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Israel proíbe viagens para países da lista vermelha, Portugal incluído

Viagens entre Israel e vários países europeus, incluindo Portugal, foram proibidas devido à nova variante Ómicron.

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Mais sete países somados à lista para levantamento de restrições pelo Conselho Europeu
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O governo israelita proibiu este domingo, 19 de dezembro, os seus cidadãos de viajarem para países incluídos na lista vermelha da COVID-19, na qual Portugal se encontra, de forma a evitar a propagação da variante Ómicron.

De acordo com a Lusa, que cita informação avançada pela agência France Press, as restrições às viagens em território israelita já contemplavam grande parte dos países africanos, assim como a Grã Bretanha e a Dinamarca, mas passaram agora a incluir também vários países europeus, como é o caso de Portugal, mas também de Espanha, Finlândia, França, Irlanda, Noruega, Suécia e Emirados Árabes Unidos.

Esta segunda-feira, 20 de dezembro, foi ainda anunciado que também os EUA e o Canadá vão passar para a lista vermelha, a partir das 00h00 de terça-feira, dia 21, pelo que os cidadãos israelitas apenas poderão viajar para estes países mediante uma autorização especial.

“O tempo está a esgotar-se. Os países europeus instituíram bloqueios ou estão a preparar-se para o fazer”, afirmou Naftali Bennett, primeiro-ministro israelita, defendendo a adoção das novas restrições como forma de evitar outro tipo de bloqueios.

Além dos cidadãos israelitas ficarem impedidos de viajar para os países incluídos na lista vermelha, também os nacionais desses países não poderão viajar para Israel, salvo raras exceções, sendo que, nesses casos, é necessário realizar uma quarentena de uma semana após o regresso ao país.

Israel optou por voltar a restringir as viagens dos seus cidadãos para países considerados de risco elevado para a COVID-19 depois do número de casos no país com a nova variante Ómicron ter disparado, com o país a contabilizar já mais de 440 desta nova estirpe, que foi identificada na África do Sul, há cerca de um mês.

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Receitas turísticas de março já ultrapassaram período pré-pandemia

As receitas provenientes da atividade turística somaram 1.176,00 milhões de euros em março, valor que traduz um aumento de 5,3% face a igual mês de 2019, de acordo com os dados divulgados esta quarta-feira, 18 de maio, pelo Banco de Portugal (BdP).

As receitas provenientes da atividade turística somaram 1.176,00 milhões de euros em março, valor que traduz um aumento de 5,3% face a igual mês de 2019, o último ano antes da chegada da pandemia, quando este indicador tinha ficado nos 1.117,25 milhões de euros, de acordo com os dados revelados esta quarta-feira, 18 de maio, pelo Banco de Portugal (BdP).

Os valores divulgados pelo BdP indicam que, face a março de 2021, o crescimento das receitas turísticas, que se encontram pelos gastos dos turistas estrangeiros em Portugal, foi bem mais expressivo, uma vez que, em mês homólogo do ano passado, o país estava ainda a sair do segundo confinamento, pelo que o crescimento foi de 343,2% face aos 265,34 milhões de euros apurados em março do ano passado.

Em comparação com março de 2020, ano em que a COVID-19 chegou a Portugal e obrigou ao primeiro confinamento a partir de meados desse mês, o crescimento das receitas turísticas chega aos 93,9%, já que o montante apurado nessa altura tinha sido de 606,48 milhões de euros.

Apesar das notícias positivas nas receitas turísticas, março ainda não trouxe um crescimento das importações do turismo, que se encontram pelos gastos dos turistas portugueses no estrangeiro, uma vez que este indicador somou 264,81 milhões de euros, o que traduz uma descida de 14,8% face aos 310,86 milhões de euros apurados em março de 2019.

Apesar disso, o valor das importações do turismo ultrapassou os dois últimos anos, ficando 56,1% acima dos 169,66 milhões de euros apurados em março de 2020 e 89,3% acima dos 139,91 milhões de euros relativos a março de 2021.

Já o saldo da rubrica ‘Viagens e Turismo’ somou, em março, 911,19 milhões de euros, valor que também traduz um aumento de cerca de 13% face aos 806,39 milhões de euros apurados em igual mês do último ano antes da pandemia.

Em comparação com março de 2020 e 2021, o crescimento do saldo das ‘Viagens e Turismo’ é ainda mais expressivo, traduzindo aumentos de 108,6% face aos 436,82 milhões de euros de mês homólogo de 2020, e 626,5% na comparação com os 125,43 milhões de euros de março de 2021.

“As exportações e as importações de viagens e turismo cresceram, em termos homólogos, respetivamente, 343,2% e 89,3%, permitindo que o excedente desta rubrica aumentasse 786 milhões de euros. As exportações superaram em 5% o valor de março de 2019, enquanto as importações se situaram 15% abaixo do valor observado nesse mês”, resume o BdP, no comunicado divulgado.

No acumulado dos três primeiros meses de 2022, as receitas turísticas somam já 2.725,88 milhões de euros, valor que fica 223,1% acima do apurado em igual período do ano passado e que traduz um aumento de 6,8% face ao acumulado dos três primeiros meses de 2020.

Em relação ao primeiro trimestre de 2019, quando o valor acumulado das receitas turísticas tinha sido de 2.876,71 milhões de euros, continua, no entanto, a registar-se uma descida de 5,2%.

Já no que diz respeito às importações, no acumulado dos três primeiros meses o montante é de 696,78 milhões de euros, valor que fica 18,2% abaixo de igual período pré-pandemia, quando chegava aos 852,08 milhões de euros. Face ao acumulado de 2020 e de 2021, o resultado é, no entanto, distinto, já que traduz uma redução de 7,2% face aos 747,19 milhões de euros de 2020 e um aumento de 46,4% face aos 373,49 milhões de euros de igual período de 2021.

No que diz respeito ao acumulado do saldo desta rubrica, o valor está nos 2.029,1 milhões de euros, o que indica que, face a igual período de 2019, também houve um aumento, ainda que tenha sido de apenas 0,2%, para 2.024,63 milhões de euros. Face ao acumulado do primeiro trimestre de 2020 e 2021, o aumento foi de 12,4% e 331,6%, respetivamente.

 

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OMT promove digitalização de um milhão de PME do turismo

Promovido pela Organização Mundial do Turismo (OMT), o programa “Digital Futures” será desenvolvido em três anos, e vai envolver pelo menos um milhão de PME do setor.

A OMT acaba de anunciar o lançamento do programa “Digital Futures”, projetado para acelerar a adoção de novas tecnologias nas pequenas e médias empresas (PME) do turismo.

Desenvolvida em colaboração com algumas das principais empresas de tecnologia, finanças e negócios do mundo, como a Mastercard, a iniciativa é focada nas PME, que representam 80% de todas as empresas do turismo.

A OMT visa alcançar pelo menos um milhão de PME deste setor durante a vigência do programa, fornecendo-lhes os conhecimentos fundamentais necessários para aproveitar o poder das tecnologias novas e emergentes.

O secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, lembra que “as pequenas empresas são a espinha dorsal do turismo”, dai a necessidade deste programa que “as ajudará a se recuperar dos impactos da pandemia e impulsionar o setor, através inovação e novas tecnologias.”

A fim de fornecer às PME orientações e ferramentas personalizadas, o programa é construído sobre uma Ferramenta de Diagnóstico de Prontidão Digital que compara as PME em cinco dimensões digitais principais – Conectividade, Crescimento dos Negócios, Comércio Eletrónico, Big Data e Análise e Pagamentos e Segurança.

O evento de lançamento, que decorreu em Madrid, contou com a presença de cerca de 200 participantes, incluindo os embaixadores em Espanha dos Estados Membros da OMT, bem como agências de investimento e promoção e as próprias PME.

 

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Turismo de luxo recupera na Europa após pandemia

As vendas geradas pelo turismo de luxo na Europa podem atingir 520 mil milhões de euros entre 2030 e 2035, diz a Aliança Europeia das Indústrias Culturais e Criativas (ECCIA), que adianta este segmento é responsável por entre quatro mil milhões e seis mil milhões de euros de receitas em Portugal.

Com a retoma do turismo, a Aliança Europeia das Indústrias Culturais e Criativas (ECCIA) estima que os gastos gerados pelos turistas de alto poder aquisitivo podem triplicar para 520 mil milhões de euros entre 2030 e 2035. Até agora, as vendas para este tipo de turista estão entre 130 mil milhões e 170 mil milhões de euros, concentrando 22% das receitas geradas pelo turismo em geral.

De acordo com os empregadores europeus, o aumento dos gastos turísticos terá a ver com uma melhoria em infraestrutura, sustentabilidade e educação. “As marcas de luxo europeias geram 70% das vendas do mercado, representando 10% das exportações europeias e 4% do Produto Interno Bruto (PIB) do continente, com vendas até 800 mil milhões de euros”, explicou a ECCIA em comunicado.

Em alguns países como Itália, França, Espanha e Reino Unido, o segmento de turismo de luxo gera entre 20.000 milhões de euros e 35.000 milhões de euros. Em outros países, como a Grécia, a incidência do turismo de luxo é mais relevante e gera até 7% do PIB do país.

França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido, geram 75% das receitas deste segmento. Espanha, por exemplo gera entre 20 mil milhões e 25 mil milhões de euros com o com turismo de luxo, enquanto o Reino Unido coloca a sua receita desse segmento entre 30 mil milhões e 35 mil milhões de euros.

Além desses países, a Suíça gera entre cinco mil milhões e 10 mil milhões graças ao turismo de luxo; Grécia até 10 mil milhões de euros; e Portugal entre quatro mil milhões e seis mil milhões de euros. O resto da Europa gera aproximadamente nove mil milhões de euros.

“Os turistas, que estão a aumentar a sua curiosidade e atenção à sustentabilidade, estão a mostrar interesse em novos destinos como a Croácia, Eslovénia, Portugal e os países nórdicos”, detalha o estudo, que estima uma perda de mais de 70 mil milhões de euros causada pelo impacto da pandemia e restrições de viagem.

Só em 2020, as perdas geradas pela queda do turismo devido às restrições da pandemia ficaram entre 65 mil milhões de euros e 75 mil milhões de euros. Mesmo assim, “o turismo de luxo finalmente dá sinais de recuperação”, acrescenta Claudia D’Arpizio, diretora de moda e luxo da Bain&Company.

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IATA reforça apelo para fim das restrições na Ásia-Pacífico

A IATA sublinha que, assim que os Governo procedem ao levantamento das medidas restritivas adotadas na sequência da COVID-19, “há uma reação positiva imediata dos viajantes”.

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A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) voltou esta terça-feira, 17 de maio, a insistir no apelo para o fim das restrições às viagens na Ásia-Pacífico, de forma a acelerar a recuperação turística na região.

Num comunicado enviado à imprensa, a IATA sublinha que, assim que os Governo procedem ao levantamento das medidas restritivas adotadas na sequência da COVID-19 “há uma reação positiva imediata dos viajantes”, pelo que, alerta a associação, o levantamento das medidas ainda em vigor deve ser rápido, até porque há “empregos em jogo e as pessoas querem viajar”.

Segundo a IATA, em março, a procura internacional de passageiros na região Ásia-Pacífico atingiu 17% dos níveis pré-COVID, depois de ter ficado abaixo de 10% na maior parte dos últimos dois anos, o que, mesmo assim, continua muito abaixo da média do resto do mundo.

“Isso está muito abaixo da tendência global, onde os mercados recuperaram para 60% dos níveis pré-crise. O atraso é por causa das restrições do governo. Quanto mais cedo elas forem levantadas, mais cedo assistiremos a uma recuperação no setor de viagens e turismo na região, com todos os benefícios económicos que isso trará”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Desta forma, a IATA insiste para que os Governos dos países da Ásia-Pacífico levantem todas as restrições que ainda estão em vigor, a exemplo das limitações para viajantes vacinados, da remoção da obrigação de teste ou quarentena para viajantes não vacinados e que sejam provenientes de zonas onde existem altos níveis de imunidade e da suspensão do uso obrigatório de máscara facial nas viagens aéreas em países onde o seu uso já não seja obrigatório em locais fechados e transportes públicos.

“Apoiar e, mais importante, acelerar a recuperação exigirá toda uma abordagem da indústria e do governo. As companhias aéreas estão a trazer de volta os voos. Os aeroportos precisam de ser capazes de lidar com a procura. E os governos precisam ser capazes de processar as autorizações de segurança e outra documentação com eficiência”, considera Willie Walsh.

Como exemplo de países asiáticos que vivem realidades distintas, Willie Walsh aponta a China e o Japão, o primeiro dos quais continua totalmente fechado ao turismo, enquanto o segundo já voltou a permitir viagens aéreas internacionais, ainda que, segundo a IATA, não tenha um plano claro para a reabertura do país, numa lacuna que deve ser colmatada.

“É preciso fazer mais para facilitar ainda mais as restrições de viagem, começando com o levantamento da quarentena para todos os viajantes vacinados e removendo o teste de chegada no aeroporto e o limite diário de chegada. Exorto o governo do Japão a dar passos mais ousados ​​para a recuperação e abertura das fronteiras do país”, acrescentou Walsh.

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Emirates retoma segundo voo diário para Lisboa em julho

Informação foi divulgada pelo Turismo do Dubai esta terça-feira, 17 de maio, durante uma apresentação em Lisboa, que deu a conhecer as novidades do destino.

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A Emirates vai retomar em julho o segundo voo diário entre a capital portuguesa e o Dubai, revelou esta terça-feira, 17 de maio, Cibele Moulin, gerente sénior de Operações Internacionais do Turismo do Dubai.

“Estamos com um voo diário da Emirates, é um voo direto de Lisboa para o Dubai, e agora, a partir de julho, a Emirates retoma o segundo voo diário”, revelou a responsável, que esteve em Lisboa para apresentar o destino Dubai aos jornalistas portugueses.

De acordo com Cibele Moulin, com a retoma da segunda frequência diária entre Lisboa e o Dubai, que tinha sido suspensa com a chegada da pandemia, o número de ligações aéreas entre Portugal e o Dubai já está “quase no nível que existia antes da pandemia”, faltando apenas a retoma do voo do Porto.

“Antes, a Emirates voava do Porto também e, talvez, no futuro possamos retomar esse voo. De momento, Lisboa é o principal mercado e temos dois voos a partir de julho”, acrescentou a responsável, mostrando-se convicta que a retoma dos voos é fundamental para que também o número de turistas portugueses que visita o Dubai regresse aos níveis do passado.

O mercado português, revelou também Cibele Moulin, recuperou no primeiro trimestre de 2022 e já superou em 33% os números até março do período pré-pandemia, o que levou a que, neste período, o mercado nacional até tenha reagido “um pouco acima da média global do destino”.

“O mercado português, em especial, recuperou 60% do volume que tínhamos pré-pandemia. Ou seja, o mercado português até reagiu um pouco acima da média global do destino. Isso é muito bom para nós”, considerou a responsável.

Globalmente, o Dubai recebeu, nos primeiros três meses do ano, cerca de quatro milhões de turistas estrangeiros, o que indica uma recuperação de 44% face aos perto de 7,3 milhões de turistas que o destino tinha recebido nos primeiros três meses de 2021.

“Ou seja, recuperámos já do ano passado quase metade do que tínhamos antes da pandemia. É uma recuperação bastante rápida”, congratula-se Cibele Moulin, revelando que a Expo Dubai, que decorreu entre outubro do ano passado e março deste ano, motivou 24 milhões de visitas ao destino.

Além da Expo Dubai, a responsável do Turismo do Dubai considera que importante para a retoma do turismo internacional foi também a reabertura antecipada do destino, que foi um “dos primeiros destinos a abrir na pandemia”, além do facto do Dubai ter mantido sempre uma “constância em relação aos requisitos”, que conferiu maior confiança aos turistas.

Nesta apresentação em Lisboa, Cibele Moulin deu também a conhecer as novas atrações do destino que, mesmo na pandemia, não parou os investimentos que estavam planeados em novas atrações, a exemplo do Museu do Futuro, que nos transporta para o ano de 2071 e que já foi distinguido pela arquitetura; do Deep Dive Dubai; do Sky Views Observatory; da Aura Sky Pool ou do Ain Dubai, que consiste na maior roda gigante do mundo.

Atualmente, o Turismo do Dubai tem em vigor uma campanha especial no mercado português, que foi lançada em abril e que oferece sete noites de alojamento pelo preço de cinco, com Cibele Moulin a revelar que, devido a este tipo de campanhas, a estada média dos turistas portugueses no Dubai está a subir e já 5,4 noites, quando ainda em 2019 estava nas duas ou três noites.

“O Dubai vê Portugal como um mercado com muito potencial e é por isso que estamos a investir tanto na promoção”, concluiu a responsável, indicando que o Turismo do Dubai tem vindo também a investir na proximidade aos operadores turísticos e na formação para agentes de viagens portugueses, ao mesmo tempo que tem vindo a promover famtrips ao destino.

 

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Rita Marques visita Região de Lisboa esta quinta-feira

A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, vai conhecer vários projetos de formação, reabilitação e valorização do património, durante uma visita que realiza, esta quinta-feira, dia 19 de maio, à Região de Lisboa.

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Da agenda consta uma visita ao Palácio Nacional da Ajuda onde irá assistir à montagem das últimas peças no Museu do Tesouro Real, cuja inauguração está prevista para breve.

Rita Marques estará, igualmente, na Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril, onde se procederá à assinatura do Protocolo “Formação + Próxima”.

O fim da visita tem encontro marcado na Tapada de Mafra para assinalar os esforços e o compromisso da região com o cumprimento dos princípios de responsabilidade e empenho ativo na conservação do património natural.

Segundo comunicado da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa, esta visita da secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços marca o início da retoma turística da região, bem como o investimento em três pilares de sucesso: a formação, a reabilitação e a valorização patrimonial.

 

 

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Turismo Basco mostra-se no Porto

Portugal foi o quinto mercado no ranking dos mercados internacionais para o País Basco, indicando a Turespaña que tem havido um crescimento “de mais de 100% tanto nas chegadas como nas dormidas”.

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O diretor da Agência Basca de Turismo, Daniel Solana, apresenta esta terça-feira (17 de maio) no Porto, a oferta turística do País Basco destinada ao mercado português, contando o evento com a presença de Yolanda Martínez, conselheira de turismo na Embaixada de Espanha e diretora da Delegação Oficial Espanhol em Portugal.

A apresentação, dirigida exclusivamente a convidados do sector turístico, servirá para ilustrar o poder da gastronomia basca, uma das marcas do destino Euskadi e a principal motivação dos viajantes na sua visita ao País Basco.

De referir que, em 2021, Portugal foi o quinto mercado no ranking dos mercados internacionais para o País Basco. Os dados acumulados para o ano 2022, de janeiro a março, mostram, de resto, um aumento significativo do mercado português no País Basco em comparação com o mesmo período de 2021.

“Tem havido um crescimento de mais de 100% tanto nas chegadas como nas dormidas”, refere a Turespaña, considerando que “Portugal é um dos principais mercados para a promoção do turismo basco”, tendo, inclusivamente, realizado uma campanha designada como “Bizit Euskadi” destinada especificamente a este mercado.

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Turismo externo contribui para Portugal ter a maior projeção de crescimento na UE em 2022, diz comissário europeu

Na habitual divulgação das previsões económicas da Primavera, o comissário europeu da Economia, Paolo Gentiloni, considerou que “a reabertura do turismo externo teve um papel importante”.

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O comissário europeu da Economia, Paolo Gentiloni, considerou que a reabertura do turismo externo contribui para a projeção de um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal este ano de 5,8%, o mais alto da União Europeia.

Na conferência de imprensa de apresentação das previsões económicas da primavera da Comissão Europeia, em Bruxelas, Gentiloni comentou que as projeções para Portugal são “realmente boas, tanto para o crescimento, como em relação ao rácio da dívida face ao PIB, que em 2023 deverá atingir 115%, o que fica abaixo do nível pré-pandemia”.

Admitindo que a previsão de forte crescimento da economia portuguesa para este ano, a mais elevada entre os 27 Estados-membros da União, se deve também ao facto de Portugal não ter crescido “de forma tão forte em 2021 em comparação com outros países” – o PIB português cresceu 4,9% no ano passado, abaixo da média europeia de 5,4% -, o comissário europeu destacou então igualmente o papel do regresso em força dos turistas estrangeiros, depois de dois anos de pandemia da covid-19.

“Penso que a reabertura do turismo para um país maioritariamente baseado em turismo externo do que interno também teve um papel importante”, afirmou Gentiloni.

A Comissão Europeia reviu em alta de 0,3 pontos percentuais (p.p.) o crescimento económico esperado para Portugal este ano, para 5,8%, apesar dos desafios externos, segundo as previsões macroeconómicas de primavera divulgadas.

Este é o valor mais elevado entre os 27 Estados-membros da UE, seguido da Irlanda (5,4%), e muito acima da média do bloco europeu e da zona euro, ambos com projeções de crescimento de apenas 2,7% este ano.

Bruxelas prevê que o PIB de Portugal cresça 5,8% em 2022, quando em fevereiro esperava uma expansão de 5,5%, com o setor dos serviços, particularmente o turismo estrangeiro, a recuperar fortemente face a uma base baixa.

O relatório da Comissão Europeia assinala que “as perspetivas de crescimento permanecem favoráveis, apesar dos desafios relacionados com os preços das ‘commodities’, das cadeias de abastecimento globais e maior incerteza na procura externa”.

Refletindo a melhoria das condições económicas, o executivo comunitário vê o rácio da dívida pública face ao PIB a cair de 127,4% em 2021 para 119,9% do PIB em 2022, e para 115,3% em 2023, ano em que se fixaria abaixo do nível pré-pandemia.

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Turismo da Jamaica quer portugueses de volta

O Turismo da Jamaica quer os turistas portugueses de volta e acaba de nomear um representante para Portugal, Nuno Costa, cujo principal objetivo é “pressionar” para o regresso da operação charter, que já existiu, e que foi interrompida com a pandemia. Pode ser que em 2023 volte a operar.

O Turismo da Jamaica quer os turistas portugueses de volta e acaba de nomear um representante para Portugal, Nuno Costa, cujo principal objetivo é “pressionar” para o regresso da operação charter, que já existiu, e que foi interrompida com a pandemia. Pode ser que em 2023 volte a operar.

 

Voltar a pôr o nome da Jamaica na mente dos operadores turísticos, agentes de viagens e consumidor final em Portugal é o principal objetivo do turismo daquele destino, que tem agora Nuno Costa como seu representante no nosso país. “O Turismo da Jamaica, sabendo que para este ano não vai haver voos charter, nem direto, nem triangular, quer é voltar a pôr o nome do destino na mente dos operadores turísticos, agentes de viagens e no consumidor final”, disse Nuno Costa ao Publituris, referindo que “este é o primeiro grande objetivo, daí a razão da minha presença em Portugal”.

Apesar da representação do Turismo da Jamaica na Europa estar sediada em Berlim, desenvolvendo toda a parte da promoção, para Portugal “quiseram focar-se mais, e convidaram-me para fazer esse trabalho, uma vez que conheço o destino onde vivo há 17 anos, desde 2005, também ainda tenho conhecimento da maior parte dos players do mercado (tour operadores e agentes de viagens) e se não tenho de algum novo grupo, há forma de lá chegar, porque conheço as pessoas”, esclareceu.

A participação em eventos promovidos pelo trade em Portugal é outra das apostas de Nuno Costa. Começou na BTL, passou pela Convenção Bestravel, depois pelo roadshow de Os Especialistas, e Convenção Airmet, “estando sempre numa relação direta com os grupos de agências de viagens e com os operadores, no sentido de continuar a fazer essa promoção não só nos eventos, mas ao nível das redes, das equipas de vendas, formações quando for possível e, sobretudo também, para que eles perceberem que têm alguém cá em Portugal, e mesmo que esteja na Jamaica, mas alguém que é português, conhece muito bem o destino e lhes pode dar qualquer tipo de apoio. Através de um email ou via Whatsapp, estarei sempre disponível para esclarecer qualquer dúvida, até porque muitas vezes o agente de viagens não conhece o destino”, apontou. O responsável tomou conhecimento que, neste momento, apenas um ou dois operadores em Portugal programam a Jamaica, em voos regulares (a única hipótese atualmente), mas com oferta muto reduzida. Daí que “pretendo, igualmente, que os operadores que tenham programação não charter, incluam a Jamaica. Os operadores que fazem brochuras mais dedicadas, como Praias Exóticas ou Luas de Mel, interessam-nos”, realçou.

Destino caiu em esquecimento

Sem a operação charter triangular com Samaná (República Dominicana) que vigorou entre 2006 e 2019, com cinco operadores turísticos em Portugal envolvidos, durante os meses de maio/junho a meados de setembro, o destino Jamaica caiu no esquecimento em Portugal. “Quando as agências de viagens começam a ter as ofertas para outros destinos, mesmo nas Caraíbas, se não está a Jamaica, fica esquecida. O cliente pode querer a Jamaica, mas se não houver esse tipo de oferta ou de exposição do destino, fica esquecido”.

Nuno Costa lembra que a nível de procura, a Jamaica nunca foi um destino de massas como outros pontos das Caraíbas que estão no mercado há 20 ou 30 anos, mas enquanto houve a operação charter, os números foram sempre “muito bons”. Inclusivamente “houve alturas em que o mercado português reagiu melhor até do que o espanhol, porque havia charters de Lisboa e de Madrid. O mercado português sempre gostou muito do destino, portanto, se houver oferta de charter, ele vai voltar”, sublinhou, indicando que eram anualmente entre cinco mil a seis mil passageiros. “Havendo o charter esse número pode aumentar, mas nunca será possível em voos regulares”, frisou.

Quanto ao regresso dessa operação no próximo ano, o representante do Turismo da Jamaica afirmou que “será sempre uma decisão dos operadores. O meu trabalho aqui é dar apoio, dar abertura, mas o fundamental é os operadores querem fazê-lo. Acho, sinceramente, que vai haver alguma pressão dos agentes de viagens e do mercado para que o destino volte a ser oferecido em voos charter. É normal porque já aconteceu, é um destino que as pessoas gostaram, e é normal que os operadores precisem de destinos novos e diversificar o seu produto”. Não sendo possível para já em 2022 este tipo de operação, há os voos regulares. Assim, neste momento, para se chegar à Jamaica, a partir de Portugal, há várias formas, seja via Europa, seja combinado com os Estados Unidos ou Canada. Pela Europa, a opção número um, conforme explica o responsável, é por Zurique com uma conexão de duas a três horas, com a Swiss e ligação a Montego Bay com a Edelweiss, companhia aérea do grupo Swiss. A segunda opção, e ainda sem ter de dormir na Europa, é sair de Lisboa no primeiro voo da manhã da Lufthansa até Frankfurt e apanhar um voo da Condor também para Montego Bay, na costa norte da ilha onde está o turismo. Há outras opções na Europa, mas será sempre necessário ficar de uma noite para outra.

Há igualmente os EUA ou Canadá (Nova Iorque, Miami, Toronto), mas os clientes têm que dormir nessas cidades. Depois pode-se fazer combinados porque há voos diários dessas cidades para Montego Bay.

Há muitos turistas portugueses que conhecem a Jamaica através de cruzeiros que atracam no destino, mas não é só isso que o destino pretende. Segundo Nuno Costa, “é um ponto importante, mas queremos mais”.

Sem charter ainda, a Jamaica é um destino caro? O representante responde que, em termos de hotelaria está ao nível do custo do México, mas um pouco mais caro que a República Dominicana, mas explicou que há hotéis para todos os gostos. Na ilha normalmente todos os all inclusive são de cinco estrelas, mas há hotéis coloniais, há boutique hotéis e até villas, ou seja, há muita oferta, depende tudo do cliente. “O que faz a diferença é o aéreo porque, se formos comparar preços, o avião custará 800 euros, praticamente o mesmo preço de um pacote para a República Dominicana. Se juntarmos o hotel, estamos a falar de 1.500 euros”, referiu.

Mas é um destino de todo o ano. A época alta na Jamaica é o inverno na Europa, que começa aproximadamente a 15 de dezembro e vai até a segunda semana de março, e é quando os preços estão mais altos e é quando nos principais mercados emissores do turismo da Jamaica (norte-americanos e canadianos) está muito frio. Nuno Costa, que estará lá e cá, conclui que “o mais importante, e a mensagem que tento passar ao mercado português é que estou aqui, vou estar sempre em ligação com o mercado para dar apoio, confiança e ajudar os agentes de viagens que não conhecem o destino, e se houver um conjunto de eventos que justifiquem a minha presença, cá estarei”.

O que se pode fazer na Jamaica?

Tirando a praia, a Jamaica tem uma componente de natureza muito forte, revelou o representante do destino em Portugal. É uma ilha pequena, praticamente da dimensão do Algarve, e muito verde, podendo encontrar-se facilmente tanto montanhas, como rios, cascatas, tudo de forma concentrada.

Além disso, segundo Nuno Costa, tem a parte cultural, das pessoas, das gentes e das suas culturas africana/inglesa, o rastafary originário da Etiópia, tem a música (o reggae) que tem tudo à volta do Bob Marley, mas não só, tem a parte das montanhas onde se cultiva o café e, como é uma ilha, há muitos desportos náuticos e passeios de barco, e ainda o rum na costa sul, uma zona ainda por conhecer pois está em desenvolvimento.

Os grandes centros do turismo são três: para além da capital é Kingstown (uma cidade de negócios no sul da ilha, que se deve, no entanto, visitar, pois é lá que se encontra o Museu de Bob Marley), há Montego Bay, a capital do turismo, onde chegam os aviões, Negril que está na ponta oeste, em viagem de hora e meia, e Ocho Rios, a este, que está a cerca de hora e meia também. É nestes centros onde está concentrada a maior parte da hotelaria. Por exemplo, em Montego Bay, num raio de 20/25 kms existem pelo menos 30 unidades hoteleiras all inclusive. Há ainda Porto António, local que o responsável considera “lindíssimo, mas está ainda muito por desenvolver, diria que seria o quarto centro turístico, não tem hotéis em all inclusive, mas é visto em passeio ou para turistas que queiram algo muito específico, como hotéis boutiques em cima do mar ou villas.

*Artigo publicado originalmente na edição 1462 do Publituris.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

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“Porto e Norte enquanto alavanca no Turismo” em discussão dia 18 de maio

“Porto e Norte enquanto alavanca no Turismo” é tema de um webinar que terá lugar esta quarta-feira, dia 18 de maio, a partir das 19 horas.

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Promovido pela Atlântico Business School, este webinar contará com participação de João Moura profissional na indústria do Turismo e criador da Here & Dare, Luís Pedro Martins presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte, Amaro Correia, consultor de empresas do setor do turismo e docente na Atlântico Business School e Miguel Azevedo, Product Manager da Go Travel Portugal.

A participação é gratuita e aberta ao público, mas sujeita a inscrição no seguinte link: https://bit.ly/3wr17hp.

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