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Eventos corporativos em crescendo

Os CEO de duas agências de viagens – Travelstore e Globalis – especializadas em viagens de negócios, Frédéric Frère e Fátima Silva, explicam o comportamento atual desta indústria, após uma crise que criou diversos constrangimentos, e num momento em que já se fala em alguma retoma.

Carolina Morgado
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Eventos corporativos em crescendo

Os CEO de duas agências de viagens – Travelstore e Globalis – especializadas em viagens de negócios, Frédéric Frère e Fátima Silva, explicam o comportamento atual desta indústria, após uma crise que criou diversos constrangimentos, e num momento em que já se fala em alguma retoma.

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Para Frédéric Frère, CEO da Travelstore “as viagens corporativas estão claramente a retomar e nas recentes semanas estão bastante acima das nossas expectativas, chegando pouco a pouco aos níveis de 2019.

Segundo o executivo, “tínhamos previsto uma redução estrutural de longo prazo no segmento de viagens de negócios, mas que afinal poderá ser inferior às nossas previsões”, e “quando questionamos as nossas empresas clientes sobre os motivos desta retoma significativa das suas viagens profissionais, a resposta que ouvimos é que, uma vez levantadas as restrições e havendo um regresso à normalidade, verificam que o contacto presencial faz muita diferença com a simples comunicação por via digital”.

Durante as restrições impostas pela pandemia, conforme recorda Frédéric Frère, “as empresas não tinham outra alternativa senão recorrer exclusivamente às plataformas digitais mas agora que recuperaram a liberdade de mobilidade, podem comparar os dois contextos e medir o retorno para o seu negócio”, para acrescentar que, “pessoalmente, acho que os dois são muito complementares – um pouco como já o era uma primeira conversa ao telefone antes de uma reunião presencial – e que de alguma forma as plataformas digitais vêm inclusive estimular os intercâmbios presenciais”.

Em relação à retoma das viagens individuais corporativas, Fátima Silva, CEO da Globalis, não tem a mesma opinião, destacando que está mais demorada. O que tem evoluído são os eventos corporativos. “As viagens individuais corporativas estão ainda mais atrasadas, e ainda não encontrámos o ritmo que tínhamos antes da pandemia, até porque algumas empresas optaram por manter o regime do teletrabalho”.

Assim, “começámos com o lazer, pois à falta das viagens corporativas as pessoas estão muito mais motivadas a viajar em lazer e até para viagens com mais qualidade e destinos mais longínquos, e não só para fins de semana ou escapadinhas, e com mais pedidos do que era anteriormente”.

E acrescentou: “Isto sem nunca deixar o nosso ADN, até porque somos uma empresa corporativa e não temos balcão. Portanto, o nosso lazer passa muito pelos individuais e empresas que trabalham connosco”

A Globalis – Viagens e Eventos Corporativos, é uma empresa com sete anos. “Resolvemos embarcar neste projeto porque já existia a Globalis Brasil. Pertencemos ao Grupo Arbo. Na altura, indica Fátima Silva, “fazia sentido ser uma agência de viagens especializada no corporativo, nomeadamente, nas viagens individuais, grupos de congressos, eventos, mas pouco nos incentivos. Achámos que fazia sentido e havia espaço no mercado para desenvolver esta atividade de forma mais especializada e de forma mais próxima do cliente. Assim, a Globalis abriu no início de 2015”.

Para além desta, a empresa também desenvolve outras áreas, através do programa de “Associated Partners”, para empresários em nome individual ou freelancers que precisam de apoio e de uma estrutura. Segundo a gestora, “não se trata apenas de agências de viagens. Temos muita gente que toda a vida organizou viagens para grupos de amigos, que tem paixão por viajar e gosta de organizar viagens, portanto, fazia sentido disponibilizar apoio e estrutura para trabalharem”.

Perspetivas para este ano
Quais as perspetivas para este ano? Chegam este ano aos resultados da pré-pandemia? Foram as questões que colocámos aos nossos entrevistados.

Para o CEO da Travelstore, “tudo indica que poderemos voltar a níveis muito próximos de 2019, embora com pesos distintos entre diferentes segmentos de negócio”.

Explicou que “tal como antecipávamos, a indústria dos eventos vai beneficiar da evolução dos formatos de trabalho porque tendo as empresas reduzido os seus espaços de escritórios e introduzido o modelo do teletrabalho, também sentem a necessidade de organizar eventos, juntando as suas equipas de forma a fomentar a cultura da empresa e manter a coesão entre pessoas. Ou seja, o trabalho remoto é também um fator que contribui para a dinamização da indústria das viagens de negócio assim como da indústria dos eventos”.

Já para a CEO da Globalis, “estávamos em pleno desenvolvimento quando em 2019, um ano muito bom para nós, um ano em que estava tudo a correr de feição, chega a pandemia, mas, felizmente, numa altura em que a empresa estava sólida financeiramente, com uma boa estrutura e um bom corpo de colaboradores. A pandemia apanhou-nos desprevenidos, mas conseguimos ultrapassar isso tudo porque, de facto, tivemos também apoios estatais. Não os podemos negligenciar porque foram importantíssimos, mas não tivemos necessidade de recorrer a empréstimos ou moratórias, porque a empresa estava sólida, e com os apoios que tivemos do Governo conseguimos nos manter, e aqui estamos hoje”.

Fátima Silva considera que, outra área que tem evoluído muito mais rápido do que a das viagens individuais corporativas, tem sido os eventos corporativos e viagens de grupos, mas muito no país, isto porque “as pessoas, obrigadas ao teletrabalho durante tanto tempo, estão cansadas de falar para um ecrã, e nós somos um ser social. Todos os motivos são hoje válidos para se estar presente num evento presencial, e fazem-se por tudo e por nada”.

“Nos eventos é importante o presencial e não só através dos meios digitais, porque tem muito networking, as pessoas precisam de tirar dúvidas, de comunicar. Felizmente isto está-se a verificar. Além disso, se antigamente havia eventos que não se faziam e acabavam por ser reuniões dentro das próprias empresas, hoje em dia tudo é motivo para os realizar fora. Tem sido, por isso, positivo”, esclareceu a gestora da empresa, que tem trabalhado muito com consultoras e grandes empresas que organizam eventos de verão e de Natal. Só que, apontou Fátima Silva, “aquilo que era planeado com grande antecedência, agora em 15 dias estão-nos a pedir uma série de coisas, situação que tem estado muito presente nesta fase da retoma”.

No entanto, há um certo otimismo da executiva em relação à recuperação. “Acho que se vai notar um crescendo, mas não de um dia para outro. À séria, com o mundo em paz, e que não haja este medo e perigo da guerra, penso que só no final deste ano ou princípio de 2023 é que deveremos chegar ao movimento e resultados de 2019”, estima a responsável, indicando que “não podemos esquecer que o início deste ano ainda foi de pandemia”.

Refira-se que a Globalis teve uma faturação de 10 milhões de euros em 2019 e este ano aponta para um volume de negócios à volta dos seis milhões, enquanto faturou quatro milhões de euros em 2021 e 2,5 milhões em 2020.

 

Tudo indica que poderemos voltar a níveis muito próximos de 2019, embora com pesos distintos entre diferentes segmentos de negócio”, Frédéric Frère (CEO da Travelstore)

 

Perfil do cliente evoluiu
Com a pandemia, o perfil do cliente, mais do que mudar, evoluiu. Esta é a opinião de Frédéric Frère.

Isto é, “muitas das expectativas dos clientes já existiam antes da pandemia, mas esta veio acentuar o seu nível de exigência relativamente a alguns aspetos que valorizam particularmente. Estes são a segurança e, aqui vemos que as TMC dotadas das capacidades necessárias, passaram a ser ainda mais valorizadas do que no passado pela sua capacidade de apoio ao viajante, sobretudo em circunstâncias de dificuldades. São também cada vez mais a respeito dos princípios “ESG” com particular enfoque no “E” (meio ambiente) sem desvalorizar obviamente os outros componentes da sustentabilidade corporativa. As empresas procuram trazer um contributo pro-ativo aos esforços de proteção do meio ambiente, aderindo a várias iniciativas que ajudam a transição para energias mais sustentáveis”.

Mas há mais: “as empresas continuam obviamente a procurar recorrer a parceiros que as ajudem a otimizar os seus orçamentos em viagem, particularmente em ambientes inflacionistas como os atuais em que seja expectável um aumento das tarifas de aviação e de alojamento. Uma capacidade de gestão coordenada que disponha de métricas fiáveis continua a ser um elemento muito valorizado pelos clientes”, acrescentou o responsável.

Sobre esta questão, Fátima Silva refere que “não é por causa do aumento dos preços que o mercado não compra, pelo menos ao nível dos nossos clientes”. Mas também concorda nessa alteração do perfil do cliente, pois, muitas empresas que não faziam eventos, passaram a fazer, um pouco na lógica de que é de acesso a todos. Além disso, é mais exigente porque teve muito tempo para aprender, e acima de tudo, está muito mais atento e consciente dos direitos de consumidor”.

Desafios da indústria
A indústria das viagens de negócios e dos eventos corporativos tem-se confrontado ao longo dos anos, segundo Frère, “com várias ameaças para não dizer crises de todo o tipo: epidemias e mais recentemente uma pandemia global cuja resolução ainda não é definitiva e, provavelmente, nunca o será totalmente, atentados terroristas, incidências climáticas e naturais (lembro o vulcão na Islândia há uns anos atrás), crises económicas e financeiras e naturalmente geopolíticas como a guerra que se iniciou recentemente entre a Rússia e a Ucrânia”. Este ano, acrescentou: “para além da saída da pandemia ainda não totalmente resolvida, surgem duas novas ameaças, a desta guerra aberrante – são todas – cujo desfecho é ainda muito incerto, e uma possível recessão económica internacional, consequência da tensão inflacionista que se está a registar um pouco em todo o mundo”.

Além disso, “toda a ambiguidade deste contexto é que atualmente as empresas do setor precisam de reforçar a sua capacidade de resposta e contratar recursos humanos, mas podendo estarem confrontados com nova contração da procura nos próximos meses”, defende o CEO da Travelstore, sublinhando que “o outro grande desafio ao qual todo o setor se confronta é claramente este dos recursos humanos, e isto a dois níveis: primeiro conseguir contratar pessoas de forma a proteger níveis de serviços, segundo estarem preparados para um agravamento dos custos laborais.

Na hora de reinventar
A Travelstore não precisou da pandemia para procurar se reinventar porque a antecipação à mudança faz parte do seu ADN. Mas, “a crise brutal que atravessámos nos estimulou ainda mais, em boa parte porque também ficámos com mais tempo para dedicar ao brainstorming. Acelerámos a nossa transformação digital, enriquecemos as propostas de valor das nossas diferentes áreas de negócio, e por fim, diversificámos os negócios para diluir a dependência dos negócios com maior peso”, disse o executivo.

Outro aspeto positivo “é que voltámos a pensar e atuar como uma startup em que todos se entreajudam para ir mais depressa e por um custo menor. É sabido que as crises são geradoras de oportunidades e julgo que esta última só veio reforçar esse princípio”, destacou o responsável.

Para a CEO da Globalis, “tivemos de nos adaptar. Passámos também a organizar eventos híbridos para os nossos clientes. Temos tecnologia e tentado sempre automatizar os processos de reservas e vendas. Implementámos mais ferramentas tecnológicas, mas o facto de termos tudo automatizado não quer dizer que sejam soluções para se vender mais, pelo menos neste momento. Desenvolvemos as redes sociais e novas formas de comunicar com os nossos clientes e com o mercado, e estamos em toda a parte onde o nosso cliente precisar”. A empresa acompanha o cliente de A a Z, seja em Portugal, seja no estrangeiro.

 

As pessoas, obrigadas ao teletrabalho durante tanto tempo, estão cansadas de falar para um ecrã, e nós somos um ser social. Todos os motivos são hoje válidos para se estar presente num evento presencial, e fazem-se por tudo e por nada”, Fátima Silva (CEO da Globalis)

 

Projetos em carteira
A Globalis tinha vários projetos em carteira que a pandemia fez adiar, mas que Fátima Silva faz questão de dizer que deverão começar a ser implementados no final deste ano ou no início do próximo.

“Colaboramos muito com o Grupo Arbo, mas ainda não trazemos clientes do estrangeiro para Portugal, projeto que estava para ser iniciado em 2020, mas com a pandemia acabou por ficar em banho-maria, mas que vamos retomar”.

Além disso “tínhamos uma ideia interessante e diferente, e que esperamos vir a retomar, que tem a ver com serviços de concierge de luxo, serviços direcionados para um determinado tipo de viajantes, como os expatriados, estrangeiros que compram casa em Portugal, que não têm estrutura familiar e necessitam de apoio e de alguns serviços, ou seja, pessoas que precisam de todo o apoio local num país que não é o seu”, realçou a gestora.

Este projeto, segundo Fátima Silva, pode complementar-se com o conceito “Jornada do Passageiro”, de forma que “as pessoas possam chegar e se identificar com a vida real de Portugal e dos portugueses sem ser através do tradicional tour e sem ser só nas grandes cidades”.

Finalmente, a agência, através de parceiros e do seu grupo no Brasil, está a preparar uma campanha para viagens ao Mundial de Futebol no Qatar (novembro e dezembro deste ano), “uma forma de retomar e estar presente”.

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47º Congresso da APAVT já tem data: 08/11 de dezembro de 2022

O 47º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) vai acontecer de 08 a 11 de dezembro deste ano. O local da sua realização é que ainda não foi anunciado.

A Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) comunicou ao trade turístico, na noite de quinta-feira, que a realização do seu 47º Congresso, já tem data marcada: será de 08 a 11 de dezembro de 2022.

O local da realização deste, que é considerado o maior congresso do Turismo nacional, e que abrange a discussão de todas as áreas do setor, e não só da distribuição, é que continua no segredo dos deuses.

A nota da APAVT que nos chegou diz apenas ao trade para “salvar” esta data na sua agenda, remetendo para breve novas informações.

Refira-se que, para além de uma realização em Macau, todos os congressos da APAVT, com a liderança de Pedro Costa Ferreira, tiveram como palco o território português. A última edição decorreu em Aveiro, no início de dezembro de 2021.

 

 

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Há otimismo, mas “Fátima ainda não recuperou”, alertou a Turismo Centro de Portugal

O otimismo em relação à retoma do fluxo de turistas para Fátima, é generalizado, mas Alexandre Marto Pereira, que discursou na sessão solene de abertura dos X Workshops Internacionais do Turismo Religioso, na qualidade de representantes doa Turismo Centro de Portugal, alertou que o destino Fátima não recuperará tão depressa para os resultados antes da pandemia.

O também vice-presidente da AHP, e representante desta Associação no Centro de Portugal, grande conhecedor do destino Fátima, realçou que o turismo está a recuperar em força, em Portugal, e até abril, a região Centro teve um aumento de 2% em relação ao mesmo período de 2019, mas a recuperação não é homogênea, e Fátima ainda não recuperou”, estando com 19% do número de noites abaixo dos verificados antes da pandemia. Lembrou que existe ou polo importante na região Centro – Coimbra com o número de noites 8% abaixo do 2019.

Alexandre Marto destacou que o turismo religioso, para Fátima, tem as suas especificidades, baseando-se muito em grupos, pessoas de maior idade, e mercados intercontinentais. O Brasil, disse, em abril estava ainda 20% abaixo da pré-pandemia, vários mercados asiáticos ainda estão por abrir, para lembrar que só a Coreia do Sul era responsável por quais de 100 mil noites em Fátima, e “está parado”. O que está a crescer, na opinião de Alexandre Marto, é o mercado polaco, tendo atingido em abril, um aumento de 16% face a 2019.

Por sua vez, o padre Carlos Cabecinhas, Reitor do Santuário de Fátima, deixou também alguns números que têm a ver com o de peregrinos àquele que é considerado o “Altar do Mundo”.

O reitor realçou que, em 2017 o Santuário acolheu 9,5 milhões de peregrinos, passando a 7 milhõs em 2018, 6,5 milhões em 2019. No primeiro ano da Pandemia, Fátima recebeu 1,4 milhões de pessoas em peregrinação, 2,5 milhões em 2021, e este ano, até maio “superou já os números do total 2020. “Estamos a sentir o regresso de peregrinos”, disse, para sublinhar a presença do mercado espanhol.

Na sua intervenção, o padre Carlos Cabecinhas reconheceu que “a retoma do Turismo Religioso será mais lenta, dada a sua especificidade”.

Os dois intervenientes têm, no entanto, esperança que as Jornadas Mundiais da Juventude, no próximo ano, em Lisboa, vão catapultar Fátima e o Turismo Religioso em Portugal.

A sessão solene de abertura, que decorreu esta quinta-feira no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima, contou ainda com intervenções de Purificação Reis, presidente da Direção da ACISO, entidade que promove o evento, Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP),Jorge Brandão, vogal Executivo do Centro 2020, Sérgio Costa, presidente do Município da Guarda, Natálio Reis, vice-presidente da Câmara Municipal de Ourém, e Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços. Sobre as restantes intervenções e as restantes palestras que incluíram a conferência durante toda a manhã de quinta-feira. daremos conta em pormenor na próxima edição do Publituris.

Participam nestes X Workshops Internacionais do Turismo Religioso, que termina esta sexta-feira, em Fátima, com reuniões B2B, 122 hosted buyers de 47 países, 123 suppliers e 41 expositores. Só a conferência inaugural contou com a presença de aproximadamente 500 pessoas.

 

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Encontro Nacional da Formação Turística a 4 e 5 de julho em Fátima

A Academia de Formadores, evento organizado pelo Fórum Turismo, tem com o objetivo juntar os formadores nacionais deste setor na mesma sala de aula para o Encontro Nacional da Formação Turística.

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Este ano o evento irá decorrer entre 4 e 5 de julho no SDivine Fátima Hotel – Congress & Spirituality. A inscrição poderá ser feita através do link: https://academiadeformadores.pt.

Neste evento é possível assistir a debates sobre as inovações e estratégias que impactam atualmente o setor e a formação turística, conhecer estudos de casos práticos bem como ouvir oradores, professores e formadores de referência nas áreas do turismo e da educação.

Refira-se que o hotel garante uma tarifa especial para participantes da Academia de Formadores ’22.

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Meeting Forums do Publituris já tem programa

A 7.ª edição dos Meeting Forums do jornal Publituris, que decorre de 21 a 23 de junho, no Vila Galé Sintra Resort Hotel Conference & Spa, em Sintra, já tem programa.

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O programa da 7.ª edição dos Meeting Forums do Publituris está fechado. O evento, que decorre 21 a 23 de junho de 2022, em Sintra, no Vila Galé Sintra Resort Hotel Conference & Spa, conta já com a confirmação de 19 buyers internacionais e 20 suppliers nacionais.

Programa

21 junho
Chegada dos Buyers e Suppliers ao Vila Galé Sintra seguido das formalidades de check-in
18:45 – Transfer do Vila Galé Sintra para o Palácio da Vila de Sintra
19:00 – Visita guiada pelo grandioso e magnífico Palácio onde bate o coração de Sintra, seguido de um Welcome drink
20:30 – Jantar servido no Palácio da Vila em Sintra
22:30 – Regresso ao Hotel Vila Galé

22 junho
07:00 – 08:30 – Pequeno-almoço no Hotel
08:30 – 10:30 – One-to-One meetings
10:30 – 10:45 – Coffee break
10-45 – 13:00 – One to One meetings
13:00 – Almoço no Restaurante do Vila Galé Sintra
15:00 – 18:00 – Tour em autocarro acompanhado de guia intérprete pelo Concelho de Sintra
19:00 – Transfer do Vila Galé Sintra para o Hotel Mundial em Lisboa – Um Hotel do Grupo PHC Hotels
19:30 – 23:00 – Jantar servido no Rooftop do Hotel Mundial com DJ e muita animação
23:00 – Regresso ao Vila Galé Sintra

23 junho
08:00 – 08:45 – Pequeno-almoço no Hotel
08:45 – 10:45 – One to one meetings
10:45 – 11:00 – Coffee break
11:00 – 12:45 – One to one meetings
12:45 – 13:00 – Check-out e transfer do Vila Galé Sintra para o Hotel Tivoli Oriente Lisboa
14:00 – 16:00 – Almoço servido no Sky Bar do Tivoli Oriente Lisboa – Um Hotel do Grupo Minor Hotels
Transfer do Hotel para o Aeroporto de acordo com o horário de partida de voos dos Buyers

Fim do evento

Esta edição dos Meeting Forums tem o apoio do Turismo de Portugal e conta com a TAP como companhia aérea oficial, e a PHC Hotels, YVU Produções, Tivoli Oriente, Associação Turismo de Sintra e Hotéis Vila Galé como parceiros.

No evento marcarão presença buyers dos mercados identificados como estrategicamente importantes para o mercado português.

Os buyers internacionais confirmados são:

  • CCMG – Congress Consulting Management Group – Dinamarca
  • Immens-Events – Munique (Alemanha)
  • Corporate Travel Agency s.r.o. – Praga (Rep. Checa)
  • Venue Find Group – Reino Unido
  • Voyages Vision Travel – Virtuoso Member – Montreal (Canadá)
  • Goway Travel – Toronto (Canadá)
  • New Wave Travel – Toronto (Canadá)
  • The Travel Agent Next Door – Toronto (Canadá)
  • Exotik Journeys Travelbrands – Montreal (Canadá)
  • Windrose – Berlim (Alemanha)
  • Zitango Travel – Miami (EUA)
  • CVC Viagens – Brasil
  • Davington Events – Reino Unido
  • Mapa Mundo – Espanha
  • Special Tours (Grupo Avoris) – Espanha
  • Grupo CDV – Espanha
  • Voyzant – Montreal (Canadá)
  • Lumuna Associates International – Reino Unido
  • Panoptic Events – Glasgow (Escócia)

Os suppliers nacionais confirmados são:

  • Hotel Cascais Miragem
  • Hotel Palácio Estoril
  • Grupo Nau
  • Hotéis Olissippo
  • Pestana Hotels & Resorts
  • Go Health Portugal
  • EcorkHotel Évora
  • PHC Hotels
  • Domitur DMC
  • Bensaude Hotels Collection
  • Around Portugal DMC
  • Azoris Hotels & Leisure
  • Vila Galé Hotéis
  • Liberty International DMC
  • Voqin
  • Minor Hotels
  • TAP Air Portugal
  • Associação Turismo de Sintra
  • AlgarExperience
  • Gr8 Events

Para mais informações contactar Lídia Luís: [email protected] / Telm.: +351 913 256 261

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Inovação e sustentabilidade no turismo em análise na Católica de Braga

A Universidade Católica Braga recebe, no próximo dia 08 de junho, a partir das 09h00, a Conferência Internacional “Minho, INovação e Sustentabilidade no Turismo”.

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A Aula Magna da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Católica de Braga abre as portas para receber oradores, especialistas em Sustentabilidade e Turismo, nacionais e internacionais, no âmbito da Conferência Internacional “Minho, INovação e Sustentabilidade no Turismo”.

O evento, que contará com a apresentação dos resultados de um estudo conduzido junto das empresas do setor turístico, entidades e residentes da região, proporcionará a oportunidade de refletir sobre o modo como o setor pode contribuir para o desenvolvimento sustentável da região do Minho.

A abertura da sessão será conduzida pelo professor João Duque, Pró-reitor do Centro Regional, que introduzirá a conferência, seguindo-se as intervenções de Manoel Batista, presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, Domingos Bragança, presidente da Comunidade Intermunicipal do Ave, e Ricardo Rio, presidente da Comunidade Intermunicipal do Cávado.

Seguem-se temáticas como “Inovação para a Sustentabilidade do Turismo no Minho: tendências e ações inovadoras”, “Governança & Políticas Públicas para a sustentabilidade dos destinos”, e “Turismo, Natureza e Biodiversidade no contexto da agenda 2030”, com intervenções de especialistas nacionais e internacionais nestas áreas.

 

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Recorde a 6.ª edição do “Hotels&Suppliers” em vídeo

Durante um dia, a revista Publituris Hotelaria juntou 38 empresas fornecedoras e hotéis em reuniões one-to-one, na 6.ª edição do “Hotels&Suppliers”.

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Durante um dia, a revista Publituris Hotelaria juntou 38 empresas fornecedoras e hotéis em reuniões one-to-one, na 6.ª edição do “Hotels&Suppliers”.

Nesta edição, foram vários os fornecedores que participaram pela primeira vez no evento “num veículo para se aproximarem do setor hoteleiro”.

Foi o caso da Andros, representada no evento por Joana Ferreira, Company Manager da empresa, que frisou que, “com o regresso à normalidade, a marca aproveitou a abertura “para estar mais próxima do setor hoteleiro”, pelo que o evento serviu para apresentarem não só os conhecidos doces “Bonne Maman” e os sumos da “Andros”, como também novas soluções para piqueniques, dirigidas às unidades hoteleiras que fornecem este tipo de refeições.

No caso da La Redoute, a empresa participou pela primeira vez no evento. Com o surgimento de vários pedidos por parte de profissionais de hotelaria, a marca criou um canal específico para dar “uma resposta mais adequadas às exigências do setor”, tal como explicou João Sousa, New Business Manager da La Redoute. Desta forma, a marca apresentou os dois conceitos que tem disponíveis para as unidades hoteleiras na área do mobiliário.

Por outro lado, este evento serviu para reencontrar fornecedores que estão presentes desde a primeira edição, como é o caso da Groupe GM. Para além da linha portuguesa Real Saboaria, lançada por altura da Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), a marca aproveitou para apresentar “uma nova linha de nicho”, a Campos de Ibiza, mas também “fortalecer relações e alargar a carteira de clientes”, tal como explicou António Albuquerque, diretor comercial do grupo.

Do lado dos hotéis, a curiosidade residiu, acima de tudo, para conhecer as novidades e estabelecer contactos para negócios futuros.

A 6.ª edição do “Hotels&Suppliers” contou com a presença das empresas: Alaire; Andros; Dauti; Decorhotel; Decorweb; Ezpeleta; Gergran/Delifrance; GROHE Portugal; Groupe GM; ISEG; YVU; Jacobs Douwe Egberts; La Redoute; Legrand; Life Fitness Iberia; NSContract; Proquimia; Revestech; Roca e Televés.

Do lado dos grupos hoteleiros participaram: Grupo Oásis Atlântico; Hoti Hotéis; Editory Hotels; Neya Hotels; Bom Porto Hotels; Casas Vivas Resort; My Story Hotels; Olissippo Hotels; Amazing Evolution; HF Hotels; Unlock Boutique Hotels; PHC Hotels; Nau Hotels & Resorts; Vila Galé Hotéis; Jupiter Hotel Groupe e Hotel Shop.

Recorde o evento em vídeo. da 6.ª edição do “Hotels&Suppliers” da Publituris Hotelaria.

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ITB Berlim regressa em março de 2023 focada exclusivamente no B2B

A ITB Berlim passa a ter a duração de apenas três dias (em vez dos cinco habituais) e focar-se-á, em exclusivo, na vertente B2B.

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A ITB Berlim anunciou as datas para a realização da feira que, segundo a organização, terá como foco os clientes B2B, reduzindo os dias do evento de cinco para três. Em vez de se iniciar a uma quarta-feira e ir até domingo, a organização optou por dar início à feira a uma terça-feira, dia 7 de março, terminando na quinta-feira, dia 9 de março.

Esta é a primeira vez que a ITB Berlim se realiza de forma presencial desde o início da pandemia, reconhecendo a organização “os desafios que as feiras globais enfrentaram, tendo mudado consideravelmente nos últimos anos”. Assim, os responsáveis da feira, que terá a Georgia como destino convidado, salientam que o evento estará “concentrado nas empresas expositoras, bem como exclusivamente em visitantes do trade, compradores e a media”.

“Ao posicionar a ITB Berlin exclusivamente como um produto B2B, queremos virar o formato para o futuro e melhorar ainda mais a marca como um catalisador global da indústria do turismo”, refere David Ruetz, diretor da ITB Berlim.

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Meeting Forums do Publituris contam já com 19 ’buyers’ internacionais

A 7.ª edição dos Meeting Forums do jornal Publituris, que decorre de 21 a 23 de junho, no Vila Galé Sintra Resort Hotel Conference & Spa, em Sintra, conta já com a confirmação de 22 ‘buyers’ internacionais e 18 ‘suppliers’ nacionais.

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O jornal Publituris vai realizar a 7.ª edição dos Meeting Forums, de 21 a 23 de junho de 2022, em Sintra, no Vila Galé Sintra Resort Hotel Conference & Spa, contando já com a confirmação de 19 buyers internacionais e 20 suppliers nacionais.

Esta edição dos Meeting Forums, com apoio do Turismo de Portugal, conta com a TAP como companhia aérea oficial, e a PHC Hotels, YVU Produções, Tivoli Oriente, Associação Turismo de Sintra e Hotéis Vila Galé como parceiros.

No evento marcarão presença buyers dos mercados identificados como estrategicamente importantes para o mercado português.

Os buyers internacionais confirmados são:

  • CCMG – Congress Consulting Management Group – Dinamarca
  • Immens-Events – Munique (Alemanha)
  • Corporate Travel Agency s.r.o. – Praga (Rep. Checa)
  • Venue Find Group – Reino Unido
  • Voyages Vision Travel – Virtuoso Member – Montreal (Canadá)
  • Goway Travel – Toronto (Canadá)
  • New Wave Travel – Toronto (Canadá)
  • The Travel Agent Next Door – Toronto (Canadá)
  • Exotik Journeys Travelbrands – Montreal (Canadá)
  • Windrose – Berlim (Alemanha)
  • Zitango Travel – Miami (EUA)
  • CVC Viagens – Brasil
  • Davington Events – Reino Unido
  • Mapa Mundo – Espanha
  • Special Tours (Grupo Avoris) – Espanha
  • Grupo CDV – Espanha
  • Voyzant – Montreal (Canadá)
  • Lumuna Associates International – Reino Unido
  • Panoptic Events – Glasgow (Escócia)

Os suppliers nacionais confirmados são:

  • Hotel Cascais Miragem
  • Hotel Palácio Estoril
  • Grupo Nau
  • Hotéis Olissippo
  • Pestana Hotels & Resorts
  • Go Health Portugal
  • EcorkHotel Évora
  • PHC Hotels
  • Domitur DMC
  • Bensaude Hotels Collection
  • Around Portugal DMC
  • Azoris Hotels & Leisure
  • Vila Galé Hotéis
  • Liberty International DMC
  • Voqin
  • Minor Hotels
  • TAP Air Portugal
  • Associação Turismo de Sintra
  • AlgarExperience
  • Gr8 Events

Para além do programa de reuniões, haverá também um programa social que inclui cocktail, almoços, jantares exclusivos, animação e um programa de atividades que promovem o networking entre os diversos participantes.

Para mais informações contactar Lídia Luís: [email protected] / Telm.: +351 913 256 261

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Lisboa vai acolher a Cruise Europe Conference em 2023

A candidatura apresentada pelo Porto de Lisboa saiu vencedora e vai trazer, pela primeira vez, à capital portuguesa a conferência internacional da Cruise Europe, no primeiro trimestre de 2023.

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Este evento internacional de três dias, vai reunir os principais stakeholders do setor e envolve mais de 150 participantes de 20 países.

Segundo nota de imprensa do Porto de Lisboa, a  notícia chega numa altura em que o mercado de cruzeiros passa por profundas alterações qualitativas e em que esta instituição lisboeta, alinhado com as melhores práticas do setor, “se encontra a implementar um conjunto de soluções de qualificação ambiental das operações portuárias e de reforço da relação com os núcleos urbanos vizinhos”, isto enquanto, progressivamente, a indústria dos cruzeiros retoma a sua atividade normal um pouco por todo o mundo.

Segundo Ricardo Medeiros, vogal da Administração Porto de Lisboa (APL), este evento “faz parte da estratégia de valorização e qualificação da indústria de cruzeiros na cidade de Lisboa que a APL, em conjunto com vários parceiros, tem em curso: as campanhas de monitorização da qualidade do ar e da água na área de influência do terminal de cruzeiros, a implementação de soluções de Onshore Power Suply aos navios que escalam o Porto de Lisboa e o estudo, em curso, de avaliação dos impactes ambientais da atividade são outros tantos passos neste caminho”.

Refira-se que a Cruise Europe, criada em Copenhaga, em dezembro de 1991, é a associação que reúne os portos e destinos de cruzeiro da costa atlântica europeia, e que tem como principal objetivo promover o desenvolvimento e a qualificação da atividade de cruzeiros na região. Reúne atualmente cerca de 140 membros, que representam mais de 20 países.

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International Boat Show de regresso a Vilamoura

A 25.ª edição do International Boat Show realiza-se de 11 a 19 de junho, na Marina de Vilamoura.

Victor Jorge

O International Boat Show está de volta à Marina de Vilamoura, de 11 a 19 de junho. A 25.ª edição, co-organizada pela Marina de Vilamoura e FIL – Feira Internacional de Lisboa, reunirá todas as tipologias de embarcações – novas e seminovas (brokerage) -, bem como marcas de acessórios, equipamentos e serviços integrados, a mostra, em terra e no mar, permitindo ao público contactar na primeira pessoa com mais de 50 marcas da indústria náutica.

“O Boat Show é um polo de atração no verão do Algarve. Não apenas pela dinamização que opera na economia regional e no setor da náutica, mas também pelo estilo de vida que reflete. É um evento de uma enorme generosidade, que partilha este universo de glamour e oferece uma receção personalizada a qualquer entusiasta da náutica. É também uma oportunidade imperdível de desfrutar de Vilamoura numa altura única, em que a Marina ganha uma nova vida e toda a atmosfera envolvente adquire uma energia incomparável”, refere Paulo Jorge, da organização do Marina de Vilamoura International Boat Show.

De referir que a náutica de recreio tem vindo a assumir, em Portugal, uma importância económica cada vez maior. Em articulação com o setor do turismo, e tirando proveito da extensão da costa nacional, esta indústria tem afirmado as suas inúmeras potencialidades no contexto da economia do mar – e desempenhado um importante papel na afirmação da cultura marítima nacional.

De acordo com a Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos, o turismo náutico representa 1,2% da indústria turística portuguesa. Mas a valia económica da náutica de recreio não se cinge ao turismo, tendo um lugar relevante também no suporte da indústria da construção, reparação e manutenção de embarcações, bem como do design e investigação associados aos produtos náuticos.

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