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Sindicato alerta para “saída massiva de pilotos” se a TAP não rever termos do acordo de emergência

Sindicato que representa os pilotos da companhia aérea de bandeira nacional teme que as “melhores condições laborais oferecidas por outras companhias” levem os pilotos a abandonar a TAP.

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Sindicato alerta para “saída massiva de pilotos” se a TAP não rever termos do acordo de emergência

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A TAP pode vir a enfrentar uma “saída massiva de pilotos” se os termos do acordo de emergência não forem revistos, com o SPAC – Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil a alertar para as “melhores condições laborais oferecidas por outras companhias”, que podem levar os pilotos a abandonar a companhia aérea nacional.

“A principal preocupação do SPAC, no atual cenário de recuperação do mercado, é a potencial falta de pilotos para assegurar a operação do dia-a-dia no futuro próximo da TAP. Além dos despedimentos e saídas voluntárias, torna-se imperativo rever os termos do acordo de emergência que permitiu encarar o pior período da história recente da Aviação Comercial, mas que também tornou a TAP pouco atrativa face ao panorama internacional. Este cenário pode levar à saída massiva de pilotos, motivada pelas melhores condições laborais oferecidas por outras companhias”, indica o sindicato, em comunicado.

No comunicado divulgado, o SPAC, que esta quarta-feira, 5 de janeiro, participou numa reunião, promovida pelo ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, com representantes dos sindicatos do universo TAP e na qual esteve também presente Christine Ourmières-Widener, CEO da TAP, no âmbito da recente aprovação do plano de reestruturação da TAP em Bruxelas, destaca a atitude dos pilotos no processo de recuperação da companhia, que diz o sindicato, “se pautou e sempre se irá pautar como uma parte da solução para a viabilização da transportadora aérea nacional”.

O SPAC mostra-se também preocupado com o “cancelamento de inúmeros voos da TAP nas últimas semanas, com graves prejuízos para a empresa, para os seus clientes e para a economia e imagem do país”, uma vez que “estes cancelamentos refletem o desajuste do quadro de tripulantes de cabine face à necessidade operacional”.

“Teme o SPAC, a breve trecho, a transposição dessa realidade para o quadro de pilotos pela tendência de retoma verificada no mercado”, refere ainda o sindicato que, além dos pilotos da TAP, representa também pilotos de todas as companhias aéreas com base em Portugal, bem como associados noutros mercados internacionais.

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Turkish Airlines conta lançar voos sem escalas para a Austrália em 2026 ou 2027

Os voos sem escalas desde Istambul para a Austrália devem ter uma duração de 17 horas e, devido aos testes que a Turkish Airlines ainda está a realizar, não é expectável que arranquem antes de 2026 ou 2027.

A Turkish Airlines pretende abrir voos sem escalas entre Istambul, na Turquia, e Sydney e Melbourne, na Austrália, numa operação que, segundo Ahmet Bolat, presidente da Turkish Airlines, poderá arrancar em 2026 ou 2027, uma vez que a companhia aérea turca está ainda a estudar o tipo de aparelho a usar nesta rota.

“A Austrália é o último continente para o qual a Turkish Airlines não voa”, recordou o responsável, durante a reunião geral anual da IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, que decorreu em Doha, no Qatar.

De acordo com Ahmet Bolat, a rota entre Istambul e a Austrália poderá vir a ser realizada num avião A350-1000XWB ou Boeing 777X, em vez dos A340-500s ou 777-200LRs que, acrescenta o responsável, acarretam maiores custos com o combustível.

“Os nossos estudos mostram uma grande perda (financeira) com essas aeronaves, especialmente com os altos preços atuais do combustível”, afirmou o presidente da Turkish Airlines, explicando que, por isso, a companhia aérea deve “optar por uma versão adicional, o A350-1000XWB, para serviços de ultralonga distância de Istambul a Sydney e Melbourne”.

Os voos sem escalas desde Istambul para a Austrália devem ter uma duração de 17 horas e, devido aos testes que a Turkish Airlines ainda está a realizar, não é expectável que arranquem antes de 2026 ou 2027.

Até à chegada dos voos sem escalas, a Turkish Airlines vai manter os acordos de codeshare que já disponibiliza nos voos para a Austrália e está em conversações com outros parceiros para alargar a oferta

“Com a frota existente, não podemos fazer voos sem escalas. Estamos a conversar com os nossos parceiros de codeshare porque é mais confortável operar a Austrália com a mesma aeronave”, concluiu o responsável.

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KLM reembolsa empréstimo do Governo neerlandês

Com este pagamento, a KLM reembolsa a totalidade dos empréstimos contraídos junto do Governo neerlandês e bancos, no valor de 942 milhões de euros. A companhia refere, contudo, que tem ainda á disposição uma linha de crédito futuro de 2,4 mil milhões de euros.

A KLM Royal Dutch Airlines anunciou o pagamento de 277 milhões de euros relativamente ao empréstimo contraído junto do Governo neerlandês e bancos, em 2020, por causa da pandemia da COVID-19.

A companhia de bandeira dos Países Baixos contraiu um total de 942 milhões de euros de uma linha de crédito que ascendeu aos 3,4 mil milhões de euros.

Com este pagamento, a KLM conclui o pagamento de todos os empréstimos contraídos. Em três etapas, a KLM já tinha pago 311 milhões de euros aos bancos a 3 de maio e outros 354 milhões de euros a 3 de junho, correspondendo ao pagamento da quantia total em empréstimos bancários de 665 milhões de euros. Ao reembolsar agora os restantes 277 milhões de euros, a KLM também resgatou a parte do empréstimo emitida pelo Governo neerlandês.

Vários fatores, incluindo “a saída de 6.000 funcionários da KLM, uma forte redução nos custos, a remoção das restrições de viagem e a crescente procura por passagens aéreas permitiram à KLM reembolsar os empréstimos contraídos, refere a companhia.

Apesar da recente recuperação do setor da aviação, o futuro próximo permanece “incerto” devido a fatores como a “alta taxa de inflação, custos crescentes, presença constante da COVID-19 em todo o mundo e volatilidades geopolíticas como a guerra na Ucrânia”, salienta a companhia.

Como resultado, a KLM decidiu manter o acesso ao crédito futuro sendo que, após o reembolso do empréstimo, “a KLM continuará a ter à sua disposição uma linha de crédito de 2,4 mil milhões de euros (723 milhões de euros de empréstimos governamentais e 1,735 mil milhões de euros dos bancos), permitindo-lhe fazer uso das opções de financiamento existentes”, refere a companhia.

A KLM conclui, no entanto, que as previsões atuais mostram que a companhia dispõe de “recursos financeiros suficientes para os próximos anos”.

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TAAG já voa para Madrid

As ligações aéreas decorrem às quintas-feiras e domingos, no sentido Luanda-Madrid, enquanto em sentido contrário há voos às segundas e sextas-feiras. Os voos são realizados num avião Boeing 777-300ER, com capacidade para 293 passageiros.

A TAAG – Linhas Aéreas de Angola abriu segunda-feira, 27 de junho, a nova rota que passou a ligar Luanda à capital espanhola, numa operação que conta com dois voos por semana e que, segundo Eduardo Fairen, CEO da companhia aérea angolana, “representa a vontade da TAAG em promover uma maior ligação entre África e a Europa”.

“Esta nova rota Luanda-Madrid-Luanda representa a vontade da TAAG em promover uma maior ligação entre África e a Europa. Estamos focados em aumentar a nossa rede de destinos e a oferecer aos nossos clientes o melhor serviço possível. Estamos entusiasmados com o acordo com a IBERIA que permite que cada companhia possa incorporar a rede do parceiro na sua oferta de destinos, e proporcionar às famílias e ao segmento corporativo mais opções de viagens a partir do nosso hub de Luanda para a Europa, via Madrid”, congratula-se o CEO da TAAG.

Os voos para Madrid são realizados em aviões m Boeing 777-300ER, com capacidade para 293 passageiros, incluindo 12 na classe business plus, 56 lugares na classe standard business e 225 lugares na classe económica.

As ligações aéreas decorrem às quintas-feiras e domingos no sentido Luanda-Madrid, partindo de Luanda pelas 21h00 para chegar a Madrid às 05h15 (+1), enquanto no sentido contrário os voos são às segundas e sextas-feiras, com saída da capital espanhola pelas 23h55, enquanto a chegada a Luanda está prevista para as 06h25 (+1).

Nesta operação, a TAAG estabeleceu um acordo de codeshare e interline com a Iberia, o que permite que os passageiros oriundos de Luanda possam, através de um bilhete único, pago em Kwanzas, chegar a Madrid como destino final ou escala para um voo de ligação (operado pela IBERIA) para diversas cidades em Espanha e na Europa, incluindo o Porto.

“Os passageiros beneficiam de mais destinos para fins de turismo bem como, os empresários interessados em conhecer e investir em Angola e demais geografias cobertas pela TAAG (vice-versa) passam a ter múltiplas possibilidades de ligação Europa-África-América latina”, sublinha ainda a TAAG.

O voo inaugural da TAAG para Madrid contou com uma delegação composta por entidades governamentais de Angola e Espanha, incluindo a administração da TAAG, representantes do tecido empresarial e os primeiros passageiros regulares.

O início dos voos foi ainda assinalado já em Madrid, com um evento comemorativo com entretenimento cultural típico de Angola e de Espanha que juntou vários stakeholders, com destaque para a presença do Embaixador de Angola em Espanha, José Luís de Matos Agostinho, e do Embaixador do Reino de Espanha em Angola, Manuel Lejarreta.

 

 

 

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Operação de verão da British Airways para os Açores arranca sábado

A operação sazonal da British Airways, que liga o aeroporto de London Heathrow e Ponta Delgada, nos Açores, conta com um voo por semana, aos sábados, até ao final do verão.

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A British Airways começa este sábado, 2 de julho, a operação de verão entre o aeroporto de London Heathrow e Ponta Delgada, nos Açores, e que conta com um voo por semana, aos sábados, até ao final do verão.

“Tendo sempre em vista a promoção do destino, o alargamento de acessibilidades e a captação de novas rotas, esta é mais uma conquista da Associação de Turismo dos Açores (ATA) que visa contribuir para o sucesso inequívoco da retoma do setor na Região Autónoma dos Açores”, sublinha a associação, num comunicado divulgado esta quinta-feira, 30 de junho.

No total, a British Airways vai realizar 10 voos para Ponta Delgada este verão, ligações aéreas que vão ser operadas num avião Airbus A320-NEO, com 180 lugares, o que totaliza 1.800 lugares disponibilizados no conjunto desta operação aérea sazonal.

“A presença da British Airways nos Açores no verão 2022 demonstra o trabalho de consolidação da promoção dos Açores que a ATA tem vindo a desenvolver, em particular no Reino Unido. É uma grande oportunidade para o setor do turismo dos Açores, na medida em que o Reino Unido é um importante mercado internacional emissor de turistas nos Açores e a British Airways uma das mais importantes companhias aéreas mundiais, com potencial para estimular novos segmentos de mercado”, congratula-se Carlos Morais, presidente da ATA.

Para estimular a procura pelos Açores, a ATA e a British Airways lançaram uma campanha de marketing conjunta que está atualmente em vigor, estando ainda previsto o desenvolvimento de várias ações promocionais por parte da associação e que vão decorrer em “parceria com os operadores turísticos do mercado do Reino Unido”.

Paralelamente, a ATA vai também promover a organização de “viagens educacionais com jornalistas, com vista ao necessário aumento da notoriedade do destino Açores naquele mercado”.

 

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Heathrow cancela 30 voos devido à falta de capacidade para dar resposta

Um dos maiores aeroportos da Europa e do mundo pediu a diversas companhias aéreas para cancelar cerca de 30 voos devido ao elevado número de passageiros, alegando incapacidade para dar uma resposta adequada.

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O aeroporto de Heathrow pediu às companhias aéreas para cancelarem cerca de 30 voos na manhã de quinta-feira, 30 de junho, alegando falta de capacidade para lidar com o fluxo de passageiros no aeroporto.

Segundo avança a imprensa britânica, milhares de passageiros foram afetados pela decisão do maior aeroporto do Reino Unido e um dos mais movimentados do mundo, com perdas de ligações e não tendo sido avisados previamente.

Um porta-voz de Heathrow admitiu que o aeroporto esperava um número “mais elevado de passageiros do que o esperado para a qual não temos capacidade para dar resposta, decidindo pedir às companhias aéreas para retirar 30 voos dos planos da manhã”.

Segundo o mesmo porta-voz, os responsáveis do aeroporto estão “a trabalhar para garantir que todos tenham uma jornada tranquila por Heathrow neste verão”, salientando que “o mais importante é garantir que todos os prestadores de serviços no aeroporto tenham recursos suficientes para responder à procura”.

Segundo as notícias, cerca de 98% dos voos a sair do aeroporto deverão ser operados em conformidade com os planos.

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Swiss aumenta frequências de voos no Porto para o verão

O aumento de frequências de Swiss no Porto vai ser apresentado na próxima segunda-feira, 4 de julho, numa conferência de imprensa com a participação de Julia Hillenbrand, diretora-geral do Lufthansa Group para a Europa Ocidental.

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A Swiss International Airlines vai aumentar o número de voos diretos operados à partida do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, novidade que vai ser apresentada na próxima segunda-feira, 4 de julho, numa conferência de imprensa a decorrer na cidade Invicta.

“A Swiss International Air Lines (SWISS), que pertence ao Lufthansa Group, vai expandir os seus serviços na cidade do Porto este verão, aumentando a frequência de voos diretos a partir do Aeroporto Francisco Sá Carneiro”, lê-se numa nota a autarquia, que não especifica, no entanto, o número de voos que a companhia aérea helvética vai passar a operar.

A conferência de imprensa para apresentar o aumento do número de frequências vai decorrer no Jardim Botânico do Porto, pelas 11h00, com a participação da vereadora com o Pelouro do Turismo e da Internacionalização da Câmara Municipal do Porto, Catarina Santos Cunha, e da diretora-geral do Lufthansa Group para a Europa Ocidental, Julia Hillenbrand.

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Primeiro-ministro revoga despacho sobre aeroporto e o que era já não é

Afinal, a decisão sobre as novas infraestruturas aeroportuárias para Lisboa, anunciadas por Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, voltou à estaca zero. O primeiro-ministro, António Costa, decidiu revogar o despacho publicado.

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O primeiro-ministro, António Costa, determinou esta quinta-feira, 30 de junho, a revogação do despacho publicado na quarta-feira, 29 de junho, sobre a solução aeroportuária para a região de Lisboa e reafirmou que quer uma negociação e consenso com a oposição sobre esta matéria.

“O primeiro-ministro determinou ao Ministério das Infraestruturas e da Habitação a revogação do despacho ontem [quarta-feira] publicado sobre o novo aeroporto da região de Lisboa”, lê-se num comunicado divulgado pelo gabinete de António Costa.

No comunicado, o primeiro-ministro “reafirma que a solução tem de ser negociada e consensualizada com a oposição, em particular com o principal partido da oposição e, em circunstância alguma, sem a devida informação previa ao Presidente da República”.

“Compete ao primeiro-ministro garantir a unidade, credibilidade e colegialidade da ação governativa. O primeiro-ministro procederá, assim que seja possível, à audição do líder do PSD que iniciará funções este fim de semana para definir o procedimento adequado a uma decisão nacional, política, técnica, ambiental e economicamente sustentada”, acrescenta-se no comunicado.

Recorde-se que na quarta-feira foi publicado em Diário da República um despacho assinado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Santos Mendes, sobre a “definição de procedimentos relativos ao desenvolvimento da avaliação ambiental estratégica do Plano de Ampliação da Capacidade Aeroportuária da Região de Lisboa”.

No despacho lê-se que “o Governo pretende avançar com a construção do aeroporto complementar do Montijo e planear imediatamente a construção de um novo aeroporto ‘stand alone’ no Campo de Tiro de Alcochete

“Os riscos de uma infraestrutura aeroportuária com duas pistas de grande extensão na península do Montijo não obter autorização ambiental para avançar são hoje avaliados como muito elevados. Por este motivo, o Governo deixou, pois, de equacionar a opção Montijo ‘stand alone’ como viável e, nesse sentido, merecedora de estudo aprofundado”, lê-se na exposição de motivos.

O secretário de Estado das Infraestruturas considera que, “excluída esta última opção, a única solução aeroportuária que responde à exigência de dotar o país e a região de Lisboa de uma infraestrutura aeroportuária moderna com capacidade de crescimento a longo prazo é a construção de um aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete”.

Na quarta-feira, Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, desdobrou-se em entrevistas, defendendo a solução apresentada para Montijo e Alcochete, não referindo, contudo, os moldes em que essas obras iriam decorrer e quem assumiria os custos das mesmas.

Certo é que Pedo Nuno Santos avançou que a nova solução aeroportuária para Lisboa passava pela construção de um novo aeroporto no Montijo até 2026 e por encerrar o aeroporto Humberto Delgado, quando estivesse concluído o de Alcochete, em 2035.

O primeiro-ministro, António Costa, tinha afirmado no parlamento, na semana passada, que aguardava a decisão do presidente eleito do PSD, Luís Montenegro, sobre a localização do novo aeroporto de Lisboa para que houvesse “consenso nacional suficiente” tendo em vista uma decisão “final e irreversível” sobre esta matéria.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou desconhecer os “contornos concretos” da nova solução aeroportuária do Governo para a região de Lisboa, observando que “foi ajustada agora”, e recusou comentá-la sem ter mais informação.

Do lado da oposição e dos respetivos partidos com representação parlamentar foram várias as críticas à decisão anunciada, com Luís Montenegro, presidente eleito do PSD, a salientar não ter sido “informado de nada” sobre os planos do Governo para o novo aeroporto.

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CTP diz que solução para o novo aeroporto “é boa”, mas só acredita “quando vir as máquinas no terreno”

Depois das notícias que dão conta não de um, mas dois aeroportos para a região de Lisboa, a CTP frisa que a decisão “só peca por tardia”.

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Depois de conhecida a informação relativamente à construção das novas infraestruturas aeroportuário para Lisboa, a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) vê “como muito positiva a solução do Governo sobre o novo aeroporto na região de Lisboa”.

Em comunicado, Francisco Calheiros, presidente da CTP, salienta que “a nossa persistência finalmente vingou”. No mesmo documento frisa que “esta é uma decisão que responde às exigências feitas pela CTP ao longo dos últimos anos e que só peca por tardia. É uma excelente notícia para o país e para os portugueses”.

A CTP pede agora que o processo seja “célere” e que se passe “das palavras aos atos”, pedindo que Portugal “não esteja mais meio século a falar sobre uma solução de um novo aeroporto”.

De acordo com Francisco Calheiros, “a solução anunciada é boa, mas agora esperamos para ver, porque só acredito quando vir as máquinas no terreno. Já andamos nisto há 50 anos e continuamos com o mesmo aeroporto, que como já se viu, e basta olhar para o que se passou em recentes fins de semana, está sem capacidade para fazer face à crescente procura de turistas”.

Recorde-se que a CTP irá revelar, brevemente, os resultados de um estudo que aponta para que o país esteja a perder milhares de milhões de euros pela não construção de um novo aeroporto em Lisboa. “São perdas de milhões de euros por cada dia em que o aeroporto não avança, atingindo toda a economia portuguesa”, conclui a CTP.

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ANA saúda solução “pragmática” para Portela e Montijo e refere Alcochete como “nova etapa”

Para a ANA – Aeroportos de Portugal fala numa “solução pragmática de investimento” para os aeroportos Humberto Delgado e Montijo e diz que irá definir com o “concedente” as condições de “desencadeamento e realização” da nova etapa sem referir Alcochete.

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Em comunicado, e depois das várias informações que vieram a público relativamente à decisão tomada pelo Governo para o “novo parque aeroportuário” para Lisboa, a ANA – Aeroportos de Portugal “saúda a decisão do Governo português que permitirá dar, a curto prazo, uma resposta viável e otimizada às necessidades de desenvolvimento aeroportuário da região de Lisboa, através de uma solução pragmática de investimento nos aeroportos Humberto Delgado e do Montijo”.

Segundo o grupo responsável pela gestão dos 10 aeroportos em Portugal, esta solução “permitirá obter a capacidade aeroportuária que o país necessita, da forma mais rápida e economicamente viável, com benefícios para a economia, o turismo, e a continuidade territorial portuguesa”.

Contudo, no comunicado enviado às redações, a ANA não refere uma única vez a localização Alcochete, referindo somente que toma “em consideração a vontade do concedente [Governo] enquadrar uma nova fase de desenvolvimento a longo prazo, e assumindo a saturação do sistema Lisboa-Montijo”.

Por isso, a ANA diz que irá, “no âmbito do seu contrato de concessão”, definir com o concedente as condições de “desencadeamento e realização dessa nova etapa”.

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Governo avança já com aeroporto complementar no Montijo e quer construir substituto da Portela em Alcochete

O Governo pretende avançar, já no início de 2023, com um aeroporto complementar à Portela no Montijo e construir um novo aeroporto de raiz, em Alcochete, que venha a substituir a atual infraestrutura em 2035.

Inês de Matos

O Governo vai avançar já com um aeroporto complementar à Portela no Montijo, que deverá contar apenas com uma pista de aviação, e pretende iniciar também para a construção de uma nova infraestrutura em Alcochete, que deverá entrar em funcionamento em 2035, substituindo o atual Aeroporto Humberto Delgado.

De acordo com a imprensa nacional, a decisão já estará tomada e, tal como avança o Observador, terá sido articulada com a ANA – Aeroportos de Portugal, ainda que seja necessário negociar o contrato de concessão com a empresa que gere os aeroportos nacionais para incluir a construção de um novo aeroporto, o que deverá acontecer no início de 2023.

O ECO diz mesmo que Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, que tem a tutela do aeroporto, já terá deixado cair o concurso de Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) ganho por um consórcio que tem uma empresa participada pelo Estado espanhol e vai lançar um novo para a construção imediata de uma infraestrutura complementar no Montijo e início dos trabalhos de um novo aeroporto de raiz em Alcochete para substituir a Portela no prazo de 10 a 15 anos.

O Observador diz também que a solução ainda vai ser objeto de avaliação ambiental estratégica por parte do LNEC, que deverá ser emitida até ao final do ano, mas estima que o aeroporto do Montijo só venha a estar pronto dentro de quatro anos, mas ainda dentro da atual legislatura.

O aeroporto do Montijo só deverá, no entanto, funcionar como aeroporto complementar à Portela enquanto Alcochete estiver a ser construído e de forma a resolver os problemas de capacidade da atual infraestrutura que, segundo o Expresso, deverá ser desmantelada quando o novo aeroporto de Alcochete entrar em funcionamento.

Até lá, acrescenta ainda o Observador, o objetivo é investir na Portela de forma a garantir uma maior fluidez na circulação dos aviões e reduzir os atrasos nos voos, não estando previstos investimentos no aumento da capacidade para passageiros.

 

 

 

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