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WTTC e ETC alertam para a falta de 1,2 milhões de empregos e impactos negativos na recuperação do turismo

WTTC e ETC apelam a uma união entre governos e setor privado para fazer face à falta de recursos humanos que poderá por em causa a recuperação do setor do turismo e viagens na União Europeia.

Victor Jorge
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WTTC e ETC alertam para a falta de 1,2 milhões de empregos e impactos negativos na recuperação do turismo

WTTC e ETC apelam a uma união entre governos e setor privado para fazer face à falta de recursos humanos que poderá por em causa a recuperação do setor do turismo e viagens na União Europeia.

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O World Travel & Tourism Council (WTTC) e a European Travel Commission (ETC) alertaram, recentemente, para o facto de a recuperação do setor do turismo poder vir ser posta em causa com os 1,2 milhões de empregos que continuam por preencher por toda a União Europeia (UE), pedindo ações urgentes para resolver esta “situação crítica”. Em 2020, aquando do pico da pandemia, o setor do turismo sofreu, segundo as contas, uma perda direta de quase 1,7 milhões de empregos no espaço europeu. Já em 2021, quando os governos começaram a levantar as restrições às viagens e se registou uma melhoria na confiança de quem viajava, a contribuição direta do setor para a economia da UE recuperou 30,4% e reconquistou mais de 570 mil empregos.

Este ano, as previsões do WTTC apontam para uma continuação da recuperação do setor, podendo atingir os níveis pré-pandémicos, esperando-se uma evolução de quase 33% na contribuição direta para a económica da União Europeia.

Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC refere, em nota de imprensa do organismo, que “a Europa registou uma das mais fortes recuperações, em 2021, acima da média global”. A responsável salienta, contudo, que “a falta de recursos humanos poderão adiar esta tendência e colocar pressão adicional no setor já de si em dificuldades”.

“Os governos e o setor privado precisam de unir-se e encontrar as melhores soluções para as pessoas que procuram melhorar as suas oportunidades de carreira que o setor do turismo e viagens pode oferecer”, frisou Julia Simpson.

De acordo com a análise realizada recentemente pelo WTTC, uma série de vagas poderão ficar por preencher durante este período de verão, estimando-se que as agências de viagens serão as mais impactadas, com a falta de 30% em colaboradores, ou seja, quase um terço das vagas ficarão por preencher.

Já quanto aos setores do transporte aéreo e alojamento deverão ficar com uma em cada cinco vagas por preencher, representando 21 e 22%, respetivamente.

Já o ETC, a entidade presidida por Luís Araújo (também presidente do Turismo de Portugal), tem vindo a trabalhar com os stakeholders mais importantes para coordenar melhor a resposta e medidas ao nível da UE, bem como facilitar as viagens.

As medidas para o “problema urgente”
Assim, as duas entidades identificaram seis medidas que os governos e setor privado podem implementar para solucionar este “problema urgente”: (i) Facilitar a mobilidade da mão de obra dentro dos países e além-fronteiras e fortalecer a colaboração a todos os níveis, fornecendo vistos e autorizações de trabalho; (ii) Permitir o trabalho flexível e remoto sempre que possível – principalmente se as restrições às viagem ainda impedirem que os trabalhadores se movam livremente além-fronteiras; (iii) Garantir trabalho decente, fornecer redes de proteção social e destacar oportunidades de crescimento na carreira – com trabalho seguro, justo, produtivo e significativo – para reforçar a atratividade do setor como opção de carreira e reter novos talentos; (iv) Capacitar e requalificar talentos e oferecer formação abrangente, bem como criar – para equipar a força de trabalho com capacidades novas e aprimoradas; (v) Criar e promover educação e aprendizagem – com políticas eficazes e colaboração público-privada, que apoiem programas educacionais e formação baseados em aprendizagem; (vi) Adotar soluções tecnológicas e digitais inovadoras para melhorar as operações diárias, bem como a mobilidade e a segurança nas fronteiras para garantir viagens seguras e contínuas e uma experiência aprimorada do cliente.

Nesse sentido, Luís Araújo frisa que a Europa, “enquanto destino turísticos líder e mais competitivo no mundo, deve estar comprometido em tornar-se também no mais sustentável”.

Contudo, o presidente da ETC salienta que “o objetivo desta transição dupla (verde e digital) só deverá ser atingida se tivermos sucesso em atrair e reter talento para este setor”, admitindo que “este é um dos maiores desafios para o setor e necessita de soluções coordenadas, múltiplas e conjuntas (públicas e privadas)”.

Concluindo, as duas entidades acreditam que “ao implementar estas medidas, os negócios do turismo e viagens conseguirão atrair e reter mais trabalhadores” ao mesmo tempo que “permitiria ao setor atender à crescente procura do consumidor e acelerar ainda mais a recuperação”, considerada “a espinha dorsal para gerar bem-estar económico em toda da região”.

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Meeting Industry

Filme promocional do TPNP ganha prémio de melhor filme de Turismo do mundo

Esta é a primeira vez que Portugal arrecada este prémio. “The Majestic Adventures of Ofelia de Souza” ficou em primeiro lugar, num circuito onde concorreu com 34 outros filmes promocionais estrangeiros, na categoria “Tourism Products”.

Victor Jorge

O filme promocional do Turismo do Porto e Norte de Portugal “The Majestic Adventures of Ofelia de Souza”, para o segmento de Meeting & Industry, ganhou o título de World’s Best Tourism Film, na categoria “Tourism Products”, promovido pelo International Committee of Tourism Film Festivals (CIFFT).

Com a melhor pontuação entre todas as categorias a concurso, “The Majestic Adventures of Ofelia de Souza” ficou em primeiro lugar neste ranking graças aos pontos conquistados na sequência dos prémios recebidos nos dez festivais que compõem o circuito mundial do CIFFT, circuito onde concorreu com 34 outros filmes promocionais estrangeiros, na categoria “Tourism Products”.

Estreado em outubro de 2021, o filme, com pouco mais de três minutos de duração, tem como estrela principal Ofelia de Souza, uma experiente e extravagante organizadora de eventos e epicurista de 72 anos, que fielmente acompanhada dos seus assistentes (“Ofelier” e “Ofeliette”), partilha dicas e segredos para escolher e aproveitar um dos melhores destinos de turismo de negócios do mundo.

Para Luís Pedro Martins, presidente do TPNP, este “é o corolário de um trabalho incrível de posicionamento da região, que nos permitiu aumentar a nossa notoriedade e posicionamento”, num prémio nunca conquistado por Portugal”.

Presente na cerimónia da 34.ª edição dos World’s Tourism Film Awards, em Valencia (Espanha), Luís Pedro Martins salientou que “esta vitória é mais um incentivo para todos os parceiros do Porto e Norte, que após dois duros anos, com o seu esforço, permitiram o regresso fulminante do setor a valores pré-pandemia”.

Além disso, o presidente do TPNP considera que “os prémios conquistados pelo filme ‘Ofélia de Souza’ comprovam a aposta feita numa comunicação muito disruptiva, criativa, original e de certa forma arriscada, no segmento de Turismo de Negócios, no qual a região tem um potencial muito elevado quer pela qualidade dos espaços aqui existentes, quer pela oferta existente na vertente social no pré e pós-eventos”.

O sucesso do filme começou, em março deste ano, no Japan World’s Tourism Film Festival, onde o filme conquistou o Grand Prix do festival e o primeiro lugar na categoria “Tourism Products”. Seguiram-se as vitórias no New York Festivals TV & Film Awards, em abril, onde conquistou o Gold Trophy, na categoria “Corporate Image – Tourism”, e em Cape Town, no International Tourism Film Festival Africa, em maio, onde recebeu o Grand Prix, na categoria “Tourism International” e o Gold Award em “Tourism Products”.

Em setembro, o filme foi um dos vencedores do Terres Travel Festival, em Barcelona, tendo recebido o Gold Award na categoria “Tourism Products – MICE”, e, em outubro, foi premiado nos festivais Zagreb TourFilm Festival, Cannes Corporate Media & TV Awards e ART&TUR – International Tourism Film Festival.

Em Zagreb, o filme levou para casa o prémio de “Best Event Film”; em Cannes o Gold Trophy na categoria “Tourism Products”; e, em Ourém, foi o mais premiado do festival, tendo conquistado o Grand Prix na competição nacional e internacional, o prémio “Best Promotional Film ART&TUR 2022” e o primeiro lugar na categoria “MICE’, também na competição nacional e internacional.

Por fim, no Amorgos Tourism Film Festival, o festival grego que fechou o circuito do CIFFT, o filme promocional do Turismo do Porto e Norte conquistou ainda o segundo prémio na categoria “Tourism Products”.

O presidente do TPNP recorda, em comunicado, que tem sido feita uma aposta “muito forte de promoção da região nos mercados externos e, em particular, nos países emissores que nos são mais próximos e que representam a maior fatia de turistas que visitava a região até ao início de 2020”.

“O trabalho foi muito meritório e os resultados já têm reflexos nos índices de procura da região, tendo fechado o ano com um recorde absoluto de turistas”, sublinha Luís Pedro Martins, recordando que “em 2019 foram contabilizadas quase 11 milhões de dormidas na região, num registo que patenteia um crescimento histórico de 9,7%, o maior a nível nacional”.

Os últimos números indicam que, entre janeiro e setembro de 2022, “já ultrapassámos o número de hóspedes de 2019, em 2,4%. E mesmo em termos de dormidas, tendo em conta que nos primeiros três meses de 2022 o número de turistas no país ainda era muito reduzido, devido às restrições impostas pela pandemia, os dados são muito animadores”, concluindo Luís Pedro Martins que, “comparando o acumulado entre janeiro e setembro, estamos também à frente de 2019, com mais 6,1% de dormidas”.

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Convento do Beato reabre num investimento de 6M€

Dada a escassez de espaços que consigam receber até 5.000 pessoas, o reabilitado Convento do Beato torna-se num local atrativo para a realização de eventos de grande dimensão, além de estar inserido numa zona da cidade com grande potencial de desenvolvimento.

Victor Jorge

O Convento do Beato reabriu portas, após um investimento de seis milhões de euros realizado pelo grupo Grupo Larfa Properties, que visou modernizar um dos locais para eventos mais emblemáticos de Lisboa.

Segundo a empresa imobiliária privada especializada em aquisição, desenvolvimento e propriedade de longo prazo, o principal objetivo desta intervenção foi dotar o Convento do Beato de “todas a condições e infraestruturas capazes de transformar o local num dos melhores espaços para eventos não só da capital, mas da Europa; sempre com a preocupação máxima de manter as suas características próprias que fazem dele uma referência nessa área”.

Além de uma componente mais técnica, relacionada com a substituição das instalações de telecomunicações, energia e segurança, a reabilitação da cozinha, a alteração de vãos e guardas, entre outros, o projeto de renovação do Convento do Beato incluiu, também, uma componente mais criativa, relacionada com o desenho do edifício administrativo, dos pátios, das novas instalações sanitárias e de determinados elementos especiais, como os passadiços para as saídas de emergência da biblioteca.

No exterior, esta remodelação contemplou ainda a construção de uma nova área de estacionamento, com cerca de 80 lugares, a poente da igreja, numa zona anteriormente ocupada por armazéns devolutos.

Stéphane Delplancq, CEO do Grupo Atrya e Larfa Properties, refere que o objetivo é “posicionar o Convento do Beato como um local moderno e atrativo para receber qualquer tipo de evento. Para isso, instalamos novos equipamentos e implementámos os melhoramentos necessários para o seu funcionamento, sem, contudo, descaracterizar espaços absolutamente notáveis do ponto de vista patrimonial e arquitetónico”.

Em termos de reabilitação, a transformação mais importante, segundo o CEO do grupo, “ocorreu no claustro cuja cobertura foi totalmente substituída, apresentando-se agora com características mais contemporâneas que valorizam o espaço, o que nos permitiu também melhorar o sistema de climatização”.

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TAP cancela 360 voos devido à greve e estima perda de 8M€ em receitas

Apesar da greve ainda não estar totalmente garantida, a TAP não acredita que a mesma seja desconvocada e decidiu já cancelar perto de metade dos voos previstos para 8 e 9 de dezembro.

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A TAP vai cancelar um total de 360 voos nos dias 8 e 9 de dezembro, devido à greve dos tripulantes de cabine, decisão que afeta cerca de 50 mil passageiros e que, estima a companhia aérea de bandeira nacional, deverá levar a uma perda de receita de oito milhões de euros.

Numa conferência de imprensa que decorreu na tarde desta quarta-feira, 23 de novembro, Christine Ourmières-Widener, CEO da TAP, revelou que o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), responsável pelo agendamento da greve, “decidiu manter a assembleia no dia 06 de dezembro, dois dias antes da greve”, considerando, no entanto, que independentemente do resultado e devido à dimensão da TAP, “será tarde para fazer algo devidamente organizado”.

Por isso, e apesar de não ter sido fácil, acrescentou a responsável da TAP, a companhia aérea tomou já “a decisão de cancelar 360 voos, nos dias 8 e 9 de dezembro”, o que corresponde a menos de metade dos cerca de 500 voos previstos para esse período.

Segundo Christine Ourmières-Widener, o cancelamento antecipado de grande parte dos voos programados para 8 e 9 de dezembro permite que a TAP possa  trabalhar com parceiros para encontrar alternativas para os clientes que tinham voos marcados para os dias de greve.

A CEO da TAP adiantou ainda que não acredita que o SNPVAC venha a desconvocar a greve agendada na assembleia de 6 de dezembro e revelou que a paralisação vai ter um “grande custo” para a empresa, prevendo-se que a companhia aérea perca cerca de oito milhões de euros em receitas.

Christine Ourmières-Widener revelou também que cerca de 25% dos passageiros com voos agendados para os dias da greve já procederam à alteração das suas viagens  “sem qualquer penalização e sem alteração de tarifa, para datas entre 28 de novembro e 19 de dezembro”.

Recorde-se que a greve agendada para 8 e 9 de dezembro deverá contar com uma oferta de serviços mínimos limitada, que não deverá abranger, nomeadamente, as ligações aéreas para as ilhas da Madeira e Açores, uma vez que o sindicato defende que existem alternativas asseguradas por outras companhias aéreas.

O SNPVAC considera que os voos de regresso diretamente para o território nacional para Lisboa e Porto, voos de emergência, voos militares e voos de Estado, nacional ou estrangeiro são considerados “como serviços mínimos a assegurar a satisfação das necessidades sociais impreteríveis, no período decretado de greve”.

 

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FITUR 2023 aposta no desporto

A próxima FITUR, a realizar de 18 a 22 de janeiro de 2023, terá no desporto uma nova área, reconhecendo a organização da feira tratar-se de “um dos produtos turísticos de maior crescimento global”.

Victor Jorge

A FITUR 2023, organizada pela IFEMA Madrid, a realizar de 18 a 22 de janeiro de 2023, terá no desporto uma das grandes apostas, com o lançamento da nova área FITUR Sports, reconhecendo a organização tratar-se de “um dos produtos turísticos de maior crescimento global”.

O novo espaço, organizado em colaboração com a associação desportiva espanhola AFYDAD, responde à preocupação permanente da FITUR em dotar-se de novas ferramentas e plataformas que contribuam para potenciar ainda mais o relançamento de uma indústria do turismo cujo desenvolvimento e expansão assenta fundamentalmente na crescente especialização e segmentação da oferta.

A FITUR Sports, que vai mostrar como o turismo desportivo é um motor de crescimento sustentável para a indústria do turismo, será o ponto de encontro de ambos para destacar “o potencial desta alavanca de desenvolvimento socioeconómico, analisar os seus desafios, partilhar conhecimento e gerar oportunidades de negócio”, refere a organização do evento. Tudo isto enquadra-se no objetivo da FITUR de “continuar a aprofundar o seu papel de referência e dinamizadora da indústria do turismo, aprofundando o seu conhecimento e divulgação dos principais nichos de mercado e segmentos de negócio com maior futuro na indústria do turismo global”.

De referir que a FITUR Sports vai complementar as outras nove áreas monográficas já presentes na FITUR, ligadas às tipologias de turismo, segmentos de mercado e divulgação do conhecimento (MICE, Know-how&Export, TechY, Talent, LGBT+, Lingua, Screen, Woman e Cruises), “tornando possível que todo o ecossistema da indústria do turismo se reúna na feira”.

Turismo desportivo em todas as facetas
A FITUR Sports, que realizará o 1.º FITUR Sports Tourism Summit, a 19 de janeiro de 2023, abordará o turismo desportivo em todas as suas vertentes: eventos desportivos, estágios, férias desportivas, entre outras. A nova área, que incluirá um dia de conhecimento e um espaço de networking, analisará nesta primeira edição eventos de alta participação (maratonas, corridas de trilho, triatlos, marchas ciclísticas, torneios amadores) e eventos nacionais e locais. Irá também centrar-se em campos de treino (centros de treino para equipas profissionais e amadoras) e férias desportivas (viagens desportivas sem ambições competitivas relacionadas com o golfe, esqui, cicloturismo, ténis, turismo ativo).

A organização revela, desde já, que os eventos desportivos internacionais de grande audiência (Formula 1, Liga dos Campeões, LaLiga, Ténis, Basquetebol) serão o foco da segunda edição.

Esta primeira edição tem como foco o turismo desportivo ativo. Entre os conteúdos a serem discutidos na FITUR Sports estarão o turismo desportivo como motor do desenvolvimento territorial, económico e social; turismo desportivo e sustentabilidade; turismo desportivo, inovação, tecnologia; marketing e comercialização do turismo desportivo; e sinergias e oportunidades entre as indústrias do turismo e desporto. Além disso, a nova área da FITUR mostrará como os eventos desportivos e o turismo desportivo e de atividade física podem responder aos desafios globais dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Nos últimos anos, o turismo desportivo tem aumentado notavelmente em importância tanto para os destinos como para as empresas, pelo facto de contribuir para a combater a sazonalidade da época; dinamizar o desenvolvimento territorial em ambientes não turísticos e não urbanos; criar imagem e marca e posicionar destinos internacionalmente; e possuir, igualmente, um perfil de visitante com nível de gastos acima da média.

Os números mais recentes relativamente ao turismo desportivo em Espanha dizem que este segmento gerou uma receita de 2.416 milhões de euros, em 2021, mais 36,8% que no ano anterior, embora o valor tenha atingido os 7.151 milhões de euros antes da pandemia, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) espanhol, concluindo a organização da FITUR “o seu potencial de dinamização e relançamento continua muito importante”.

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Royal Air Maroc volta a voar para o Porto a 9 de dezembro

A companhia aérea de bandeira marroquina retoma a operação para o Porto a 9 de dezembro, com dois voos por semana, depois de um interregno de mais de dois anos devido à pandemia da COVID-19.

Inês de Matos

A Royal Air Maroc vai voltar a voar para o Porto a partir de 9 de dezembro, retomando a rota que liga a cidade Invicta a Casablanca, em Marrocos, que tinha sido abandonada na sequência da pandemia da COVID-19.

A informação foi avançada pelo CEO da companhia aérea, Abdelhamid Addou, numa conferência de imprensa em Madrid, na passada quinta-feira, durante a qual a Royal Air Maroc anunciou também o lançamento de uma nova rota entre Sevilha-Tânger-Casablanca, assim como o regresso das ligações entre Tenerife e Casablanca, que também tinha sido suspensa com a pandemia.

No caso do Porto, os voos da Royal Air Maroc regressam a 9 de dezembro, contando com duas ligações aéreas por semana, realizadas às segundas e sextas-feiras, com destino a Casablanca, onde se localiza o hub da companhia aérea marroquina.

Já a nova rota Sevilha-Tânger-Casablanca, que a companhia aérea marroquina vai abrir a 4 de dezembro, também vai disponibilizar duas frequências semanais, às sextas-feiras e domingos.

No caso da rota Tenerife-Casablanca, que tal como a operação do Porto também é retomada a 9 de dezembro, vão estar disponíveis igualmente dois voos por semana, às quintas-feiras e sábados.

“Com a retoma do tráfego aéreo, a Royal Air Maroc está a apostar no reforço da sua oferta para se afirmar como um player de referência no turismo marroquino e como uma das principais companhias do nosso continente”, afirmou Abdelhamid Addou, CEO da Royal Air Maroc, durante a conferência de imprensa em Madrid.

De acordo com o responsável, além do continente africano, a companhia aérea pretende também reforçar a sua posição nos principais mercados emissores de turismo, a exemplo de Espanha e França.

 

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Grupo MSC desiste de comprar a Ita Airways

O Grupo MSC retirou a proposta para adquirir o capital da companhia aérea italiana Ita Airways, que nasceu em 2021, depois da insolvência e liquidação da Alitalia.

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O Grupo MSC retirou a proposta para adquirir o capital da companhia aérea italiana Ita Airways, que nasceu em 2021, depois da insolvência e liquidação da Alitalia.

De acordo com a Lusa, o grupo marítimo, a que pertence a MSC Cruzeiros, informou em comunicado a desistência do negócio, explicando que já tinha informado “as autoridades competentes que não tem mais interesse em participar na privatização da Ita Airways”.

A desistência da compra da Ita Airways deve-se ao facto de o Grupo MSC não entender “as condições atuais do procedimento”, optando, assim, por retirar a proposta que tinha sido apresentada.

A Lusa recorda que, em outubro, o executivo de Giorgia Meloni já tinha interrompido as negociações com um consórcio formado pelas companhias aéreas Delta e Air France e pelo fundo americano Certares.

No entanto, as negociações com o Grupo MSC e com a Lufthansa continuaram, tendo mesmo chegado a ser apresentada uma proposta que previa a aquisição de 80% do capital da Ita Airways, ficando o Grupo MSC com 60% da companhia aérea italiana e a Lufthansa com os restantes 20%.

Recorde-se que a Ita Airways foi fundada em outubro de 2021, depois da liquidação da Alitalia, cuja situação financeira, que já era difícil antes da pandemia da COVID-19, se ter tornado insustentável e ter ditado a criação da nova companhia aérea.

O Ministério da Economia de Itália é, atualmente, o único acionista da Ita Airways.

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Britânicos mantêm planos de viagem em 2023 e contam gastar mais que outros europeus

O novo estudo da MMGY Travel Intelligence, que entrevistou mais de quatro mil viajantes europeus, apurou que os britânicos são os europeus que contam realizar um maior número de viagens e com gastos mais elevados em 2023.

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O aumento do custo de vida não parece estar a desmotivar os turistas britânicos, que mantêm os seus planos de viagem para 2023 e contam mesmo gastar mais do que os turistas de outros países europeus, de acordo com o mais recente estudo da empresa de análise de dados MMGY Travel Intelligence.

Segundo os resultados deste estudo, os turistas britânicos contam realizar, no próximo ano, cerca de 2,5 viagens internacionais e gastar perto de 4.600 euros no total das férias ao longo dos próximos 12 meses.

O resultado, segundo o estudo da MMGY Travel Intelligence, que contou com mais de quatro mil entrevistados, mostra que os britânicos são os turistas europeus que maior número de viagens contam realizar no próximo ano, sendo também aqueles que esperam realizar os gastos mais elevados.

Ao contrário dos britânicos, a generalidade dos turistas europeus deverá ficar-se por 2,3 viagens internacionais no próximo ano, não contando gastar mais de 3.870 euros no total das férias, num valor que, ainda assim, subiu 1% face ao último estudo.

Os resultados mostram, por isso, que as viagens parecem ser “o último item que as pessoas dispensam”, com os britânicos a mostrarem-se mesmo “determinados a continuar viajando” no próximo ano.

Por destinos, a preferência vai para os países europeus, seguindo-se os EUA, Caraíbas e Canadá.

“Na sequência da pandemia da Covid-19, o nosso estudo demonstra que há claramente um forte apetite para sair e ver o mundo, e as pessoas estão com fome de gastar o seu dinheiro neste simples prazer e não estão dispostas a prescindir dele”, afirma Cees Bosselaar, diretor administrativo da MMGY Travel Intelligence Europe.

De acordo com o responsável, esta intenção de viajar não quer, contudo, dizer que os turistas não se preocupam com os custos, uma vez que o orçamento continua a ser um dos principais fatores de decisão em relação às férias.

O que parece já não ter grande influência na escolha dos europeus é a COVID-19, uma vez que, de acordo com este estudo, este passou a ser o último motivo de decisão, enquanto os custos, a existência de voos e de alojamento, assim como a segurança pessoal, estão no topo das prioridades.

O estudo procurou ainda saber qual o sentimento dos turistas europeus em relação à sustentabilidade, apurando que cerca de 30% dos viajantes europeus evitariam um destino ou opção de férias cujas práticas não sejam sustentáveis.

Além de turistas britânicos, este estudo abrangeu também turistas provenientes de França, Alemanha, Itália e Espanha, que manifestaram ter intenção de viajar no próximo ano.

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Dionísio Pestana: “Se não tivesse seguido o desafio do meu pai, estaria na banca ou na bolsa na África do Sul”

Com as previsões a apontarem para uma faturação recorde de 500 milhões de euros para 2022, o presidente do grupo Pestana está otimista para 2023. Contudo, Dionísio Pestana revelou que “o que está em execução é para acabar, o que for novo, vamos aguardar”. Assim, para o ano serão inaugurados dois hotéis em Lisboa – Alfama e Rua Augusta – e arrancará o de Paris.

Victor Jorge

Foi durante o almoço com a imprensa, no âmbito das comemorações do 50.º aniversário do Grupo Pestana, que Dionísio Pestana, presidente do grupo, admitiu que, se não tivesse aceitado o desafio do pai, em 1976, “estaria na banca na África do Sul. Em boa hora isso não aconteceu”.

Foi a 20 de novembro de 1972 que nasceu o maior grupo hoteleiro português, com a inauguração do que é hoje o Pestana Carlton Madeira. Mas a história do grupo começa em 1966 e com um preço de 18.000 contos (hoje, 90 mil euros) pago por um terreno no Funchal onde seria erguido o que é hoje o Pestana Carlton Madeira, inaugurado há 50 anos.

Mas foi depois de o pai “dar como perdido o negócio hoteleiro”, como referiu Dionísio Pestana, que se dá a viagem da África do Sul para a Madeira, onde, inicialmente, a vontade do agora presidente do grupo era ser “diplomata, já que adorava viajar”.

“A revolução tinha destruído completamente o projeto e quando cheguei percebi que isto não era um problema, era um problemão”, reconhece Dionísio Pestana para revelar que, “com o tempo comecei a acreditar que era possível realizar o sonho do meu pai e fui alimentando também o meu próprio sonho”.

Ora esse sonho é hoje o maior grupo hoteleiro, com 108 hotéis espalhados por 16 países, e uma faturação prevista de 500 milhões de euros para 2022 – 80% em Portugal e 20% em estrangeiro – e cujos principais mercados são o britânico, alemão e na “agradável surpresa” em que se tornou o americano. De resto, Dionísio Pestana acredita que a aposta deve ser feita em mercados que distam duas a três horas de viagem ou então, nos Estados Unidos, já que se trata de um mercado que “paga mais e que tem maior poder de compra”.

Voltando, contudo, um pouco atrás no tempo, é com o “time-sharing” na década de 1980, que se dá o “turning-point” do grupo Pestana. Importado dos EUA, as pessoas tinham a possibilidade de comprar uma semana de férias por 30 anos – hoje já só por 10 anos -, tendo a primeira venda sido feito para o mercado britânico. “Hoje ainda temos famílias que compraram nessa altura e que ficaram connosco os 30 anos e renovaram por mais dez e por mais dez”. E foi, precisamente, essa tesouraria que possibilitou a concretização da parte financeira e na construção do grupo.

Acabar o que está em execução e abrandar em novos projetos
Quanto ao futuro, Dionísio Pestana considera que “as maiores preocupações são a inflação e os juros”. No que diz respeito à primeira, “já passámos por isso e o segredo está no aumento da produtividade, tendo imaginação na área das equipas, manter a receita e defender as margens”, disse o presidente do Pestana.

Já quanto aos juros, “é preciso estar sempre de olho na tesouraria e nos novos projetos que ficam congelados”, salientando Dionísio Pestana que, “o que está em execução é para acabar, o que for novo, vamos aguardar”. E o que está em execução são dois hotéis em Lisboa – Alfama e Rua Augusta –, a inaugurar durante o 1.º semestre de 2023, altura em que arrancará o outro projeto, em Paris, junto à Gare d’Austerlitz, um investimento de 60 milhões de euros, em que o grupo ficou com a parte hoteleira, com 210 quartos, num projeto de 100.000 m2 de construção.

De fora fica a possibilidade de vender qualquer ativo, situação que aconteceu com o Pestana Blue Alvor, adquirido pela Azora através do fundo Azora European Hotel & Lodging.

“Os fundos vieram revolucionar muito o negócio da imobiliária hoteleira, negócio esse que era dos bancos”, considera Dionísio Pestana, admitindo, também, que todos os meses o grupo tem abordagens por parte de fundos para a compra de ativos Pestana. Com José Theotónio ao lado do presidente, foi o CEO do grupo Pestana quem melhor caracterizou a venda desse ativo: “foi um negócio em que foi batida a cláusula de rescisão”, referiu, com Dionísio Pestana a frisar que “o negócio estava a correr bem”. Contudo, fica a revelação de que, “se não for estratégico”, a venda será “sempre equacionada”.

Com um dos problemas a residir no aumento dos custos – +10%, em geral, e 25% na energia – o presidente do grupo Pestana revelou que, também os custos com o pessoal aumentaram. Nesse aspeto, e com as outras preocupações – inflação e juros “resolvida” – no caso do capital humano, Dionísio Pestana salienta que “a estrutura está profissionalizada e preparada para o futuro. Não podemos ter medo, temos de estar preparados e temos gente capaz para o fazer”.

Contudo, admite que “não há mão-de-obra em Portugal e, por isso, temos de ir buscar fora”, dando como exemplo a Suíça: “se formos à Suíça, não são os suíços que trabalham na hotelaria”. E deu o exemplo da flexibilidade e adaptabilidade que se tem de ter, sem prejudicar negócio e operação: “nós temos colaboradores que a exigência que fazem é de entrar às 15 horas. Porquê? Porque querem ter a parte da manhã para ir praticar surf. Mas depois não se importam de trabalhar o resto do dia todo e ao fim-de-semana”.

“O que não podemos ter, são pessoas que não querem trabalhar aos fins-de-semana, já que a hotelaria se trata de um negócio que funciona 365 dias por ano, 24 horas por dia. Teremos sempre de ter turnos rotativos, sempre pessoal disponível, mas claro que podemos sempre ter alguma adaptabilidade”, referiu Dionísio Pestana, não se alargando muito em comentários sobre a proposta de quatro dias de trabalho, “realidade impossível de considerar para a hotelaria”.

Reconhecendo que existe alguma dificuldade em “importar” pessoal, a solução indicada está na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), “países que sabem a nossa língua”, advertindo, no entanto, que “são precisos vistos” e que, nesta matéria é preciso rapidez para não se continuar a debater sempre a falta de pessoal.

Certo é que para o próximo ano de 2023, o grupo Pestana já se encontra preparado para dar início ao processo de contratação e formação, tudo porque “o próximo verão vai ser bom”, admitiu Dionísio Pestana.

 

*O Publituris/Publituris Hotelaria viajaram para o Funchal a convite do grupo Pestana no âmbito das comemorações do 50.º aniversário.

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ANA espera que diretiva de slots da União Europeia seja revista para 90%

No 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo o CCO da ANA Aeroportos apontou que regras que estipulam a ocupação de slots pelas companhias aéreas têm “cerca de 30 anos”, pelo que a revisão da diretiva pela União Europeia constitui “uma oportunidade para o setor”.

Carla Nunes

O CCO da ANA Aeroportos, Francisco Pita, espera que a diretiva que está a ser preparada pela União Europeia imponha a utilização de 90% dos slots por parte das companhias aéreas, em detrimentos dos 80% vigentes.

Como explica, “atualmente uma companhia aérea, ao pedir slots, pode usar apenas 80% desses slots, mantendo o direito cativo sobre os 100%. Achamos que é uma área que devia ser revista para 90%, por aí, para otimizar a utilização da capacidade dos aeroportos”.

As declarações foram feitas no 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, organizado pela AHP, mais concretamente no painel “Wings of Change”, onde também participaram Ana Vieira da Mata, vogal CA da ANAC e António Moura Portugal, diretor-executivo da RENA.

Francisco Pita aponta que estas regras dos 80/20% têm “cerca de 30 anos”, ao longo dos quais “o mercado da aviação mudou de forma absolutamente radical”. Por essa razão, considera que “esta revisão da diretiva é uma oportunidade para o setor, para garantir melhorias nas coletividades das regiões”.

No entanto, mais que a revisão de slots, o profissional entende que a diretiva também deve rever “a possibilidade que dá na entrada a novas companhias aéreas”.

“Entendemos que as regras estabelecidas na atual diretiva dão sempre prioridade às companhias que já operam e dificultam muito a entrada de novos operadores no mercado. [Somos da opinião de] que mais companhias aéreas vão proporcionar melhores preços aos consumidores finais”, defende Francisco Pita.

Por seu lado, António Moura Portugal, diretor-executivo da RENA, defende que a revisão deve avançar “mas de forma ponderada”, sem colocar “exigências demasiado fortes às companhias em termos de utilizar ou perder e que leve, por exemplo, a comportamentos menos racionais do ponto de vista de sustentabilidade ou de custos”.

“Acho que também temos de ter essa preocupação nos dias que correm: não é só maximizar eficiência, que depois pode levar a situações indesejáveis”, afirma o diretor-executivo da RENA.

Sobre a questão da regra de dos 80/20%, e apesar de “não se opor à regra”, Francisco Pita aponta que esta é “meramente comercial”, considerando que “apertando um bocadinho aquilo que pode ser o não uso de slots vamos conseguir otimizar a utilização da nossa capacidade aeroportuária”.

Frisa ainda que chegando ao uso dos 90% não há problemas relativamente à segurança, até porque “a capacidade está lá, ela não é utilizada”.

Também o diretor-executivo da RENA considera que “a utilização pela no slot” não influencia a segurança.

“O tema aqui da utilização plena do slot não é de segurança, é de eficiência, boa gestão. O tema aqui pode ser outras companhias que querem entrar no mercado e sentem que a companhia que está sentada nesse slot não está a fazer uma utilização plena. Um dos temas é esta indefinição jurídica. Aqui o regulamento poderá e deveria regulamentar”, termina.

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António Costa e Silva anuncia novo programa de 50 milhões para o Turismo

O programa servirá para ajudar as empresas de turismo a modernizar os seus imóveis.

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Na sessão de abertura do 33.º Congresso da AHP, António Costa e Silva, Ministro da Economia e do Mar, anunciou um novo programa de apoio “Call 50|Turismo e Indústria” no âmbito das medidas de apoio financeiro à indústria e do Plano de Ação “Reativar o Turismo | Construir o Futuro.

O programa terá disponíveis 50 milhões de euros para ajudar o investimento das empresas e servirá para ajudar as empresas de turismo a modernizar os seus imóveis.

“É uma espécie de programa que já foi também desenvolvido no passado de sale e leaseback, para ajudar as empresas de turismo em relação a todos os seus edifícios e imóveis, para [que se possam] modernizar, recuperar e desenvolver”, explica o Ministro da Economia e do Mar, adiantando que “o programa será gerido pelo turismo de fundos, do Turismo de Portugal, para a aquisição destes imóveis como opção de recompra para as empresas”.

Na sua intervenção, António Costa e Silva aproveitou ainda para enfatizar que os empresários têm disponíveis ” 380 milhões de euros em programas que foram lançados anteriormente: cerca de 150 milhões de euros do Apoiar Turismo e mais 230 milhões do programa Requalifica”.

“São programas que estão disponíveis e trabalharemos sempre em parceria, como deve ser, para tentar construir soluções”, termina.

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