Assine já
Transportes

Nome, morada e ‘e-mail’ de passageiros entre os dados expostos após ataque à TAP

Embora não existam indícios de que dados de pagamento tenham sido exfiltrados dos sistemas, os dados pessoais dos clientes da TAP divulgados pelo grupo cibercriminoso Ragnar Locker vão do nome, morada, ‘e-mail’, data de nascimento até data de registo e número de passageiro. Para já a TAP diz que o acesso ao serviço Miles&Go ou à área reservada dos clientes não foi comprometido.

Publituris
Transportes

Nome, morada e ‘e-mail’ de passageiros entre os dados expostos após ataque à TAP

Embora não existam indícios de que dados de pagamento tenham sido exfiltrados dos sistemas, os dados pessoais dos clientes da TAP divulgados pelo grupo cibercriminoso Ragnar Locker vão do nome, morada, ‘e-mail’, data de nascimento até data de registo e número de passageiro. Para já a TAP diz que o acesso ao serviço Miles&Go ou à área reservada dos clientes não foi comprometido.

Publituris
Sobre o autor
Publituris
Artigos relacionados
Reestruturação da TAP leva a despedimento coletivo de 124 colaboradores
Homepage
TAP diz não ter indicação de que piratas tenham tido acesso a dados de pagamento
Transportes
TAP confirma que não vai conseguir fazer charters em Lisboa
Homepage
Humberto Pedrosa desmente negociações para vender participação na TAP
Homepage

Os dados pessoais dos clientes da TAP divulgados pelo grupo de cibercriminosos Ragnar Locker, que atacou a companhia aérea em agostos, vão do nome, morada, ‘e-mail’, data de nascimento até data de registo e número de passageiro.

“Lamentavelmente, queremos informar que as categorias de dados pessoais de clientes TAP divulgadas consistem nas seguintes: nome, nacionalidade, sexo, data de nascimento, morada, e-mail, contacto telefónico, data de registo de cliente e número de passageiro frequente”, adiantou a TAP em comunicado.

A companhia aérea indicou que a informação divulgada relativamente a cada cliente pode variar, reiterando que “não há indícios de que dados de pagamento tenham sido exfiltrados dos sistemas”.

“Embora os ciberataques constituam uma ameaça constante para muitas empresas, a TAP tomou imediatamente medidas para a contenção e resolução do incidente, de forma a proteger todos os dados detidos ou geridos”, salientou.

No documento intitulado “Aviso Importante aos Clientes”, a TAP recomendou ainda a “verificação das condições de segurança que os (…) clientes utilizam para aceder à sua área reservada, nomeadamente através da utilização de uma senha forte e da sua alteração frequente”, embora o acesso ao serviço Miles&Go ou à área reservada dos clientes não tenha sido comprometido.

A TAP pediu ainda para que os clientes “se mantenham cautelosos” face “a comunicações não solicitadas que requeiram informações pessoais” e que “evitem clicar em ligações ou descarregar anexos enviados a partir de endereços de ‘e-mail’ suspeitos”.

Além disso, a companhia aérea informa que “não enviará mensagens diretamente a clientes individuais sobre este assunto, por qualquer meio”.

A 20 de setembro, terça-feira, a companhia aérea tinha garantido que conseguiu conter o ataque informático de que foi alvo em agosto numa fase inicial e diz não ter indicação de que os piratas tenham acedido a informações sensíveis, como dados de pagamento.

“Em agosto de 2022, os sistemas internos de cibersegurança da TAP Air Portugal (TAP) detetaram o acesso não autorizado a alguns sistemas informáticos. A TAP está preparada para este cenário e mobilizou de imediato uma equipa de especialistas internos e externos de TI e de peritos forenses para investigar em detalhe o sucedido e prevenir danos adicionais”, explicou a companhia aérea.

Recorde-se que o grupo de cibercriminosos Ragnar Locker publicou na segunda-feira, 19 de setembro, 581 gigabytes (GB) de dados que diz serem relativos a 1,5 milhões de clientes da TAP, garantido, numa mensagem publicada na Dark Web, que “continuam a ter acesso aos sistemas informáticos da TAP”.

Num email enviado aos clientes na semana passada, a TAP alertou os clientes afetados pelo ataque informático, cujos dados foram publicados, de que esta divulgação “pode aumentar o risco do seu uso ilegítimo”, pedindo atenção a comunicações suspeitas.

No email, a transportadora recordou que o ciberataque foi “prontamente comunicado às diversas autoridades competentes”, reiterando que “foram desencadeadas as medidas e procedimentos apropriados de cibersegurança para este tipo de eventos com o apoio de uma empresa internacional especializada e líder da indústria” e que “as medidas adotadas permitiram garantir a integridade dos dados e a operacionalidade, em segurança, de todos os sistemas” da companhia.

“Lamentamos muito que dados pessoais seus tenham sido incluídos nesta divulgação e por qualquer inconveniente que isso lhe possa causar”, disse a TAP, reafirmando ainda o seu “compromisso” com a proteção dos dados pessoais e adiantando que estão “a ser desenvolvidas medidas de reforço da segurança” dos dados.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Artigos relacionados
Transportes

Voos entre a Venezuela e a Colômbia regressam após três anos

Os voos foram retomados esta segunda-feira, 7 de novembro, numa operação assegurada pela venezuelana Turpial Airlines e pela colombiana Satena, que conta com duas ligações aéreas por semana.

A Turpial Airlines, companhia aérea venezuelana, retomou esta segunda-feira, 7 de novembro, os voos entre a Venezuela e a Colômbia, que estavam interrompidos desde março de 2020, na sequência da pandemia da COVID-19.

De acordo com a Lusa, o voo T9 8820 descolou de Caracas, capital da Venezuela, às 17:30 (21:30 em Lisboa) com destino ao Aeroporto Internacional El Dorado, na capital colombiana.

A Lusa diz que os bilhetes para a primeira viagem depois da interrupção motivada pela pandemia só foram colocados à venda na sexta-feira, 4 de novembro, com preços desde 500 dólares para viagens de ida e volta.

A operação da Turpial Airlines entre Caracas e Bogotá decorre duas vezes por semana, com voos às segundas-feiras e sábados, enquanto os voos em sentido contrário são assegurados pela Satena, que disponibiliza preços desde 299 dólares.

A Lusa recorda que o regresso das ligações aéreas entre os dois países já tinha sido adiado por duas vezes desde 26 de setembro, e ocorre seis dias depois do Presidente colombiano, Gustavo Petro, se ter encontrado com o seu homólogo venezuelano, Nicolas Maduro, em Caracas, onde concordaram, entre outras coisas, em “retomar” o transporte entre os dois países.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Emirates e Air Canada iniciam codeshare

Os voos em codeshare já estão disponíveis para venda em 35 mercados, para viagens a partir de 1 de Dezembro, sendo ainda possível que venham a ser adicionados outros 11 mercados até à aprovação regulamentar final.

Publituris

A Emirates e a Air Canada já deram início ao codeshare que estabeleceram e que vai permitir que os passageiros de ambas as companhias aéreas tenham acesso a diversas opções de voo sem interrupções para 46 mercados, que abrangem três continentes, incluindo destinos na América, Médio Oriente, África, Sudeste Asiático, e no subcontinente indiano.

Num comunicado enviado à imprensa, a Emirates explica que os voos em codeshare já estão disponíveis para venda em 35 mercados, para viagens a partir de 1 de Dezembro, sendo ainda possível que venham a ser adicionados outros 11 mercados até à aprovação regulamentar final.

“É com grande prazer que estabelecemos uma parceria com a Air Canada, para expandir o nosso alcance para mais destinos na América do Norte. A parceria com a companhia aérea canadiana permite-nos oferecer aos clientes uma conectividade contínua quando voam para destinos domésticos no Canadá via Toronto”, sublinha Tim Clark, presidente da Emirates Airline.

De acordo com o responsável, com esta parceria, os clientes da Air Canada passam a poder viajar para destinos na Ásia, África e Médio Oriente, através do hub da Emirates no Dubai.

Já Michael Rousseau, presidente e diretor Executivo da Air Canada, destaca que a parceria vai permitir à Air Canada “alargar significativamente a escolha de opções de voo”, passando a disponibilizar mais ligações entre o Canadá e destinos no Médio Oriente, África, Sudeste Asiático e o subcontinente indiano.

“Também nos permitirá atrair mais tráfego de ligação através do nosso centro, Toronto, e expandir a nossa presença nestas regiões dinâmicas, onde se espera um aumento da procura de viagens globais”, acrescenta o responsável da Air Canada.

Além de Toronto, os passageiros da Emirates podem reservar voos de codeshare de e para destinos canadianos, incluindo Calgary, Edmonton, Halifax, Montreal, Ottawa e Vancouver.

Já a Air Canada passa a colocar o seu código nas rotas operadas pela Emirates a partir do seu centro no Dubai, nomeadamente para o subcontinente indiano e para destinos como Colombo, Dhaka, Islamabad, Karachi, e Lahore, assim como para o Sudeste Asiático, incluindo Banguecoque, Hanói, Phuket, Kuala Lumpur e Singapura; para as cidades do Médio Oriente Jeddah e Muscat; bem como para destinos em África, nomeadamente Addis Abeba e Dar Es Salaam.

Em breve, as duas companhias vão ainda disponibilizar “uma oferta de passageiro frequente recíproca, permitindo aos membros da Aeroplan e Skywards ganhar e resgatar pontos em voos operados pela Emirates e Air Canada, respetivamente”, lê-se no comunicado divulgado.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Business man holding airliner aircraft plane on world globe background / worldwide travel concept

Transportes

Ásia-Pacífico impulsiona crescimento do transporte aéreo em setembro

De acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), o tráfego aéreo internacional subiu, em setembro, 122,2% face ao mesmo mês do ano passado, atingindo 69.9% dos níveis de mês homólogo de 2019. 

Inês de Matos

Em setembro, o tráfego aéreo global cresceu 57.0% face a igual mês de 2021 e chegou a 73.8% dos níveis de setembro de 2019, evidenciando uma forte procura internacional, principalmente por parte do mercado da Ásia-Pacífico, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

De acordo com os dados divulgados esta segunda-feira, 7 de novembro, pela IATA, em setembro, o tráfego aéreo internacional subiu 122,2% face ao mesmo mês do ano passado, atingindo 69.9% dos níveis de mês homólogo de 2019.

“Mesmo com as incertezas económicas e geopolíticas, a procura por transporte aéreo continua a recuperar. A exceção ainda é a China, com a sua estratégia COVID zero, que mantém as fronteiras fechadas e está a criar uma montanha-russa de procura no seu mercado doméstico”, aponta Willie Walsh, diretor geral da IATA.

Segundo Willie Walsh, a posição da China “contrasta fortemente com o resto da Ásia-Pacífico”, onde o tráfego internacional cresceu 464,8% em setembro, em comparação com setembro de 2021.

A Ásia-Pacífico foi a região que apresentou o maior crescimento no tráfego internacional entre todas as regiões, tendo registado ainda um aumento de capacidade de 165,3%, enquanto o load factor aumentou 41,5 pontos percentuais, para 78,3%.

Depois da Ásia-Pacífico, a região que mais cresceu no tráfego internacional em setembro foi o Médio Oriente, onde este indicador aumentou 149,7% face a setembro de 2021. Já a capacidade nesta região subiu 63,5% e o load factor aumentou 27,6 pontos percentuais, para 80,0%.

Na América do Norte, o tráfego internacional aumentou 128,9% em setembro, enquanto a capacidade subiu 63,0% e o load factor registou um acréscimo de 24,6 pontos percentuais, para 85,4%, o mais elevado entre todas as regiões pelo quarto mês consecutivo.

Na América Latina, o tráfego internacional aumentou 99,4% em setembro, enquanto a capacidade subiu 73,7% e o load factor cresceu 10,8 pontos percentuais, para 83,5%.

Em África, setembro trouxe uma subida de 90,5% no tráfego internacional, enquanto a capacidade teve um aumento de 47,2% e o load factor subiu 16,7 pontos percentuais, para 73,6%, o mais baixo entre todas as regiões do mundo.

Já na Europa, onde o crescimento vinha a ser mais forte, setembro trouxe um aumento de 78,3% no tráfego internacional, enquanto a capacidade subiu 43,8% e o load factor aumentou 16,3 pontos percentuais, fixando-se nos 84,1%, o segundo mais alto em todo o mundo.

Willie Walsh sublinha ainda que “a forte procura está a ajudar a indústria a lidar com os preços muito altos do combustível”, que, juntamente com a simplificação dos procedimentos aeroportuários, nomeadamente através da biometria, constituem um dos principais desafios da aviação.

“Modernizar a experiência não apenas ajudará a aliviar os pontos de estrangulamento, mas também criará uma experiência melhor para todos”, acrescenta o diretor geral da IATA.

 

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

Mais artigos
Destinos

Viajantes de negócios dispostos a voar menos

Os profissionais que viajam em negócios acreditam que as reduções nas viagens aéreas são um fator importante quando se trata de reduzir a pegada de carbono de uma empresa. Contudo, pretendem que os líderes das respetivas empresas deem o exemplo.

Publituris

Três em cada cinco viajantes de negócios reduziram os seus hábitos de voo como resultado da pandemia, de acordo com uma pesquisa da Transport & Environment.

Na pesquisa realizada junto de mais de 2.506 profissionais no Reino Unido, EUA, França, Alemanha e Espanha, 74% afirmaram que as empresas devem estabelecer metas corporativas de redução de voos e que isso deve fazer parte da política de viagens para combater as mudanças climáticas.

A pesquisa concluiu ainda que que quase três quartos dos profissioanis acreditam que as reduções nas viagens aéreas são um fator importante quando se trata de reduzir a pegada de carbono de uma empresa. E dos 1.279 entrevistados que relataram precisar voar em trabalho, 62% salientaram que reduziram os seus hábitos de voo em comparação com os níveis pré-pandemia. Já 27% disseram que voam com a mesma frequência que antes e 11% revelaram que estão a voar mais.

“Os hábitos de voo corporativo mudaram e os profissionais querem um novo normal em que as empresas assumam a responsabilidade de reduzir a sua parcela de emissões”, afirma Denise Auclair, corporate travel campaign managerda Transport & Environment.

“A mudança acontecerá com metas e políticas claras que se alinham com as expectativas dos profissionais das empresas. Isso só pode ajudar as empresas na corrida atual para recrutar e reter os melhores talentos.”

A pesquisa também destacou um impacto potencial nas reuniões, com 72% dos entrevistados a referirem que estão dispostos a fazer menos voos para reuniões internas e 67% estão dispostos a planear mais reuniões locais, em vez de reuniões globais, para reduzir voos de longa distância. “Os profissionais entendem o impacto climático dos voos de longa distância e estão dispostos a reduzir suas viagens”, refere ainda Auclair, concluindo, no entanto, que esses mesmos funcionários “esperam que a liderança das empresas dê o exemplo e estabeleça metas ambiciosas de redução de viagens de negócios”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

TAP reajusta operação de inverno e prevê cancelar até sete voos por dia

Os cancelamentos de voos deverão acontecer entre 15 de novembro e 31 de dezembro, nas “ligações com menor ocupação e para as quais existam várias alternativas disponíveis na rede TAP ou em companhias parceiras”.

Publituris

A TAP anunciou que, entre 15 de novembro e 31 de dezembro, vai proceder a ajustes na sua operação de inverno, o que poderá levar ao cancelamento, em média, de até sete voos por dia.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea explica que os reajustes se devem a “vários constrangimentos”, a exemplo da mudança para o sistema de navegação Top Sky em Lisboa, da migração do sistema de controlo aéreo em Marselha, do absentismo previsto para o período de Natal e fim do ano e, ainda, por não ter sido possível fazer regressar um avião da Guiné-Conacri.

De acordo com a companhia aérea de bandeira nacional, os cancelamentos de voos deverão acontecer nas “ligações com menor ocupação e para as quais existam várias alternativas disponíveis na rede TAP ou em companhias parceiras”.

A TAP garante que os passageiros afetados pelos cancelamentos “serão informados diretamente e de forma atempada pela TAP, com indicação da solução de viagem alternativa”.

A companhia aérea explica ainda que, “para evitar o cancelamento de voos adicionais, e manter a operação no máximo da sua capacidade”, vai  estender o contrato ACMI com a Air Bulgaria.

A TAP pede desculpa pelos constrangimentos aos passageiros afetados e diz que “está a desenvolver esforços para garantir que todos possam fazer as viagens que planearam sem contratempos”.

“A TAP está a preparar este reajustamento de forma proativa, pensando nos seus clientes e de forma a minimizar os cancelamentos de última hora”, refere ainda a companhia aérea, destacando que as suas equipas “têm feito um trabalho exigente, cuidadoso e detalhado para analisar as restrições que este reajustamento provoca e proteger tanto os passageiros como a operação da TAP da melhor forma possível”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Lisboa acolhe batismo e viagem inaugural do novo cruzeiro da Ritz-Carlton Yacht Collection

O EVRIMA é um navio de cruzeiro de ultraluxo, da Ritz-Carlton Yacht Collection e que conta com capacidade para transportar 298 passageiros e 246 tripulantes.

Publituris

O Porto de Lisboa foi este sábado, 5 de novembro, palco da cerimónia de batismo do EVRIMA, o novo navio de cruzeiro da Ritz-Carlton Yacht Collection, que terminou na capital portuguesa a sua viagem inaugural.

Segundo um comunicado do Porto de Lisboa, a passagem do navio pela capital portuguesa foi assinalada com a entrega de uma placa comemorativa da ocasião ao comandante do navio, que já está a realizar um itinerário com destino às Caraíbas, incluindo escalas no Funchal e em Santa Cruz de Tenerife, antes de chegar a Bridgetown, em Barbados.

De acordo com o Porto de Lisboa, o EVRIMA é um navio de ultrluxo, que conta com um rácio de tripulantes/passageiros de 1:1, já que tem capacidade para transportar 298 passageiros e 246 tripulantes.

O navio é avançado a nível ambiental e dispõe de tecnologia moderna que lhe permite uma elevada eficiência energética, o que garante um menor impacto no ambiente e uma maior sustentabilidade.

Construído em Espanha, nos estaleiros Astilleros Barreras Shipyard, este cruzeiro tem 190 metros de comprimento, 26.500 toneladas e 149 cabines, 12 das quais de dois andares, denominadas loft suítes, que contam com ampla área de estar e duas entradas.

O Porto de Lisboa diz ainda que, “além de várias áreas públicas e generoso espaço de convés aberto, o EVRIMA oferece um número acima da média de locais para refeições, que inclui dez experiências culinárias diferentes, como uma churrasqueira ao ar livre e um local de frutos do mar, e vários restaurantes mais intimistas”.

O nome do navio, EVRIMA, foi escolhido para inspirar os viajantes a mergulhar em experiências excecionais, uma vez que EVRIMA é uma palavra grega que significa “descoberta”, e toda a experiência a bordo foi projetada para refletir “o conforto sublime e o serviço lendário” que caracterizam a marca Ritz-Carlton.

O navio conta ainda com a programação Ritz Kid, dedicada às crianças, uma vez que, ao contrário de várias outras companhias de cruzeiros de luxo, a Ritz-Carlton dispõe de atividades para jovens hóspedes entre quatro e doze anos, assim como com uma sala dedicada às atividades das crianças.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Aumento de capital de 62 milhões previsto para a SATA concluído até final do ano

O aumento de capital, no valor de 62 milhões de euros, foi confirmado pela secretária do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral.

Publituris

A secretária do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, afirmou esta sexta-feira, 4 de novembro, que o aumento de capital de 62 milhões de euros previsto para a transportadora aérea açoriana SATA vai ficar concluído até ao final do ano.

“O capital da SATA vai ser aumentado em 62 milhões de euros. Nós já processamos esta verba. Parte já entrou nas contas da SATA, outra vai entrar até ao final do ano. Tem a sua programação estabelecida pelas [secretaria das] Finanças”, afirmou Berta Cabral, em audição na Comissão de Economia da Assembleia Legislativa dos Açores sobre o Plano e Orçamento da Região para 2023, que será discutido e votado em plenário a partir de 21 de novembro.

As declarações da governante foram motivadas pelas questões de António Lima, do BE, e de Carlos Silva, do PS, que notaram que a verba prevista para a injeção de capital na SATA não consta da proposta de Orçamento para 2023, ao contrário do que aconteceu este ano.

“Esta verba, que estava prevista nos Transportes, já não está em 2023. Já processamos o aumento do capital e está, neste momento, no lado das Finanças”, reforçou Berta Cabral.

A secretária regional reiterou ainda a privatização do ‘handling’ da SATA, apesar de tal não estar programado para 2023, ao contrário do que acontece com a alienação da Azores Airlines (companhia do grupo SATA responsável pelas deslocações de e para o exterior do arquipélago), prevista no Orçamento.

A 21 de julho, o Conselho de Governo dos Açores autorizou a injeção de capital de 144,5 milhões de euros na SATA Air Açores e a “posterior conversão em capital social da empresa”, no âmbito do processo de reestruturação aprovado em junho pela Comissão Europeia.

Desses 144,5 milhões, 82,5 milhões são um aumento de capital por conversão de um empréstimo e 62 milhões “por entrada em dinheiro, a subscrever e a realizar integralmente pela Região Autónoma dos Açores”, segundo a publicação em Jornal Oficial.

A proposta de Decreto Legislativo Regional do Orçamento da Região Autónoma dos Açores para 2023 autoriza a “alienação da maioria da participação social indireta” da região na SATA Internacional – Azores Airlines, a companhia aérea do grupo SATA responsável pelas ligações com o exterior do arquipélago.

O “desinvestimento de uma participação de controlo (51%) na Azores Airlines” está previsto no plano de restruturação da companhia aérea açoriana aprovado em junho pela Comissão Europeia.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Qatar Airways ganha prémios da Business Traveller

A poucos dias de receber o Mundial de Futebol, a companhia aérea do Qatar ganhou quatro prémios atribuídos pela Business Traveller. Além da Qatar Airways, também o ‘hub’ do Aeroporto Internacional de Hamad (HIA) foi distinguido como Melhor Aeroporto do Médio Oriente.

Publituris

A companhia aérea nacional do Qatar venceu as distinções de Melhor Companhia Aérea de Longa Distância, Melhor Classe Executiva, Melhor Companhia Aérea do Médio Oriente e Melhor Comida e Bebida a Bordo, prémios atribuídos nos Business Traveller Awards 2022.

O hub da Qatar Airways, Aeroporto Internacional de Hamad (HIA), foi também premiado com o título de Melhor Aeroporto do Médio Oriente, indo ao encontro do compromisso assumido pela companhia aérea de fornecer aos passageiros serviços sem transtornos. Além das conquistas da companhia aérea, a Qatar Airways celebra ainda a sua adesão à oneworld, considerada a Melhor Aliança de Companhias Aéreas.

O CEO do Grupo Qatar Airways, Akbar Al Baker, destaca estes prémios, recebidos a menos de 20 dias de acolher o maior evento de futebol do Médio Oriente”, referindo que “receber quatro novos prémios da Business Traveller ilustra ainda mais a nossa disponibilidade para prestar serviços sem transtornos e excecionais”.

Além disso, diz em comunicado, que “a conquista destes prémios demonstra o nosso compromisso para com os nossos passageiros, enquanto esperamos recebê-los para experimentarem os nossos excelentes serviços durante um dos mais entusiasmantes eventos a nível global”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Azul lança tarifa promocional de 644 euros na rota de Lisboa-Viracopos

A tarifa promocional de 644 euros é válida para voos de ida e volta na rota Lisboa-Viracopos-Lisboa e aplica-se a reservas realizadas até esta segunda-feira, 7 de novembro.

Publituris

A Azul está a oferecer uma tarifa promocional de 644 euros para voos de ida e volta na rota Lisboa-Viracopos-Lisboa, que é válida para reservas realizadas até esta segunda-feira, 7 de novembro.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea brasileira indica que esta tarifa promocional se aplica a viagens que decorram entre 1 de fevereiro e 31 de maio de 2023.

A tarifa de 644 euros já inclui taxas, assim como o transporte de um volume de bagagem até 23 kg.

A companhia aérea diz estar disponível para mais informações, através dos seus contactos em Portugal, concretamente pelo e-mail [email protected] e pelo número de telefone +351 211 350 520.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Tripulantes da TAP aprovam greve para 8 e 9 de dezembro

Os “sistemáticos atropelos” ao Acordo de Empresa em vigor e ao Acordo Temporário de Emergência, levaram o Sindicato Nacional Pessoal de Voo da Aviação Civil a anunciar uma greve para os dias 8 e 9 de dezembro.

Publituris

Os tripulantes da TAP vão avançar com uma greve nos dias 8 e 9 de dezembro, decisão tomada esta quinta-feira, 3 de novembro, em assembleia geral do Sindicato Nacional Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), e que coincidirá com um feriado e sexta-feira seguinte.

Em comunicado, a direção do SNPVAC já tinha informado que pedira uma assembleia geral para “debater o atual momento da empresa e apresentar as conclusões retiradas pela direção sobre a proposta de AE [Acordo de Empresa] enviada pela TAP, além de deliberar eventuais medidas a tomar – não descartando o recurso à greve”.

O sindicato dos tripulantes justifica o pedido de convocatória com os “sistemáticos atropelos” ao Acordo de Empresa em vigor e ao Acordo Temporário de Emergência.

A isso, diz o SNPVAC, somam-se a “falta de respeito que a TAP tem vindo a ter perante os tripulantes” e as “mais do que questionáveis decisões de gestão que acabam por ter um impacto direto e indireto” na vida destes trabalhadores.

A situação “culminou mais recentemente com a denúncia do Acordo de Empresa em vigor, acompanhado de uma proposta de AE inenarrável”, acrescenta.

Recorde-se que durante a apresentação dos resultados trimestrais da TAP, a CEO da companhia, Christine Ourmières-Widener, admitiu que uma greve seria “um desastre, porque afeta todo o trabalho que tem sido feito por todos, depois de um terceiro trimestre que veio provar que estamos certos e que este é o caminho certo para reconstruir o orgulho nesta companhia”.

“Uma greve nunca é boa para qualquer organização e penso que o diálogo que precisamos de ter não deve incluir este tipo de ações, mas não é algo que me caiba a mim decidir. Penso que nos devemos sentar e ver o que é possível fazer”, acrescentou na altura Christine Ourmières-Widener, defendendo que, apesar da greve ser um direito, este “não é o melhor momento” para avançar para uma paralização.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.