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Emprego no setor de viagens e turismo francês pode exceder níveis pré-pandemia

Num país onde a contribuição do setor das Viagens e Turismo rondava os 211 mil milhões de euros, em 2019, o WTTC estima que o emprego no setor poderá suplantar os níveis pré-pandémicos já este ano.

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Emprego no setor de viagens e turismo francês pode exceder níveis pré-pandemia

Num país onde a contribuição do setor das Viagens e Turismo rondava os 211 mil milhões de euros, em 2019, o WTTC estima que o emprego no setor poderá suplantar os níveis pré-pandémicos já este ano.

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O setor das Viagens e Turismo, em França, pode ver a criação de mais de 60.000 empregos em relação a 2019, superando, em 2022, os níveis pré-pandemia em 2,3% e atingindo 2,8 milhões de empregos no setor em total, avança uma análise do World Travel & Tourism Council (WTTC), indicando a entidade que a contribuição das Viagens e Turismo para economia francesa era de quase 211 mil milhões de euros, em 2019.

No entanto, devido ao grande impacto da pandemia no setor, a contribuição deste setor para a economia da França foi reduzida em metade (48,8%), correspondendo a quase 108 mil milhões de euros ou 4,7% da economia total, avança o SchengenVisaInfo.com.

Além disso, a Organização Mundial do Turismo (OMT) realizou um estudo recente mostrando que, se a França, que tem mais de três quartos da sua população vacinada, continuar a diminuir as suas restrições ao longo do ano, a contribuição do setor para a economia, em 2022, poderá chegar a 182 mil milhões de euros, 13,5% abaixo dos níveis pré-pandémicos.

Ainda de acordo com as várias análises, a economia de França pode chegar perto de 1,7 biliões de euros com a contribuição do setor para a economia, o que significa apenas 12% abaixo dos níveis pré-pandemia.

Por outro lado, o emprego pode alcançar mais de 38 milhões de empregos, apenas 0,4% abaixo dos números de 2019.

Análises anteriores realizadas pelo WTTC mostram que, em 2021, o setor de Viagens e Turismo francês perdeu 138.000 empregos, representando uma redução de 10,5% no setor.

Nos últimos dois anos, em termos de tipo de turismo, as viagens domésticas aumentaram em França, mas não a ponto de recuperar totalmente a economia e os empregos perdidos por causa da pandemia.

A presidente e CEO do WTTC, Julia Simpson, salienta que estes dados mostram que a recuperação do setor de Viagens e Turismo da França é crucial para reativar a economia nacional.

“Milhões de pessoas dependem de um setor de Viagens e Turismo em expansão e, graças ao apoio do Governo francês, o setor poderá em breve alcançar uma recuperação económica completa e trazer de volta todos os empregos perdidos durante a pandemia”, acrescentou Simpson, em comunicado.

Em resposta às conclusões do relatório, o WTTC instou o Governo francês e os governos de todo o continente a concentrarem-se na vacinação da população e também a permitir que todos os viajantes totalmente vacinados viajem livremente sem a necessidade de testes.

O WTTC também pediu aos governos que levantem as restrições e permitam viagens internacionais usando soluções digitais, como o Certificado COVID Digital da UE, que permite que os viajantes comprovem o seu estado de maneira mais rápida, simples e segura.

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Turismo do Algarve em missão a Marrocos e Cabo Verde para solucionar problema de recursos humanos

Conhecidos que são os problemas com a falta de mão-de-obra, a Região de Turismo do Algarve parte em visitas de intercâmbio a Marrocos e a Cabo Verde para promover a boa gestão da migração laboral e a rápida resposta à contratação de recursos humanos para o setor do turismo no Algarve.

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A Região de Turismo do Algarve (RTA) e a Missão em Portugal da Organização Internacional para as Migrações (OIM Portugal) irão realizar visitas de intercâmbio a Marrocos, de 5 a 8 de julho, e a Cabo Verde, de 12 a 15 de julho, para promoverem a boa gestão da migração laboral e a rápida resposta à contratação de recursos humanos para o setor do turismo no Algarve.

Estas visitas de intercâmbio têm como principal objetivo “o desenvolvimento de programas de migração laboral, no sentido de responder rapidamente à procura de mão-de-obra qualificada para setores onde existe uma maior carência (turismo e agricultura), tendo em conta as necessidades dos empregadores e a criação de caminhos seguros para a migração de possíveis trabalhadores estrangeiros”, refere a RTA em comunicado.

João Fernandes, presidente da RTA, sublinha, de resto, que “a falta de mão-de-obra é, atualmente, a principal dificuldade do turismo algarvio e, com estas ações com a chancela da OIM Portugal, esperamos abrir as portas para mitigar diferentes problemas ao nível do recrutamento. Nomeadamente, através a regulação de acordos de mobilidade que assegurem boas oportunidades para trabalhadores migrantes e que certifiquem o respeito pelos direitos humanos, combatendo o risco de exploração laboral e a exposição a riscos de tráfico humano”.

Durante as visitas, a RTA pretende assumir um “papel fulcral” na colaboração em áreas como o acompanhamento da implementação do projeto e definição de estratégias de trabalho no Algarve, em conjunto com associações setoriais do turismo e atores locais, na identificação e facilitação de contactos de empresários/empregadores interessados em participar no projeto, bem como na identificação das principais necessidades de mão de obra e constrangimentos do setor turístico no recrutamento de migrantes.

Esta visita a Marrocos e Cabo Verde ocorre na sequência de uma sessão de informação já realizada no início do ano no âmbito do projeto “Promoção de uma Boa Gestão da Migração Laboral para Portugal”, cofinanciado pelo Fundo Asilo, Migração e Integração (FAMI), da União Europeia.

Este projeto envolve diferentes entidades nacionais e estrangeiras, contando com a participação de instituições sediadas em Portugal como o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), Associação dos Industriais Hoteleiros e Similares do Algarve (AIHSA), Associação dos Horticultores, Floricultores e Horticultores dos Municípios de Odemira e Aljezur (AHSA) e empresas do setor da agricultura.

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Brussels Airlines cancela 675 voos para julho e agosto

Os cancelamentos de voos sucedem-se por toda a Europa. Agora é a Brussels Airlines a anunciar o cancelamento de um total de 675 voos para os meses de julho e agosto.

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Depois da British Airways, foi também a Brussels Airlines a anunciar o cancelamento de 675 voos durante os meses de julho e agosto, depois de ver-se obrigada a cancelar a maioria dos voos, fruto da greve de três dias que assolou os aeroportos da Bélgica, avança a agência noticias belga.

Este número equivale a cerca de 6% do total de voos previstos para os próximos meses com a medida a ir ao encontro das reivindicações de pilotos e pessoal de cabine para que a companhia reduza a carga de trabalho.

Recorde-se que a greve que afetou a Brussels Airlines de 23 a 25 de junho, levando ao cancelamento de 316 voos, teve impacto em cerca de 40.000 passageiros. Depois desta greve, sindicatos e companhia aérea reuniram-se, sem chegar a qualquer acordo, levando à decisão agora tomada.

Até esta data já foram cancelados 148 voos de verão, mas os sindicatos admitem que não é o suficiente, o que fez a companhia tomar medidas e cancelar mais 500 voos para os próximos meses, totalizando 675: 372 voos cancelados em julho e mais 303 para o mês de agosto.

Peter Gerber, CEO da Brussels Airlines, já veio admitir que será “comercialmente impossível cancelar mais voos”.

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Deco reclama “intervenção célere” para garantir direitos dos passageiros com voos cancelados

Na sequência das “várias dezenas” de reclamações de consumidores recebidas durante o passado fim de semana, a DECO pede ao Ministério das Infraestruturas e Habitação e à Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) “uma intervenção célere e eficaz que acautele os interesses dos passageiros através de todos os mecanismos”.

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A Deco instou esta terça-feira, 5 de julho, o Ministério das Infraestruturas e a Autoridade Nacional da Aviação Civil a intervirem para acautelar os interesses dos passageiros afetados pelos cancelamentos de voos em Lisboa, cujo direito à assistência “não está a ser aplicado”.

“Isto não é uma situação nova, uma vez que disrupções e problemas no aeroporto [de Lisboa], infelizmente, têm sido cada vez mais constantes. O que nos preocupa são as respostas que estão sempre a ser dadas aos consumidores e, sobretudo, o facto de estes terem direitos que não são aplicados e de ser necessário ter planos de contingência preparados quer pela infraestrutura aeroportuária, quer pelas próprias transportadoras, para garantir o direito à assistência”, afirmou o coordenador do departamento jurídico da Deco – Associação de Defesa do Consumidor em declarações à agência Lusa.

Segundo Paulo Fonseca, na sequência das “várias dezenas” de reclamações de consumidores recebidas durante o passado fim de semana, a associação enviou hoje cartas ao Ministério das Infraestruturas e Habitação e à Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) reclamando “uma intervenção célere e eficaz que acautele os interesses dos passageiros através de todos os mecanismos”.

“No fim de semana recebemos algumas dezenas de queixas, o que é demonstrativo que os passageiros estão com dificuldade em exercer os seus próprios direitos”, avançou à Lusa, precisando que em causa está o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, já que “não houve queixas relativamente aos outros aeroportos”.

Conforme salientou, os passageiros do transporte aéreo “têm um conjunto de direitos que estão fixados e são automaticamente aplicáveis em situações de cancelamento, de recusa de embarque [devido ao designado ‘overbooking’] ou de atraso superior a três horas”, nomeadamente o direito à assistência e, embora com algumas exceções, o direito a indemnização.

No caso do direito à assistência, apesar de o regulamento europeu aplicável prever que aos passageiros afetados têm de ser asseguradas “refeições e bebidas em proporção razoável ao tempo de espera” e “alojamento em hotel, caso se torne necessária a estadia por uma ou mais noites”, os relatos feitos à Deco apontam para a mera entrega de vales que os passageiros apenas podem utilizar no aeroporto e para a recusa da garantia de alojamento por alegadamente “não existir alojamento disponível nas proximidades”.

“Dar um vale a um passageiro para usar no próprio aeroporto quando o consumidor só tem voo dali a três dias é inaceitável do ponto de vista da proteção dos direitos dos consumidores. É necessário um reforço deste direito à assistência e, também, alojamento em hotel”, sustenta Paulo Fonseca.

Neste sentido, na carta enviada à tutela, ao ministério de Pedro Nuno Santos, a Deco destaca a “necessidade de impor quer às transportadoras, quer à infraestrutura aeroportuária, a implementação de planos de contingência em diferentes níveis, consoante o grau de afetação de passageiros e a natureza e duração da situação disruptiva”, de forma a “assegurar a assistência e demais direitos dos consumidores”.

“Estes planos deverão, também, definir medidas que visem a existência de estruturas e mecanismo de apoio e informação adequados às necessidades sentidas pelos passageiros quando enfrentam situações de atraso ou cancelamento de voos”, lê-se na missiva, a que a Lusa teve acesso.

O objetivo é que, em caso de necessidade, “esses mecanismos de contingência sejam de imediato acionados e tenham, por exemplo, um conjunto de estabelecimentos hoteleiros preparados para receber os passageiros”.

Já no que diz respeito ao direito à indemnização, o coordenador do departamento jurídico da Deco explica que esta pode ir dos 250 euros aos 600 euros, “dependendo do tipo de voo e da distância”, e precisa que não é aplicável em algumas situações, “designadamente perante circunstâncias extraordinárias não oponíveis à própria transportadora, como uma intempérie, um ataque terrorista, uma guerra ou a situação vivida o ano passado com a pandemia, com a imposição do cancelamento dos voos”.

Neste caso, a associação diz ter denunciado na carta dirigida à ANAC as “dúvidas” que mantém relativamente às justificações – ou falta delas – dadas aos passageiros afetados pelos atrasos ou cancelamentos.

“Como foram apontados vários motivos para justificar o cancelamento, muitos deles que não são verdadeiras circunstâncias extraordinárias, parece-nos que o direito à indemnização está a ser evitado”, explicou Paulo Fonseca.

Segundo salienta, “as transportadoras têm de dar uma informação pormenorizada ao consumidor sobre o estado do seu voo”, havendo “mecanismos que lhes permitem, até pelos formulários de contacto, ter acesso a dados dos passageiros e contactá-los diretamente para lhes dar toda a informação em tempo útil”.

De acordo com o responsável da Deco, no caso da TAP – cujos voos têm sido dos mais afetados em Lisboa – têm sido apontados desde “constrangimentos noutros aeroportos, a constrangimentos no serviço de ‘handling’ e, até, constrangimentos relacionados com um jato privado”. “Ou seja, não há, de facto, um apuramento de quais são as reais situações de cancelamento e de cada voo em concreto”, afirmou.

Afirmando-se particularmente “preocupado” porque “esta já é uma situação recorrente”, o que leva a que “os consumidores já tenham receio de viajar de avião porque não sabem se vão conseguir ter voo a tempo e capacidade para embarcar”, Paulo Fonseca alerta que, se já é possível “antever que o verão vai ser disruptivo, também já se sabe que no Natal e na passagem de ano se vai repetir a mesma situação”.

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British Airways cancela mais 650 voos em julho

A British Airways anunciou o cancelamento de mais 650 voos para este mês de julho. Entre os destinos mais afetados está Portugal, além de Grécia e Espanha.

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Segundo avança a imprensa britânica a British Airways irá cancelar mais 650 voos este mês a partir dos aeroportos de Heathrow e Gatwick, apontando como causa a elevadíssima procura e falta de pessoal.

A companhia aérea britânica pediu autorização para cortar 105.000 lugares relativamente à sua capacidade para o mês de julho nos dois aeroportos: 76.000 lugares para Heathrow e 29.400 para Gatwick.

O corte nos voos impactará maioritariamente a Europa e destinos de lazer como Grécia, Espanha e Portugal.

Um porta-voz da British Airways referiu que “tomámos medidas preventivas no início deste ano para reduzir a nossa programação de verão para fornecer aos clientes o máximo de aviso possível sobre quaisquer alterações nos seus planos de viagem”.

“Com toda a indústria da aviação continua a enfrentar o período mais desafiador da sua história, lamentavelmente, tornou-se necessário fazer algumas reduções adicionais”, indicando a mesma fonte que a companhia está “em contato com os clientes para pedir desculpas e oferecer para remarcar ou emitir um reembolso total.”

No mês passado, o Governo do Reino Unido ofereceu uma “amnistia” única às companhias aéreas nas regras usuais de ‘slots’ nos aeroportos para incentivar as transportadoras a operar horários de verão “realistas” na tentativa de minimizar a interrupção nos aeroportos.

 

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Agências perderam 5 a 10 anos de resultados com a pandemia

Depois do anúncio do local do 47.º Congresso da APAVT, o presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo, Pedro Costa Ferreira confidenciou aos jornalistas que 2022 será um “bom ano”.

Victor Jorge

Segundo contas feitas por alto, as agências de viagens, em Portugal, terão perdido, com a pandemia, entre 5 a 10 anos de resultados, afirmou Pedro Costa Ferreira, presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), num encontro com jornalistas, em Ponta Delgada, depois de ter anunciado a cidade açoriana como próximo local do congresso (47.º) da associação.

Considerando que o “grande problema” continuam a ser os balanços e os desafios que enfrentam ao nível da tesouraria, o presidente da APAVT deixou claro que existe uma grande possibilidade de “o verão de 2022 vir a ser melhor do que o de 2023”, já que as poupanças das pessoas terão impacto neste ano, enquanto para o próximo ano já entram em equação fatores como a “inflação, redução do rendimento disponível”, além de uma previsível continuação na subida das taxas de juro.

“Se chegarmos aos números de 2019 seria extraordinário, tendo em vista que os primeiros três meses do ano foram menos positivos”, admitiu o presidente da APAVT, vincando que “a vontade de viajar ultrapassou todas as restrições”, e, por isso, as agências de viagens conseguiram “aumentar quota” pela confiança e apoio que deram aos seus clientes ao longo destes dois anos de pandemia.

Contudo, Pedro Costa Ferreira deixou bem claras as dificuldades vividas no turismo nacional, principalmente no que diz respeito à realidade vivida no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, esperando, por parte dos políticos, “um diálogo adulto”, frisando que a questão do aeroporto “não é uma questão de partidos, mas de políticos”.

Por isso, “ao estarmos a perder milhões de euros por dia”, o presidente da APAVT destacou que “as obras na Portela são uma prioridade”, não esclarecendo qual das opções recentemente apresentadas prefere.

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47.º Congresso da APAVT será realizado em Ponta Delgada

Depois de revelada a data do próximo congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), faltava o local. Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, foi o local escolhido para receber a 47.ª edição do congresso da APAVT.

Victor Jorge

Pela quinta vez, depois de 1995, 2006, 2013 e 2018, o arquipélago dos Açores vai receber o congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), entre os dias 8 e 11 de dezembro, no que será a 47.ª edição do evento.

O local escolhido foi a cidade de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, anúncio oficial feito esta segunda-feira, 4 de julho, pelos presidentes da APAVT e do Governo Regional dos Açores, Pedro Costa Ferreira e José Manuel Bolieiro, respetivamente, em cerimónia que contou também com a presença da secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, da secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestrutura, Berta Cabral, da diretora Regional do Turismo, Rosa Costa, e do vice-presidente do Turismo de Portugal, Filipe Silva.

Na cerimónia, realizada no Palácio da Conceição, em Ponta Delgada, Pedro Costa Ferreira frisou que pretende que este seja mais do que o congresso das agências de viagens e ser “o congresso do turismo português”, salientando que é neste certame que se pretende fazer uma “reflexão do que tem acontecido” e onde serão traçadas as “bases do caminho” que falta percorrer.

“Não podíamos estar em melhor local para fazermos a reflexão sobre o futuro do turismo nacional”, considerou ainda o presidente da APAVT, destacando que para a escolha do local terá contribuído o facto de os Açores serem um destino “alicerçado” em “três grandes pilares” – “natureza, autenticidade e a sustentabilidade” -, observando que, mais do que ideias feitas, são “realidades” e “instrumentos de política” que servem de “base de crescimento coerente e sustentável”.

Num evento que na última edição juntou mais de 700 pessoas, Pedro Costa Ferreira lembrou que se trata de um congresso “organizado por agentes de viagens”, mas que é “o congresso do turismo português”.

Destacada foi, igualmente, a data do evento, realçando tanto o presidente da APAVT como o presidente do Governo Regional doa Açores, José Bolieiro, a importância de o congresso “combater a sazonalidade” por decorrer num período de “época baixa”.

De resto, José Bolieiro deixou bem claro que os Açores “não apostam num turismo em massa” e que estará para breve a apresentação de “um plano estratégico para o turismo regional, que dará resposta aos “passos consistentes” que os Açores têm vindo a dar, num “pensamento moderno” que, segundo o mesmo, “é considerado já um exemplo pela prática”, destacando o presidente do Governo Regional as preocupações com a sustentabilidade e natureza.

Bolieiro frisou que os Açores “não procuram o crescimento económico sem ter o enquadramento da sustentabilidade bem vincado”, concluindo que “apresentamos um rumo para o nosso desenvolvimento”.

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MSC Cruzeiros adiciona o MSC BELLISSIMA ao seu programa de verão no mediterrâneo em 2022

Para ir ao encontro da crescente procura por parte dos consumidores por férias com a MSC CRUZEIROS

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Para que os portugueses saibam o custo exato das suas férias está disponível um pacote de 7 noites com voo e tudo incluído com embarque e desembarque em Valência. Com o MSC Bellissima no Mediterrâneo, a Companhia vai oferecer um recorde de 15 navios no Mediterrâneo. Não perca a oportunidade de viajar com a MSC Cruzeiros este Verão!

O MSC Bellissima vai navegar no Mediterrâneo neste verão para ir ao encontro da grande procura dos consumidores pelas férias de cruzeiro. Desde 849€ com a Promoção Tudo Incluído com voos, a que acresce a Taxa de Serviço de Hotel, poderá navegar pelo Mediterrâneo com a MSC Cruzeiros durante 8 dias com partidas de Valência.

A partir de 9 de julho, o MSC Bellissima oferecerá 16 cruzeiros de 7 noites com partida de Valência e Barcelona /Tarragona, Espanha, e dos portos italianos de Génova, Livorno e Nápoles. Chegará ao navio da forma mais fácil para dar início às suas férias de sonho. Explore a encantadora cidade de Portofino, admire as belezas renascentistas de  Florença, desfrute dos aromas e sons de  Nápoles e  Capri, mergulhe na vibrante  Valência, descubra a energia de  Madrid e desguste os sabores de  Barcelona ou  Tarragona.  

 A MSC Cruzeiros terá toda a sua frota de 19 navios a navegar durante o verão de 2022. Nas mais de 500 partidas que a Companhia tem para oferecer durante esta estação, cada passageiro tem a possibilidade de ter bebidas incluídas em todos os itinerários.  

Neste verão e no outono, a MSC Cruzeiros terá um recorde de 15 navios destacados no Mediterrâneo Oriental e Ocidentalo maior número de navios que a Companhia já teve na região. [Itinerários no Mediterrâneo]

www.msccruzeiros.pt

Siga-nos no Facebook em /msccruzeirosportugal.

 

Sobre a MSC Cruzeiros 

 A MSC Cruzeiros, marca contemporânea da Cruises Division do MSC Group, é a terceira maior marca de cruzeiros do mundo, bem como líder na Europa, incluindo Portugal, na América do Sul, na região do Golfo e no Sul de África com mais market share, bem como maior capacidade do que qualquer outra marca nestas regiões. É também a companhia de cruzeiros com maior crescimento no mundo, com forte presença nos mercados das Caraíbas, América do Norte e Extremo Oriente.

A frota dispõe de 19 modernos navios juntamente com um considerável futuro portfólio de investimento global para novos navios e está prevista crescer para 23 navios de cruzeiro até 2025, com opção para seis pedidos de navios actualmente em vigor, até 2030.

A MSC Cruzeiros oferece aos seus hóspedes uma experiência de cruzeiro segura, envolvente e enriquecedora inspirada na tradição europeia da companhia, onde poderá desfrutar de gastronomia internacional, entretenimento de classe mundial, programas familiares premiados e a mais recente tecnologia “user-friendly” a bordo. Para obter mais informações sobre os itinerários e a experiência da marca contemporânea a bordo dos navios, clique aqui..

Enquanto isto, a marca de luxo foi lançada no final de 2021 e deverá começar a operar em 2023 com uma frota com as mais recentes e avançadas tecnologias ambientais e marítimas disponíveis. A primeira delas terá uma arqueação bruta de 63.900 GT e contará com 461 das maiores suítes no mar, todas elas com varandas ou terraços com vista mar. Estes requintados navios introduzirão no segmento de luxo uma amplo leque de novas experiências para os hóspedes, assim como, outras actividades, bem como um amplo rácio de espaços públicos, para além de apresentarem um design altamente inovador.

A prioridade número um da MSC em todas as suas operações sempre foi a saúde, segurança e o bem-estar dos hóspedes e tripulantes, bem como das comunidades nos destinos onde os seus navios operam. Em Agosto de 2020, a MSC Cruzeiros implementou um novo abrangente e robusto protocolo de Saúde, Higiene e Segurança para se tornar na primeira grande companhia de cruzeiros a regressar ao mar. Para saber mais sobre o nosso protocolo de Saúde e Segurança, aceda aqui.

A MSC Cruzeiros está há muito comprometida com a gestão ambiental com o objetivo a longo prazo de atingir emissões zero para as suas operações. A companhia é também um investidor significativo em tecnologias marinhas ambientais navais de próxima geração, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento acelerado e disponibilidade para toda a indústria. mais informações sobre os nossos procedimentos de Gestão Ambiental consulte aqui.

Finalmente, para saber mais sobre a MSC Foundation, associação própria do MSC Group para liderar, evidenciar e promover os seus compromissos de preservação, humanitários e culturais, aceda aqui.

 Mais informações em: http://www.mscpressarea.com/pt_PT

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Viagens de avião deverão atingir 65% dos níveis de 2019 no 3.º trimestre de 2022

Os destinos de praia estão entre os mais escolhidos pelos viajantes para o terceiro trimestre de 2022, ao contrário das cidades, segundo avança a ForwardKeys. Funchal e Lisboa aparecem no estudo feito para o WTM, embora a cidade da Madeira apareça com resultados mais positivas que a capital de Portugal.

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Um relatório realizado pela ForwardKeys para o World Travel Market (WTM) sobre as perspectivas de viagens de avião para o verão, revela que no terceiro trimestre do ano – julho, agosto e setembro -, as viagens aéreas globais devem atingir 65% do nível registado antes da pandemia em 2019. No entanto, esta recuperação é “irregular”, com algumas partes do mundo a sair muito melhor do que outras e alguns tipos de viagens, principalmente férias na praia, sendo muito mais populares do que as visitas urbanas e passeios turísticos.

A região do mundo para a qual a ForwardKeys aponta uma recuperação mais forte é a África e o Oriente Médio, apontando a consultora que as chegadas no terceiro trimestre devem atingir 83% dos níveis de 2019. Seguem-se as Américas, onde se espera que as chegadas de verão cheguem a 76%, e depois a Europa com 71%, e, finalmente, a Ásia-Pacífico com apenas 35%.

Destinos de praia lideram no verão de 2022
A preferência atual por férias na praia é bem ilustrada por uma comparação dos dez principais destinos de praia e urbanos da Europa, classificados pelas reservas de voos do terceiro trimestre de 2022 em relação a 2019, embora no computo geral, os números indiquem uma descida de 3% entre o terceiro trimestre de 2022 e o mesmo período de 2019.

Em termos de destinos de praia os dados indicam uma liderança de Antalya (Turquia), com uma evolução de 81% face ao mesmo período de 2019, à frente de Tirana (Albânia), com +36%, e Mykonos (Grécia) +29%.

O Funchal aparece neste Top 10, com um crescimento na procura de 11% face ao mesmo trimestre de 2019.

No que toca aos destinos urbanos, a descida é maior do que nos destinos de praia, com uma quebra de 25% face ao terceiro trimestre de 2019, com a única cidade com variação positiva a pertencer a Nápoles, com um aumento de 5%. Istambul (Turquia) mantém igual ao período pré-pandémico analisado, ficando à frente de Atenas (-5%) e Lisboa -8%), embora a ForwardKeys reconheça que estas cidades funcionem como “portas de entrada para resorts de praia”.

Uma tendência semelhante é exibida nas Américas, onde as reservas de viagens aéreas para o Caribe, América Central e México, no terceiro trimestre de 2022, estão 5% acima dos níveis de 2019, enquanto as reservas de voos para a América do Sul e para os EUA e Canadá ficam, respetivamente, 25% e 31% atrás do que eram em 2019. Os destinos com melhor desempenho são Costa Rica (+24%) à frente da Jamaica (+17%) e República Dominicana (+13%).

Custos não impedem vontade de viajar
“O entusiasmo para viajar novamente a nível internacional é tão forte que um aumento nas tarifas aéreas teve relativamente pouco impacto na procura”, frisa a ForwardKeys na análise. Por exemplo, a tarifa média dos EUA para a Europa aumentou mais de 35% entre janeiro e maio, sem nenhuma desaceleração percetível nas taxas de reserva. E essas tarifas ficaram quase 60% acima do ano anterior. As tarifas para viagens curtas e intra-regionais (ou seja, dentro das Américas) também aumentaram substancialmente (+47%), o que é menos do que para as viagens longas.

Já as perspectivas relativamente às viagens de verão para África e Médio Oriente devem-se, segundo à ForwardKeys a uma combinação de fatores. “Vários aeroportos do Médio Oriente atuam como ‘hubs’ para viagens entre a Ásia-Pacífico e a Europa, o que levou o Médio Oriente a beneficiar da recuperação das viagens intercontinentais, principalmente impulsionadas por pessoas que retornam aos países asiáticos para visitar amigos e parentes”.

O encerramento do espaço aéreo russo também contribuiu para o aumento do tráfego nos ‘hubs’, verificando-se, por exemplo, um aumento de 23% no Cairo que aumentou a conectividade com os mercados europeus. Também a Nigéria (+14%), Gana (+8%) e Costa do Marfim (+1%) beneficiam de grandes diásporas na Europa e nos EUA que estão a ver os expatriados a regressarem aos países para visitarem amigos e familiares.

A ForwardKeys destaca ainda Cabo Verde como destino que está a atrair com sucesso visitantes de longa distância da Europa.

Olivier Ponti, vice-presidente de Insights da ForwardKeys, conclui que “com as restrições às viagens a serem levantadas em 2022, a conectividade restabelecida e a confiança do consumidor recuperada, a procura por viagens internacionais está a aumentar mais uma vez, marcando um afastamento da tendência de viagens domésticas que dominou em anos recentes”.

Por isso, diz que, “no terceiro trimestre deste ano, os turistas estão relativamente mais interessados em deixar a pandemia para trás com uma pausa relaxante na praia do que consumir cultura, cidades e passeios”.

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Certificado digital e teste negativo deixam de ser obrigatórios nos voos para Portugal

As companhias aéreas deixam de estar obrigadas a exigir aos passageiros, aquando do embarque de voos com destino ou escala em Portugal continental, à apresentação de comprovativo de realização de teste, Certificado Digital COVID UE ou de certificados de vacinação ou recuperação emitidos por países terceiros, aceites ou reconhecidos em Portugal.

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Os passageiros de voos com destino ou escala em Portugal deixam de ter de apresentar o certificado digital ou teste negativo à COVID, informou hoje a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC).

Em comunicado, a ANAC refere que, na sequência da entrada em vigor do despacho conjunto n.º 8022-D/2022, de 30 de junho, “as transportadoras aéreas deixam de estar obrigadas a exigir aos passageiros, aquando do embarque de voos com destino ou escala em Portugal continental”, a apresentação de comprovativo de realização de teste para despiste da infeção por Sars-CoV-2 com resultado negativo, de certificado digital covid UE ou de certificados de vacinação ou recuperação emitidos por países terceiros, aceites ou reconhecidos em Portugal.

“Com a entrada em vigor deste novo regime as transportadoras áreas e os passageiros deixam de estar sujeitos às medidas restritivas, aplicáveis em matéria de tráfego aéreo, no âmbito do combate à pandemia provocada pelo vírus Sars-CoV-2, que duraram até 30 de junho de 2022”, refere.

O despacho n.º 8022-D/2022, publicado na quinta-feira, 30 de junho, em Diário da República, revoga o despacho n.º 4829-A/2022, de 22 de abril, que determinava “as medidas aplicáveis em matéria de tráfego aéreo, aeroportos, fronteiras marítimas e fluviais e define os termos e requisitos do respetivo sistema de verificação, bem como a supervisão do seu funcionamento”.

Segundo se lê no diploma que entrou em vigor, “a situação epidemiológica vivida em Portugal na sequência da pandemia da doença COVID-19 tem-se mantido relativamente estável, resultado da elevada cobertura vacinal, da emergência de novos fármacos para a doença grave e de um maior conhecimento sobre a infeção”.

Adicionalmente, “também no contexto internacional, nomeadamente no quadro da União Europeia, a evolução da situação epidemiológica deixou de justificar a adoção de medidas excecionais em matéria de tráfego aéreo, aeroportos e fronteiras marítimas e fluviais”.

A ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, tinha anunciado na conferência de imprensa realizada após o último Conselho de Ministros, que o período de isolamento por COVID-19 iria passar de sete para cinco dias e que deixaria de ser exigido o certificado digital para entrar no país.

“Fora estas duas alterações, a passagem de sete para cinco dias e deixar de ser exigido certificado em viagens, as regras permanecem as mesmas, com a indicação de uso de máscara nos transportes públicos e com a recomendação de utilização de máscara quando estamos em contacto com pessoas mais vulneráveis, quando temos sintomas ou quando sabemos que tivemos um contacto de maior risco”, precisou.

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High-touch e alta tecnologia: Como as marcas de hospitalidade podem ter ambos

Numa altura em que as viagens são mais recorrentes, a Adyen dá vários conselhos para que a indústria hoteleira consiga responder às expectivas dos hóspedes, mantendo abordagem única do high-touch

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Após anos de viagens limitadas, os hotéis e as marcas de hospitalidade estão mais do que prontos para receber os hóspedes de volta. E, por sua vez, os hóspedes estão mais do que prontos para regressar: 64% sentem tanta falta de viajar e estão dispostos a desistir das redes sociais durante um mês inteiro para irem de férias em segurança.

A palavra-chave é “em segurança”. Os hóspedes têm expectativas elevadas de como deveria ser a sua estadia num mundo a recuperar da COVID – desde pagamentos contactless, a reservas móveis e quiosques de pagamento.

Mas, será que a alta tecnologia e o high-touch podem trabalhar em conjunto para proporcionar uma experiência verdadeiramente cinco estrelas num cenário de luxo? Mark Rademaker, Global Head of Hospitality da Adyen, e Marco Trecroce, SVP & CIO do grupo Four Seasons, acreditam que sim. Quando bem feito, os hóteis de luxo podem responder à evolução das expectativas dos hóspedes, mantendo a sua abordagem única de high-touch. Eis como:

À medida que o mundo volta a abrir, a aceleração digital é fundamental

Entre restrições de viagem e preocupações de saúde pública, a maioria das pessoas permaneceu perto de casa nos últimos anos. O resultado foi um declínio anual sem precedentes no total das despesas de viagem. Compreensivelmente, muitos hotéis tiveram de despedir colaboradores para poupar nos custos.

Agora que o mundo está a voltar a abrir, vemos um aumento de viagens, o que representa uma oprtunidade enorme para o setor. No entanto, também se pode revelar um desafio já que as marcas têm de estar prontas para a carga que isso irá colocar nos seus sitemas, pessoas, tecnologia e instalações.

Com a COVID existem múltiplas conversas sobre como ir mais depressa, acelerar mais rápido, como aproveitar a oportunidade para ajudar os nossos hotéis a prepararem-se,” refere Marco Trecroce. “Porque os nossos hóspedes querem mais interações digitais, mais experiências contactless, diferentes tipos de experiências, e isso está agora a tornar-se o impulso para o nosso pensamento de como avançarmos. É muito desafiante quando os nossos hotéis estão fechados. Mas é um investimento que precisamos de fazer em paralelo, por isso é muito estratégico.

As melhores viagens oferecem diferentes opções no mesmo hotel 

Não há duas viagens iguais, especialmente quando se trata de uma experiência de luxo. Alguns hóspedes preferem fazer uma reserva por telefone, outros querem reservar através de uma aplicação móvel. Ser intencional com as suas decisões tecnológicas, independentemente da mistura de canais que um hóspede utilize, é a forma como as marcas de hospitalidade podem integrar a tecnologia sem sacrificar a experiência high-touch.

O nosso chat é o melhor exemplo,” afima Marco Trecroce. “Começou com uma aplicação móvel, que agora se converteu em camadas de mensagens. A nossa funcionalidade de chat está traduzida em mais de 100 línguas e permite aos nossos convidados comunicar connosco de uma forma sem contacto e na sua língua local. É uma das formas de disponibilizar alta tecnologia e high-touch. A tecnologia desempenha um papel crucial: complementar a experiência do hóspede,” adianta.

Quanto às tendências que a Adyen tem observado enquanto parceiro de pagamentos para marcas globais de hospitalidade, Mark Rademaker explica: “Temos presenciado uma mudança tão dramática na forma como os hotéis têm começado a ver as suas viagens de hóspedes. Se recuarmos até um pouco antes da pandemia, oferecer viagens diferentes no mesmo hotel não era algo que tivéssemos nas nossas conversas. Agora, é tão importante. Estamos realmente a ver que experiências com pouco contacto, como o check-in móvel, não se traduzem necessariamente em pouco luxo.

Os pagamentos estão agora integrados em todas as partes do negócio

Quando se trata de novas formas de pagamento, as marcas de hospitalidade tendem a preferir jogar pelo seguro antes de adotarem métodos de pagamento novos ou alternativos. A pandemia tem desafiado essa mentalidade ao tornar coisas como pagamentos contactless centrais para fazer negócios em segurança.

Mas, entregar isso aos hóspedes no back-end significa montar uma pilha de tecnologia de pagamentos que possa apoiar essas experiências sem descontinuidades no front-end. “O dilema neste momento é como apresentar métodos de pagamento a um hóspede que está do outro lado do mundo, que vai para um destino exótico nas suas férias, e que quer pagar com o seu método de pagamento preferido no local“, comenta Mark Rademaker.

Historicamente“, continua, “as limitações existiam porque os pagamentos no mundo hoteleiro têm sido bifurcados entre o mundo do comércio eletrónico e o ponto de venda. Quando isso começa a misturar-se, traz à tona estas novas oportunidades, onde se pode proporcionar a mesma experiência a esse hóspede durante todo o ciclo da sua estadia, desde o processo de reserva até à chegada ao local.

Ao investir em tecnologia é necessário deixar os convidados liderar o caminho

No final do dia, os hotéis estão no negócio de fazer as coisas certas para os seus hóspedes. A partir daí, e usando isso como bússola para ajudar a tomar as melhores decisões para o seu negócio, os seus hóspedes irão percorrer um longo caminho para proporcionar uma experiência de cinco estrelas.

Em última análise, este negócio foca-se na condução da tecnologia disponível na sua unidade hoteleira, os seus pagamentos, por exemplo, para ajudar a que o hóspede tenha a melhor experiência possível”, afirma Mark Rademaker. “Os hotéis vivem muito no aqui e agora, naquilo que querem alcançar hoje. No entanto, o como chegar ao próximo passo, à prova futura, é igualmente importante.”

 

 

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