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“Só herdámos problemas na área do turismo”

A mudança política no Brasil ditou também alterações na Embratur –  Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo e na forma como o Brasil se está a promover a nível internacional. Em entrevista ao Publituris, Marcelo Freixo, novo presidente da agência, explica o que está a mudar, com destaque, desde logo, para a recuperação da marca “Brasil”.

Inês de Matos
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“Só herdámos problemas na área do turismo”

A mudança política no Brasil ditou também alterações na Embratur –  Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo e na forma como o Brasil se está a promover a nível internacional. Em entrevista ao Publituris, Marcelo Freixo, novo presidente da agência, explica o que está a mudar, com destaque, desde logo, para a recuperação da marca “Brasil”.

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Foi um novo Brasil que a Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo apresentou, recentemente, em Portugal. As recentes mudanças na política brasileira ditaram também alterações na promoção do país, que recuperou a marca “Brasil”, que tinha sido usada até 2019, e que está também apostado em tornar-se num destino sustentável.

Mas, para isso, é preciso que, depois da pandemia, os turistas regressem ao Brasil e descubram o que o destino pode oferecer além do Sol e Praia, produto que continua a ser responsável pela viagem de 50% dos portugueses que visitam o Brasil.

E é aqui que entra também a importância do transporte aéreo, que já recuperou praticamente a dimensão de 2019, estando mesmo a ser estudada a possibilidade de abertura de uma nova rota direta para Florianópolis, que para Marcelo Freixo “seria ideal” que pudesse vir a ser operada pela TAP.

A Embratur está com uma energia renovada. O que é que vai mudar, especificamente, na promoção do Brasil?
O Brasil está com uma energia renovada. Acho que o país mudou e a promoção que se faz é o país que temos para promover.

O Brasil, hoje, é um país com um compromisso com a democracia, é um país que tem responsabilidades com o meio ambiente, que oferece segurança para quem quer investir e para quem quer viajar.

É um outro Brasil. É um país comprometido com o papel das mulheres na política, portanto, é um Brasil que temos esperança que possa trazer de volta a valorização da cultura, das festas e da ciência. Por isso, é um Brasil muito diferente do que vivemos há quatro anos.

É este Brasil que vamos promover, que estamos a divulgar e que as pessoas vão visitar. As pessoas vão, de verdade, visitar um outro Brasil.

Essa mudança é visível, desde logo, pela recuperação da marca Brasil, que foi usada até 2019. Porque decidiu a Embratur recuperar esta marca e qual é a sua importância?
A marca Brasil foi criada em 2005, no projeto Aquarela, que foi pensado para criar uma identidade nacional, que não pertence a um governo, pertence a um país.

Esse projeto identificou diversas cores e cada cor representa uma forma de um estrangeiro olhar para o Brasil, através daquilo que ele identifica de mais valioso, seja a festa, o sol, o mar, a mata, a cultura ou a gastronomia. Tudo o que o Brasil oferece de rico e que faz com que as pessoas visitem o Brasil, foi o que gerou a marca Brasil.

Isso foi, de uma forma muito desastrosa, substituído por uma marca que não tinha nenhum estudo, não tinha nenhum sentido e não dialogava. A marca Brasil dialoga, o Brasil dialoga. Por isso, retomámos imediatamente esta marca, porque ela não pertence a um governo, pertence a um país. E ajuda-nos na promoção do Brasil porque nos ajuda a transmitir a nossa identidade.

Retomámos imediatamente esta marca porque ela não pertence a um governo, ela pertence a um país. E ajuda-nos na promoção do Brasil porque nos ajuda a transmitir a nossa identidade

A nível de produtos turísticos, o Brasil é um destino que continua a ser muito conhecido pelo Sol e Praia, nomeadamente em Portugal, mas o Brasil é muito mais que isso. Que produtos vai o Brasil promover com mais força, nesta nova fase da Embratur?
Sim, o Sol e Praia, no Brasil, é muito forte e isso tem razão de ser. Temos um litoral imenso e diverso, desde as praias de Florianópolis – e nesse momento discute-se a possibilidade de haver um voo direto para Florianópolis -, às praias do Sudeste, ao Rio de Janeiro e o Nordeste inteiro. Por isso, o Sol e Praia é muito forte e compreendo quando o público português procura Sol e Praia no Brasil, 50% dos portugueses que vão ao Brasil procuram Sol e Praia.

Mas o Brasil não é só Sol e Praia, temos cultura de serra, Gramado, a floresta amazónica, o Pantanal, Bonito, as Chapadas que são incríveis, assim como as cachoeiras, que oferecem outra conexão com a natureza.

E o Brasil tem ainda a riqueza dos povos indígenas, que estão dentro de um campo antropológico, também da preservação da floresta – porque quando se fala em preservar a floresta, fala-se também em preservar os povos da floresta -, temos turismo de negócios que é crescente no Brasil e não só em São Paulo, e temos um turismo de eventos que é também muito forte, tivemos os Jogos Olímpicos e o Mundial de Futebol, os eventos desportivos têm muita oferta no Brasil.

Por isso, o Brasil oferece muitos produtos, muitas possibilidades e destinos, que temos de organizar e segmentar para passar uma mensagem correta a quem nos vai visitar.

Falou na preservação das florestas e dos povos indígenas, o que se enquadra na questão da sustentabilidade, que é um fim que também está a ser invocado no turismo. O que é que o Brasil está a fazer para se tornar num destino sustentável?
Isso é decisivo. Depois de Lisboa, vamos para a Alemanha, um país que acabou de reatar com o Brasil o Fundo Amazónico. A Alemanha só fez isso por confiança no Brasil no que diz respeito ao tema ambiental e climático, e isso já indica uma mudança do mundo em relação ao Brasil.

O governo Lula escolheu a ministra Marina Silva para o meio ambiente e vai criar uma autoridade climática. Pela primeira vez, vamos ter uma autoridade destas no Brasil. E criámos também o Ministério dos Povos Tradicionais, que é liderado por uma indígena. Isso mostra que não são só intenções, já podemos falar de ações concretas.

A própria Embratur também criou uma gerência climática e ambiental. Por isso, hoje, a Embratur tem, nos seus quadros, uma gerência que é composta por um professor da Universidade de Brasília e que é um dos grandes especialistas do Brasil na questão ambiental e climática, que será o gerente da Embratur para essas matérias.

Isso acontece, não só para que possamos promover o turismo para áreas em que a visita turística gera renda, crescimento de emprego e conservação, mas também porque temos, hoje, na floresta amazónica, diversas atividades económicas ilegais, que ameaçam a floresta e acreditamos que o turismo pode ser uma atividade económica legal para substituir essas atividades, ao mesmo tempo que contribui para a preservação porque ninguém vai destruir um lugar onde quer voltar.

O turismo também gera conservação.

E para os potenciais turistas, como é que o Brasil está a passar essa mensagem de que se está a tornar um destino sustentável?
Temos algumas iniciativas. Em primeiro lugar, temos uma estratégia de chamar jornalistas para visitarem o Brasil em alguns destinos específicos. Tivemos agora o Carnaval, que foi um sucesso. Este foi o primeiro Carnaval depois da COVID-19 e não houve nenhum incidente de segurança pública, isso mostra que somos um país capaz de receber turistas com segurança. Se o Brasil é capaz de receber turistas com segurança no Carnaval, é capaz de receber turistas com segurança em qualquer época do ano porque o Carnaval leva uma enorme quantidade de pessoas às ruas. E o Brasil demonstrou que é um lugar seguro para se visitar.

Tivemos jornalistas franceses visitando o Brasil durante o Carnaval. Estiveram no Rio de Janeiro, escreveram sobre isso e, hoje, a França começa a olhar para o Brasil de outra maneira.

Agora, estamos também a selecionar jornalistas para visitar Maceió e Alagoas. Certamente, também vamos ter muitos artigos de jornalistas portugueses e queremos fazer isso também para as festas de São João, que são muito tradicionais e importantes no Nordeste.

Portanto, este é um caminho para divulgar este novo Brasil de que estamos a falar, através da imprensa mundial. E há outro, que é através das agências de turismo, com quem temos feito inúmeras reuniões.

Temos muitas agências interessadas em levar o seu púbico ao Brasil e que têm de ser parceiras da Embratur. Esse é um caminho muito concreto.

Depois, temos a promoção nos países que são nossos parceiros e que precisamos organizar de forma mais qualificada para devolver o Brasil aos catálogos e ao circuito imaginário da população que gosta do Brasil.

Nesse momento discute-se a possibilidade de haver um voo direto para Florianópolis

Voltando à segurança, que é algo fundamental para o turismo, há pouco tempo estive num evento do Turismo do Rio de Janeiro, que explicou o trabalho que vem sendo feito na questão da segurança, até criando delegacias especificas para o turismo. Essa poderia ser uma estratégia para expandir ao resto do país?
Sem dúvida, acho que precisamos de falar muito sobre isso porque existe uma ideia de insegurança no Brasil que não corresponde à realidade. 93% dos portugueses que visitaram o Brasil querem voltar e ninguém voltaria se não se tivesse sentido seguro. Acho que um dos maiores dados que comprovam a segurança que o Brasil oferece é quando o turista diz hegemonicamente que quer voltar. Esse é um dado muito real.

Mas as delegacias especializadas são iniciativas importantes e que dão certo no Rio de Janeiro.

Ligações aéreas
Revelou que se estão a estudar voos diretos para Florianópolis, o que é que se está a estudar em concreto?
É um estudo, por enquanto, é só um estudo.

Poderia ser uma rota para a TAP?
Seria ideal que fosse a TAP.

Como está, neste momento, a operação aérea no Brasil e a conetividade para a Europa, já recuperou o nível pré-pandemia?
Recuperou bastante mas ainda não atingiu a normalidade pré-pandemia.

Em 2005, o Brasil recebeu mais de 300 mil portugueses e o ano passado recebemos 150 mil. Portanto, houve uma recuperação mas ainda não ao ponto do nosso melhor momento e isso tem a ver com o preço das passagens.

A Embratur já conversou com a LATAM, com a Azul e com a GOL, as empresas que operam no Brasil, todas são parceiras e querem ampliar os voos para destinos turísticos.  Também conversámos com a American Airlines e com a TAP.

A TAP demonstrou grande interesse no Brasil, diz que o Brasil mora no coração da empresa e de Portugal e que, por isso, quer ampliar a operação.

Mas temos, hoje, um problema concreto, que é o preço do combustível, todas as companhias dizem a mesma coisa, o preço do combustível teve um crescimento de mais de 400%, o que tem a ver com a guerra e com uma série de fatores. Não é algo que caiba à Embratur resolver, mas temos de mediar as facilidades que podem ser feitas num destino importante e que levem as empresas a querer abrir novos voos para o Brasil.

Existe uma ideia de insegurança no Brasil que não corresponde à realidade. 93% dos portugueses que visitaram o Brasil querem voltar e ninguém voltaria se não tivesse se sentido seguro

A TAP revelou que a operação para o Brasil está praticamente nos níveis pré-pandemia. Isso dá-vos boas perspetivas de virem a assistir a um aumento de portugueses já este ano?
Sim, é o que mais queremos. Temos conversados com as mais importantes agências de turismo e queremos facilitar para que os pacotes turísticos sejam oferecidos e possamos ter um número maior de portugueses já este ano.

Também têm tido negociações com operadores turísticos portugueses, que organizam charters?
Sim, claro, temos essa prática já em Maceió e Alagoas. Este é um destino onde os charters já vêm a acontecer e que esperamos que continuem.

Adoraria poder dizer que herdámos um trabalho organizado, com dados, mas não foi nada disso. Só herdámos problemas na área do turismo, não tem nenhuma herança de qualidade e com dados, portanto, estamos partindo do zero

E que perspetivas para este ano, no mercado português, gostaria de avançar?
Não tenho, sei que a imprensa adora números, é normal, mas acho que precisamos primeiro de criar um diagnóstico porque não herdámos nada de bom. Adoraria poder dizer que herdámos um trabalho organizado, com dados, mas não foi nada disso. Só herdámos problemas na área do turismo, não tem nenhuma herança de qualidade e com dados, portanto, estamos partindo do zero.

Montámos uma gestão de big data e produção de informação para que possamos ter um diagnóstico da situação do turismo e, a partir daí, podermos dizer onde queremos chegar. A meta não é um desejo, é um planeamento, vamos fazer X para chegar a Y, mas se não sei onde estou, não vou conseguir saber onde vou chegar.

Mas, certamente, vamos estar num crescente muito imediato de turistas.

 

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Portugal entre os destinos com melhor performance em 2023, dizem dados da UN Tourism

O Barómetro Mundial do Turismo das Nações Unidas monitoriza regularmente as tendências do turismo a curto prazo para fornecer às partes interessadas do turismo mundial uma análise atualizada do turismo internacional. Neste barómetro que analisa as melhores performances dos destinos, Portugal aparece em destaque.

Victor Jorge

Publicado quatro vezes por ano, incluindo uma análise dos dados mais recentes sobre destinos turísticos (inbound) e mercados de origem (outbound), Barómetro Mundial do Turismo das Nações Unidas (UN Tourism) coloca as Ilhas Turcas e Caicos com a melhor performance no ano 2023 face a 2019, com um crescimento de 127%.

Neste barómetro, Portugal aparece destacado com um crescimento de 11%, sendo que na região da Europa, somente Albânia (+53%), Andorra (+31%), Lichtenstein (+16%) e Sérvia (+15%) aparecem à frente de Portugal.

O barómetro estima que 1286 milhões de turistas internacionais (dormidas) foram registados em todo o mundo em 2023, um aumento de 34% em relação a 2022, correspondendo a mais 325 milhões.

Segundo as contas, o turismo internacional recuperou 88% dos níveis pré-pandémicos em 2023, apoiado por uma forte procura reprimida.

O Médio Oriente liderou a recuperação por regiões em termos relativos, sendo a única região a superar os níveis pré-pandémicos com chegadas 22% acima de 2019.

A Europa atingiu 94% dos níveis pré-pandémicos em 2023, enquanto a África recuperou 96% e as Américas 90%.

A Ásia e o Pacífico atingiram 65% dos níveis pré-pandémicos, com uma recuperação gradual desde o início de 2023.

Quatro sub-regiões: Norte de África, América Central (ambas +5%), Europa do Sul Mediterrânica e Caraíbas (ambas +1%) excederam os níveis pré-pandémicos em 2023.

Já as receitas totais das exportações do turismo (incluindo o transporte de passageiros) estão estimadas em 1,6 biliões de dólares em 2023 (cerca de 1,48 biliões de euros), quase 95% dos 1,7 biliões de dólares (1,57 biliões de euros) registados em 2019.

As estimativas preliminares do Produto Interno Bruto Direto do Turismo (PIBDT) apontam para 3,3 biliões de USD em 2023 (pouco mais de 3 biliões de euros), ou seja, 3% do PIB mundial, o mesmo nível de 2019, impulsionado pelas viagens nacionais e internacionais.

“Após uma forte recuperação em 2023, espera-se que o turismo internacional recupere totalmente os níveis pré-pandémicos em 2024, com estimativas iniciais que apontam para um crescimento de 2 % acima dos níveis de 2019 nas chegadas de turistas internacionais”, refere a UN Tourism.

As perspetivas positivas para o setor estão refletidas no último inquérito do Índice de Confiança do Turismo da ONU, com 67 % dos profissionais do turismo a indicarem perspetivas melhores ou muito melhores para 2024 em comparação com 2023.

“Espera-se que o desencadeamento da restante procura reprimida, o aumento da conectividade aérea e uma recuperação mais forte dos mercados e destinos asiáticos sustentem uma recuperação total até ao final de 2024”, admite o relatório da UN Tourism.

Os desafios económicos e geopolíticos continuam a representar desafios significativos para a recuperação sustentada do turismo internacional e dos níveis de confiança.

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Porto e Norte de Portugal vai ter maior participação de sempre na BTL

O stand do TPNP vai contar com uma área total de 1296 m2 e, além de acolher mais de 600 ações, entre apresentações de projetos, degustações, showcookings, workshops e momentos de animação, vai ter também em destaque o tema da sustentabilidade.

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O Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) vai contar, este ano, com a maior participação de sempre na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa, que decorre entre 28 de fevereiro e 3 de março, onde a entidade regional de turismo vai promover mais de 600 ações.

O stand do TPNP vai contar com uma área total de 1296 m2 e, além de acolher mais de 600 ações, entre apresentações de projetos, degustações, showcookings, workshops e momentos de animação, vai ter também em destaque o tema da sustentabilidade.

Segundo Luís Pedro Martins, presidente do TPNP, esta participação pretende “afirmar o Porto e Norte de Portugal como um destino de elevado prestígio junto dos diferentes segmentos da procura turística, colocando um especial destaque na sustentabilidade, que é uma tendência central do desenvolvimento do turismo, da atividade dos seus operadores e da gestão das suas ofertas e territórios”.

O TPNP recorda que tem em marcha um programa para incentivar práticas de sustentabilidade nas empresas do setor, com vista à sua certificação e num segundo momento certificar a própria região, em parceria com a Global Sustainable Tourism Councial, a entidade mundial que atribui certificados de sustentabilidade no setor.

“A Sustentabilidade surge como princípio orientador de todo o modelo de participação e execução do stand de 1296 m2, privilegiando materiais reutilizáveis e processos eficientes, numa ótica de otimização de recursos. No stand estará disponível um espaço dedicado à gastronomia e vinhos, um produto estratégico do destino, onde decorrerão showcookings dinamizados por alguns dos mais renomados chefs da região”, acrescenta a entidade regional de turismo.

Em destaque vai estar ainda a nova marca do destino, que foi recentemente apresentada e que, segundo o TPNP, “remete para a origem e o original da região, para a fundação da nação e para todo o património único, material e imaterial, transversal aos quatro subdestinos que, distinguindo-se pelas suas especificidades, formam um todo indivisível”.

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Algarve leva experiência imersiva pela região à BTL

O Turismo do Algarve vai levar um novo stand de 700 m2 à BTL, no qual vai dar a conhecer a experiência imersiva que a região proporciona e que vai ainda contar com a presença dos 16 municípios algarvios e de 18 empresas regionais.

Publituris

O Turismo do Algarve vai voltar a participar na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa, que decorre na FIL, Parque das Nações, em Lisboa, entre 28 de fevereiro e 3 de março, contando com um novo stand de 700 m2, onde vai ser dada a conhecer a “experiência imersiva” que a região proporciona, com destaque para a gastronomia, cultura e experiências que o destino oferece.

Num comunicado enviado à imprensa, o Turismo do Algarve indica que o stand de 700 m2 vai contar com a presença dos 16 municípios da região, bem como de 18 empresas algarvias, sendo o “palco privilegiado” para a apresentação das principais atrações e novidades da região.

“Para o Algarve, a BTL é uma montra estratégica para a promoção da região como destino turístico de excelência. A região estará representada por um stand de grande dimensão, com uma área total de 700 m2, que reúne ainda os 16 municípios e 18 empresas do setor”, destaca André Gomes, presidente do Turismo do Algarve, citado no comunicado divulgado.

O stand do Turismo do Algarve vai receber apresentações de projetos e produtos turísticos, eventos-âncora dos municípios, demonstrações gastronómicas, provas de vinhos e produtos regionais, assim como diversas atividades promovidas pelos parceiros da região, funcionando como “um ponto de encontro para profissionais do turismo e público em geral”.

“É também este o palco privilegiado da apresentação, pelo presidente do Turismo do Algarve, das novidades e apostas do destino turístico para 2024, a ter lugar no dia 29 de fevereiro, a partir das 14h30”, indica ainda o comunicado do Turismo do Algarve.

Nesta edição da BTL, o Turismo do Algarve vai estrear um novo stand que, segundo a entidade regional de turismo, “foi concebido para proporcionar uma experiência imersiva aos visitantes”.

“Através de uma decoração moderna e convidativa, inspirada na natureza e na cultura da região, os visitantes sentirão a energia vibrante do Algarve e a promessa de férias inesquecíveis no destino”, explica o Turismo do Algarve, revelando que o conceito do stand baseia-se no posicionamento do Algarve como “O segredo mais famoso da Europa”.

Segundo o Turismo do Algarve, o objetivo é “divulgar e promover não só as praias e as paisagens, mas também o segredo cultural da região: o artesanato local”, pelo que o stand irá apresentar “cestos suspensos, representando este valioso património histórico e cultural do Algarve, a cestaria e a empreita de palma”.

Na zona da restauração da BTL, o Algarve está ainda representado pelo restaurante “O Algarvio”, que convida a uma viagem pelos sabores mais autênticos da região, com destaque para os petiscos, carnes, peixes e mariscos, sem esquecer as sobremesas à base de amêndoa, figo, fios de ovos e laranja do Algarve.

 

 

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Praia da Falésia ganha prémio “Travellers’ Choice” do Tripadvisor como “Melhor praia do Mundo”

Areias douradas, costas irregulares, águas azuis cristalinas – as praias vencedoras deste ano do“Travellers’ Choice” do Tripadvisor são as favoritas dos viajantes. E a Praia da Falésia está em primeiro lugar.

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O título “O melhor dos melhores dos Prémios Travellers’ Choice” celebra o mais elevado nível de excelência nas viagens. É atribuído àqueles que recebem um elevado volume de avaliações e opiniões que excedem as expetativas da Comunidade do Tripadvisor ao longo de um período de 12 meses.

Na edição de 2024, o título de “Melhor Praia” fica no Algarve: a Praia da Falésia.

“Conhecida pelas suas falésias impressionantes, areias douradas e águas azuis cintilantes”, a Praia da Falésia ficou à frente de outras, tais como Isola dei Conigli (Lampedusa, Donostia, Itália), La Concha Beach (Donostia, Espanha), Ka’anapali (Maui, Havai), Grace Beach (Ilhas Turcas e Caicos), Anse Lazio (Seicheles), Manly Beach (Sydney, Austrália), Eagle Beach (Aruba), Siesta Beach (Flórida, EUA) ou Varadero (Cuba).

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APECATE cria cargo de secretário-geral e nomeia Luís de Oliveira Parro

Luís de Oliveira Parro foi nomeado secretário-geral da APECATE e vai trabalhar para “manter e reforçar a trajetória de crescimento” da associação e “aprofundar a proximidade e o relacionamento com os seus associados”.

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A APECATE – Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos criou o cargo de secretário-Geral e nomeou Luís de Oliveira Parro para desempenhar a nova função, que visa “manter e reforçar a trajetória de crescimento” da associação e “aprofundar a proximidade e o relacionamento com os seus associados”.

Segundo o próprio Luís de Oliveira Parro, o novo cargo foi criado numa altura em que “a APECATE é desafiada a acompanhar o crescimento dos setores que representa – Congressos, Eventos e Animação Turística – os quais assumem um papel cada vez mais relevante no Turismo e no apoio à economia nacional, quer como criadores de conteúdos vibrantes e cativantes, quer como dinamizadores de boas práticas de sustentabilidade e de preservação” do património histórico, cultural e natural.

Luís de Oliveira Parro conta com uma experiência profissional de mais de 30 anos e é especializado em Gestão de Empresas e em Marketing, tendo sido, durante vários anos, oficial da Marinha.

Em 1991, iniciou o seu percurso no Turismo pela animação turística, em particular no turismo de natureza e de aventura, tanto para o mercado nacional como internacional, o que o levou a cofundar um operador turístico e, posteriormente, ingressar no setor dos Congressos e dos Eventos Corporativos.

 

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Madeira e Porto Santo mostram experiências aos visitantes da BTL

A Madeira e o Porto Santo vão contar com um stand de 504 m2, onde vai ser apresentado um “sem-número de experiências aos visitantes da maior feira de destinos turísticos de Portugal”.

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A Madeira e o Porto Santo vão voltar a marcar presença na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa, que decorre entre 28 de fevereiro e 3 de março, na FIL, Parque das Nações, em Lisboa, dando a conhecer aos visitantes da feira as experiências que os destinos são capazes de proporcionar.

Num comunicado enviado à imprensa, a Associação de Promoção da Madeira (AP-Madeira) revela que a Madeira e o Porto Santo vão contar com um stand de 504 m2, onde vai ser apresentado um “sem-número de experiências aos visitantes da maior feira de destinos turísticos de Portugal”.

“O objetivo é transportar todos para o destino e despertar a vontade de descoberta do arquipélago por inteiro”, destaca a AP-Madeira na informação divulgada, revelando que a natureza, a gastronomia, a tradição e a cultura vão estar em destaque no stand da região no certame turístico.

“A agenda repleta de momentos memoráveis destaca a história do destino e pretende despertar desejo em quem por lá passa. Na abertura, contamos com um get together com Eduardo Jesus, secretário Regional de Turismo e Cultura e presidente da Associação de Promoção da Madeira, e António Trindade, presidente do grupo PortoBay Hotels and Resorts, que abrem as hostilidades dos cinco dias de presença na feira”, indica a AP-Madeira.

Segundo Eduardo Jesus, “a BTL é, sem dúvida, um espaço fundamental para que a Região se mostre ao mercado nacional e internacional”, motivo pelo qual, durante a feira, o stand da Madeira e do Porto Santo vai receber workshops de poncha e bolo do caco, degustação de sabores com a assinatura do Chef Maurício Faria e provas de vinhos, no âmbito do conceito “Vive a Madeira por inteiro”.

O stand da Madeira e do Porto Santo vai receber ainda o lançamento e apresentação de diversos projetos de promoção do Destino, de âmbito digital e multimédia e que, segundo a AP-Madeira, “relevam a experiência do viajante nas ilhas do arquipélago da Madeira”.

Além disso, estão previstos momentos de conversa diários, com um painel de ilustres convidados, entre eles Francisco Pita, Lídia Monteiro, Ricardo Florêncio, Inês Mendes da Silva, Luís Araújo, Cláudia Vieira e Lourenço Ortigão, sobre temas como turismo, sustentabilidade e futuro.

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Zoomarine renova certificação de práticas de bem-estar animal

Desde 2018 que o Zoomarine recebe a certificação da American Humane, atribuída através do programa Global Humane Conservation, que “reconhece os elevados padrões de cuidados” dados aos animais residentes.

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O Zoomarine renovação a certificação da American Humane, a primeira organização nacional de cariz humanitário dos Estados Unidos e a mais relevante na certificação de práticas de bem-estar animal a nível mundial, informou o parque algarvio, em comunicado.

Segundo o Zoomarine, a certificação foi atribuída através do programa Global Humane Conservation, que “reconhece os elevados padrões de cuidados dados pelo Zoomarine aos animais residentes”.

Esta foi a sétima vez que o Zoomarine recebeu esta distinção, que obteve pela primeira vez em 2018 e que tem sido sucessivamente atribuída ao parque algarvio desde então.

“Temos uma equipa extraordinariamente dedicada, apaixonada e profissional que se esforça diariamente para garantir que todos os nossos animais têm o mais elevado bem-estar. O reconhecimento desse amor e empenho contínuos e inabaláveis pelos nossos animais por um programa tão respeitado como a Global Humane Conservation é a validação dos nossos elevados padrões de bem-estar animal. Estamos orgulhosos por termos recebido esta prestigiada recertificação”, afirma Carla Flanagan, diretora Zoológica do Zoomarine.

Para ser reconhecido como Global Humane Certified, o Zoomarine passou por uma rigorosa avaliação independente que analisou o bem-estar dos animais ao seu cuidado e demonstrou a excelência geral nas suas práticas de cuidados e bem-estar animal.

“O processo único é dirigido pela ciência mais recente e melhores práticas e é instruído por veterinários respeitados e especialistas nas áreas de bem-estar animal, ciência animal, zoologia e ética que têm décadas de experiência na proteção dos animais”, explica o Zoomarine.

O Zoomarine considera que o “processo de validação independente dá aos visitantes a confiança de que a instituição está a cumprir um elevado padrão de cuidados”, uma vez que inclui a apresentação de um pedido de pré-auditoria, seguido de uma auditoria no local que avalia o bem-estar dos animais.

“Os fatores considerados durante a auditoria incluem, entre outros, o alojamento, a nutrição, a água, a iluminação, a sombra, o som, os níveis de atividade e a formação do pessoal que interage com os animais. Os critérios são específicos para cada espécie”, lê-se ainda na informação divulgada.

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Dia Internacional do Guia-Intérprete: AGIA apela a maior união dos profissionais de informação turística

No dia em que, a nível internacional, são celebrados os profissionais de informação turística (guias-intérpretes) a AGIA apela a uma maior união à associação alentejana, tendo em conta os novos desafios que se apresentam nos próximos anos.

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A celebração do Dia Internacional do Guia-Intérprete, comemorado anualmente a 21 de fevereiro, tem sido promovido desde 1990 pela WFTGA (Federação Mundial de Associações de Guias), à qual se une, desde a primeira hora, a AGIA – Associação de Guias-Intérpretes do Alentejo.

Assim, no dia em que, a nível internacional, são celebrados os guias-intérpretes, a AGIA apela que, apesar da desregulamentação da profissão ocorrida em 2011, cada vez é mais notória a necessidade da união dos profissionais de informação turística em torno da associação que os representa no Alentejo, tendo em conta os novos desafios que se apresentam nos próximos anos.

Segundo Verónica Chinca, presidente da direção da AGIA, “os guias-intérpretes são os verdadeiros anfitriões de quem visita Portugal, e no caso o Alentejo. Celebrar o dia 21 de fevereiro, é a demonstração de que temos orgulho na nossa profissão, que adoramos exercê-la e partilhar a cultura da região com quem nos visita”.

A AGIA foi fundada em 24 de junho de 2003, partindo da permissa das especificidades da região Alentejo e do carácter pluriculturalidade que é exigida a estes profissionais. Assim um grupo de guias-intérpretes nacionais que há muito trabalhavam no Alentejo, conjuntamente com novos profissionais chegados à região e os então recém-formados guias-intérpretes regionais criam a primeira associação de técnicos de informação turística de Portugal, sedeada em Évora, cidade-âncora do turismo na região.

A AGIA lembra, em comunicado de imprensa, que o exercício da profissão de guia-intérprete rege-se pela qualidade e pelo profissionalismo, sublinhado no objetivo da existência da associação, ou seja, na divulgação, incentivo e na promoção destes profissionais e na contribuição para o prestígio e dinamização do turismo na região.

Assim, a AGIA tem vindo a estabelecer desde há muitos anos laços de colaboração com a ERT do Alentejo e comissões municipais de turismo, Universidade de Évora e Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre, sendo ainda associada da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo.

Refira-se que os guias-intérpretes associados da AGIA usufruem de ações de formação internas, e tendo em conta os novos desafios do turismo no Alentejo, prepara-se a certificação dos novos profissionais que escolhem esta área de trabalho, destacando que “estes devem ser conscientes que o exercício profissional passa por uma constante atualização dos conhecimentos, que vão muito além da comunicação de conteúdos de caracter histórico e patrimonial, trata-se, na verdade, de criar um vínculo entre a cultura do Alentejo, e aquela que trazem os visitantes desde os seus países de origem”.

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Receitas turísticas batem novo recorde e somam mais de 25MM€ em 2023

Os dados do Banco de Portugal, que foram divulgados esta terça-feira, 20 de fevereiro, mostram que, em 2023, as receitas provenientes da atividade turística bateram novos recordes e atingiram o valor mais elevado de sempre num ano, somando, pela primeira vez, mais de 25 mil milhões de euros em 12 meses.

Inês de Matos

No ano passado, as receitas turísticas somaram 25.140,01 milhões de euros, valor que representa um aumento de 19,1% face ao total apurado em 2022, quando este valor estava nos 21.107,16 milhões de euros, de acordo com os dados divulgados esta terça-feira, 20 de fevereiro, pelo Banco de Portugal (BdP).

Os dados do BdP mostram que, em 2023, as receitas provenientes da atividade turística bateram novos recordes e atingiram o valor mais elevado de sempre num ano, com o BdP a indicar que, nas “exportações de serviços, destacaram-se as viagens e turismo, os serviços de transportes e os outros serviços fornecidos por empresas”, que apresentaram variações positivas de 19%, 11% e 17%, respetivamente.

Em comparação com 2019, o último ano antes da chegada da pandemia, a subida foi ainda mais positiva e chegou aos 37,4%, uma vez que, no acumulado de 2019, as receitas turísticas, que se encontram pelos gastos dos turistas estrangeiros em Portugal, tinham somado 18.291 milhões de euros.

Já as importações do turismo, que se encontram pelos gastos dos turistas portugueses no estrangeiro, somaram 6.301,14 milhões de euros, valor que ficou 13,9% acima dos  5.533,27 milhões de euros contabilizados no ano anterior.

“À semelhança das exportações, nas importações de serviços, evidenciaram-se os outros serviços fornecidos por empresas, as viagens e turismo e os serviços de transportes. Destes serviços, apenas a importação de serviços de transportes decresceu relativamente a 2022”, refere o BdP.

No caso das importações, a diferença face a 2019 também é significativa, uma vez que, desde então, este indicador aumentou 23%, já que, no acumulado de 2019, tinha somado 5.124,02 milhões de euros.

No caso do saldo da rubrica Viagens e Turismo, também houve uma subida expressiva no ano passado, com este indicador a somar 18.838,86 milhões de euros, o que indica um aumento de 21% face aos 15.573,90 milhões de euros apurados em 2022. Face a 2019, este indicador aumentou ainda 43%, já que no acumulado do último ano antes da pandemia o saldo foi de 13.166,98 milhões de euros.

“Em 2023, as exportações e importações de viagens e turismo aumentaram, respetivamente, 19% e 14%, tendo atingido os valores mais elevados de toda a série. Em consequência, o saldo da rubrica de viagens e turismo cresceu 3,2 mil milhões de euros relativamente ao período homólogo”, lê-se ainda no comunicado do BdP, que acompanha os números divulgados esta terça-feira.

Dezembro com aumento de 13,2% nas receitas turísticas

Os números positivos foram também comuns ao mês de dezembro, cujas receitas turísticas atingiram os 1425,73 milhões de euros, num aumento 13,2% face ao apurado em dezembro de 2022, quando este indicador tinha somado 1.259,81 milhões de euros.

Face a 2019, a subida foi ainda mais expressiva e chegou aos 34,4%, uma vez no último mês do último ano antes da pandemia este indicador tinha chegado aos 1060,71 milhões de euros.

Positivas foram também as importações do turismo no último mês do ano passado, que somaram 511,84 milhões de euros, num aumento de 9,6% face aos 467,08 milhões de euros apurados no mesmo mês de 2022. Em comparação com dezembro de 2019, quando as importações do turismo tinham sido de 402,46 milhões de euros, a subida deste indicador foi de 27,2%.

Já no que diz respeito ao saldo da rubrica Viagens e Turismo, que somou 913,89 milhões de euros em dezembro de 2023, destaca-se um aumento de 15,3% face ao apurado no mesmo mês de 2022, quando o valor deste indicador estava nos 792,72 milhões de euros. Em comparação com dezembro de 2019, a subida deste indicador chega aos 38,8%, pois o saldo desta rubrica era, nessa altura, de 658,25 milhões de euros.

 

 

 

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Turismo do Porto e Norte tem nova marca com novo conceito

O Turismo do Porto e Norte de Portugal tem agora uma imagem diferente e o propósito é unir as suas quatros regiões: Porto, Douro, Trás-os-Montes e Minho, associando o passado ao que de melhor o Norte tem hoje.

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Sob o mote “Porto e Norte. Portugal origem, é original” foi lançada, esta terça-feira, a nova marca da Turismo do Porto e Norte de Portugal, que regressa às origens da criação do país, associando o passado ao que de melhor o Norte tem na atualidade, viajando mesmo a tempos ancestrais, tão presentes nas gravuras rupestres do Côa, mas também na contemporaneidade.

“Poucas palavras definirão tão bem este destino como ‘origem’, porque aqui tudo nasceu. E é também isso que o torna tão especial”, considera Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte, acrescentando que estamos perante uma marca “que abraça o Porto e Norte de Portugal como um território indivisível, eclético, único e diversificado”.

Recentemente reeleito para mais um mandato de cinco anos, Luís Pedro Martins já estabeleceu como um dos grandes desígnios consolidar e reforçar a notoriedade do Porto e Norte de Portugal pela sua diversidade e sofisticação, desenvolvendo estratégias e projetos que visem o desenvolvimento sustentável do setor, a digitalização e o reforço do seu posicionamento, junto dos mercados estratégicos pretendidos. Este lançamento assinala igualmente um novo tom de comunicação, seguindo a tendência de proximidade, credibilidade e relação emocional com os seus consumidores.

Na conceção da marca estiveram presentes os principais atributos dos quatro subdestinos (Douro, Minho, Porto e Trás-os-Montes), desde os recursos naturais aos patrimoniais, passando pela iconografia e gastronomia, transmitindo a ideia de um destino simultaneamente cosmopolita e tradicional.

As terminologias Porto e Norte cruzam-se na nova imagem e assumem a mesma importância visual, corporizando a estratégia delineada desde cedo por Luís Pedro Martins no sentido de descentralizar a visitação e levar os vários mercados emissores a colocarem não apenas o Porto, mas também o Douro, o Minho e Trás-os-Montes nas suas prioridades, o que ajudará a promover a coesão territorial e social.

Ainda a festejar os resultados de 2023, nos quais a região volta a registar recordes em todos os indicadores – número de hóspedes, dormidas e receitas – Luís Pedro Martins considera a nova marca como “uma ferramenta essencial para continuar a crescer junto dos mercados de alto rendimento da América do Norte e da Ásia e Pacífico”.

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