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Brasil regressa à promoção internacional para passar mensagem de “destino seguro”

Com 72% da população adulta vacinada contra a COVID-19 e as fronteiras abertas desde setembro, o Brasil já retomou a promoção turística internacional e Portugal é um dos mercados prioritários. Ao Publituris, Carlos Brito, presidente da Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, revela a estratégia e as expetativas do destino.

Inês de Matos
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Brasil regressa à promoção internacional para passar mensagem de “destino seguro”

Com 72% da população adulta vacinada contra a COVID-19 e as fronteiras abertas desde setembro, o Brasil já retomou a promoção turística internacional e Portugal é um dos mercados prioritários. Ao Publituris, Carlos Brito, presidente da Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, revela a estratégia e as expetativas do destino.

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Com 72% da população adulta vacinada contra a COVID-19 e as fronteiras abertas desde setembro, o Brasil já retomou a promoção turística internacional e Portugal é um dos mercados prioritários. Ao Publituris, Carlos Brito, presidente da Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, revela a estratégia e as expetativas do destino.

No Brasil como em Portugal, o setor do turismo foi um dos mais afetados pela pandemia da COVID-19. De um dia para o outro, também do lado de lá do Atlântico os turistas desapareceram, os hotéis fecharam e os aviões ficaram no chão. Ao Publturis, Carlos Brito, presidente da Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo admite que “a pandemia da COVID-19 impactou fortemente o Brasil, assim como todos os países do mundo”, o que levou a que o governo brasileiro tivesse adotado “várias medidas de proteção ao setor do turismo, um dos mais afeta dos pela crise de saúde global”.
Entre as principais medidas adotadas, Carlos Brito destaca as “medidas provisórios para manutenção dos postos de trabalho, para aumento da segurança nas relações de consumo no turismo, além de disponibilização de crédito para o setor”, que ditaram “uma recuperação importante da atividade turística do Brasil”. “Mais de um terço das operadoras de turismo alcançaram faturação próxima da média histórica, que é de 75% ou mais. E, na comparação com agosto deste ano, 80% das operadoras mantiveram faturação igual ou maior no mês de setembro, demonstrando um processo de consolidação sustentado”, revela Carlos Brito, que cita dados da Braztoa – Associação Brasileira das Operadoras de Turismo.
Com o início da recuperação, a Embratur optou, numa primeira fase, por retomar a promoção doméstica e incentivar os nacionais a retomarem as suas viagens turísticas no Brasil, até porque a maioria dos países continuava com as fronteiras encerradas. “A Embratur atuou na promoção interna dos destinos turísticos, executando campanhas publicitárias, press trips e feiras, com foco na retoma das viagens com segurança”, explica o responsável, revelando que o regresso à promoção internacional só aconteceu este verão, concretamente a partir de julho de 2021, com o objetivo de mostrar que “o Brasil está pronto para receber todos os que se queiram encantar” com a natureza, cultura e hospitalidade brasileira.
No regresso daquela que é uma das principais missões da Embratur, Portugal não poderia ficar de fora, uma vez que, como refere o responsável, “além dos portugueses estarem conectados ao Brasil por meio de laços sanguíneos”, mas também da cultura e da história, há vários outros fatores que facilitam as viagens dos portugueses ao Brasil, a exemplo do elevado número de voos entre os dois países – e Carlos Brito destaca que, só em outubro, as companhias aéreas TAP, Latam e Azul retomaram 562 voos que ligam Lisboa a várias cidades brasileiras – mas também da isenção de visto para turismo, negócios, estudantes e artistas, em deslocações inferiores a 90 dias.

Destino seguro
Com o regresso da promoção internacional, Portugal entra novamente nos planos da Embratur, que conta voltar a participar em “roadshows com o trade turístico português”, mas também lançar campanhas de Relações Públicas e promover um relacionamento mais próximo com a imprensa nacional. “Para o ano de 2022, além de manter o planeamento atual, a Embratur investirá em campanhas publicitárias e participação em feiras para reforçar que os destinos nacionais estão prontos para receber novamente os nossos irmãos portugueses”, acrescenta Carlos Brito.
Para o Brasil, Portugal continua a ser um mercado fundamental, não apenas pelos laços que os dois países partilham, mas também pela apetência que os portugueses sempre demonstraram por este destino turístico, o que ditou que, em 2019, Portugal tivesse sido o 11.º mercado internacional emissor de turistas para o Brasil, com 176.229 turistas. Carlos Brito explica que, apesar de ter existido uma diminuição do fluxo de turistas portugueses que visitaram o Brasil nos últimos cinco anos, em 2018 e 2019, os números voltaram a subir, refletindo um “aumento de 21% nesse fluxo, o que demonstra sinais de recuperação”.
Tal como nos restantes mercados internacionais, também em Portugal a Embratur pretende passar a mensagem de que o Brasil é “um destino seguro”, com Carlos Brito a defender que o Governo Federal do Brasil “não mediu esforços para a realização do necessário para proteção da população, tanto em relação à Saúde quanto à Economia” e a desvalorizar as críticas à forma como o Presidente Jair Bolsonaro conduziu a estratégia do país durante a pandemia. “A Embratur detém a missão de veicular a verdade sobre o Brasil, que é um destino seguro, com mais de 72% da população adulta vacinada, e que adotou rapidamente protocolos de prevenção para proteger a todos e criar um ambiente perfeito para receber o turista brasileiro e o estrangeiro”, remata Carlos Brito. Certo é que, desde a reabertura das fronteiras entre Portugal e o Brasil, que aconteceu no início de setembro, cerca de 60 mil turistas portugueses voltaram já a visitar o país, segundo dados da IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, com o presidente da Embratur a indicar que destinos como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Salvador foram, desde a reabertura de fronteiras, os mais procurados pelos turistas lusos.

Recuperação em 2023
Além de Portugal, a Embratur está também a retomar a promoção em vários mercados europeus, até porque, em 2019, o último ano turístico antes da chegada da pandemia, 24% dos turistas internacionais que o Brasil recebeu eram provenientes da Europa. “Em 2019, ano anterior ao início da pandemia, o Brasil recebeu 6.353.141 turistas internacionais. Desse total, 57% foram oriundos de países da América do Sul e 24% de países da Europa.

Os 10 principais emissores foram, nesta ordem: Argentina, Estados Unidos, Paraguai, Chile, Uruguai, França, Alemanha, Itália, Portugal e Reino Unido”, revela Carlos Brito, explicando que a Argentina, pela proximidade, é de longe o principal mercado emissor de turistas para o Brasil, com mais de 1,9 milhões de turistas, seguindo-se os EUA, com 590 mil turistas.
E, tal como em Portugal, também nos restantes mercados internacionais a Embratur tem vindo a apostar em ações de “Relações Públicas com os principais veículos de comunicação dos países prioritários”, numa estratégia que passa ainda pelo lançamento de “campanhas publicitárias e de marketing digital, aliadas à participação nos mais importantes eventos e feiras de turismo do mundo”, num calendário de ações que está a ser planeado e executado “com o objetivo de impulsionar a imagem do Brasil e atrair mais visitantes internacionais”.
A expetativa da Embratur para 2022 é, no entanto, “moderada”, uma vez que, como diz o responsável, que cita dados da Organização Mundial do Turismo (OMT), “o turismo internacional teve sinais de recuperação em junho e julho de 2021, devido à implementação da vacinação global e à flexibilização de restrições de viagens”, mas ainda com resultados longe dos níveis pré-pandemia, num cenário a que também o Brasil não deverá escapar, segundo as perspetivas da própria Embratur. “Por conta do rápido avanço da vacinação, do reaquecimento do turismo doméstico, da abertura das fronteiras e da retoma gradual dos voos internacionais, estima-se que o turismo internacional comece a apresentar sinais de recuperação na próxima temporada de verão, ainda que os níveis de chegadas de estrangeiros de 2019 devam ocorrer apenas em 2023”, explica o presidente da Embratur.
Para entrar no Brasil, qualquer estrangeiro deve cumprir também alguns procedimentos concretos, de acordo com a Portaria nº 658, de 5 de outubro de 2021, nomeadamente a apresentação de um teste negativo para a COVID-19, que pode ser antígeno e realizado até 24 horas antes do embarque para o Brasil, ou PCR com 72 horas de antecedência. Além disso, é ainda necessário preencher a Declaração de Saúde do Viajante (DSV) até 24 horas antes do embarque e apresentar o seu comprovativo, seja por via impressa ou digital, à companhia aérea antes do embarque. O certificado de vacinação também passou recentemente a ser exigido.

Ligações aéreas já superam números pré-pandemia
Fundamental para levar turistas internacionais até ao Brasil é o transporte aéreo, que foi fortemente afetado durante a pandemia mas que, segundo Carlos Brito, já está a recuperar. “Em outubro deste ano, as companhias aéreas TAP, Latam e Azul retomaram 562 voos que interligaram Lisboa às cidades brasileiras de São Paulo, Campinas e Belo Horizonte, ofertando 157.210 assentos”, revela o responsável, considerando que a abundância de voos entre os dois países é um dos fatores que contribuem para o elevado número de turistas portugueses que o Brasil recebe.
De acordo com o presidente da Embratur, as ligações aéreas têm vindo a ser recuperadas, de tal forma que, em outubro, já houve “mais voos semanais entre Brasil e Portugal do que em 2019”. “Foram registados 86 voos semanais em 2019 e 127 voos em outubro de 2021, o que já demonstra uma superação referente ao início da pandemia de COVID-19”, acrescenta o responsável.
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Embratur lança nova campanha de promoção turística na Europa

Sob o mote “Brasil. É mais, muito mais do que você imagina.”, a campanha da Embratur vai estar em vigor na Europa até final de novembro e apresenta o Brasil como o melhor destino de natureza, ecoturismo e sol e praia.

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A Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo lançou uma nova campanha de promoção turística que convida os turistas europeus a visitarem o Brasil no próximo verão, sob o mote “Brasil. É mais, muito mais do que você imagina.”.

A nova campanha da Embratur arrancou em outubro e vai estar em vigor até ao final de novembro, apresentando os destinos brasileiros segmentados por três nichos de turismo: praia e sol, natureza e ecoturismo, cultura e hospitalidade.

“Vamos aproveitar a grande retomada do turismo mundial para consolidar o Brasil como melhor destino de natureza, ecoturismo e sol e praia. E vamos fazer isso enaltecendo a nossa cultura, diversidade e hospitalidade para os europeus”, explica Silvio Nascimento, presidente da Embratur, citado num comunicado enviado à imprensa.

A nova campanha de promoção turística do Brasil conta com peças publicitárias para televisão, outdoors digitais, redes sociais, sites do trade turístico, sites de busca, revistas e taxidoors.

A campanha inclui também vídeos especiais pensados para a internet e que ensinam aos turistas um pouco mais sobre o Brasil e o povo brasileiro, nomeadamente sobre as expressões que os brasileiros tipicamente usam, além de materiais dedicados aos nómadas digitais e a investidores interessados em adquirir visto de residência permanente no Brasil.

“A inspiração para estes vídeos nasce da grande diversidade de destinos que o país oferece e da vontade de apresentar uma surpreendente variedade de opções turísticas existentes nos seus 6 diferentes biomas e nos quase oito mil quilómetros de praias. São tantos destinos turísticos que é impossível saber exatamente o que esperar do Brasil”, acrescenta a Embratur.

A nova campanha de promoção turística do Brasil já está disponível para visualização através do canal de Youtube da Embratur.

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Consultia Business Travel lança nova ferramenta que ajuda empresas a reduzir pegada ambiental

A Destinux Green está integrada na plataforma Destinux e permite que as empresas automatizem os processos de gestão e gastos, obtendo um certificado aprovado de compensação da pegada de carbono nas viagens de negócios.

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A Consultia Business Travel lançou uma nova ferramenta para ajudar as empresas a reduzir a pegada ambiental das suas viagens de negócios, a Destinux Green, que está integrada na plataforma Destinux, através da qual as empresas podem automatizar os processos de gestão e gastos, obtendo um certificado aprovado de compensação da pegada de carbono ao incluírem práticas sustentáveis nas viagens corporativas.

“Em resposta às preocupações de impacto ambiental das empresas, o sistema de Destinux Green calcula as emissões de CO2 produzidas pelas viagens corporativas e fornece às empresas um relatório das emissões geradas durante um ano. O novo serviço permite às empresas compensar a pegada de carbono, através da participação em projetos de responsabilidade ambiental e social ao oferecer um conjunto de iniciativas nacionais e internacionais adaptadas aos interesses e políticas empresariais de cada organização”, explica a Consultia Business Travel, em comunicado.

A ferramenta Destinux Green está conectada ao Climatetrade, um sistema aprovado com tecnologia Blockchain que aporta transparência durante todo o processo de compensação de emissões, gerando assim confiança ao mesmo tempo que assegura o impacto real das atividades de compensação de carbono.

De acordo com a Consultia Business Travel, no final da transação, “é emitido um certificado de compensação com informações sobre o projeto escolhido e uma chave de cadeia de bloqueio, bem como o certificado oficial de cancelamento dos créditos no seu registo correspondente”.

“As empresas que compensam todas as emissões de carbono que geram durante um ano recebem o selo “Destinux Green” emitido pela plataforma Destinux, especialista em gestão integrada e avaliação de viagens de empresas”, acrescenta a empresa de gestão integral das viagens de negócios.

Transparência, flexibilidade, segurança e eficiência são as vantagens que o Destinux Green oferece, uma vez que permite compensar a pegada ambiental das viagens de negócios “a pedido da empresa no momento que desejar” e através de um sistema aprovado, o Climatetrade, que permite à empresa obter rapidamente o relatório detalhado com os registos contabilísticos de cada certificação.

“O sistema Destinux, para além de tornar as viagens de negócio mais eficientes permite, agora, às empresas minimizar o impacto ambiental através da utilização de práticas sustentáveis ao incluir a realização de relatórios sobre a pegada de carbono de cada empresa durante todo o processo de gestão das viagens”, indica ainda a Consultia Business Travel.

Segundo Carlos Martínez, CEO da Consultia Business Travel, a sustentabilidade das viagens de negócio é “fundamental” para os clientes da empresa, que estão cada vez mais preocupados com o impacto ambiental das suas deslocações.

“As organizações estão cada vez mais preocupadas em cumprir os seus objetivos de sustentabilidade, com ações que neutralizem o seu impacto ambiental. Pelo que a tecnologia implementada pela Destinux torna mais fácil fazê-lo de uma forma segura e eficiente. Assim, o nosso sistema inovador permite-lhes gerir as viagens das empresas de uma forma abrangente, transparente e sustentável”, explica o responsável.

A Consultia Business Travel concentra a sua atividade em impulsionar e implementar a tecnologia no setor das viagens de negócios, com enfoque na digitalização e escalabilidade do modelo, desenvolvendo internamente toda a sua tecnologia, o que o torna ágil e adaptável às necessidades do setor e de empresas.

 

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Faro já arrecadou um milhão de euros com taxa turística em 2022

O valor arrecadado pela autarquia da Faro com a taxa turística, que é aplicada entre março e outubro, e tem um valor de 1,5 euros por noite, corresponde ao dobro do inicialmente estimado.

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O presidente da Câmara Municipal de Faro, Rogério Bacalhau, revelou à Lusa que a autarquia já arrecadou, este ano, perto de um milhão de euros com a taxa turística, o dobro do que se previa inicialmente.

“Ficámos muito satisfeitos, não só pela verba arrecadada, mas ainda mais porque corresponde ao dobro do que tínhamos previsto”, disse o autarca à Lusa, referindo que este foi o primeiro ano em que a taxa turística de Faro funcionou normalmente, depois de dois anos de suspensão devido à pandemia.

De acordo com Rogério Bacalhau, o montante arrecadado foi muito superior ao previsto, o que quer dizer que, ao contrário do que acontecia há uns anos, Faro já se tornou um destino turístico e prova que a adoção da taxa não provocou qualquer perda de competitividade, como previam os opositores da taxa.

Recorde-se que a taxa turística de Faro tem um valor de 1,5 euros por noite e é aplicada entre março e outubro de cada ano, por um período máximo de sete noites em cada estadia de hóspedes com idade igual ou superior a 13 anos de idade.

O autarca garantiu que a taxa vai continuar a ser aplicada e espera que outros concelhos algarvios aprovem regulamentos em breve para beneficiarem deste acréscimo de receita.

“Esta receita é importante também para o setor turístico, porque permite fazer mais investimentos na melhoria de Faro enquanto destino”, explicou o autarca da capital algarvia, considerando que o valor arrecadado com a taxa permite “aumentar o número de visitantes e a qualidade da oferta”, nomeadamente ao nível do espaço público, património, oferta cultural e de eventos, e serviços prestados aos turistas.

Rogério Bacalhau explicou ainda que a taxa de Faro foi previamente “harmonizada” no seio da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL), onde estão representados os 16 concelhos algarvios, isto apesar do presidente da AMAL, António Miguel Pina, ter dito que preferia a aplicação, a partir de 2023, de uma taxa turística municipal com um valor comum a toda a região, que só seria, contudo, aplicada depois de ouvidos os parceiros do setor do turismo.

Atualmente, apenas Faro e Vila Real de Santo António adotaram uma taxa turística em todo o território algarvio, ainda que, em Vila Real de Santo António, a taxa tenha moldes diferentes, uma vez que é cobrada ao longo de todo o ano e tem um valor de um euro por noite em unidades hoteleiras, aldeamentos e apartamentos turísticos, turismo de habitação, agroturismo  alojamento local, enquanto nos parques de campismo e caravanismo ou em áreas de serviço de autocaravanas, o valor da taxa desce para 50 cêntimos por dia.

 

 

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Turismo põe Transportes a liderar constituição de novas empresas

O setor dos Transportes registou, segundo a Informa D&B, crescimentos “muito significativos” na constituição de novas empresas, principalmente no distrito de Lisboa, devido ao subsetor mais ligado às atividades turísticas.

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Até final de outubro, Portugal assistiu à constituição de 40.529 novas empresas, número que foi fortemente impulsionado pelo setor dos Transportes, que liderou o crescimento na constituição de novas empresas e assistiu a mais 1.934 constituições do que em 2021, que correspondem a um aumento de 123%.

De acordo com os últimos dados setoriais da consultora Informa D&B, até 31 de outubro, a constituição de novas empresas em território nacional cresceu 16% face ao mesmo período de 2021 e está apenas 4% atrás de 2019.

O setor dos Transportes registou, segundo a Informa D&B, crescimentos “muito significativos” na constituição de novas empresas, com mais 1 934 constituições do que em 2021, o que corresponde a um aumento de 123%.

O distrito de Lisboa foi, de acordo com os dados da consultora, aquele que assistiu ao “maior aumento de novas empresas neste período, com mais 3 107 constituições do que em 2021”, o que, atribui a Informa D&B, foi “fruto do grande crescimento do setor dos Transportes, nomeadamente no subsetor mais ligado às atividades turísticas”.

Já o distrito do Porto, o segundo em novas constituições, registou apenas mais 595 novas empresas do que em 2021, o que se deve ao impacto do Retalho, setor que, neste período, registou uma descida de 10% na constituição de novas empresas, o que corresponde a menos 422 constituições.

“Apenas três setores viram em 2022 nascer menos empresas do que em 2021”, indica a consultora, que mostra que, além do Retalho, também as Indústrias, assim como a Agricultura e outros recursos naturais, apresentaram descidas de 4,4% e 3,1% no nascimento de novas empresas.

Tal como os Transportes, também Serviços empresariais e Serviços gerais apresentaram um bom desempenho na constituição de novas empresas, sendo os que evidenciaram “maior número absoluto de novas empresas”, o que corresponde a aumentos de 16% e 25%, respetivamente.

No Alojamento e Restauração, o período desde o início do ano e até final de outubro também foi positivo na constituição de novas empresas, registando-se um crescimento de 22% face a período homólogo do ano passado, com um total 3.887 novas empresas constituídas.

Já as Tecnologias de Informação e Comunicação (+28%), as Atividades Imobiliárias (+18%) e os Serviços Empresariais (+3%) foram os “únicos setores a superarem o registo do último ano antes da pandemia”.

A subir parecem estar também os encerramentos, ainda que a Informa D&B diga que os “números relativos ao encerramento de empresas não mostram uma tendência definida”.

Até 31 de outubro, encerraram no país 10.078 empresas, mais 30 encerramentos que no período homólogo e que correspondem a um crescimento pouco significativo de 0,3%.

“Neste período, metade dos setores apresentam valores superiores a 2021”, acrescenta a consultora, explicando que o “setor do Retalho, além de ser o que mais recua no número de novas empresas, é também o que mais contribui para o crescimento do número de encerramentos, com um aumento de 7,7% neste indicador”.

Em sentido contrário parecem estar as insolvências, uma vez que, no período em análise, se registam 1.353 novos processos de insolvência, o que corresponde a menos 326 que em 2021 e a um decréscimo de 19%.

“Esta descida nos processos de insolvências é transversal à maioria dos setores de atividade, com exceção dos Transportes, Agricultura e outros recursos naturais e Atividades imobiliárias, que registam aumentos, embora muito pouco expressivos”, conclui a Informa D&B.

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Arquivo: WTM London 2017

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Portugal com a maior participação de sempre no WTM London

Nesta edição do WTM London, que termina esta quarta-feira, 9 de novembro, na capital britânica, Portugal está representado por 92 empresas e pelas sete Agências Regionais de Promoção Turística, que ocupam um stand de 814 metros quadrados.

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Portugal volta a estar representado no World Travel Market London, a feira de turismo de Londres e uma das maiores da Europa, que está a decorrer na capital britânica até esta quarta-feira, 9 de novembro, contando, este ano, com a maior participação de sempre no certame, que é composta por 92 empresas e pelas sete Agências Regionais de Promoção Turística.

“A participação nacional, a maior de sempre nesta feira, é coordenada pelo Turismo de Portugal e integra 92 empresas e as sete Agências Regionais de Promoção Turística (Porto e Norte, Centro de Portugal, Lisboa, Alentejo, Algarve, Madeira e Açores), que ocupam um stand de 814 metros quadrados dedicado à promoção do destino”, indica o Ministério da Economia e do Mar, em comunicado.

Presentes na feira de turismo de Londres estiveram também a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, bem como Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, que mantiveram uma “agenda de contactos com entidades internacionais ligadas ao setor, desde associações empresariais a companhias aéreas, e também representantes do trade e dos destinos nacionais”.

Nas sequência das reuniões no WTM London, Rita Marques mostra-se “razoavelmente otimista com os resultados previsíveis para 2022 e a perspetiva das reservas e da procura para Portugal em 2023″, apesar da conjuntura incerta que pode alterar as perspetivas.

“Portugal, apesar de toda essa conjuntura, goza de uma imagem e uma notoriedade assinaláveis nos mercados externos e em concreto no Reino Unido, o que naturalmente nos orgulha e nos coloca em melhor posição para disputar a procura externa”, considera a governante.

Além da presença no WTM London, as autoridades nacionais de turismo estão também a desenvolver um conjunto de outras ações promocionais no mercado britânico, que é um dos principais emissores de turistas para Portugal e responsável por 1,4 milhões de hóspedes, 6,1 milhões de dormidas e 2,25 mil milhões de euros em receitas entre janeiro e agosto de 2022, valores que, segundo o comunicado do Ministério da Economia e do Mar, estão “já muito próximos dos verificados em 2019”, com as receitas a ultrapassarem mesmo esse ano em 0,4%.

Nos próximos meses, Portugal vai motivar ações de comunicação no mercado britânico, como é caso da Campanha de Publicidade #TimeToBe, exclusiva em meios digitais, além de ações específicas de Relações Públicas dirigidas a opinion makers e à imprensa especializada.

“Complementarmente, manter-se-á a aposta no trade marketing, com iniciativas destinadas a operadores turísticos e companhias aéreas britânicas, bem como a promoção dos nossos principais produtos turísticos, e outros que contribuem para uma boa diversificação da carteira de experiências turísticas, entre os quais o Enoturismo, Gastronomia, Turismo Literário, Surf ou Festivais”, acrescenta o comunicado divulgado.

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Centro de Portugal apresenta vantagens da região aos nómadas digitais em ciclo de workshops

O Turismo Centro de Portugal (TCP) vai promover vários workshops para dar a conhecer as vantagens da região aos nómadas digitais, iniciativa que vai decorrer até 21 de novembro, dirigida a “municípios, alojamentos e espaços de cowork”.

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O Turismo Centro de Portugal (TCP) vai promover um ciclo de workshops que visam dar a conhecer as vantagens da região aos nómadas digitais, numa iniciativa que vai decorrer até 21 de novembro e que é dirigida a “municípios, alojamentos e espaços de cowork”.

De acordo com informação publicada na newsletter do TCP, este projeto, denominado “Work From Centro de Portugal”, pretende promover “as vantagens desta região para os nómadas digitais e para todos os trabalhadores interessados em trabalhar à distância a partir deste território”.

A entidade regional de turismo explica que, no âmbito deste projeto, foi já disponibilizada uma plataforma que permite aos nómadas digitais conhecerem melhor a oferta e vantagens do território, e através da qual é possível ter acesso a um “diretório dos espaços disponíveis, direcionados para trabalhadores remotos e empreendedores”.

No âmbito deste projeto, o TCP vai promover também um ciclo de workshops dedicados a cada uma das sub-regiões do Centro de Portugal, através dos quais se pretende dar uma “resposta de estruturação de produto e comunicação neste segmento emergente no Centro de Portugal”.

Esta terça-feira, 8 de novembro, já teve lugar o primeiro destes workshops, que foi dedicado à região de Coimbra e que decorreu no Auditório da Biblioteca Miguel Torga, em Arganil.

Na quarta-feira, 9 de novembro, tem lugar o workshop dedicado à Serra da Estrela, que decorre pelas 10h00, no Ninho de Empresas de Manteigas, enquanto no dia 14 de novembro decorre a iniciativa dedicada ao Oeste, com início pelas 10h00, no Auditório da Biblioteca Municipal José Soares, na Nazaré.

No dia 15, decorre o workshop sobre a região de Leiria, numa iniciativa com início às 10h00 e que tem lugar no Auditório da Casa da Cultura de Figueiró dos Vinhos, enquanto no dia 17 está previsto o workshop sobre a Beira Baixa, a partir das 10h00, em Idanha-a-Nova, em local ainda por definir.

A encerrar este ciclo de workshops, o TCP promove ainda uma iniciativa dedicada ao Médio Tejo, no dia 18 de novembro, pelas 10h00, em local a definir em Abrantes, assim como outra a Viseu Dão Lafões, no dia 21 de novembro, a partir das 15h00, no Auditório Municipal de Tondela.

As inscrições para os workshops já se encontram a decorrer e podem ser realizadas aqui.

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1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa com inscrições abertas

Dirigido a agentes de viagens, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa é organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa, e vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente.

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As inscrições para o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, que vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente, já se encontram a decorrer e podem ser realizadas online.

Dirigido a agentes de viagens, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa é organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa, e vai contar com a participação de cerca de 20 expositores, em representação das regiões de Lisboa e da Bairrada.

A iniciativa vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente, com a sessão de Lisboa a ter lugar no Altis Grand Hotel, a partir das 18h00, enquanto no Porto tem lugar no Hotel HF Ipanema Park, também com início pelas 18h00. Nas duas iniciativas, está ainda incluído o jantar.

Ao longo do 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, os agentes de viagens vão ter a oportunidade de conhecer novos projetos de enoturismo, seja para momentos em família, casais, grupos em stopover ou para eventos corporate, nos quais a cultura vinhateira se assume como uma mais‐valia na diferenciação da oferta turística comercializada.

As inscrições para o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa podem ser realizadas aqui.

Mais informações pelo e-mail [email protected] ou pelo número de telefone +351 913 256 261.

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Mercados de Natal da Polónia e arquipélago dos Bijagós em destaque na B travel Xperience Lisboa

A B travel Xperience Lisboa volta a ser palco de novas Travel Talks, com destaque para os Mercados de Natal da Polónia e o arquipélago dos Bijagós, na Guiné-Bissau, que decorrem a 10 e 24 de novembro, respetivamente.

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Em novembro, a B travel Xperience Lisboa volta a ser palco de novas Travel Talks, com destaque para as iniciativas dedicadas aos Mercados de Natal da Polónia e ao arquipélago dos Bijagós, na Guiné-Bissau, que decorrem a 10 e 24 de novembro, respetivamente.

Na Travel Talk dedicada à Polónia, está já confirmada a participação da diretora do Turismo da Polónia para Espanha e Portugal, Agata Witosławska, que vem à capital portuguesa dar a conhecer os Mercados de Natal de algumas das principais cidades polacas.

“De Varsóvia a Cracóvia, mas também Gdansk e Wroclaw, os participantes podem provar os doces típicos polacos de Natal e ficar a conhecer alguns dos costumes e atrações natalícias da Polónia”, indica a B travel Xperience Lisboa, em comunicado.

Na Travel Talk dedicada à Polónia, que decorre a 10 de novembro, a partir das 18h30, está também prevista a participação do jornalista de viagens Ricardo Santos, que vai partilhar a sua mais recente experiência da viagem que fez pela Polónia.

No dia 16 de novembro, há uma Travel Talk dedicada às “Viagens e o respeito pela vida animal”, que conta com a participação de Sandra Duarte Cardoso, co-fundadora e presidente da SOS Animal – Portugal, que vai falar sobre o impacto que as viagens têm na vida animal nos diversos destinos e como melhor se pode respeitar o ambiente enquanto se viaja.

A 24 de novembro, regressam as Travel Talks e, desta vez, o tema será o arquipélago dos Bijagós, na Guiné-Bissau, numa iniciativa que vai falar sobre o “Orango Parque – Ilhas Bijagós” e que conta com a participação da fundação CBD-Habitat, que vai dar a conhecer o projeto de turismo sustentável que fomenta no Parque Nacional de Orango.

Além da conversa sobre o arquipélago dos Bijagós, vai ser ainda inaugurada uma exposição fotográfica, que convida os visitantes da B Travel Xperience Lisboa a viajar até aos Bigajós, ficando a conhecer a vida desta população que vive em harmonia com o ambiente envolvente.

Recorde-se que os eventos da Xperience Lisboa são de entrada livre e decorrem na Avenida Fontes Pereira de Melo, 27, a partir das 18h30. Apesar da entrada livre, é necessária inscrição, que pode ser realizada pelo e-mail [email protected] ou através das redes sociais da B travel Xperience Lisboa.

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Viajantes de negócios dispostos a voar menos

Os profissionais que viajam em negócios acreditam que as reduções nas viagens aéreas são um fator importante quando se trata de reduzir a pegada de carbono de uma empresa. Contudo, pretendem que os líderes das respetivas empresas deem o exemplo.

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Três em cada cinco viajantes de negócios reduziram os seus hábitos de voo como resultado da pandemia, de acordo com uma pesquisa da Transport & Environment.

Na pesquisa realizada junto de mais de 2.506 profissionais no Reino Unido, EUA, França, Alemanha e Espanha, 74% afirmaram que as empresas devem estabelecer metas corporativas de redução de voos e que isso deve fazer parte da política de viagens para combater as mudanças climáticas.

A pesquisa concluiu ainda que que quase três quartos dos profissioanis acreditam que as reduções nas viagens aéreas são um fator importante quando se trata de reduzir a pegada de carbono de uma empresa. E dos 1.279 entrevistados que relataram precisar voar em trabalho, 62% salientaram que reduziram os seus hábitos de voo em comparação com os níveis pré-pandemia. Já 27% disseram que voam com a mesma frequência que antes e 11% revelaram que estão a voar mais.

“Os hábitos de voo corporativo mudaram e os profissionais querem um novo normal em que as empresas assumam a responsabilidade de reduzir a sua parcela de emissões”, afirma Denise Auclair, corporate travel campaign managerda Transport & Environment.

“A mudança acontecerá com metas e políticas claras que se alinham com as expectativas dos profissionais das empresas. Isso só pode ajudar as empresas na corrida atual para recrutar e reter os melhores talentos.”

A pesquisa também destacou um impacto potencial nas reuniões, com 72% dos entrevistados a referirem que estão dispostos a fazer menos voos para reuniões internas e 67% estão dispostos a planear mais reuniões locais, em vez de reuniões globais, para reduzir voos de longa distância. “Os profissionais entendem o impacto climático dos voos de longa distância e estão dispostos a reduzir suas viagens”, refere ainda Auclair, concluindo, no entanto, que esses mesmos funcionários “esperam que a liderança das empresas dê o exemplo e estabeleça metas ambiciosas de redução de viagens de negócios”.

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Valência eleita Capital Verde Europeia 2024

A eleição aconteceu a 27 de outubro, numa cerimónia que decorreu na cidade francesa de Grenoble, atual Capital Verde Europeia, e que foi também disputada pela cidade italiana de Cagliari.

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A cidade espanhola de Valência foi eleita Capital Verde Europeia 2024, distinção da Comissão Europeia que reconhece e recompensa cidades com mais de 100.000 habitantes que tenham implementado projetos para reduzir o seu impacto ambiental e melhorar a qualidade de vida.

A eleição aconteceu a 27 de outubro, numa cerimónia que decorreu na cidade francesa de Grenoble, atual Capital Verde Europeia, e que foi também disputada pela cidade italiana de Cagliari.

“Esta é a primeira vez que Valência se candidata à Capital Verde Europeia, distinção que até agora só foi atribuída a uma cidade espanhola (Vitoria, 2012), e que a torna uma referência para a sustentabilidade urbana e políticas de transição ecológica”, destaca o Visit València, num comunicado enviado à imprensa.

Para ser eleita Capital Verde Europeia 2024, Valência passou um exame exaustivo de sustentabilidade, que avalia 12 indicadores, nomeadamente ar, ruído, resíduos, água, natureza e biodiversidade, uso do solo, eco-inovação, mitigação das alterações climáticas, adaptação às alterações climáticas, mobilidade, eficiência energética e gestão governamental.

No comunicado divulgado, o Visit València lembra que, além da criação e proteção de espaços verdes como o Parque Natural de Albufera, o pomar periurbano e os Jardins de Turia, a cidade está também envolvida em iniciativas de mobilidade sustentável, boa gestão de resíduos urbanos e a recuperação de espaços públicos como a Praça da Câmara Municipal ou a Plaza de la Reina.

“Além disso, Valência tem outras credenciais de sustentabilidade importantes, tais como o título de Capital Europeia do Turismo Inteligente 2022 e a Capital da Alimentação Sustentável em 2017. Foi também pioneira na medição e compensação da pegada de carbono e utilização de água para fins turísticos e é uma das 100 cidades selecionadas pela União Europeia para o projeto da Missão Cidades, com o objetivo de alcançar a neutralidade climática até 2030”, acrescenta o organismo de promoção turística.

O Visit València sublinha ainda que a cidade tem vindo a “sofrer várias mudanças no núcleo urbano nos últimos anos”, a exemplo da pedonalização do centro da cidade e dos enclaves mais importantes da cidade, com o objetivo de tornar Valência numa das “primeiras cidades neutras em termos de carbono na Europa”.

“A recentemente inaugurada Plaza de la Reina, bem como as ruas em redor do Mercado Central, ou em breve da Praça da Câmara Municipal, vão libertar o centro de Valência de trânsito para a transformar numa cidade para peões”, acrescenta o Visit València, notando que “as ruas de Valência têm uma rede de mais de 160 quilómetros de ciclovias que ajudam a reduzir as emissões de CO2”.

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