Assine já
Distribuição

Travelplan com vendas antecipadas para verão nas Caraíbas

O operador turístico espanhol, Travelplan já disponibiliza no mercado português vendas antecipadas para férias de verão 2022 nas Caraíbas. Os destaques são República Dominicana, México e Cuba.

Carolina Morgado
Distribuição

Travelplan com vendas antecipadas para verão nas Caraíbas

O operador turístico espanhol, Travelplan já disponibiliza no mercado português vendas antecipadas para férias de verão 2022 nas Caraíbas. Os destaques são República Dominicana, México e Cuba.

Sobre o autor
Carolina Morgado
Artigos relacionados
Viajar Tours lança charter para Djerba na Páscoa
Homepage
Egotravel lança operações para Fuerteventura
Homepage
Solférias lança circuito por Macau e Hong Kong
Distribuição
Macau
Sporski quer duplicar negócio com expansão internacional
Distribuição

28, designadamente, para a República Dominicana (La Romana), México (Cancun) e Cuba, em voos diretos da Iberojet desde Lisboa.

Sete noites em La Romana, no Be Live Collection Canoa (cinco estrelas), na modalidade do tudo incluído, custam746 euros por pessoa em quarto duplo, enquanto para Cancún, no quatro estrelas Occidental Costa Cancún, as mesmas sete noites custam 1.043 euros e é também tudo incluído.

Já para Cuba, o operador turístico oferece um combinado (Havana mais Varadero) com três noites no quatro estrelas Tryp Habana Libre, em regime de alojamento e pequeno-almoço, mais quatro noites no quatro estrelas Be Live Experience Varadero no regime do tudo incluído, ao custo de 1.041 euros por pessoa, em alojamento duplo. Só Varadero, nesta unidade de quatro estrelas e em tudo incluído, sete noites ficam por 888 euros por pessoa.

No entanto, a Travelplan oferece ainda, ao mercado português, pacotes de férias para as Canárias com validade até 30 de abril de 2022, com voos diretos desde Lisboa.

O programa para Tenerife custa 523 euros por pessoa para o quatro estrelas Alexandre Hotel Troya, em sete noites e regime de meia pensão. Para Gran Canaria, o operador turístico sugere sete noites no quatro estrelas Abora Buenaventura By Lopesan Hotels, na modalidade de meia pensão, com o custo de 571 euros por pessoa em quarto duplo.

Mas há mais. Estão também à venda programas de inverno para as Caraíbas com validade até 30 de abril e partidas de Lisboa, via Madrid.

Sete noites em Punta Cana custam 1.015 euros em tudo incluído numa unidade hoteleira de cinco estrelas, em Cancún, num quatro estrelas o preço por pessoa é de 1.082 euros em tudo incluído. A programação para Cuba tem sempre duas opções: combinado Havana e Varadero ou só Varadero. No primeiro caso o preço é de 991 euros por pessoa, e no segundo, e porque está tudo incluído, o custo da viagem é de 962 euros.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Artigos relacionados
Transportes

Lufthansa reativa operação com A380 a partir do verão de 2023

Detendo ainda oito Airbus A380, depois de ter vendido seis aeronaves, a companhia aérea alemã pretende reativar voos com este “gigante” a partir do verão de 2023, encontrando-se a analisar os destinos para onde voará.

O grupo Lufthansa decidiu reativar a operação com os Airbus A380, respondendo assim à procura por parte dos clientes e ao atraso na entrega das aeronaves entretanto encomendadas.

A companhia espera regressar aos voos de longo curso com o A380 a partir do verão de 2023, encontrando-se, atualmente, a estudar quantas aeronaves irá reativar e quais os destinos para onde voará.

A Lufthansa ainda possui 14 Airbus A380, parqueados em Espanha e França, tendo vendido já seis unidades, restando ainda oito no portefólio.

Os membros do Conselho de Administração da Deutsche Lufthansa AG anunciaram, em carta conjunta aos clientes, que, no verão de 2023, espera ter “um sistema de transporte aéreo muito mais confiável em todo o mundo”, sendo essa uma das razões para “receber de volta” os passageiros a bordo dos Airbus A380 que, segundo a companhia “gozam de grande popularidade”.

Além disso, a companhia está a fortalecer e a modernizar a frota com “cerca de 50 novas aeronaves de longo curso Airbus A350, Boeing 787 e Boeing 777-9 e mais de 60 novos Airbus A320/321 nos próximos três anos”.

De referir que o Airbus é o maior avião de passageiros com 73 metros de comprimento, 24 metros de altura, com capacidade de transportar 509 passageiros.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Transportes

Norwegian Cruise Line lança nove itinerários de inverno nas Canárias com embarque em Lisboa

No total, a companhia de cruzeiros vai disponibilizar embarques em Lisboa para os nove cruzeiros pelas Canárias que vão ser realizados pelo navio Norwegian Sun, entre novembro de 2022 e março de 2023.

A Norwegian Cruise Line (NCL) anunciou que, no próximo inverno, vai disponibilizar embarques em Lisboa para os nove cruzeiros pelas Canárias que vão ser realizados pelo navio Norwegian Sun, entre novembro de 2022 e março de 2023.

Num comunicado enviado à imprensa, a NCL explica que o Norwegian Sun vai disponibilizar vários itinerários com partida da capital portuguesa, que variam entre os 10 e os 14 dias, e que, pela primeira vez desde 2017, passam pelo arquipélago espanhol das Canárias.

Além de Lisboa, os itinerário do Norwegian Sun vão contar também com embarques em Málaga e Santa Cruz de Tenerife, e incluem portos de escala que são novos para a companhia de cruzeiros, como a Ilha da Horta (Portugal), Puerto del Rosario, San Sebastián de la Gomera (ambos nas Ilhas Canárias), Ceuta (Espanha) e Agadir (Marrocos).

“As Ilhas Canárias sempre foram um ponto de interesse dos viajantes de todo o mundo e agora são muito mais quando se procura o muito desejado sol de inverno”, afirma Kevin Bubolz, Managing Director Europe da Norwegian Cruise Line, considerando que estes itinerários “dão uma combinação única das Ilhas Canárias com paragens em Portugal, no território continental de Espanha, bem como em Marrocos”.

Os cruzeiros do Norwegian Sun vão também oferecer aos passageiros a oportunidade de conhecer os destinos de noite, uma vez que preveem escalas com uma “média de 12 horas em cada porto, com uma estadia prolongada até à noite em Lisboa, Santa Cruz de Tenerife, Las Palmas (Espanha) e Casablanca (Marrocos)”, estando mesmo previstas escalas noturnas no Funchal e em Santa Cruz de Tenerife.

Além do Norwegian Sun, a NCL vai ter em operação, este verão, nove cruzeiros na Europa, incluindo o Norwegian Prima, o membro mais recente da frota da NCL e o primeiro da inovadora Prima Class, que está prestes a inaugurar os cruzeiros na Islândia, em agosto de 2022. A par da Islândia, a NCL oferece também itinerários pelas Ilhas Gregas, Fiordes na Noruega, Mediterrâneo e Canárias.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

Governo neerlandês quer cortar 20% das operações no aeroporto de Schiphol

Os planos do Governo neerlandês em cortar 20% dos voos no aeroporto de Amsterdão (Schiphol) não caíram bem na indústria da aviação.

O Governo neerlandês está a planear cortar em cerca de 20% as operações no aeroporto Schiphol (Amsterdão) com o intuito de reduzir a poluição sonora.

Pelo que é relatado na imprensa do país, este corte limitará a 440 mil os voos no aeroporto da cidade neerlandesa em novembro de 2023, pelo que, se a medida for aprovada, as autoridades neerlandesas não prolongarão mais os esforços com medidas relacionadas com questões sonoras.

A indústria da aviação já veio comentar esta possível aprovação por parte do Governo de Mark Rutte, admitindo tratar-se de um “golpe tremendo” para a aviação, emprego e economia, com os responsáveis da Air France-KLM a frisar que esta decisão poderá “cortar a capacidade de Schiphol funcionar com um ‘hub’”.

A KLM comentou, inclusivamente, que esta decisão fará com que terá de se “livrar” de aviões mais pequenos e concentrar-se em unidade de maior porte. “A rede intrincadamente conectada da KLM – que atualmente serve 170 destinos – não será mais sustentável”, referiu a companhia aérea.

Já Olivier Jankovec, diretor-geral da ACI EUROPE, salienta que “a decisão do Governo reduzirá a capacidade do aeroporto e tornará os Países baixos mais pequenos”.

Do lado da International Air Transport Association (IATA), Willie Walsh, diretor-geral da associação, “o plano do Governo neerlandês limitará drasticamente a conectividade aérea que apoiou grande parte da economia do país”.

De referir ainda o Executivo neerlandês já declarou que não tomará qualquer decisão relativamente á abertura do aeroporto de Lelystad, antes do verão de 2024. Esta segunda infraestrutura aeroportuária na cidade de Amsterdão seria construída para dar à KLM uma oportunidade para se expandir, frisando o Governo que “precisa de resolver questões de rotas e uma licença referente a questões ambientais” antes de abrir o novo aeroporto.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Procura crescente por viagens exigem levantamento de restrições, pede ACI World

Com a forte procura por viagens e apesar das restrições ainda em vigor na Ásia, a ACI World estima que o tráfego de passageiros a nível global atinja 77% dos níveis registados em 2019, representando mais de 7 mil milhões de passageiros a nível mundial.

Publituris

No seu relatório trimestral, o Airports Council International (ACI) World salienta um impacto positive e imediato na procura global por viagens, “renovando o otimismo da indústria”. No entanto, frisa a ACI World, esta realidade “expôs ainda mais a recuperação desigual, uma vez que os principais mercados de aviação na Ásia-Pacífico ficam atrás dos seus pares ocidentais, pois continuam parcialmente fechados ao tráfego internacional”.

Os números da ACI World estimam uma melhoria significativa no tráfego de passageiros a nível global, já que, em 2022, deverá atingir 77% dos níveis registados em 2019, prevendo-se um total de 7,1 mil milhões de passageiros a nível mundial.

Relativamente ao ano de 2021, a ACI World refere que a COVID retirou 4,6 mil milhões de passageiros, comparado com os dados de 2019, representando uma perda de 50,3% do tráfego global de passageiros. Para os dois anos de pandemia, o conselho estima que se tenham perdido mais de 10 mil milhões de passageiros nos aeroportos mundiais.

Luís Felipe de Oliveira, diretor-geral do ACI World, refere no relatório que, com base nos dados mais recentes, “não há dúvida de que muitos viajantes estão ansiosos para retomar as viagens e os volumes do início do verão são uma prova disso” Depois da “privação de férias” e um crescente aumento na confiança nas viagens aéreas, proporcionado pelo aumento das taxas de vacinação e medidas de segurança, o responsável do conselho antevê que “o relaxamento das restrições ajudará a aumentar a propensão para as viagens aéreas e impulsionar a recuperação do setor”.

Luís Felipe de Oliveira admite que, “com muitos países a tomarem medidas para o retorno a uma certa normalidade, levantando quase todas as medidas de saúde e restrições de viagens, esperamos um salto na procura por viagens aéreas no segundo semestre de 2022”.

Contudo e mesmo com as tendências atuais relativamente ao tráfego aéreo, o ACI World considera que “ainda há muita incerteza em torno da recuperação do setor de aviação, principalmente no médio e longo prazo”. Embora muitos indicadores apontem para a recuperação, o setor também enfrenta “alguns ventos contrários, incluindo conflitos geopolíticos, inflação, risco de desaceleração económica, interrupções na cadeia de abastecimento, escassez de mão de obra e possíveis novas vagas de COVID”, lê-se no relatório.

No entanto, apesar dos riscos negativos, a indústria continua “confiante de que o potencial de recuperação para níveis de 2019 surja dentro de dois ou três anos”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Turismo

Turismo e lazer motivam mais de oito mil queixas à Deco

Atrasos de voos, cancelamentos de viagens, testes covid para entrar e sair do país, vouchers para utilizar mais tarde e reembolsos não conseguidos motivaram, desde o início do ano, mais de oito mil queixas dos consumidores às empresas que operam nas áreas de turismo e lazer, revela a Deco.

Publituris

A Deco Proteste recebeu, nos primeiros seis meses deste ano, um total de 8.773 reclamações dos consumidores em relação às empresas que operam no setor do turismo e lazer, número que subiu 128%, ou seja, mais do que duplicou face às 3.844 reclamações deste setor registadas no ano passado.

O número de reclamações subiu, segundo a entidade de defesa do consumidor, particularmente em abril, coincidindo com as férias da Páscoa, que refere ser um fenómeno que se explica facilmente com o regresso dos portugueses às muitas viagens adiadas durante os últimos dois anos de sucessivos confinamentos.

Com efeito, “os anos 2020 e 2021, mergulhados na pandemia de Covid-19, obrigaram a suspender muitas viagens já planeadas e converteram alguns dos valores pagos em vales (vouchers) para utilização posterior. A utilização dos vales nem sempre foi pacífica entre consumidores e operadores turísticos, gerando uma onda de reclamações sobre os prazos de validade dos vales e as condições impostas para a sua validação”, noticia a Deco Proteste na sua página oficial. Desde o início de 2020, a entidade recebeu 1.785 queixas relacionadas com vouchers de viagens, acrescenta.

Cumprir as obrigações de testagem impostas pelo Governo para entrar e sair do país também não foi fácil para muitos consumidores. Os atrasos de alguns voos deixaram expirar o prazo de validade de muitos testes feitos propositadamente para a ocasião, sem que fosse possível voltar a repetir o teste à covid em tempo útil para seguir viagem, pode-se ler.

A estas reclamações, destaca ainda a Deco, juntaram-se muitas outras relacionadas com atrasos e cancelamentos de viagem, pedidos de reembolso e de indemnização, além de queixas sobre estadias em locais que não correspondiam às expectativas anunciadas no momento da reserva.

A entidade sublinha ainda que, neste setor, e registados no Portal Reclamar, que mantém um canal de comunicação direto com as empresas reclamadas, garantindo um tratamento mais rápido e eficaz de cada uma das queixas ali registadas, ou seja, no máximo de cinco dias, as queixas à TAP ocupam a quinta posição de todas as empresas mais reclamadas, em todos os setores de atividade. Fazem ainda parte da lista de dez empresas mais reclamadas a E-dreams.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

China reduz período de quarentena para visitantes internacionais

O período de quarentena para visitantes estrangeiros que pretendam entrar na China foi reduzido de 21  para sete dias em instalações designadas pelo governo, mais três no domicílio.

Publituris

O período de quarentena para visitantes estrangeiros que pretendam entrar na China foi reduzido de 21  para sete dias em instalações designadas pelo governo, mais três no domicílio, avança a Lusa, que cita a Comissão Nacional de Saúde chinesa.

As novas regras foram anunciadas esta terça-feira, 28 de junho, mas algumas das medidas já se encontram em vigor desde o início do mês em Pequim, assim como nas províncias de Hubei, Zhejiang e Jiangsu.

O alivio de restrições na China surge depois de a maioria dos países do mundo ter abolido barreiras para viagens internacionais e representa a mudança mais significativa relativamente à COVID-19 no país, uma vez que a China continua a seguir uma política de ‘zero casos’, mantendo, por isso, as fronteiras praticamente encerradas a cidadãos estrangeiros, desde março de 2020.

Com a mudança, os estrangeiros passam também a poder, desde 20 de junho, visitar familiares chineses diretos ou viajar para o país, caso tenham residência permanente na China continental, não precisando de apresentar uma carta convite de uma autoridade de nível provincial, ao solicitar um visto de trabalho, como acontecia até aqui.

As autoridades da aviação civil da China também disseram, no início deste mês, que o número de voos internacionais está a aumentar e que estão a falar com vários países para ampliar o número de rotas, tendo várias companhias aéreas na China indicado ainda que estão a planear lançar novas rotas internacionais.

Apesar disso, a Lusa lembra que os voos para a China continuam sujeitos à política do “circuit breaker” (‘interruptor’), o que quer dizer que, quando são detetados cinco ou mais casos a bordo, a ligação é suspensa por duas semanas. Caso haja dez ou mais casos, a ligação é suspensa por um mês.

As autoridades chinesas anunciaram na semana passada, por exemplo, a suspensão da ligação aérea entre Portugal e a China pelo período de um mês, após detetarem dez casos de covid-19, a 12 de junho, num voo oriundo de Lisboa.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Eventos Publituris

Fotogaleria dos Meeting Forums do Publituris

Durante três dias, 17 buyers internacionais ficaram a conhecer a oferta dos 21 suppliers nacionais que marcaram presença nos Meeting Forums do Publituris.

Publituris

Durante três dias – de 21 a 23 de junho – o Publituris colocou frente-a-frente buyers internacionais com suppliers nacionais na 6.ª edição dos Meeting Forums by Publituris, realizado no Vila Galé Sintra.

O programa dos Meeting Forums iniciou-se com um Welcome Drink, seguido de jantar no Palácio de Sintra, oferecido pela Câmara Municipal de Sintra onde os presentes tiveram oportunidade de descobrir a beleza do histórico edifício.

O segundo dia iniciou-se com as reuniões one-to-one, nas quais os suppliers nacionais tiveram oportunidade de dar a conhecer as ofertas disponíveis para os mais diversos mercados internacionais que marcaram presença no evento.

Depois de almoço, seguiu-se um tour pela região de Sintra, com prova de vinhos e visita a alguns dos mais emblemáticos locais da vila.

O jantar decorreu no Rooftop do Hotel Mundial, oferecido pelo PHC Hotels Group, e no qual os convidados tiveram oportunidade de contemplar a beleza da cidade de Lisboa, desde o castelo de São Jorge, à Baixa lisboeta com o rio Tejo como fundo.

O último dia começou, novamente, com reuniões de trabalho, seguindo-se um almoço no Sky Bar do Hotel Tivoli Oriente Lisboa, oferecido pelo Minor Hotels Group.

Presente nos Meeting Forums do Publituris, que contou com o apoio do Turismo de Portugal, e teve a TAP Air Portugal como companhia aérea oficial e a PHC Hotels, YVU Produções, Tivoli Oriente, Associação Turismo de Sintra e Hotéis Vila Galé como parceiros, marcaram presença 17 buyers internacionais e 21 suppliers nacionais.

Os buyers internacionais presentes foram:
CCMG – Congress Consulting Management Group – Dinamarca
Corporate Travel Agency s.r.o. – Praga (Rep. Checa)
Direct Travel – Montreal (Canadá)
Venue Find Group – Reino Unido
Goway Travel – Toronto (Canadá)
New Wave Travel – Toronto (Canadá)
The Travel Agent Next Door – Toronto (Canadá)
Exotik Journeys Travelbrands – Montreal (Canadá)
Windrose – Berlim (Alemanha)
Zitango Travel – Miami (EUA)
CVC Viagens – Brasil
Mapa Mundo – Espanha
Special Tours (Grupo Avoris) – Espanha
Grupo CDV – Espanha
Voyzant – Montreal (Canadá)
Lumuna Associates International – Reino Unido

Do lado dos suppliers nacionais estiveram:
Hotel Cascais Miragem
Hotel Palácio Estoril
Grupo Nau
Hotéis Olissippo
Pestana Hotels & Resorts
Go Health Portugal
EcorkHotel Évora
PHC Hotels
Domitur DMC
Bensaude Hotels Collection
Around Portugal DMC
Azoris Hotels & Leisure
Vila Galé Hotéis
Liberty International DMC
Voqin
Minor Hotels
TAP Air Portugal
Associação Turismo de Sintra
AlgarExperience
Gr8 Events
Turismo de Portugal

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Turistas dizem-se “pouco preocupados” com propagação da pandemia

À medida que a procura pelas viagens aumenta a nível internacional, são cada vez menos as preocupações relativamente à propagação da COVID-19 junto de que quer viajar, revelam os dados mais recentes avançados pela GlobalData.

Publituris

Os turistas revelam-se pouco preocupados com a pandemia da COVID-19, à medida que a confiança para viajar está em alta. De acordo com um inquérito realizado pela GlobalData, 57% dos inquiridos admitiram “não estarem preocupados” ou “pouco preocupados” com a propagação da COVID-19, sugerindo que “os turistas estão mais preparados para viver com o vírus”.

Hannah Freem Travel and Tourism Analyst da GlobalData, refere que “as previsóes para o turismo em muitos países é mais otimista do que em qualquer altura nos últimos dois anos”. Contudo, a responsável adverte que “a turbulência e incerteza da COVID-19 causou muitos desafios que poderá complicar a recuperação. A crescente procura, associada aos despedimentos e flexibilização do trabalho, bem como a concorrência por recursos humanos com outros setores de atividade, resultaram em falta de pessoal em diversas economias dependentes do turismo”.

À medida que os diferentes países levantam as restrições e o turismo regressa em diversas partes do mundo, as questões relacionadas com a higiene e segurança continuam a ser uma prioridade, salientando a consultora que “a coordenação com protocolos que protejam trabalhadores, comunidades, viajantes, enquanto apoiam as empresas e os seus recursos humanos, terão de ser implementados de forma a aumentar a confiança nas viagens”.

Hannah Free conclui ainda que “a recuperação pós-pandemia da indústria global das viagens e do turismo está a ganhar força à medida que a procura pelas viagens internacionais está de regresso”.

As mais recentes previsões da GlobalData revelam que, numa escala global, as partidas internacionais atingiram 68% dos níveis pré-pandémicos, prevendo que melhore para 82%, em 2023, e para 97%, em 2024, ultrapassando os níveis de 2019 em 2025, estimando-se ficar nos 101% face a 2019.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Contributo direto e indireto do turismo para o PIB foi de 16,8 MM€, em 2021

A atividade turística, em Portugal, terá tido um contributo total (direto e indireto) de 8% para o PIB, em 2021, comparando com os 6,6%, de 2020, e 11,8%, em 2019

Victor Jorge

De acordo com as contas divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a atividade turística, em Portugal, terá tido um contributo total (direto e indireto) de 8% para o PIB, correspondendo a 16,8 mil milhões de euros, e de 7,9% para o VAB da economia nacional, ou seja, 14,4 mil milhões de euros.

Os dados divulgados pelo INE mostram que Valor Acrescentado Bruto gerado pelo Turismo (VABGT), em 2021, face a 2020, registou um aumento nominal de 27,3%, representando 5,8% do Valor Acrescentado Bruto (VAB) nacional (4,8% em 2020), situando-se ainda 2,3 pontos percentuais (p.p.) abaixo de 2019, ano em que representou 8,1% do VAB da economia.

As contas feitas pelo INE indicam que O VABGT totalizou 10.671 milhões de euros em 2021, enquanto o Consumo do Turismo no Território Económico (CTTE) cifrou-se em 21.334 milhões de euros, o equivalente a 10,1% do PIB (8,4% no ano anterior e 15,3% em 2019).

Na comunicação feita pelo INE pode ler-se que o ano de 2020 foi marcado por “uma forte contração da atividade económica, que se traduziu numa diminuição de 8,4% do PIB em volume”. Assim, as contas indicam uma “redução da atividade turística que terá contribuído com -5,6 p.p. para aquele resultado, o que corresponde a cerca de 2/3 da redução do PIB”. Já em 2021, “o PIB aumentou 4,9%, em volume, com o turismo a contribuir com 1,8 p.p. para este resultado”.

“Os produtos que mais contribuem para o PIB turístico, como os serviços de alojamento, a restauração e similares, os transportes (especialmente os transportes aéreos) e os serviços de aluguer, foram os que mais sofreram os impactos económicos da pandemia COVID-19, o que se refletiu em reduções, em volume, entre 46,5% e 65,7% no PIB turístico gerado por estas atividades, em 2020”, refere o INE.

Em 2021, os mesmos produtos observaram, em regra, “crescimentos intensos” (entre 14,4% e 59,1%) face ao ano anterior, à exceção dos serviços de aluguer, que continuaram a registar um decréscimo.

Em 2021, quer as importações, quer as exportações de turismo observaram um aumento próximo de 30%, face ao ano anterior. Contudo, os valores foram ainda inferiores aos registados em 2019, indicando o INE uma redução de “31% no caso das importações e -45,6% no caso das exportações”.

Considerando a informação disponível para o ano de 2020 para países europeus (dados provisórios ou preliminares), observou-se que Portugal foi o país que registou maior importância relativa da procura turística no PIB (8,4%).

Em termos de variação, os dados divulgados pelo INE mostram um “decréscimo significativo da procura turística em 2020 em todos países europeus com informação disponível, oscilando entre -29,6% (Áustria) e -60,3% (Espanha). Em Portugal, a procura turística diminuiu 49,1%, face a 2019.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Destinos

Tailândia confia no regresso “em força do turismo” com levantamento de restrições

Com o alivio de restrições previsto a partir de 1 de julho, a Tailândia mostra-se confiante e diz que o turismo “vai voltar em força”, incluindo por parte do mercado português.

Inês de Matos

A 1 de julho, a Tailândia deixa de exigir o Thailand Pass e o seguro de saúde contra a COVID-19 para entrar no país, num levantamento de restrições que deverá resultar no regresso “em força” do turismo ao país, incluindo por parte do mercado português, acredita Rosário Louro, representante da Autoridade do Turismo da Tailândia (TAT) em Portugal.

“A expetativa é muito boa, acho que o turismo vai voltar em força e sentimos isso porque os agentes de viagens estão, em força, a programar a Tailândia”, disse a responsável ao Publituris, à margem do Festival da Tailândia, que decorreu este fim-de-semana, em Belém, Lisboa.

Rosário Louro explica que, durante os últimos três meses, a TAT tem vindo a trabalhar para promover o destino e preparar o regresso do turismo depois da COVID-19, a exemplo da participação da Tailândia na BTL, de uma campanha com a Bestravel, do passatempo da Tailândia, do Festival da Tailândia e de uma famtrip ao país, em abril, em que participaram oito operadores turísticos portugueses.

Apesar da expectativa positiva, Rosário Louro considera que, este ano, ainda não será possível regressar aos números de 2019, ainda que se mostre confiante que, no próximo ano, já seja possível até alcançar um crescimento face ao período pré-pandemia.

“É evidente que, este ano, ainda não vamos chegar ao ano de 2019, mas estamos a preparar tudo para que, no próximo ano, possamos voltar aos números normais e já deverá haver um crescimento”, afirma a responsável, sublinhando que o preço das viagens é, neste momento, o principal obstáculo ao aumento do número de turistas portugueses na Tailândia.

Tal como Rosário Louro, também Krongkanit Rakcharoen, Embaixadora Tailândia em Portugal, se mostra confiante na recuperação do turismo já este ano, incluindo por parte do mercado português.

“Esperamos mais turismo, por isso é que estamos a levantar as restrições a partir de 1 de julho. A partir dessa data, as pessoas vão ter maior liberdade para visitar a Tailândia e, por isso, é expetável que o país consiga atrair mais turistas. Também de Portugal, como é óbvio”, afirmou Krongkanit Rakcharoen ao Publituris, após a inauguração oficial do Festival da Tailândia.

De acordo com a Embaixadora da Tailândia em Portugal, antes da pandemia, a Tailândia tinha recebido cerca de 52 mil turistas portugueses, um número que, segundo a responsável, é “maravilhoso para um país pequeno, com apenas 10 milhões de habitantes, e para um destino tão distante quanto a Tailândia”.

“Portanto, é um número elevado e esperamos voltar a esses números no mercado português, agora que estamos a relaxar as regras de entrada na Tailândia”, acrescentou, explicando que, a nível global, a Tailândia conta receber, este ano, entre sete a 10 milhões de turistas internacionais, subindo para os 20 milhões em 2023.

Krongkanit Rakcharoen destacou ainda a importância do Festival da Tailândia, que traz até Lisboa “o melhor da Tailândia sem ser necessário viajar”, como as danças, a gastronomia ou as massagens tailandesas, o que permite dar aos portugueses “uma pequena amostra daquilo que se pode encontrar na Tailândia”.

Passatempo com participação recorde

Além das várias ações promocionais que têm vindo a ser lançadas, a TAT retomou também o Passatempo da Tailândia, iniciativa que vai na 9.ª edição e que decorreu entre 14 de maio e 17 de junho, e no qual foi, segundo Rosário Louro, registada uma participação recorde.

“Sentimos um grande crescimento no passatempo que, este ano, teve uma participação quase 30% superior em relação ao ano passado. Tivemos cerca de 2.000 pessoas que passaram à fase final. De 4.500 concorrentes que se registaram, cerca de 2.000 passaram à fase final, o que mostra, não só o interesse que as pessoas têm, como a vontade que têm de conhecer a Tailândia porque, para participar no passatempo, é preciso pesquisar imenso e é uma coisa que dá trabalho. Por isso, é preciso querer muito”, revelou a responsável.

No próximo ano, acrescentou ainda Rosário Louro, a ideia é reforçar o passatempo ao nível dos prémios, com mais viagens e estadias de hotéis, uma vez que a iniciativa vai assinalar a 10.ª edição.

“No próximo ano, como o passatempo faz 10 anos, vamos tentar aumentar a oferta de prémios, com mais participação de hotéis porque sentimos que a Tailândia é um país que ainda pode explodir em Portugal, em termos de turismo”, concluiu Rosário Louro.

 

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.