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ANAC chumba proposta da ANA e pede alterações às tarifas aeroportuárias para 2023

O regulador considerou que a proposta para as tarifas a vigorar nos aeroportos nacionais em 2023 era demasiado elevada e suspendeu o processo até a concessionária rever os valores propostos.

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ANAC chumba proposta da ANA e pede alterações às tarifas aeroportuárias para 2023

O regulador considerou que a proposta para as tarifas a vigorar nos aeroportos nacionais em 2023 era demasiado elevada e suspendeu o processo até a concessionária rever os valores propostos.

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A Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) considerou esta segunda-feira, 24 de outubro, que a proposta da ANA – Aeroportos de Portugal para as tarifas a vigorar nos aeroportos nacionais em 2023 era demasiado elevada e suspendeu o processo até a concessionária rever os valores propostos.

De acordo com a Lusa, que cita um comunicado publicado no site da ANAC, o regulador diz que, “após análise dos elementos enviados pela ANA, verificou existirem contradições entre a proposta tarifária submetida pela ANA às transportadoras aéreas e os pontos 8.10, conjugado com o ponto 8.6. (Grupo de Lisboa), e 8.12 (aeroportos Porto e Faro), todos do Anexo 12 do Contrato de Concessão de Serviço Público Aeroportuário”.

Por isso, a ANAC “solicitou à Concessionária a fundamentação das opções tomadas em sede de Processo de Consulta Pública sobre as Taxas Reguladas 2023, designadamente quanto à conformidade da proposta tarifária com as disposições contratuais previstas no Contrato de Concessão”.

Depois de “analisados os fundamentos invocados pela ANA, a ANAC considerou que a proposta tarifária apresentada para 2023 (que contempla aumentos das receitas da ANA nos aeroportos do Grupo de Lisboa acima da inflação 5,9 pontos percentuais, no aeroporto do Porto contempla um aumento global médio das taxas 1,9 pontos percentuais acima da inflação e no aeroporto de Faro contempla um aumento global médio das taxas em 2,71 pontos percentuais acima da inflação) não cumpre as disposições previstas no Contrato de Concessão”.

Nesse sentido, a 21 de outubro, o “Conselho de Administração da ANAC deliberou suspender de imediato o processo de consulta tarifária em curso” e “proferir uma determinação” com obrigações para a concessionária.

A ANAC pede alterações à “proposta de taxas das Atividades Reguladas a vigorar em 2023” nos aeroportos do Grupo de Lisboa, “de forma a assegurar que a RRMM (Receita Regulada Média Máxima) para 2023 não apresente um aumento superior a dois pontos percentuais acima da inflação”.

Já no que diz respeito “aos aeroportos do Porto e de Faro, a ANA deverá alterar a sua proposta de taxas das Atividades Reguladas a vigorar em 2023, por forma a acautelar que qualquer das referidas taxas não apresente um aumento superior à inflação, devendo, ainda, no que se refere ao aeroporto de Faro, explicitar as medidas a adotar já em 2023 para reforçar a sua competitividade”, acrescenta o comunicado da ANAC.

A ANAC quer ainda que a empresa que gere os aeroportos nacionais dê “conhecimento aos utilizadores, no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis a contar da notificação da decisão hoje notificada, retomando-se o processo de consulta, com o prazo remanescente, acrescido de 10 dias úteis”.

Recorde-se que, no início de outubro, a ANA – Aeroportos de Portugal confirmou a apresentação de uma proposta de “atualização das taxas aeroportuárias reguladas com data de entrada em vigar a 01 de fevereiro de 2023, seguindo o novo modelo previsto no contrato de concessão para o período 2023 até ao final da concessão”.

De acordo com a concessionária, “ao abrigo do modelo, que vigorou nos primeiros 10 anos da concessão, a ANA fez reduções substanciais das taxas praticadas durante o período da covid que resultaram na devolução de um valor total de cerca de 54 milhões de euros aos seus clientes em 2020 e 2021”.

A ANA lembrava ainda que devolveu “mais de 13 milhões de euros às companhias aéreas referente a acertos da receita cobrada em 2021, nomeadamente em Lisboa e em Faro” e lembra que, durante o período pandémico, tomou medidas que resultaram na redução de 26% em Lisboa, de 18% no aeroporto do Porto e de 45% em Faro.

A gestora aeroportuária frisava também que a proposta apresentada previa acréscimos por passageiro de 0,35 euros nos Açores, 0,79 euros na Madeira, 0,81 euros no Porto, 0,80 euros em Faro e 1,53 euros em Lisboa, num aumento médio de 10,81% que, segundo a empresa, segue o aumento da taxa de inflação e as regras estabelecidas pelo Contrato de Concessão com o Estado Português.

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V Convenção Nacional da ARAC decorre em Óbidos a 18 de outubro

A V Convenção Nacional da ARAC – Associação Nacional dos Locadores de Veículos vai ter lugar em Óbidos a 18 de outubro, sob o tema “Locação – Motor da Nova Mobilidade”.

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A V Convenção Nacional da ARAC – Associação Nacional dos Locadores de Veículos vai ter lugar em Óbidos a 18 de outubro, sob o tema “Locação – Motor da Nova Mobilidade”, informou a associação, que apresentou o evento na passada sexta-feira, 1 de março, durante a BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa.

Segundo a ARAC, aquele que é considerado o “mais importante fórum da locação automóvel em Portugal” acontece no Praia D’el Rey Marriott Golf & Beach Resort e, tal como nas edições anteriores, volta a contar com “oradores nacionais e estrangeiros e moderadores de referência”, esperando-se uma audiência de cerca de três centenas e meia de participantes.

“Consciente do papel fundamental que o setor que representa tem no futuro da Mobilidade e do Turismo, a ARAC organiza assim mais uma edição da sua Convenção Nacional que contará com representantes das empresas associadas e membros aliados da ARAC, fabricantes e outros parceiros do setor automóvel, representantes da indústria do turismo, entidades financiadoras e demais parceiros que de forma decisiva contribuem para o funcionamento deste setor, não
esquecendo as várias entidades públicas que no dia-a-dia trabalham em estreita colaboração com a ARAC e as empresas suas associadas”, indica a associação.

A revolução em curso ao nível dos meios de mobilidade, o facto da posse de um veículo ser cada vez menos uma prioridade, assim como a digitalização da locação de meios de mobilidade e os novos modelos de negócio são algumas das novas tendências do setor da locação automóvel que vão estar em destaque na V Convenção Nacional da ARAC.

 

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Tunisair regressa a Lisboa com um voo por semana a partir de 6 de maio

Este verão, a Tunisair vai contar com um voo por semana entre Lisboa e Tunes, capital da Tunísia, que arranca a 6 de maio e que vai decorrer até 21 de outubro.

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A Tunisair vai voltar a contar com voos regulares entre Lisboa e Tunes, capital da Tunísia, numa operação com um voo por semana, que arranca a 6 de maio e que vai decorrer até 21 de outubro, segundo informação apurada pelo Publituris.

A operação da Tunisair para o verão de 2024 conta com voos às segundas-feiras, que partem de Lisboa pelas 23h05 e chegam à capital tunisina às 01h45, enquanto em sentido contrário a partida de Tunes decorre pelas 19h15, chegando a Lisboa às 22h05.

Ao que o Publituris apurou, a intenção da companhia aérea era contar com uma operação regular mais vasta, mas o esgotamento do aeroporto de Lisboa não permitiu encontrar slots que possibilitassem um maior números de voos semanais.

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Ryanair transportou 11,1 milhões de passageiros em fevereiro

Em fevereiro, a Ryanair realizou mais de 63 mil voos e viu cerca de 800 ligações aéreas canceladas devido ao conflito armado entre Israel e Gaza, nos quais transportou mais 5% de passageiros que em igual mês de 2023.

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A Ryanair transportou, em fevereiro, um total de 11,1 milhões de passageiros, número que traduz um aumento de 5% face a igual mês de 2023, avançou a companhia aérea low cost, em comunicado.

Em fevereiro, a Ryanair realizou mais de 63 mil voos e viu cerca de 800 ligações aéreas canceladas devido ao conflito armado entre Israel e Gaza, tendo registado uma ocupação de 92%, a mesma que tinha sido apurada em fevereiro do ano passado.

No acumulado do ano, a Ryanair transportou já 182,6 milhões de passageiros até fevereiro, num aumento de 9% face aos 167,2 milhões de passageiros transportados no acumulado até fevereiro de 2023.

No acumulado, a Ryanair alcança também um aumento da ocupação, uma vez que este indicador cresceu um ponto percentual, passando de 93% no acumulado até fevereiro de 2023 para 94% em igual período deste ano.

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LATAM Airlines está “dececionada” com congestionamento do aeroporto de Lisboa que obriga a reduzir oferta para o verão

A partir de abril, a LATAM Airlines volta a oferecer voos diários entre Lisboa e São Paulo, numa redução de oferta face aos 11 voos por semana do último inverno, que se deve ao congestionamento do aeroporto de Lisboa, segundo Thibaud Morand, diretor-geral da LATAM Airlines para a Europa e Oceania.

Inês de Matos

O congestionamento do aeroporto de Lisboa não permite que, no próximo verão, a LATAM Airlines mantenha os 11 voos por semana entre Lisboa e São Paulo que disponibilizou no último inverno, numa redução de oferta que, segundo Thibaud Morand, diretor-geral da companhia aérea para a Europa e Oceania, deixa a transportadora “dececionada”.

“Estamos dececionados por não podermos manter os 11 voos, por acreditarmos que conseguiríamos ainda melhores resultados no verão do que conseguimos no inverno”, queixou-se o responsável aos jornalistas, num encontro com a imprensa à margem da BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa.

De acordo com o responsável, a partir de abril, a LATAM Airlines volta a oferecer voos diários na rota entre Lisboa e São Paulo, que vão ser operados num aparelho B777, com 410 lugares, aparelho que, no entanto, representa um aumento de capacidade face ao 787-900, com 300 lugares, que a LATAM Airlines operou no verão de 2023.

“Este ano, lamentavelmente, no verão, a partir de abril, devido ao congestionamento de slots no aeroporto, não conseguimos manter os quatro voos adicionais, porque não havia disponibilidade de slots nos horários que nos permitem conectar bem. Por isso, de abril a outubro, vamos voltar a ter sete voos, mas conseguimos manter os voos no B777, que representa um aumento de 33% na capacidade face ao verão anterior”, explicou Thibaud Morand.

O responsável da LATAM Airlines espera, contudo, que o regresso aos 11 voos por semana possa acontecer já no próximo inverno, no qual é ainda possível que a companhia aérea chegue aos dois voos diários.

Thibaud Morand mostra-se confiante de que também este verão seja possível manter os bons resultados desta rota, que conta com um load factor “um pouco superior a 90%”, até porque as reservas para a época alta seguem a bom ritmo, sem refletir o “panorama macro-económico global menos positivo” que se vive atualmente.

“Não vemos um impacto nas reservas. É como se o conceito da viagem fosse prioritário para quem pode viajar. Por isso, neste momento, estão muito confiantes”, concluiu.

 

 

 

 

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Azores Airlines já tem um segundo A320neo

O novo Airbus A320neo, recebido pela Azores Airlines, marcou a sua estreia como primeiro entre Toulouse e Lisboa.

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A Azores Airlines recebeu a segunda unidade Airbus A320neo (New Engine Option), tendo realizado o primeiro voo entre as cidades de Toulouse e Lisboa, inserindo-se esta nova aeronave no programa de substituição gradual dos modelos A320ceo.

Com tecnologia de última geração, o A320neo representa um salto significativo em termos de eficiência operacional e consequente redução do impacto ambiental. Graças aos seus motores de última geração (High-Bypass) e tecnologia aerodinâmica (asas Airbus Sharklets™) o novo A320neo, da Azores Airlines, permitirá uma redução de consumo de combustível na ordem dos 20%, redução de emissões de gases e ruídos, custos operacionais mais baixos e maior capacidade de carga, quando comparado com aeronaves da geração anterior.

“É sempre com muito entusiasmo que assistimos a um momento destes, que representa um salto qualitativo na operação da companhia aérea”, admitiu Teresa Gonçalves, CEO do Grupo SATA.

Para a responsável do grupo SATA, a chegada de uma aeronave de última geração “reforça o nosso compromisso com a excelência operacional e com o meio ambiente. Ao adotar equipamentos mais eficientes, mais amigos do ambiente, com configuração de cabine mais ergonómica e insonorizada, a Azores Airlines procura oferecer experiências excecionais aos passageiros, sem descurar preocupações essenciais com a eficiência e sustentabilidade da operação aérea”.

Tal como a primeira unidade recebida no início deste ano, o A320neo da Azores Airlines adotou uma configuração de 168 lugares. Do mesmo modo, a cabine foi personalizada com os tons de azul, que são predominantes na marca SATA, e que se encontram nos detalhes do interior da cabine. Para tornar o ambiente ainda mais acolhedor, foi cuidadosamente estudado um esquema de iluminação e de sons de cabine, inspirados na serenidade da natureza do Arquipélago dos Açores e que procuram proporcionar um ambiente agradável a bordo.

A nova aeronave da Azores Airlines, com a matrícula CS-TSM, integrará o planeamento da companhia aérea, tão breve estejam concluídas as formalidades necessárias.

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“Todos os nossos maiores mercados estão cobertos por este aumento de capacidade”, anuncia CEO da TAP na BTL

No próximo verão, a TAP vai reforçar a capacidade no Brasil e América do Norte, disponibilizando mais frequências em nove dos 11 destinos para onde a transportadora opera no Brasil, assim como mais cinco voos por semana para os EUA e outros cinco para o Canadá.

Inês de Matos

No próximo verão, a TAP vai reforçar a operação para o Brasil e América do Norte, disponibilizando “mais frequências em nove dos destinos” servidos no Brasil e 10 na América do Norte, revelou Luís Rodrigues, CEO da companhia aérea, esta quinta-feira, 29 de fevereiro, na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa.

“Todos os nossos maiores mercados estão cobertos por este aumento de capacidade”, afirmou Luís Rodrigues, durante uma apresentação da companhia aérea na principal feira do turismo nacional.

O CEO da TAP explicou que o maior aumento de capacidade está previsto para o Brasil, que vai contar com mais frequências em nove dos 11 destinos para onde a transportadora opera.

“Este ano, temos, no verão, um nível de oferta que nunca tínhamos conseguido ter, um aumento de capacidade para o nosso mercado maior e principal, que é o Brasil, com mais frequências em nove dos destinos, praticamente todos os destinos que voamos no Brasil, que são 11”, começou por anunciar o responsável da companhia aérea de bandeira nacional, revelando que, no total, a TAP vai realizar 96 frequências semanais para o Brasil, a partir de Lisboa e Porto.

Além do Brasil, a TAP vai também aumentar as ligações aéreas à América do Norte, prevendo-se aumentos de cinco frequências para os EUA e outras cinco para o Canadá, passando a disponibilizar 77 voos por semana entre Portugal e os EUA, bem como 20 ligações semanais ao Canadá.

Luís Rodrigues explicou depois que este aumento de capacidade não se deve à introdução de novos aviões na frota da TAP, mas sim às equipas de operações, manutenção e engenharia, e comercial, que fizeram um “magnifico trabalho” de optimização de operação, de libertação de slots internos de manutenção e de performance de rede.

“Conseguirmos disponibilizar mais com o mesmo, que é uma coisa que todos temos de aprender a fazer”, acrescentou o responsável, sublinhando que, “com a mesma frota e as mesmas capacidades, a TAP acrescenta uma quantidade nova de frequências aos mesmos destinos e pode oferecer um melhor serviço aos seus passageiros, nacionais ou internacionais”.

Novos chefs e parceria olímpica

Durante a apresentação, Luís Rodrigues deu ainda a conhecer a nova parceria que a companhia aérea estabeleceu com o Comité Olímpico Português, “na qualidade de levar a comitiva para Paris, para os Jogos Olímpicos”.

Além da parceria para levar até Paris os atletas nacionais que vão participar na próxima edição dos Jogos Olímpicos, a TAP lançou ainda a nova edição do projeto “Local Stars”, que conta com seis novos chefs e que vai levar vários produtos nacionais até à classe executiva dos voos de longo curso da companhia aérea, nos próximos 12 meses.

“A nossa gastronomia está a ser elevada a um nível em que até agora nunca esteve, e que nos puxa e motiva para elevar a experiência turística e a experiência do passageiro a um nível que até agora nunca conseguimos”, afirmou Luís Rodrigues, durante a apresentação.

 

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Air Transat aposta no lazer e vê reservas a subir para o verão

Segundo Artur Sousa, diretor-geral da ATR, que representa a Air Transat em Portugal, as vendas para o verão estão a correr a bom ritmo, até porque a antecedência com que os portugueses fazem a reserva está a aumentar.

Inês de Matos

A Air Transat está satisfeita com o ritmo das reservas para o próximo verão e espera atrair um maior volume de tráfego de lazer, apesar de Artur Sousa, diretor-geral da ATR, que representa a companhia aérea canadiana em Portugal, admitir que é necessário “haver mais promoção do próprio Turismo de Portugal” no Canadá.

“A Air Transat aumentou novamente frequências este ano, temos uma maior oferta e estamos a falar de uma companhia que opera durante o ano todo, em Lisboa, Porto e Faro. O target que, para este ano, tem mais enfoque é a captação de mais turismo, mais lazer”, explicou Artur Sousa, durante um cocktail da ATR, na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa.

No entanto, as rotas da Air Transat continuam a captar mais tráfego étnico do que turístico, com Artur Sousa a indicar que também o tráfego corporativo tem vindo a crescer, o que leva o responsável a defender um aumento da promoção.

“Continua a ser um mercado muito étnico, já começa a haver mais corporativo, mas o turismo ainda não está muito promovido, não pela Air Transat, que faz o seu trabalho, mas somos uma companhia aérea e tem de haver mais promoção do próprio Turismo de Portugal”, queixou-se o responsável, admitindo, no entanto, que a Air Transat tem “algumas ideias para pôr em prática este ano”, que vão ajudar a impulsionar alguns nichos do mercado de lazer.

Apesar disso, as vendas para o verão estão a correr a bom ritmo, com Artur Sousa a destacar que também a antecedência com que os portugueses fazem a reserva está a aumentar.

“Houve uma mudança desde há um par de ano e que é muito significativa, que tem a ver com o Advance Booking, ou seja, os portugueses estão a comprar com maior antecedência, o que é bom para a Air Transat e para todos os nossos parceiros. Estamos com um Advance Booking muito interessante, temos objetivos que penso que vamos concretizar. Prevemos aumentos face ao ano passado”, afirmou ainda o responsável.

Quanto a rotas, Artur Sousa destaca essencialmente os voos do Porto, onde a Air Transat é a única companhia aérea a voar diretamente para o Canadá, numa oferta que tem também atraído muitos turistas americanos.

“Há americanos a apanhar voos no Canadá. O sucesso de algumas rotas para o Canadá, em grande parte, vem do mercado americano. Ou seja, muitos americanos preferem fazer EUA-Canadá-Portugal em várias situações”, revelou ainda Artur Sousa.

 

 

 

 

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Aviação viveu ano mais seguro da última década em 2023

De acordo com o Relatório Anual de Segurança da IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, no ano passado, apenas se registou um acidente fatal em 1,26 milhões de voos, a taxa mais baixa dos últimos 10 anos.

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2023 foi o ano mais seguro da última década na aviação, apurou o Relatório Anual de Segurança da IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, que diz que, no ano passado, se registou apenas um acidente em 1,26 milhões de voos, a taxa mais baixa dos últimos 10 anos.

“Não houve perdas de casco ou acidentes fatais envolvendo aeronaves a jato de passageiros em 2023”, acrescenta a associação, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 28 de fevereiro.

Os dados do relatório da IATA mostram que, em 37 milhões de movimentos de aeronaves em 2023, que corresponderam a mais 17% face ao ano anterior, houve apenas um acidente fatal com uma aeronave turboélice.

No ano passado, também o risco de mortalidade melhorou, num rácio que passou de 0,11 em 2022 para 0,03 em 2023, o que quer dizer que, “com este nível de segurança, em média, uma pessoa teria que viajar de avião todos os dias durante 103.239 anos para sofrer um acidente fatal”.

Nenhuma das companhias aéreas da IATA registou qualquer acidente fatal e, no total, houve apenas registo de uma ocorrência com um aparelho turboélice, o que, diz a associação, representa uma melhoria positiva em relação aos cinco acidentes fatais registados em 2022 e à média dos últimos cinco anos (2019-2023), que era de cinco fatalidades.

“O desempenho de segurança de 2023 continua a demonstrar que voar é o meio de transporte mais seguro. A aviação dá maior prioridade à segurança e isso ficou evidente no desempenho de 2023”, congratula-se Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

 

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APG Portugal é o novo GSA da FlyAngola no mercado português

Apesar de não voar para aeroportos portugueses, a FlyAngola conta com uma rede de destinos relevantes para o mercado português, com destaque para os voos entre São Tomé e a ilha de Príncipe, bem como entre Luanda e Cabinda.

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A APG Portugal passou a representar comercialmente a FlyAngola no mercado nacional, depois de ter sido nomeada GSA da companhia aérea angolana em Portugal, segundo comunicado enviado à imprensa.

“Esta parceria estratégica visa fortalecer a presença e promover o desenvolvimento comercial da FlyAngola em Portugal”, lê-se na informação divulgada pela APG Portugal.

A empresa de representação salienta que, apesar da FlyAngola não voar para aeroportos portugueses, conta com uma rede de destinos que relevante, com destaque para os voos que a transportadora angolana opera entre São Tomé e a ilha de Príncipe, bem como entre Luanda e Cabinda, em aviões Embraer 145 de 50 lugares.

“A FlyAngola traz algo de muito relevante para o mercado Português que são os voos domésticos de São Tomé para a ilha do Príncipe. Estes vão permitir a reserva de grupos, todos os passageiros poderão levar uma mala de porão de 23kgs e acontecem em dias em que não existem voos ou em que existem menos voos entre as duas ilhas”, salienta Rute Rapaz, responsável pela APG em Portugal.

No caso dos voos entre Luanda e o enclave de Cabinda, que segundo a responsável é “a rota doméstica mais importante de Angola”, a FlyAngola tem ainda “tarifas flexíveis que permitem alterações de última hora, sem custos, o que é excelente para passageiros em ligação”.

 

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MSC Cruzeiros disponibiliza transferes para cruzeiros com partida de Lisboa

Porto/Lisboa/Porto; Aveiro/Lisboa/Aveiro; Coimbra/Lisboa/Coimbra; Faro/Lisboa/Faro e Albufeira/Lisboa/Albufeira são os trajetos abrangidos pelos transferes que a MSC Cruzeiros vai disponibilizar para os seus cruzeiros com partida e chegada a Lisboa.

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A MSC Cruzeiros vai disponibilizar transferes de ida e volta de várias cidades portuguesas para os 19 cruzeiros com partida e chegada a Lisboa que a companhia de cruzeiros vai promover, a bordo do MSC Orchestra.

“Com os transferes, a MSC Cruzeiros dará a possibilidade aos passageiros de embarcar a partir de casa e, quando o cruzeiro terminar, a companhia leva-o de regresso a casa, garantindo ainda mais conforto e facilidade aos passageiros que desejam navegar com a MSC Cruzeiros”, indica a companhia de cruzeiros, em comunicado.

Porto/Lisboa/Porto; Aveiro/Lisboa/Aveiro; Coimbra/Lisboa/Coimbra; Faro/Lisboa/Faro e Albufeira/Lisboa/Albufeira são os trajetos abrangidos pelos transferes que a MSC Cruzeiros vai disponibilizar.

A companhia explica que, no norte, os transferes têm como o ponto de partida/chegada a cidade do Porto e contam com paragens em Aveiro e Coimbra também para embarque/desembarque de passageiros.

Já a sul, sul, os transferes da MSC Cruzeiros têm como o ponto de partida/chegada a cidade de Faro, neste caso, com paragem em Albufeira também para embarque/desembarque de passageiros.

Recorde-se que a MSC Cruzeiros já tinha lançado uma promoção para os cruzeiros com embarque e desembarque em Lisboa, denominada “Promoção Especial Lisboa”, que dá aos passageiros a possibilidade de realizarem uma reserva num dos 19 cruzeiros com partida e chegada a Lisboa, entre abril e outubro de 2024.

No total, a MSC Cruzeiros conta, este ano, com 19 cruzeiros com partida e chegada a Lisboa, a bordo do MSC Opera, e que contam com escalas em Alicante (Espanha), Mahón (Espanha), Olbia (Itália), Génova (Itália), Marselha (França), Málaga (Espanha) e Cádiz (Espanha), num itinerário com a duração de 10 noites.

Além destes 19 cruzeiros, a companhia disponibiliza ainda dois mini-cruzeiros com a duração de cinco noites, o primeiro dos quais conta com embarque em Génova, Itália, a 24 de abril, enquanto o segundo tem partida de Lisboa, a 5 de novembro, ambos no MSC Orchestra.

Todas as informações sobre os cruzeiros portugueses da MSC Cruzeiros podem ser consultadas aqui.

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