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Transportes

Air France e KLM aumentam oferta de verão em Portugal em 15%

A Air France e a KLM vão aumentar em cerca de 15% a sua oferta para o verão em Portugal face ao período pré-pandemia, depois de, no último trimestre de 2021, já ter superado os passageiros transportados em igual período de 2019.

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A Air France e a KLM vão aumentar em cerca de 15% a sua oferta para o verão em Portugal face ao período pré-pandemia, depois de, no último trimestre de 2021, já ter superado os passageiros transportados em igual período de 2019.

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A Air France e a KLM vão aumentar em cerca de 15% a sua oferta para o verão em Portugal face ao período pré-pandemia, numa decisão que, explicam as companhias aéreas, se deve ao bom desempenho do mercado português no ano passado, que cresceu 21% em passageiros no quarto trimestre de 2021, superando os valores de igual período de 2019.

Numa nota enviada à imprensa, o Grupo Air France/KLM explica que “Portugal foi um dos mercados com melhor desempenho na Europa ao longo da pandemia” e continua a ser um mercado chave para o grupo de aviação franco-holandês, no sul da Europa.

“Portugal continua a ser um mercado-chave para o Grupo Air France-KLM no Sul da Europa e um dos obteve um melhor desempenho no continente ao longo deste período bastante desafiante. Apesar das circunstâncias, a Air France e a KLM nunca deixaram de voar de Portugal, mesmo nos momentos mais difíceis da crise. Agora, passado este tempo em que o Grupo manteve a sua flexibilidade e agilidade para oferecer a melhor oferta aos seus clientes, a Air France e a KLM dão mais um passo em Portugal”, refere Laurent Perrier, diretor-geral do Grupo Air France-KLM para Portugal e Espanha, citado num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com o responsável, o “grupo vai aumentar a atividade para os seus hubs em Paris-CDG e Amesterdão-Schiphol, onde os viajantes portugueses têm acesso à rede da Air France e da KLM em todo o mundo, e oferecer mais oportunidades aos turistas de todo o mundo para visitarem Portugal”.

No próximo verão, a Air France/KLM vai contar com voos entre o hub da Air France em Paris-CDG e os aeroportos portugueses de Lisboa, Porto e Faro, enquanto a KLM vai ter voos de Lisboa e Porto para o seu hub de Amesterdão-Schiphol, numa oferta que, refere ainda o grupo de aviação, “é complementada pelos voos code-share com a sua parceira Joint Venture, Delta Air Lines, que está a retomar os seus voos diretos de Lisboa para Nova Iorque-JFK e Boston”.

A Air France conta também continuar a usar, nos voos para Lisboa, o avião A220, um novo e moderno aparelho de corredor único, destinado a operações de médio curso e que, segundo a companhia aérea francesa, é o mais “eficiente da sua categoria, p que vai contribuir para alcançar os potentes objetivos de sustentabilidade do Grupo de 0% de emissões líquidas de CO2 até 2050.”

 

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APG aposta na ferrovia com plataforma ‘Railclick’

Com os serviços ferroviários a estabelecerem-se como uma alternativa ao transporte aéreo, a APG Portugal disponibiliza, através da plataforma “Railclick”, uma vasta oferta de soluções na Europa.

A APG Portugal passa a disponibilizar a plataforma “Railclick numa associação com a espanhola GRT, através da qual oferecerá os serviços de diversas companhias ferroviárias europeias numa aposta de diversificação de transportes disponíveis para o mercado B2B e B2C.

Na apresentação, realizada esta terça-feira, 15 de novembro, LLuis Martinez, presidente da GRT, criadora da plataforma “Railclick”, teve oportunidade de mostrar a mais-valia desta oferta, salientando a “poupança de tempo e dinheiro que poderá significar para quem utiliza os diversos serviços ferroviários à disposição”.

Com a atual plataforma ficam disponíveis os serviços de diversas companhias europeias – Trenitalia, Renfe, DB, SNCF, OBB, Eurostars, entre outras – numa clara aposta na mobilidade.

Com foco na oferta disponibilizada pela Trenitalia, LLuis Martinez começou por destacar a “grande liberdade de movimentação” que a ferrovia proporciona ao viajante, referindo os vários acordos existentes entre as várias companhias do centro da Europa e que “rapidamente colocam o viajante em qualquer parte da Europa central”.

“Os comboios, hoje, são uma clara vantagem comparativamente ao transporte aéreo, já que nos colocam no centro das cidades, sem a necessidade de diversos custos em dinheiro e tempo que o avião representa”.

Na realidade, a proposta agora disponibilizada pela plataforma “Railclick”, o viajante tem a possibilidade de viajar por todo o centro da Europa de forma cómoda e rápida. Fazendo referência aos serviços disponibilizados, por exemplo, pela Trenitalia, LLuis Martinez destacou os mais de 7.000 comboios/dia oferecidos aos viajantes, apresentando estes serviços aos diversos agentes de viagem que marcaram presença na apresentação da APG Portugal.

Através do hub de Milão, por exemplo, “é possível chegar em duas ou três horas às capitais europeias mais importantes”, existindo ainda a possibilidade de serviços intermodais com autocarros exclusivos e barcos.

Mas não é somente em Itália que estes serviços passam a estar disponíveis. Em Espanha, através da Renfe, também é possível chegar a vários pontos na Europa de forma “menos onerosa e rápida”, referiu LLuis Martinez, salientando, contudo, que “a partir de Portugal essa ligação ainda não será possível”, já que o nosso país ainda não se encontro devidamente interligado à restante rede ferroviária europeia.

Apesar de ainda não estar disponível uma compra única para os agentes e, consequentemente, clientes/viajantes, são, no entanto, diversas as possibilidades “fáceis” que a plataforma “Railclick” disponibiliza, com o acesso oferecido às agências a estar à mão de uma simples solicitação de password para validar a venda que resultar sempre num bilhete eletrónico.

Com a mercado-alvo a dividir-se entre o lazer e o negócio, LLuis Martinez referiu que o comboio é, atualmente, um meio de transporte muito valorizado pelos clientes provenientes de mercados como a Ásia ou América Latina.

“Na realidade, hoje, a não obrigatoriedade da burocracia relacionada com um check-in, as restrições inexistentes referentes à bagagem e, fundamentalmente, o tempo que se pouco, são uma mais-valia para quem utiliza o comboio”.

Mas também as questões relacionadas com a sustentabilidade são apreciadas, embora o presidente da GRT admite que, “neste momento, sabemos que ainda é uma vantagem, já que as companhias aéreas estão a caminhar cada vez mais para soluções com uma menor pegada carbónica”. Contudo, concluiu Martinez, “atualmente, a poupança de tempo, o conforto e o facto de no transporte ferroviário conseguirmos ‘desembarcar’ nos centros das cidades é muito bem recebido por quem viaja”.

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TAP terá de reembolsar passageiros em mais de 122M€ por viagens canceladas nos EUA

A TAP e outras quatro companhias aéreas estrangeiras terão de reembolsar mais de 580 milhões de euros a passageiros cujas viagens foram canceladas ou significativamente atrasadas desde o início da pandemia.

A TAP Air Portugal vai ter de reembolsar mais de 122 milhões de euros a passageiros e pagar uma multa de um milhão de euros por viagens canceladas nos Estados Unidos, anunciaram as autoridades federais norte-americanas.

Segundo a informação divulgada, a TAP Air Portugal e outras quatro companhias aéreas estrangeiras terão de reembolsar mais de 580 milhões de euros a passageiros cujas viagens foram canceladas ou significativamente atrasadas desde o início da pandemia.

O Departamento de Transportes dos EUA também multou as companhias aéreas em mais de 6,7 milhões de euros por atrasarem os reembolsos demasiado tempo, violando as regras de proteção ao consumidor.

As maiores companhias aéreas dos EUA, que respondem pela maior parte das reclamações relativas a reembolsos, evitaram multas e uma fonte das autoridades federais disse que nenhuma outra operadora norte-americana está a ser investigada por possíveis multas.

Os consumidores inundaram a agência com milhares de reclamações por não conseguirem reembolsos quando as companhias aéreas cancelaram um grande número de voos após a pandemia chegar aos Estados Unidos, no início de 2020. Esta foi, de longe, a principal categoria das reclamações.

“Quando os americanos compram uma passagem numa companhia aérea, esperam chegar ao nosso destino com segurança, confiabilidade e economia, e nosso trabalho é responsabilizar as companhias aéreas por essas expectativas”, disse o secretário dos Transportes, Pete Buttigieg.

Segundo este departamento, a Frontier Airlines é responsável por 215 milhões de euros de reembolsos e tem de pagar uma multa de 2,1 milhões.

A Air India pagará 117,7 milhões de euros em reembolsos e uma multa de 1,3 milhões, a Aeromexico 13,1 milhões de euros e uma multa de 872 mil euros, a El Al de Israel pagará 59,9 milhões e 872 mil de multa e a colombiana Avianca 74,4 milhões de reembolsos e mais de 726 mil euros de multa, informou o Departamento de Transportes.

“Temos mais ações de fiscalização e investigações em andamento e pode haver mais notícias sobre as multas”, disse Pete Buttigieg aos jornalistas.

No entanto, não haverá multas para outras companhias aéreas dos EUA porque elas responderam “logo após” o departamento de Transportes as ter alertado, em abril de 2020, para a obrigação de serem rápidas nos reembolsos, referiu Blane Workie, da proteção de consumidores de aviação do Departamento de Transportes.

Em 2020, a United Airlines teve o maior número de reclamações relativas a reembolsos – mais de 10.000. A Air Canada, a El Al e a TAP Air Portugal foram as seguintes na lista, todas com mais de 5.000, seguidas pela American Airlines e pela Frontier, ambas com mais de 4.000 reclamações.

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Heathrow prepara plano de contingência para o pico do Natal

Depois de ter imposto limitações ao número de passageiros, entretanto levantadas, o aeroporto de Heathrow recrutou e formou mais de 16.000 novos colaboradores nos últimos 12 meses. Tudo para evitar disrupções no período do Natal.

Victor Jorge

O aeroporto de Heathrow, em Londres (Reino Unido), está a preparar-se para o pico do período de festivo com diversos planos de contingência, de modo a evitar disrupções depois de retirar as limitações diárias de passageiros no final de outubro.

O principal aeroporto britânico já recrutou e formou mais de 16.000 novos colaboradores nos últimos 12 meses, admitindo que “a capacidade e procura está equilibrada”.

Com as taxas atuais de recrutamento, o aeroporto afirma que está a caminho de regressar aos níveis de emprego pré-pandemia antes da alta temporada de verão de 2023.

Recorde-se que o aeroporto de Heathrow impôs um limite diário de 100.000 passageiros, a partir de meados de julho devido à falta de funcionários. Este limite foi levantado a 30 de outubro, com o aeroporto agora a prometer aos viajantes que não será reintroduzido nenhuma limitação durante os dias de pico de viagens durante as férias de Natal.

“Estamos a trabalhar com as companhias aéreas e agentes em terra para nos preparar para o pico do Natal e temos um bom plano, que não exigirá nenhum limite de capacidade”, referem os responsáveis do aeroporto em comunicado.

Os mesmos responsáveis afirmam-se “conscientes” de uma possível ação de greve dos trabalhadores de fronteiras depois de membros do Sindicato de Serviços Públicos e Comerciais terem votado por uma greve por melhores salários e condições, com datas previstas para serem anunciadas em meados de novembro.

“Estamos a apoiar as organizações em planos de contingência para minimizar qualquer impacto e incentivamos todas as partes a colocar os interesses dos passageiros em primeiro lugar”, refere o comunicado.

Heathrow atendeu 50 milhões de passageiros durante os primeiros dez meses de 2022, o que representa 74% dos níveis pré-pandemia de 2019, após um mercado de lazer “flutuante” e o “retorno gradual” dos viajantes de negócios. O aeroporto diz ainda que a forte recuperação no Médio Oriente e Ásia Central registada em outubro deve continuar em novembro.

Outros planos para ajudar na recuperação incluem mudanças propostas nas taxas do aeroporto para 2023 e um investimento de quatro mil milhões de libras (mais de 4,5 mil milhões de euros) em instalação de novas faixas de segurança que permitirão que os passageiros deixem laptops e líquidos nas suas malas e um novo sistema de bagagem para o Terminal 2, sujeito a um acordo regulatório.

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Tecnologia

Ryanair e Amadeus em nova parceria de distribuição

As reservas na Ryanair através da plataforma Amadeus podem ser efetuadas a partir do final de 2022.

Victor Jorge

A Ryanair e a Amadeus estabeleceram uma nova parceria de distribuição que irá expandir o acesso da oferta da companhia aérea à base de clientes da empresa de tecnologia de viagens.

Operando 3.000 voos diários para 225 destinos em 36 países, a Ryanair transporta, atualmente, 115% do seu tráfego pré-pandémico, sendo que, com as empresas em toda a Europa a enfrentar crescentes pressões económicas e inflacionistas, as reservas com a Ryanair podem ser efetuadas através da Plataforma de Viagens Amadeus a partir do final de 2022.

Em comunicado é referido que “a parceria apoia a visão da Ryanair de aumentar a sua visibilidade e chegar aos clientes Amadeus, particularmente para viagens de negócios”. A integração com os fluxos e processos de reserva do Amadeus garantirá aos clientes uma elevada eficiência operacional na pesquisa, reserva e serviço de conteúdos da Ryanair, bem como a possibilidade de oferecer uma escolha mais ampla de opções de viagem a viajantes conscientes dos custos.

“A oferta alargada de viagens da Ryanair não só pode gerar poupanças substanciais para os clientes, como também os ajudará a gerir a sua pegada de carbono e a melhorar as suas credenciais ESG, com as mais baixas emissões de CO2 por passageiro/km de qualquer grande companhia aérea europeia, um feito sustentado pela sua estratégia de descarbonização Pathway to Net Zero by 2050”, refere-se no comunicado.

Esta é, de resto, uma missão partilhada pelo Amadeus, e a nova parceria contribuirá para expor estas ofertas ambientalmente eficientes a um público ainda mais vasto.

Dara Brady, diretor de Marketing, Comunicação & Digital da Ryanair, refere que esta parceria “expande ainda mais a oferta da Ryanair e permite aos clientes corporativos em particular um maior acesso à nossa rede de ligações, altas frequências, desempenho pontual, e tarifas baixas, à medida que regressam a colaborar presencialmente com os colegas”.

Já Jose Luis Aragon, VP Regional de Distribuição Aérea da Europa da Amadeus, frisa, em comunicado, que esta parceria ilustra “o valor da nossa plataforma para transportadoras de baixo custo, oferecendo à companhia aérea o acesso à mais ampla rede de vendedores de viagens em todo o mundo e a tecnologia para os ajudar a tirar o máximo partido do canal indireto”, concluindo que “é outro exemplo do empenho em fornecer o mais amplo e relevante conteúdo de viagem de qualquer fonte tecnológica aos nossos vendedores de viagens, com uma integração suave e sem problemas nas suas ferramentas e processos quotidianos”.

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Emirates regressa aos lucros, mas admite que “o horizonte não é isento de ventos contrários”

Face ao mesmo período de 2021-2022, a Emirates passou, no primeiro semestre do ano fiscal 2022-2023, de prejuízos de prejuízos de 1,6 mil milhões de euros para lucros de 1,1 mil milhões de euros.

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A Emirates registou, no primeiro semestre do ano fiscal 2022-2023, um incremento nas receitas de 131% face a igual período do ano passado, fazendo com que atingissem 13,7 mil milhões de dólares (cerca de 13,6 mil milhões de euros). Já os lucros passaram de um prejuízo de 1,6 mil milhões de dólares (cerca de 1.588 milhões de euros) no período homólogo do exercício transato para 1,1 mil milhões de dólares (1.092 milhões de euros).

Em comunicado, o grupo Emirates refere que “os resultados revelam a capacidade da companhia aérea para satisfazer a forte procura de passageiros em todas as regiões, com aumento da capacidade e produtos de alta qualidade”.

Os custos operacionais da Emirates aumentaram 73% face a um crescimento global da capacidade de 40%, principalmente devido ao aumento substancial dos preços dos combustíveis que mais do que triplicou em comparação com o mesmo período do ano passado. Isto deveu-se principalmente a um aumento de combustível de 65%, em linha com o aumento das operações de voo, e à duplicação dos preços médios do petróleo durante este período. O combustível, que foi a maior componente do custo operacional da companhia aérea nos ciclos de informação pré-pandémicos, representou 38% dos custos operacionais, um dos rácios mais elevados de sempre, em comparação com os 20% nos primeiros seis meses do ano passado.

Impulsionado pela forte procura e pelo aumento das operações durante os seis meses, o EBITDA da Emirates cresceu quase três vezes para 4 mil milhões de dólares em comparação com os 1,4 mil milhões de dólares para o mesmo período do ano passado.

A Emirates transportou 20 milhões de passageiros entre 1 de abril e 30 de setembro de 2022, um aumento de 228% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em junho, a Emirates iniciou as operações para Tel Aviv, um novo destino. Expandindo as opções de conectividade para os passageiros, a Emirates anunciou acordos de codeshare e interline com 12 companhias aéreas nos primeiros seis meses de 2022-23: Airlink, AEGEAN, ITA Airways, Air Baltic, Air Canada, Bamboo Airways, Batik Air, Finnair, Royal Air Maroc, Sky Express, Sun Country Airlines, e United Airlines.

Com a chegada de novos aviões de passageiros apenas prevista para 2024, a Emirates iniciou este mês o seu programa multibilionário para equipar 120 aviões com os seus mais recentes interiores de cabine e produtos.

A Emirates continuou a introduzir novos produtos e inovações para cumprir a sua promessa de “Fly Better”, incluindo menus melhorados em todas as classes de cabine, e o lançamento de um novo programa de hospitalidade para elevar o serviço de formação e de execução.

Em agosto, a Emirates lançou a sua experiência Premium Economy para dar uma resposta extremamente positiva e “reservada” aos passageiros nos seus voos para Londres, Paris e Sydney. A Emirates tenciona introduzir o seu produto Premium Economy em mais cinco rotas antes do final de 2022-23, à medida que mais aviões estejam equipados com estes assentos.

Para Ahmed bin Saeed Al Maktoum, presidente e CEO da Emirates Airline Group, “desempenho histórico do Grupo nos primeiros seis meses de 2022-23 é o resultado de um planeamento antecipado, de uma resposta comercial ágil e dos esforços da nossa talentosa equipa”.

O Sheik Ahmed refere ainda, em comunicado, que “a recuperação das nossas operações acelerou-se, à medida que mais países facilitavam e levantavam as restrições de viagem”, salientando que “estávamos prontos e entre os primeiros a servir a forte procura dos clientes graças aos nossos sólidos planos de negócios, ao apoio dos nossos parceiros industriais, e aos nossos investimentos contínuos em pessoas, tecnologia, produtos e serviços”.

“Nos próximos meses, continuaremos concentrados em reconduzir as nossas operações a níveis pré-pandémicos e em recrutar as competências certas para as nossas necessidades atuais e futuras”, frisa ainda o responsável máximo do grupo Emirates.

Assim, conclui, “esperamos que a procura dos clientes em todas as nossas divisões comerciais se mantenha forte no 2.º semestre de 2022-23. Contudo, o horizonte não é isento de ventos contrários, e mantemo-nos atentos aos custos inflacionários e a outros macro desafios, tais como o fortalecimento do dólar americano e as políticas fiscais dos principais mercados”.

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Pablo Pastega , diretor – geral da FlixBus ( companhia de autocarros ) para os mercados de Portugal e Espanha fotografado na zona da Estacao do Oriente .

Lisboa , 28 de Junho de 2021 .

©Enric Vives-Rubio

Transportes

FlixBus cresce 152% em Portugal e Espanha e transporta mais de 1,7 milhões de passageiros

O responsável pela operação da operadora global de mobilidade, Pablo Pastega, considera que Portugal é “desde sempre um mercado prioritário para a Flix”.

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A Flix registou um crescimento global de 130%, entre abril e setembro deste ano, tendo atingido os 34 milhões de passageiros transportados na FlixBus, FlixTrain, Greyhound e Kamil Koc, nos 39 mercados onde opera na Europa, América do Norte, Brasil e Turquia. Em Portugal e Espanha, e neste mesmo período, a FlixBus transportou mais de 1.700.000 passageiros, registando um crescimento de 152% face ao mesmo período de 2021.

Este resultado recorde da operadora global de mobilidade que disponibiliza viagens de comboio e autocarro sustentáveis e acessíveis foi impulsionado pelo aumento da procura de viagens que se sentiu no período pós-pandemia, e também pela crescente importância das soluções de mobilidade partilhada sustentável.

O crescimento global de cerca de 130% é ainda resultado da recuperação do negócio, fortemente afetado pela pandemia, com a procura a ultrapassar os níveis pré-pandémicos de 2019, e pela expansão global da marca durante o período do Covid-19 para novos mercados, nomeadamente Brasil, EUA, Canadá, Países Bálticos e também Portugal.

De acordo com Pablo Pastega, diretor-geral da FlixBus em Portugal e Espanha, “os nossos resultados na Península Ibérica, onde a FlixBus tem vindo a operar linhas internacionais desde 2016 e linhas domésticas em Portugal desde 2020, mostram que, apesar da crise do COVID-19, há cada vez mais passageiros a confiar na FlixBus para viajar em segurança, e de uma forma mais económica e mais sustentável”.

Relativamente ao nosso país, o responsável refere que “Portugal é desde sempre um mercado prioritário para a Flix, e temos vindo a investir no país e a expandir a nossa rede e ligações, oferecendo esta solução de mobilidade partilhada sustentável a cada vez mais pessoas, chegando a cada vez mais destinos”.

E conclui que “o transporte de passageiros de longo curso deve fazer parte da solução de mobilidade de Portugal, primeiro porque é complementar ao comboio, e segundo, porque, conforme comprovam os vários estudos realizados por reputadas instituições internacionais, os chamados expressos continuam a ser um dos meios de transporte mais sustentável e económico, sendo igualmente seguro. Portugal tem uma das melhores redes viárias da Europa, tem o investimento feito, e isso deve ser tido em conta na hora de pensar o futuro da mobilidade sustentável em Portugal”.

Já André Schwämmlein, CEO da Flix, afirma que “continuamos a trabalhar na nossa estratégia para impulsionar o futuro da mobilidade de uma forma rentável e sustentável. Investir na nossa expansão para o Brasil, EUA, Canadá, Países Bálticos e Portugal durante a pandemia provou ser um passo ousado e bem-sucedido na nossa visão de oferecer mobilidade acessível e sustentável a todos e em todo o mundo”.

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MSC Cruzeiros apresentou novidades em roadshow

O roadshow da MSC Cruzeiros “serviu como ponto de partida para a nova temporada” e incluiu a apresentação de “várias novidades”, como os itinerários no Médio Oriente para este inverno, em parceria com a Emirates, os novos navios e a programação para o verão de 2023.

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A MSC Cruzeiros apresentou, entre 25 de outubro e 8 de novembro, as novidades para o próximo ano em mais uma edição do roadshow da companhia de cruzeiros, que decorreu presencialmente em Lisboa e Porto, e contou ainda com a realização de quatro webinares.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia de cruzeiros explica que o evento, que passou pelo Porto a 25 de outubro e por Lisboa na passada terça-feira, 8 de novembro, “serviu como ponto de partida para a nova temporada” e incluiu a apresentação de “várias novidades”.

Em destaque no roadshow da MSC Cruzeiros esteve o pacote para este inverno que junta um cruzeiro desde o Dubai no MSC World Europa ou no MSC Opera e no qual a companhia de cruzeiros conta com a parceria da Emirates, que realiza os voos entre Lisboa e o Dubai. Além do cruzeiro e do voo, o pacote da MSC Cruzeiros contempla também transferes.

Durante o roadshow, a MSC Cruzeiros deu também a conhecer os itinerários para o verão de 2023, que já estão disponíveis para reserva e que vão ser assegurados por 21 navios da companhia de cruzeiros, que vão visitar mais de 140 destinos ao longo de todo a época estival, disponibilizando itinerários que vão desde minicruzeiros a viagens com 21 noites.

Mas o principal destaque foi mesmo para os cruzeiros que a companhia vai realizar, em 2023, com partida e chegada a portos nacionais, e que incluem um total de 13 cruzeiros de 10 noites com partidas e chegadas a Lisboa, em junho, julho, agosto, setembro e outubro no MSC Orchestra e duas partidas do Funchal, no MSC Divina, para itinerários de 11 noites.

A MSC Cruzeiros apresentou ainda o MSC World Europa, o primeiro navio da companhia de cruzeiros que é movido a GNL e que vai ser entregue ainda este mês, e que, no próximo verão, vai estar a navegar no Mediterrâneo Ocidental, em itinerários de sete noites.

Tal como o MSC World Europa, também o MSC Seascape foi apresentado durante o roadshow, navio que também será entregue à companhia de cruzeiros ainda este ano e que vai realizar viagens alternadas de sete noites nas Caraíbas partindo de Miami, Flórida (EUA), num itinerário que inclui escala na Ocean Cay MSC Marine Reserve, a ilha particular da MSC Cruzeiros nas Bahamas.

Durante o roadshow, a companhia de cruzeiros apresentou também o seu Novo Modelo de Categorias, em que explicou aos agentes de viagens como vender os itinerários da MSC Cruzeiros.

 

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Condições de venda da TAP “devem começar a preocupar os portugueses”

A presidente do Conselho de Finanças Públicas (CFP), Nazaré Costa Cabral, está preocupada com as condições em que será feita a venda da TAP e com os impactos que a transação possa vir a ter para os contribuintes nacionais.

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A presidente do Conselho das Finanças Públicas (CFP), Nazaré Costa Cabral, considera que os portugueses devem preocupar-se com as condições em que será feita a venda da TAP e com os impactos que a transação possa vir a ter para os contribuintes nacionais.

“Penso que são questões que devem começar a preocupar os portugueses, porque a empresa tem um passivo muito grande, é uma empresa que tem dívida financeira e, aliás, alguma dela vai se vencer no próximo ano, portanto é importante ver em que condições essa venda se vai materializar e os impactos que isso possa vir a ter para os contribuintes e para os portugueses”, disse Nazaré Costa Cabral.

De acordo com a responsável, que foi ouvida esta quinta-feira, 10 de novembro, na Comissão de Orçamento e Finanças, no âmbito da discussão na especialidade da proposta de Orçamento do Estado para 2023 (OE2023), mostrou-se preocupada com a intenção de venda da companhia aérea, até porque ainda não são conhecidos quaisquer detalhes sobre o negócio.

“Não sabemos detalhes do que é que se pretende fazer quer na conclusão do processo de reestruturação da TAP, nem em termos de privatização da empresa, mas é evidente que a situação da TAP nos preocupa”, afirmou a presidente do CFP.

Para Nazaré Costa Cabral, a questão está em saber “como é que a empresa vai ser vendida, por que preço, em que condições e a quem”.

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Rent-a-car adquiriu 2.619 veículos em outubro

O setor do rent-a-car adquiriu, em outubro, mais 24,2% de viaturas que em igual mês do ano passado, apesar da escassez de veículos disponíveis para aquisição, devido à crise dos semicondutores.

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O setor do rent-a-car adquiriu 2.619 veículos em outubro, entre viaturas ligeiras de passageiros, comerciais ligeiros, motos e pesados, número que representa um aumento de 24,2% face a igual mês do ano passado, quando tinham sido adquiridas 2.107 viaturas pelas empresas de rent-a-car, de acordo com a ARAC – Associação Nacional dos Locadores de Veículos.

No que diz respeito ao número de veículos ligeiros de passageiros, os mais solicitados a nível turístico, a ARAC, que representa 96% das empresas de rent-a-car que operam em Portugal, revela que as empresas suas associadas adquiriram um total de 2.264 unidades.

Apesar do aumento na aquisição de veículos face a período homólogo do ano passado, a ARAC diz que se tem “verificado no corrente ano uma quebra significativa do número de viaturas adquiridas pelas empresas de rent-a-car e rent-a-cargo face ao ano anterior e sobretudo face ao ano de 2019 (ano pré-crise pandémica)”.

A ARAC explica a descida de aquisições com o facto de as cadeias de produção dos construtores de veículos automóveis continuarem “longe dos níveis pré-pandemia, pois as fábricas continuam a ter falta de semicondutores para incorporação nos veículos, existindo atualmente milhares de automóveis produzidos parqueados à espera do fornecimento de semicondutores”.

Os Açores e a Madeira são, segundo a ARAC, as regiões do país onde existe maior escassez de viaturas disponíveis no rent-a-car, seguindo-se as principais “zonas de forte impacto turístico” nacionais, concretamente o Algarve, Porto e Lisboa.

A aquisição de viaturas abrangeu “os segmentos A, B e C”, que representaram, em outubro, a maioria das aquisições efetuadas pelas empresas de rent-a-car, setor que tem, atualmente, no turismo cerca de 60% do seu volume de negócios.

 

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Consultia Business Travel lança nova ferramenta que ajuda empresas a reduzir pegada ambiental

A Destinux Green está integrada na plataforma Destinux e permite que as empresas automatizem os processos de gestão e gastos, obtendo um certificado aprovado de compensação da pegada de carbono nas viagens de negócios.

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A Consultia Business Travel lançou uma nova ferramenta para ajudar as empresas a reduzir a pegada ambiental das suas viagens de negócios, a Destinux Green, que está integrada na plataforma Destinux, através da qual as empresas podem automatizar os processos de gestão e gastos, obtendo um certificado aprovado de compensação da pegada de carbono ao incluírem práticas sustentáveis nas viagens corporativas.

“Em resposta às preocupações de impacto ambiental das empresas, o sistema de Destinux Green calcula as emissões de CO2 produzidas pelas viagens corporativas e fornece às empresas um relatório das emissões geradas durante um ano. O novo serviço permite às empresas compensar a pegada de carbono, através da participação em projetos de responsabilidade ambiental e social ao oferecer um conjunto de iniciativas nacionais e internacionais adaptadas aos interesses e políticas empresariais de cada organização”, explica a Consultia Business Travel, em comunicado.

A ferramenta Destinux Green está conectada ao Climatetrade, um sistema aprovado com tecnologia Blockchain que aporta transparência durante todo o processo de compensação de emissões, gerando assim confiança ao mesmo tempo que assegura o impacto real das atividades de compensação de carbono.

De acordo com a Consultia Business Travel, no final da transação, “é emitido um certificado de compensação com informações sobre o projeto escolhido e uma chave de cadeia de bloqueio, bem como o certificado oficial de cancelamento dos créditos no seu registo correspondente”.

“As empresas que compensam todas as emissões de carbono que geram durante um ano recebem o selo “Destinux Green” emitido pela plataforma Destinux, especialista em gestão integrada e avaliação de viagens de empresas”, acrescenta a empresa de gestão integral das viagens de negócios.

Transparência, flexibilidade, segurança e eficiência são as vantagens que o Destinux Green oferece, uma vez que permite compensar a pegada ambiental das viagens de negócios “a pedido da empresa no momento que desejar” e através de um sistema aprovado, o Climatetrade, que permite à empresa obter rapidamente o relatório detalhado com os registos contabilísticos de cada certificação.

“O sistema Destinux, para além de tornar as viagens de negócio mais eficientes permite, agora, às empresas minimizar o impacto ambiental através da utilização de práticas sustentáveis ao incluir a realização de relatórios sobre a pegada de carbono de cada empresa durante todo o processo de gestão das viagens”, indica ainda a Consultia Business Travel.

Segundo Carlos Martínez, CEO da Consultia Business Travel, a sustentabilidade das viagens de negócio é “fundamental” para os clientes da empresa, que estão cada vez mais preocupados com o impacto ambiental das suas deslocações.

“As organizações estão cada vez mais preocupadas em cumprir os seus objetivos de sustentabilidade, com ações que neutralizem o seu impacto ambiental. Pelo que a tecnologia implementada pela Destinux torna mais fácil fazê-lo de uma forma segura e eficiente. Assim, o nosso sistema inovador permite-lhes gerir as viagens das empresas de uma forma abrangente, transparente e sustentável”, explica o responsável.

A Consultia Business Travel concentra a sua atividade em impulsionar e implementar a tecnologia no setor das viagens de negócios, com enfoque na digitalização e escalabilidade do modelo, desenvolvendo internamente toda a sua tecnologia, o que o torna ágil e adaptável às necessidades do setor e de empresas.

 

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