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Binter vai ligar o Funchal a Marraquexe no verão

Companhia aérea das Canárias vai ligar o Funchal a Marraquexe, em Marrocos, duas vezes por semana, entre 3 de julho e 25 de setembro.

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A Binter anunciou o lançamento de uma nova rota entre o Funchal e Marraquexe, em Marrocos, para este verão, numa operação que arranca a 3 de julho e que vai contar com dois voos por semana, até 25 de setembro.

De acordo com a companhia aérea das Canárias, a abertura desta rota vem contribuir para melhorar as “conexões exteriores do arquipélago e para reforçar o compromisso adquirido com os madeirenses e com a sua mobilidade”.

Os voos partem do Funchal pelas 09h20  e chegam a Marraquexe-Menara às 11h15, enquanto em sentido contrário a partida da cidade marroquina está marcada para as 17h35, chegando à Madeira às 20h00. Os voos são realizados por um avião ATR-72, com capacidade para 72 passageiros.

Além da nova rota entre o Funchal e Marraquexe, a Binter vai também abrir três novas rotas entre o arquipélago canário, as ilhas de Fuerteventura e Lanzarote, assim como com o aeroporto de Tenerife Sul, que vão estar todas em operação entre julho e setembro.

No caso dos voos para Fuerteventura e Lanzarote, cujo início acontece a 2 de julho, as ligações aéreas decorrem todos os sábados, enquanto a ligação com Tenerife Sul vai ser realizada às segundas e quartas-feiras, a partir do 4 de julho.

A companhia aérea vai ainda reforçar os voos com a rota já operacional com a Gran Canária durante os meses de julho e setembro, para que assim comece a operar ligações com a ilha todos os dias da semana.

Já os voos com o aeroporto de Tenerife Norte vão, segundo a Binter, continuar “como até agora, com ligações diretas às terças-feiras e sábados”, que se somam à nova rota com Tenerife Sul, “o que vai permitir uma frequência de quatro conexões por semana com a ilha”.

Os bilhetes podem ser adquiridos através dos canais de venda habituais da companhia aérea, concretamente do site www.binter.pt , do atendimento no telefone 291 290 129 ou das agências de viagens.

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MSC Virtuosa faz escala inaugural no Porto do Funchal

A MSC Cruzeiros assinalou, no Porto do Funchal (Madeira), a escala inaugural do seu mais recente navio, o MSC Virtuosa, em evento simbólico que contou com a presença de várias entidades locais e agentes de viagens.

Para além da troca de placa comemorativas com o comandante do navio e as autoridades locais, realizou-se uma apresentação onde se deram a conhecer mais informações sobre o navio, sobre o compromisso de sustentabilidade da companhia, assim como todas as novidades do inverno 2022/2023 e do verão 2023, com principal destaque para os cruzeiros portugueses, e a operação com partida e chegada ao Funchal. Por último, foi teve lugar uma “ship tour” pelo navio antes do almoço, informou a MSC Cruzeiros.

O MSC Virtuosa é um dos mais recentes navios da MSC Cruzeiros e da inovadora classe Meraviglia, inaugurado em 2021, e inclui 19 decks que disponibilizam aos passageiros de todas as idades restaurantes de alta gastronomia, entretenimento de classe mundial, bares e lounges, lojas de compras, centros de spa e fitness, um parque aquático e clubes de crianças até jovens. A sua característica mais emblemática é a sua promenade interior de 112 metros com uma cúpula em LED.

Uma caraterística do MSC Virtuosa é o MSC Starship Club, apresentado pelo primeiro bartender robótico humanóide futurista do mundo, chamado Rob.

 

 

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António Costa e Silva admite que o IAG é uma das opções de topo para a privatização da TAP

O ministro da Economia e Mar, António Costa e Silva, admitiu, em entrevista concedida ao jornal espanhol El Economista, aquando da sua visita a Madrid no âmbito da participação de Portugal na Fitur, que o IAG, o grupo que detém a Iberia, é uma das opções de topo para a privatização da TAP.

O governante português deixou claro que “a TAP é hoje uma empresa saudável e estão criadas as condições para a privatização para que a Iberia e outros operadores internacionais interessados ​​nela possam participar”, afirmou.

Embora entre os possíveis candidatos também existam outras opções, como a Lufthansa ou a Air France-KLM, para Portugal, a Iberia é fundamental porque já tem ligações com os três aeroportos continentais do país (Lisboa, Porto e Faro), bem como com a Madeira, e o ministro da Economia considera, na entrevista, que “a conectividade com o hub aeroportuário de Barajas iria potenciar o turismo e a economia do país e não só a TAP como também a Ibéria têm aqui um papel importante”.

Costa e Silva considera que “temos de lidar com a conectividade aérea porque há estudos que revelam que a falta dela condiciona a nossa economia face ao resto da Europa, visto que somos um país periférico”, realçando que a TAP desempenha um papel fundamental no crescimento do turismo e da economia portugueses.

Entretanto, o mesmo jornal espanhol indica que a  IAG, empresa-mãe da Iberia, não confirma nem desmente para já o eventual interesse na transportadora de bandeira do país vizinho – “não comentamos” -, enquanto continua focada em resolver a compra da Air Europa .

Além da conectividade aérea, Portugal e Espanha também estão avançando nas conexões ferroviárias de alta velocidade. “Na última cimeira ibérica que tivemos em Viana do Castelo, em dezembro, os dois governos falaram disso”, explicou o ministro. “É um ponto chave no desenvolvimento do turismo transfronteiriço e queremos promover as concessões ferroviárias, embora neste momento a prioridade seja a união entre o Porto e Vigo, para ligar o eixo norte de Portugal à Galiza”, aponta. No entanto, António Costa e Silva admite que “estamos também a estudar outras ligações porque gostaríamos que Portugal estivesse ligado a Espanha e que a Península Ibérica estivesse ligada às grandes redes europeias de transporte de alta velocidade. “Olhamos para a Península como um todo e vemos que podemos desenvolver um grande projeto transnacional”

 

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Governo dos Açores destaca importância das acessibilidades para as ilhas do Triângulo

O presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, destacou a importância estratégica das acessibilidades aérea e marítima para o desenvolvimento e mobilidade das ilhas do Triângulo (Faial, Pico e São Jorge), bem como no combate à sazonalidade.

Na sequência de uma reunião, na cidade da Horta (ilha do Faial) com os novos corpos gerentes da Associação de Municípios do Triângulo, liderada por Luís Silveira, que preside à Câmara Municipal das Velas de São Jorge, José Manuel Bolieiro realçou que “a experiência piloto que o Governo dos Açores realizou quer na viabilidade aérea, com a introdução da Tarifa Açores [que permite viagens aéreas interilhas a 60 euros para os residentes], quer na mobilidade marítima, com um valorização de uma ligação inovadora entre São Roque do Pico e Velas de São Jorge, com um aumento de frequência, potenciou a economia e o desenvolvimento” do Triângulo.

Em declarações aos jornalistas, o líder do executivo açoriano apontou ainda a necessidade de “dar satisfação em oferta à procura turística das ilhas do Triângulo”, bem com de apostar na sua promoção, como forma de combater a sazonalidade.

O governante elogiou a “unidade organizativa” que a Associação de Municípios do Triângulo representa enquanto movimento de “promoção e incentivo ao desenvolvimento que o Triângulo potencia no quadro dos Açores”.

No que refere aos desafios mais imediatos destas três ilhas em concreto, o presidente do Governo reconheceu que o “combate à sazonalidade” no campo turístico é um dos elementos em ter em conta.

“As ilhas com menos população nos grupos Central e Ocidental, bem como em Santa Maria, no grupo Oriental, têm essa dificuldade”, disse José Manuel Bolieiro, considerando, segundo notícia da Lusa, que há um “trabalho a desenvolver pelo Governo Regional e as autarquias”.

O chefe do executivo açoriano lembrou, por outro lado, que a Tarifa Açores “já foi um elemento muito interessante, com o turismo que potenciou” dentro do arquipélago, “num ano ainda muito condicionado pela pandemia” e que “deverá agora continuar a surtir efeito”.

Por sua vez, o presidente da Associação de Municípios do Triângulo, Luís Silveira, também em declarações as jornalistas, e segundo a Lusa, sublinhou a “abertura total do presidente do Governo dos Açores para que possa apresentar candidaturas na região e aos fundos comunitários para promover o destino Triângulo dentro do destino Açores”, algo que “nunca se teve até aqui embora se o tenha procurado há alguns anos a esta parte”.

 

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AirHelp ajudou 1,5 milhões de pessoas a receberem compensação por problemas com voos em 10 anos de atividade

A empresa que se dedica à defesa dos direitos dos passageiros aéreos iniciou a sua atividade a 25 de janeiro de 2013 e, desde então, já ajudou 1,5 milhões de passageiros a receberem compensação por atrasos ou cancelamentos de voos.

A AirHelp, empresa que se dedica à defesa dos direitos dos passageiros aéreos, está a celebrar uma década de atividade, período ao longo do qual, adianta a empresa em comunicado, foi possível ajudar 1,5 milhões de pessoas a receberem compensação por problemas com voos.

“Em 10 anos, mais de 1,5 milhões de passageiros aéreos reclamaram, com sucesso, uma indemnização em resultado de atrasos e cancelamentos de voos”, destaca a AirHelp, lembrando que iniciou a sua atividade a 25 de janeiro de 2013, enquanto “organização sem fins lucrativos, com o objetivo de ajudar passageiros aéreos a reclamar os seus direitos relativamente a más práticas realizadas por companhias aéreas”.

De acordo com a informação enviada à imprensa pela AirHelp, a ideia para a criação da empresa surgiu “quando o fundador, Henrik Zillmer, passou por uma má experiência com um voo atrasado e se sentiu desprotegido e desinformado sobre os seus direitos”.

“Zillmer sentiu o desconforto e dificuldade que os viajantes experienciavam por terem de lidar diretamente com as companhias aéreas, bem como a necessidade de serem tratados de forma mais próxima e eficiente. Assim, nasceu a AirHelp com o compromisso de colmatar estas necessidades”, explica a AirHelp.

Atualmente com um novo líder, cargo que passou a ser ocupado, em 2022, por Tomasz Pawliszyn, a AirHelp cresceu, contando agora com 350 colaboradores e disponibilizando um serviço em 17 idiomas e através de uma rede de parceiros em 30 países, a AirHelp mantém, no entanto, o foco na defesa dos passageiros aéreos.

“É um orgulho ver a AirHelp como organização pioneira na afirmação dos direitos dos passageiros. Na última década, 1,5 milhões de viajantes confiaram em nós, foram compensados devido a perturbações nos seus voos e foram empoderados enquanto passageiros. Na AirHelp investimos continuamente em informação e tecnologia de ponta para facilitar ao máximo as reclamações dos nossos clientes e lutamos continuamente para alterar as leis que prejudicam todos os passageiros aéreos”, afirma Tomasz Pawliszyn, CEO da AirHelp.

Exemplo desse investimento é o facto da AirHelp contar, atualmente, com “a maior equipa de advogados especializados em direitos dos passageiros aéreos”, bem como com assistentes de inteligência artificial (IA) que “ajudam a processar reclamações e indemnizações de forma rápida, eficiente e em grande escala”.

A AirHelp diz também que, ao longo dos anos, a sua experiência jurídica tem ajudado a “melhorar a lei, ganhando importantes casos de referência que serviram para estabelecer jurisprudência e dos quais todos os passageiros aéreos beneficiam atualmente, incluindo aqueles que não reclamam através da organização”.

“A AirHelp ganhou uma série de casos que ajudaram a remover condições impostas por companhias aéreas consideradas injustas, bem como a remover obstáculos desnecessários exigidos pelas mesmas aquando da reclamação de indemnizações por parte dos passageiros”, acrescenta a empresa.

A AirHelp é ainda co-fundadora da Association of Passenger Rights Advocates (APRA) e tem vindo a arrecadar vários prémios, como o Spark Innovation Award e o Launch People’s Choice Award, publicando ainda, desde 2015, o AirHelp Score, “um ranking global das companhias aéreas líderes mundiais em termos do seu cumprimento da pontualidade, feedback dos clientes e processos de reparação de queixas dos clientes”.

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Nova edição: Os nomeados dos Portugal Trade Awards, Lisboa e autocarros de turismo

A nova edição do Publituris faz capa com os nomeados para os Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2023, que vão ser entregues no primeiro dia da BTL, a 1 de março. Além disso, inclui também um especial sobre Lisboa, um dossier sobre autocarros de turismo e passageiros, uma entrevista com o responsável da VARIAÇÕES e um artigo sobre a Turiset, a primeira agência em Portugal a ostentar o selo ‘Checked by DECO’.

A nova edição do Publituris, a última do primeiro mês de 2023, faz capa com os nomeados para os Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2023, que vão ser entregues no primeiro dia da BTL, a 1 de março.

Este ano, são 100 os nomeados, em 16 categorias, às quais acresce o prémio “Personalidade do Ano”, que é escolhido diretamente pela equipa do Publituris. A votação online arranca já na próxima segunda-feira, 23 de janeiro, prolongando-se até 17 de fevereiro.

Nesta edição, publicamos também um especial sobre Lisboa, destino cuja marca está a puxar toda a região, segundo Vitor Costa, presidente da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa e diretor-geral da Associação de Turismo de Lisboa (ATL). Neste trabalho, saiba também porque quer a ATL repensar a estratégia turística para a região, através das palavras da diretora executiva da associação, Paula Oliveira, fique a par das novidades da hotelaria na região da capital para este e para os próximos anos e conheça ainda a nova Doca da Marinha, que promete aproximar Lisboa do Tejo.

Na secção Distribuição, publicamos ainda um artigo sobre a Turiset, que se tornou na primeira agência de viagens em Portugal a ostentar o selo “Checked by DECO”, e, em MI, o destaque vai para uma entrevista com Diogo Vieira da Silva, diretor-executivo da VARIAÇÕES – Associação de Comércio e Turismo LGBTI+, que vai estar presente na BTL 2023 e que pede que Portugal crie uma estratégia para este segmento, que vale perto de 50 mil milhões de euros.

O Dossier desta edição do Publituris é dedicado aos autocarros de turismo e passageiros, que se mostram mais confiantes em relação a 2023, uma vez que, com a melhoria da situação epidemiológica, a procura parece estar a regressar. Apesar de positivas as expetativas para este ano, as empresas mostram-se moderadamente otimistas, uma vez que os desafios continuam a ser muitos e foram agravados com a guerra na Ucrânia, nomeadamente ao nível dos custos com o combustível, aos quais estas empresas estão particularmente expostas. Neste dossier, saiba ainda que novidades estão as empresas de autocarros de turismo e passageiros a preparar para este ano.

Além do Pulse Report, esta edição conta ainda com as opiniões de Francisco Jaime Quesado (economista e gestor); Mariana Marques (docente do ISG); Andrea Santos, Filipe Trindade e Gilda Mendes (coordenadores da Pós-Graduação em Organização de Eventos do ISAG); e António Paquete (economista).

Boas leituras!

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Greve na TAP vai mesmo avançar e custará mais de 65 M€ e 1.316 de voos.

Os associados do SNPVAC rejeitaram, esta quinta-feira, em assembleia-geral, a proposta da TAP, e decidiram manter o pré-aviso de greve entre os dias 25 e 31 de janeiro. Segundo a companhia, a fatura ascende a cerca de 68 milhões de euros, afetando mais de 150 mil passageiros e o cancelamento de mais de 1.300 voos.

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A greve na TAP vai mesmo avançar. Isso mesmo foi decidido por uma larga maioria que votou contra a proposta da companhia aérea, mantendo assim a paralisação que estava prevista entre os dias 25 e 31 de janeiro.

De acordo com as contas feitas pela administração da TAP terá um custo total direto estimado de “48 milhões de euros (29,3 milhões em receitas perdidas e 18,7 milhões em indemnizações aos passageiros)” Além disso, a equipa executiva da companhia aérea nacional prevê também “perdas de 20 milhões adicionais devido ao impacto potencial nas vendas para outros dias e à sub-otimização de outros voos, com passageiros reacomodados”.

Além disso, a TAP estima que, com esta nova paralisação, serão cancelados 1.316 voos e afetados 156 mil passageiros.

Em comunicado, a TAP refere que “a decisão de avançar com uma greve de 25 a 31 de janeiro deita por terra todo o trabalho de aproximação entre as partes, deixando milhares de clientes da TAP com os seus planos defraudados e afetando seriamente os resultados da Companhia. Num ano especialmente relevante para a concretização do Plano de Restruturação e que conta com desafios acrescidos, como a escalada da inflação, do preço dos combustíveis e a incerteza da procura, a decisão tomada pela Assembleia Geral do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) é infelizmente um obstáculo no caminho que temos traçado”.

A TAP reafirma ainda “manter o foco na concretização do Plano de Reestruturação, pressuposto fundamental da obtenção de resultados e da salvaguarda do futuro da empresa”.

Lamentando “profundamente” a decisão tomada hoje em Assembleia Geral do SNPVAC, com o pré-aviso de sete dias de greve, entre 25 e 31 de janeiro, a TAP refere que, “dos 14 pontos reivindicados pelo SNPVAC foram aceites 12, o que representa 85% das propostas em causa”.

Assim, a administração da TAP frisa que “a estabilidade é fundamental para a empresa (…) e tem de ser construída com resultados e equilíbrio nas situações que impliquem alterações do caminho percorrido para reconhecer o esforço dos trabalhadores e acomodar as necessidades de manter a competitividade da empresa”.

A TAP considera ainda que “adicionar um Chefe de Cabina nos aviões de longa distância (Airbus A330); não aceite, uma vez que a retirada deste Tripulante foi devidamente aprovada pelo Sindicato e seus Associados, sendo incorporado no Acordo de Emergência, não tendo ao dia de hoje qualquer falha ou dúvida de interpretação adjacente. A cedência desta medida significaria vários milhões de euros, acrescidos ao esforço que já representam todos os pontos aceites, além de colocarem a TAP em desvantagem competitiva com os seus pares europeus que têm hoje menos um elemento também”.

Segundo a Lusa, que cita fonte oficial, os tripulantes, reunidos em assembleia-geral rejeitaram, pela segunda vez, uma proposta da TAP, que ia ao encontro de 12 das 14 reivindicações do SNPVAC, na tentativa de evitar uma nova greve de sete dias, depois de uma paralisação de dois dias, em dezembro, ter tido um impacto de cerca de oito milhões de euros na companhia aérea.

À entrada para a reunião, o presidente do sindicato, Ricardo Penarróias, tinha dito que era “muito provável” que os tripulantes decidissem manter o pré-aviso de greve, isto mesmo após o ministro das Infraestruturas, João Galamba, ter dito que estava “convicto” de que a paralisação não ia acontecer.

Antes, o dirigente sindical tinha tido uma reunião com o ministro das Infraestruturas, que, em nota enviada pelo gabinete às redações, manifestou-se “convicto” de que a assembleia-geral do SNPVAC daria “um passo decisivo para a melhoria da situação dos trabalhadores e da companhia aérea, permitindo evitar uma greve de sete dias que causaria um grave dano à empresa”.

“Iremos discutir o documento, ouvir as opiniões de todos os associados e, no final, são os associados que irão tomar a decisão”, sublinhou Ricardo Penarróias, citado pela Lusa.

Sobre a reunião com o Governo, o presidente do SNPVAC apontou que foi “construtiva, informal, sensibilizando para a importância do momento, a importância que uma greve poderá ter para a saúde financeira da empresa. Nós somos sempre sensíveis a isso”, disse.

Questionado sobre as diferenças entre a proposta agora discutida e a anterior, Penarróias disse que se trata de “questões muito técnicas”, como, por exemplo, o regresso de mais um tripulante aos voos transatlânticos, com mais de seis horas, que estavam a ser realizados com quatro elementos.

Para o sindicato, a ausência de mais um tripulante naqueles voos é “questionável” em termos de segurança e “miserável” em termos de condições de trabalho.

Para concluir, a TAP considera que “a concorrência nesta indústria global é muito forte e a Companhia disputa o mercado com outras companhias em todas as rotas que opera. Qualquer fator que comprometa esta confiança dos clientes na TAP põe em causa o caminho de recuperação que temos vindo a percorrer e todo o esforço e sacrifício conjunto que os trabalhadores têm feito”.

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CML reafirma interesse em cobrar taxa turística a passageiros de cruzeiros ainda no 1º semestre

Tanto o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, como o vice-presidente da autarquia, Filipe Anacoreta Correia, têm manifestado interesse em que passe a ser cobrada uma taxa turística a passageiros que cheguem à capital em navios de cruzeiros.

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A cobrança da taxa turística aos passageiros que desembarquem em navios de cruzeiros em Lisboa, é um contributo para “ter uma cidade melhor, com mais inovação e mais obras”, defende a autarquia, que avança que “tem sido uma negociação difícil”, apesar de estar prevista em regulamento, perspetivando que a situação se resolva “em breve”.

“Parece-nos inaceitável e incompreensível que os passageiros dos navios de cruzeiro não paguem a taxa turística, como está prevista, e, portanto, é uma matéria em relação à qual nós não abdicaremos e também esperamos que em breve, no decurso do primeiro semestre deste ano, seja concretizada”, afirmou o vice-presidente da Câmara de Lisboa, Filipe Anacoreta Correia, citado pela Agência Lusa.

Esta intenção que foi proferida na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa, segue-se às recentes declarações do presidente da autarquia, Carlos Moedas, de que os turistas de cruzeiros também devem pagar dois euros quando desembarcam na cidade.

Na apresentação da Doca da Marinha, em Lisboa, que foi alvo de um plano de dinamização, Carlos Moedas lembrou a importância da taxa turística para a cidade, e dependeu que a cobrança de dois euros aos passageiros de cruzeiros à chegada a Lisboa é um contributo para “ter uma cidade melhor, com mais inovação e mais obras”.

“A taxa turística é isto: vamos ao Museu do Tesouro Real ou mesmo aqui e os turistas, com o pagamento da taxa, deixaram o contributo para o desenvolvimento da cidade, para a melhoria das condições e da oferta, nomeadamente, a nível cultural”, afirmou  autarca de Lisboa, sublinhando que os turistas que chegam a Lisboa nos cruzeiros também devem pagar taxa. “Para quem chega ao Terminal de Cruzeiros, dois euros não é nada”.

Como presidente em exercício devido à ausência de Carlos Moedas, Filipe Anacoreta Correia respondeu que a Câmara Municipal de Lisboa tem tido “um grande empenho” para que também na atividade dos navios cruzeiros possa ser cobrada a taxa turística, “que está prevista no regulamento, mas que não tem sido cobrada”.

“Tem sido uma negociação difícil, mas posso dizer que a câmara está determinada em relação a essa matéria”, assegurou o autarca, referindo que a justificação dada pelos operadores de cruzeiros para a não cobrança da taxa turística é que a mesma “tem que ser antecipada ao tempo da comercialização dos próprios cruzeiros”.

Na cidade de Lisboa, a taxa turística começou a ser aplicada em janeiro de 2016 sobre as dormidas de turistas nacionais (incluindo lisboetas) e estrangeiros nas unidades hoteleiras ou de alojamento local. Inicialmente era de um euro por noite, mas a partir de janeiro de 2019 aumentou para dois euros.

 

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Air Canada muda-se para o Terminal A do aeroporto de Newark

A companhia aérea canadiana passou a operar no Terminal A do Newark Liberty International Airport (EWR), nos EUA, a partir de 12 de janeiro.

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A Air Canada passou a operar, a partir de 12 de janeiro, no Terminal A do Newark Liberty International Airport (EWR), nos EUA, informou a companhia aérea canadiana em comunicado.

Devido à mudança, a Air Canada está a pedir aos seus passageiros com voos de conexão em Newark que verifiquem o terminal e a porta de embarque a que se devem dirigir.

No novo terminal, os passageiros da Air Canada que viajem em Classe Business ou que tenham acesso aos lounges da Star Alliance, vão poder aceder ao United Club Lounge, que vai ser inaugurado no final da primavera.

Mais informações aqui.

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Azores Airlines passa a ter seis famílias tarifárias distintas

O Grupo SATA ampliou a estrutura tarifárias da Azores Airlines, que passa a contar com seis famílias tarifárias, distribuídas por duas classes.

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O Grupo SATA decidiu ampliar a estrutura tarifárias da Azores Airlines, que passa a contar com seis famílias tarifárias distintas que se distribuem por duas classes de serviço, concretamente Classe Económica e Classe Conforto (também conhecida como Classe Executiva).

Segundo uma nota informativa do grupo de aviação açoriano, a nova estrutura tarifária da Azores Airlines pretende “oferecer mais possibilidade de escolha aos passageiros e conferir melhor visibilidade sobre o portefólio de produtos e serviços que a companhia aérea oferece”.

“As tendências de consumo dos viajantes indicam que, cada vez mais, as necessidades, expetativas e prioridades dos passageiros diferem de acordo com o propósito e o momento em que realizam a viagem”, explica o Grupo SATA na informação divulgada, sublinhando que há diferenças nas necessidades dos passageiros que viajam em trabalho, lazer, em família, em viagens curtas ou mais longas.

Com esta alteração, a Azores Airlines passa a contar com quatro tarifas dentro da Classe Económica, concretamente Economy Simple, Economy Basic, Economy Flex e Economy TOP, assim como com outras duas na Classe Executiva.

Na Classe Económica, a tarifa Economy Simple é adequada para quem viaja apenas com bagagem de mão, enquanto a Economy Basic inclui bagagem de porão ou equipamentos desportivos, sendo ainda possível optar pela Economy Flex, que permite a alteração de datas e a escolha do lugar, bem como pela Economy Top, que, além de permitir alterações, possibilita reembolso, prioridade no check-in e na bagagem, e uma bagagem extra de porão.

Já na Classe Conforto (também conhecida como Executiva), a Azores Airlines disponibiliza a tarifa Comfort Light, que dá acesso ao conforto da cabine de classe executiva com algumas restrições na flexibilidade e com um valor mais económico, enquanto a Confort Plus é adequada para quem deseja usufruir de uma experiência de viagem completa, com mais bagagem de cabine e de porão, entre outros benefícios.

“Cada família tarifária contém atributos e serviços diferentes, que estarão disponíveis até ao último lugar da família existente na respetiva cabine. As classes tarifárias são geridas de forma dinâmica e de acordo com a procura. Esta nova circunstância permite maior dinâmica na oferta e a possibilidade de surgirem boas ocasiões para os passageiros”, explica o Grupo SATA, aconselhando os seus passageiros a estarem atentos “às promoções relâmpago, pois permitirão beneficiar de boas oportunidades”.

Inalterados mantêm-se os benefícios associados às tarifas económicas de Residente e Estudante, assim como as condições para os passageiros que já tenham “passagens aéreas adquiridas no anterior modelo”, uma vez que estas viagens mantêm as “condições adquiridas”.

A nova estrutura tarifária da Azores Airlines já se encontra disponível em todos os canais de venda da companhia aérea, bem como através das agências de viagens.

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CEO da TAP explica saída de Alexandra Reis com “divergências na implementação do plano de reestruturação”

A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, foi esta quarta-feira, 18 de janeiro, ouvida na Comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação, na sequência da saída de Alexandra Reis da administração da companhia aérea.

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A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, explicou esta quarta-feira, 18 de janeiro, em audição parlamentar, que a saída de Alexandra Reis da administração da companhia aérea de bandeira nacional se deveu a “divergências na implementação do plano de reestruturação”.

De acordo com a responsável, estas divergências foram mesmo o único motivo que levou à saída de Alexandra Reis da companhia aérea, com Christine Ourmières-Widener a defender que, num equipa executiva, “é crucial haver um alinhamento relativamente à implementação do plano”.

“Essa foi a única razão para a saída de Alexandra Reis da companhia aérea”, acrescentou a CEO da TAP, em resposta ao deputado André Ventura, do Chega, segundo avança a Lusa.

Christine Ourmières-Widener revelou também que todo o processo de saída de Alexandra Reis da TAP foi acompanhado pelo acionista Estado, que é atualmente o único acionista da TAP, e disse ter provas de cada passo dado.

“Nada fiz sem o conhecimento do acionista. Tenho registos escritos sobre o processo e a aprovação definitiva”, afirmou a responsável, acrescentando que a “saída de um membro do conselho de administração deve ser seguida pelos acionistas”.

De acordo com a CEO da TAP, o processo foi acompanhado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Santos Mendes, que terá dado “a sua aprovação” à saída de Alexandra Reis nos termos que são conhecidos.

“Presumi que o acordo feito pelo secretário de Estado das Infraestruturas era do conhecimento das Finanças”, explicou a CEO da TAP, admitindo que julgou que o processo seria já do conhecimento do Ministério das Finanças, com o qual nunca falou sobre este processo.

Christine Ourmières-Widener disse ainda que seguiu “sempre o conselho do consultor externo”, que foi o escritório de advogados SRS, e explicou que a informação que foi transmitida à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) estava acordada com Alexandra Reis e o consultor externo.

Recorde-se que a CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, esteve esta quarta-feira, 18 de janeiro, a ser ouvida na Comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação, na Assembleia da República, na sequência de um requerimento potestativo apresentado pelo Chega, devido à indemnização de 500 mil euros que a TAP pagou para a saída da sua ex-administradora.

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