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Emirates e Air Canada iniciam codeshare

Os voos em codeshare já estão disponíveis para venda em 35 mercados, para viagens a partir de 1 de Dezembro, sendo ainda possível que venham a ser adicionados outros 11 mercados até à aprovação regulamentar final.

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A Emirates e a Air Canada já deram início ao codeshare que estabeleceram e que vai permitir que os passageiros de ambas as companhias aéreas tenham acesso a diversas opções de voo sem interrupções para 46 mercados, que abrangem três continentes, incluindo destinos na América, Médio Oriente, África, Sudeste Asiático, e no subcontinente indiano.

Num comunicado enviado à imprensa, a Emirates explica que os voos em codeshare já estão disponíveis para venda em 35 mercados, para viagens a partir de 1 de Dezembro, sendo ainda possível que venham a ser adicionados outros 11 mercados até à aprovação regulamentar final.

“É com grande prazer que estabelecemos uma parceria com a Air Canada, para expandir o nosso alcance para mais destinos na América do Norte. A parceria com a companhia aérea canadiana permite-nos oferecer aos clientes uma conectividade contínua quando voam para destinos domésticos no Canadá via Toronto”, sublinha Tim Clark, presidente da Emirates Airline.

De acordo com o responsável, com esta parceria, os clientes da Air Canada passam a poder viajar para destinos na Ásia, África e Médio Oriente, através do hub da Emirates no Dubai.

Já Michael Rousseau, presidente e diretor Executivo da Air Canada, destaca que a parceria vai permitir à Air Canada “alargar significativamente a escolha de opções de voo”, passando a disponibilizar mais ligações entre o Canadá e destinos no Médio Oriente, África, Sudeste Asiático e o subcontinente indiano.

“Também nos permitirá atrair mais tráfego de ligação através do nosso centro, Toronto, e expandir a nossa presença nestas regiões dinâmicas, onde se espera um aumento da procura de viagens globais”, acrescenta o responsável da Air Canada.

Além de Toronto, os passageiros da Emirates podem reservar voos de codeshare de e para destinos canadianos, incluindo Calgary, Edmonton, Halifax, Montreal, Ottawa e Vancouver.

Já a Air Canada passa a colocar o seu código nas rotas operadas pela Emirates a partir do seu centro no Dubai, nomeadamente para o subcontinente indiano e para destinos como Colombo, Dhaka, Islamabad, Karachi, e Lahore, assim como para o Sudeste Asiático, incluindo Banguecoque, Hanói, Phuket, Kuala Lumpur e Singapura; para as cidades do Médio Oriente Jeddah e Muscat; bem como para destinos em África, nomeadamente Addis Abeba e Dar Es Salaam.

Em breve, as duas companhias vão ainda disponibilizar “uma oferta de passageiro frequente recíproca, permitindo aos membros da Aeroplan e Skywards ganhar e resgatar pontos em voos operados pela Emirates e Air Canada, respetivamente”, lê-se no comunicado divulgado.

 

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PLAY lança pacotes de serviços para poupar na aquisição de voos

A companhia aérea lowcost islandesa, PLAY acaba de lançar diversos pacotes de serviços que permitem aos passageiros poupar ao comprar os seus voos.

De acordo com a PLAY, os passageiros obtêm melhores ofertas com estes pacotes em comparação com a reserva de uma tarifa aérea de base a que são acrescentados posteriormente serviços opcionais.

Os pacotes disponíveis são o PLAY Básico, que inclui o bilhete de avião, taxas, e um artigo pessoal, o PLAY Value, que inclui o bilhete de avião, taxas, um artigo pessoal, uma mala faturada, uma mala de mão, embarque prioritário, seleção de lugar da parte central do avião até à parte de trás, e finalmente, o PLAY Flex com tudo o que o PLAY Value oferece, mais a possibilidade de escolher o lugar (excluindo os lugares com espaço extra para as pernas) e de mudar as datas de voo gratuitamente (pagando apenas a diferença de tarifa).

“Trata-se de uma melhoria muito interessante para os nossos passageiros, já que continuamos a conseguir que viajar seja mais fácil e acessível”, refere Birgir Jónsson, conselheiro delegado da companhia aérea, para adiantar que, com esta nova função, “os nossos preços e serviços são agora ainda melhores”.

A PLAY liga Portugal a Reiquiavique a partir de Lisboa e Porto. Da capital da Islândia tem ligações para outros pontos da Europa e dos Estados Unidos.

Em 2022, a PLAY transportou 789.151 passageiros em mais de 5.400 voos, com um fator de ocupação anual de 79,7%, o que corresponde a uma subida de 50% face a 2021, com um índice de pontualidade de 87%. O ano passado, a low cost islandesa voou para 25 destinos na Europa e na América do Norte, mas em 2023 serão quase 40 com dez aviões A320/1neo.

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NCL lança cruzeiros desde Bilbao e admite manter itinerários de inverno em Lisboa

Segundo Kevin Bubolz, vice-presidente e diretor-geral da NCL para a Europa, Médio Oriente e África, 2022 acabou por ser “um dos melhores anos para a companhia”, que parte para 2023 com um bom nível de reservas.

A Norwegian Cruise Line (NCL), companhia de cruzeiros norte-americana, vai promover, pela primeira vez na sua história, cruzeiros desde Bilbao, em Espanha, cuja primeira saída está prevista para 7 de setembro, avançou Kevin Bubolz, vice-presidente e diretor-geral da companhia de cruzeiros para a Europa continental, Médio Oriente e África.

Segundo uma entrevista do responsável ao jornal espanhol Hosteltur, os cruzeiros desde Bilbao vão ser realizados a bordo do navio Norwegian Gem e vão ter 12 dias de duração, realizando diferentes itinerários pela Europa.

Além dos cruzeiros desde Bilbao, Kevin Bubolz falou também sobre os resultados de 2022, que acabou por ser “um dos melhores anos para a companhia” e avançou que a NCL parte para 2023 com um bom nível de reservas, apesar do aumento dos preços.

“A procura está a crescer apesar do aumento dos preços”, afirma o responsável, indicando que a NCL não espera grande impacto devido à subida dos preços uma que o cliente da companhia de cruzeiros procura produtos “de alta qualidade” e pode, por isso, continuar a viajar mesmo com os aumentos registados.

Em 2023, a NCL conta também integrar o novo navio Norwegian Viva, que deverá chegar à frota da companhia a 10 de agosto, e que será o segundo de seis navios da nova classe de luxo Prima que a companhia tem previstos, depois da chegada do Norwegian Prima, que passou a operar em agosto de 2022.

Kevin Bubolz fez também um balanço dos cruzeiros de inverno entre Portugal, Espanha e Marrocos, que decorrem até março, com partidas de Málaga, Santa Cruz de Tenerife e Lisboa, e que, segundo o responsável, estão “a funcionar muito bem”, registando uma elevada ocupação, o que deverá levar à manutenção destes cruzeiros nas duas próximas temporadas, com a companhia a revelar a intenção de criar até um itinerário fixo.

Kevin Bubolz diz ainda que a NCL tem vindo a notar uma tendência de reserva com maior antecedência e para viagens de maior duração, principalmente entre os passageiros oriundos de mercados mais longínquos, que querem ter mais tempo para conhecer os destinos e desfrutar dos navios.

Por isso, a NCL tem vindo a aumentar a duração dos seus cruzeiros, a exemplo dos cruzeiros de Bilbao, que vão ter 12 dias de duração, mas também da operação prevista para Barcelona, no Norwegian Epic, que vai contar com viagens de 10 dias, em vez das habituais sete noites.

 

 

 

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Norwegian transporta mais de 1,1 milhões de passageiros em janeiro

A companhia aérea norueguesa continua em crescendo e está otimista para o verão de 2023 em que apresenta 300 rotas para mais de 114 destinos.

A Norwegian transportou, em janeiro de 2023, 1,1 milhões de passageiros, tendo alcançado uma ocupação média de 78%, correspondendo a um aumento de 78% face a igual mês de 2022 em que transportou 635 mil passageiros.

Numa análise anual, os números mostram que a Norwegian transportou 18,3 milhões de passageiros de janeiro de 2022 a janeiro de 2023, correspondendo a uma subida de 172% face aos passageiros transportados no período anual anterior (6,7 milhões de passageiros.

A campanha de vendas de Ano Novo resultou em mais de um milhão de lugares vendidos, admitindo Geir Karlsen, CEO da Norwegian, tratar-se de um “início satisfatório para a venda de bilhetes”. Além disso, o executivo destaca a “tendência positiva de reservas que continua depois da promoção”, salientando o facto de muitos passageiros estarem a planear as viagens para as férias escolares e fins de semana alargados de maio.

No primeiro mês de 2023, a Norwegian operou 62 aeronaves e completou 99,5% dos voos programados, com a pontualidade, medida pelo número de voos que saem dentro dos 15 minutos da hora programada, a alcançar os 85%.

Já o programa de verão da Norwegian abrange 300 rotas e 114 destinos, incluindo vários novos destinos.

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Transavia France ultrapassa a marca dos 100 cursos de integração de pilotos

A Transavia formou mais de 1.500 comandantes de bordo e co-pilotos nos últimos 15 anos. Os compromissos ambientais e a ecopilotagem digital fazem parte do percurso dos futuros pilotos.

À medida que a sua frota em França vai passar de 61 para 71 aviões no verão de 2023, correspondendo a um total de 115 aviões da companhia em França e nos Países Baixos), a Transavia formou o seu 100.º piloto OCC (Operator Conversion Course), curso de qualificação obrigatório para ingressar numa companhia aérea.

Estas formações inserem-se na trajetória de crescimento da filial de low-cost do grupo Air France-KLM, que vai acolher o seu primeiro Airbus A320NEO este ano. Além da segurança de voo, os futuros pilotos da Transavia são sensibilizados para as questões ambientais, nomeadamente através da ecopilotagem e da pegada do combustível.

A companhia pôde contar com a sua parceira Air France para atingir, desde 2015, mais de 1.200 qualificações em Boeing 737-800. Em 2022, perto de 300 pilotos (comandantes de bordo e co-pilotos) integraram a Transavia France, com a companhia a ter a necessidade de formar instrutores (possui atualmente mais de 100) e dotar-se de novos simuladores de voo.

“Prestamos particular atenção à qualidade da nossa formação, garantia da nossa segurança de voo e essencial ao desenvolvimento da Transavia France, salientou Franck Roch, diretor da Formação de Pilotos da Transavia France, destacando ainda o “compromisso que temos com os nossos estagiários, aliado ao trabalho das equipas de formação, planificação e dos nossos instrutores.”

As formações abertas a todos

Estes estágios de formação têm a duração de dois a quatro meses e estão dimensionados para acolher todo o tipo de candidatos, desde os perfis sem experiência aos pilotos mais experientes. São compostos por uma parte teórica, destinada à aprendizagem do ambiente da companhia, e uma parte prática, supervisionada em simulador e em voo. A segurança de voo está no centro destes cursos de formação. O pessoal altamente qualificado supervisiona os voos dos pilotos, a fim de verificar a boa execução dos cursos de formação ministrados.

A partir daí, é obrigatório um ciclo de manutenção de competências. Os pilotos devem, por isso, passar por formações e avaliações a um ritmo de três vezes por ano.

Sensibilização ambiental
Durante o seu percurso, os futuros pilotos da Transavia são informados sobre os compromissos ambientais da companhia, sendo alertados, em particular, para a otimização do combustível, a fim de reduzir o consumo de querosene, sempre respeitando a segurança dos voos.

Os pilotos da Transavia também utilizam programas de ecopilotagem digital que reduzem as emissões de CO2 de 3 a 5% em cada voo. Estas soluções fornecem recomendações aos pilotos em tempo real para reduzir o consumo de combustível, principalmente por via de novas técnicas de voo.

No âmbito dos compromissos do Grupo Air France KLM, a Transavia France vai proceder à renovação gradual da sua frota, que será composta por Airbus A320NEO, avião de nova geração que emite 15% menos CO2 face aos seus aparelhos atuais.

Para preparar a chegada do primeiro Airbus no final de 2023, a Transavia investiu na compra de um primeiro simulador de voo A-320. Os primeiros estágios dos pilotos dedicados começarão em setembro. As equipas já estão a trabalhar com as equipas da Air France para partilhar as suas experiências e acomodar melhor esta nova aeronave.

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CTP coloca contador na 2.ª Circular para portugueses saberem quanto perdem com não decisão sobre o novo aeroporto

No dia em que o contador é colocado na 2.ª Circular, em Lisboa, a CTP contabiliza já perto de 650 milhões de euros de perdas pela não decisão de um novo aeroporto.

Victor Jorge

A Confederação do Turismo de Portugal colocou esta terça-feira, 7 de fevereiro, um contador eletrónico na 2.ª Circular, em Lisboa, que informa quanto o país e os portugueses estão a perder em cada segundo pela não decisão sobre a implementação de um novo aeroporto.

Esta será uma réplica do contador que a CTP tem disponível no seu site desde o dia 14 de julho de 2022 e que agora estará visível a milhares de condutores que entram e saem de Lisboa todos os dias. O contador está colocado à entrada da 2.ª Circular, no sentido Norte-Sul, mas com visibilidade também no sentido contrário.

Os valores em euros apresentados pelo contador da CTP estão a crescer desde julho do ano passado ao ritmo de 35,93 euros por segundo, 2.155 euros por minuto, 129.348 euros por hora ou 3,1 milhões de euros por dia.

Recorde-se que um estudo sobre o impacto económico da não decisão sobre a implementação do Novo Aeroporto de Lisboa, realizado pela consultora Ernst & Young (EY) para a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) e apresentado em julho do ano passado, aponta para elevados impactos económicos e sociais. O cenário mais otimista revela que a não decisão sobre o novo aeroporto, terá no mínimo um custo de quase 7 mil milhões de euros; menos 28 mil empregos e uma perda de receita fiscal de 2 mil milhões de euros.

Por isso, o presidente da CTP, Francisco Calheiros, afirma que, “aquilo que os empresários do Turismo esperam é que a Comissão Independente que vai estudar as localizações possíveis do novo aeroporto cumpra os prazos que já definiu, que agilize processos e que até ao final do ano esteja finalmente escolhida a localização do novo aeroporto”.

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Emirates realiza primeiro voo com combustível de aviação 100% sustentável

O voo de demonstração da Emirates sobrevoou a linha costeira do Dubai durante mais de uma hora e utilizou combustível 100% SAF num dos motores de um avião Boeing 777-300ER.

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A Emirates realizou o primeiro voo com combustível de aviação 100% sustentável (SAF) num dos motores de um avião Boeing 777-300ER, num voo de demonstração que sobrevoou a linha costeira do Dubai durante mais de uma hora.

Num comunicado enviado à imprensa, a Emirates explica que este voo teve um significado particular, uma vez que que os Emirados Árabes Unidos (EAU) declaram que 2023 era o “Ano da Sustentabilidade”.

“Assim, mostraram este ano o compromisso do país em procurar soluções inovadoras para desafios que afetam a atualidade, tais como a energia, as alterações climáticas e outras questões relacionadas com a sustentabilidade. O voo apoia os esforços coletivos da indústria para permitir um futuro de voo 100% SAF e, desta forma, avançar naqueles que são os objetivos de sustentabilidade dos EAU”, acrescenta a Emirates.

O voo de demonstração da Emirates foi o primeiro realizado no Médio Oriente e Norte de África a utilizar 100% SAF, um tipo de combustível para a aviação que é menos poluente.

De acordo com a Emirates, este tipo de voos vão ajudar “a aperfeiçoar futuras demonstrações de SAF, e também apoiarão a certificação futura, onde o combustível SAF 100% drop-in é aprovado para aviões”.

“Atualmente, o SAF é aprovado para utilização em todos os aviões, mas apenas em misturas de até 50% com combustível de aviação convencional”, explica a companhia aérea do Dubai, indicando que tem vindo a trabalhar com parceiros como a GE Aerospace, a Boeing, a Honeywell, a Neste e a Virent, com “o intuito de encontrar e desenvolver uma mistura de SAF que consiga replicar fielmente as propriedades do combustível de aviação convencional”.

Este voo utilizou dezoito toneladas de SAF misturadas e compostas de HEFA-SPK, fornecidas pela Neste, e HDO-SAK da Virent, tendo o combustível de aviação 100% sustentável (SAF) abastecido um motor GE90, com o combustível convencional a abastecer o outro motor.

“Este voo de ensaio demonstra ainda mais a compatibilidade do SAF, especialmente misturado, como uma fonte de combustível segura e fiável. O resultado promissor desta iniciativa também acrescenta ao conjunto de dados da indústria e da investigação em torno das misturas SAF em proporções mais elevadas, abrindo caminho para a normalização e aprovação futura de SAF 100% drop-in como substituto do combustível para jatos, bem acima do atual limite de 50% de mistura”, considera a companhia aérea.

Para Al Redha, Chefe de Operações da Emirates, este voo representa “um momento marcante para a Emirates e um passo positivo” para a indústria, que tem trabalhado em conjunto para reduzir a sua pegada ambiental.

“Foi uma longa jornada para finalmente ver esta demonstração de voo 100% SAF levantar voo. A Emirates é a primeira companhia aérea de passageiros no mundo a operar um Boeing 777, a abastecer um motor GE com 100% SAF. Tais iniciativas são contributos fundamentais para o conhecimento da indústria sobre SAF, e fornecem dados para demonstrar a utilização de misturas mais elevadas de SAF para futuras aprovações regulamentares”, considera o responsável, que espera que estes voos “ajudem a abrir a porta para aumentar a escala da cadeia de fornecimento de SAF e torná-la mais acessível”.

A Emirates está empenhada em apoiar iniciativas que ajudem a minimizar as suas emissões de CO2, e não só já fez grandes progressos na eficiência e conservação de combustível, como também em avanços operacionais em todas as suas ações.

A companhia aérea apoia ainda o compromisso coletivo da IATA para alcançar emissões líquidas zero até 2050, e está a explorar oportunidades para aumentar a eficiência operacional do combustível, SAF, combustíveis de aviação de baixo carbono (LCAF) e energia renovável.

Recorde-se que o primeiro voo da Emirates alimentado por SAF misturado com combustível de avião decorreu em 2017 e foi operado a partir do aeroporto de Chicago O’Hare, nos EUA, num Boeing 777.

Mais recentemente, a companhia aérea recebeu a sua primeira entrega de aviões A380 alimentado por SAF, que ocorreu em 2020, e também aumentou 32 toneladas de SAF para os seus voos a partir de Estocolmo nesse mesmo ano.

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Avião Fotos de banco de imagens por Vecteezy

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IATA: Tráfego aéreo cresceu 64,4% em 2022 e ficou a 68,5% dos níveis pré-pandémicos

No ano passado, o tráfego aéreo global aumentou 64,4% e ficou a 68,5% dos níveis pré-pandémicos, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), que realça a forte subida do tráfego internacional.

Inês de Matos

No ano passado, o tráfego aéreo global aumentou 64,4% e ficou a 68,5% dos níveis pré-pandémicos, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), que realça a forte subida do tráfego internacional ao longo do ano passado.

De acordo com os dados revelados esta segunda-feira, 6 de fevereiro, pela IATA, no ano passado o tráfego internacional aumentou 152,7% face ao ano anterior, chegando a 62,2% dos níveis de 2019, enquanto o tráfego doméstico cresceu 10,9%, terminando 2022 com 79,6% do nível pré-pandémico.

“A indústria deixou 2022 de uma forma muito mais forte do que entrou, já que a maioria dos governos suspendeu as restrições de viagem da COVID-19 durante este ano e as pessoas aproveitaram a recuperação da sua liberdade para viajar. Espera-se que esse impulso continue no ano novo, apesar das reações exageradas de alguns governos à reabertura da China”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Tal como ao longo do ano, também o mês de dezembro de 2022 registou uma evolução positiva, uma vez que o tráfego total de dezembro de 2022 aumentou 39,7% em relação a dezembro de 2021 e atingiu 76,9% do nível de dezembro de 2019.

Em dezembro, o tráfego internacional aumentou 80,2% face a igual mês de 2021, atingindo 75,1% do nível de dezembro de 2019, enquanto o tráfego doméstico aumentou 2,6% em relação ao mesmo período do ano anterior e ficou em 79,9% do tráfego de dezembro de 2019.

Por regiões, foi na Ásia-Pacífico que o tráfego internacional mais aumentou, subindo 363,3% ao longo do ano e 302,7% em dezembro. Ao longo do ano, também a capacidade nesta região aumentou 129,9%, enquanto o load factor cresceu 37,3 pontos percentuais, fixando-se nos 34,0%.

Já no Médio Oriente houve uma subida de 157,4% no tráfego de 2022 e de 69,8% na procura de viagens internacionais em dezembro, tendo a capacidade subido 73,8% ao longo do ano, enquanto o load factor aumentou 24,6 pontos percentuais, para 75,8%.

Na Europa, o aumento do tráfego internacional chegou aos 132,2% ao longo do ano e aos  46,5% em dezembro, enquanto a capacidade cresceu 84,0% em 2022 e o load factor aumentou 16,7 pontos percentuais, para 80,6%.

Na América do Norte houve ainda um aumento de 130,2% no tráfego internacional ao longo do ano, enquanto a subida de dezembro foi de 61,3%, tendo-se ainda observado um aumento de 71,3% na capacidade ao longo do ano e de 20,7 pontos percentuais no load factor, que se fixou nos 80,8%.

Na América Latina a subida do tráfego de 2022 foi de 119,2%, enquanto em dezembro este indicador subiu 37,0%, tendo-se registado também um aumento de 93,3% na capacidade ao longo do ano e uma subida de 9,7 pontos percentuais no load factor, que passou para 82,2%, o mais elevado de todas as regiões.

Já em África, o tráfego aéreo internacional aumentou 89,2% ao longo do ano passado, mas em dezembro subiu ainda mais, crescendo 118,8% face a igual mês de 2021, enquanto a capacidade cresceu 51,0% e o load factor aumentou 14,5 pontos percentuais, fixando-se nos 71,7%, o mais baixo entre todas as regiões.

“Esperamos que 2022 se torne no ano em que os governos trancaram para sempre os grilhões regulatórios que mantiveram os seus cidadãos presos à terra por tanto tempo. É vital que os governos aprendam a lição de que as restrições de viagens e o encerramento de fronteiras têm pouco impacto positivo em termos de retardar a propagação de doenças infecciosas”, sublinha Willie Walsh.

 

 

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TAP reativa programa de Stopover e introduz novidades

Além do programa de Stopover passar a estar disponível nos voos de regresso a casa, a TAP aumentou também o número de noites, passando a permitir paragens gratuitas em Lisboa ou no Porto até 10 noites.

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A TAP reativou o seu programa de Stopover, que oferece agora mais vantagens aos passageiros da companhia aérea de bandeira nacional, uma vez que passou a permitir paragens gratuitas até 10 noites, durante a viagem de ida ou de regresso a casa.

“O Programa Portugal Stopover, lançado em julho de 2016, permite aos Passageiros cujo destino final não é Lisboa ou o Porto, mas que fazem escala numa destas cidades, usufruir, na ida ou no regresso, de uma paragem em Portugal – que pode agora ser até dez noites –, sem qualquer custo adicional na tarifa”, indica a companhia aérea em comunicado.

Além do aumento do número de noites que os passageiros podem gozar, o programa de Stopover da TAP passou também a abranger os voos de regresso a casa, uma vez que, na versão inicial, apenas era permitido realizar uma paragem no Porto ou em Lisboa nos voos de ida.

Com este programa, os passageiros da TAP que realizem uma paragem em Portugal têm também acesso a “ofertas exclusivas e descontos em mais de 290 parceiros que tornarão a sua visita inesquecível, de entre hotéis, restaurantes, centros comerciais, museus e inúmeras atividades, numa parceria com o Turismo de Portugal”.

A TAP explica que o Turismo de Portugal se associou a esta iniciativa pelo “contributo do programa Stopover para estimular um maior número de passageiros a visitarem Portugal e descobrirem diversas regiões do país, aproveitando as oportunidades e benefícios que o programa oferece, contando também com a excelente colaboração das regiões para a construção de uma experiência atrativa e diversificada”.

Estes passageiros têm ainda um desconto de 25% para uma viagem aérea dentro de Portugal, para descobrirem regiões de turismo como o Porto e Norte, o Algarve ou Madeira e Açores, através de um código promocional que pode ser usado no site da TAP ou através das agências de viagens.

Recorde-se que o programa Stopover da TAP tem como principais destinatários os mercados de longo curso da companhia, nomeadamente os mercados brasileiros e norte-americanos, apesar de estar disponível para todos os mercados em que a TAP opera.

Atualmente, a TAP liga a Europa a 11 destinos no Brasil a partir de Lisboa e Porto, voando para São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Natal, Maceió, Porto Alegre, Recife e Salvador, enquanto no caso dos EUA a TAP voa para Boston, Chicago, Miami, Nova Iorque, São Francisco e Washington.

A nova campanha do programa Stopover da TAP está disponível aqui.

 

 

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Air Malta volta a operar rota de Lisboa a partir de 26 de junho

A operação da Air Malta arranca a 26 de junho e vai decorrer até 26 de outubro, contando com dois voos por semana, às segundas e quintas-feiras, informou a Discover the World, GSA da companhia aérea maltesa em Portugal.

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A Air Malta vai voltar a voar entre Lisboa e Malta, numa operação que arranca a 26 de junho e vai decorrer até 26 de outubro e que conta com dois voos por semana, informou a Discover the World, GSA da companhia aérea maltesa em Portugal.

Segundo a informação divulgada, a operação da Air Malta para Lisboa vai contar com voos às segundas e quintas-feiras, estando os voos já disponíveis através dos GDS.

“Com este regresso a Portugal, o quinto destino no programa de expansão da Air Malta para o Verão de 2023 e que acontecerá em aeronaves Airbus A320, disponibilizando duas classes – Económica e Business, passa a ser possível conectar com 23 outras cidades da Europa e do Médio Oriente, incluindo Nápoles, Nice, Palermo e Telavive, os destinos que se juntam a Lisboa nesta expansão”, indica a Discover the World em comunicado.

Com a mudança de GSA, a Air Malta passa também a ter novos contactos em território nacional, passando a estar disponível o número de telefone +351 21 358 44 50 e o e-mail [email protected] para apoio a agências de viagens e operadores turísticos, enquanto para questões relacionadas com reservas e cotações de grupos está disponível o e-mail  [email protected].

 

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Autocaravanismo continua a “acelerar” em Portugal

Depois de ter sido um dos segmentos turísticos com maior aumento de procura durante a pandemia, o autocaravanismo continua em alta e revela expetativas positivas para o futuro, ainda que Maria Liquito, country manager da Yescapa para Portugal, preveja que, em 2023, o maior aumento seja nas viagens mais curtas, assim como nas escapadelas de fim-de-semana.

Inês de Matos

A pandemia da COVID-19 veio definitivamente colocar o autocaravanismo nos planos de férias dos portugueses e dos estrangeiros que visitam Portugal e, este último verão, provou que, mesmo com a pandemia a perder força, este tipo de turismo continua em alta. Como diz ao Publituris Maria Liquito, country manager da Yescapa para Portugal, empresa que funciona como o Airbnb das autocaravanas e que disponibiliza um portal que intermedeia a oferta e procura, o último verão veio provar isso mesmo, uma vez que voltou a superar as expetativas da Yescapa. “Verificamos uma maior procura do que oferta, o que fez com que tivéssemos uma taxa de ocupação a rondar os 87% no verão. Durante este período tivemos mais de 3950 viagens realizadas em Portugal, o que demonstra o incremento da prática e a aceleração do negócio em Portugal”, revela a responsável.

Maria Liquito diz mesmo que a Yescapa observou “um crescimento ainda mais acentuado após a pandemia”, o que leva a responsável a considerar que a tendência de procura se mantém, uma vez que este também é um tipo de férias com um menor impacto ambiental. “A COVID-19, para além de ter aumentado o interesse por experimentar este tipo de viagem, fez igualmente com que as pessoas refletissem no impacto que as viagens podem representar no meio ambiente. Tal fez com que surgissem mais viajantes em busca de roteiros locais, impulsionando a economia local, e diminuindo a pegada ecológica nas suas viagens. Nesta medida, o autocaravanismo saiu beneficiado”, explica, indicando que a maior parte das autocaravanas disponibilizadas através da Yescapa está equipada com painéis solares.

Com um público cada vez mais jovem, por norma entre os 30-45 anos de idade, o autocaravanismo tem também atraído muitos estrangeiros, com a country manager da Yescapa a revelar que, além dos alemães, franceses e espanhóis, que já estavam no “topo da procura por Portugal como destino para viajar em autocaravana”, também no mercado italiano se tem registado um “aumento” da procura por autocaravanismo em Portugal. E nem no inverno as expectativas da Yescapa esmorecem, uma vez que, explica a responsável, “Portugal é um país com um clima ameno, com sol até durante o inverno e onde as temperaturas se mantêm positivas em praticamente todo o país”.

Por isso, Maria Liquito acredita que a procura se vai manter em alta também na época baixa, até porque muitos estrangeiros, “principalmente os alemães e franceses, escolhem Portugal para viajar durante o inverno dado que o clima é bastante atrativo”. Por outro lado, acrescenta, “o autocaravanismo permite viajar em todas as estações do ano, dado que os veículos possuem ar condicionado e aquecimento, possibilitando descobrir diferentes destinos propícios a cada uma das estações”.

Confiança em alta para 2023

As expectativas positivas da Yescapa abrangem também este ano, apesar do aumento do custo de vida e da incerteza provocada pela inflação e também pela guerra na Ucrânia, com Maria Liquito a afirmar que “cada vez mais as pessoas procuram escapadelas para fugir à rotina diária, para recarregar energias, conhecer um novo destino, viajar mais por Portugal e conhecer o próprio país”, motivo pelo qual a empresa acredita que “a procura pelo autocaravanismo continuará a aumentar”.

De acordo com a responsável, entre as principais vantagens do autocaravanismo, está também a possibilidade de “realizar férias de uma forma mais económica e adaptada a cada orçamento”, uma vez que oferece “total liberdade ao juntar o meio de transporte com dormida e refeições no veículo”. Ainda assim, Maria Liquito acredita que se possam notar algumas tendências, como um “aumento de viagens mais curtas, de três a quatro dias, escapadelas de fim-de-semana e fins-de-semana prolongados”, tendências que, acrescenta a responsável, já tinham “vindo a aumentar significativamente nos últimos anos”.

Mas a country manager da Yescapa também acredita que o autocaravanismo deverá enfrentar alguns desafios no próximo ano, desde logo ao nível da oferta de veículos, uma vez que, com a pandemia, aumentou a procura por autocaravanas mas a sua produção sofreu atrasos significativos, o que leva a que, em alguns modelos, exista “mais de um ano de espera (alguns podem mesmo ir até mesmo aos dois anos de espera)”. Desafio deverá também ser o aumento do combustível e do custo de vida que, segundo a responsável, poderão afetar “a tomada a de decisão das pessoas na hora de viajar”.

Já quanto aos preços do aluguer das viaturas, a responsável da Yescapa explica que “as taxas de serviço e seguro poderão vir a sofrer alterações em função dos custos do serviço e da evolução do contexto atual”, ainda que, na Yescapa, o maior custo seja relativo ao aluguer da autocaravana, o que é definido pelo proprietário que está a alugar a autocaravana. Segundo Maria Liquito, esse valor é definido pelo próprio proprietário, que “tem total liberdade” para definir o valor a cobrar, ainda que a equipa da Yescapa tenha a missão de aconselhar e acompanhar a decisão. No entanto, a responsável não tem dúvidas em afirmar que, “face ao incremento da procura por esta forma de viajar, aumentaram, consequentemente, os valores aplicados pelos proprietários”.

Além destes desafios, Maria Liquito aponta ainda o artigo 50-A do Código da Estrada, que entrou em vigor em 2021, limitando a atividade do autocaravanismo em território nacional e levando a pedidos diversos para a sua alteração, algo que ainda não aconteceu. “O artigo 50-A do Código da Estrada permanece inalterado, infelizmente”, lamenta a responsável.

Tem uma autocaravana e quer rentabilizá-la? Inscreva-se na Yescapa

A Yescapa funciona como uma plataforma que aproxima quem tem autocaravanas para alugar e quem procura este tipo de veículos para férias. No entanto, indica Maria Liquito, no que diz respeito a veículos de lazer, a procura é sempre superior à oferta, principalmente durante o período do verão, uma vez que “Portugal é um país com um clima atrativo”. Por isso, a Yescapa está a encorajar todos os proprietários de autocaravanas a alugarem o seu veículo enquanto não o utilizam, até porque esta é uma forma de “rentabilizar o custo de manutenção” da autocaravana e que permite, ao mesmo tempo, que “mais viajantes descubram o autocaravanismo ou possam experimentar um veículo antes de adquirirem a própria autocaravana”, até porque, na Yescapa, cerca de 15% das reservas são feitas como teste, antes do cliente adquirir o seu próprio veículo. E o processo para alugar autocaravanas através da Yescapa é rápido e intuitivo, bastando que os proprietários se inscrevam na plataforma, em yescapa.pt, e criem o seu próprio anúncio. Em contrapartida, a equipa da Yescapa fornece acompanhamento aos proprietários “em todos os momentos, desde a criação do anúncio até à gestão dos alugueres”, conclui Maria Liquito.

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