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Ryanair consegue mais de 1 milhão de assinaturas e entrega petição a Ursula von der Leyen

A Ryanair quer acabar com o cancelamento de sobrevoos devido às greves dos controladores aéreos e lembra que, nos primeiros cinco meses de 2023, já houve 57 dias de greves, que forçaram as companhias aéreas a “cancelar desproporcionalmente milhares de sobrevoos” na União Europeia.

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Ryanair consegue mais de 1 milhão de assinaturas e entrega petição a Ursula von der Leyen

A Ryanair quer acabar com o cancelamento de sobrevoos devido às greves dos controladores aéreos e lembra que, nos primeiros cinco meses de 2023, já houve 57 dias de greves, que forçaram as companhias aéreas a “cancelar desproporcionalmente milhares de sobrevoos” na União Europeia.

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A Ryanair entregou esta quarta-feira, 31 de maio, a petição lançada pela companhia aérea para manter os céus da União Europeia abertos aos sobrevoos durante as greves à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, depois de ter alcançado mais de um milhão de assinaturas, informou a transportadora.

Num comunicado enviado à imprensa, a Ryanair lembra que, nos primeiros cinco meses de 2023, já houve 57 dias de greves de controladores aéreos, que forçaram as companhias aéreas a “cancelar desproporcionalmente milhares de sobrevoos” na União Europeia.

Nesta petição, a Ryanair pede que o exemplo de Espanha, Itália e Grécia seja seguido nos outros países da União Europeia quando existem greve, uma vez que, nestes países, o controlo do tráfego aéreo é assegurado pelo Eurocontrol, permitindo que continuem a ser realizados os sobrevoos.

Por isso, a Ryanair vem apelar agora à presidente da Comissão Europeia para que atenda à “petição de mais de 1,1 milhões de passageiros da UE e exija que todos os Estados da UE protejam os sobrevoos durante as greves ATC [Air Traffic Controller], como já é feito na Grécia, Itália e Espanha”.

A Ryanair pede também que, sempre que uma greve provoque cancelamentos, seja dada prioridade aos sobrevoos em vez dos voos domésticos e de curta distância, como acontece atualmente em França, onde os voos nacionais estão protegidos por serviços mínimos.

A Ryanair quer ainda que seja exigida negociação sempre que for convocada uma greve de controladores aéreos e que os pré-avisos de greve passem a ser entregues com uma antecedência mínima de 21 dias e de 72 horas sempre que envolverem o controlo do espaço aéreo, de forma a minimizar as interrupções de voos.

“Hoje, apenas 10 semanas desde que lançámos a nossa petição ‘Protect Overflights: Keep EU Skies Open’, entregamos mais de 1,1 milhão de assinaturas de cidadãos da UE que estão fartos e que pedem à Comissão da UE, sob a liderança de Ursula von der Leyen, para proteger os sobrevoos durante as repetidas greves ATC. É inaceitável que greves de ATC possam resultar no cancelamento de milhares de voos de passageiros da UE, enquanto a França e outros Estados-Membros da UE usam Leis de Serviço Mínimo para proteger seus voos domésticos”, denuncia Michel O’Leary, CEO do Grupo Ryanair.

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Turkish Airlines fecha 2023 com recorde de 83,4 milhões de passageiros transportados

A Turkish Airlines fechou 2023 com 83,4 milhões de passageiros, registando aumentos de passageiros transportados tanto a nível doméstico como internacional

A Turkish Airlines fechou 2023 com um recorde de 83,4 milhões de passageiros transportados, número que traduz fortes aumentos tanto a nível doméstico como internacional, segundo um comunicado da transportadora aérea de bandeira da Turquia.

Na informação divulgada, a Turkish Airlines indica que, a nível doméstico, transportou mais de 30 milhões de passageiros, num aumento de capacidade de 23,5% face a 2022, enquanto a nível internacional foram transportados 53 milhões de passageiros, o que corresponde a um aumento de 14% e que resulta de um acréscimo de capacidade de 16% face ao ano anterior.

A Turkish Airlines destaca ainda o bom comportamento dos mercados europeus que contam com comunidades turcas residentes e onde o número de passageiros cresceu 20% em 2023.

A companhia aérea da Turquia refere ainda que, desde 2019, já realizou um aumento de 27% na capacidade oferecida a nível internacional, o que traduz uma subida muito superior à média das companhias aéreas internacionais, onde este indicador continua ainda 12% abaixo do período pré-pandemia.

“Além disso, como resultado dos investimentos do nosso país em infraestruturas de aviação, o Aeroporto de Istambul emergiu como o principal aeroporto europeu em termos de número diário de voos”, destaca ainda a Turkish Airlines, que está baseada na maior cidade da Turquia.

A Turkish Airlines lembra ainda que está também a expandir a sua frota e que tem o objetivo de chegar aos 800 aparelhos até 2033, quando a transportadora aérea assinala o seu 100.º aniversário, motivo pelo qual, em 2023, a companhia aérea aumentou o seu número de aeronaves em 12%, para 440, “apesar dos desafios globais na aquisição de aeronaves e dos estrangulamentos na sua produção”.

 

 

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Norwegian Epic e Norwegian Getaway no porto de Civitavecchia (Roma)

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Companhias da Norwegian Cruise Line Holdings ganham oito novos navios até 2036

Norwegian Cruise Line, Oceania Cruises e Regent Seven Seas Cruises são as companhias que vão receber os novos navios, que vão ser construídos nos estaleiros italianos de Fincantieri e cuja chegada começa já em 2025.

As companhias de cruzeiros da Norwegian Cruise Line Holdings vão assistir a uma “expansão sem precedentes” das suas frotas, uma vez que vão ganhar oito novos navios até 2026, avança a publicação britânica Travel Weekly.

Norwegian Cruise Line, Oceania Cruises e Regent Seven Seas Cruises são as companhias que vão receber os novos navios, que vão ser construídos nos estaleiros italianos de Fincantieri e cuja chegada começa já em 2025.

“Este pedido estratégico de novos navios para todas as nossas três marcas proporciona a introdução constante de navios de última geração na nossa frota e solidifica o nosso crescimento a longo prazo”, afirma Harry Sommer, presidente executivo da Norwegian Cruise Line Holdings.

De acordo com a Travel Weekly, a Norwegian Cruise Line vai receber quatro novos navios de 200 mil toneladas e capacidade para transportar quase cinco mil passageiros, que devem chegar em 2030, 2032, 2034 e 2036, mas que estão ainda dependentes de financiamento.

Os novos navios, acrescenta a Travel Weekly, vão ser entregues após a chegada dos quatro novos navios da classe Prima-Plus que a Norwegian Cruise Line está a aguardar e cujas entregas vão decorrer entre 2025 e 2028.

Para a Oceania Cruises estão ainda previstos dois novos navios de 86.000 toneladas e que vão ter capacidade para transportar 1.450 passageiros, que vão chegar entre 2027 e 2029, após a entrega do último navio da classe Allura, em 2025.

A Regent Seven Seas Cruises vai receber ainda dois navios de 77 mil toneladas, cada um com capacidade para 850 passageiros e que têm entrega prevista em 2026 e em 2029.

A Travel Weekly diz que a Norwegian Cruise Line Holdings remete mais “detalhes sobre comodidades, cabines, restaurantes, entretenimento, eficiência, sustentabilidade e outros recursos dos navios” para os “próximos meses”.

Por enquanto, não se sabe quanto vão custar estes oito novos navios, mas a Norwegian Cruise Line Holdings indicou que obteve financiamento de crédito com condições favoráveis para financiar 80% do preço do contrato de cada um dos dois navios da Oceania Cruises e da Regent Seven Seas Cruises, ainda que esse financiamento esteja sujeito a certas condições.

Além da encomenda de oito novos navios, a Norwegian Cruise Line Holdings anunciou ainda a construção de um cais para vários navios na Great Stirrup Cay, a ilha privada do grupo nas Bahamas, que vai custar 150 milhões de dólares e deverá estar concluído em 2025.

“Estamos igualmente entusiasmados com a adição de um novo cais em Great Stirrup Cay para apoiar o nosso aumento de capacidade nas Caraíbas e a escala de vários navios na ilha, melhorando a experiência dos nossos hóspedes e proporcionando acesso contínuo e confiável à nossa ilha privada durante todo o ano”, acrescenta Harry Sommer.

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TAP vai expandir Centro de Treino no Aeródromo Municipal de Cascais

A TAP vai aumentar o número de simuladores no Centro de Treino do Aeródromo Municipal de Cascais, bem como o espaço de formação para técnicos de manutenção e tripulantes, reservando ainda espaço para vir a prestar serviços de manutenção nestas instalações.

A TAP e a Câmara Municipal de Cascais chegaram a acordo para a expansão do Centro de Treino da companhia aérea de bandeira nacional no Aeródromo Municipal de Cascais, num alargamento que vai decorrer em duas fases, avança a transportadora, em comunicado.

De acordo com a informação avançada pela TAP, numa primeira fase, o Centro de Treino vai passar a contar com mais um simulador Airbus A320, prevendo-se que, numa fase posterior, venham a ser acrescentados até mais quatro simuladores, aumentando o total para sete, o que está dependente de parcerias com entidades terceiras.

Para a TAP, esta é a oportunidade de concretizar a “ambição de criar na freguesia de São Domingos de Rana, em Cascais, um polo universitário e de formação profissional na aviação com a importante presença da Academia TAP”.

“Tanto as áreas de formação como as de Manutenção e Engenharia são áreas de grande valor acrescentado que faz sentido fazermos no país para valorizarmos as nossas pessoas. O nosso ecossistema tem oportunidade de criar novas áreas de exportação em vez de pagarmos caro serviços lá fora. Cascais entendeu perfeitamente essa oportunidade”, afirma Luís Rodrigues, presidente da TAP, citado no comunicado divulgado pela transportadora.

Já Carlos Carreiras, presidente da Câmara Municipal de Cascais, considera que esta é uma “parceria virtuosa”, que visa a “execução de um centro de excelência na aviação de nível mundial no nosso país”.

“Que essa visão se cumpra a partir de Tires, São Domingos de Rana, é reveladora dos esforços desta autarquia para levar o desenvolvimento e criar cadeias de valor e emprego qualificado em todos os pontos do concelho”, acrescenta Carlos Carreiras.

Além dos novos simuladores, o Centro de Treino da TAP vai passar a contar também com novos espaços de formação para Técnicos de Manutenção de Aeronaves e Pessoal Navegante de Cabina, sendo ainda reservado espaço para instalações onde a TAP Manutenção e Engenharia “poderá vir a desenvolver várias atividades, incluindo manutenção de motores”, assim como para a manutenção da frota Embraer 190/195 da PGA (Portugália Airlines).

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TAP adere à plataforma NDC da APG

A plataforma NDC da APG permite que o conteúdo da companhia aérea de bandeira nacional passe a estar disponível para reserva para mais de 1500 agências de viagens em 120 países.

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A TAP aderiu à APG Platform, a plataforma NDC da APG, que permite que o conteúdo da companhia aérea de bandeira nacional passe a estar disponível para reserva para mais de 1500 agências de viagens em 120 países.

Além da emissão de bilhetes, a adesão da transportadora aérea portuguesa a esta plataforma permite também que os agentes de viagens possam “reservar, emitir, anular, reembolsar e adicionar serviços auxiliares, como malas, equipamento específico, embarque prioritário e refeições especiais, em toda a rede TAP”.

“A TAP Air Portugal está feliz com a parceria com a APG, que tem feito um trabalho pioneiro na promoção da tecnologia NDC por todo o mundo. A TAP continua a promover conteúdos NDC através deste canal e continua empenhada em melhorar as suas capacidades de retalho em benefício dos agentes de viagens”, afirma Justin Jovignot, diretor de Estratégia Comercial e Distribuição da TAP.

Já Heloise Parrain, diretora da Plataforma APG, considera que o “NDC está a mudar a distribuição das companhias aéreas, que não evoluía nos últimos 40 anos”, permitindo que as companhias aéreas  promovam o seu produto. 

A APG Platform conta, atualmente, com 30 companhias aéreas aderentes, permitindo a “emissão de bilhetes que pode ajudar os agentes de viagens a gerar receitas adicionais, alargando o seu catálogo e vendendo acessórios aéreos e não aéreos combinados”, destaca a APG Portugal, num comunicado divulgado esta segunda-feira, 8 de abril.

Esta plataforma, que é usada em 150 países, está ainda em consonância com a mais recente tecnologia XML e segue todos os padrões IATA, estando acessível para agências de viagens IATA e não IATA.

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Qatar Airways chega ao Congo e aumenta voos para Luanda

Além da capital congolesa, a nova rota da Qatar Airways segue para Luanda, aumentando de uma para quatro frequências semanais as ligações aéreas à capital angolana.

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A Qatar Airways vai abrir, a 1 de junho de 2024, uma nova rota para Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, que vai servir também para aumentar a capacidade disponibilizada pela companhia aérea de bandeira do Qatar para Luanda, capital angolana.

De acordo com a Qatar Airways, esta é a primeira vez que a transportadora aérea do Qatar abre uma rota para Kinshasa, que vai ser realizada num avião Boeing 787-8 Dreamliner, equipado com 22 lugares em Classe Executiva e 232 assentos em Classe Económica.

“Vimos marcos significativos na expansão da nossa rede em 2024 e esta última adição é particularmente especial, pois dá continuidade ao nosso objetivo estratégico de aumentar a nossa presença em África”, congratula-se Thierry Antinori, diretor Comercial da Qatar Airways.

Além da capital congolesa, a nova rota da Qatar Airways segue para Luanda, aumentando de uma para quatro frequências semanais as ligações aéreas à capital angolana.

Os voos partem de Doha, capital do Qatar, pelas 02h45 e chegam a Kinshasa às 08h10, num voos que segue para Luanda pelas 09h40, onde tem chegada prevista para as 10h55. Já a partida de Luanda decorre às 12h25 e a chegada a Doha acontece pelas 22h50.

A Qatar Airways vai também realizar a mesma rota mas com paragem primeiro em Luanda, num voo que sai de Doha pelas 09h20 e chega a Luanda às 15h40, de onde volta a sair pelas 17h10 para chegar a Kinshasa às 18h25. No regresso, a partida de Kinshasa acontece às 19h55 e a chegada a Doha está prevista para as 05:45+1, sempre em horários locais.

 

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Avis Budget Group relança programa de fidelização e oferece novos benefícios

O Avis Preferred, o programa de fidelização do Avis Budget Group, passou a contar com o slogan “More rewarding car hire” e disponibiliza agora novos benefícios logo desde a adesão.

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O Avis Budget Group relançou o Avis Preferred, o programa de fidelização do grupo de rent-a-car, que passou a contar com o slogan “More rewarding car hire” e que disponibiliza agora novos benefícios.

“O novo programa oferece recompensas imediatas, incluindo um desconto de 10% no primeiro aluguer, a par de outros benefícios extremamente úteis e relevantes para os clientes de rent-a-car”, destaca o Avis Budget Group, num comunicado enviado à imprensa.

O Avis Preferred continua a ter adesão gratuita mas tem agora várias novidades, a exemplo do QuickPass, que permite verificar a identidade do cliente antecipadamente e evitar o tempo de espera ao balcão, sendo que, em alguns locais, é ainda possível aceder ao veículo através do serviço Self-Service Kiosk ou dirigir-se diretamente para à viatura de aluguer onde as chaves já estarão à espera.

O desconto de 10% logo a partir da inscrição, o serviço prioritário e o acesso a ofertas exclusivas com parceiros de viagem selecionados são algumas das principais novidades do novo programa de fidelização do Avis Budget Group, que passou ainda a oferecer subidas de nível e upgrades gratuitos depois de cinco ou 10 alugueres.

Na adesão, os clientes passam também a ter acesso a novas vantagens, a exemplo de 10% de desconto em aventuras Viator, o que também inclui passeios pela cidade ou passeios de barco, aulas de culinária e desportos de adrenalina; 12% de desconto nos Lounge Pass para aceder às salas de espera de aeroportos; até 30% de desconto na adesão ao Airport Lounge com o Priority Pass, subscrição que dá acesso a 1300 lounges em todo o mundo; e até 55% de desconto na Photobox.

“Temos procurado inovar desde o lançamento do programa Avis Preferred nos anos 80 para recompensar os nossos clientes frequentes. Neste momento, estamos muito satisfeitos por apresentar estes novos benefícios aos membros Avis Preferred”, congratula-se Francisco Farrás, diretor-geral Ibérico do grupo Avis Budget.

O grupo de rent-a-car decidiu proceder a mudanças no seu programa de fidelização depois de uma pesquisa junto dos seus clientes internacionais ter mostrado que “o facto de os prémios serem inacessíveis para quem não aluga viaturas com frequência acaba por desencorajar a adesão”.

“Os clientes querem acesso instantâneo a benefícios e a prémios relevantes. É exatamente o que lhes estamos a oferecer com o novo programa Avis Preferred repleto de vantagens”, acrescenta o responsável.

Recorde-se que o programa Avis Preferred foi lançado em 1988 e atualmente está disponível em 22 países da Europa, Médio Oriente e África (EMEA). Todas as informações sobre o novo programa podem ser consultadas online e a adesão ao programa pode ser realizada aqui.

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Alma Cruceros é a nova companhia de cruzeiros de luxo espanhola e chega em 2025

A Alma Cruceros começa a operar a 18 de abril de 2025, com o navio Ocean Victory, e vai contar com base em Málaga, oferecendo um produto “feito por espanhóis e pensado para espanhóis e para falantes de espanhol”, que combina “o tradicional cruzeiro e os grandes iates privados”.

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A Alma Cruzeiros é uma nova companhia de cruzeiros de luxo espanhola, que começa a operar a 18 de abril de 2025 e que vai contar com base em Málaga, avança o Hosteltur.

“Viemos transformar o setor dos cruzeiros em Espanha porque criámos um produto único, exclusivo e sofisticado”, afirma Elisardo Sánchez, sócio fundador e presidente da nova companhia, em declarações à agência Efe citadas pelo Hosteltur.

O responsável mostra-se confiante no sucesso da Alma Cruceros, uma vez que este será um produto “feito por espanhóis e pensado para espanhóis e para falantes de espanhol”.

Por isso, acrescentou o responsável, a bordo tudo foi pensado para estar “ao gosto dos espanhóis”, a exemplo da gastronomia, música, animação noturna ou dos distintos espetáculos de entretenimento, sendo que também o idioma oficial a bordo será o espanhol.

“Vamos dirigir-nos ao mercado espanhol e, muito especialmente, ao mercado americano. Queremos que o navio seja um ponto de encontro para espanhóis, argentinos, chilenos, colombianos, peruanos ou mexicanos, mas também é muito importante para a comunidade falante de espanhol dos EUA”, explicou Elisardo Sánchez.

A nova companhia de cruzeiros de luxo começa a operar com o navio Ocean Victory, um navio de expedição que vai estar ao serviço da nova companhia de cruzeiros durante o verão para navegar no Mediterrâneo, entre abril e outubro.

O cruzeiro inaugural desta companhia de cruzeiros vai ligar Las Palmas, na Gran Canaria, a Málaga, a partir de onde vão passar a existir cruzeiros de uma ou duas semanas pelo Mediterrâneo Ocidental, Norte de África e Ilhas Canárias.

O Ocean Victory, navio que pertence à SunStone, vai estar ao serviço da Alma Cruceros ao longo de todo o verão, durante um período de 10 anos, enquanto no inverno regressa às expedições à Antártida e ao Sul da Argentina, ao serviço da Alabatros Expeditions.

O navio, que foi construído em 2021, conta com 93 camarotes duplos, todos exteriores e a maioria dos quais com varanda, e tem capacidade para transportar 186 passageiros e mais de uma centena de tripulantes.

O navio conta ainda com quatro restaurantes, vários espaços de entretenimento, piscina, Spa, ginásio, lojas, jacuzzis e solário, num ambiente que “combina o tradicional cruzeiro e os grandes iates privados”, segundo Elisardo Sánchez.

A Alma Cruceros pretende incorporar mais navios na sua frota e tornar-se numa companhia de cruzeiros “muito vinculada a Málaga, à Andalucía”, motivo pelo qual vai contar com escalas em todos os portos andaluzes, como Sevilla, Cádiz, Huelva, Motril ou Almería, além de Málaga.

A venda dos cruzeiros da Alma Cruceros arranca oficialmente no próximo mês de junho e Elisardo Sánchez acredita que será possível “encher rapidamente os primeiros cruzeiros” e ficar até com uma lista de espera.

 

 

 

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United cancela Faro

Depois de em outubro de 2023 ter anunciado vir a ser a única companhia aérea americana a voar diretamente para Faro, a partir de Nova Iorque/Newark, a United Airlines cancelou esta rota.

Victor Jorge

A United Airlines cancelou a operação que iria iniciar a 24 de maio de 2024 ate 23 de setembro de 2024, e que ligaria Faro diretamente a Nova Iorque/Newark, com quatro voos semanais realizados com recurso a um Boeing 757-200.

De acordo com a United, estas alterações resultam do facto de a Federal Aviation Administration (FAA, Administração Federal da Aviação) ter interrompido “algumas atividades de certificação”.

Esta operação faria com que a United se tornasse na única companhia aérea americana a voar diretamente para Faro, a partir de Nova Iorque/Newark.

Segundo informações que correm na imprensa norte-americana, a United não eliminou totalmente a rota, confirmando que está a “adiar a operação para o próximo verão”.

“No total, esta operação iria representar cerca de 25 mil lugares ida e volta distribuídos por 130 voos”, refere Pedro Castro, diretor da SkyExpert, empresa de consultoria em aviação, aeroportos e turismo, considerando que ”isto é uma gota no oceano de voos e de lugares à partida de Faro,  mas é uma gota cujo cancelamento representa um enorme balde de água fria por tudo aquilo que esta rota e esta companhia traziam para a região”.

“Se havia necessidade de cortar algum voo operado pelos Boeing 757 devido à crise com os 737 MAX e com as entregas destes aparelhos que já afetou a Ryanair, a United poderia, por exemplo, ter optado por cancelar o segundo voo diário entre Nova Iorque e o Porto. No entanto, preferiu cancelar este novo destino. Isto corresponde ao comportamento típico das companhias: em caso de dúvida, preferem consolidar o que já existe do que abrir novos destinos que requerem uma duplicação dos recursos e investimento”, salienta Pedro Castro.

“Os turistas americanos têm tido um desenvolvimento notável no Algarve, mas sem um acesso aéreo direto e sem escalas, o seu crescimento torna-se mais difícil. Ter uma companhia americana a voar seria ainda melhor pelo domínio que têm do mercado e das vendas nos Estados Unidos”, frisa o diretor da SkyExpert.

E Pedro Castro termina: “se eu fosse o diretor do Turismo do Algarve, tentaria aliciar a Azores Airlines a aumentar, prolongar e/ou acertar os horários dos novos voos Faro-Ponta Delgada para ligarem com os voos de Ponta Delgada para o aeroporto de JFK; em segundo lugar, no próximo Inverno, a United vai lançar o seu voo Nova Iorque-Marraquexe com o Boeing 767 e apenas três vezes por semana. Tradicionalmente, os voos Toronto-Faro da Air Transat já existem há anos e começaram por transportar seniores e golfistas à procura de temperaturas amenas para passar o Inverno. Esta poderia ser uma oportunidade que poderia dar bem mais jeito ao Turismo do Algarve para combater a sua sazonalidade”.

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Transportes entre os setores que mais recuaram na criação de novas empresas no 1.º trimestre

Segundo os dados da Informa D&B, “nos primeiros três meses de 2024 foram criadas 14.351 novas empresas em Portugal, o que representa um recuo de 8,6% (menos 1 350 empresas) face ao primeiro trimestre de 2023”, com destaque para os Transportes, que foi um dos que mais desceu na criação de novas empresas.

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O setor dos Transportes foi um dos que mais desceu na criação de novas empresas nos três primeiros meses de 2024, avança a Informa D&B, que divulgou esta sexta-feira, 5 de abril, o relatório “Business by Data”, que mostra que, entre janeiro e março, o setor dos Transportes assistiu à constituição de menos 548 empresas, o que representa uma descida de 29% face ao 1.º trimestre do ano passado.

“Depois de aumentos sucessivos na constituição de novas empresas, o setor dos Transportes (sobretudo a atividade de ‘Transporte ocasional de passageiros em veículos ligeiros’) parece ter atingido o pico em 2023, sofre agora uma descida significativa no primeiro trimestre de 2024 (-29%; -548 constituições de empresas)”, lê-se no comunicado divulgado pela consultora.

Segundo os dados divulgados pela Informa D&B, “nos primeiros três meses de 2024 foram criadas 14.351 novas empresas em Portugal, o que representa um recuo de 8,6% (menos 1 350 empresas) face ao primeiro trimestre de 2023”.

O relatório da Informa D&B apurou também que “a descida é transversal a quase todas as regiões de Portugal”, sendo a Região Autónoma dos Açores a única exceção, uma vez que se registaram “mais constituições de empresas neste trimestre do que o período homologo (+11%; +20 constituições de empresas)”.

A descida na constituição de novas empresas foi comum a praticamente todos os setores económicos, com exceção da Construção, que “cresceu 6,4%, com um total de 1 847 novas empresas, mais 111 que no período homólogo”.

“O setor mantém uma tendência de crescimento há três anos, sendo este o quinto trimestre consecutivo em que regista um aumento na criação de empresas. Entre as diversas atividades do setor, destaca-se a ‘Construção e promoção de edifícios’, que neste trimestre tem mais 70 novas empresas”, acrescenta a Informa D&B.

Em sentido contrário estiveram as insolvências, que aumentaram 7,9% nos três primeiros meses de 2024, com 544 empresas a iniciarem um processo de insolvência, o que representa mais 40 processos de insolvência do que em igual período de 2023.

“Esta subida é maioritariamente suportada pelo aumento do número de insolvências no setor das Indústrias (+78%; +76 processos de insolvência), já que a maioria dos setores de atividade desceu neste indicador. Para além das Indústrias, Retalho e Tecnologias da informação e comunicação foram os únicos setores que viram crescer o número de insolvências”, explica a Informa D&B.

No que diz respeito aos encerramentos, a consultora apurou que, desde o início do ano até final de março, registaram-se 2.977 encerramentos de empresas, sendo que, “à data de hoje, ainda existem publicações a serem efetuadas pelo Registo Comercial”.

Entre os encerramentos, o destaque vai para o setor dos Serviços Empresariais, que “concentra o maior número de empresas que encerraram neste período (453 empresas)”.

No entanto, nos últimos 12 meses, este indicador “atinge os 14.837 encerramentos, um registo 0,5% acima dos 12 meses anteriores”, o que se ficou essencialmente a dever aos setores dos Serviços empresariais (+9,4%; +196 encerramentos) e Transportes (+15%; +101 encerramentos).

 

 

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Grupo IAG lança South Europe Ground Services para o handling a partir de maio

A South Europe Ground Services (SOEGS) é a nova empresa de handling criada pelo grupo IAG para atuar nos aeroportos espanhóis, prevendo-se que entre em operação em meados de maio.

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A South Europe Ground Services (SOEGS) é a nova empresa de handling criada pelo grupo IAG para atuar nos aeroportos espanhóis, prevendo-se que entre em operação em meados de maio, avança a Iberia, em comunicado.

De acordo com a Iberia, a nova empresa está já registada no Registo Comercial de Madrid e vai fornecer serviços de handling nos aeroportos espanhóis à Iberia, Iberia Express, Vueling e Level, bem como de passageiros para a British Airways, Air Nostrum e Aer Lingus.

A Iberia diz que a SOEGS vai ainda “servir companhias aéreas terceiras nos aeroportos onde a Iberia Airport Services obteve licença no último concurso da AENA”.

“Esta empresa, com 100% do capital do Grupo IAG e uma participação maioritária da Iberia, é o resultado do acordo alcançado entre a Iberia e os seus sindicatos no dia 2 de fevereiro com o objetivo de garantir um futuro sustentável e competitivo para o negócio de movimentação e os seus trabalhadores”, explica a Iberia, no comunicado divulgado.

A SOEGS vai contar com autonomia operacional e vai também integrar os antigos trabalhadores da Direção Aeroportuária da Ibéria, que mantêm “as condições do Acordo Ibérico e todos os seus direitos”.

Miguel Ángel Gimeno, atualmente diretor de Operações Terrestres da Vueling, será o novo CEO da South Europe Ground Services, com a Iberia a indicar que o responsável conta com “ampla experiência em gestão aeroportuária”.

Miguel Ángel Gimeno é formado em Engenharia Industrial pela Universidade de Saragoça e possui MBA pela IESE Business School, tendo passado os últimos 17 anos na Vueling, onde, além de diretor de Operações Terrestres, ocupou os cargos de diretor de OCC e também de diretor de Tripulação e Serviço de Bordo.

“Assumir a liderança desta nova empresa, dentro do Grupo IAG, é um verdadeiro desafio. Estou convencido que, graças à nossa equipa formada pelos melhores profissionais, escreveremos uma página de sucesso no negócio de ‘handling’ em Espanha e trabalharemos incansavelmente para crescer internacionalmente”, afirma o responsável.

 

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