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Europa lidera retoma do setor do turismo a nível internacional

A Europa é a região do mundo em que se verifica a mais rápida recuperação do turismo internacional, com a OMT a revelar, para o 1.º trimestre de 2022, uma evolução de 280% face a igual período de 2021.

Victor Jorge
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Europa lidera retoma do setor do turismo a nível internacional

A Europa é a região do mundo em que se verifica a mais rápida recuperação do turismo internacional, com a OMT a revelar, para o 1.º trimestre de 2022, uma evolução de 280% face a igual período de 2021.

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A Europa é, segundo o mais recente relatório da Organização Mundial de Turismo (OMT), a região do mundo com a mais rápida recuperação do turismo internacional tendo no primeiro trimestre multiplicado quase por quatro os valores do mesmo período de 2021.

A análise da OMT revela que o turismo internacional cresceu, entre janeiro e março, 182% (quase três vezes mais) em relação ao mesmo período do ano passado, com 117 milhões de chegadas contra 41 milhões no primeiro trimestre de 2021. Das 76 milhões de chegadas internacionais contabilizadas a mais neste primeiro trimestre, cerca de 47 milhões foram registadas em março, pelo que a entidade salienta “a recuperação está a ganhar terreno”.

Embora o turismo internacional permaneça 61% abaixo dos níveis de 2019, “espera-se que a recuperação gradual continue ao longo de 2022, à medida que mais destinos aliviam ou eliminam as restrições de viagem e a procura reprimida é desencadeada”, refere a OMT, em comunicado.

Em 2 de junho, 45 destinos (dos quais 31 estão na Europa) não tinham restrições relacionadas com a COVID-19, enquanto na Ásia, um número crescente de destinos começou a aliviar essas restrições, diz o relatório.

Europa quadruplica chegadas face a 2021
Os dados da OMT mostram que, durante o primeiro trimestre de 2022, a Europa recebeu quase quatro vezes mais chegadas internacionais (+280%) do que no primeiro trimestre de 2021, com resultados impulsionados pela forte procura intrarregional. Nas Américas, as chegadas mais que duplicaram (+117%) nos mesmos três meses. No entanto, as chegadas na Europa e nas Américas ainda estavam 43% e 46% abaixo dos níveis de 2019, respetivamente.

Já no Oriente Médio (+132%) e África (+96%), a análise mostra, igualmente, um forte crescimento no primeiro trimestre de 2022 em comparação com 2021, mas as chegadas permaneceram 59% e 61% abaixo dos níveis de 2019, respetivamente. A Ásia e o Pacífico registaram um aumento de 64% em relação a 2021, mas, novamente, os níveis ficaram 93% abaixo dos números de 2019, pois vários destinos permaneceram fechados para viagens não essenciais.

Por sub-região, o Caribe e a Europa Meridional do Mediterrâneo continuam a apresentar as taxas de recuperação mais rápidas. Em ambos os casos, as chegadas recuperaram para quase 75% dos níveis de 2019, com alguns destinos a atingir ou a superar os níveis pré-pandemia.

Apesar das perspetivas positivas, o ambiente económico desafiador, juntamente com a ofensiva militar da Federação Russa na Ucrânia, representam “um risco negativo para a recuperação do turismo internacional”, considera a OMT.

“A ofensiva russa na Ucrânia parece ter tido um impacto direto limitado nos resultados gerais até agora, embora esteja a atrapalhar as viagens na Europa Oriental”. No entanto, a OMT admite que o conflito está a ter “grandes repercussões económicas em todo o mundo, exacerbando os já altos preços do petróleo e a inflação geral e interrompendo as cadeias de abastecimento internacionais, o que resulta em custos mais altos de transporte e alojamento para o setor de turismo”.

Gasto médio aumenta
A mais recente edição do Barómetro de Turismo da OMT também mostra que mil milhões de dólares (cerca de 935 milhões de euros) foram perdidos em receitas de exportação do turismo internacional em 2021, somando-se aos mil milhões perdidos no primeiro ano da pandemia. As receitas totais de exportação do turismo (incluindo receitas de transporte de passageiros) atingiram cerca de 713 mil milhões de dólares (cerca de 665 mil milhões de euros), em 2021, um aumento de 4% em termos reais em relação a 2020, mas ainda 61% abaixo dos níveis de 2019.

A receita do turismo internacional atingiu 602 mil milhões de dólares, em 2021, cerca de 4% mais em termos reais do que em 2020. Europa e Oriente Médio registaram os melhores resultados, com os ganhos a subir para cerca de 50% dos níveis pré-pandemia em ambas as regiões.

O mesmo relatório indica também que o gasto médio por viagem aumentou dos mil dólares (933 euros) em 2019, para os 1.400 dólares (1.306 euros) em 2021.

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Imposto turístico já rendeu a Cabo Verde mais do que o esperado para todo o ano

Cabo Verde arrecadou em nove meses 4,7 milhões de euros com a taxa paga obrigatoriamente pelos turistas, mais do que o esperado inicialmente pelo Governo para todo o ano de 2022, segundo dados oficiais.

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De acordo com um relatório do Ministério das Finanças sobre a execução orçamental de janeiro a setembro, as receitas da contribuição turística ascenderam neste período a 521 milhões de escudos (4,7 milhões de euros), equivalente a 110% do orçamentado pelo Governo para o ano de 2022, que é de 475 milhões de escudos (4,3 milhões de euros).

Este valor representa “um aumento exponencial face ao montante cobrado no mesmo período de 2021”, o que “demonstra a retoma gradual da atividade turística”, lê-se no relatório do Ministério das Finanças.

A contribuição turística foi introduzida pelo Governo cabo-verdiano em maio de 2013, com todas as unidades hoteleiras e similares obrigadas a cobrar 220 escudos (dois euros) por cada pernoita até dez dias, a cada turista com mais de 16 anos.

O desempenho desta taxa nos primeiros nove meses de 2022 compara ainda com apenas 55 milhões de escudos (495 mil euros) arrecadados no mesmo período de 2021.

O ministro dos Transportes e do Turismo, Carlos Santos, afirmou em 11 de novembro que 2022 está a ser um “ano muito bom” na procura turística pelo arquipélago e que não espera impactos negativos no anunciado aumento na taxa turística cobrada nos hotéis.

“Este ano já estamos a decorrer com dez meses, de janeiro a outubro, e já temos recebido e acolhido cerca de 80% em termos de número de turistas, daquilo que foi o período homólogo de 2019”, disse o ministro, no parlamento.

“Isto significa que vamos ter um ano muito bom e 2023 também vai ser um ano de uma retoma”, acrescentou.

Depois de registar um recorde de 819 mil turistas em 2019, o setor, que garante 25% do Produto Interno Bruto (PIB) de Cabo Verde, viu a procura cair mais de 60% em 2020, devido às restrições impostas para conter a pandemia de covid-19.

Entretanto, o imposto pago obrigatoriamente pelos turistas nos hotéis cabo-verdianos vai aumentar 25% a partir de janeiro, para 276 escudos (2,50 euros) por noite, com o Governo a esperar arrecadar 8,6 milhões de euros em todo o ano de 2023.

Segundo a lei do Orçamento do Estado para 2023, já aprovada pelo parlamento, o Governo prevê essa alteração no artigo 24.º, e nos documentos de suporte orçamental refere que estima arrecadar 946 milhões de escudos (8,6 milhões de euros) com essa receita no próximo ano.

“Com o compromisso que nós temos, que é de eliminar a pobreza extrema e reduzir a pobreza absoluta, entendemos que poderia ser uma forma de financiar o fundo ‘Mais’, que permite fazer um investimento forte na área social, na construção de creches, espaços de tempo para juventude, espaços para terceira idade e entendemos que poderíamos aumentar em 50 cêntimos, ou seja 50 escudos, a taxa turística paga pelos turistas quando pernoitam nos hotéis”, respondeu o ministro Carlos Santos, questionado pelos deputados.

As receitas com esta taxa caíram para metade de 2020 para 2021, renovando mínimos de 145 milhões de escudos (1,3 milhões de euros), segundo um relatório anterior do Ministério das Finanças.

Tratou-se de uma quebra de 51% face aos 296,6 milhões de escudos (2,6 milhões de euros) em 2020 – receita essencialmente obtida no primeiro trimestre -, ano em que de março a outubro Cabo Verde suspendeu as ligações aéreas internacionais para conter a transmissão da covid-19, o que se traduziu numa quebra de 70% na procura turística.

Em 2019, este imposto garantiu um máximo histórico de 992 milhões de escudos (8,9 milhões de euros) em receitas.

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Portugal Branding vai mapear melhores práticas de gestão de marcas territoriais em Portugal

O Portugal Branding – Programa Nacional de Desenvolvimento de Marcas Territoriais pretende “mapear, reconhecer e implementar as melhores práticas ao nível da gestão de marcas territoriais em Portugal”.

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O CEIT – Centro Estratégico de Inovação Territorial e a Coimbra Business School lançaram esta terça-feira, 29 de novembro, o Portugal Branding – Programa Nacional de Desenvolvimento de Marcas Territoriais, com o objetivo de “mapear, reconhecer e implementar as melhores práticas ao nível da gestão de marcas territoriais em Portugal”.

Segundo um comunicado do CEIT, o Portugal Branding assume-se como uma ferramenta inédita “para a qualificação dos territórios nos domínios do
branding e do marketing territorial”, que visa “despertar instituições e profissionais para processos consistentes e continuados de desenvolvimento de marcas territoriais”.

Numa fase inicial, o projeto é direcionado para os municípios, prevendo “o reconhecimento público e validação científica do seu compromisso e trabalho
desenvolvido neste âmbito, a nível estratégico e operacional”.

”Uma equipa de especialistas avaliará o estado de maturidade das respetivas marcas territoriais através de uma matriz de critérios subdivididos por cinco eixos de atuação que vão desde a governação à identidade e percepção da marca”, explica Cristóvão Monteiro, presidente executivo do CEIT – Centro Estratégico de Inovação Territorial.

A matriz deste programa foi desenvolvida por docentes e investigadores ao longo dos últimos dois anos, com base em diversos casos de estudo nacionais e internacionais, uma vez que se pretende criar “um referencial científico ao nível da gestão de marcas territoriais e apoiar os municípios na detecção de oportunidades de melhoria e recomendações de evolução para uma autêntica operação estratégica de branding e de marketing territorial”.

O projeto junta já um conjunto de marcas territoriais relevantes a nível nacional e de perfis muito distintos”, a exemplo de Albufeira, Alcochete, Baião, Braga, Cascais, Castelo Branco, Castro Daire, Coimbra, Fundão, Lisboa, Lousã, Maia, Palmela, Ponte de Lima, Sertã, Sesimbra e Vouzela.

“Este é um projeto que cruza duas realidades indissociáveis no contexto da competitividade atual, a investigação científica e a aplicabilidade prática ao nível dos territórios”, acrescenta Alexandre Gomes da Silva, presidente da Coimbra Business School | ISCAC, revelando que a instituição de ensino superior está também a “consolidar cada vez mais” o Observatório de Branding Territorial enquanto laboratório nacional de referência ao nível da formação e investigação de marcas territoriais.

Ao longo do próximo ano, está ainda previsto um calendário de atividades complementares onde se incluem workshops, formações avançadas, debates e uma conferência nacional sobre do branding e das marcas territoriais.

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Projeto da futura marina de Setúbal prevê acolher 600 embarcações e superiates

O projeto para a marina de Setúbal prevê que possa receber superiates com uma dimensão até 50 metros de comprimento.

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02O estudo prévio da futura marina de Setúbal, infraestrutura com capacidade para acolher 600 embarcações, incluindo superiates com 50 metros, foi apresentado recentemente pela administração portuária aos eleitos locais, como resultado de um grupo de trabalho que também envolve a Câmara Municipal.

Na sessão de apresentação, realizada nas instalações da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra (APSS), o presidente da Câmara Municipal de Setúbal, André Martins, salientou a “complexidade” do projeto, tendo em conta que o Estuário do Sado é uma “zona sensível” e que há necessidade de ter em consideração os seus impactes “na cidade e em particular na frente ribeirinha”, que tem vindo a ser requalificada.

“O nosso futuro comum depende muito de tudo aquilo que nós hoje temos aqui para fazer. Este é um projeto que transforma profundamente toda a zona ribeirinha da cidade e que tem influência em todo o concelho e em toda a região”, acentuou o autarca. “Naturalmente que nós gostávamos de ter visto a marina já estar em desenvolvimento há uns anos, mas sabemos da complexidade do que está em causa.”

André Martins sublinhou a necessidade de ainda serem dados passos para que do estudo prévio se passe à fase de projeto e que, depois, se atinja o “grande objetivo” de haver uma marina em Setúbal, equipamento que, como recordou, “está equacionado na nova revisão do PDM”, que espera ver ratificada em breve pelo Conselho de Ministros.

O estudo prévio, resultante do grupo de trabalho formado por técnicos municipais e da APSS, criado em 2014, prevê que a infraestrutura nasça entre o edifício do Mercado de Segunda Venda, junto da Doca dos Pescadores, e o edifício do Cais 3, junto da Doca das Fontainhas, e implique uma grande requalificação urbanística da zona envolvente à marina.

Prevê-se que a marina, que pretende ser uma infraestrutura de excelência de apoio à náutica de recreio, possa receber superiates com uma dimensão até 50 metros de comprimento.

O estudo prevê ainda a melhoria das condições para acolher navios de cruzeiro de pequena dimensão, incluindo a implementação de uma gare de passageiros no edifício do Mercado de Segunda Venda, e a disponibilização de uma área exclusiva para a operação de embarcações marítimo-turísticas.

Concurso internacional num ano
A intenção é lançar o concurso público internacional no prazo de um ano, após a conclusão da Proposta de Definição de Âmbito (PDA) do Estudo de Impacte Ambiental, também apresentada na sessão, e do desenvolvimento de todo o processo de avaliação de impacte ambiental do projeto. Até lá serão realizadas reuniões com entidades interessadas no projeto, nomeadamente ligadas aos setores da náutica e do turismo, do ambiente e da pesca com o objetivo de recolher contributos.

Após referir que o grupo de trabalho permite “encontrar as melhores soluções para a cidade e para a atividade portuária”, André Martins destacou a “visão e entendimento” existente entre a autarquia e a APSS e manifestou o desejo de que “este trabalho continue e que as zonas que ainda precisam de ser requalificadas possam vir a sê-lo”, numa perspetiva de “ligação harmoniosa” da cidade ao rio para usufruto da população.

O autarca reconheceu que a atividade portuária tem impactes, mas salientou “o trabalho que tem sido desenvolvido no sentido de minorar esses efeitos” e de estabelecer, “de uma forma clara”, quais as áreas em que a cidade pode usufruir do rio e as que estão dedicadas à atividade portuária.

O presidente do conselho de administração da APSS, Carlos Correia, considerou que, numa altura em que o porto se prepara para celebrar o seu centenário, em 18 de dezembro de 2023, este é “um projeto de enorme relevância para a APSS, para a Câmara Municipal de Setúbal e para a região”.

Segundo Carlos Correia, “o porto de Setúbal tem um papel fundamental na captação e valorização da náutica de recreio e do turismo na cidade e na região, tirando partido das condições naturais únicas do Estuário do Sado e da Serra da Arrábida”, e pretende promover “uma melhor integração na área urbana envolvente”, com a “melhoria da qualidade dos espaços urbanos para usufruto” de setubalenses e visitantes.

O administrador recordou que os estudos para a futura concessão à iniciativa privada da construção e exploração da marina foram desenvolvidos em parceria com a Câmara Municipal e que uma marina com “condições de excelência para o acolhimento de um maior número de embarcações e de uma série de serviços de qualidade” é um objetivo estratégico da APSS e contribui para o desenvolvimento da atividade do turismo náutico.

Quanto à atividade de cruzeiros e mega-iates, “setor de enorme relevância ao nível do desenvolvimento turístico local”, está a ser ultimado o processo de certificação no cais de acostagem do molhe exterior da Doca dos Pescadores, enquanto se encontram em análise várias possibilidades de instalação de áreas de apoio para os passageiros, com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, a Alfândega e a Polícia Marítima.

“O licenciamento de um espaço com mais de 50 mil metros quadrados, em Santa Catarina, para implementação de um centro náutico de excelência, que irá disponibilizar um conjunto de serviços complementares à futura marina de Setúbal”, é outro projeto destacado por Carlos Correia, que vê na Câmara Municipal “um parceiro determinante” e assegura que os projetos da APSS são sempre baseados “na defesa e salvaguarda das questões ambientais”.

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1.º Roadshow do Enoturismo aposta na diferenciação da oferta turística (c/ fotogaleria)

No 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as CVR da Bairrada e de Lisboa, dezenas de produtores apresentaram novos projetos de enoturismo a agentes de viagens e operadores turísticos e vários representantes de organismos dos setores vitivinícola e do turismo.

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O 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, organizado jornal Publituris, em parceria com as Comissões Vitivinícolas de Bairrada e de Lisboa, realizou-se a 23 e 24 de novembro em Lisboa e no Porto, respetivamente no Altis Grand Hotel e no Hotel HF Ipanema Park, na presença de dezenas de produtores que apresentaram novos projetos de enoturismo a agentes de viagens e operadores turísticos e vários representantes de organismos dos setores vitivinícola e do turismo.

Foi o caso da Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa, incluindo o seu presidente, Francisco Toscano Rico; da Comissão Vitivinícola da Bairrada, com a presença também do presidente, José Pedro Soares; do Turismo de Portugal, representado por Lídia Monteiro, Senior Director of Sales and Marketing do Turismo de Portugal; e do Turismo Centro de Portugal, cujo presidente, Pedro Machado participou também no Roadshow que teve lugar no Altis Grand Hotel, em Lisboa.

Reunindo quase duas dezenas de expositores, em representação das regiões de Lisboa e da Bairrada, a iniciativa permitiu às centenas de agentes de viagens presentes fazer networking e conhecer os vários projetos de enoturismo desenhados para momentos em família, casais, grupos, em stopover ou eventos corporate, dos produtores representados: Adega Cooperativa da Lourinhã, Adega Mãe, Manzwine, Quinta do Gradil, Quinta do Sanguinhal, Quinta das Carrafouchas, Quinta de Almiara, Quinta da Boa Esperança, Quinta dos Capuchos, Quinta do Monte d`Oiro, Quinta de Chocapalha, Quinta do Porto Nogueira, Caves Velhas, pertencentes às região vitivinícola de Lisboa, bem como Caves São João, Caves dos Solar de São Domingos, Luís Pato, Quinta das Bágeiras, Prior Lucas, Caves Messias, da região vitivinícola da Bairrada e, por fim, o Turismo do Centro.

Esta foi a 1.ª edição deste Roadshow que divulga o Enoturismo das Regiões Vinhateiras da Bairrada e Lisboa, tendo sido promovido pelas Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa. Apoiado pelo Turismo de Portugal, através do Programa de Qualificação da Oferta Enoturística da Região Centro, com recurso ao “Programa Valorizar ‐ Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior”, conta ainda com apoio institucional do Turismo do Centro de Portugal, e com a organização do Jornal Publituris.

A Publituris acompanhou, em reportagem, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa e dará conta ao leitor, na sua próxima edição, da perspetiva de produtores de vinho, agentes turísticos e organismos oficiais sobre o potencial do enoturismo no setor.

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Portugal volta a ser o melhor país do mundo para os leitores da Condé Nast Traveler

Com uma classificação de 91,22, Portugal arrecadou o prémio de ‘Best Country in the World’, liderando um ranking de 20 países eleitos como os melhores para visitar em 2022.

Inês de Matos

Portugal voltou a vencer os Readers’ Choice Awards para melhor país do mundo, com os leitores da prestigiada publicação de viagens Condé Nast Traveler a elegerem o país pela segunda vez consecutiva, principalmente pela simpatia do povo português.

Com uma classificação de 91,22, Portugal arrecadou o prémio de ‘Best Country in the World’, liderando um ranking de 20 países eleitos como os melhores para visitar em 2022.

“É fácil ver porque é que Portugal ficou em primeiro lugar nesta lista – os melhores hotéis em Portugal são alguns dos lugares mais surpreendentes para ficar, e as praias douradas espalhadas por toda a costa são um colírio para os olhos”, refere a Condé Nast Traveler sobre Portugal, na informação publicada no website da publicação.

A publicação destaca ainda a gastronomia portuguesa, considerando que Lisboa “é um paraíso gastronómico”, enquanto o interior do país conta com “alguns retiros incríveis”.

Sobre a hotelaria nacional, a Condé Nast Traveler destaca ainda que a oferta está “em constante evolução” e propõe uma lista de hotéis em Lisboa e no Porto ideais para visitas a ambas as cidades, assim como os “melhores hotéis familiares” do país.

Além de Portugal, o pódio é composto pelo Japão e pela Tailândia, com a Condé Nast Traveler a destacar que a gastronomia destes países foi um dos principais motivos para que o Japão e a Tailândia ficassem no segundo e terceiro lugares, respetivamente.

Singapura, Índia, Grécia, Dinamarca, Reino Unido, Itália, Nova Zelândia, Espanha, Países Baixos, Irlanda, Croácia, Marrocos, Suécia, Sri Lanka, Israel, Turquia e África do Sul são os restantes países que também foram destacados nos Readers’ Choice Awards, prémios que são atribuídos com base na votação dos leitores da Condé Nast Traveler.

A publicação diz que o desejo de viajar reprimido com a pandemia da COVID-19 e de recuperar o tempo perdido esteve na base das escolhas dos leitores, motivo pelo qual a Nova Zelândia ou os países asiáticos, a exemplo do Japão, constam desta lista, apesar de só terem reaberto ao turismo no verão.

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Lisbon Helicopters lança Campanha de Natal com preços desde 53 euros

A Lisbon Helicopters lançou uma Campanha de Natal que está a oferecer preços especiais desde 53 euros para passeios de helicóptero na Rota Jerónimos, numa oferta que pode ser adquirida através de vouchers de Natal.

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A Lisbon Helicopters lançou uma Campanha de Natal que está a oferecer preços especiais desde 53 euros para passeios de helicóptero na Rota Jerónimos, numa oferta que pode ser adquirida através de vouchers de Natal.

O passeio na Rota Jerónimos sobrevoa a zona de Belém, num voo privado com capacidade para três pessoas que oferece uma perspectiva diferente “de uma das áreas mais bonitas e turísticas da cidade de Lisboa”.

“Esta rota tem sido um dos maiores ‘best sellers’ da Lisbon Helicopters ao longo da sua atividade. Por isso, queremos disponibilizar a mesma por um valor comportável e que permita fazer um voo único sobre a cidade de Lisboa”, refere Telma Marques, diretora de Marketing da Lisbon Helicopters.

Os vouchers de Natal podem ser adquiridos na loja online da Lisbon Helicopters, até dia 6 de janeiro, e têm uma validade de seis meses.

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Dificuldade no recrutamento para a hotelaria e turismo acentuou-se em 2022 apesar do aumento de salários

A hotelaria e turismo viram a dificuldade no recrutamento de colaboradores acentuar-se em 2022, apesar dos salários no setor para funções mais operacionais até terem aumentado entre 5% e 10%, segundo a Michael Page.

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A hotelaria e turismo viram a dificuldade no recrutamento de colaboradores acentuar-se em 2022, apesar de se ter registado um “ligeiro aumento salarial” neste setor, segundo o mais recente estudo anual sobre as principais tendências do mercado de trabalho para o próximo ano da Michael Page.

O estudo, cujas conclusões foram divulgada esta segunda-feira, 28 de novembro, abordou diversos setores, incluindo o setor da hotelaria e turismo, que registou um um “crescimento gradual ao longo do ano e recordes de faturação em alguns momentos face a 2019”.

A retoma na área da hotelaria e turismo levou também ao retomar dos projetos de investimento, o que provocou um “aumento do investimento internacional em Portugal, sobretudo na área de hotelaria e alojamento local, com destaque para os investimentos particulares e cadeias mais pequenas que viram um enorme potencial para o desenvolvimento dos seus negócios”.

De acordo com o estudo da Michael Page, com a retoma registada, os “salários tornaram-se mais competitivos” e passou a existir “uma maior capacidade para a captação de candidatos, num mercado onde a oferta é consideravelmente maior que os profissionais disponíveis”.

Por isso, acrescenta a empresa de recrutamento, a “dificuldade no recrutamento de perfis para o setor da hotelaria e turismo acentuou-se ainda mais em 2022”, o que levou a “um ligeiro aumento salarial neste setor” e à “implementação de outras medidas com benefícios para os colaboradores”, como folgas fixas ou juntas, fins-de-semana livres por mês, seguro de saúde ou subsídio de alimentação.

“Como referência salarial, um Diretor Geral de Operações pode auferir até 110 mil euros e um Diretor de Hotel até 90 mil euros, ambos na zona de Lisboa”, estima a empresa, que diz ainda que, na hotelaria e turismo, os salários em funções mais operacionais aumentaram entre 5% e 10%.

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Rita Marques participa na 22ª edição da WTTC Global Summit

A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, vai ser uma das intervenientes na sessão temática “The Rising Cost of Travel in Europe”.

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A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, vai participar na 22ª edição da WTTC Global Summit, que decorre em Riyadh, na Arábia Saudita, onde vai ser uma das intervenientes na sessão temática “The Rising Cost of Travel in Europe”.

O evento, que vai decorrer sob o tema “Travel For a Better Future”, vai contar também com a participação do vogal do Turismo de Portugal, Filipe Silva, assim como de responsáveis de diversos países e de representantes do Parlamento Europeu, da European Travel Commission e da City Sightseeing Worldwide.

“Num momento em que Portugal, e a Europa, se encontram sob grandes pressões e procuram responder adequadamente aos efeitos das crises que enfrentam, o setor do turismo está profundamente comprometido com o aproveitar das oportunidades existentes e Rita Marques destaca a capacidade inovadora das empresas portuguesas, que com novas abordagens de negócio e novos conceitos de serviço e experiências revolucionaram completamente a oferta turística nos últimos anos”, indica o Ministério do Mar e da Economia em comunicado.

Segundo Rita Marques, “a entrada de investidores internacionais e a atração de marcas globais, têm revolucionado a dinâmica” das regiões portuguesas e melhorado a sua atratividade, o que “exige uma resposta aos desafios assente em políticas publicas e orientações adequadas para os stakeholders do setor, visando contribuir para um futuro melhor e mais sustentável do setor e da economia como um todo”.

“Em Portugal são vários os exemplos deste tipo de políticas para apoiar o setor e aumentar a sua resiliência e capacidade de enfrentar crises”, acrescenta a governante, destacando a promoção da formação; apoio à transição para uma economia sustentável; o apoio à transformação digital e a promoção da mobilidade sustentável como algumas das políticas nacionais que têm apoiado o setor.

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Candidaturas abertas para Cursos de Especialização Tecnológica em seis escolas do Turismo de Portugal

As candidaturas para os Cursos de Especialização Tecnológica (nível 5) nas Escolas de Hotelaria e Turismo do Porto, Coimbra, Oeste, Estoril, Lisboa e Vila Real de Santo António decorrem até 22 de fevereiro de 2023.

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As Escolas de Hotelaria e Turismo do Porto, Coimbra, Oeste, Estoril, Lisboa e Vila Real de Santo António já abriram as candidaturas para os Cursos de Especialização Tecnológica (nível 5), que vão estar disponíveis até 22 de fevereiro de 2023.

De acordo com informação publicada no site do Turismo de Portugal, as candidaturas abertas destinam-se aos cursos de Gestão de Restauração e Bebidas, Gestão e Produção de Cozinha, Gestão e Produção de Pastelaria, Turismo Cultural e Património, Turismo de Natureza e Aventura.

“Os atuais cursos pretendem preparar profissionais do turismo que pensem criticamente, que influenciem mudanças positivas, que sejam agentes de preservação do território, das tradições e da identidade do país”, indica o Turismo de Portugal.

Os cursos cujas candidaturas já se encontram abertas dão acesso ao 12.º ano de escolaridade e permitem que os candidatos sigam as áreas profissionais de Cozinha, Pastelaria, Restauração e Bebidas, Turismo de Natureza e Aventura e Turismo Cultural e do Património.

As candidaturas podem ser realizadas online, através da Academia Digital do Turismo de Portugal.

 

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WTTC revela que viagens internacionais estão no pico mais alto desde o início da pandemia

Os australianos aparecem como os turistas mais gastadores, sendo que o estudo do WTTC aponta para viajantes cada vez mais social e ambientalmente responsáveis.

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Aproveitando a abertura da 22.ª edição do Global Summit, em Riade (Arábia Saudita), o World Travel & Tourism Council (WTTC) revela que as viagens internacionais estão no pico mais alto desde o início da pandemia.

Segundo os dados, mais de um quarto (27%) dos consumidores prevê realizar três ou mais viagens em 2023, com os australianos a liderarem este ranking em termos de gastos, destacando-se, igualmente, os viajantes do Canadá, Arábia Saudita e Filipinas.

Este novo estudo, realizado junto de 26.000 consumidores em 25 países pelo YouGov para o WTTC, analisa o interesse pelas viagens internacionais, indicando que 63% dos inquiridos planeiam efetuar uma viagem nos próximos 12 meses.

O estudo revela que o interesse por viagens não mostra sinais de desaceleração, com a Arábia Saudita a aparecer destacada no que diz respeito à atratividade e impressão positiva num destino que continua a crescer, registando as pontuações mais altas relativamente a todos os países da região do Golfo, a par da Índia, Malásia e Tailândia.

Julia Simpson, president e CEO do WTTC, refere que os resultados do estudo mostram, igualmente, “a crescente importância das viagens sustentáveis entre os consumidores”.

Quase dois terços dos entrevistados (61%) afirmaram preferir marcas e destinos mais sustentáveis, enquanto quase metade (45%) admitiu só gastar dinheiro com marcas social e ambientalmente responsáveis.

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