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Guerra na Ucrânia “não afetará tendência de crescimento de viagens na UE”, diz CEO da Airbus

De acordo com o CEO da Airbus, a guerra iniciada pela Rússia na Ucrânia não deverá influenciar a tendência de crescimento das viagens em espaço europeu. Para 2035, a Airbus prevê ter a sua primeira aeronave movida a hidrogénio.

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Guerra na Ucrânia “não afetará tendência de crescimento de viagens na UE”, diz CEO da Airbus

De acordo com o CEO da Airbus, a guerra iniciada pela Rússia na Ucrânia não deverá influenciar a tendência de crescimento das viagens em espaço europeu. Para 2035, a Airbus prevê ter a sua primeira aeronave movida a hidrogénio.

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De acordo com o CEO da Airbus, Guillaume Faury, a União Europeia (UE) testemunhará um aumento nas viagens neste verão, admitindo que o conflito a Leste do continente não afetará os mercados internos da Europa, disse o executivo ao SchengenVisaInfo.com.

“Eu diria que é muito provável que a maioria das viagens no mundo recupere, como esperamos até o final da pandemia”, disse Faury, ao mesmo tempo em que reconhece que as viagens na Europa Oriental “podem estar sob pressão nos próximos meses”.

Tal como Faury, a maioria dos representantes do setor da aviação acredita que a UE registará um aumento na atividade das viagens e que 2022 será um grande ano para a recuperação, especialmente em comparação com as estatísticas de 2020, quando o setor foi mais atingido pela pandemia da COVID-19.

Segundo a analista Sheila Kahyaoglu, “a maior parte do tráfego aéreo europeu é liderada pela Europa Ocidental, que permanece inalterada pela guerra, a menos que a Rússia ataque qualquer território da NATO”.

Além disso, a Airbus e sua concorrente, Boeing, abordaram o impacto que as sanções podem ter nos seus planos de aumentar a produção de aeronaves este ano, pois até agora as sanções impostas à Rússia não afetaram a capacidade de o país exportar alumínio, aço ou titânio, matérias essenciais para a produção de aviões.

“A segurança do fornecimento é garantida independentemente da fonte que pode ser contestado pela Rússia”, acrescentou Faury, frisando que a Airbus tem pouca exposição à pressão da cadeia de abastecimento que pode ocorrer na Europa Oriental.

A segurança da cadeia de abastecimento será, de resto, fundamental para a Airbus, pois está a aumentar a produção na Europa e nos Estados Unidos este ano devido à forte procura por A320 e A220 – ambos aviões usados para transporte de passageiros e que estão a ser construídos no Alabama, EUA.

O CEO da Airbus espera que as taxas de produção para ambos os tipos de aviões aumentem em pelo menos 20% nos próximos três anos. A empresa também está a investir no desenvolvimento de aeronaves movidas a hidrogénio para reduzir as emissões de gases e oferecer uma alternativa de viagem sustentável.

De resto, a Airbus anunciou, recentemente, planos para trabalhar com a CFM International, o projeto conjunto da GE e da Safran, em aviões movidos a hidrogénio, revelando Faury que a empresa pode entrar em serviço com sua primeira opção de hidrogénio até 2035.

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AHP diz que é “urgente” e “imprescindível” acordo entre Governo e PSD sobre novo aeroporto

Bernardo Trindade, presidente da AHP, antevê que, “se tudo correr dentro dos tempos normais, só teremos um novo aeroporto em 2033”.

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Em vésperas do encontro agendado entre o primeiro-ministro, António Costa, e o presidente do Partido Social Democrata (PSD), Luís Montenegro, sobre o novo aeroporto, a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) espera que a reunião corresponda a um “ponto de partida para ser rapidamente aprovada uma solução realista e definitiva que sirva Lisboa e o país”.

Em comunicado, a AHP diz acreditar que “ambos os líderes políticos irão encontrar o consenso para responder a uma situação extremamente preocupante para o crescimento económico do país”, recordando que não só o primeiro-ministro informou que só seria tomada uma decisão sobre a localização do novo aeroporto em 2023, como a mesma teria de sair do consenso entre os dois principais líderes, destacando que, “se tudo correr dentro dos tempos normais, só teremos um novo aeroporto em 2033.

Bernardo Trindade, presidente da AHP, sublinha: “como já nos cansámos de ver, sem consenso entre as principais forças políticas, qualquer que seja a decisão tomada só por um é posta em causa logo no momento seguinte. Ora, é fundamental que haja uma decisão definitiva e a sua execução. Lamentavelmente o tempo político e o tempo da economia não estão alinhados”.

A AHP recorda ainda o estudo da Confederação do Turismo de Portugal (CTP) realizado pela EY, onde se conclui que o atraso na construção do novo aeroporto representa uma perda potencial de 6,8 mil milhões de euros até 2027 e menos 28 mil empregos.

Por isso, Bernardo Trindade reforça que, em 2022, “vivemos situações caóticas no aeroporto de Lisboa, que comprovaram o seu esgotamento a vários níveis” Considerando que esta situação foi agravada por “várias circunstâncias excecionais”, o responsável da AHP reforça que, “não havendo capacidade aeroportuária em Lisboa estamos a perder quota de mercado e oportunidades de crescer sustentadamente, trazendo até nós viajantes que gastam e geram valor no país”.

De resto, Bernardo Trindade frisa que esta será uma realidade que “vai acontecer já nos próximos anos, se não forem encontradas soluções alternativas” e que “só se vai agravar, se não for dado início quanto antes à construção do há 50 anos reclamado novo aeroporto”.

O presidente da AHP salienta ainda que, neste momento, a única alternativa é “avançar já com as obras conferindo mais estacionamentos, mais qualidade para prestadores e clientes do aeroporto”. E conclui que “é urgente, imprescindível, que haja acordo” e que o Governo “permita arrancar já com estes melhoramentos na Portela”.

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Voos de agosto já ficaram a 94,7% de 2019, segundo a NAV Portugal

Segundo a NAV Portugal, os dados de agosto mostram que o tráfego aéreo está em “recuperação clara e sustentável”.

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A NAV Portugal revelou esta quinta-feira, 22 de setembro, que, em agosto, o total de voos controlados em território nacional já ficou a 94,7% de igual mês de 2019, antes da chegada da pandemia da COVID-19, o que indica que o tráfego aéreo está em “recuperação clara e sustentável”.

Segundo uma nota informativa da NAV Portugal, “o tráfego IFR (Instruments Flight Rules) na Região de Informação de Voo (RIV) de Lisboa totalizou 57.703 movimentos”, o que traduz uma diminuição de “5,3% face aos 60.941 voos registados no mês de agosto de 2019, ano de referência para a aviação”.

“Em termos médios, neste mês foram controlados 1.861 voos IFR diários, registando-se
uma perda de 104 voos diários face a agosto de 2019”, acrescenta a empresa de gestão de tráfego aéreo nacional.

Já na RIV de Santa Maria, “o tráfego IFR em agosto de 2022 ascendeu a 17.476 movimentos, traduzindo-se num aumento de 6,5% face aos 16.410 voos controlados no mesmo mês mas em 2019”.

“Em termos médios foram controlados este mês 564 voos IFR por dia, tendo-se registado
um ganho de 34 voos diários face a agosto de 2019”, refere também a empresa que gere o tráfego aéreo em Portugal.

No acumulado até agosto, foram já controlados 395.940 voos na RIV Lisboa, o que traduz uma quebra de 39.949 voos IFR face ao tráfego acumulado de 2019, enquanto na RIV Santa Maria foram controlados 107.702 voos, o que indica também uma perda de 3.871 voos IFR em comparação com o mesmo período de 2019.

Apesar de, no acumulado entre janeiro e agosto, continuarem a existir quebras face a igual período de 2019, a NAV Portugal diz que “em ambas as RIV’s, o tráfego acumulado até agosto de 2022, é superior ao total verificado em 2021”.

 

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Azul anuncia novos voos de Recife para o Uruguai e EUA na 43.ª edição da ABAV

A Azul anunciou o lançamento de novos voos para o Uruguai e EUA no primeiro dia da 43.ª edição da ABAV Expo Internacional, uma das principais feiras de turismo do Brasil, que arrancou esta quarta-feira, 21 de setembro, em Pernambuco.

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A Azul anunciou esta quarta-feira, 21 de setembro, que vai abrir novos voos para Montevideu, capital do Uruguai, e para a Florida, nos EUA, num anúncio que foi feito no dia da abertura da 43.ª edição da ABAV Expo Internacional, uma das principais feiras de turismo do Brasil, que decorre no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, até esta sexta-feira, 23 de setembro.

De acordo com a companhia aérea brasileira, os voos para Montevideu têm inicio em novembro, contando com uma ligação aérea por semana, que passa a duas a partir de dezembro. Já os voos para a Florida arrancam no Carnaval de 2023, com duas ligações por semana, que passam a cinco voos semanais a partir de julho do próximo ano.

“Estávamos ansiosos para retomar os nossos voos internacionais em Recife, que é o nosso principal hub de conectividade no Nordeste. A capital pernambucana sempre recebeu a Azul de braços abertos e o carinho que os nordestinos têm para com a nossa companhia reflete-se nas nossas operações no aeroporto de Recife”, afirma Fábio Campos, diretor de Relações Institucionais da Azul.

Segundo Fábio Campos, a partir de janeiro de 2023, a Azul vai passar a contar com 90 descolagens diárias no aeroporto de Recife, num reforço de operação que vai tornar o hub da companhia aérea na capital pernambucana “cada vez mais forte”.

O anúncio dos novos voos foi realizado no primeiro dia da ABAV Expo Internacional, que arrancou esta quarta-feira, 21 de setembro, e que conta com a participação de agentes de viagens e fornecedores da indústria do Turismo do Brasil.

Na edição deste ano, a Azul conta com um stand de 81 metros quadrados na feira, onde a companhia aérea dá a conhecer as suas ligações aéreas, assim como os serviços da sua operadora de viagens, a Azul Viagens.

Recorde-se que, além dos novos voos para Montevideu e para a Florida desde Recife não são as únicas novidades que a companhia aérea brasileira anunciou para os próximos meses, uma vez que, a 15 de dezembro, a Azul vai também lançar novas ligações de Belém e Manaus, no Norte do Brasil, para Fort Lauderdale, na Flórida, EUA.

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Nome, morada e ‘e-mail’ de passageiros entre os dados expostos após ataque à TAP

Embora não existam indícios de que dados de pagamento tenham sido exfiltrados dos sistemas, os dados pessoais dos clientes da TAP divulgados pelo grupo cibercriminoso Ragnar Locker vão do nome, morada, ‘e-mail’, data de nascimento até data de registo e número de passageiro. Para já a TAP diz que o acesso ao serviço Miles&Go ou à área reservada dos clientes não foi comprometido.

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Os dados pessoais dos clientes da TAP divulgados pelo grupo de cibercriminosos Ragnar Locker, que atacou a companhia aérea em agostos, vão do nome, morada, ‘e-mail’, data de nascimento até data de registo e número de passageiro.

“Lamentavelmente, queremos informar que as categorias de dados pessoais de clientes TAP divulgadas consistem nas seguintes: nome, nacionalidade, sexo, data de nascimento, morada, e-mail, contacto telefónico, data de registo de cliente e número de passageiro frequente”, adiantou a TAP em comunicado.

A companhia aérea indicou que a informação divulgada relativamente a cada cliente pode variar, reiterando que “não há indícios de que dados de pagamento tenham sido exfiltrados dos sistemas”.

“Embora os ciberataques constituam uma ameaça constante para muitas empresas, a TAP tomou imediatamente medidas para a contenção e resolução do incidente, de forma a proteger todos os dados detidos ou geridos”, salientou.

No documento intitulado “Aviso Importante aos Clientes”, a TAP recomendou ainda a “verificação das condições de segurança que os (…) clientes utilizam para aceder à sua área reservada, nomeadamente através da utilização de uma senha forte e da sua alteração frequente”, embora o acesso ao serviço Miles&Go ou à área reservada dos clientes não tenha sido comprometido.

A TAP pediu ainda para que os clientes “se mantenham cautelosos” face “a comunicações não solicitadas que requeiram informações pessoais” e que “evitem clicar em ligações ou descarregar anexos enviados a partir de endereços de ‘e-mail’ suspeitos”.

Além disso, a companhia aérea informa que “não enviará mensagens diretamente a clientes individuais sobre este assunto, por qualquer meio”.

A 20 de setembro, terça-feira, a companhia aérea tinha garantido que conseguiu conter o ataque informático de que foi alvo em agosto numa fase inicial e diz não ter indicação de que os piratas tenham acedido a informações sensíveis, como dados de pagamento.

“Em agosto de 2022, os sistemas internos de cibersegurança da TAP Air Portugal (TAP) detetaram o acesso não autorizado a alguns sistemas informáticos. A TAP está preparada para este cenário e mobilizou de imediato uma equipa de especialistas internos e externos de TI e de peritos forenses para investigar em detalhe o sucedido e prevenir danos adicionais”, explicou a companhia aérea.

Recorde-se que o grupo de cibercriminosos Ragnar Locker publicou na segunda-feira, 19 de setembro, 581 gigabytes (GB) de dados que diz serem relativos a 1,5 milhões de clientes da TAP, garantido, numa mensagem publicada na Dark Web, que “continuam a ter acesso aos sistemas informáticos da TAP”.

Num email enviado aos clientes na semana passada, a TAP alertou os clientes afetados pelo ataque informático, cujos dados foram publicados, de que esta divulgação “pode aumentar o risco do seu uso ilegítimo”, pedindo atenção a comunicações suspeitas.

No email, a transportadora recordou que o ciberataque foi “prontamente comunicado às diversas autoridades competentes”, reiterando que “foram desencadeadas as medidas e procedimentos apropriados de cibersegurança para este tipo de eventos com o apoio de uma empresa internacional especializada e líder da indústria” e que “as medidas adotadas permitiram garantir a integridade dos dados e a operacionalidade, em segurança, de todos os sistemas” da companhia.

“Lamentamos muito que dados pessoais seus tenham sido incluídos nesta divulgação e por qualquer inconveniente que isso lhe possa causar”, disse a TAP, reafirmando ainda o seu “compromisso” com a proteção dos dados pessoais e adiantando que estão “a ser desenvolvidas medidas de reforço da segurança” dos dados.

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Airbus Global Business Services abre escritório em Coimbra em 2023

A Airbus vai abrir, no primeiro semestre de 2023, um escritório satélite do Global Business Services Centre em Coimbra, para o qual prevê contratar até 100 colaboradores. O processo de recrutamento abre nas próximas semanas.

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A Airbus vai abrir, no primeiro semestre de 2023, um escritório satélite do Global Business Services Centre em Coimbra, delegação que vem alargar os serviços do fabricante aeronáutico europeu a mais uma cidade portuguesa, depois da abertura, em 2021, do hub principal em Lisboa.

“A Airbus Global Business Services expande agora as suas operações para mais uma cidade portuguesa, reforçando o investimento que a Airbus está a fazer em Portugal”, lê-se num comunicado divulgado esta quarta-feira, 21 de setembro. 

O novo escritório da Airbus em Portugal vai criar até 100 postos de trabalho, cuja campanha de recrutamento arranca dentro de poucas semanas, prevendo-se que os primeiros colaboradores contratados iniciem funções no início do próximo ano.

“Depois de abrir em 2021 o principal hub do seu Global Business Services (GBS) em Lisboa, que já emprega mais de 350 pessoas e prevê contratar até ao final do ano mais cerca de 100 colaboradores, a Airbus procura agora contratar em Coimbra colaboradores nas áreas de Contabilidade, Procurement, IT Systems, Recursos Humanos e Travel & Expenses”, indica o fabricante aeronáutico.

A Airbus explica que decidiu abrir este novo escritório “para estar mais perto dos potenciais talentos a serem contratados” e porque Coimbra se tem destacado como “a cidade mais relevante para a implementação deste novo projeto devido à sua localização estratégica, opções de transporte e infraestruturas disponíveis, bem como pela presença das instituições de ensino superior politécnico e universidades escolhidas por milhares de estudantes para desenvolverem a sua formação em várias áreas”.

A Airbus Global Business Services abriu em Portugal em maio de 2021 e é uma plataforma internacional de desenvolvimento de talento da Airbus na Europa, que conta atualmente com mais de 350 colaboradores em Lisboa a trabalhar nas áreas de Finanças, Recursos Humanos, Procurement, Gestão de Informação, Engenharia, Comunicação, Atendimento ao Cliente, Jurídica e Compliance.

A Airbus GBS diz ainda que oferece aos seus colaboradores um “pacote salarial atraente e uma gama completa de benefícios”, incluindo seguro de saúde, práticas de success sharing e equipamentos para home office, assim como “uma política de trabalho flexível”, que disponibiliza também oportunidades de mobilidade e desenvolvimento internacional.

As oportunidades de carreira disponíveis atualmente  na Airbus GBS podem ser consultadas aqui.

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Summerwind Portugal tem novos contactos

A Summerwind Portugal atualizou os seus contactos gerais, assim como os e-mails dedicados às companhias aéreas Binter e LAM.

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A Summerwind Portugal atualizou os seus contactos gerais, assim como os e-mails dedicados às companhias aéreas Binter e LAM, informou a empresa de representação de companhias aéreas.

A Summerwind Portugal informa que a sua morada é na Av. Sidónio Pais, 24, 2.º Esq., 1050-215 Lisboa, e que o e-mail geral da empresa é [email protected], estando também disponíveis os números de telefone 211 642 034 e 210 965 713.

Além dos contactos gerais, a empresa atualizou também os emails dedicados para as companhias aéreas Binter e LAM, com a companhia aérea das Canárias a estar agora disponível pelos e-mails [email protected], [email protected] e [email protected]

Já a LAM, companhia aérea de bandeira moçambicana, passa a contar com o e-mail dedicado [email protected]

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Vinci dá primeiros passos para desenvolvimento dos aeroportos de Cabo Verde

O grupo Vinci acaba de dar o primeiro passo para o desenvolvimento dos sete aeroportos de Cabo Verde ao escolher a empresa portuguesa Quadrante para desenvolver, em consórcio, os estudos de arquitetura e engenharia para a primeira fase do programa.

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O Governo cabo-verdiano concessionou o serviço público aeroportuário ao grupo Vinci, envolvendo a gestão por 40 anos dos quatro aeroportos internacionais e três aeródromos, recebendo 80 milhões de euros, em julho.

O contrato de concessão irá permitir a expansão, modernização, manutenção e exploração de quatro aeroportos internacionais (nas ilhas do Sal, Santiago, Boa Vista e São Vicente) e de três aeródromos destinados a tráfego doméstico (ilhas do Fogo, São Nicolau e Maio) e “responder ao crescimento da economia de Cabo Verde, que tem registado um aumento do tráfego aéreo desde 2010, atingindo 2,7 milhões de passageiros anuais em 2018”, pode-se ler no comunicado.

De acordo com o contrato, a primeira parcela, de 35 milhões de euros, deve ser entregue na data de início da concessão e os restantes 45 milhões de euros “no momento em que se registe a recuperação do tráfego registado em 2019 ou, no primeiro trimestre de 2025.

O grupo Vinci terá ainda de pagar anualmente uma percentagem das receitas brutas ao Estado de Cabo Verde, de 2,5% de 2022 a 2041, de 3,5% de 2042 a 2051 e de 7% de 2052 a 2061.

Segundo o CEO da Quadrante, Nuno Costa, “esta é uma ótima oportunidade para reforçar Cabo Verde como destino turístico e até como um ‘hub’ regional, melhorando a sustentabilidade, a conectividade e performance operacional das infraestruturas aeroportuárias”, ao mesmo tempo que se contribuiu para oferecer uma “experiência de excelência” aos passageiros que visitam estes aeroportos.

“Para a Quadrante é também fundamental participarmos no roteiro para a neutralidade carbónica do grupo Vinci, uma vez que estas obras estão incluídas na meta de redução de 50% da pegada de carbono até 2030, com vista à neutralidade carbónica dos aeroportos até 2050”, destacou o executivo.

 

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TAP diz não ter indicação de que piratas tenham tido acesso a dados de pagamento

Depois do ataque no mês de agosto, a TAP refere que a intrusão foi “contida numa fase inicial” e que “não há indicação de que informações sensíveis, em particular dados de pagamento, tenham sido exfiltradas”.

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A TAP Air Portugal garantiu esta terça-feira, 20 de setembro, que conseguiu conter o ataque informático de que foi alvo em agosto numa fase inicial e diz não ter indicação de que os piratas tenham acedido a informações sensíveis, como dados de pagamento.

Depois da informação divulgada pelo jornal Expresso de que o grupo que atacou a companhia aérea em agosto publicou dados de 1,5 milhões de clientes e diz continuar a ter acesso remoto a sistemas da TAP, a companhia sublinha à Lusa que tem estado em todo o processo a trabalhar com o Centro Nacional de Cibersegurança, a Polícia Judiciária e a Microsoft.

“Em agosto de 2022, os sistemas internos de cibersegurança da TAP Air Portugal (TAP) detetaram o acesso não autorizado a alguns sistemas informáticos. A TAP está preparada para este cenário e mobilizou de imediato uma equipa de especialistas internos e externos de TI e de peritos forenses para investigar em detalhe o sucedido e prevenir danos adicionais”, explica a companhia aérea.

A transportadora diz ainda que “graças aos sistemas de cibersegurança e à rápida atuação da equipa interna de TI [tecnologias de informação], a intrusão foi contida numa fase inicial, antes de provocar danos nos processos operacionais”.

“As operações da TAP estão a decorrer com normalidade”, garante a companhia, reconhecendo que, “infelizmente, alguns dados foram roubados pelos hackers e estão a ser divulgados publicamente” e que os dados afetados podem incluir nomes, informações de contacto, informações demográficas e número de passageiro frequente.

A TAP diz ainda que a informação afetada relativamente a cada cliente “pode variar”, mas sublinha que, “até ao momento, não há indicação de que informações sensíveis, em particular dados de pagamento, tenham sido exfiltradas”.

“Esta intrusão visava causar danos à TAP e aos seus clientes. A segurança dos nossos clientes e parceiros comerciais e dos seus dados é a nossa maior prioridade. Continuaremos, por isso, a tomar todas as medidas necessárias para cuidar dos seus dados”, adianta.

Segundo o Expresso, o grupo de cibercriminosos Ragnar Locker “cumpriu a ameaça que vinha fazendo e publicou esta segunda-feira 581 gigabytes (GB) de dados que diz serem relativos a 1,5 milhões de clientes da TAP”.

Numa mensagem publicada na Dark Web – refere o jornal -, os Ragnar Locker “garantem ainda que continuam a ter acesso aos sistemas informáticos da TAP”.

Além das tabelas com moradas, números de telefone e nomes de clientes, o Expresso, que teve acesso aos ficheiros, escreve que a fuga de dados “apresenta documentos de identificação de pessoas que aparentam ser profissionais ou parceiros da TAP, bem como acordos confidenciais com várias empresas e relações com outras companhias de aviação”.

Recorde-se que num e-mail enviado aos clientes na semana passada, a TAP alertou os clientes afetados pelo ataque informático, cujos dados foram publicados, de que esta divulgação “pode aumentar o risco do seu uso ilegítimo”, pedindo atenção a comunicações suspeitas.

No e-mail, a transportadora recordou que o ciberataque foi “prontamente comunicado às diversas autoridades competentes”, reiterando que “foram desencadeadas as medidas e procedimentos apropriados de cibersegurança para este tipo de eventos com o apoio de uma empresa internacional especializada e líder da indústria” e que “as medidas adotadas permitiram garantir a integridade dos dados e a operacionalidade, em segurança, de todos os sistemas” da companhia.

“Lamentamos muito que dados pessoais seus tenham sido incluídos nesta divulgação e por qualquer inconveniente que isso lhe possa causar”, disse a TAP, reafirmando ainda o seu “compromisso” com a proteção dos dados pessoais e adiantando que estão “a ser desenvolvidas medidas de reforço da segurança” dos dados.

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easyJet assinala alargamento de rede em Portugal com oferta de 20% de desconto

Nova campanha da easyJet oferece descontos até 20% em 56 destinos europeus e é válida para reservas até 26 de setembro, cujas viagens decorram até 30 de março de 2023.

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A easyJet lançou uma nova campanha promocional para assinalar o alargamento da sua rede à partida de Portugal, que é válida para reservas até 26 de setembro e que oferece descontos até 20% em 56 destinos na Europa.

“A companhia aérea líder na Europa tem agora 110.000 lugares disponíveis, para reserva a partir de hoje, em viagens a usufruir até 30 de março do próximo ano”, indica a easyJet, num comunicado enviado à imprensa.

Com esta campanha, que já está disponível para reservas no site da companhia aérea, a easyJet está a oferecer preços que começam nos 29 euros, incluindo para as novas rotas lançadas este inverno para Fuerteventura, Grã-Canária, Tenerife Sul, Porto Santo, Funchal, Bilbau e Valência, desde Lisboa, enquanto à partida do Porto estão ainda disponíveis voos para Funchal, Praga e Luxemburgo.

“A campanha em vigor, para reservas efetuadas até ao dia 26 de setembro, assinala o alargamento da rede a partir de Portugal e proporciona aos clientes a oportunidade imperdível de visitar as novas rotas recentemente anunciadas pela companhia”, destaca a easyJet.

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Porto Maritime Week regressa entre 26 e 30 de setembro com debate dedicado aos cruzeiros

Os cruzeiros vão ser um dos principais temas em debate no dia 30 de setembro, data em que decorre uma conferência sob o tema “Novos desafios na indústria dos cruzeiros”, com a participação de vários intervenientes deste setor.

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A 3.ª edição da Porto Maritime Week vai decorrer entre 26 e 30 de setembro, voltando a reunir na cidade Invicta mais de meia centena de oradores, nacionais e estrangeiros, que vão abordar “o estado da arte do setor, os principais desafios e as oportunidades que as dificuldades do momento também encerram”, incluindo no setor dos cruzeiros.

O evento, que vai decorrer em formato híbrido, com sessões transmitidas online e outras em formato presencial, que vão ter lugar no Crowne Plaza Porto Hotel, vai trazer até ao Porto os responsáveis de alguns dos principais portos mundiais, assim como das associações do setor e de companhias de cruzeiros.

Os cruzeiros vão ser mesmo um dos principais temas em debate no dia 30 de setembro, data em que decorre uma conferência com a participação de Eduardo Cabrita, diretor-geral da MSC Cruzeiros Portugal; Francisco Teixeira, diretor-geral da Melair, que representa a Royal Caribbean e a Celebrity Cruises em Portugal; António Pinto da Silva, diretor comercial da Mundomar Cruzeiros, que representa a Princess Cruises e a Cunard em Portugal; Sonia Corrales, da Norwegian Cruise Line; e Nikos Mertzanidis, da CLIA.

A conferência dedicada ao setor dos cruzeiros vai ser dedicada ao tema “Novos desafios na indústria dos cruzeiros”, tem início pelas 10h00 e conta com a moderação de Fernando Santos, da Global Sea.

Além do debate dedicado aos cruzeiros, a Porto Maritime Week vai abordar também temas ligados ao shortsea shipping e intermodalidade, portos e comunidades portuárias, às políticas comunitários e internacionais, assim como de companhias de navegação, da indústria naval, de transição digital e da descarbonização.

Pela primeira vez, a Porto Maritime Week vai também contemplar eventos paralelos, da responsabilidade dos parceiros da iniciativa, como a Associação 4Shipping, a PRIO e a TECNOVERITAS, voltando ainda a contar com o Jantar do Shipping, que foi suspenso nos dois últimos anos devido à pandemia.

As inscrições para assistir ao evento já se encontram a decorrer e podem ser realizadas aqui, onde está também disponível o programa da Porto Maritime Week, assim como a lista de oradores já confirmados.

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