páscoa. Em qualquer dos casos, o volume de oferta ativa em AL no mês de abril de 2024 é o mais elevado dos últimos quatro anos.

Em abril venderam-se 79.600 noites de AL em Lisboa e 65.460 no Porto, traduzindo maior procura do que a registada em março, quando as duas cidades registaram 71.350 e 53.250 noites vendidas, respetivamente. Tal traduziu-se num volume de negócios de 9,5 milhões de euros em Lisboa e 6,9 milhões de euros no Porto durante o mês de abril.

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Transportes

Transporte aéreo atingirá novo recorde com mais de 40 milhões de voos em 2024

Uma análise da AltIndex, com base em números da Statista e da IATA, dão conta que o setor do transporte aérea prepara-se para bater novos recordes em 2024.

Victor Jorge

Quatro anos após a pandemia, o setor do transporte aéreo não só recuperou totalmente da crise mais profunda da sua história, como também está a caminho de estabelecer um novo recorde em termos de receitas e número de passageiros.

De acordo com os dados apresentados pela AltIndex.com, o setor global das companhias aéreas deverá ultrapassar os 40 milhões de voos regulares e atingir 1 bilião de dólares em receitas (cerca de 933 mil milhões de euros), os valores mais elevados que este mercado alguma vez registou.

Estes números indicam mais 400 milhões de passageiros e 158 mil milhões de dólares de receitas acima do registado em 2019, depois de uma queda catastrófica de 60% no número global de passageiros e de 70% nas receitas no primeiro período da pandemia.

De acordo com o último inquérito da Associação Internacional dos Transportes Aéreos (IATA), o setor do transporte aéreo não só igualou como ultrapassou os números de 2019 em fevereiro deste ano e tem continuado a crescer desde então. Com o aumento da procura global de voos, prevê-se que o número total de passageiros aéreos atinja quase cinco mil milhões até ao final de 2024, ou seja, mais 400 milhões do que antes da pandemia.

Embora se espere que a maioria das regiões suba acima dos níveis de 2019, a Ásia-Pacífico registará o maior crescimento em 2024. As estatísticas mostram que o número de passageiros das companhias aéreas na região aumentará 17% em relação ao ano anterior, com a China e a Índia a impulsionarem o crescimento. Espera-se que a Europa registe um sólido aumento de 11% no número de passageiros, seguindo-se o Médio Oriente, a América Latina e a América do Norte com taxas de crescimento anual de 9%, 8% e 7%, respetivamente.

Para além de atingir um número recorde de passageiros, o setor do transporte aéreo também irá gerar “mais receitas do que nunca”, indica a análise da AltIndex. De acordo com a pesquisa da IATA, a receita global do setor de aviação civil deve chegar a quase um bilião de dólares este ano, representando um aumento de 158 mil milhões de dólares em comparação com os números de 2019.

Com 2024 a trazer uma recuperação notável no tráfego aéreo global, as projeções de mercado para os anos seguintes tornaram-se ainda mais otimistas. A IATA prevê que os passageiros das companhias aéreas mundiais cresçam em média 3,8% ao ano durante as próximas duas décadas, resultando em mais de quatro mil milhões de viajantes até 2043.

A Ásia-Pacífico liderará o crescimento entre as regiões, com um aumento médio anual de 5,3% e mais de 2,7 mil milhões de passageiros neste período. Prevê-se que o PIB da região aumente 65% nos próximos 20 anos, fazendo com que o número de viagens per capita quase triplique. Consequentemente, quase metade do tráfego mundial de passageiros em 2043 terá origem ou partida da Ásia-Pacífico, contra 34% no ano passado.

As estatísticas mostram que os mercados europeu e norte-americano crescerão muito mais lentamente, acrescentando cerca de 650 milhões de passageiros nos próximos vinte anos.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

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Hotelaria

Quinta do Paral abre Boutique Wine Hotel focado no luxo discreto

A unidade hoteleira de 22 quartos tem nas experiências vínicas e na gastronomia alentejana um dos seus principais focos, a par de um conjunto de atividades para descobrir a região.

Publituris

A Quinta do Paral abriu a 17 de junho o Boutique Wine Hotel, uma unidade hoteleira de 22 quartos onde o foco será o “quiet luxury” – luxo discreto, na sua tradução direta do inglês.

Localizado na Vidigueira, o hotel abriu portas em regime soft opening sob a chancela da Leading Hotels of the World, prometendo um “retiro vínico idílico”, como referido em nota de imprensa.

Além dos 22 quartos – entre os quais suites, com terraço privativo e ainda uma casa senhorial do século XIX – o Boutique Wine Hotel da Quinta do Paral oferece uma piscina infinita, um fitness center e uma sala de congressos e eventos. Já na oferta de food & beverage (F&B), a unidade hoteleira dispõe de três espaços gastronómicos com a consultoria do chef alentejano José Júlio Vintém: The Wine Restaurant, The Estate Lounge e The Grape Rooftop Bar.

Dos serviços do hotel fazem ainda parte a disponibilização de bicicletas elétricas, valet parking, in-room dining, turndown service e serviço de butler personalizado.

Quarto do Boutique Wine Hotel | Créditos: DR

O projeto de arquitetura e design de interiores do Boutique Wine Hotel da Quinta do Paral foi assinado pelo gabinete Saraiva & Associados, que destacou “as arcadas revestidas a tijolo de burro, os muros de cal, os ladrilhos de terracota e as tradicionais celosias geométricas – alguns dos elementos identificativos da arquitetura alentejana”.

Hotel aposta em experiências locais

A mais recente unidade hoteleira da Quinta do Paral aposta em experiências à volta do vinho, da gastronomia e da cultura da região. Desde logo, à chegada, o hotel disponibiliza a hipótese de transfer privado de carro ou de Pilatus PC12, o avião privado da Quinta do Paral. O menu de experiências inclui ainda provas de vinhos, jantares privados, oficinas de cozinha e piqueniques no campo.

A estas juntam-se atividades como “Contemplar o Céu Noturno” numa cama balinesa imersa nas vinhas da propriedade, “Passeio a Cavalo” entre as vinhas e passeios privados por “Évora – a Cidade Museu”.
Já nos quartos, a experiência passa por usufruir de um “refúgio acolhedor”, com ameniteis da Amouage, sistema individual de som wireless, um lote próprio de café 100% arábica que pode ser preparado pelos hóspedes e um blend de chá com os principais aromas do Alentejo.

Piscina do Boutique Wine Hotel | Créditos: DR

“Acreditamos que é na simplicidade e nos pequenos detalhes que se sente o verdadeiro luxo. Existiu uma preocupação em respeitar a herança histórica da propriedade, quer pela reabilitação e conservação de edifícios, nomeadamente da nossa Casa Senhorial do século XIX, quer na nossa oferta gastronómica que celebra a tradição e os sabores alentejanos”, afirma Sofia Moreira, General Manager do hotel que pretende afirmar-se como um selo na hospitalidade portuguesa de “quiet luxury”.

Recorde-se que projeto da Quinta do Paral foi revitalizado em agosto de 2017, quando o empresário Dieter Morszeck adquiriu 85 hectares de terras no Alentejo. A quinta foi posteriormente redesenhada em colaboração com o enólogo Luís Morgado Leão, focada na sustentabilidade e no respeito pela cultura e tradição alentejanas.

Boutique Wine Hotel | Créditos: DR

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Hotelaria

Imobiliária Névoa investe mais de 12M€ na construção do novo Holiday Inn Braga

A unidade hoteleira de 111 quartos tem abertura prevista para o segundo semestre de 2024, após um investimento de mais de 12 milhões de euros por parte do grupo Névoa.

Publituris

A Imobiliária Névoa, pertencente ao grupo Névoa – que atua nas áreas de promoção imobiliária, distribuição automóvel, construção civil e centros comerciais – refere em comunicado que o seu mais recente projeto na área da construção hoteleira, localizado em Braga, está atualmente na fase final de construção.

A nova unidade hoteleira, que será explorada pela rede Holiday Inn, foi alvo de um investimento superior a 12 milhões de euros, estimando-se que abra portas no segundo semestre de 2024.

O hotel de cinco pisos conta com 111 quartos, salas de conferências, um centro de fitness e um restaurante, estando localizado perto do Hospital de Braga, da Universidade do Minho e do INL – International Iberian Nanotechnology Institute

“O investimento na construção de uma nova unidade hoteleira em Braga representa um marco significativo para o grupo Névoa. Este projeto reforça a expansão do grupo para outros pontos do país e fomenta vários benefícios económicos para a região, através da criação de emprego e posterior valorização turística e cultural em Braga”, refere Luís Sousa Ribeiro, diretor-geral da Imobiliária Névoa.

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O que procuram os hóspedes numa casa de férias?

Entender o que os viajantes procuram pode ser crucial para garantir uma experiência satisfatória

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Ao planear férias, os hóspedes têm expectativas específicas e variados desejos em relação ao alojamento onde ficam. Com o crescente número de opções de hospedagem disponíveis, desde hotéis tradicionais até casas de férias, entender o que os viajantes procuram pode ser crucial para garantir uma experiência satisfatória. As preferências dos hóspedes numa casa de férias são multifacetadas, englobando aspectos desde a localização e a comodidade até a estética e a sustentabilidade do espaço.

Conforto e comodidade

Um dos principais fatores que os hóspedes consideram ao escolher uma casa de férias é o nível de conforto e comodidade oferecido. Esse aspecto é frequentemente associado a várias características tangíveis e intangíveis da propriedade. Os viajantes esperam encontrar um ambiente que proporcione uma experiência similar ou superior ao que têm nas suas próprias casas. Isso inclui camas confortáveis, sofás e roupas de cama de alta qualidade e áreas de estar aconchegantes e bonitas. O conforto estende-se também à climatização adequada, com ar-condicionado ou aquecimento eficiente, dependendo do clima do destino.

Equipamentos e facilidades

Os hóspedes modernos esperam encontrar uma variedade de equipamentos e facilidades que facilitem a sua estadia. Cozinhas bem equipadas são particularmente valorizadas, permitindo que os viajantes preparem as suas próprias refeições e economizem em gastos com restaurantes. Eletrodomésticos como frigoríficos, fogões, micro-ondas e até máquinas de lavar louça podem ser diferenciais significativos. Além disso, muitos hóspedes valorizam a presença de máquinas de lavar roupa e secadoras, especialmente em estadias mais longas.

Conectividade e tecnologia

No mundo digital de hoje, a conectividade é essencial. A disponibilidade de uma conexão Wi-Fi rápida e confiável é um dos fatores mais mencionados pelos hóspedes ao avaliar as suas estadias. Muitos viajantes, mesmo em férias, precisam de se manter conectados por questões de trabalho ou simplesmente para entretenimento. Além disso, a presença de televisores com acesso a serviços de streaming, sistemas de som modernos e outros dispositivos tecnológicos são diferenciais importantes.

Localização e acessibilidade

A localização da casa de férias é um dos critérios mais críticos na escolha do alojamento. Os hóspedes procuram propriedades que ofereçam fácil acesso a pontos de interesse, sejam eles praias, montanhas, centros urbanos ou atrações turísticas específicas. A proximidade de supermercados, restaurantes e outras comodidades também é altamente valorizada. Além disso, a acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida é um fator crescente de importância, garantindo que todos os hóspedes possam desfrutar plenamente da sua estadia.

Limpeza e manutenção

A higiene é uma prioridade absoluta para qualquer viajante. Uma casa de férias limpa e bem mantida não só proporciona conforto, mas também segurança. A limpeza rigorosa e a sanitização frequente das instalações são elementos essenciais. Os hóspedes esperam encontrar a propriedade em perfeito estado de conservação, sem problemas de manutenção como vazamentos, eletrodomésticos defeituosos ou sinais de desgaste excessivo.

Segurança

A segurança é outro aspecto crucial para os hóspedes. Elementos como fechaduras de boa qualidade, sistemas de alarme, cofres para guardar objetos de valor e, em alguns casos, vigilância por câmeras, contribuem para uma sensação de segurança durante a estadia. Além disso, a segurança ao redor da propriedade, como uma vizinhança tranquila e bem iluminada, também é um fator decisivo.

Ambiente e estética

O ambiente e a estética da casa de férias desempenham um papel importante na experiência geral dos hóspedes. Um design de interiores agradável, com decoração acolhedora e bem pensada, pode transformar uma simples estadia numa experiência memorável. Muitos viajantes procuram por propriedades com características únicas ou temáticas que adicionam um toque especial às suas férias. A presença de espaços ao ar livre, como jardins, terraços ou varandas, também é altamente apreciada, proporcionando locais adicionais para relaxar e aproveitar a paisagem.

Sustentabilidade

A consciência ambiental tem se tornado cada vez mais importante para muitos viajantes. Casas de férias que adotam práticas sustentáveis, como o uso de energia solar, reciclagem e produtos de limpeza ecológicos, ganham pontos extras com hóspedes preocupados com o meio ambiente. A presença de áreas verdes, hortas orgânicas e a promoção de atividades ecologicamente corretas também são fatores atraentes.

Experiência local

Os hóspedes procuram cada vez mais uma experiência que vá além da simples estadia. A possibilidade de vivenciar a cultura local de forma autêntica é um diferencial significativo. Casas de férias que oferecem informações sobre atividades locais, parcerias com guias turísticos, ou mesmo a disponibilização de bicicletas para explorar a área, podem enriquecer a experiência dos viajantes. Alguns anfitriões vão além, oferecendo workshops de culinária local, degustações de vinho ou outros eventos culturais que conectam os hóspedes com a comunidade local.

Atendimento ao cliente

Um excelente atendimento ao cliente pode fazer uma grande diferença na satisfação dos hóspedes. Anfitriões acessíveis e prontos para ajudar em qualquer situação, desde o check-in até o check-out, são altamente valorizados. A comunicação clara e eficiente, a disposição para fornecer dicas e recomendações, e a rapidez na resolução de problemas são aspectos que contribuem para uma experiência positiva.

Flexibilidade

A flexibilidade nas políticas de check-in e check-out, assim como outras regras da casa, pode ser um grande atrativo para os hóspedes. Muitos viajantes apreciam a possibilidade de ajustar os horários conforme as suas necessidades, especialmente em casos de voos tardios ou mudanças inesperadas nos planos de viagem. Políticas de cancelamento flexíveis também são um fator importante, proporcionando uma margem de segurança para os hóspedes em situações imprevistas.

Valor pelo dinheiro

Por fim, a relação custo-benefício é um aspecto fundamental. Os hóspedes procuram por um bom equilíbrio entre o custo da estadia e os benefícios oferecidos. Isso não significa necessariamente escolher a opção mais barata, mas sim aquela que oferece a melhor combinação de conforto, comodidades e experiência geral. Ofertas especiais, descontos para estadias prolongadas e pacotes promocionais são sempre bem-vindos.

 

Os hóspedes procuram numa casa de férias uma combinação de conforto, conveniência, segurança e uma experiência que vá além do básico, proporcionando momentos memoráveis e um verdadeiro refúgio durante suas viagens. Entender e atender a essas expectativas pode fazer toda a diferença para quem deseja oferecer uma hospedagem de sucesso.

 

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