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Eventos corporativos em crescendo

Os CEO de duas agências de viagens – Travelstore e Globalis – especializadas em viagens de negócios, Frédéric Frère e Fátima Silva, explicam o comportamento atual desta indústria, após uma crise que criou diversos constrangimentos, e num momento em que já se fala em alguma retoma.

Carolina Morgado
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Eventos corporativos em crescendo

Os CEO de duas agências de viagens – Travelstore e Globalis – especializadas em viagens de negócios, Frédéric Frère e Fátima Silva, explicam o comportamento atual desta indústria, após uma crise que criou diversos constrangimentos, e num momento em que já se fala em alguma retoma.

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Para Frédéric Frère, CEO da Travelstore “as viagens corporativas estão claramente a retomar e nas recentes semanas estão bastante acima das nossas expectativas, chegando pouco a pouco aos níveis de 2019.

Segundo o executivo, “tínhamos previsto uma redução estrutural de longo prazo no segmento de viagens de negócios, mas que afinal poderá ser inferior às nossas previsões”, e “quando questionamos as nossas empresas clientes sobre os motivos desta retoma significativa das suas viagens profissionais, a resposta que ouvimos é que, uma vez levantadas as restrições e havendo um regresso à normalidade, verificam que o contacto presencial faz muita diferença com a simples comunicação por via digital”.

Durante as restrições impostas pela pandemia, conforme recorda Frédéric Frère, “as empresas não tinham outra alternativa senão recorrer exclusivamente às plataformas digitais mas agora que recuperaram a liberdade de mobilidade, podem comparar os dois contextos e medir o retorno para o seu negócio”, para acrescentar que, “pessoalmente, acho que os dois são muito complementares – um pouco como já o era uma primeira conversa ao telefone antes de uma reunião presencial – e que de alguma forma as plataformas digitais vêm inclusive estimular os intercâmbios presenciais”.

Em relação à retoma das viagens individuais corporativas, Fátima Silva, CEO da Globalis, não tem a mesma opinião, destacando que está mais demorada. O que tem evoluído são os eventos corporativos. “As viagens individuais corporativas estão ainda mais atrasadas, e ainda não encontrámos o ritmo que tínhamos antes da pandemia, até porque algumas empresas optaram por manter o regime do teletrabalho”.

Assim, “começámos com o lazer, pois à falta das viagens corporativas as pessoas estão muito mais motivadas a viajar em lazer e até para viagens com mais qualidade e destinos mais longínquos, e não só para fins de semana ou escapadinhas, e com mais pedidos do que era anteriormente”.

E acrescentou: “Isto sem nunca deixar o nosso ADN, até porque somos uma empresa corporativa e não temos balcão. Portanto, o nosso lazer passa muito pelos individuais e empresas que trabalham connosco”

A Globalis – Viagens e Eventos Corporativos, é uma empresa com sete anos. “Resolvemos embarcar neste projeto porque já existia a Globalis Brasil. Pertencemos ao Grupo Arbo. Na altura, indica Fátima Silva, “fazia sentido ser uma agência de viagens especializada no corporativo, nomeadamente, nas viagens individuais, grupos de congressos, eventos, mas pouco nos incentivos. Achámos que fazia sentido e havia espaço no mercado para desenvolver esta atividade de forma mais especializada e de forma mais próxima do cliente. Assim, a Globalis abriu no início de 2015”.

Para além desta, a empresa também desenvolve outras áreas, através do programa de “Associated Partners”, para empresários em nome individual ou freelancers que precisam de apoio e de uma estrutura. Segundo a gestora, “não se trata apenas de agências de viagens. Temos muita gente que toda a vida organizou viagens para grupos de amigos, que tem paixão por viajar e gosta de organizar viagens, portanto, fazia sentido disponibilizar apoio e estrutura para trabalharem”.

Perspetivas para este ano
Quais as perspetivas para este ano? Chegam este ano aos resultados da pré-pandemia? Foram as questões que colocámos aos nossos entrevistados.

Para o CEO da Travelstore, “tudo indica que poderemos voltar a níveis muito próximos de 2019, embora com pesos distintos entre diferentes segmentos de negócio”.

Explicou que “tal como antecipávamos, a indústria dos eventos vai beneficiar da evolução dos formatos de trabalho porque tendo as empresas reduzido os seus espaços de escritórios e introduzido o modelo do teletrabalho, também sentem a necessidade de organizar eventos, juntando as suas equipas de forma a fomentar a cultura da empresa e manter a coesão entre pessoas. Ou seja, o trabalho remoto é também um fator que contribui para a dinamização da indústria das viagens de negócio assim como da indústria dos eventos”.

Já para a CEO da Globalis, “estávamos em pleno desenvolvimento quando em 2019, um ano muito bom para nós, um ano em que estava tudo a correr de feição, chega a pandemia, mas, felizmente, numa altura em que a empresa estava sólida financeiramente, com uma boa estrutura e um bom corpo de colaboradores. A pandemia apanhou-nos desprevenidos, mas conseguimos ultrapassar isso tudo porque, de facto, tivemos também apoios estatais. Não os podemos negligenciar porque foram importantíssimos, mas não tivemos necessidade de recorrer a empréstimos ou moratórias, porque a empresa estava sólida, e com os apoios que tivemos do Governo conseguimos nos manter, e aqui estamos hoje”.

Fátima Silva considera que, outra área que tem evoluído muito mais rápido do que a das viagens individuais corporativas, tem sido os eventos corporativos e viagens de grupos, mas muito no país, isto porque “as pessoas, obrigadas ao teletrabalho durante tanto tempo, estão cansadas de falar para um ecrã, e nós somos um ser social. Todos os motivos são hoje válidos para se estar presente num evento presencial, e fazem-se por tudo e por nada”.

“Nos eventos é importante o presencial e não só através dos meios digitais, porque tem muito networking, as pessoas precisam de tirar dúvidas, de comunicar. Felizmente isto está-se a verificar. Além disso, se antigamente havia eventos que não se faziam e acabavam por ser reuniões dentro das próprias empresas, hoje em dia tudo é motivo para os realizar fora. Tem sido, por isso, positivo”, esclareceu a gestora da empresa, que tem trabalhado muito com consultoras e grandes empresas que organizam eventos de verão e de Natal. Só que, apontou Fátima Silva, “aquilo que era planeado com grande antecedência, agora em 15 dias estão-nos a pedir uma série de coisas, situação que tem estado muito presente nesta fase da retoma”.

No entanto, há um certo otimismo da executiva em relação à recuperação. “Acho que se vai notar um crescendo, mas não de um dia para outro. À séria, com o mundo em paz, e que não haja este medo e perigo da guerra, penso que só no final deste ano ou princípio de 2023 é que deveremos chegar ao movimento e resultados de 2019”, estima a responsável, indicando que “não podemos esquecer que o início deste ano ainda foi de pandemia”.

Refira-se que a Globalis teve uma faturação de 10 milhões de euros em 2019 e este ano aponta para um volume de negócios à volta dos seis milhões, enquanto faturou quatro milhões de euros em 2021 e 2,5 milhões em 2020.

 

Tudo indica que poderemos voltar a níveis muito próximos de 2019, embora com pesos distintos entre diferentes segmentos de negócio”, Frédéric Frère (CEO da Travelstore)

 

Perfil do cliente evoluiu
Com a pandemia, o perfil do cliente, mais do que mudar, evoluiu. Esta é a opinião de Frédéric Frère.

Isto é, “muitas das expectativas dos clientes já existiam antes da pandemia, mas esta veio acentuar o seu nível de exigência relativamente a alguns aspetos que valorizam particularmente. Estes são a segurança e, aqui vemos que as TMC dotadas das capacidades necessárias, passaram a ser ainda mais valorizadas do que no passado pela sua capacidade de apoio ao viajante, sobretudo em circunstâncias de dificuldades. São também cada vez mais a respeito dos princípios “ESG” com particular enfoque no “E” (meio ambiente) sem desvalorizar obviamente os outros componentes da sustentabilidade corporativa. As empresas procuram trazer um contributo pro-ativo aos esforços de proteção do meio ambiente, aderindo a várias iniciativas que ajudam a transição para energias mais sustentáveis”.

Mas há mais: “as empresas continuam obviamente a procurar recorrer a parceiros que as ajudem a otimizar os seus orçamentos em viagem, particularmente em ambientes inflacionistas como os atuais em que seja expectável um aumento das tarifas de aviação e de alojamento. Uma capacidade de gestão coordenada que disponha de métricas fiáveis continua a ser um elemento muito valorizado pelos clientes”, acrescentou o responsável.

Sobre esta questão, Fátima Silva refere que “não é por causa do aumento dos preços que o mercado não compra, pelo menos ao nível dos nossos clientes”. Mas também concorda nessa alteração do perfil do cliente, pois, muitas empresas que não faziam eventos, passaram a fazer, um pouco na lógica de que é de acesso a todos. Além disso, é mais exigente porque teve muito tempo para aprender, e acima de tudo, está muito mais atento e consciente dos direitos de consumidor”.

Desafios da indústria
A indústria das viagens de negócios e dos eventos corporativos tem-se confrontado ao longo dos anos, segundo Frère, “com várias ameaças para não dizer crises de todo o tipo: epidemias e mais recentemente uma pandemia global cuja resolução ainda não é definitiva e, provavelmente, nunca o será totalmente, atentados terroristas, incidências climáticas e naturais (lembro o vulcão na Islândia há uns anos atrás), crises económicas e financeiras e naturalmente geopolíticas como a guerra que se iniciou recentemente entre a Rússia e a Ucrânia”. Este ano, acrescentou: “para além da saída da pandemia ainda não totalmente resolvida, surgem duas novas ameaças, a desta guerra aberrante – são todas – cujo desfecho é ainda muito incerto, e uma possível recessão económica internacional, consequência da tensão inflacionista que se está a registar um pouco em todo o mundo”.

Além disso, “toda a ambiguidade deste contexto é que atualmente as empresas do setor precisam de reforçar a sua capacidade de resposta e contratar recursos humanos, mas podendo estarem confrontados com nova contração da procura nos próximos meses”, defende o CEO da Travelstore, sublinhando que “o outro grande desafio ao qual todo o setor se confronta é claramente este dos recursos humanos, e isto a dois níveis: primeiro conseguir contratar pessoas de forma a proteger níveis de serviços, segundo estarem preparados para um agravamento dos custos laborais.

Na hora de reinventar
A Travelstore não precisou da pandemia para procurar se reinventar porque a antecipação à mudança faz parte do seu ADN. Mas, “a crise brutal que atravessámos nos estimulou ainda mais, em boa parte porque também ficámos com mais tempo para dedicar ao brainstorming. Acelerámos a nossa transformação digital, enriquecemos as propostas de valor das nossas diferentes áreas de negócio, e por fim, diversificámos os negócios para diluir a dependência dos negócios com maior peso”, disse o executivo.

Outro aspeto positivo “é que voltámos a pensar e atuar como uma startup em que todos se entreajudam para ir mais depressa e por um custo menor. É sabido que as crises são geradoras de oportunidades e julgo que esta última só veio reforçar esse princípio”, destacou o responsável.

Para a CEO da Globalis, “tivemos de nos adaptar. Passámos também a organizar eventos híbridos para os nossos clientes. Temos tecnologia e tentado sempre automatizar os processos de reservas e vendas. Implementámos mais ferramentas tecnológicas, mas o facto de termos tudo automatizado não quer dizer que sejam soluções para se vender mais, pelo menos neste momento. Desenvolvemos as redes sociais e novas formas de comunicar com os nossos clientes e com o mercado, e estamos em toda a parte onde o nosso cliente precisar”. A empresa acompanha o cliente de A a Z, seja em Portugal, seja no estrangeiro.

 

As pessoas, obrigadas ao teletrabalho durante tanto tempo, estão cansadas de falar para um ecrã, e nós somos um ser social. Todos os motivos são hoje válidos para se estar presente num evento presencial, e fazem-se por tudo e por nada”, Fátima Silva (CEO da Globalis)

 

Projetos em carteira
A Globalis tinha vários projetos em carteira que a pandemia fez adiar, mas que Fátima Silva faz questão de dizer que deverão começar a ser implementados no final deste ano ou no início do próximo.

“Colaboramos muito com o Grupo Arbo, mas ainda não trazemos clientes do estrangeiro para Portugal, projeto que estava para ser iniciado em 2020, mas com a pandemia acabou por ficar em banho-maria, mas que vamos retomar”.

Além disso “tínhamos uma ideia interessante e diferente, e que esperamos vir a retomar, que tem a ver com serviços de concierge de luxo, serviços direcionados para um determinado tipo de viajantes, como os expatriados, estrangeiros que compram casa em Portugal, que não têm estrutura familiar e necessitam de apoio e de alguns serviços, ou seja, pessoas que precisam de todo o apoio local num país que não é o seu”, realçou a gestora.

Este projeto, segundo Fátima Silva, pode complementar-se com o conceito “Jornada do Passageiro”, de forma que “as pessoas possam chegar e se identificar com a vida real de Portugal e dos portugueses sem ser através do tradicional tour e sem ser só nas grandes cidades”.

Finalmente, a agência, através de parceiros e do seu grupo no Brasil, está a preparar uma campanha para viagens ao Mundial de Futebol no Qatar (novembro e dezembro deste ano), “uma forma de retomar e estar presente”.

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IFTM Top Resa altera identidade visual

A identidade gráfica do IFTM Top Resa, o maior evento francês da indústria de viagens e turismo, que este ano tem lugar de 17 a 19 de setembro, em Paris, evolui com um logótipo sóbrio e cores modernas.

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Para dar mais energia à sua imagem, explica a organização em comunicado de imprensa, a marca emblemática da famosa feira turística francesa ganhou novas cores com tons rosa-laranja e um logótipo simplificado.

A partir de agora, o evento será visível sob o nome IFTM, mas para a maioria dos profissionais do setor: este encontro anual permanecerá como Top Resa por muito tempo, indica a nota.

A 46ª edição do certame decorrerá sob o tema “Novos horizontes sustentáveis, vamos unir as nossas responsabilidades”. Meio ambiente, digital e inclusão serão os principais assuntos em análise.

“Fornecer referências coletivas, projetar-nos através de visões futuras do turismo raramente discutidas, colocar pensamentos em movimento e abrir-nos a outros ecossistemas. Mas também inspirar e facilitar a sensibilização, os desejos de fazer e os intercâmbios baseados em exemplos concretos: estas são as ambições para 2024 que serão materializadas através de diferentes ciclos de conferências e eventos”, sublinha a organização, citada pela imprensa francesa.

Com este novo fio condutor, o evento convida todos a olharem para as suas responsabilidades individuais e coletivas para passarem da reflexão à ação, do constrangimento à possibilidade e assim serem um verdadeiro ator de mudança e desenvolvimento sustentável no setor do turismo.

 

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Nova Edição: RoadShow das Viagens em imagens, Málaga, entrevista SATA, Sun Princess e dossier Animação Turística

Recorde, nesta edição, o que foram os três dias do RoadShow das Viagens do Publituris. Também há entrevistas ao conselheiro de turismo do Ajuntamento de Málaga, à presidente da SATA, uma viagem no Sun Princess e um dossier dedicado à Animação Turística.

Publituris

A próxima edição do jornal Publituris faz capa com a reportagem fotográfica da 9.ª edição do RoadShow das Viagens do Publituris.

Durante três dias, o evento organizado pelo jornal Publituris passou pelo Meliá Braga, Meliá Ria Aveiro, tendo terminado no Lisbon Marriott Hotel, em que os 45 expositores tiveram oportunidade de mostrar as suas novidades a mais de 420 agentes que realizaram mais de 12.000 interações.

No último dia, em Lisboa, o RoadShow das Viagens do Publituris recebeu ainda a visita do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que pôde registar, em pessoa, o que os expositores deste evento do jornal Publituris trazem ao mercado nacional das viagens e turismo.

Nos “Destinos”, viajámos até Málaga para conhecer a construção de um destino inteligente que respeita os princípios de sustentabilidade, acessibilidade, tecnologia, governação e inovação. Foram estes os objetivos traçados e enumerados por Jacobo Florido Gómez, conselheiro de turismo do Ajuntamento de Málaga, na entrevista concedida ao jornal Publituris.

Na rubrica que comemora os 50 anos do 25 de abril, recordamos a capa publicada a 1 de abril de 1974 pelo jornal Publituris.

Nos “Transportes”, entrevistámos Teresa Gonçalves, presidente do Grupo SATA. Há um ano à frente dos destinos do grupo de aviação açoriano, a responsável falou com o Publituris sobre a mudança de estratégia, que já está a permitir resultados históricos, nomeadamente nos mercados da América do Norte. As novas rotas, os processos de reestruturação e a privatização também foram temas nesta conversa.

Ainda nos “Transportes”, o Publituris foi conhecer aquele que é o 16.º navio e o maior da frota da Princess Cruises. A bordo do Sun Princess, inaugurado a 28 de fevereiro deste ano, o embarque foi feito em Barcelona e levou-nos a Atenas e Civitavecchia, passando ainda por Palma de Maiorca e Sicília.

O “Dossier” desta edição é dedicado à Animação Turística. A pandemia já ficou definitivamente para trás e, neste mercado, vive-se um período de crescimento, com a introdução de novas tecnologias e a procura por experiências a trazerem novos públicos a Portugal e às empresas que se dedicam a esta atividade.

Além do “Check-in”, no qual o Conselho Editorial do Publituris dá as suas opiniões relativamente a várias questões, as opiniões desta edição pertencem a Francisco Jaime Quesado (economista e gestor), Sílvia Dias (Savoy Signature), Amaro F. Correia (docente), Pedro Tiago Mendes (Expertree), e Carlos Torres (jurista).

A versão completa desta edição é exclusiva para subscritores do Publituris. Pode comprar apenas esta edição ou efetuar uma assinatura do Publituris aqui obtendo o acesso imediato.

Para mais informações contacte: Carmo David | [email protected] | 215 825 430

Nota: Se já é subscritor do Publituris entre no site com o seu Login de assinante, dirija-se à secção Premium – Edição Digital e escolha a edição que deseja ler, abra o epaper com os dados de acesso indicados no final do resumo de cada edição.

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Five positive friends standing and holding snowboards and skies together on the beautiful mountain background

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Novos produtos e experiências diversificadas são oportunidades para o turismo de montanha

Oferecer experiências mais diversificadas e investir em pessoas talentosas desempenhará um papel fundamental para ajudar as zonas de montanha a desenvolver o turismo de forma sustentável e responsável, são as conclusões do 12º Congresso Mundial sobre Turismo de Neve, Montanha e Bem-Estar, que decorreu em Andorra.

Publituris

O congresso, que decorreu mais uma vez em Andorra, identificou desafios importantes, entre eles as alterações climáticas e a evolução das tendências de consumo, reconhecendo ao mesmo tempo o papel que o turismo pode desempenhar na proteção do frágil ecossistema montanhoso, na construção de resiliência para as comunidades montanhosas e na preservação do património local.

Realizado no âmbito dos Cinco Anos de Ação das Nações Unidas para o Desenvolvimento das Regiões de Montanha, o Congresso, que reuniu 300 participantes de 14 países, centrou-se no turismo médico e de bem-estar, na sustentabilidade, na promoção de segmentos premium em zonas de montanha, nos produtos turísticos emergentes e na atração e retenção de talento humano.

Também estava na agenda garantir a importância de medir o fluxo de visitantes às montanhas, representando o passo vital para desbloquear o potencial do setor, promover políticas baseadas em evidências e garantir a sua gestão sustentável, de acordo com um relatório de Turismo da ONU, desenvolvido em conjunto com o Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a Mountain Partnership (MP) apresentadas no evento.

Na sessão de abertura, o Primeiro-Ministro, Xavier Espot, afirmou: “O turismo em Andorra recuperou os números pré-pandemia, com mais de 9 milhões de turistas e 12 milhões de dormidas em 2023. No entanto, é importante procurar um equilíbrio que garanta a continuidade ambiental. e o bem-estar das pessoas, caminhando para um modelo baseado na sustentabilidade para encontrar o equilíbrio entre quantidade e qualidade. O turismo não deve ser percebido como um problema, mas sim como parte das soluções para os grandes desafios que o futuro traz, porque um turismo respeitador da natureza, da cultura e da sociedade garante recursos para o futuro.”

Natalia Bayona, diretora executiva do Turismo da ONU, lembrou que “O turismo é uma tábua de salvação para muitas comunidades nas regiões montanhosas. Ao mesmo tempo, pode desempenhar um papel de liderança na proteção destes importantes ecossistemas. Pode proporcionar novas oportunidades de conservação e impulsionar o desenvolvimento das comunidades locais. Confio que este Congresso nos ajudará a avançar em direção a um crescimento melhor, mais inovador, inclusivo e sustentável para as pessoas e para o planeta.”

 

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Créditos: ADHP

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XX Congresso da ADHP debate impacto do evento-marca para o destino

A capacidade de os eventos trazerem públicos para determinados destinos, que passam a ser associados aos valores das marcas, além do papel das comunidades locais no sucesso destes eventos, foram alguns dos pontos que guiaram este painel do XX Congresso da ADHP.

Carla Nunes

O XX Congresso da ADHP – Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal, que este ano decorre no Centro de Congressos de Aveiro de 21 a 22 de março, dedicou um painel ao impacto do “evento-marca” para o destino, que contou com a participação de Ribau Esteves, presidente da Câmara Municipal de Aveiro; Lídia Monteiro, vogal do Conselho Diretivo Turismo de Portugal; Nuno Ferreira, Business Development Guia Michelin e Pedro Machado, presidente da Agência Regional de Promoção Turística (ARPT) do Centro de Portugal.

Sobre a sua experiência com a criação de uma imagem de marca para Aveiro, Ribau Esteves explicou que a região “tinha vergonha de ser a cidade dos canais”, razão pela qual decidiram pegar neste ponto, que acreditam ser diferenciador para desenhar a comunicação do destino. Além disso, o presidente da Câmara Municipal de Aveiro afirmou que fizeram um esforço no sentido de “inventar pretextos para colocar no mapa” locais que não eram tão conhecidos, através da criação de novos festivais.

Na sua intervenção, Lídia Monteiro referiu que o facto de os eventos estarem associados a marcas trazem consigo uma determinada perceção, com um conjunto de valores associados. Por essa razão, ao trazer determinados eventos para certos destinos, “os públicos retêm valores [que ficam associados ao local, o que é] muito importante para a reputação desse destino”.

“Há eventos que se transformam numa marca e que têm uma capacidade de transformar o destino por via da criação de oferta e produto turístico, fixando novos negócios e alavancando fluxos turísticos. Um evento pode transformar radicalmente o destino, desde que haja uma adesão da natureza do evento à realidade do próprio destino”, referiu Lídia Monteiro.

Mas para isso, recorda, é necessário definir uma estratégia do que se quer desenvolver no território e como fazê-lo – se através da captação de eventos, ou da criação de algo que ainda não existe no território. Fica ainda a faltar um ingrediente: o envolvimento das populações. Lídia Monteiro dá como exemplo o Festival Literário em Óbidos, que acabou por levar à criação da ideia de vila literária: “A comunidade assumiu o evento como algo que fazia sentido. [Isto] vai para além dos próprios promotores de evento e da entidade regional. A primeira questão será envolver as comunidades nos eventos”, afirma.

A importância da confiança para as marcas

Sobre este tipo de eventos, Pedro Machado é da opinião de que tudo se “resume à fiabilidade das marcas”, já que “se não houver confiança nas marcas, dificilmente serão mobilizadoras de pessoas”. Para isso é necessário posicionamento, diferenciação e sedução, ou seja, o que mobiliza os indivíduos a consumir determinada marca.

No caso do Turismo Centro de Portugal, Pedro Machado refere que a dificuldade passou por comunicar uma região com “uma dispersão geográfica enorme de 100 municípios, com vários estágios de desenvolvimento e maturidade turística”. Foi necessário encontrar um fio condutor.

“Isto foi particularmente difícil no período da COVID-19. As marcas tinham quatro grandes desafios pela frente: não podiam deixar de comunicar; comunicando, tinham de o fazer para ajudar a resolver problemas num período crítico; tinham de comunicar com a verdade; e tinham de comunicar com emoção, que é uma ideia adotada por grandes marcas mundiais”, explicou Pedro Machado.

Nesse sentido, e numa entidade que trabalha 22 produtos turísticos em 25 mercados internacionais, Pedro Machado lembra que “os eventos-marca diferenciam-se de território para território”, sendo importantes para “alavancar público e reter o que já se atraiu”.

Já Nuno Ferreira, Business Development do Guia Michelin, explicou que, para o guia, foi “fundamental manter-se fiel a valores e um método, independentemente do local em que esteja a trabalhar”, por forma a criar “coerência em várias partes do mundo”. Relativamente á realização da última gala do Guia Michelin em Portugal, neste caso no Algarve, Nuno Ferreira deu conta que esta teve um impacto direto de 800 a 1.000 pessoas que “dormiram, comeram e falaram sobre este território”.

“Colocamos o foco na gastronomia local do país. A gala é acompanhada de um plano de comunicação, que põe em relevo as praias, os produtos da região, os produtores, um posicionamento que possa gerar nesse território atratividade”, afirmou Nuno Ferreira.

Sobre o autorCarla Nunes

Carla Nunes

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Eventos Publituris

9.ª edição do RoadShow das Viagens do Publituris termina com casa cheia e visita do Presidente da República

A 9.ª edição do RoadShow das Viagens do Publituris, que decorreu em Braga, Aveiro e Lisboa, terminou com casa cheia e uma visita do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Victor Jorge

Braga, Aveiro e Lisboa foram as cidades que acolheram os 45 expositores e mais de 400 agentes de viagens da 9.ª edição do RoadShow das Viagens do Publituris.

No primeiro dia do RoadShow das Viagens do Publituris, a 19 de março (Dia do Pai), o Mélia Braga Hotel & SPA recebeu 90 agentes de viagens que realizaram mais de 2.100 interações.

Já no segundo dia, em Aveiro, no Meliá Ria Hotel & SPA, o número de agentes de viagens subiu para os 120, tendo sido realizadas mais de 4.500 interações.

O final da edição de 2024 do RoadShow das Viagens do Publituris aconteceu no Lisbon Marriott Hotel, com a visita de mais de 200 agentes de viagens que efetuaram mais de 4.800 interações.

O último dia do RoadShow das Viagens do Publituris terminou com uma visita surpresa do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que se inteirou de algumas novidades apresentadas pelos 45 expositores que marcaram presença no evento.

Recordamos os expositores presentes nesta 9.ª edição do RoadShow das Viagens do Publituris:

Consolidador.com
Abreu online
Visit Saudi
Sonhando
Mundomar Cruzeiros
Unlock Boutique Hotels
Loja de Cruzeiros
APG
Lisbon Marriott Hotel
TAAG – Linhas Aéreas de Angola
CNtravel
BedsOnline
StarClass Cruzeiros
AlgarExperience
MGM Muthu Hotels
The Fladgate Partnership Group
TAP Air Portugal
In Azores
SATA Azores Airlines
The Editory Collection Hotels
Air Canada
Transavia
Município de Sintra
United Airlines
Be Live Hotels
Amazing Evolution
Avis
4 Tours
Turismo do Centro de Portugal
MSC Cruzeiros
Hoti Hotels
Picos de Aventura
Europcar
MAWDY
Turangra
Turismo da Madeira
Turismo da Polónia
AIR France-KLM
WOTELS
Etihad Airways
LATAM Airlines
Ibiza
Turismo de Marrocos
In Sure Broke
Ilha Verde

A 9.ª edição do RoadShow das Viagens do Publituris contou com o apoio do Turismo de Portugal e da Turismo do Centro, tendo tido como parceiros a Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), YVU, Meliá Braga Hotel & SPA, Meliá Ria Aveiro Hotel & SPA, Lisbon Marriott Hotel, GR8 e IberoBus.

O evento foi, igualmente, aproveitado para divulgação do BOOK de Enoturismo que o jornal Publituris lançou durante a BTL 2024 com o apoio do “Visit Portugal”.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

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Francisco Calheiros reitera não se “esquecer” das promessas feitas antes das eleições

O presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP) marcou presença no XX Congresso da ADHP, que este ano decorre no Centro de Congressos de Aveiro de 21 a 22 de março.

Carla Nunes

Na sessão de abertura do XX Congresso da ADHP – Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal, o presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), Francisco Calheiros, lembrou que a confederação não está esquecida das promessas feitas antes das eleições, já que “os dois principais candidatos a primeiro-ministro prometeram antes das eleições, em almoços organizados pela CTP, que a decisão do aeroporto era uma prioridade e que seria a primeira decisão a tomar”.

Desta forma, o presidente da CTP urge a que “se cumpra a palavra dada”, uma vez que o relatório final da Comissão Técnica Independente “está fechado e entregue”.

“Não nego que estou preocupado com a governabilidade do país, mas espero que exista uma solução o mais estável possível”, afirma Francisco Calheiros.

O presidente da CTP frisa que “o país em geral e o turismo precisam de estabilidade política para que sejam tomadas várias medidas necessárias ao desenvolvimento da atividade [turística]”. Nesse sentido, elenca como principais prioridades “o novo aeroporto, uma decisão para a TAP, o investimento na ferrovia, os apoios à consolidação e internacionalização das empresas e uma reforma fiscal”.

Outra das prioridades para Francisco Calheiros passa pela criação de “um Ministério para o turismo ou, no mínimo, uma Secretaria de Estado exclusiva para o turismo”.

“O futuro da hotelaria e turismo depende de muitas destas decisões políticas, mas requer também uma combinação entre a inovação tecnológica, a resposta às mudanças das preferências dos consumidores, assim como preocupações com a sustentabilidade e segurança”, afirma o presidente da CTP.

Presidente da ADHP aponta para “ausência de reconhecimento e valorização das profissões”

Também Fernando Garrido, presidente da ADHP – Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal, frisou na sessão de abertura do congresso desta associação que “num momento em que se inicia um novo ciclo político, não podemos continuar a esconder-nos e a adiar a resolução dos problemas existentes no setor”, referindo-se a questões como o aeroporto de Lisboa, a ferrovia de alta velocidade e o reconhecimento das profissões e respetivos profissionais.

“A valorização e reconhecimento dos recursos humanos é o chavão de todos os governos, mas pouco ou nada se avança. Continuamos com uma legislação laboral completamente desajustada aos interesses dos próprios colaboradores, com a ausência de reconhecimento e valorização das profissões, tanto para os colaboradores como para as empresas”, frisou Fernando Garrido, que lembrou que “a contratação dos profissionais hoteleiros continua assente sobre categorias profissionais inexistentes”.

Francisco Calheiros lembrou ainda que “o turismo resiste como o motor da economia portuguesa e como um dos setores que mais contribui para o país”, apontando para os 30 milhões de hóspedes registados em 2023, que resultaram em mais de 77 milhões de dormidas e em receitas turísticas superiores a 25 mil milhões de euros.

“A avaliar pelos dados disponíveis para a Páscoa podemos mesmo esperar um bom ano turístico. É certo que as tarifas subiram por causa da inflação e do aumento dos custos para as empresas, mas isto não demoveu os turistas, sobretudo os portugueses e espanhóis”, afirma, indicando que as reservas para o próximo fim-de-semana pascal apontam para ocupações entre os 80% e os 100%.

O XX Congresso da ADHP decorre até esta sexta-feira, 22 de março, no Centro de Congressos de Aveiro.

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5ª edição da FINE mostrou a força do enoturismo

A quinta edição da FINE – Feira Internacional de Enoturismo realizada em Valladolid mostrou a força de um setor em progressão ascendente: 140 adegas, rotas e hotéis localizados em diferentes regiões vinícolas de Espanha, Portugal e Itália reuniram-se com 84 operadores turísticos especializados que operam em 23 países.

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Se em 2021 o volume de negócios gerado pelo enoturismo a nível mundial foi estimado em sete mil milhões de dólares, a previsão para 2026 é de atingir 13 mil milhões, de acordo com dados recolhidos num relatório setorial da Segittur. A FINE é uma plataforma de negócios que dá visibilidade às adegas e aos territórios, especialmente no sul da Europa. Nesta quinta edição, registou-se um aumento da oferta da Península Ibérica, com novas adegas e o alargamento das propostas para além do vinho.

A feira tem vindo a registar uma tendência de crescimento desde a primeira edição, realizada em fevereiro de 2020. O segundo evento decorreu num cenário complexo, aplicando as medidas sanitárias exigidas pela situação para garantir a segurança dos participantes, e desde então, todos os anos a oferta, o número de operadores turísticos, de países representados e de reuniões realizadas têm aumentado.

A FINE é também um espaço de debate. Profissionais de diferentes áreas abordaram temas como o marketing de experiências de enoturismo, a utilização de big data, casos de sucesso em França, Itália, México, Portugal, Espanha e Napa Valley na Califórnia, o processo de criação de produtos inovadores, ou o papel do turismo MICE no desenvolvimento do ambiente.

 

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25 anos: FIL Parque das Nações acolheu 12,5 milhões de visitantes em mais de 2.500 eventos

Em 25 anos de história, as novas instalações da FIL – Feira Internacional de Lisboa, no Parque das Nações, recebeu cerca de 12,5 milhões de visitantes em mais de 2.500 eventos.

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Comemoraram-se, na passada semana, 25 anos da cerimónia de inauguração das novas instalações da FIL – Feira Internacional de Lisboa, no Parque das Nações, que aconteceu a 13 de março de 1999. Desde esse dia, o espaço recebeu cerca de 12,5 milhões de visitantes em mais de 2.500 eventos.

Acolhendo, anualmente, cerca de 40 eventos e dispondo, neste momento, de quatro pavilhões com uma área coberta de 43.000 m2, as instalações da FIL são uma referência nacional e internacional no setor das conferências e eventos, tendo ainda este mês registado o seu maior evento de sempre, com mais de 79 mil visitantes na BTL de 2024.

Para Jorge Rocha de Matos, presidente da Fundação AIP, a FIL é “o resultado de muitos anos de trabalho e perseverança, só possível através de um enorme esforço de várias gerações de membros da nossa instituição empresarial que souberam construir um património que muito orgulha o país”.

Com brio, sentido de missão e vontade de vencer, Jorge Rocha de Matos garantiu que a Fundação AIP “continuará a trabalhar para alcançar resultados ainda mais ambiciosos.”

Em 1999, com a mudança para as suas novas instalações no Parque Expo, a FIL deu um gigante passo na modernização da atividade de organização e realização de eventos em Portugal. A partir desta data, Portugal passou a dispor de novas instalações cuja dimensão, arquitetura, localização e multifuncionalidade lhe permitiram estar, permanentemente, na rota dos grandes eventos internacionais.

As atividades desenvolvidas naquele espaço de Lisboa – Parque das Nações vão desde a organização de feiras, que se estendem aos mais variados setores de atividade, passando pelo aluguer de espaço para iniciativas de terceiros, até toda uma gama de serviços complementares à atividade feiral.

 

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RoadShow das Viagens do Publituris arranca hoje com 45 expositores e mais de 580 agentes inscritos

O RoadShow das Viagens do Publituris arranca esta terça-feira, 19 de março. Nesta 9.ª edição, o RoadShow percorrerá as cidades de Braga, Aveiro (20 de março) e Lisboa (21 de março), contando com 45 expositores e mais de 580 agentes inscritos.

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O Roadshow das Viagens do Publituris 2024 início esta terça-feira, 19 de março, estando o seu final marcado para dia 21 de março.

A 9.ª edição conta com 45 expositores que irão mostrar as ofertas que possuem para os agentes de viagens portugueses para este ano de 2024.

O arranque da 9.ª edição do RoadShow das Viagens do Publituris acontece em Braga, mais concretamente, no Meliá Braga Hotel & SPA, com mais de 130 agentes inscritos.

No dia 20 de março, o RoadShow das Viagens do Publituris ruma a Aveiro a Aveiro, para o Meliá Ria Hotel & SPA. Para o evento na Capital Portuguesa da Cultura Aveiro 2024 inscreveram-se 150 agentes.

O final da 9.ª edição do RoadShow das Viagens do Publituris está marcado para o dia 21 de março, no Lisbon Marriott Hotel, local que contará com mais de 320 agentes.

Os expositores presentes nesta 9.ª edição do RoadShow das Viagens do Publituris são:

Consolidador.com
Abreu online
Visit Saudi
Sonhando
Mundomar Cruzeiros
Unlock Boutique Hotels
Loja de Cruzeiros
APG
Lisbon Marriott Hotel
TAAG – Linhas Aéreas de Angola
CNtravel
BedsOnline
StarClass Cruzeiros
AlgarExperience
MGM Muthu Hotels
The Fladgate Partnership Group
TAP Air Portugal
In Azores
SATA Azores Airlines
The Editory Collection Hotels
Air Canada
Transavia
Município de Sintra
United Airlines
Be Live Hotels
Amazing Evolution
Avis
4 Tours
Turismo do Centro de Portugal
MSC Cruzeiros
Hoti Hotels
Picos de Aventura
Europcar
MAWDY
Turangra
Turismo da Madeira
Turismo da Polónia
AIR France-KLM
WOTELS
Etihad Airways
LATAM Airlines
Ibiza
Turismo de Marrocos
In Sure Broker
Ilha Verde

Dirigido aos agentes de viagens de todo o país, o evento é uma oportunidade para Operadores Turísticos, Companhias Aéreas, GSA, Cruzeiros, Hotéis e Delegações Oficiais de Turismo mostrarem a sua oferta num evento que potencia o conhecimento, o negócio e o networking.

Além do habitual workshop, a 9.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris terá, também, um programa social, com jantares exclusivos e animação que promovem o networking entre os participantes.

Os workshops decorrem entre as 18h00 e 21h00, seguindo-se os jantares com os agentes de viagem inscritos.

O evento conta com o patrocínio da Turismo do Centro e terá como parceiros a Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), YVU, Meliá Braga Hotel & SPA, Meliá Ria Aveiro Hotel & SPA, Lisbon Marriott Hotel, GR8 e IberoBus.

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André Gomes, Presidente da Região Turismo do Algarve. Loulé, 22 Agosto 2023. FOTO: VASCO CÉLIO/STILLS

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Algarve vai a Barcelona para conquistar mercado de viagens espanhol

A Região de Turismo do Algarve tem as baterias apontadas a Espanha, com a participação na B-Travel, feira que se realiza de 15 a 17 de março, em Barcelona.

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No fim de semana de 15 a 17 de março, o Turismo do Algarve marca a sua estreia na B-Travel, a maior feira destinada ao público viajante do mercado espanhol, que se realiza em Barcelona.

O stand, que reunirá o Turismo do Algarve e os municípios de Albufeira, Faro, Lagoa, Lagos, Olhão, Portimão e Vila Real de Santo António, ocupará uma área de 72 metros quadrados.

André Gomes, presidente do Turismo do Algarve, diz-se “confiante” no potencial do mercado espanhol, enfatizando que Espanha é um mercado de proximidade crucial para o Algarve, com aproximadamente 900 mil dormidas anuais e considerável margem de crescimento.

“A existência de ligações aéreas entre Faro e várias cidades espanholas, incluindo Barcelona, servida pelas companhias Vueling e Ryanair, representa uma excelente oportunidade para fortalecer a presença deste mercado na hotelaria regional. Além disso, a participação conjunta com os municípios algarvios é um valor acrescentado na promoção do destino na comunidade autónoma da Catalunha, que conta com 7,9 milhões de habitantes”, frisa André Gomes.

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