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Portugueses vacinados podem voltar a entrar em Israel a partir de domingo

Desde que estejam vacinados, os portugueses podem voltar a entrar em Israel a partir de domingo, 09 de janeiro. Isto porque Portugal passa a integrar a lista laranja daquele país.

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A partir de domingo, dia 09, os portugueses vacinados podem voltar a entrar em Israel, isto porque Portugal passa a integrar os países da lista laranja da Terra Santa.

O Ministério da Saúde de Israel atualizou a lista dos países laranja e incluiu Portugal, pelo que, a partir de 09 de janeiro, os viajantes portugueses vacinados poderão entrar em Israel obedecendo a uma série de condições para garantir a segurança de todos.

Para viajar para Israel, as pessoas vacinadas contra a Covid-19 ou que certifiquem que foram recuperadas devem ser colocadas em quarentena até receberem o resultado de PCR negativo que será realizado na chegada ao aeroporto de Tel Aviv. Também será necessário apresentar outro teste negativo antes do voo para o país, indica a Oficina Nacional de Turismo, que cita o site oficial do Ministério israelita da Saúde.

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Bolieiro contra taxa turística regional

O presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, que recebeu em audiência, o presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Ponta Delgada (CCIPD), Mário Fortuna, manifestou a sua oposição à implementação de uma taxa turística regional.

Após reflexão conjunta com a Câmara de Comércio e Indústria de Ponta Delgada (CCIPD), a Associação da Hotelaria Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) e a Associação de Alojamento Local dos Açores (ALA), o Presidente do Governo Regional dos Açores, manifestou a sua oposição à implementação de uma taxa turística regional.

No encontro que manteve com o presidente da CCIPD, José Manuel Bolieiro sublinhou ainda a importância de manter a competência nos municípios da criação de taxas turísticas, considerando que esta matéria deve ser concretizada pelo poder local e alinhada com a competitividade territorial, avança notícia publicada na página oficial do Governo Regional.

“Esta matéria deve ser concretizada por via do poder local e da competitividade territorial. O Governo dos Açores é claro e objetivo, não considera oportuno nem adequado a criação de uma taxa turística regional”, frisa José Manuel Bolieiro, de acordo com a mesma notícia.

O Presidente do Governo reafirmou ainda o compromisso de trabalhar em conjunto com as entidades representativas do setor turístico e económico para promover o desenvolvimento sustentável dos Açores, sem onerar os visitantes ou comprometer a competitividade do destino.

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Living Tours lança experiências personalizadas em Portugal e Espanha

As experiências exclusivas da Living Tours para viajantes que procuram descobrir Portugal e Espanha são garantidas pela Living Private Tours, uma das mais recentes áreas de negócio especializadas do grupo.

A Living Tours anunciou o lançamento de experiências de viagens personalizadas e exclusivas para viajantes que procuram descobrir Portugal e Espanha de uma forma mais próxima e que são garantidas pela Living Private Tours, uma das mais recentes áreas de negócio especializadas do grupo.

“O investimento no segmento de experiências privadas resulta da cada vez mais exigente procura de mercado que coloca como prioridade a imersão completa na cultura e na história de cada destino. Em resposta, apresentámos uma solução que combina o conhecimento local com serviços de alta qualidade para criar itinerários selecionados e à medida das preferências individuais de cada cliente”, explica Rui Terroso, CEO e fundador da Living Tours.

Estas experiências personalizadas incluem desde passeios privados a experiências gastronómicas e procuram também promover o turismo sustentável e responsável de cada região.

A Living Tours explica que a experiência tailor-made está sobretudo voltada para os grandes pontos de atração turística nacionais, nomeadamente Porto, Região do Douro e Lisboa, ainda que esteja também disponível um pouco por todo o país.

A Norte, acrescenta a Living Tours, a proposta passa pela ligação à gastronomia e ao vinho com propostas que percorrem restaurantes com estrela Michelin e as paisagens das regiões de Peso da Régua, Pinhão e Sabrosa, enquanto a partir da capital portuguesa estão reservadas experiências ligadas à História e arquitetura, com passagens por Sintra, Cascais ou Óbidos, e até experiências a cavalo na Arrábida ou Comporta.

Em território espanhol, a Living Tours propõe ainda uma tríade de destinos, concretamente Barcelona, Madrid e Sevilha, onde existem opções para mergulhar na cultura e nos centros históricos de cada cidade durante um dia completo, seja a pé, de bicicleta ou com complemento de um cruzeiro.

Todo o portfólio de experiências da Living Tours pode ser consultado aqui, enquanto para a criação de itinerários customizados adicionais, está disponível o e-mail [email protected] ou o número de telefone +351 968 865 200.

 

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Comboio Histórico do Douro realiza 51 viagens entre junho e outubro

Na temporada 2024, ou seja, de junho a outubro, o Comboio Histórico do Douro vai realizar 51 viagens. A primeira aconteceu no sábado, dia 15 de junho, entre as estações da Régua e do Tua (ida e volta).

Trata-se de uma autêntica viagem no tempo com vista para a icónica paisagem do Douro, Património Mundial da UNESCO, num comboio da CP composto por uma locomotiva a vapor de 1925 e por cinco carruagens históricas construídas entre 1908 e 1934, que percorre os 36 quilómetros de distância entre as estações da Régua e do Tua (ida e volta, com paragem no Pinhão).

Nesta temporada 2024, e face ao crescente interesse e procura por esta experiência diferente e histórica, a CP – Comboios de Portugal decidiu aumentar o número de viagens realizadas. Ao todo, está prevista a realização de 51 circulações, entre os meses de junho e outubro, às quartas-feiras, sábados, domingos e também no feriado de 15 de agosto. A primeira viagem aconteceu a 15 de junho e a última será a 27 de outubro.

O Comboio Histórico do Douro, mais do que passageiros, transporta história, cultura e emoções, apostando no envolvimento da região, numa parceria com as autarquias de Alijó, Carrazeda de Ansiães e Peso da Régua, que pretende valorizar este território, promover os produtos locais e enriquecer o serviço de turismo ferroviário, tornando as viagens ainda mais atrativas, indica a CP em nota de imprensa.

O programa arranca na Régua, 30 minutos antes da partida, contando com uma oferta de um cálice de vinho do Porto – “Porto Ferreira”, águas e rebuçados da Régua, entre outros. Em cada viagem haverá animação regional a bordo, assim como doces típicos da região.

Haverá ainda, quer na ida quer no regresso, uma paragem na estação do Pinhão, onde os participantes têm a oportunidade de assistir ao abastecimento de água à locomotiva a vapor e podem também admirar os famosos painéis de azulejos que decoram as paredes da estação, assim como visitar uma “Wine House” e adquirir produtos típicos da região. Na estação do Tua, enquanto a locomotiva a vapor faz as manobras de inversão, há tempo para relaxar, admirar a paisagem e visitar o local.

Com lotação para 254 passageiros, a partida da Régua é às 15h30 com chegada ao Tua às 16h40 (com paragem no Pinhão). No regresso deixa o Tua às 17h08 para chegar à estação da Régua às 18h26 (com paragem no Pinhão). Os adultos pagam 54 euros e as crianças 28 euros. Há preços especiais para grupos.

 

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Açores: “Shuttle” de acesso à Lagoa do Fogo retoma atividade

O “shuttle” de acesso ao miradouro da Lagoa do Fogo, na ilha de São Miguel (Açores) retomou a sua atividade este sábado, dia 15 de junho, devendo prolongar-se até 30 de setembro. Em 2023, cerca de 50 mil pessoas utilizaram este serviço para visitar aquele local turístico.

Este serviço, implementado pelo Governo dos Açores, através da Secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, surgiu em 2023 com o objetivo de disciplinar o acesso de viaturas ao miradouro da Lagoa do Fogo, que tem vindo a sofrer um aumento muito significativo devido ao incremento do fluxo de turistas. É gratuito para os residentes na região.

Assim, durante a temporada, de acordo com notícia avançada no portal oficial do Governo Regional, a circulação na estrada que liga a Caldeira Velha (Ribeira Grande) à Casa da Água (Lagoa) será condicionada a não-residentes e a todos os veículos. A exceção vai para empresas de animação turística, agências de viagens, táxis e residentes nos Açores.

De referir que o percurso integrado neste serviço contempla 14 km entre os estacionamentos da Caldeira Velha e da Casa da Água e funciona todos os dias, das 09h00 às 19h00, incluindo feriados.

Este ano, procedeu-se a um reajustamento para garantir maior frequência de viagens e reduzir o tempo de espera. São quatro os autocarros a servir as linhas Vermelha e Verde e cinco os pontos de paragem turística, sendo que os passageiros com o mesmo bilhete podem decidir fazer um ou ambos os itinerários, sair do autocarro numa das paragens e retomar o percurso quando o desejarem.

Os bilhetes para o “shuttle”, que têm um custo de 5 euros para não residentes a partir dos seis anos de idade, podem ser adquiridos online, em https://lagoadofogo.pt, e nos empreendimentos turísticos de São Miguel que aderirem ao respetivo sistema de venda.

No primeiro ano de implementação, cerca de 50 mil pessoas utilizaram este serviço para visitar aquele local turístico. Neste sentido, Berta Cabral, secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas realça que “este número demonstra o sucesso da medida e a adequação da solução para ordenar os fluxos turísticos e disciplinar a visitação de uma das mais emblemáticas atrações dos Açores”.

A governante, citada pela mesma fonte aponta que, um serviço desta natureza “tem a finalidade de responder ao desenvolvimento do setor do turismo, respeitando um dos nossos maiores ativos naturais”.

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ERT Alentejo e Ribatejo reforça promoção da rede de áreas de serviço para autocaravanas

Com 19 áreas de serviço para autocaravanas em pleno funcionamento – 11 em municípios alentejanos e 4 em concelhos do Ribatejo – a Entidade Regional de Turismo (ERT) vai intensificar a promoção desta rede de infraestruturas com um conjunto de ações de divulgação que visam atrair, ao território, mais amantes desta modalidade.

A iniciativa de promoção arranca no dia 20 deste mês, com a realização do 3º Encontro Life Campers Alentejo-Ribatejo Spots que, promovido pelo ACP Autocaravanismo, e apoiado pela ERT, vai passar pelos concelhos de Moura, Almodôvar e Odemira, ao longo de quatro dias.

Durante a ação, os visitantes das 15 autocaravanas, terão oportunidade de visitar a Estação Náutica de Moura Alqueva e vários pontos de interesse turístico da cidade, como a Mouraria/Casa dos Poços, o castelo, a Igreja de São João Baptista e a exposição Moura Arqueológica. Já no município de Almodôvar, o programa prevê visitas ao Museu Severo Portela, MESA, ao Fórum Cultural, à Igreja Matriz de Santo Ildefonso, ao Sítio Arqueológico Das Mesas do Castelinho, ao Museu Arqueológico e Etnográfico Manuel Vicente Guerreiro, Santo Amaro e ao Parque de Caravanismo. Em Odemira, os participantes vão conhecer a Albufeira de Santa Clara, a ponte D. Maria, o Espaço Moagem em Sabóia, o Centro Cycling Portugal e a zona ribeirinha.

No dia 22 de junho será inaugurada a 20ª área de serviço para autocaravanas do território que, instalada em Borba, acrescenta mais 12 lugares aos 213 já existentes em 19 outros concelhos.

Já no último trimestre do ano, será realizado um roadshow em autocaravana pelas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, assim como, pela área de influência da ERT, com o objetivo de divulgar a rede e, simultaneamente, sensibilizar as comunidades e seus visitantes para a os benefícios da utilização destas novas, qualificadas e seguras infraestruturas.

“Os resultados dos primeiros dois encontros Life Campers Alentejo-Ribatejo Spots foram bastante positivos e confirmaram que o autocaravanismo é um segmento de mercado com forte potencial de crescimento no nosso território”, confirma José Manuel Santos, presidente da ERT, avançando que “existem todas as condições para que se consolide, daí a nossa aposta na intensificação das ações de promoção deste produto turístico”.

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Proveitos do alojamento turístico crescem menos em abril

Os proveitos do alojamento turístico voltaram a crescer em abril, ainda que a um ritmo mais baixo do que vinha a acontecer, o que, segundo o INE, se deve ao facto de, este ano, a Páscoa se ter assinalado em março, motivando a desaceleração das dormidas de residentes no quarto mês do ano.

Inês de Matos

Os proveitos do alojamento turístico voltaram a crescer em abril, ainda que a um ritmo mais baixo do que vinha a acontecer, confirmam os dados revelados esta sexta-feira, 14 de junho, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Segundo os dados do INE, em abril, os proveitos totais do alojamento turístico somaram 508,8 milhões de euros, o que traduz um crescimento de 3,4% face a abril de 2023, enquanto os proveitos de aposento chegaram aos 383,7 milhões de euros, apresentando uma subida de 2,8% comparativamente a abril do ano passado.

O comunicado do INE que acompanha os números diz que, “após dois meses em aceleração, o crescimento dos proveitos totais e de aposento abrandou” em abril, já que, em março, se tinham registado aumentos a dois dígitos em ambos os indicadores, com os proveitos totais a apresentarem uma subida de 20,1%, enquanto os proveitos por aposento tinham crescido 21,1%.

No entanto, é preciso lembrar que, este ano, a Páscoa se assinalou ainda em março, enquanto em 2023 tinha sido festejada no mês de abril, o que pode ajudar a explicar as descidas nos proveitos e também nos hóspedes e dormidas, já que, em abril, foram contabilizados 2,6 milhões de hóspedes, menos 3,6% face a abril do ano passado, e 6,6 milhões de dormidas, decréscimo de 4,2% face a mês homólogo de 2023.

“Importa assinalar que estes resultados foram influenciados pela estrutura móvel do calendário, ou seja, pelo efeito do período de férias associado à Páscoa, que no ano anterior se concentrou em abril, enquanto este ano se repartiu entre março e abril”, alerta o INE, na informação divulgada.

Por regiões, o INE diz que foi a Grande Lisboa que mais contribuiu para a globalidade dos proveitos, representando 34,0% dos proveitos totais e 36,4% dos proveitos de aposento, seguindo-se o Algarve, que representou 21,9% e 20,0%, respetivamente, enquanto o Norte ficou na terceira posição, concentrando 16,4% dos proveitos totais e
17,0% dos proveitos de aposento.

Os dados de abril também trouxeram notícias negativas, uma vez que, assinala o INE, “depois de mais de 3 anos sem registo de variações negativas, os proveitos totais e de aposento apresentaram decréscimos em algumas regiões”, com destaque para o Alentejo, onde estes indicadores caíram 6,4% nos proveitos totais e 6,6% nos de aposento, e também para o Algarve, onde as descidas foram de 6,1% e 4,4%, pela mesma ordem.

Já os maiores aumentos ocorreram na RA Açores, onde os proveitos totais aumentaram 15,3% e os proveitos de aposento subiram 18,2%, seguindo-se a RA Madeira, com subidas de 11,6% e 10,6%, respetivamente, enquanto o Oeste e Vale do Tejo registou aumentos de 10,2% e 6,4%, pela mesma ordem.

Os dados do INE dizem ainda que os três segmentos de alojamento apresentaram subidas nos proveitos em abril, com a hotelaria a apresentar aumentos de 3,1% e 2,6% nos proveitos totais e de aposento, respetivamente, tendo sido este o segmento que mais proveitos concentrou, representando 86,9% e 85,1% dos proveitos totais e de aposento.

Já as unidades de alojamento local, que representaram 9,4% e 11,2% dos proveitos totais e de aposento, respetivamente, tiveram aumentos de 6,7% e 5,3%, enquanto o turismo no espaço rural e de habitação, que concentrou 3,7% dos proveitos totais e 3,8% dos de
aposento, registou aumentos de 2,9% e 1,3%, respetivamente.

Em abril, rendimento médio por quarto disponível  – RevPAR – atingiu os 62,7 euros, o que representa um decréscimo em termos homólogos de 0,5% e que se segue à subida de 14,5% que este indicador tinha registado em março.

Por regiões, voltou a ser na Grande Lisboa que o RevPAR apresentou o valor mais elevado, atingindo os 111,7 euros, seguindo-se a RA Madeira, onde o rendimento médio por quarto disponível foi de 81,6 euros.

Ainda assim, os maiores crescimentos do RevPAR ocorreram nas Regiões Autónomas da Madeira (+9,3%) e dos Açores (+6,2%), enquanto os maiores decréscimos se verificaram no Centro (-7,7%) e no Alentejo (-7,2%).

“Em abril, este indicador cresceu 0,8% na hotelaria (+15,9% em março). No alojamento local e no turismo no espaço rural e de habitação, registaram-se decréscimos de, respetivamente, 4,5% e 3,4% (+5,4% e +33,7%, em março, pela mesma ordem)”, acrescenta o INE.

Já o rendimento médio por quarto ocupado (ADR), chegou aos 109,3 euros no conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o que traduz um aumento de 4,3% e que se segue à subida de 11,4% em março que tinha sido apurada em março.

A Grande Lisboa voltou a destacar-se com o valor mais elevado de ADR, que chegou aos 148,9 euros, seguida do Alentejo (106,2 euros) e da RA Madeira (104,5 euros),  com o INE a realçar que “todas as regiões registaram crescimentos neste indicador”, sendo a
Península de Setúbal a única exceção, com uma descida de 3,3%. Já os maiores aumentos no ADR ocorreram nas Regiões Autónomas dos Açores (+8,7%) e da Madeira (+8,1%).

Em abril, o ADR cresceu ainda 4,3% na hotelaria, depois de ter subido 12,1% em março, e 3,4% no alojamento local, que também tinha registado uma subida superior em março, que chegou aos 5,2%. Já o  turismo no espaço rural e de habitação apresentou um crescimento de 10,7%, mais próximo da subida de 15,7% registada em março.

O INE diz ainda que 61,8% das dormidas de abril se concentraram em 10 municípios nacionais, com destaque para Lisboa, que  concentrou 20,9% do total de dormidas, atingindo 1,4 milhões, num aumento de 1,0%.

Na capital, as dormidas de residentes cresceram 2,4%, com o INE a considerar que este resultado contraria “a trajetória de decréscimo dos últimos três meses”, ainda que as dormidas de não residentes tenham apresentado um crescimento mais modesto de 0,7%.

“Entre os principais, Lisboa foi o único município em que as dormidas de residentes evoluíram mais favoravelmente do que as dormidas de não residentes. Este município concentrou cerca de ¼ do total de dormidas de não residentes em abril”, destaca o INE, que refere também que “Albufeira foi o segundo município em que se registaram mais dormidas”, num total de 645,7 mil dormidas, ainda que tenha sido também aquele que registou o decréscimo mais expressivo, com uma descida de 13,5%.

“Para este decréscimo contribuíram as evoluções negativas das dormidas de residentes (-25,3%) e de não residentes (-10,8%)”, acrescenta o INE, que diz que, no Porto, as dormidas chegaram às 533,4 mil, numa descida de 0,5%, enquanto no Funchal foram contabilizadas 526,6 mil dormidas, depois de uma diminuição de 0,1%.

O INE destaca ainda, entre os 10 principais municípios, Ponta Delgada com a cidade que obteve o maior crescimento (+7,3%), para o qual contribuíram as evoluções positivas das dormidas de residentes (+0,9%) e, sobretudo, as de não residentes (+13,3%), “contrariando a trajetória do total das dormidas em Portugal em ambos os mercados”.

Dormidas de não residentes ditam maiores proveitos no acumulado

Contudo, o INE diz que, no acumulado desde o início do ano, foram registadas subidas de 10,6% nos proveitos totais e de 10,3% nos de aposento, somando 1,4 mil milhões de euros e 1,1 mil milhões de euros, respetivamente, o que se deveu ao aumento das dormidas dos não residentes, que aumentaram 5,4%, enquanto as dos residentes caíram 1,7% face a período homólogo de 2023.

Nos primeiros quatro meses do ano, as dormidas nos alojamento turísticos nacionais subiram 3,2%, ultrapassando os 20 milhões de dormidas, com destaque para as dormidas dos não residentes que somaram mais de 14 milhões, enquanto os residentes foram responsáveis por 5,9 milhões de dormidas.

No período acumulado de janeiro a abril de 2024, o RevPAR das unidades de alojamento turístico nacionais atingiu os 45,8 euros, o que traduz uma subida de 4,9% face a período homólogo do ano passado, enquanto o ADR chegou aos 95,4 euros, crescendo 6,7% face aos primeiros quatro meses de 2023.

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“Community Conscious Travel” é nova campanha global do WTTC

“Community Conscious Travel” é a mais recente campanha global do WTTC para aumentar a conscientização e inspirar ações para proteger o delicado equilíbrio entre a qualidade de vida dos residentes, a experiência do viajante e o meio ambiente dos destinos que amamos.

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“Juntos, pretendemos ajudar a garantir que as comunidades compreendem o impacto social positivo que as viagens e turismo podem ter e aproveitar esse poder para prosperar e crescer de forma sustentável”, destaca o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC).

Esta campanha mundial pretende educar os viajantes sobre como podem beneficiar de uma experiência mais autêntica fazendo pequenas mudanças, como viajar na temporada baixa, ao mesmo tempo que lembra o impacto social genuinamente positivo que as viagens e turismo responsáveis ​​podem ter nas comunidades, na cultura e no património, quando bem feitas.

O “Community Conscious Travel” mostra, por outro lado, como a colaboração entre os sectores público e privado pode levar a mudanças positivas, e apelando ao sector em geral para que partilhe conhecimentos e soluções replicáveis.

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Plataforma social e de viagens para 50+ chega a Portugal

Chama-se Freebird Club, um clube social de viagens e de intercâmbio cultural dedicada a pessoas com mais de 50 anos, e já aterrou no mercado português.

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Fundada na Irlanda, a plataforma proporciona aos seus membros a oportunidade de viajar, conhecer pessoas novas e desfrutar de experiências sociais enriquecedoras, através de viagens. Com a chegada a Portugal, pretende promover ainda mais a inclusão social e digital dos adultos mais velhos, criando uma comunidade genuína, diversificada e inclusiva.

A história do Freebird Club remonta a 2014, na Irlanda, quando Peter Mangan começou a alugar a sua casa de campo a viajantes de várias partes do mundo, deixando os hóspedes aos cuidados do seu pai reformado, Owen. Com o aumento de visitantes da mesma faixa etária, Owen começou a organizar jantares e noites animadas nos “pubs” locais, passeios turísticos e jogos de golfe. Estes encontros fomentaram amizades internacionais e inspiraram Peter a criar uma plataforma que replicasse estas experiências em larga escala, e assim, nasceu o Freebird Club.

Trata-se de uma comunidade social onde pessoas mais velhas, com espírito jovem, podem conectar-se, planear viagens conjuntas, organizar encontros, reservar estadias em casas de família e participar em eventos sociais e culturais.

Peter Mangan, CEO e fundador do Freebird Club explica que “à medida que as pessoas envelhecem, é frequente sentirem-se mais isoladas, com oportunidades de viagem limitadas ou com restrições financeiras. Muitas gostariam de viajar, mas não têm oportunidade de o fazer, talvez porque não têm alguém com quem ir, ou a confiança necessária para irem sozinhas. Ao prestarmos os nossos serviços a este grupo etário, pretendemos responder a estes desafios e proporcionar um ambiente de apoio onde estes adultos possam explorar o seu lado mais jovem, realizar as suas aspirações de viagem e, mais importante ainda, criar novas amizades e ligações.”

Com o relançamento de uma nova versão da plataforma no verão de 2023, após a pandemia, o “Freebird 2.0” tem demonstrado uma forte adesão inicial e, nesta nova fase, pretende atrair e enriquecer a vida de muitos novos membros em Portugal, proporcionando um espaço onde as pessoas com mais de 50 anos que gostam de viajar podem partilhar histórias e experiências, explorar novos destinos e construir relações, tanto online como pessoalmente, dependendo da sua preferência.

Com o apoio financeiro da Fundação AGEAS, a plataforma espera criar um verdadeiro caso de sucesso em Portugal, oferecendo uma experiência segura, acolhedora e divertida aos “Freebirds” de perto e de longe.

Para se registar, basta aceder o website do Freebird Club, fornecer informações pessoais básicas, incluindo nome, e-mail, e confirmar que tem mais de 50 anos de idade, preencher o perfil pessoal com os interesses e preferências de viagem, seguir os passos para verificar a identidade (o que inclui o carregamento de um documento de identificação com fotografia), pagar uma taxa de adesão nominal, e guardar que o perfil seja revisto e aprovado. Uma vez aprovado, pode ligar-se e interagir com outros membros, partilhar dicas de viagem, organizar encontros e reservar estadias em casas de família.

 

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Barcelona quer reunir líderes das cidades de todo o mundo para discutir turismo urbano

O presidente da Câmara de Barcelona, Jaume Collboni, quer promover, sob os auspícios do Turismo da ONU, um fórum especial para os líderes das cidades de todo o mundo para debater os principais temas relacionados com o turismo urbano e a necessidade de aumentar o envolvimento do setor privado.

Reunindo-se com Zurab Pololikashvili e com o ministro da Indústria e Turismo de Espanha, Jordi Hereu, à margem da 121ª sessão do Conselho Executivo do Turismo da ONU, o presidente da Câmara, Jaume Collboni, sublinhou a importância do turismo para Barcelona, ao mesmo tempo que delineou planos para gerir o crescimento do setor e potencialmente colocar limites à números de visitantes.

Jaume Collboni também estabeleceu planos para organizar um fórum especial para os líderes das cidades de todo o mundo se reunirem para debater os principais temas relacionados com o turismo urbano e a necessidade de aumentar o envolvimento do sector privado.

Reconhecendo a gestão do turismo urbano como um dos “desafios urgentes” o Turismo da ONU elogiou a liderança de Espanha no avanço do turismo sustentável, e de Barcelona por assumir a dianteira na definição de práticas de turismo urbano responsáveis ​​e inclusivas.

No mesmo encontro, também o ministro Hereu anunciou que o Governo de Espanha apresentará a sua Estratégia 2030 para o Turismo Sustentável na próxima reunião do Conselho Espanhol de Turismo, a realizar-se nas próximas semanas.

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Portugal desce um lugar mas continua a ser um dos países mais pacíficos do mundo

Segundo o Índice Global da Paz 2024, elaborado pelo Instituto de Economia e Paz, Portugal obteve 1.372 pontos e surge em sétimo lugar, num ranking que é liderado pela Islândia.

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Portugal desceu uma posição e é agora o sétimo país mais pacífico do mundo, segundo o Índice Global da Paz 2024, elaborado pelo Instituto de Economia e Paz e divulgado esta terça-feira, 11 de junho.

De acordo com este ranking, Portugal obteve 1.372 pontos, numa lista que é liderada pela Islândia (1.112 pontos), seguindo-se a Irlanda e a Áustria, enquanto no extremo oposto se encontram países como Afeganistão, o Iémen, a Síria, o Sudão do Sul e a República Democrática do Congo.

O ranking tem em conta 23 critérios qualitativos e quantitativos, que se encontram agrupados em três domínios-chave, nomeadamente Conflitos em curso, Segurança e Proteção e Militarização.

Segundo este índice, existem atualmente 56 conflitos a nível global, o maior número desde a II Guerra Mundial, o que coloca o mundo numa encruzilhada, pelo que, acrescenta o Instituto de Economia e Paz, “sem esforços concertados, existe o risco de um recrudescimento de grandes conflitos”.

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