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Reino Unido pode limitar restrições de líquidos em aeroportos

Um novo sistema de controlo de segurança está a ser testado nos aeroportos britânicos para eliminar as restrições dos 100 mililitros nos líquidos nas bagagens de mão.

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Segundo informações avançadas pelo jornal The Times, as restrições de segurança relativamente aos líquidos poderão vir a ser eliminadas nos aeroportos britânicos num prazo de dois anos.

Esta medida vem na sequência da instalação de novos scanners 3D que possibilitam ao pessoal de segurança dos aeroportos verem detalhadamente o conteúdo do interior das malas e bolsas, encontrando-se a tecnologia em fase de teste nos aeroportos de Heathrow e Gatwick.

Recorde-se que, desde 2006, a quantidade de líquidos a serem transportados na bagagem de mão está limitada a 100 mililitros e deve ser transportada em bolsas transparentes individuais.

De acordo com os especialistas, esta medida, sob a qual ainda pende uma aprovação e decisão final, ajudaria a reduzir as filas nos controlos de segurança nos aeroportos, além de reduzir, consideravelmente, o uso de plástico.

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Air France aumenta voos para Pequim, Xangai e Hong Kong

Após suspensão das restrições de viagem de/para a China, a Air France continua a reabrir a sua rede de voos para a Ásia.

Após o anúncio das autoridades chinesas do levantamento das restrições de viagem de/para a China, a Air France está a aumentar, gradualmente, a sua oferta de voos entre Paris-Charles de Gaulle (CDG) e Pequim, Xangai e Hong Kong, destinos que podem ser alcançados a partir de Lisboa ou do Porto via hub em Paris-CDG.

A partir de 1 de julho, a companhia aérea francesa oferecerá um voo diário de Paris-CDG para Pequim (Aeroporto de Pequim-Capital), atualmente servido uma vez por semana; Xangai (Aeroporto de Shanghai Pudong), atualmente servido duas vezes por semana e que será servido três vezes por semana a partir de 3 de fevereiro de 2023, e Hong Kong, destino novamente atendido desde 9 de janeiro de 2023 com três voos semanais.

Os voos para Xangai vão ser operados num Boeing 777-300 ER, equipado com as novas cabines de longo curso da Air France e capacidade para 369 lugares (48 na Business, 48 na Premium Economy e 273 na Economy). Já os serviços para Pequim e Hong Kong serão operados no Boeing 787-9, aparelho com capacidade para 279 lugares (30 na classe Business, 21 na Premium Economy e 228 na Economy).

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México recebe mais de 20 milhões de turistas em 2022

A chegada de turistas internacionais por via aérea registou, em 2022, um aumento superior a 46% face ao ano anterior. EUA, Canadá e Colômbia representam mais de 75% dos turistas internacionais.

O Ministério do Turismo do México informou que, em 2022, chegaram 20,6 milhões de turistas internacionais por via aérea, correspondendo a um aumento de 46,3% em relação ao ano anterior.

A maioria dos turistas internacionais veio dos Estados Unidos da América, Canadá e Colômbia, número que, segundo as entidades oficiais, totalizou 15,6 milhões no total, um aumento de 39,5% em relação a 2021.

Foram registados cerca de 4.981.000 turistas de outras nacionalidades, representando um aumento de 72,7% em relação a 2021, o que equivale a uma quota de mercado de 24,2%.

Os principais destinos turísticos são Cancun, no Caribe mexicano, e Los Cabos, no estado de Baja California Sur.

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Hotéis de Macau fecham 2022 com segunda pior taxa de ocupação de sempre

A taxa de ocupação hoteleira em Macau foi de 38,4% no ano passado, o segundo valor mais baixo em mais de duas décadas, e menos 11,7 pontos percentuais do que em 2021.

Segundo dados oficiais que remontam a 1997, o pior ano para os hotéis do território foi 2020, no início da pandemia de covid-19, com uma taxa de ocupação de 28,6%, devido à proibição que durante vários meses a China impôs às viagens para Macau.

A cidade registou em 2022 5,11 milhões de hóspedes, ou seja, menos 22,8% em termos anuais, nos cerca de 37 mil quartos disponíveis nos 123 hotéis, indicou, em comunicado, a Direção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC).

Em dezembro, a taxa de ocupação hoteleira na região administrativa especial chinesa fixou-se em 42,8%, menos 12 pontos percentuais do que no mesmo mês de 2021, enquanto o número de hóspedes caiu 29,8% para 457 mil.

O número de visitantes baixou drasticamente no território desde o início da pandemia de COVID-19.

Macau, que à semelhança do interior da China seguia a política ‘zero covid’, apostando em testagens em massa, confinamentos de zonas de risco e quarentenas, anunciou em dezembro o cancelamento da maioria das medidas de prevenção e contenção, após quase três anos de rigorosas restrições.

Com o alívio das medidas de prevenção contra a COVID-19, a cidade registou 451 mil visitantes durante a semana do Ano Novo Lunar, quase o triplo de 2022, avançou no domingo a Direção dos Serviços de Turismo.

As autoridades salientaram ainda, em comunicado, que a média da taxa de ocupação hoteleira foi de 85,7%, com um pico no terceiro dia do Ano Novo Lunar (24 de janeiro), de 92,1%.

No mesmo comunicado, a DSEC revelou que em dezembro o número de visitantes que participaram em excursões organizadas foi de 6.100, mais do dobro face ao mês homólogo de 2021, mas muito longe do valor de 543.000 registado em dezembro de 2019.

A 21 de janeiro, o chefe do Governo de Macau, Ho Iat Seng, afirmou ainda não saber “se é possível concretizar, dentro de uma ou duas semanas, a retoma das excursões” da China continental para Macau, algo anunciado em setembro.

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Lucros da Ryanair passam a positivos no 3.º trimestre

O terceiro trimestre do presente ano fiscal voltou a colocar os lucros da Ryanair no positivo, com 221 milhões de euros, contra os 96 negativos de período homólogo do ano passado. Embora aponte para um quarto trimestre “deficitário”, devido à ausência da Páscoa em março, as estimativas apontam para o transporte de 168 milhões de passageiros no final do ano fiscal.

A Ryanair apresentou, no terceiro trimestre do ano fiscal 2022/2023 (terminado a 31 de dezembro de 2022), lucros de 211 milhões de euros, comparando com os prejuízos de 96 milhões de período homólogo do ano passado.

Em comunicado, a companhia aérea lowcost informa que em termos de receitas, estas registaram um aumento de 57%, passando de 1,47 mil milhões de euros para 2,31 mil milhões de euros, indicando, ainda, que os custos operacionais sofreram um aumento de 36%, fazendo com que passassem de 1,59 mil milhões de euros para 2,15 mil milhões de euros.

Ao nível dos passageiros, a companhia liderada por Michael O’Leary informa que registou um aumento de 24% no terceiro trimestre do ano fiscal. Assim, a companhia transportou 38,4 milhões de passageiros contra os 31,1 milhões transportados em período homólogo do exercício anterior. Assim, a ocupação passou de 84% para 93%, o que significa um aumento de 9 pontos percentuais.

No comunicado lê-se ainda que a Ryanair “garantiu fortes ganhos de quota nos principais mercados da UE”, indicando que operou a 112% da capacidade pré-Covid durante os primeiros nove meses do presente ano fiscal. Os ganhos mais notáveis foram na Itália (de 26% para 40%), Polónia (27% para 38%), Irlanda (49% para 58%) e Espanha (21% para 23%).

A Ryanair refere que “continua a negociar acordos”, tendo em vista o “crescimento na recuperação de tráfego” com aeroportos parceiros, “enquanto os concorrentes lutam para recuperar a capacidade e lidam com custos crescentes”.

Até o final do terceiro trimestre, a Ryanair recebeu 84 B737 Gamechangers e prevê crescer no ano fiscal de 2024, com base em 124 novas aeronaves para o pico do semestre de 2023, embora reconheça “um risco”, apesar das recentes melhorias na produção da Boeing, e de uma, eventual, derrapagem na entrega das aeronaves.

Tendo anunciado mais de 230 novas rotas (total de 2.450 com 3.200 voos diários) para o ano fiscal 2023/2024, a Ryanair diz “estar a ver uma procura robusta para voos no período da Páscoa e verão de 2023”.

Para o future, “embora as reservas continuem mais próximas do que na primavera de 2020 (pré-Covid)” a Ryanair diz ter “perspetivas razoáveis para o restante ano fiscal” com os números a apontarem para o transporte de 168 milhões de passageiros.

Contudo, a Ryanair espera que o quarto trimestre seja “deficitário” devido à ausência da Páscoa em março.

A Ryanair termina referindo que nos últimos três anos, várias companhias aéreas faliram e muitas transportadoras (incluindo Alitalia, TAP, SAS e LOT) “reduziram significativamente as suas frotas e capacidade de passageiros, acumulando auxílios estatais de vários ilhões de euros”, criando, desta forma “enormes oportunidades de crescimento para a Ryanair”.

Essas oportunidades, conclui, garantem que o grupo esteja “bem posicionado para aumentar o lucro e o tráfego para 225 milhões por ano fiscal de 2026”.

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Trypor associa-se à APENO para promover e desenvolver enoturismo

De acordo com a TYRPOR, esta parceria com a APENO permitirá que a empresa “expanda ainda mais sua presença no mercado de enoturismo em Portugal”.

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A TRYPOR, empresa na área de enoturismo, fechou uma parceria com a APENO – Associação Portuguesa de Enoturismo para promover e desenvolver o setor do enoturismo.

Como resultado dessa parceria, a TRYPOR estará presente no 1.º encontro nacional dos profissionais de enoturismo a 31 de Janeiro, em Lisboa.

De acordo com a TYRPOR, esta parceria com a APENO permitirá que a empresa “expanda ainda mais sua presença no mercado de enoturismo em Portugal”.

O encontro nacional dos profissionais de enoturismo é um evento importante para a indústria, reunindo players do setor para discutir tendências, oportunidades e desafios. “Acreditamos que esta parceria permitirá que a TRYPOR amplie sua presença no mercado de enoturismo e, simultaneamente, contribuir positivamente para impulsionar o crescimento do setor”, afirma o Managing Partner da TRYPOR, Pedro Valle Abrantes .

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Saber ouvir os clientes é o segredo da Allways

Está no mercado há 22 anos, atua no segmento “luxury”, organiza viagens por medida, mas o maior trunfo da Allways Unique Travel Designers, uma marca do grupo Travelstore, é saber ouvir os clientes.

Começou por existir para servir os clientes das empresas que tinham contratos com a Travelstore. No entanto, conforme nos explica Sofia Marques, Unit Leader da Allways Unique Travel Designers, “os clientes que nos iam contactando ficavam satisfeitos, gostavam da nossa forma de trabalhar e acabavam por ir passando a palavra. Assim, fomos crescendo junto não só desses clientes da Travelstore, como pelo nosso próprio serviço que prestamos aos clientes que temos até hoje, numa relação de grande proximidade”.

Esta marca do grupo Travelstore, que atua no segmento de luxo, desde cedo, de acordo com Sofia Marques, percebeu que “o nosso cliente é exigente e tinha uma expectativa de um serviço diferente do cliente da agência de viagens tradicional. É um cliente que viaja muito por motivos profissionais, é uma pessoa mais conhecedora, que já viajou o básico e, portanto, quando procura o nosso serviço na forma de lazer, já quer fazer algo diferente do standard. Portanto, espera de nós a capacidade de conseguirmos corresponder às suas expectativas e, nós teríamos de estar adaptados a este tipo de procura. Assim, fomos posicionando-nos num segmento “high-end”, um segmento que está preparado para lidar com diferentes exigências e expectativas dos clientes”.

Acima de tudo, destacou a Unit Leader da Allways “o que é importante e que achamos que o cliente mais valoriza é a nossa capacidade de o ouvir (costumo dizer que esse é o nosso principal segredo), perceber as suas expectativas, quanto quer gastar, se a viagem é uma comemoração especial, ou se é uma data da sua vida que pretende destacar. Ou seja, aprecia o facto de estarmos disponíveis para o ouvir e só depois trabalharmos o projeto para lhe apresentar. Por isso confia na nossa decisão. Aí reside a nossa diferenciação. Desenhamos as viagens à medida e em função daquilo que sabemos que são as caraterísticas do cliente, fazendo um acompanhamento muito personalizado”.

Além disso, “tentamos afastar-nos o mais possível dos produtos massificados e há destinos que, sabendo que não têm nada a ver com o perfil de um ou outro cliente, nunca os vamos sugerir”, sublinhou a responsável, para acrescentar que, acima de tudo, “a nossa proposta tem sempre muito a ver com as experiências no destino que, á partida, não se encontram nos catálogos das agências de viagens tradicionais. Tentamos sempre ir buscar experiências diferentes daquilo que a pessoa possa ter ouvido falar noutro sítio”.

Desenhamos as viagens à medida e em função daquilo que sabemos que são as caraterísticas do cliente, fazendo um acompanhamento muito personalizado”

Por outro lado, Sofia Marques realçou que “gostamos de surpreender os clientes quando vão comemorar uma data especial, trabalhando os pequenos detalhes que podem fazer a diferença e, percebemos que tem um efeito gigante”.

A Allways apresenta no seu site uma série de sub-produtos, mas as viagens que organiza são todas trabalhadas à medida. A responsável explica que, neste sentido, “o nosso site não é transacional, mas inspiracional, serve só para as pessoas se inspirarem e consultarem. Ao consultar um destino, pode aparecer uma sugestão de um restaurante, de um hotel ou de um local a visitar, e pode ser um ponto de partida para as pessoas explorarem melhor. Contactam-nos e trabalhamos a viagem a partir daí”.

Marca única, clientes únicos e viagens únicas
O segmento luxo é onde esta marca do grupo Travelstrore atua essencialmente. Sofia Marques refere, no entanto que “temos clientes que tanto compram um programa perfeitamente convencional para a Disneyland Paris, como aquele que quer fazer a Disney de Orlando com uma experiência VIP. É ele que define o que quer fazer. Mas onde nos destacamos largamente é na oferta de experiências diferenciadoras e em desenhar viagens totalmente à medida. Para nós o luxo é isso”.

Não serão, com certeza, viagens baratas. “A média por pessoa, e estamos a falar da larga maioria, as viagens que organizamos estarão acima dos 3.500 euros. Se formos para os clientes mais tradicionais, aí já estaremos a falar em viagens na casa dos 7/8 mil euros. Tanto vendemos umas Maldivas que começam dos 3000/3500 euros, como 30 mil euros por pessoa”.

Este tipo de viagens tem tendência a crescer. A Unit Leader da Allways considera que “há uma evolução natural do perfil do viajante. Com uma experiência de 20 anos na empresa, percebo que as pessoas começam por uma escapada na Europa, pacotes para Cabo Verde, ilhas espanholas, depois procuram as Caraíbas, a seguir começam a pensar nos EUA, procuram destinos com voos diretos, passam por experimentar a Ásia com uma Tailândia, depois já procuram destinos como o Vietname, para começarem a pensar em África. E lógico que as viagens vão subindo de preço. Há naturalmente uma curva ascendente”, sublinhou.

Assim, a maioria das viagens que a Allways desenha, é de longo curso. Sofia Marques conta que “os destinos onde nos destacamos são África, Ásia e América do Norte. É determinante o facto de a equipa, composta por sete pessoas, conhecer os destinos que propomos, o que torna muito mais fácil ajudar o cliente a tomar uma decisão. Temos dicas que valem ouro”.

É determinante o facto de a equipa, composta por sete pessoas, conhecer os destinos que propomos, o que torna muito mais fácil ajudar o cliente a tomar uma decisão. Temos dicas que valem ouro”

E porquê “Allways Unique Travel Designers”? A responsável conta-nos a história. “Quando a marca passou a ter identidade própria, em 2009, optámos pelo nome “Allways” (todos os caminhos). Evoluímos para uma marca com um estilo próprio, uma comunicação própria, mas pensámos que faltava algo a nível internacional e, então, fizemos a candidatura a uma rede internacional de agências, a Traveller Made, que recentemente mudou o nome para Serandipians”.

E continuou: A Traveller Made designava todos os seus membros de Travel Designers e então consideramos que somos uma marca única, temos clientes únicos e temos a capacidade de tratar de viagens únicas, nem que seja para aquele cliente específico”.

Refira-se que esta é uma rede internacional semelhante à Virtuoso nos EUA. Sofia Marques explicou que a Traveller Made é composta por agências de viagens membros, e hotéis e DMC como parceiros. “Para sermos membros, passamos por um rigoroso processo de candidatura em que temos de comprovar à rede que temos um negócio no segmento luxury”.

A nossa entrevistada sublinha que “as vantagens de pertencermos a esta rede são várias e, uma delas é que os hotéis incluídos também passam por uma avaliação muito rigorosa. Está garantido que dentro da rede só existem hotéis cujo posicionamento, serviço e forma de estar no mercado está alinhado com o próprio posicionamento da rede. Além disso, têm de dar um conjunto de vantagens exclusivas às agências sempre que utilizamos essas unidades, e que oferecemos aos nossos clientes a custo zero. Isto coloca-nos num patamar diferente no mercado”, precisou.

O mesmo acontece em relação aos DMC “o que nos permite garantir que o mais importante da viagem de um cliente, sobretudo à medida, é quando chega ao destino. Podemos fazer o melhor trabalho, mas quando o cliente chega ao local, as coisas têm de correr a 100% e, historicamente, temos tido uma experiência muito positiva pois estamos em contacto permanente com o cliente enquanto está a realizar a viagem”.

Em relação a 2023, Sofia Marques revelou que na Allways faz muito sentido continuar a apostar no segmento das luas de mel, “um produto que nos sá muito prazer tratar, e que acaba por ser um elemento fidelizador”.

A respeito de outras novidades, esclarece que “são sempre aquilo que vamos descobrindo e que podemos dar a conhecer aos nossos clientes. Os dois anos da pandemia deram-nos tempo para estudar os destinos, assistir a um conjunto de webinars, e a equipa esteve sempre ativa a ouvir as novidades, coisas que no passado, muitas vezes não conseguíamos encaixar na disponibilidade diária do trabalho. Soubemos que coisas diferentes que podemos proporcionar aos nossos clientes e temos estado a notar que isso tem feito uma diferença incrível, e acabámos por descobrir um novo objetivo de viagem dentro dos mesmos destinos”, concluiu.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

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Transportes

17 chefs promovem a alta gastronomia ao bordo dos aviões e nos lounges da Air France

A companhia está empenhada em apresentar aos seus clientes a qualidade e a diversidade do património gastronómico francês de forma mais responsável, privilegiando os produtos frescos, locais e sazonais. Para tal, rodeou-se de 17 chefs consagrados.

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Por ocasião do “Bocuse d’Or 2023”, evento realizado entre 19 e 23 de janeiro e do qual foi parceira oficial, a Air France revelou o conjunto de chefs com os quais vai colaborar este ano. Dezassete talentos gastronómicos que valorizam a excelência francesa vão, desta forma, suceder-se ao longo dos próximos meses a bordo das cabines La Première e Business e nos lounges dos aeroportos para assinar pratos excecionais.

A companhia refere, em comunicado, estar “empenhada em apresentar aos seus clientes a qualidade e a diversidade do património gastronómico francês de forma mais responsável, privilegiando os produtos frescos, locais e sazonais e oferecendo sistematicamente uma opção vegetariana em todas as suas cabines de viagem”.

Para desenhar esses menus e rodear-se dos maiores chefes, a Air France conta com a expertise e o conhecimento da Servair, líder mundial da restauração aérea, e do seu Culinary Studio.

Este ano, nas partidas de Paris e a bordo das cabines de longo curso La Première e Business, os chefs estrelados franceses Arnaud Lallement, Régis Marcon, Anne-Sophie Pic, Emmanuel Renaut e Michel Roth vão suceder-se na criação de menus exclusivos para a Air France, juntando-se ainda Mauro Colagreco e Thierry Marx.

Com composições vegetarianas, carnes ou aves de origem francesa e peixe de pesca sustentável, todos os chefs estão empenhados em exibir os produtos locais das suas regiões e partilhar o respetivo património culinário e paixão.

Nas suites La Première, as mais exclusivas da companhia, os chefs pasteleiros Meilleur Ouvrier de France (MOF), Philippe Urraca e, pela primeira vez, Angelo Musa, aportarão um toque elegante e doce aos menus desta cabine digna dos grandes restaurantes.

A Air France continua também a renovar os menus assinados por grandes chefs franceses nos voos de longo curso que partem de aeroportos em todo o mundo. A companhia prossegue assim a sua colaboração com o chef triplamente estrelado Julien Royer nas cabines La Première e Business nas partidas de Singapura. Nas partidas da Ilha da Reunião, os menus da cabine Business são elaborados por Jofrane Dailly, um chef nascido neste departamento ultramarino francês que trabalha nas cozinhas do Diana Dea Lodge em Sainte-Anne.

Em 2023, a Air France também vai oferecer menus assinados pelo chef Olivier Perret nos voos com partida de todos os seus destinos canadianos (Montreal, Toronto, Quebeque e Vancouver). Para os menus da cabine Business, Perret vai focar-se na gastronomia francesa com ingredientes frescos. A Air France pretende continuar a desenvolver as parcerias com estes chefes de prestígio, nomeadamente nas partidas das Caraíbas francesas, dos Estados Unidos e do Japão.

Na sua rede de médio curso, na cabine Business, o chef corporate da Servair, François Adamski, MOF e Bocuse d’Or, assina os pratos do almoço ou do jantar servidos a bordo durante todo o ano.

Além disso, a Air France colabora com inúmeros chefs nos seus lounges dos aeroportos parisienses. Em Paris-Charles de Gaulle, Alain Ducasse e as suas equipas assinam os pratos da carta do lounge La Première da Air France. Nos outros salões situados no terminal 2 E (halls K, L e M), Ducasse Paris apresenta regularmente novos pratos para serem fruídos entre toda a oferta disponível. No lounge situado no terminal 2 F, François Adamski junta-se a outros chefs para criar menus originais e sazonais. Na senda de Chloé Charles, Amandine Chaignot vai colocar o seu talento ao serviço dos clientes da companhia. Em Paris-Orly, Guy Martin, que está habituado a assinar os menus servidos a bordo dos voos da Air France, é quem vai assinar pela primeira vez um prato a descobrir no lounge internacional de Orly 3. Finalmente, no lounge dos voos domésticos franceses em Orly 2, os clientes vão poder degustar os preparados criados pelo chef pasteleiro Philippe Urraca.

Uma restauração mais responsável
A partir de agora, em todos os seus voos a partir de Paris, a Air France está comprometida com a oferta de carnes, aves, laticínios e ovos 100% de origem francesa, assim como peixe de pesca sustentável, em todas as suas cabines e lounges nos aeroportos de Paris. A companhia oferece uma seleção de produtos frescos, locais e sazonais. Uma oferta vegetariana também está disponível em todas as cabines e os pratos quentes são sistematicamente rotulados Nutri-Score A ou B na Economy e na Premium Economy. Além disso, os menus para crianças e bebés propostos a bordo são elaborados apenas com produtos provenientes de agricultura biológica.

A Air France também está a investir na reciclagem e na eliminação de 90% do plástico descartável a bordo dos seus aviões até ao final de março de 2023. A bordo, continua a introduzir recipientes sem material plástico, como copos de cartão, bandejas de celulose, pratos e loiça de bagaço ou sacos de papel kraft “Bon Appétit”. Tanto em terra como em voo, a companhia presta especial atenção à separação seletiva e à reciclagem dos artigos de restauração. Além disso, de acordo com as normas francesas, fornece aos seus clientes fontes de água nos seus salões em França.

No âmbito da sua luta contra o desperdício alimentar, a Air France também oferece aos seus clientes nas cabines Business de longo curso a possibilidade de pré-selecionar o prato quente antes da viagem. Este serviço combina a garantia da escolha do cliente com um consumo mais justo a bordo.

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Turismo

OMT lança guia para acessibilidade com apoio de Portugal

Ferramenta anunciada na FITUR tem como foco empresas de acomodação, alimentação, conferências e exposições; objetivo é avaliar níveis de acessibilidade e desenvolver ou adaptar serviços. Portugal e Argentina apoiaram modelo.

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A Organização Mundial do Turismo (OMT), e parceiros estão a desenvolver esforços para implementar um amplo padrão internacional para acessibilidade em todo o setor, criando um guia para turismo acessível, com o compromisso de reconhecer as necessidades dos viajantes que vivem com deficiência.

A ferramenta foi lançada durante a FITUR 2023, tendo a OMT apresentando novas ferramentas orientadas para a implementação da norma UNE-ISO 21902 sobre Turismo Acessível, em toda a cadeia de valor.

O guia tem como foco empresas de hospitalidade, alimentação, conferências e exposições, e servirá como ponto de partida para avaliar os níveis de acessibilidade e desenvolver ou adaptar os seus serviços.

O conjunto de normas é uma continuação das diretrizes publicadas em dezembro, com foco nas administrações públicas.

Segundo a OMT, o apoio do Turismo de Portugal e do Turismo da Argentina foi fundamental para a comunicação com governos e destinos, responsáveis de políticas, estratégias e planos de marketing turísticos.

A diretora-executiva da OMT, Zoritsa Urosevic, refere que a “acessibilidade é fundamental para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)”.

A agência reforça ainda que a acessibilidade é “uma grande oportunidade de inclusão social e negócios à medida que a recuperação do turismo continua”.

Este novo guia foi produzido em colaboração com as principais organizações da sociedade civil e da indústria, como a Sustainable Hospitality Alliance, o International Circle of Hospitality Directors, Cidh, e a European Network for Accessible Tourism, Enat.

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Aviação

Governo do Reino Unido atribui perto de 190 milhões de euros à produção de SAF

O Governo do Reino Unido está aposta em atingir o ano de 2050 com zero emissões de CO2 na aviação. Para tal, apoiará cinco projetos para a produção de SAF.

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O Governo do Reino unido irá financiar cinco projetos que estão a trabalhar na produção de Sustainable Aviation Fuel (SAF) com 165 milhões de libras, cerca de 188 milhões de euros, nos próximos anos.

Estes cinco projetos, espalhados pelo território britânico, receberão este apoio do Advanced Fuels Fund (AFF) que faz parte da Estratégia Jet Zero para descarbonizar a aviação até 2050.

O departamento para a concorrência nos transportes AFF foi criado para apoiar o setor dos combustíveis britânico para desenvolver e iniciar a comercialização de tecnologias de produção de combustíveis inovadores capazes de reduzir significativamente as emissões na aviação a curto prazo, reforçando os projetos em andamento e alargar as opções tecnológicas.

Mark Harper, ministro dos Transportes, referiu na apresentação deste apoio aos cinco projetos que irão tornar os voos “amigos do ambiente uma realidade”.

Os projetos em questão terão a capacidade de produzir mais de 300 mil toneladas de SAF por ano uma vez iniciada a produção, reduzindo as emissões de CO2 em 200 mil toneladas numa média anual, avança o Governo britânico.

Até 2025, pelo menos cinco unidades comerciais de produção de SAF estarão em construção nos Reino Unido.

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Transportes

Governo italiano e Lufthansa iniciam negociações exclusivas relativamente à ITA Airways

Governo italiano e o Grupo Lufthansa entraram em negociações exclusivas para a venda/compra da ITA Airways. O negócio deverá estar finalizado até abril.

Victor Jorge

A Lufthansa e o Ministério das Finanças italiano assinaram uma declaração de intenções sobre a entrada do grupo alemão na ITA Airways, avança o site alemão airliners.de, iniciando, assim, negociações exclusivas entre o Governo italiano e o Grupo Lufthansa, relata o ministério.

O Tesouro assinou uma carta de intenções com a Lufthansa para vender uma participação minoritária, indicando a Lufthansa que “as partes iniciarão agora negociações sobre o desenho de uma possível participação”, tendo sido acordada a confidencialidade sobre os detalhes do conteúdo.

Segundo informações da Agência de Notícias Alemã, ainda não há valores específicos de compra no memorando de entendimento assinado pela Lufthansa, ministério e representantes da ITA, avançando que o negócio deve dar-se “por meio de um aumento de capital”.

A Lufthansa visava inicialmente uma participação minoritária, mas quer garantir opções para a aquisição das ações remanescentes ao entrar na empresa, tendo sido dados 60 dias úteis para as negociações exclusivas, para que um acordo final pudesse ser alcançado em abril, seguindo-se a revisão da Lei de Concorrência pela Comissão Europeia.

“As negociações podem estar concluídas até à Páscoa”, referiu fonte familiarizada com o processo à agência de notícias Reuters. De acordo com um decreto do Governo italiano, aprovado em dezembro, a Lufthansa deve concordar em fortalecer o hub Roma-Fiumicino e expandir os negócios de longo curso da ITA.

A Lufthansa anunciou na semana passada que inicialmente queria comprar uma participação minoritária na ITA com a opção de assumir a companhia aérea inteiramente sob certas condições. Segundo informações privilegiadas, trata-se de uma participação de cerca de 40%, pela qual a Lufthansa quer pagar 200 a 300 milhões de euros.

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