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Mundial do Qatar impulsiona reservas de voos para a região do Golfo

As reservas para a região do Golfo estão a registar um crescimento exponencial para o período do Mundial de Futebol que se realiza de 20 de novembro a 18 de dezembro, no Qatar.

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O Campeonato do Mundo de Futebol do Qatar, a realizar de 20 de novembro a 18 de dezembro, está a impulsionar as reservas para o país do Médio Oriente, segundo indica uma análise realizada pela ForwardKeys.

Os números da consultora mostram que as reservas provenientes dos 31 países que participam no Mundial organizado pela FIFA para o Qatar, bem como para os Emirados Árabes Unidos (EAU), onde muitos dos fãs irão permanecer durante o evento, estão 10 vezes acima dos níveis pré-pandemia.

Em termos de crescimento, o país de origem com performance mais forte, para o período em que decorre a prova, são os Emirados Árabes Unidos, com um aumento 103 maior que no ano de 2016, ano que serve de benchmark, já que entre 2017 e 2021 as viagens entre os dois destinos estavam canceladas devido a uma crise diplomática.

Em segundo lugar, aparece o México, com uma procura 79 maior que no mesmo período de 2019, seguido da Argentina (+77 vezes) e Espanha (+53 vezes).

A forte performance dos EAU é explicada pela falta de alojamento no Qatar, esperando-se que muitas pessoas permaneçam nos EAU e voem durante o dia para o Qatar em dias de jogos. Atualmente, as viagens de um dia representam 4% de todas as chegadas ao Qatar durante o Campeonato do Mundo, 85% das quais têm origem nos Emirados Árabes Unidos.

Apesar da exigência de apresentar um teste COVID-19 negativo para entrar no Qatar, a popularidade do torneio é tanta que já foram feitas milhões de buscas online por voos para o país organizador do Mundial nos primeiros nove meses do ano. Segundo as contas da ForwardKeys, 12% são para viagens com origem nos EAU, 12% dos EUA, 7% de Espanha, 7% da Índia, 6% do Reino Unido e 6% da Alemanha.

O torneio, que se realiza pela primeira vez no Médio Oriente, “beneficiará toda a região do Golfo, já que as reservas de voos para os países da região durante toda a competição estão atualmente 16% acima do normal, enquanto para a fase de grupos as reservas estão 61% acima”, refere a ForwardKeys em nota de imprensa.

Uma análise mais aprofundada revela que muitos visitantes que se deslocam ao Campeonato do Mundo também estão a viajar para outros destinos na região. A ForwardKeys indica que “o número de viajantes que fica pelo menos duas noites no Qatar e, pelo menos mais duas noites noutro país da região do Golfo, é 16 vezes maior do que antes da pandemia em 2019”.

O Dubai é, de longe, o maior beneficiário dessa tendência, captando 65% das visitas, seguido de Abu Dhabi (14%), Jeddah (8%), Mascate (6%) e Medina (3%). Já o mercado de origem mais importante para estes “turistas regionais” são, segundo a análise da ForwardKeys, “os EUA, que é responsável por 26% das visitas, seguidos do Canadá (10%), Reino Unido (9%) e França, México e Espanha, cada um com 5%”.

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‘Festival do Japão’ vai assinalar 480 anos de relações entre Portugal e o Japão

O “Festival do Japão” vai decorrer em junho e é uma das iniciativas que pretendem assinalar os 480 anos de relações entre Portugal e o Japão.

A Câmara de Comércio de Portugal e Japão vai organizar, em junho, o “Festival do Japão”, uma das iniciativas que visam assinalar os 480 anos de relações entre os dois países, avançou o embaixador do Japão em Portugal, Makoto Ota, em entrevista ao Diário de Notícias.

Segundo o embaixador, além do “Festival do Japão”, a efeméride será assinalada por várias outras iniciativas, que vão decorrer entre maio e junho, bem como entre setembro e novembro.

“Pretendemos realizar vários eventos comemorativos dos 480 anos de amizade entre Portugal e o Japão e um dos maiores é o Festival do Japão, organizado pela Câmara de Comércio de Portugal e Japão, que acontecerá em junho deste ano. Além disso, entre maio e junho e setembro e novembro pretendemos realizar vários eventos culturais para assinalar esses 480 anos de amizade entre os dois países”, indicou Makoto Ota.

No âmbito destas comemorações, estão ainda previstas exposições na Fundação Oriente e na Fundação Gulbenkian, tendo sido igualmente criado um logótipo para assinalar as celebrações, que foi desenvolvido por iniciativa conjunta da Embaixada do Japão em Lisboa e da Embaixada de Portugal em Tóquio, e que junta a flor de cerejeira, ícone japonês, ao azulejo, que é um dos símbolos de Portugal.

Recorde-se que os portugueses foram o primeiro povo europeu a estabelecer contacto com o Japão, em 1543, e desde então os dois países mantém relações próximas.

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Unted Arab Emirates, Dubai

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Dubai recebeu 14,36 milhões de visitantes internacionais em 2022

Segundo o Departamento de Economia e Turismo do Dubai (DET), o destino alcançou, em 2022, 86% dos números de visitantes internacionais registados no período pré-pandémico.

O Dubai recebeu, no ano passado, um total de 14,36 milhões de visitantes internacionais, número que representa um crescimento de 97% em relação aos 7,28 milhões de turistas registados em 2021, indicam os mais recentes dados do Departamento de Economia e Turismo do Dubai (DET).

Segundo um comunicado enviado à imprensa pelo DET, o Dubai alcançou, em 2022, 86% dos números de visitantes internacionais registados no período pré-pandémico, quando o destino tinha recebido 16,73 milhões de visitantes internacionais.

“O crescimento excecional do fluxo de visitantes reflete o contínuo crescimento do Dubai como uma das cidades mais conectadas do mundo e a sua determinação em liderar o mundo em termos de infraestruturas de hospitalidade e níveis de serviço. Estou confiante de que o Dubai contribuirá ainda mais para o crescimento do turismo global e da conectividade das viagens nos próximos anos”, congratula-se Hamdan bin Mohammed bin Rashid Al Maktoum, príncipe herdeiro do Dubai e presidente do Conselho Executivo do Dubai.

O forte crescimento do Dubai foi ditado pela subida dos mercados tradicionais e emergentes, com a Europa Ocidental e as regiões do Golfo a representarem, cada uma, 21% das chegadas, enquanto a região do Gulf Cooperation Council (GCC) também representou 21% das chegadas, depois de um “aumento exponencial na sua quota de chegadas”, que era de 13% em 2021.

Já o Sul da Ásia contribuiu com 17% do volume total, enquanto a região do Médio Oriente e Norte de África (MENA, sigla em inglês) contribuiu com 12% e o continente Americano foi ainda responsável por sete por cento das chegadas, enquanto a região do Norte e Sudeste Asiático e África contribuíram com cinco por cento cada uma, e a Australásia com dois por cento.

O crescimento foi também comum à hotelaria do Dubai, que viu a ocupação média subir para 73%, estabelecendo-se como “uma das mais elevadas do mundo”, já  que este indicador estava, no ano anterior, nos 67%.

De acordo com o DET, a recuperação da hotelaria está ainda abaixo do período pré-pandemia, quando a ocupação média era de 75%, o que também se explica pelo aumento de 16% na oferta de quartos que ocorreu em 2022 e que levou a que o Dubai passasse de 126.120 quartos disponíveis em 741 estabelecimentos em 2019 para 146.496 quartos em 804 estabelecimentos hoteleiros no final do ano passado.

Em 2022, o Dubai recebeu a Expo’20, evento que, segundo o DET, “deu um enorme contributo para o desempenho da indústria do turismo”, uma vez que atraiu ao Dubai mais de 24 milhões de visitas, provando “mais uma vez a capacidade do Dubai para acolher grandes eventos globais” e reforçando “a sua posição como destino de eventos internacionais”.

Além da Expo’20, também a gastronomia do Dubai, o turismo de cruzeiros e iates, e as novas atrações, como o Museu do Futuro ou a Expo City, “ajudaram à constante evolução da proposta do destino em 2022”.

Os planos do Dubai para o futuro são igualmente ambiciosos, uma vez que o destino vai implementar o Plano Director Urbano do Dubai 2040, que visa expandir a oferta turística do emirado em mais de 100% e que prevê a realização de várias iniciativas alinhadas com a Estratégia de Turismo dos EAU 2031, que procura atrair 40 milhões de hóspedes até 2031 e aumentar a contribuição do setor turístico para o PIB do emirado para AED 450 mil milhões.

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PortAventura abre nova temporada a 17 de fevereiro com muitas novidades

O PortAventura World inaugura a temporada 2023 já no dia 17 de fevereiro, com a celebração do primeiro Carnaval da história do parque, e promete ser a mais longa desde a sua inauguração em maio de 1995, com uma duração prevista de cerca de 300 dias.

O diretor geral do parque de diversões, David García Blancas, que acaba de anunciar as novidades desta temporada, disse que a meta, a partir de agora, é que esteja operacional durante todo o ano -com exceção de janeiro-, como é o caso dos principais parques europeus.

Uma das principais novidades do PortAventura World este ano será a celebração da primeira edição do Carnaval ao longo de 15 dias não consecutivos. Terá a duração dos fins de semana de fevereiro e março, com um extenso programa de atividades inspirado nas festas mais famosas do mundo: Rio de Janeiro e Veneza, segundo notícia avançada pelo jornal espanhol Hosteltur.

Outra grande novidade deste ano, de acordo com o mesma fonte, será a inauguração da primeira atração dark ride do mundo: Uncharted , uma montanha-russa de quase 700 metros, baseada no universo do filme da Sony Pictures protagonizado por Tom Holland.

O PortAventura World espera ultrapassar este ano o recorde de visitas e afluências registado nos anos anteriores, graças ao compromisso de ajustar sazonalmente a sua oferta, com novas experiências e campanhas para todos os públicos.

“A nossa aposta na personalização, digitalização e sazonalidade da oferta vão ajudar-nos a levar experiências únicas e inesquecíveis a novos públicos e mercados e, para isso, queremos continuar a contar com o apoio e colaboração dos mais altos representantes da operação turística internacional”, disse David García.

Em termos de responsabilidade ambiental e descarbonização, o parque de diversões localizado na Costa Dourada, em Espanha,  vai inaugurar no segundo trimestre do ano a maior central fotovoltaica de autoconsumo numa estância de férias em Espanha e uma das maiores da Europa: PortAventura Solar. O projeto, anunciado em agosto passado, envolveu um investimento de cerca de cinco milhões de euros e cobrirá um terço das necessidades energéticas das instalações.

Na área da digitalização e inovação, a empresa vai continuar a promover iniciativas estratégicas que enriquecem a experiência do cliente, como o videojogo The Beat Challenge, uma experiência imersiva que complementa a oferta de entretenimento digital.

 

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Baleares perto do limite de turistas definido

O Governo regional das ilhas Baleares definiu, no seu roteiro para a remodelação da indústria turística das ilhas, um limite de 16,5 milhões de turistas por ano.

As ilhas Baleares receberam, em 2022, segundo dados oficiais, 16.475.579 turistas, número muito perto do limite do teto máximo que o Governo pretende impor para o turismo nas ilhas.

De acordo com o Executivo regional, 16,5 milhões é o máximo de turistas que o território poderá receber, limite esse definido no roteiro para a remodelação da indústria turística das ilhas.

O Governo tem vindo a referir que o objetivo é aumentar a qualidade dos visitantes nas ilhas Baleares em vez de uma evolução em quantidade, definindo que tal realidade terá de passar por uma melhoria na qualidade da oferta e dos serviços e até tentar reduzir o número de chegadas, sobretudo nos meses de verão, quando os locais e até os turistas se apercebem da saturação sofrida pelas Ilhas.

“Acreditamos que é viável ter mais ocupação com menos turistas. Apesar das teorias de quem aposta na quantidade em detrimento da qualidade, está demonstrado que vamos no bom caminho”, afirmou Iago Negueruela, ministro da Economia, Turismo e Trabalho, também em clara referência ao recorde alcançado pela Ilhas Baleares, em 2022, quando as ilhas alcançaram o maior gasto turístico da sua história.

Já Antoni Riera, diretor da Fundació Impulsa, discorda do ministro, tendo referido ao jornal “Periódico de Ibiza” que, “ninguém sabe a real capacidade de carga das Ilhas”, salientando que “não se pode falar num número, embora seja inegável o impacto social e ambiental que o turismo tem hoje”.

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Câmara do Turismo contra aumento da taxa turística em Cabo Verde

Aumentar a taxa de turismo em Cabo Verde de dois para dois euros e meio, um aumento equivalente a 25%, é um “exagero”, considera Jorge Spencer Lima.

O presidente da Câmara do Turismo de Cabo Verde, Jorge Spencer Lima, que falava num encontro com o Presidente da República, José Maria Neves e empresários do Sal, avisou que, aumentar os custos da taxa de turismo, por exemplo, é tirar a competitividade ao destino, questionando que quem vai pagar são os cabo-verdianos.

“É um exagero, o sector não foi ouvido, ninguém nos perguntou qual é a nossa opinião. Resolve-se os problemas aumentando os custos, mas aumentando os custos, estão-nos a tirar a competitividade ao destino”, acautelou, citado pela Agência de Notícias Inforpress.

“Temos que ter esta consciência. Tem-se que entender que vendemos o país, os pacotes, com praticamente um ano de antecedência, e ao se aumentar os custos em cima da hora, alguém vai sofrer, porque a agência que vendeu o pacote, não quer saber… está vendido, está vendido. Não é seu problema se a taxa turística aumentou”, explicou, de acordo com a mesma fonte, para realçar que assim “fica difícil trabalhar”, tendo defendido o diálogo e concertação em vez de se tomar medidas “sem ouvir ninguém”.

O dirigente lembrou que o turismo é um setor “extremamente importante” para Cabo Verde, que contribui com 25 por cento (%) do Produto Interno Bruto (PIB), mas reiterou que é preciso parar de pensar que o turismo é a galinha de ovos de ouro, que só põe ovos, mas não se lhe dá de comer…”.

Jorge Spencer Lima disse que nenhuma parte do dinheiro da taxa turística arrecadada com a presença dos turistas em Cabo Verde é investido diretamente no setor do turismo. “Quando dizemos investir no setor do turismo, estamos a dizer que uma parte dessas receitas deve voltar para o setor diretamente e não indiretamente, para criar condições de trabalho, prestação de serviços, mais qualidade, qualificação profissional (…), tudo isso tem de ser feito”, explicou, de acordo com notícia veiculada pela Inforpress.

 

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Rio de Janeiro revoluciona política fiscal e aumenta segurança para atrair turismo

Para recuperar o lugar de principal destino turístico brasileiro, o Rio de Janeiro procedeu a alterações na política fiscal e de segurança pública, que levaram a uma mudança de paradigma com resultados para toda a economia, especialmente no turismo.

Inês de Matos

O Estado do Rio de Janeiro, no Brasil, procedeu a uma mudança de paradigma durante a pandemia, que levou a uma alteração da política fiscal e à melhoria dos índices de segurança, e que, segundo Cláudio Castro, governador do Estado do Rio de Janeiro, está a ter impacto direto em toda a economia e também no setor do turismo.

“Quando a economia começa a dar certo, cria-se um ciclo virtuoso, o que foi brindado com números recorde nos hotéis, bares e restaurantes, e em todo o nosso turismo”, começou por afirmar Cláudio Castro, durante uma conferência de imprensa em Lisboa sobre a promoção turística do Rio de Janeiro e a internacionalização do Estado para atração de negócios.

De acordo com o governante, a mudança começou ainda durante a pandemia, uma vez que o Rio de Janeiro foi um dos destinos brasileiros mais impactados pela COVID-19, o que levou a que as autoridades mudassem o paradigma face à cadeia produtiva.

“Escolhemos duas palavras que, na minha opinião, foram um grande acerto: equilíbrio e diálogo.  Até à minha entrada, os setores não eram ouvidos, o Governo do Estado tomava as decisões e todos tinham de seguir as decisões. Decidi que essa não seria mais a postura, seria olhar para o turismo e para o empreendedor, para o comércio e para a indústria, ou seja, olhar para todos os setores que são quem realmente faz a riqueza de uma cidade, de um Estado ou de um país”, explicou.

Segundo Cláudio Castro, este novo paradigma levou a que, a partir daí, o Estado se tenha passado a reger por “uma nova filosofia de que a segurança jurídica, política e a tranquilidade para empreender seriam os marcos do Rio de Janeiro”.

Esta mudança, acrescentou o responsável, levou a que o Rio de Janeiro tenha recuperado o seu lugar de destaque no turismo brasileiro, voltando a ser o destino mais procurado para turismo no país, lugar que tinha perdido para São Paulo e para a Bahia.

“Isso fez com que em seis meses retomámos o primeiro lugar na procura e começámos a cumprir aquilo que tínhamos acordado com a cadeia contributiva, diminuindo em 25% o imposto de bares e restaurantes, criámos condições especiais, fizemos o refinanciamento e criámos um programa de financiamento em que o Estado emprestou, com juros zero e 12 meses de carência, 500 milhões de reais a empreendedores que queriam retomar a sua atividade depois da dificuldade da pandemia”, explicou Cláudio Castro.

Paralelamente à fiscalidade, o Rio de Janeiro levou ainda a cabo um extenso trabalho em prol da sustentabilidade que, segundo o Governador do Estado do Rio de Janeiro, “também está a atrair o turismo verde” e tem vindo ainda a investir na segurança pública, nomeadamente dos turistas, num trabalho que, indica o responsável, também está a evidenciar resultados muito positivos.

“A última ponta dessa política é a segurança pública. Temos os melhores índices de segurança pública dos últimos 10 anos”, afirmou, revelando que o Estado do Rio de Janeiro já investiu cerca de dois mil milhões de reais na melhoria dos serviços de policiamento.

Quem também marcou presença neste encontro em Lisboa foi Gustavo Tutuca, secretário de Estado de Turismo do Rio de Janeiro, que revelou que o Estado “reativou, por determinação do governador, o Conselho de Segurança Turística”.

De acordo com o responsável, a “consolidação do projeto de segurança turística” é um dos destaques da mudança de paradigma que aconteceu no Rio de Janeiro, uma vez que, defendeu, a segurança para o turismo deve ser encarada de forma diferente.

“Por isso, temos um batalhão de policiamento turístico específico e com estratégias para o policiamento de áreas de interesse turístico e uma delegacia específica para o atendimento ao turista no Rio de Janeiro e estamos a ampliar a atuação destes dois órgãos por determinação do governador e avançando nesta estratégia, que é importante para melhorar a sensação de segurança do turista”, explicou.

Certo é que o trabalho já está a surtir efeito e, como revelou Cláudio Castro, atualmente o Rio de Janeiro tem, por exemplo, índices de homicídio doloso inferiores aos de 1991, o que leva o responsável a considerar que o destino “voltou a ser um local propicio e que a meta é voltar a internacionalizar a marca Rio de Janeiro”.

“Claro que ainda temos problemas, mas estamos num processo de evolução muito grande, muito forte e não tenho a menor dúvida que o setor do turismo é uma grande mola propulsora porque, além de trazer gente de fora, também contrata a nossa base, o que faz girar toda a economia desde a base”, concluiu Cláudio Castro, defendendo que “o turismo é essa primeira mola que quando começa a funcionar, leva a que todo o Rio de Janeiro comece a funcionar”.

Além das mudanças nas politicas fiscal, de sustentabilidade e ao nível da segurança, o Rio de Janeiro vai também receber grandes eventos internacionais e voltar a participar nas principais feiras de turismo internacionais, a exemplo da BTL, ITB e WTL Londres, ao mesmo tempo que está a apoiar press e famtrips internacionais, assim como a atração de companhias aéreas para aumentar a conetividade aérea.

 

 

 

 

 

 

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Santuário do Cristo Redentor prepara festival de turismo religioso para a JMJ de Lisboa

O santuário do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, quer promover em Lisboa o evento “Brasil com Fé”, que deverá incluir feira, área expositiva e vários espetáculos por ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).

Inês de Matos

O Santuário do Cristo Redentor quer promover em Lisboa, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), um festival de turismo religioso para assinalar o 10.º aniversário do evento no Rio de Janeiro e estreitar relações entre o principal santuário brasileiro e o português Cristo-Rei, em Almada.

“Pensámos num projeto para um evento de nove dias, desde 29 de julho, quando celebramos os 10 anos da JMJ do Rio de Janeiro, para falar de turismo religioso e do Rio de Janeiro através da cultura, arte e fé. Vai ser uma oportunidade única”, explicou sexta-feira, 3 de fevereiro, Carlos Lins, Head of Marketing do Cristo Redentor, durante uma conferência de imprensa em Lisboa.

De acordo com o responsável, o projeto contempla a realização de um grande evento, sob a designação “Brasil com Fé”, que deverá decorrer nos jardins da Torre de Belém, em Lisboa, e que tem arranque previsto para dia 29 de julho, data que marca o 10.º aniversário da JMJ no Rio de Janeiro.

Segundo Carlos Lins, além de disponibilizarem uma área de 47 mil metros quadrados, os jardins da Torre de Belém são o local ideal para a realização deste evento também porque, a nível simbólico, foi desta zona da cidade que partiram as naus que descobriram o Brasil, sendo ainda um local próximo ao Cristo-Rei, que foi inspirado no Cristo Redentor e que também vai ter um papel neste evento.

“É um local próximo ao santuário do Cristo-Rei, que foi inspirado no Cristo Redentor. São santuários irmãos e, por isso, o Cristo-Rei de Almada vai fazer parte dessa grande celebração prevista para agosto”, explicou o responsável.

Além de uma área expositiva e de uma feira com stands dedicados ao turismo religioso, o evento “Brasil com Fé” prevê também a realização de espetáculos musicais num “grande palco” que deverá ficar colocado em frente à Torre de Belém, bem como espetáculos de projeção mapeada para contar a história dos santuários e de drones, além de uma experiência imersiva relacionada com a fé.

Paralelamente, está também prevista a construção de um “Cristo Redentor gigante” e insuflável, que vai ficar colocado em frente ao Cristo-Rei e que deverá contar com curadoria de personalidades conhecidas do grande público, como a cantora brasileira Fafá de Belém.

“Queremos aproveitar esse fluxo de jovens europeus e os brasileiros que moram em Portugal para trazer essa grande feira de brasilidade, com a exposição dos santuários e do turismo religioso, para explorar essa grande vocação de turismo religioso que temos, com um grande festival”, acrescentou Carlos Lins.

Recorde-se que a JMJ vai decorrer em Lisboa, entre 1 e 6 de agosto, devendo trazer até à capital portuguesa mais de um milhão peregrinos.

 

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Hotelaria do Rio de Janeiro espera ocupação de 95% para o Carnaval

Segundo Gustavo Tutuca, secretário de Estado do Turismo do Rio de Janeiro, a hotelaria de luxo está já “praticamente lotada para o Carnaval deste ano”.

Inês de Matos

A hotelaria do estado Rio de Janeiro, no Brasil, deverá registar uma ocupação de cerca de 95% para o Carnaval de 2023, avançou sexta-feira, 3 de fevereiro, Gustavo Tutuca, secretário de Estado do Turismo do Rio de Janeiro.

De acordo com o responsável, que falava numa conferência de imprensa de promoção turística do Rio de Janeiro em Lisboa, este será o “primeiro Carnaval pleno” do Rio de Janeiro depois da pandemia, pelo que se espera o regresso em força dos turistas à cidade, que é também a principal porta de entrada do turismo no Brasil.

“Para o Carnaval de 2023, que é o primeiro Carnaval pleno depois da pandemia, em que vamos ter blocos de rua, a Sapucaí e o Carnaval no interior funcionando, já temos a previsão de 95% de ocupação hoteleira no estado durante o Carnaval”, afirmou o secretário de Estado do Turismo do Rio de Janeiro.

Gustavo Tutuca revelou ainda que a ocupação tem vindo a subir fortemente principalmente na hotelaria de luxo, que está já “praticamente lotada para o Carnaval deste ano”.

 

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SCORING abre candidaturas para encontrar as 10 melhores PME por setor e região

A SCORING, empresa de serviços nas áreas de gestão estratégica e financeira, de estudos de mercado e de formação, acaba de lançar a 4.ª edição das certificações Top 10 Melhores PME do Setor e Top 10 Melhores PME da Região.

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As candidaturas a estas certificações, às quais as PME do setor do turismo também estão incluídas, devem ser submetidas até dia 28 de fevereiro de 2023, através do site da SCORING, em scoring.pt, preenchendo o formulário, ou através do número, 210 162 502. A apresentação da candidatura é gratuita. Basta indicar o NIF, a categoria ou categorias a que se candidata e a informação de contacto, para que a SCORING possa dar seguimento ao processo.

O objetivo é destacar as empresas que são referência nos seus setores e regiões, aliando um volume de negócios ou um balanço relevante (mínimo de um milhão de euros) aos melhores índices de desempenho e de solidez financeira: apenas as 10 empresas que apresentarem os melhores indicadores podem ser certificadas em cada categoria.

“As certificações Top 10 Melhores PME do Setor e da Região conferem reconhecimento e confiança junto dos clientes, dos colaboradores e da opinião pública, tendo em conta que se trata das certificações económico-financeiras mais seletivas em Portugal, acessíveis a menos de 0,5 % das PME”, refere Carlos Gouveia, CEO da SCORING.

As empresas podem candidatar-se à distinção Top 10 Melhores PME do Setor, Top 10 Melhores PME da Região ou a ambas. Para candidatura à Certificação Top 10 Melhores PME do Setor a empresa deve apresentar pelo menos 50% do volume de negócios anual, no setor de atividade ao qual se candidata. No caso da Top 10 Melhores PME da Região, deve estar sediada na região de candidatura.

Uma vez aceite a candidatura, as empresas passam por várias fases de um processo de análise e validação, onde é assegurada a garantia de isenção e o rigor de todas as candidaturas, por parte de uma comissão científica e sujeita a uma classificação financeira, baseada num método auditado pela Bureau Veritas. Em março, a SCORING faz a seleção das empresas por categoria (Setor e Região) e divulga os resultados.

 

Para todas as empresas distinguidas, figurando entre as 10 primeiras numa das categorias, existe um programa de comunicação, que lhes permite divulgar, junto dos seus públicos e mercados: a apresentação de um selo digital personalizado com o número de identificação fiscal e a região ou o setor ao qual pertencem; e a entrega de uma imagem personalizada relativa à certificação, para partilha na assinatura de e-mail, no website, nas redes sociais e no estacionário da empresa.

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“Territórios do Interior devem ser uma prioridade na promoção turística”, defende Nuno Fazenda

O secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda, participou esta quinta-feira, 2 de fevereiro, numa sessão pública sobre a Agenda para o Turismo no Interior, em Viseu.

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O secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda, defendeu esta quinta-feira, 2 de fevereiro, que “os territórios do Interior devem ser uma prioridade na promoção turística”, motivo pelo qual o Governo conta apresentar, em abril, a Agenda para o Turismo no Interior.

De acordo com o governante, que falava numa sessão pública sobre a Agenda para o Turismo no Interior, que decorreu no Auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu, “o Interior tem produtos turísticos únicos que devem ser valorizados”.

E Nuno Fazenda apontou medidas que visam descriminar positivamente o interior, a exemplo do programa Consolidar + Turismo, que prevê mais apoios para empresas do Interior; do Portugal Events, que vai diferenciar positivamente os eventos que decorram em destinos afastados do litoral; e da valoração adicional das produções internacionais que escolham filmar em territórios de baixa densidade, ao abrigo da Portugal Film Commission.

A sessão em Viseu integrou o Roteiro da Agenda para o Turismo no Interior, que o governante está a realizar pelo interior do país entre 31 de janeiro e 3 de fevereiro, com o objetivo de ouvir e debater com os atores locais os desafios, as potencialidades e as prioridades do turismo no interior.

Além de Nuno Fazendo, também Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal; Leonor Barata, vereadora do Turismo e Cultura da Câmara Municipal de Viseu; e José dos Santos Costa, presidente do Instituto Politécnico de Viseu, discursaram nesta sessão pública.

Na sua intervenção, o presidente do Turismo Centro de Portugal manifestou preocupação em combater a sazonalidade, a litoralização e a reduzida estadia média, assim como o despovoamento, problemas que afetam a atividade turística no interior, considerando que, para combater estas dificuldades, devem ser destacados os grandes trunfos do Interior do país.

“O Interior de Portugal é o luxo do século XXI, uma vez que oferece tempo, silêncio e segurança. Se passarmos esta mensagem aos mercados internacionais, nomeadamente os mercados emergentes, seremos capazes de atrair mais turistas a estes territórios”, considerou.

A sessão contou depois com dois painéis dedicados aos temas “O Turismo no Interior e no Centro – Redes e Conhecimento” e “O Turismo no Interior e no Centro – As Empresas”, aos quais se seguiu um período de debate.

No âmbito do Roteiro da Agenda para o Turismo no Interior, Nuno Fazenda visitou, também a Casa das Fidalgas, em Santar, Nelas, e o Grande Hotel Lisboa, nas Termas de São Pedro do Sul.

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