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Vinci dá primeiros passos para desenvolvimento dos aeroportos de Cabo Verde

O grupo Vinci acaba de dar o primeiro passo para o desenvolvimento dos sete aeroportos de Cabo Verde ao escolher a empresa portuguesa Quadrante para desenvolver, em consórcio, os estudos de arquitetura e engenharia para a primeira fase do programa.

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O grupo Vinci acaba de dar o primeiro passo para o desenvolvimento dos sete aeroportos de Cabo Verde ao escolher a empresa portuguesa Quadrante para desenvolver, em consórcio, os estudos de arquitetura e engenharia para a primeira fase do programa.

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O Governo cabo-verdiano concessionou o serviço público aeroportuário ao grupo Vinci, envolvendo a gestão por 40 anos dos quatro aeroportos internacionais e três aeródromos, recebendo 80 milhões de euros, em julho.

O contrato de concessão irá permitir a expansão, modernização, manutenção e exploração de quatro aeroportos internacionais (nas ilhas do Sal, Santiago, Boa Vista e São Vicente) e de três aeródromos destinados a tráfego doméstico (ilhas do Fogo, São Nicolau e Maio) e “responder ao crescimento da economia de Cabo Verde, que tem registado um aumento do tráfego aéreo desde 2010, atingindo 2,7 milhões de passageiros anuais em 2018”, pode-se ler no comunicado.

De acordo com o contrato, a primeira parcela, de 35 milhões de euros, deve ser entregue na data de início da concessão e os restantes 45 milhões de euros “no momento em que se registe a recuperação do tráfego registado em 2019 ou, no primeiro trimestre de 2025.

O grupo Vinci terá ainda de pagar anualmente uma percentagem das receitas brutas ao Estado de Cabo Verde, de 2,5% de 2022 a 2041, de 3,5% de 2042 a 2051 e de 7% de 2052 a 2061.

Segundo o CEO da Quadrante, Nuno Costa, “esta é uma ótima oportunidade para reforçar Cabo Verde como destino turístico e até como um ‘hub’ regional, melhorando a sustentabilidade, a conectividade e performance operacional das infraestruturas aeroportuárias”, ao mesmo tempo que se contribuiu para oferecer uma “experiência de excelência” aos passageiros que visitam estes aeroportos.

“Para a Quadrante é também fundamental participarmos no roteiro para a neutralidade carbónica do grupo Vinci, uma vez que estas obras estão incluídas na meta de redução de 50% da pegada de carbono até 2030, com vista à neutralidade carbónica dos aeroportos até 2050”, destacou o executivo.

 

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Governo apresenta projeto de alta velocidade que traz “revolução” à ferrovia

Nova linha ferroviária de alta velocidade vai permitir ligar Lisboa e Porto em apenas uma hora e 15 minutos, num serviço direto e sem paragens, que será construído em três fases.

O Governo apresentou esta quarta-feira, 28 de setembro, o projeto de alta velocidade que vai ligar Lisboa, Porto e Vigo, uma nova linha ferroviária que vai ser construída em três fases e que, segundo o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, representa uma “revolução” para a ferrovia.

“Depois de décadas de desinvestimento na ferrovia, de encerramento de linhas e de prioridade na rodovia e transporte individual, não consigo usar outra palavra para descrever o que estamos a fazer: revolução”, afirmou o governante, citado pela Lusa, durante a apresentação do projeto, no terminal ferroviário de Campanhã, no Porto.

De acordo com o governante, o país não pode “adiar mais, nem hesitar mais” na questão da alta velocidade, que vai permitir ligar Lisboa e Porto em apenas uma hora e 15 minutos, num serviço direto e sem paragens.

Presente na apresentação esteve também o primeiro-ministro, António Costa, que garantiu que Portugal “tem hoje condições financeiras para poder assumir este projeto”, sem “sobressaltos que o ponham em causa”.

O líder do executivo nacional destacou a importância do projeto e admitiu que a ligação entre o Porto e Vigo é o “primeiro passo” para a integração da ferrovia portuguesa na rede ibérica de alta velocidade.

A construção desta linha de alta velocidade vai ser dividida em três fases, estando a primeira, o troço entre Porto e Soure, prevista concluir até 2028 e cujo percurso deverá ser feito em uma hora e 59 minutos.

Já o segundo troço, entre Soure e o Carregado, que deve estar concluído até 2030, deverá diminuir o tempo de percurso para uma hora e 19 minutos, enquanto a terceira fase, entre o Carregado e Lisboa, será  construída mais tarde e permitirá atingir a duração final de uma hora e 15 minutos de toda a ligação.

A nova linha Lisboa-Porto vai permitir “triplicar” a oferta, disponibilizando 60 serviços diários, com a Infraestruturas de Portugal (IP) a estimar que também a procura dispare e que o número de passageiros passe de seis para 16 milhões.

Dos 60 serviços diários previstos, 17 devem ser diretos, nove vão ter paragens em estações intermédias e 34 serão serviços mistos, usando, em parte, a linha de alta velocidade e noutra a linha convencional.

“Esperamos no futuro manter na linha do Norte quase seis milhões de passageiros e crescer no conjunto com alta velocidade para 16 milhões de passageiros com a inauguração da segunda fase”, afirmou Carlos Fernandes, do Conselho de Administração da Infraestruturas de Portugal (IP).

Quanto ao plano de concretização dos projetos de alta velocidade, Carlos Fernandes adiantou que os objetivos passam por “finalizar os estudos prévios e de impacto ambiental” e “fechar” os documentos para lançar os concursos públicos.

Os estudos prévios e o Estudo de Impacto Ambiental relativos ao primeiro troço serão submetidos à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) “até ao final de outubro” e os documentos relacionados com o segundo troço “até ao final de novembro”.

“Com estas entregas nestes prazos, esperamos ter as declarações de Impacte Ambiental até ao final do primeiro semestre do próximo ano”, disse, lembrando que estes instrumentos são fundamentais para o lançamento dos concursos públicos.

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Indústria de cruzeiros vai recrutar na 7.ª Feira de Emprego e Carreiras Trabalhar num Navio

Feira de emprego dedicada à indústria marítima decorre em Lisboa, a 20 de outubro, e vai contar com a participação de várias companhias de cruzeiros que pretendem recrutar colaboradores durante o certame.

A 7.ª Feira de Emprego e Carreiras Trabalhar num Navio, que decorre no Parque das Nações, em Lisboa, a 20 de outubro, vai contar com a participação de várias companhias de cruzeiros que pretendem recrutar colaboradores durante o certame.

Na edição deste ano, uma das principais novidades é a participação da Mystic Invest, detentora das marcas de cruzeiros DouroAzul, Nicko Cruises, Mystic Cruises, Atlas Ocean Voyages e Mystic Ocean, que vai recrutar durante o evento.

Além da Mystic Invest, está também confirmada a participação da Viking Cruises; Seabourn; Disney Cruise Line; OneSpaWorld; Costa Crociere; MSC Cruises; Uniworld; PeopleConquest; Amplia Talents; e Bluewater Yachting.

Em destaque vai estar também a formação, motivo pelo qual o evento conta ainda com a participação do FOR-MAR (Portugal); da LearnMarine (EUA); da MaritimeMT (Malta); e do Instituto Portuário Marítimo (Angola), que “procura contratar formadores e consultores na área marítima”.

O evento conta ainda com o apoio do secretário de Estado do Mar, José Maria Costa, que vai visitar a feira no dia 20 de outubro.
A 7.ª Feira de Emprego e Carreiras Trabalhar num Navio é uma iniciativa de promoção de emprego em cruzeiros, iates, ferries e carga, e tem como objetivo promover o trabalho em navios e transmitir informação sobre carreiras marítimas.
Todas as informações sobre a feira estão disponíveis aqui.
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VI Cimeira do Turismo Português: CTP pede ao Governo “apoios estruturais” para o setor

O presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), Francisco Calheiros, pede ao Governo “apoios estruturais e não paliativos pontuais” para o setor, o mesmo Governo que disse, “esqueceu” o Turismo.

Reconhece que “se o Governo esteve bem no início da pandemia, com medidas rápidas, eficazes e fundamentais para assegurar a sobrevivência das empresas, atualmente poderia e deveria ir muito mais longe” para sublinhar que, “infelizmente, uma boa parte das medidas anunciadas pelo Governo para apoiar as empresas portuguesas – e não só as do Turismo – ou ainda não se concretizaram e não chegaram efetivamente à economia ou são insuficientes, como os apoios extraordinários anunciados este mês para combater a inflação”.

O presidente da CTP disse que “as empresas esperam apoios estruturais, medidas que prevaleçam no tempo e não apenas paliativos pontuais”, enumerando que “são necessárias medidas de âmbito fiscal, por exemplo, e não apenas apoios, que no geral, passam pela concessão de crédito que ainda endividam as empresas”.

Francisco Calheiros, que falava na abertura da VI Cimeira do Turismo Português, que decorreu esta terça-feira, em Lisboa, para assinalar o Dia Mundial do Turismo, reafirmou a disponibilidade deste setor para ajudar: “O Turismo quer dar ainda mais a Portugal e a toda a sociedade; O Turismo quer: Ajudar a Economia; Ajudar a governação; Ajudar as famílias; Ajudar as empresas. O Turismo quer, além da nossa cadeia de valor, proporcionar mais receitas ao País, através do que devolve em impostos e contribuir para o crescimento de outras atividades económicas”.

E alertou que “se preservarmos, desenvolvermos e promovermos cada vez mais e melhor a diversidade turística do nosso País, estamos também a contribuir para o desenvolvimento de todo o território, para a descentralização e para o equilíbrio regional, ajudando assim ao crescimento económico das nossas regiões e à criação de emprego”.

O presidente da CTP destacou ainda no seu discurso que os empresários do setor continuam “com o empenho de sempre para voltar a robustecer a atividade económica que mais gerou riqueza e postos de trabalho nos últimos anos”.

Mas, “sem um apoio muito claro do Governo para enfrentar a tempestade perfeita por que passámos e que ainda mantem as suas marcas será tudo muito mais difícil, para prejuízo de Portugal e dos portugueses”.

Nesta VI Cimeira do Turismo cujo debate foi centrado no tema “O Turismo e o novo Mundo”, Francisco Calheiros deixou bem claro que “mais do que apoios, e para que não sejamos acusados de estarmos sempre de mão estendida, o que o Turismo quer é que sejam criadas as condições necessárias para que esta atividade seja cada vez mais forte”.

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Air France abre cinco novos destinos no inverno e aumenta capacidade em Portugal

A Air France vai voar para 171 destinos no inverno, incluindo 86 no longo curso e 85 no curto e no médio curso, numa capacidade que já se aproxima do inverno de 2019 e que cresce também 18% em Portugal.

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A Air France vai voar, durante o próximo inverno, para 171 destinos, incluindo 86 no longo curso e 85 no curto e no médio curso, numa oferta cuja capacidade já se aproxima do inverno de 2019 e que prevê também um aumento de 18% na capacidade oferecida pela companhia aérea francesa em Portugal.

“A oferta da Air France cresce 18% este Inverno em Portugal face a período homólogo de 2021”, indica a Air France, revelando que esta oferta é “idêntica à oferecida e operada em 2019” e tem por base um maior número de frequências de/para o Porto a partir de Paris-CDG, que passam a sete em vez das seis disponibilizadas no inverno de 2021.

Além do aumento de frequências no Porto, a Air France vai também aumentar a capacidade na rota de Lisboa para Paris, que passa a ser operada por “aviões de maior capacidade”, mantendo-se as quatro frequências que a companhia aérea já oferecia no inverno passado.

As rotas de Lisboa e Porto podem, no entanto, ser utilizadas para chegar a Paris e viajar para um dos cinco novos destinos que a Air France vai abrir este inverno e vão passar a ligar Paris-CDG a Nova Iorque-Newark (EUA), Tromsø (Noruega), Kittilä (Finlândia), Innsbruck e Salzburg (Áustria).

No caso de Nova Iorque-Newark, os voos arrancam a 12 de dezembro de 2022 e contam com uma ligação diária e direta, marcando o regresso da Air France ao segundo maior aeroporto de Nova Iorque.

“Este voo será adicionado ao produto do tipo “Shuttle” oferecido entre Paris-CDG e Nova Iorque-JFK, com 6 voos diários operados pela Air France e 2 pela sua parceira na aliança Skyteam, a Delta Air Lines”, indica a Air France em comunicado.

Este inverno, a Air France decidiu também manter a rota de verão que liga Paris-CDG – Dallas e que vai contar com três voos por semana, operados em aviões 777-200 ER.

Também no longo curso, destaque ainda para o regresso dos voos da Air France entre Paris-CDG e a Cidade do Cabo, na África do Sul, operação que estava suspensa desde o início da COVID-19 e que vai regressar a 30 de outubro, com três voos por semana, em avião Boeing 787-9.

Além da Cidade do Cabo, a Air France vai também voar para Joanesburgo este inverno, disponibilizando um total de sete voos por semana entre a capital francesa e a cidade sul-africana.

De assinalar é ainda o regresso dos voos da Air France para o Japão, numa retoma que é permitida pela reabertura gradual de fronteiras no país depois da COVID-19 e que, segundo a Air France, conta com cinco voos por semana para Tóquio-Haneda, em aviões Boeing 787-9.

“A Air France passa, assim, a ligar Paris aos dois aeroportos de Tóquio neste inverno, com o aeroporto de Tóquio-Narita a ser servido até 5 vezes por semana a partir de Paris-Charles de Gaulle”, refere ainda a transportadora gaulesa.

As novidades da Air France para este inverno incluem ainda quatro novas rotas de curta distância e médio curso, que vão passar a ligar Paris às cidades de Tromsø (Noruega), Kittilä (Finlândia), Innsbruck e Salzburg (Áustria), além de outras novidades nomeadamente no Norte de África.

A partir de 30 de outubro, a Air France passa a voar entre Paris-Orly e Casablanca, em Marrocos, com um voo diário operado em Airbus A320, data em que as ligações entre Nice e Londres Heathrow passam a ser anuais, contando com um voo por dia, uma vez que atualmente apenas decorriam no verão.

Já o serviço sazonal Paris-CDG – Rovaniemi (Finlândia), que tinha sido inaugurado em 2021, vai ser retomado este ano a partir de 27 de novembro, com até um voo diário operado em Airbus A320 durante os feriados de fim de ano.

O dia 10 de dezembro marca a inauguração das quatro novas rotas da Air France de curta distância e médio curso, já que a partir deste dia a companhia aérea francesa passa a voar para Kittilä (Finlândia) e Tromsø (Noruega), com um voo por semana, realizado em aviões A320 e Airbus A319, respetivamente.

Já Innsbruck e Salzburg (Áustria) vão contar com dois e um voo por semana, respetivamente, que vão ser operados em aviões Embraer 190, também com início a partir de 10 de dezembro de 2022.

Além destas novidades, a Air France vai ainda estender ao longo de todo o ano os voos Paris-Orly – Tunes (Tunísia), Marselha – Argel (Argélia), Toulouse – Argel (Argélia) e Toulouse – Oran (Argélia), que até aqui eram apenas realizados na temporada de verão.

Todos os destalhes sobre os novos destinos, programas de voo e tarifas podem já ser consultados em airfrance.pt.

A companhia aérea francesa alerta, no entanto, que “este programa de voos é suscetível de mudanças e mantém-se sujeito à obtenção das necessárias autorizações governamentais”.

 

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Distribuição

Icárion reforça oferta para o Japão até final de 2023

Porque as fronteiras do Japão já estão reabertas para portugueses, o operador turístico Icárion, acaba de anunciar o reforço da sua programação para este destino asiático, prolongando todos os circuitos até ao final de 2023.

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Com propostas entre seis e 12 noites, desde o combinado mais simples de Quioto e Tóquio até programas mais enraizados na cultura japonesa, todos podem ser combinados com as várias praias da Tailândia (Krabi, Phuket e Koh Samui), Bali e Maldivas, indica o operador.

Francisca Ferreira, Product Manager, destaca a importância desta reabertura, para salientar que “o Japão sempre foi um destino bastante desejado pelo mercado português e mal foram anunciadas estas novas medidas, com maior liberdade para o viajante, notou-se logo a procura a aumentar”.

Assim, segundo a responsável, “faz todo o sentido a Icárion apostar numa programação vasta neste destino, com a opção de finalizar qualquer circuito com uma extensão às praias que já têm ligações aéreas”.

 

 

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Destinos

31% dos portugueses admitem recorrer a suportes online para agendar e pagar as férias

Aumento o uso dos sites e plataformas de comércio online por parte dos portugueses para comprar viagens, planear férias e reservar alojamentos, revela uma análise da Marktest.

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O universo de portugueses que assume a intenção de comprar viagens ou reservar alojamentos para férias e fins-de-semanas em sites de e-commerce atingiu pela primeira vez os 31% no início deste ano, segundo dadas avançados pela Marktest.

O “Barómetro e-Commerce” assinala que “os sites e plataformas de comércio online são cada vez mais usados pelos portugueses para comprar viagens, planear férias e reservar alojamentos”.

A análise aos dados deste estudo da Marktest permite perceber também que a tendência de crescimento na preparação online das férias é ainda mais evidente entre os portugueses já habituados a comprar através de suportes digitais: entre a primeira vaga de 2021 do Barómetro e a primeira vaga de 2022, o universo de compradores que admite comprar férias online aumentou 7,7 pontos percentuais, para 50,8%.

No que respeita às plataformas relacionadas com férias a que os portugueses tinham recorrido nos 30 dias anteriores ao inquérito, a aplicação Booking liderava de forma destacada e registava um crescimento de 177 mil para 586 mil compradores entre a primeira vaga de 2021 e a primeira vaga de 2022 do Barómetro e-Commerce.

A alguma distância destes valores, com menos de 25 mil compradores em Portugal na primeira vaga de 2022, surgiam as plataformas digitais Airbnb, Odisseias, FlyTap e eDreams.

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Transportes

Sevenair Academy adquire ativos da L3Harris em Portugal

Com esta aquisição, a Sevenair Academy passa a deter duas bases de formação (Cascais e Ponte de Sor) onde oferece mais de 30.000m2 de instalações e mais de 50 aeronaves e uma capacidade de treinar, em velocidade de cruzeiro, 400 novos alunos piloto por ano.

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A Sevenair Academy adquiriu, em concurso fechado, os ativos de formação de pilotos da multinacional L3Harris, em Ponte de Sor, no distrito de Portalegre, depois de esta ter anunciado, em maio, a intenção de sair de Portugal, encerrando, assim, a sua atividade.

A Sevenair refere, em comunicado, que “sendo Portugal a nossa base de operações, não poderíamos deixar de tentar fazer um movimento de consolidação e aumentar a nossa capacidade de formação, cujo crescimento tem sido afetado por fatores externos como restrições de tráfego aéreo, escassez de hangares, dificuldade e demora no fornecimento de aeronaves novas”.

Competindo com outros sete concorrentes, alguns deles internacionais de referência no setor da formação, fundos de investimento, entre outros, e após várias fases de seleção, a Sevenair apresentou a proposta vencedores, tornando-se, assim, na maior escola de formação de pilotos da Europa, com duas bases de formação (Cascais e Ponte de Sor) onde oferece mais de 30.000m2 de instalações, mais de 50 aeronaves na sua maioria com uma idade inferior a quatro anos, seis simuladores, um campus para alojar centenas de alunos e a experiência consolidada de 42 anos de atividade tendo formado milhares de profissionais.

Com esta operação, a Sevenair passa a ter a capacidade de treinar, em velocidade de cruzeiro, 400 novos alunos piloto por ano, na sua maioria alunos internacionais, assumindo que, depois desta aquisição, “pretendemos não só consolidar a nossa liderança do mercado nacional, mas claramente pretendemos crescer no mercado internacional, trazendo para Portugal centenas de alunos estrangeiros, algo que deve também orgulhar o país”, refere a companhia em comunicado.

“O nosso projeto, num investimento de vários milhões de euros, irá não só manter dezenas de postos de trabalho numa região onde cada um conta muito, como é o Alentejo, como irá fazer esse número aumentar substancialmente”, além de “projetar a região e o país internacionalmente com benefícios que têm um impacto extremamente positivo a nível direto e indireto”.

Com a aquisição, a Sevenair Academy está já a tomar posse dos vários ativos, tendo transferido na última semana 11 aeronaves, que se encontravam no Reino Unido, para Ponte de Sor e pretende iniciar o processo de certificação das instalações o quanto antes para que possa iniciar formação o mais rápido possível.

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TAP tem nova vogal do Conselho de Administração

Sofia Lufinha substitui Alexandra Reis, que tinha sido nomeada pelos anteriores acionistas da companhia aérea nacional e abandonou a TAP em fevereiro.

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A TAP tem, desde esta sexta-feira, 23 de setembro, uma nova vogal do Conselho de Administração, cargo que passou a ser ocupado por Sofia Lufinha, depois da saída, em fevereiro, de Alexandra Reis, avança a Lusa, que cita uma nota enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

“A acionista única da TAP, a República Portuguesa, representada pela Direção Geral de Tesouro e Finanças, deliberou eleger a senhora engenheira Sofia Norton dos Reis Lufinha de Mello Franco como membro do Conselho de Administração da TAP, para o período remanescente do mandato em curso (quadriénio 2021/2024), com efeitos a contar de hoje”, lê-se na comunicação ao mercado.

Com a entrada de Sofia Lufinha, o Conselho de Administração (CA) da TAP passa a ser composto por Manuel Beja (presidente), Christine Oumières-Widener (vogal e presidente da Comissão Executiva), Gonçalo Pires (vogal), Ramiro Sequeira (vogal), Sílvia Gonzalez (vogal), Sofia Franco (vogal), Patrício Castro (vogal), Ana Lehmann (vogal) e João Duarte (vogal).

A Lusa recorda que, em fevereiro, Alexandra Reis renunciou ao cargo, com a administração da companhia aérea de bandeira nacional a explicar que a responsável tinha “sido nomeada pelos anteriores acionistas”, pelo que, com a alteração da estrutura societária da TAP, a anterior vogal decidiu “encerrar este capítulo da sua vida profissional” e abraçar “novos desafios”.

Sofia Lufinha transita para a TAP do Pingo Doce, onde era diretora de marketing e de desenvolvimento de negócio, e assume agora o cargo de chief strategy officer da companhia aérea  de bandeira nacional.

A nova vogal do Conselho de Administração da TAP iniciou a sua carreira profissional em 2001, na consultora McKinsey & Company, em Portugal, onde exerceu funções até março de 2013, quando transitou para o Pingo Doce.

Sofia Lufinha é licenciada em Gestão e Engenharia Industrial pelo Instituto Superior Técnico de Lisboa e tem um MBA na ENSEAD.

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Regresso dos turistas estrangeiros proporciona melhor performance dos negócios

A faturação dos negócios por cartões estrangeiros aumentou 82,5% entre 1 de julho e 15 de setembro, quando comparado com o mesmo período de 2021.

Victor Jorge

O regresso dos turistas estrangeiros a Portugal foi responsável por proporcionar uma melhor performance dos negócios portugueses, tendo a faturação dos negócios por cartões estrangeiros aumentado 82,5% no período entre 1 de julho e 15 de setembro, quando comparado com o mesmo intervalo de 2021, revelam os dados mais recentes do REDUNIQ Insights, relatório da REDUNIQ.

Segundo o relatório que analisa a evolução dos pagamentos por cartão efetuados no país, a faturação dos negócios em Portugal aumentou 32,2% este Verão face ao mesmo período do ano passado. Depois de um primeiro semestre em que o turismo impulsionou uma subida de 45% da faturação com cartões nacionais e estrangeiros, em comparação com o período homólogo, a recente época de férias mantém a mesma tendência de recuperação, com a faturação por via de cartões nacionais a aumentar 19,6%.

Franceses lideram nos gastos
De entre o grupo de estrangeiros, destaque para os franceses que, apesar de terem diminuído 7 pontos percentuais (p.p.) de peso no total da faturação estrangeira, continuam a representar a maior fatia do consumo estrangeiro em Portugal (18% do total). Atrás surgem o Reino Unido (com 14% do total da faturação estrangeira), a Irlanda (com 11%), os Estados Unidos da América (com 10%), e Espanha (com 9%).

A REDUNIQ refere que os números apresentados “acompanham as estimativas recentemente divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística e pelo Banco de Portugal, que revelam, só no mês de julho, um aumento de 205,2% no número de hóspedes não residentes em Portugal face ao a julho de 2021”, um cenário que contribuiu para que julho de 2022 se tornasse o melhor mês de sempre, em número de hóspedes e de dormidas em Portugal.

Já quando analisado o valor médio de compra, os dados da REDUNIQ demonstram que são os irlandeses aqueles que gastam mais nas férias em Portugal, numa média de 112€ por transação. Os Estados Unidos são o segundo país com o valor de compra médio mais elevado, cerca de 71€. Reino Unido, França e Espanha apresentam um perfil de compra semelhante nestes meses, com um valor de compra média de 48€, 46€ e 40€, respetivamente.

Hotelaria é a única no negativo
Já quando analisada a performance dos diferentes setores de atividade, e considerando a faturação total dos negócios (via cartões nacionais + internacionais), o REDUNIQ Insights demonstra um aumento generalizado da faturação nos negócios tipicamente associados ao turismo. Enquanto o rent-a-car cresceu 85% face ao período homólogo, a hotelaria e a restauração aumentaram a sua faturação em 71% e 50%, respetivamente. Tal como registado nos resultados globais dos negócios em Portugal, também o elevado aumento da faturação das atividades turísticas está associado ao regresso dos turistas estrangeiros a Portugal, tendo estes contribuído para aumentar em 117% a faturação da hotelaria, em 110% a faturação do rent-a-car, e 98% a faturação da restauração.

Em contrapartida, o consumo nacional em hotelaria registou um decréscimo de 6% face ao período homólogo, um resultado que, segundo Tiago Oom, diretor Comercial da UNICRE e porta-voz oficial do REDUNIQ Insights, “se poderá justificar com uma contenção dos gastos das famílias portuguesas face ao crescimento da inflação”.

Lisboa e Açores faturam mais
Numa análise geográfica, os distritos mais turísticos, nomeadamente Lisboa, Açores, Faro, Madeira e Porto, apresentam todos valores de faturação superiores ao mesmo período do ano passado, com crescimentos de 43%, 36%, 36%, 32% e 28%, respetivamente. Especificamente quanto ao consumo estrangeiro, o destaque vai para Lisboa e Açores, que apresentam uma variação mais significativa, registando um aumento de faturação de 125% e 103%, respetivamente.

Tiago Oom salienta que “os resultados obtidos pelos negócios durante os meses de Verão são o reflexo de um conjunto de fatores impulsionadores do aumento da faturação. Desde logo, o facto de este ter sido o primeiro Verão sem a aplicação de restrições à circulação de cidadãos entre países derivado do controlo da pandemia de Covid-19, o que originou uma maior confiança dos consumidores (nacionais e estrangeiros) a regressar aos principais pontos turísticos do país”.

De resto, o diretor Comercial da UNICRE refere que, em paralelo, Portugal “está neste momento a colher os frutos de uma forte aposta, a nível de investimento e de promoção, no turismo, sobretudo para atrair o turismo externo”.

Por fim, Tiago Oom frisa que o próprio cenário inflacionista tem “promovido o aumento generalizado de produtos e serviços ligados ao setor turístico, o que acaba por também contribuir para o crescimento da faturação destes negócios”.

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Victor Jorge

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AirHelp: Portugal é o 7º país europeu com mais voos cancelados de maio a agosto

Segundo dados fornecidos pela AirHelp, em Portugal, entre maio e agosto deste ano, foram cancelados 1.366 voos, tornando-se no sétimo país da Europa com mais situações desta natureza, no mesmo período.

A organização mundial especializada na defesa dos direitos dos passageiros aéreos indica ainda que a Alemanha e Reino Unido encabeçam a lista dos dez aeroportos europeus que mais cancelamento de voos sofreram este verão.

Nos aeroportos alemães foram cancelados um total de 6.107 voos. Em segundo lugar, encontra-se o Reino Unido com 4.486 voos cancelados. Itália (2.885)), França (2.671), Países Baixos (2.076)) e Espanha (1.718 voos cancelados) encontram-se nos lugares acima de Portugal. Dinamarca, Suécia e Áustria encontram-se nos lugares abaixo do nosso país, com 1.063, 1.014 e 721 voos cancelados, respetivamente.

A AirHelp lembra, no entanto, que de forma de informar e sensibilizar os passageiros aéreos para os seus direitos quando os seus voos são atrasados, cancelados ou estão em overbooking, lançou o ‘Guia de Direitos dos Passageiros Aéreos’. Assim, os passageiros cujos voos sejam cancelados ou sofram um atraso de três ou mais horas, assim como os passageiros a quem seja recusado o embarque sem motivo justificável, têm um conjunto de direitos que constam do guia.

Sobre o autorCarolina Morgado

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