Assine já
Transportes

Custos de combustível e valorização do dólar dificultam reestruturação da TAP

Apesar de admitir que existem obstáculos à reestruturação da TAP, Christine Ourmières-Widener mostra-se “cuidadosamente otimista” em relação ao futuro da companhia aérea nacional.

Publituris
Transportes

Custos de combustível e valorização do dólar dificultam reestruturação da TAP

Apesar de admitir que existem obstáculos à reestruturação da TAP, Christine Ourmières-Widener mostra-se “cuidadosamente otimista” em relação ao futuro da companhia aérea nacional.

Publituris
Sobre o autor
Publituris
Artigos relacionados
TAP recebe 462 milhões e UTAO fala em “incertezas” e “riscos”
Aviação
Air France/KLM recusa alimentar “especulação” sobre interesse na TAP
Homepage
Argentina “está disposta a investir” em voos da TAP para Buenos Aires
Homepage
TAP reforça operação para Luanda
Homepage

A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, admitiu esta terça-feira, 7 de junho, que o custo mais elevado do combustível e a valorização do dólar americano (USD) são obstáculos que tornam mais difícil a realização do plano de reestruturação da companhia aérea de bandeira nacional.

De acordo com a responsável, que foi ouvida na tarde desta terça-feira, 7 de junho, na Comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação da Assembleia da República, “os custos de combustível mais elevados e a valorização do USD são obstáculos que tornam mais difícil a realização do plano”.

Christine Ourmières-Widener especificou que os custos estimados com combustível são cerca de 300 milhões de euros superiores ao anteriormente previsto e 200 milhões superiores a 2019.

No entanto, a CEO da TAP reiterou que, apesar dos desafios, a sustentabilidade e sobrevivência da companhia aérea nacional são “absolutamente possíveis”, considerando que aquilo que a transportadora não pode fazer é “comprometer o futuro a longo prazo para resultados a curto prazo”.

“Estamos cuidadosamente otimistas”, acrescentou Christine Ourmières-Widener.

Recorde-se que, âmbito do plano de reestruturação de que a TAP está a ser alvo, a Comissão Europeia impôs, entre outras medidas, que a companhia aérea não pode pedir apoio financeiro adicional ao Governo durante os próximos 10 anos, fique limitada a uma frota de 99 aviões, liberte 18 faixas horárias (‘slots’) no aeroporto de Lisboa e que aliene ou feche ativos não essenciais.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Artigos relacionados
Transportes

Procura crescente por viagens exigem levantamento de restrições, pede ACI World

Com a forte procura por viagens e apesar das restrições ainda em vigor na Ásia, a ACI World estima que o tráfego de passageiros a nível global atinja 77% dos níveis registados em 2019, representando mais de 7 mil milhões de passageiros a nível mundial.

No seu relatório trimestral, o Airports Council International (ACI) World salienta um impacto positive e imediato na procura global por viagens, “renovando o otimismo da indústria”. No entanto, frisa a ACI World, esta realidade “expôs ainda mais a recuperação desigual, uma vez que os principais mercados de aviação na Ásia-Pacífico ficam atrás dos seus pares ocidentais, pois continuam parcialmente fechados ao tráfego internacional”.

Os números da ACI World estimam uma melhoria significativa no tráfego de passageiros a nível global, já que, em 2022, deverá atingir 77% dos níveis registados em 2019, prevendo-se um total de 7,1 mil milhões de passageiros a nível mundial.

Relativamente ao ano de 2021, a ACI World refere que a COVID retirou 4,6 mil milhões de passageiros, comparado com os dados de 2019, representando uma perda de 50,3% do tráfego global de passageiros. Para os dois anos de pandemia, o conselho estima que se tenham perdido mais de 10 mil milhões de passageiros nos aeroportos mundiais.

Luís Felipe de Oliveira, diretor-geral do ACI World, refere no relatório que, com base nos dados mais recentes, “não há dúvida de que muitos viajantes estão ansiosos para retomar as viagens e os volumes do início do verão são uma prova disso” Depois da “privação de férias” e um crescente aumento na confiança nas viagens aéreas, proporcionado pelo aumento das taxas de vacinação e medidas de segurança, o responsável do conselho antevê que “o relaxamento das restrições ajudará a aumentar a propensão para as viagens aéreas e impulsionar a recuperação do setor”.

Luís Felipe de Oliveira admite que, “com muitos países a tomarem medidas para o retorno a uma certa normalidade, levantando quase todas as medidas de saúde e restrições de viagens, esperamos um salto na procura por viagens aéreas no segundo semestre de 2022”.

Contudo e mesmo com as tendências atuais relativamente ao tráfego aéreo, o ACI World considera que “ainda há muita incerteza em torno da recuperação do setor de aviação, principalmente no médio e longo prazo”. Embora muitos indicadores apontem para a recuperação, o setor também enfrenta “alguns ventos contrários, incluindo conflitos geopolíticos, inflação, risco de desaceleração económica, interrupções na cadeia de abastecimento, escassez de mão de obra e possíveis novas vagas de COVID”, lê-se no relatório.

No entanto, apesar dos riscos negativos, a indústria continua “confiante de que o potencial de recuperação para níveis de 2019 surja dentro de dois ou três anos”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Transavia voa entre o Porto e Lyon com 30% de combustível SAF

Companhia aérea low cost do grupo Air France/KLM revela que esta iniciativa é uma das ações identificadas pelo grupo “para reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa”.

A Transavia realizou esta terça-feira, 28 de junho, um voo entre o Porto e Lyon, em França, que utilizou, pela primeira vez, 30% de combustível SAF (combustível de aviação sustentável), numa iniciativa que, segundo a companhia aérea low cost do grupo Air France/KLM, faz parte das ações do grupo “para reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa”.

“O Grupo Air France KLM está comprometido, há vários anos, com a redução da sua pegada de carbono. A sua vontade passa, hoje, por acelerar a sua transição ambiental, ativando todas as alavancas à sua disposição e favorecendo o surgimento de soluções inovadoras. O Grupo definiu uma trajetória para atingir zero emissões líquidas até 2050”, indica a Transavia, explicando que, a curto prazo, o grupo pretende reduzir as emissões de CO2 por passageiro-quilómetro em 30% até 2030 face a 2019.

Para reduzir as emissões poluentes, acrescenta a companhia aérea, um dos trunfos que estão atualmente ao dispor da aviação é o SAF, que corresponde a um tipo de combustível de “origem não fóssil”, produzido a partir de “resíduos industriais ou domésticos e que não competem com a alimentação humana”.

Segundo a Transavia, estes tipos de combustíveis “podem reduzir as emissões de CO2 numa média de 80% ao longo de todo o ciclo de vida e desempenhar um papel essencial na descarbonização do transporte aéreo”, motivo pelo qual, este ano, França passou a exigir que os fornecedores de combustíveis incluam 1% de SAF nas suas vendas de carburantes.

“Estamos entusiasmados por operar este voo que incorpora 30% de combustível de aviação sustentável. É uma importante iniciativa que desejávamos para estes dias de reflexão sobre a mobilidade, os Connecting Europe Days, que se realizam em Lyon. Estamos a mobilizar todas as alavancas para reduzir as nossas emissões de CO2: os SAF, a ecopilotagem que permite reduzir as nossas emissões em 3 a 5% por voo, e vamos chegar a -15% de emissões graças à próxima renovação de nossa frota”, sublinha Sébastien Mir, diretor de Qualidade, Segurança e Ambiente da Transavia France.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

MSC World Europa já concluiu primeiros testes de mar

O MSC World Europa começa a navegar no inverno de 2022/23 e vai ser o primeiro navio movido a GNL da frota da MSC Cruzeiros.

O MSC World Europa, o primeiro navio movido a Gás Natural Liquefeito (GNL) da MSC Cruzeiros, já concluiu os primeiros testes de mar, que incluíram avaliação de desempenho dos motores do navio, manobrabilidade, consumo de combustível, sistemas de segurança, velocidade e distâncias de travagem.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia de cruzeiros explica que o MSC World Europa será “o primeiro da pioneira MSC World Class – uma nova classe de navios que apresentará uma plataforma de cruzeiro completamente nova – e poderá acomodar até 6.762 passageiros”.

O navio, que começa a navegar no inverno de 2022/23, foi construído pelos estaleiros de Chantiers de l’Atlantique, em Saint-Nazaire, França, e é um dos três cruzeiros a GNL que a MSC Cruzeiros encomendou aos estaleiros franceses, que vão também construir o terceiro navio da ´World Class II´, que deverá começar no início do próximo ano.

Além do MSC World Europa, estes estaleiros franceses têm também em construção o MSC Euribia, que também já navega, tendo agora sido transferido para a ‘doca seca’ para terminar os trabalhos, antes de se juntar à frota da MSC Cruzeiros, em junho de 2023.

“Estabelecemos um importante compromisso no ano passado de atingir o objetivo de zero emissões de gases de efeito estufa até 2050 liderando a indústria de cruzeiros no caminho para a descarbonização. O MSC World Europa e o MSC Euribia desempenharão um papel fundamental nesta jornada”, congratula-se Pierfrancesco Vago, Executive Chairman, Cruise Division of MSC Group.

Além de ser movido a GNL e, por isso, ser um navio mais amigo do ambiente, o MSC World Europa conta também com um design inovador em Y, onde se destaca a Europa Promenade de 104 metros de comprimento, assim como o Venon Drop @ The Spiral, um slide de 11 decks de altura, o mais longo no mar.

No próximo inverno, o navio começa a navegar no Mar Arábico, onde vai realizar sete viagens noturnas entre dezembro de 2022 e março de 2023, à partida do Dubai, rumando, depois, em março de 2023, para o Mediterrâneo, onde vai operar cruzeiros de sete noites com escala nos portos italianos de Génova, Nápoles e Messina, bem como Valetta em Malta, Barcelona em Espanha e Marselha em França.

Já o MSC Euribia chega em junho do próximo ano e vai passar a temporada inaugural no Norte da Europa, realizando um itinerário pelos Fiordes Noruegueses, à partida de Kiel.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Ryanair diz que greve afetou menos de 2% dos voos e não teve impacto em Portugal

Companhia aérea diz que “não houve interrupções de voo em Itália, Espanha, Portugal, Reino Unido, França ou Irlanda”, uma vez que a greve dos tripulantes de cabine da Ryanair é “muito pequena e regista pouca adesão”.

Publituris

A Ryanair diz que menos de 2% dos 3.000 voos realizados esta sexta-feira, 24 de junho, foram afetados pela greve dos tripulantes de cabine da companhia aérea e garante que, no caso de Portugal, não houve sequer perturbações a registar, de acordo com um comunicado da companhia aérea.

“Não houve interrupções de voo em Itália, Espanha, Portugal, Reino Unido, França ou Irlanda, pois a grande maioria das tripulações da Ryanair está a trabalhar normalmente”, indica a transportadora, revelando que a maior parte das perturbações aconteceu na Bélgica, apesar de também neste país “mais de 60% dos voos regulares da Ryanair de/para Charleroi e Zaventem” terem operado esta sexta-feira.

A Ryanair diz esperar “interrupções mínimas (se houver)”  durante o fim-de-semana, uma vez que a greve é “muito pequena e regista pouca adesão”, ainda que admita algumas perturbações em França, Itália e Espanha, mas devido a uma “greve de dois dias” dos controladores de tráfego aéreo em Marselha, que deverá atrasar os voos que passam pelo espaço aéreo francês.

“A Ryanair espera que mais de 98% de seus 3.000 voos diários operem normalmente no sábado e domingo, neste fim de semana”, acrescenta a companhia aérea, que diz que vai informar, por e-mail ou SMS, os passageiros afetados por estas paralisações.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

Aeroporto do Porto é o melhor da Europa para o ACI Europe

Distinção foi entregue na categoria 10-25 milhões de passageiros, pela recuperação da atividade após crise pandémica, qualidade de serviço e pelas ações implementadas no âmbito da sustentabilidade, segundo a ANA – Aeroportos de Portugal.

Publituris

O ACI Europe distinguiu, pela primeira vez, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, com o prémio Best European Airport 2022, na categoria 10-25 milhões de passageiros, destacando a “recuperação da atividade após crise pandémica, a qualidade de serviço e as ações implementadas no âmbito da sustentabilidade”, informou a ANA – Aeroportos de Portugal, em comunicado.

“Os critérios de avaliação para os prémios desde ano estiveram sobretudo relacionados com a qualidade de serviço e a implementação de medidas durante a crise pandémica nas áreas operacionais, saúde e segurança, gestão comercial, no contexto da estratégia de sustentabilidade do aeroporto e da sua recuperação financeira. E foi com evidências fortes da concretização destas medidas e da sua qualidade, que o Aeroporto Francisco Sá Carneiro vê agora atribuído o prémio de melhor Aeroporto Europeu nos aeroportos entre 10-25 milhões de passageiros”, indica a empresa gestora dos aeroportos nacionais.

Na informação divulgada, a ANA – Aeroportos de Portugal destaca as ações de sustentabilidade desenvolvidas e que passam pela “criação do Fórum dos Stakeholders para a Gestão Global de Carbono, os projetos de reutilização da água (dos veículos dos socorros e das garrafas dos passageiros, para rega e lavagens nos aeroportos), a redução da pegada hídrica e o sistema inovador de triagem de resíduos com uma central dedicada no Aeroporto”.

De destacar é também a recuperação da infraestrutura, com a ANA – Aeroportos de Portugal a indicar que o Aeroporto do Porto tem vindo a obter “resultados muito positivos de recuperação de tráfego e de conectividade”, tendo já sido superado “o nível de conetividade verificado no verão de 2019, sendo agora disponibilizadas 100 rotas regulares (em 2019, eram 99)”.

Ao nível do serviço, a empresa que gere os aeroportos nacionais lembra que mesmo durante a pandemia, “um período tão desafiante para todo o setor da aviação, a infraestrutura foi melhorada com a ampliação do taxiway, foram desenvolvidas e implementadas novas soluções inovadoras”, ao mesmo tempo que foram “reforçados compromissos no âmbito da sustentabilidade”.

“É com muita satisfação que recebemos tão elevada distinção por parte do ACI-Europe, a mais respeitada e reconhecida avaliação no setor, que resulta do empenho e profissionalismo das equipas da ANA|VINCI Airports na gestão da operação qualidade de serviço e retoma de atividade”, considera Thierry Ligonnière, CEO da ANA Aeroportos de Portugal, garantindo que a empresa vai continuar comprometida “com o desenvolvimento da conetividade da região Norte, promovendo o Aeroporto do Porto como uma porta de entrada eficiente, sustentável e inovadora, que irá contribuir para a recuperação económica e do setor do turismo em Portugal”.

“Este é o reconhecimento do trabalho diário realizado pelas equipas do Aeroporto do Porto, e de toda a comunidade aeroportuária a quem dirijo o nosso agradecimento”, acrescenta.

Na informação divulgada, a ANA – Aeroportos de Portugal lembra ainda que esta não é a primeira vez que o Aeroporto do Porto é reconhecido pelo ACI Europe, uma vez que, ainda no ano passado e no mesmo fórum, a infraestrutura recebeu a menção Highly Commended, a par com o Aeroporto de Lisboa, vindo também a ser recorrentemente premiado pela ASQ ACI (Airport Service Quality), recebendo diferentes distinções em posições cimeiras nos últimos 15 anos.

 

 

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

PLAY comemora 1.º aniversário com 320 mil passageiros transportados

No espaço de um ano e em plena pandemia, a PLAY já transportou cerca de 320 mil passageiros e já voa para 26 destinos, incluindo a rota Lisboa-Reiquejavique.

Publituris

A companhia aéreas islandesa PLAY está esta sexta-feira, 24 de junho, a comemorar o primeiro aniversário e congratula-se por, no espaço de um ano e em plena pandemia, ter já transportados cerca de 320 mil passageiros.

“A partir de hoje, 24 de junho, cerca de 320 000 pessoas terão voado com a PLAY, quase igual ao número de pessoas que vivem na Islândia. Estamos muito gratos pela grande resposta ao lançamento da PLAY nos diferentes mercados”, refere a companhia aérea, num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com a PLAY, apesar de desafiante, este primeiro ano ficou também marcado por vários sucesso desta companhia aérea que nasceu para “satisfazer a procura de viagens a preços acessíveis para a terra do fogo e do gelo, bem como de trazer mais opções de destinos de sol e praia e de férias na cidade aos islandeses”.

“Apenas dois meses após o lançamento, a PLAY solicitou uma licença de voo dos EUA. Os sonhos transatlânticos foram realizados em menos de um ano com a inauguração de serviços para Boston, Baltimore/Washington e Nova Iorque a partir do Reino Unido via Islândia”, destaca a transportadora.

Seis meses após o início das operações globais, a PLAY tinha já transportado cerca de 100 mil passageiros e aberto 21 rotas, num sucesso que se manteve nos meses seguintes e que, segundo a companhia aérea, se deverá manter também este verão.

“Agora, entramos na estação do Verão com um sólido fluxo de reservas e estamos ansiosos por reforçar ainda mais a nossa crescente rede de rotas e fator de ocupação”, afirma Birgir Jónsson, CEO da PLAY.

Atualmente, a PLAY voa para 26 destinos, e, entre maio e junho, abriu 12 novas rotas, incluindo Lisboa-Reiquejavique, e duplicou o número de empregados, que era de 150 há seis meses, para 300 este verão.

No acumulado de 2022, até maio, a PLAY transportou 148 882 passageiros, dos quais 56 601 apenas no mês de maio, o que, segundo a companhia aérea, representa “um aumento de 54% em relação a abril, como também se aproxima do número total de passageiros transportados no primeiro trimestre de 2022”.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

LATAM passa a abrir balcões de check-in 4 horas antes do voo

A LATAM Airlines informou que os balcões de check-in para os seus voos passaram a abrir quatro horas antes da partida, num procedimento que se vai manter durante toda a temporada de verão.

Publituris

De forma a garantir a melhor experiência possível de viagem, a LATAM Airlines veio esta quinta-feira, 23 de junho, informar que os balcões de check-in para os seus voos passaram a abrir quatro horas antes da partida, num procedimento que se vai manter durante toda a temporada de verão.

“Os passageiros estão a voltar devagar, mas com certeza, e esperamos para altos níveis de ocupação nos próximos meses, então, para garantir a melhor experiência de viagem possível aos nossos clientes durante o período de verão, gostaríamos de lembrar que os nossos balcões de check-in no aeroporto  estarão abertos quatro horas antes da hora de partida dos nossos voos”, refere a companhia, numa nota informativa enviada à imprensa e ao trade.

A LATAM pede aos agentes de viagens que informem os seus clientes, de forma a que eles cheguem ao aeroporto com tempo suficiente, o que é essencial para que os passageiros tenham uma melhor experiência de viagem.

A LATAM diz ainda que está a tentar evitar perturbações, motivo pelo qual pede a ajuda dos agentes de viagens para garantir que os passageiros recebem toda a informação necessária e têm a melhor experiência de viagem possível.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Carnival vai operar dois navios da Costa nos EUA sob o novo conceito “Costa by Carnival”

A partir da primavera de 2023, o Costa Venezia e o Costa Firenze vão ser operados pela Carnival nos EUA, sob o novo conceito “Costa by Carnival”, que combina o estilo italiano da Costa Cruzeiros com o serviço de bordo e entretenimento da Carnival.

Publituris

A Costa Cruzeiros anunciou que os seus navios Costa Venezia e Costa Firenze vão ser operados, a partir da primavera de 2023, pela Carnival nos EUA, sob o novo conceito “Costa by Carnival”, que “combina o estilo italiano da Costa Cruzeiros com o excelente serviço de bordo e entretenimento que os passageiros da Carnival usufruem”.

De acordo com um comunicado da companhia de cruzeiros, este novo conceito dedicado aos cruzeiristas norte-americanos vai chegar primeiro ao Costa Venezia, enquanto o Costa Firenze passa a ser operado pela Carnival na primavera de 2024, sendo que, até lá, ambos os navios vão “continuar a operar os seus itinerários regulares com a Costa Cruzeiros”.

“Estamos entusiasmados por ver estes navios icónicos da Costa Cruzeiros estrearem nos Estados Unidos sob a liderança e operação da nossa marca irmã. A Costa oferece os seus navios reconhecidos pelo design, e a Carnival proporciona a sua tradicional animação, agora num estilo italiano”, disse Mario Zanetti, presidente da Costa Cruzeiros.

Segundo o responsável, a decisão de colocar o Costa Venezia e o Costa Firenze a operar sob o novo conceito para o mercado norte-americano deve-se ao facto do mercado de cruzeiros estar ainda a assistir a um “lento reinício” na Ásia, enquanto nos EUA há já um “forte reinício dos cruzeiros”.

“Decidimos aproveitar esta oportunidade para que os muitos passageiros norte-americanos possam apreciar as características únicas dos nossos navios, criando sinergias neste importante mercado”, acrescenta Mario Zanetti.

A Costa Cruzeiros diz que já está a informar os seus parceiros comerciais e passageiros sobre estas alterações e garante que, em breve, vai anunciar quais os navios que vão substituir o Costa Venezia e o Costa Firenze nos seus itinerários, “cuja continuidade está confirmada”.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Procura em crescimento leva MSC Cruzeiros a colocar mais um navio no Mediterrâneo

A partir de 9 de julho, a MSC Cruzeiros vai disponibilizar 16 cruzeiros de sete noites no MSC Bellissima, com partidas de Valência e Barcelona, assim como dos portos italianos de Génova, Livorno e Nápoles.

Publituris

A MSC Cruzeiros vai colocar mais um navio em operação no Mediterrâneo este verão e, a partir de 9 de julho, vai disponibilizar 16 cruzeiros de sete noites no MSC Bellissima, com partidas de Valência e Barcelona, assim como dos portos italianos de Génova, Livorno e Nápoles.

De acordo com a companhia de cruzeiros, a colocação do MSC Bellissima no Mediterrâneo visa dar resposta à “grande procura dos consumidores pelas férias de cruzeiro”, não só por parte de cruzeiristas habituais como por parte de novos clientes.

“Como os turistas estão agora a planear as suas férias de verão, estamos extremamente satisfeitos ao ver que os nossos investimentos contínuos e atuais na experiência a bordo – incluindo refeições melhoradas, opções adicionais de entretenimento, bem como mais colaboradores para cuidar de todas as necessidades dos nossos passageiros, mesmo durante a movimentada temporada de verão – está a valer a pena com altas classificações por parte de passageiros que navegam recorrentemente connosco, mas também dos novos o que levou a que colocássemos um navio adicional no Mediterrâneo”, explica Gianni Onorato, CEO da MSC Cruzeiros.

O itinerário que o MSC Bellissima vai realizar a partir de 9 de julho conta com escalas Portofino, Florença, Nápoles, Capri, Barcelona, Tarragona, Valência e Madrid, com a companhia a disponibilizar pacotes que incluem voos + transfer + cruzeiro + bebidas, à partida de Valência, a partir de 849€ por pessoa.

No total, a MSC Cruzeiros vai disponibilizar, este verão, mais de 500 partidas nos 19 navios que compõem a frota da companhia de cruzeiros e que vão estar todos em operação ao longo da temporada, 15 dos quais no Mediterrâneo, o que será “o maior número de navios que a companhia já teve na região”.

As vendas para o MSC Bellissima já se encontram a decorrer.

Recorde-se que o MSC Bellissima é um navio da classe Meraviglia, que foi inaugurado em 2019 e conta com 12 restaurantes e mais de 20 bares, MSC Yacht Club, clubes de crianças em parceria com o LEGO Group e Chicco, Carousel Lounge com espetáculos de acrobacias, LED Sky Screen no mar com 80 metros de comprimento e 10 tipos diferentes de camarotes à escolha.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

easyJet torna-se parceira do programa Iris para reduzir emissões de carbono na aviação

A easyJet tornou-se na primeira companhia aérea parceira do Iris, um programa de gestão de tráfego aéreo que vai impulsionar os sistemas para minimizar atrasos nos voos, poupar combustível e reduzir o impacto ambiental das viagens.

Publituris

A easyJet tornou-se na primeira companhia aérea parceira do Iris, um programa de gestão de tráfego aéreo inovador que vai funcionar como impulsionador de sistemas para minimizar atrasos nos voos, poupar combustível e reduzir o impacto ambiental das viagens.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea explica que este programa é liderado pela Inmarsat, líder mundial em comunicações móveis por satélite globais, em colaboração com a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Airbus, afirmando-se como uma componente-chave para a “modernização e digitalização da indústria aeronáutica”.

“Até que as tecnologias de emissão de carbono zero estejam disponíveis, a companhia aérea permanece absolutamente concentrada na redução das suas atuais emissões de carbono na medida do possível, e programas como o Iris desempenham um papel importante neste sentido”, afirma a easyJet, que lembra o seu compromisso para a redução das emissões de carbono na aviação e o objetivo de chegar a zero emissões até 2050.

De acordo com a transportadora, este programa não só vai ajudar a easyJet “a continuar a operar as suas aeronaves da forma mais eficiente, alcançando mais melhorias de eficiência, como complementa assim também as iniciativas existentes, como o ajuste de táxis monomotores à chegada e à partida ou a utilização de informação meteorológica avançada e parcerias de eficiência de voo com as principais partes interessadas, como é o caso da Airbus, Collins Aerospace, NATS e Eurocontrol”.

Este programa também apoia a modernização do espaço aéreo, o que, segundo a easyJet, “é crucial para toda a indústria, uma vez que é a fonte mais atingível de reduções de carbono neste momento, tendo em conta que rotas de voo mais diretas conduzem a tempos de voo mais curtos”, até porque o Single European Sky declarou a ambição de conseguir uma poupança de 10% nas emissões de carbono da aviação europeia.

“O programa Iris está a preparar o caminho para uma gestão mais eficiente do tráfego aéreo, o que constitui um passo crucial para a indústria da aviação. Este traz múltiplos benefícios, desde ajudar-nos a alcançar os nossos objetivos ambientais através de uma maior redução das nossas emissões de carbono provenientes do voo, até proporcionar uma melhor experiência aos nossos passageiros. Estamos entusiasmados por sermos líderes neste espaço, estabelecendo o padrão para a indústria da aviação e esperamos ver mais companhias aéreas a seguirem o exemplo”, considera Hugh McConnellogue, Director of Airport Operations & Navigation da easyJet.

 

.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.