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Turismo do Centro mostra o que tem de melhor em gastronomia e vinhos

“Uma Viagem-Romance pela Gastronomia e Vinhos do Centro de Portugal”, do chef Diogo Rocha, do restaurante Mesa de Lemos, em Viseu, deu origem a um livro e documentário, que mostra o que há de melhor nestes dois produtos turísticos naquele território,

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Turismo do Centro mostra o que tem de melhor em gastronomia e vinhos

“Uma Viagem-Romance pela Gastronomia e Vinhos do Centro de Portugal”, do chef Diogo Rocha, do restaurante Mesa de Lemos, em Viseu, deu origem a um livro e documentário, que mostra o que há de melhor nestes dois produtos turísticos naquele território,

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O Turismo Centro de Portugal apresentou em Aveiro, esta terça-feira, em livro e documentário, o que melhor oferece em gastronomia e vinhos.

Em “Uma Viagem-Romance pela Gastronomia e Vinhos do Centro de Portugal”, o chef Diogo Rocha, do restaurante Mesa de Lemos, em Viseu, distinguido com uma Estrela Michelin, é o protagonista um percurso pelo melhor que a região Centro de Portugal tem para oferecer a nível da gastronomia e dos vinhos, num percurso de mais de 1.600 km, em que foram realizadas 25 entrevistas, e 44 visitas em 85 páginas.

O livro e o documentário estão disponíveis no site em https://bit.ly/320o4N5, e inserem-se no projeto de comunicação e promoção turística “Experiências By”, uma iniciativa do Turismo Centro de Portugal que visa promover as caraterísticas distintivas do território, através de uma rede de curadores de experiências em diversas áreas.

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Região do Douro é Cidade Europeia do Vinho 2023

“Um grande e merecido prémio para a região”. É assim que o presidente da Câmara de Peso da Régua, José Manuel Gonçalves, reagiu à conquista, em Bruxelas, da Região do Douro como Cidade Europeia do Vinho 2023.

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O presidente do município defendeu que este “é um dos maiores desafios coletivos que o Douro já assumiu em toda a sua história, materializando o desejo e o pulsar de toda uma região”.

Peso da Régua já tinha tentado o título em 2018 e dessa experiência resultou uma candidatura de âmbito regional, que envolveu os diferentes agentes do Douro e que saiu vencedora, em Bruxelas, onde foi defendida pelo autarca de Peso da Régua.

Em declarações à Lusa, José Manuel Gonçalves referiu que “é um grande prémio para a região, um prémio merecido e que nos vai ajudar também àquilo que tem sido o trabalho da Comunidade Intermunicipal (do Douro), que é cada vez ter mais preocupação com aquilo que é o nosso desenvolvimento económico, a sustentabilidade de todo o território”.

Enquanto Cidade Europeia do Vinho 2023 o Douro Património da Humanidade será, segundo os promotores da candidatura, “uma referência europeia no vinho, na vinha, na cultura e na celebração harmoniosa da natureza e obra secular realizada por gerações de durienses”.

Segundo o autarca, “vai haver agora um período de preparação, de consolidação de projetos, e em 2023 é que vai ser o ano pleno da candidatura”, sustentando que “acima de tudo vai haver um conjunto diversificado de atividades que agora vão ser consolidadas em projetos mais efetivos”.

A aprovação da candidatura, com o lema “All Aroud Wine, All Around Douro”, chega numa altura em que o Douro comemora 20 anos da elevação a Património da Humanidade e em que a preocupação local é “garantir que as gerações futuras recebam este Património da Humanidade em condições de sustentabilidade”.

A Cidade Europeia do Vinho é um concurso anual lançado pela RECEVIN, em 2012, e tem como objetivo a promoção turística e a divulgação das regiões europeias produtoras de vinho, tendo um caráter rotativo entre os diversos países que fazem parte da rede.

No ano de 2023 a Cidade Europeia do Vinho teria que ser portuguesa e, além do Douro, foram apresentadas as candidaturas “Algarve Golden Terroir”, e uma outra do Vale do Lima.

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Emprego e Formação

Turismo algarvio com falta de trabalhadores apesar de 6.000 inscritos no IEFP

Apesar da “boa remuneração” oferecida, Hélder Martins, presidente da AHETA, considera que não é lógico haver uma “rejeição das pessoas” para trabalhar no turismo.

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Os empresários do setor turístico algarvio queixam-se da falta de trabalhadores para o verão, apesar de haver cerca de 6.000 pessoas do setor inscritas no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), algumas a receber o subsídio de desemprego.

“Havia há pouco tempo 6.000 inscritos na área do turismo no Instituto do Emprego – só cozinheiros eram 500 -, e fizemos uma experiência com o Instituto do Emprego, com a ajuda das associações empresariais, e o Turismo do Algarve a coordenar, para tentar contratar pessoas”, disse o presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).

Em declarações à Lusa, Hélder Martins referiu que o próprio IEFP participou nas entrevistas e “fez um esforço para trazer as pessoas, mas estas não quiseram” aceitar o trabalho que lhes era proposto nas suas áreas e com uma “boa remuneração”.

Para o empresário, não é lógico haver uma “rejeição das pessoas” para trabalhar no turismo e, ao mesmo tempo, poderem continuar a beneficiar do subsídio de desemprego, o que o leva a supor que também farão alguns trabalhos complementares.

“Houve quem só pudesse vir à entrevista depois das 08:00 da noite, mas estavam desempregados e a receber o subsídio de desemprego, e outros diziam que estavam a ajudar um primo”, referiu, ainda, Hélder Martins.

O presidente da maior associação de hoteleiros da região sublinhou que “há um problema grave no Algarve e no resto do país de falta de mão-de-obra”, que não se cinge apenas ao setor do turismo.

O administrador do grupo Pestana para o Algarve, Pedro Lopes, também confirmou à Lusa que “é difícil” encontrar pessoas para trabalhar como se fazia até 2019.

“O Algarve tem 15.000 desempregados, dos quais 6.000 no setor do turismo. Mas quando essas pessoas são chamadas para as entrevistas e não aparecem é porque não querem trabalhar, e algumas devem estar a trabalhar ilegalmente, por isso não aparecem”, refere.

Segundo Pedro Lopes, os poucos que aceitam ir às entrevistas “muitas vezes dizem que só podem aparecer depois das 20:00, o que quer dizer que antes estão a fazer alguma coisa”, considerou.

“O Governo tem de fiscalizar mais estas situações”, porque “se as pessoas não querem trabalhar não é justo estarmos a pagar [o subsídio de desemprego], quando há milhares de posições a serem oferecidas no setor”, afirmou.

Por seu lado, o diretor regional de operações do Grupo Minor, que detém os hotéis Tivoli, Jorge Beldade, afirmou que as unidades hoteleiras que gere precisam neste momento de recrutar 200 pessoas, num total de cerca de 1.500 trabalhadores.

“O Instituto do Emprego e Formação Profissional tem 15.000 pessoas à procura de emprego, mas quando pedimos um grupo de 30, aparecem apenas na entrevista três ou quatro, que fazem tudo para não serem contratados”, assegurou.

Segundo aquele responsável, normalmente, os entrevistados “pretendem manter-se no fundo de desemprego e continuar a fazer biscates” a trabalhar a tempo inteiro no setor.

“Vamos ter o melhor verão de sempre, as reservas já estão a um nível superior ao de 2019, o ano também vai ser excelente, mas não vamos fornecer o nível que deveríamos dar”, devido à falta de trabalhadores, observou.

De acordo com aquele responsável, a preocupação, neste momento, “já não é a receita, mas sim encontrar pessoas que queiram trabalhar”.

O presidente da AHETA também lamentou que “agora que há a oportunidade de faturar, não haja recursos” humanos, frisando que os empresários irão tentar manter a qualidade dos serviços, mesmo que tenham de deixar de disponibilizar a totalidade das mesas, nos restaurantes, ou dos quartos, nos hotéis.

Os empresários do setor turístico são unânimes em referir que a solução para resolver a falta de mão-de-obra no setor é recorrer a imigrantes, sobretudo, originários de países de língua oficial portuguesa.

De acordo com a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), a falta de mão-de-obra no setor, a nível nacional, já deverá ultrapassar os 15.000 trabalhadores estimados em 2021.

Entretanto, na quarta-feira, 15 de junh, o Governo aprovou um regime de facilitação para a emissão de vistos em Portugal para os Cidadãos da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP).

Em conferência de imprensa, a ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendes, avançou que vai passar “a haver uma facilitação da emissão” no âmbito da concessão dos vistos de curta duração de estada temporária e vistos de residência para cidadão abrangido pelo acordo da CPLP.

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Isla Mágica quer recuperar as 700 mil visitas

A Isla Mágica, parque temático localizado em Sevilha, reabriu e tem como objetivo, neste ano em que está a assinalar os seus 25 anos, recuperar as 700 mil visitas que contabilizou antes da pandemia.

Com total normalidade, sem restrições de lotação, máscaras obrigatórias ou marcação prévia, a Isla Mágica, em Sevilha, que completa 25 anos desde a sua inauguração, em 28 de junho de 1997, reabriu no passado dia 23 de abril, para mais uma temporada.

Em um ano tão especial, e uns dias antes da reabertura, Guillermo Cruz, diretor do parque, apresentou no “la Fragata”, no Pirates’ Lair, a nova oferta acompanhada pelos atores dos diferentes espetáculos que estão a atuar nos palcos do parque cujo objetivo nesta temporada é chegar o mais próximo possível aos períodos pré-pandemia que, significaria, segundo Cruz, recuperar as 700 mil visitas anteriores à pandemia, e fazer uma temporada “normal”, semelhante ao habitual.

O diretor do parque admitiu que, como resultado da pandemia, houve uma quebra significativa que espera poder recuperar pouco a pouco, tendo realçado que nestes anos o espaço sofreu “uma evidente transformação”, adaptando-o às necessidades atuais e às expectativas dos visitantes, “continuando a ser uma referência de turismo de lazer na Andaluzia para o turismo andaluz, regiões limítrofes e sul de Portugal”.

Guillermo Cruz, convida todo o mundo a desfrutar este ano da Isla Mágica, numa temporada que será “emocionante e cheia de surpresas”.

A principal novidade é, como explicou o responsável, o regresso à normalidade total, sem restrições de lotação e com horário integral a partir das 11 horas até às 22 horas, apesar de uma certa cautela pois pretendem continuar a ser um “espaço de lazer seguro”.

Calcula-se que ao longo destes 25 anos passaram pelo parque, que está edificado no local original da Expo ‘92, na Ilha da Cartuxa, cerca de 20 milhões de visitantes.

Ano repleto de surpresas
A Isla Mágica apresenta este ano, para além do habitual leque de atrações mecânicas e aquáticas, jogos e espetáculos audiovisuais, três grandes novidades: ‘What dead more alive’ uma divertida comédia de homenagem ao teatro popular da Idade de Ouro, ‘25 anos; party’, espetáculo musical com o qual se comemora o 25º aniversário, e “À procura de piratas”, uma animação que se passa em El Galeón e que conta com humor como um casal de piratas não muito espertos tem um grande plano para roubá-lo.

 

As regiões limítrofes e sul de Portugal continuam a ser uma referência para o turismo andaluz

 

Há que destacar também a recuperação de dois dos espetáculos mais emblemáticos do parque, que estiveram suspensos devido às medidas sanitárias que estavam em vigor nos últimos dois anos: ‘El Motín’, que se desenrola na La Fragata de la Guarida de los Piratas y que este colocou em cena ‘La venganza de Barbanegra’, e o espetáculo de fim de dia no El Lago, com ‘Tierra; la vuelta al mundo’.

Além disso, no âmbito destas comemorações, a Isla Mágica recuperou muitos dos espetáculos que o público mais gostou desde a sua abertura, como ‘El retorno del preso Perico el Chico’, ‘Gargantúa’, Un posado con mucha historia’, ‘Enrólate con Magallanes’, ‘El príncipe del viento’ e ‘Este Arca Noé’. Também foi reposto o filme de dimensão 4 ‘Una historia de Piratas’.

Não houve alteração dos preços adquiridos na bilheteira, e foi incorporado um sistema de “preços dinâmicos” para vendas pela Internet que se adaptam às necessidades dos visitantes e reduzem o custo da entrada. É também um sistema que permite conhecer com maior precisão o fluxo diário e permite dimensionar os serviços de forma mais eficaz para melhorar a experiência do cliente.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

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Rei dos parques temáticos da Europa faz 30 anos

Na Disneyland Paris, que está a assinalar o seu 30.º aniversário, as previsões para o verão são muito positivas e responsáveis do parque temático dizem que os principais mercados já estão aos níveis pré-COVID.

A vice-presidente de Vendas e Distribuição da Disneyland Paris, Kate Boyle, que esteve há poucos dias em Madrid, garantiu, segundo os jornais espanhóis, que as previsões para o verão são muito boas.

Desde março passado este parque temático, considerado “Rei” na Europa, está a celebrar o seu 30.º aniversário. A abertura, prevista para 20 de julho, do espaço “Campus Avengers” está a incentivar os visitantes a antecipar as suas reservas.

“Os nossos clientes europeus voltaram”, disse Kate Boyle, demonstrando otimismo em relação à temporada de verão, já que a maioria dos mercados habituais do parque voltaram aos níveis anteriores à pandemia de COVID-19, à exceção dos chineses, ainda obrigados a ficar no seu país.

A responsável explicou que as perspetivas são muito boas e que, de facto, a próxima abertura do Campus dos Vingadores, focado no universo dos super-heróis da Marvel, está a registar um avanço notável nas reservas.

30 anos – 375 milhões de visitantes
A Disneyland Paris abriu as suas portas a 12 de abril de 1992 e desde então recebeu mais de 375 milhões de visitantes. As celebrações do seu 30.º aniversário começaram no dia 6 de março e está a cumprir um extenso programa de atividades, que inclui importantes novidades, tanto ao nível de novas áreas temáticas como de novas atrações, e até um guarda-roupa renovado para os personagens.

Uma delas é, sem dúvida a inauguração do Campus Avengers, no Walt Disney Studios Park, focado no universo dos super-heróis da Marvel. Igualmente, a nova mostra audiovisual, que tem lugar em frente ao recém reformado castelo da Bela Adormecida, ou as inovações incorporadas no desfile, entre outras opções, estão a despertar grande interesse por parte dos visitantes. Refira-se que o Disney’s Hotel New York-The Art of Marvel foi inaugurado o ano passado, também dedicado a esses personagens.

Da mesma forma, em frente ao recém reformado castelo da Bela Adormecida, ponto central do parque temático, e na rua principal, acontece um show audiovisual com a participação de 200 drones, que voarão em sincronia formando o número 30 no céu, ao ritmo de uma nova música criada especialmente para o aniversário, gravada por uma orquestra no lendário estúdio Abbey Road, em Londres.

Os nossos clientes europeus voltaram”, Kate Boyle

Na área da restauração foram desenhados novos pratos com cores e motivos do 30º aniversário, que também estão presentes em lembranças e produtos específicos nas lojas.

Campanha “Verão Mágico”
Em Portugal, o operador turístico Solférias está a desenvolver a campanha especial “Verão Mágico” na Disneyland Paris, para reservas até ao dia 12 deste mês de junho, e chegadas até 29 de março de 2023, com um sabor especial – o das comemorações dos 30 anos do parque de diversões.

A campanha, segundo o operador turístico “ganha ainda um maior destaque neste ano de 2022, com a retoma crescente do mercado na procura de (re)descobrir a magia de viajar”.

Assim, são vários os atrativos que a Solférias coloca à disposição do mercado português. Os preços são desde 142€ por pessoa e noite, com base numa estadia de três noites/quatro dias no Disney’s Hotel Santa Fe em quarto Cars Standard ocupado por dois adultos e duas crianças, dos três aos 11 anos, em regime de meia pensão standard, para chegadas de 18/09 a 13/10 (entradas de domingo a quinta- feira) incluindo quatro dias de entrada nos Parques Disneyland Paris.

Existem ainda outras condições especiais, tais como uma criança grátis, menor de 12 anos, por cada adulto pagante em transferes regulares Magic Shuttle, bem como uma criança grátis (menor de 12 anos) por cada adulto pagante em voos TAP.

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Cabo Verde lança projeto para aumentar diversidade e resiliência na oferta turística

O Projeto Turismo Resiliente e Desenvolvimento da Economia Azul em Cabo Verde, orçado em 28,5 milhões de euros, vai incidir sobre as infraestruturas turísticas e de economia azul, melhorar a gestão inclusiva e sustentável do turismo, gestão de projetos, promoção de Cabo Verde como destino turístico, empreendedorismo, restauração do património, conectividade, assistência técnica.

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O Governo cabo-verdiano lançou, na ilha do Sal, um projeto financiado pelo Banco Mundial em 28,5 milhões de euros, para durante cinco anos aumentar a diversidade e a resiliência na oferta turística.

O Projeto Turismo Resiliente e Desenvolvimento da Economia Azul em Cabo Verde foi apresentando no âmbito da 4.ª edição do Cabo Verde Investment Fórum (CVIF), que decorreu em Santa Maria, na ilha do Sal, de 16 a 17 de junho.

Orçado em 30 milhões de dólares (cerca de 28,5 milhões de euros), o projeto é financiado pelo Banco Mundial, cujo acordo de financiamento foi assinado pelo vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, Olavo Correia, e pelo diretor do Banco Mundial para Cabo Verde, Nathan Belete, avança a agência Lusa.

O projeto conta ainda com mais cinco milhões de dólares (4,7 milhões de euros) do Programa Global para o Fundo Fiduciário Multidoadores da Economia Azul, para realizar investimentos numa primeira fase em quatro ilhas, nomeadamente Santo Antão, São Vicente, Sal e Santiago.

As intervenções vão incidir sobre as infraestruturas turísticas e de economia azul, melhorar a gestão inclusiva e sustentável do turismo, gestão de projetos, promoção de Cabo Verde como destino turístico, empreendedorismo, restauração do património, conectividade, assistência técnica.

O projeto arranca já este mês e está previsto terminar em 30 de junho de 2027, altura em que se espera, entre outros, aumentar da despesa média diária de turistas em locais específicos, aumento do potencial de pernoitas turísticas, aumento das pequenas e médias empresas beneficiadas com contratos novos ou alargados para a cadeia de valor da hospedagem.

Para o primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, o lançamento do projeto reveste-se de um “simbolismo muito forte”, destacando o facto de intervir em áreas prioritárias para o país.

O chefe do Governo recordou várias intervenções na requalificação urbana e ambiental financiadas pelo Fundo do Turismo, criado em 2017, para dizer que o projeto agora lançado vem reforçar o quadro de filosofia de intervenção e de criação de soluções infraestruturais.

“Hoje estamos a dar um passo importante que é também integrado dentro do apoio à retoma económica, porque esses investimentos são elegíveis para duas áreas importantes da economia cabo-verdiana, vai criar condições de investimentos para melhoria das condições de infraestruturas”, afirmou.

Ulisses Correia e Silva disse ainda que o projeto se integra dentro de um programa maior que é o Programa Operacional do Turismo (POT), de 200 milhões de euros de investimentos até 2026.

Com o lema “Cabo Verde is Open to the World” (‘Cabo Verde está aberto ao Mundo’), o Cabo Verde Investment Fórum (CVIF) pretende ser “um instrumento privilegiado de mobilização de investimentos para o setor privado cabo-verdiano”, promovendo o acesso dos empresários e promotores nacionais aos mercados de capitais nacionais e internacionais.

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Portugal vai facilitar emissão de vistos a cidadãos da CPLP

No âmbito do acordo sobre a mobilidade entre Estados-membros da CPLP, o Governo português acaba de anunciar que os cidadãos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa vão ter um regime de facilitação de emissão de vistos em Portugal. Esta proposta segue agora para a Assembleia da República.

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A proposta de lei que altera a lei dos estrangeiros e garante a “aplicação plena do acordo sobre a mobilidade entre Estados-membros da CPLP assinado em Luanda a 17 de julho de 2021”, foi aprovada pelo Conselho de Ministros na sua última reunião, disse a ministra Ajunta e dos Assuntos Parlamentares.

Ana Catarina Mendes, citada pela Lusa, avançou, em conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros, que vai passar “a haver uma facilitação da emissão” no âmbito da concessão dos vistos de curta duração de estada temporária e vistos de residência para cidadão abrangido pelo acordo da CPLP.

“O consulado pode consultar diretamente o sistema de informação Schengen. Em consequência do âmbito da concessão do visto de estada temporária e visto para cidadão estrangeiro dispensa-se agora o parecer prévio do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras que a lei atribui”, explicou a ministra.

Para o cidadão abrangido pelo acordo CPLP e que já se encontre em Portugal, conforme avança a Lusa, a proposta de lei prevê “a possibilidade de requerer a autorização de residência temporária em território nacional” e os titulares do visto de estada temporária ou que tenham entrado legalmente em Portugal podem requerer no país a autorização de residência CPLP, indicou a governante.

Ana Catarina Mendes considerou que estas alterações honram “as relações históricas com os países da CPLP” e são absolutamente fundamentais “na organização dos fluxos regulares, seguros e ordenados de migrações, assim como o combate à imigração ilegal e ao tráfico de seres humanos”.

De acordo com a ministra, estas alterações permitem ainda dar uma resposta “às necessidades urgentes de recursos humanos e a necessidade de revitalização da economia”.

 

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Atividade turística no Brasil com prejuízos acumulados superiores a 96 mil milhões de euros

No Brasil, o mês de abril registou a menor quebra na atividade turística. A recuperação poderá dar-se no terceiro trimestre de 2022, apontando a CNC terminar o ano com uma evolução de 2,8% em relação ao ano passado.

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A atividade turística no Brasil já soma um prejuízo de 515 mil milhões de reais (cerca de 96,5 mil milhões de euros) desde o início da pandemia COVID-19, em março de 2020, até abril de 2022, indicam os dados mais recentes da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

No entanto, a criação de receitas parece estar, finalmente, a aproximar-se do nível anterior à crise pandémica, avaliou a CNC. Segundo os dados mais recentes, em abril, a atividade turística no país gerou perdas na ordem dos 6,3 mil milhões de reais (cerca de 1,2 mil milhões de euros), correspondendo a quebra menos acentuada desde o início da pandemia. Do prejuízo acumulado até abril deste ano, 57% ficou concentrado nos Estados de São Paulo (227 mil milhões de reais, cerca de 2,5 mil milhões de euros) e Rio de Janeiro (67,4 mil milhões, pouco mais de 12,6 mil milhões de euros).

A expectativa da CNC é que o turismo brasileiro “restabeleça o nível de criação de receitas do período pré-pandemia no terceiro trimestre de 2022, devendo encerrar o ano com uma evolução de 2,8% em relação ao ano passado, quando a previsão anterior era de +2,4%”, lê-se no relatório da entidade brasileira.

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Zoomarine espera regresso a números de 2019

Aberto, ou melhor, reaberto a 12 de abril, as expectativas para o Zoomarine são de um ano próximo do que foi a realidade em 2019. Um novo espaço alarga a oferta disponível numa clara aposta na continuidade de, anualmente, oferecer algo de novo a quem visita o parque algarvio.

Victor Jorge

Como em todos os espaços abertos ao público, o Zoomarine enfrentou os desafios inerentes à pandemia da COVID-19, embora nunca tenha fechado completamente o parque a quem pretendia visitá-lo de abril a finais de outubro.

Com a grande novidade para a temporada de 2022 a residir num espaço que pouco tem a ver com as restantes atividades oferecidas no parque, o Borboletário combina com o jardim tropical, do qual, salienta Mariana Poupado, diretora de Marketing e Comunicação do Zoomarine, “temos tido um excelente feedback por parte dos nossos visitantes”.

A razão deste novo investimento prende-se com a vontade de “apostar em algo que fosse completamente novo e que ninguém estivesse à espera”, tratando-se do primeiro Borboletário do Algarve numa aposta considerada “certeira”.

Tratando-se de uma aposta pessoal da administração do Zoomarine, o novo espaço tem uma área de mais de 300 m2, no qual é possível encontrar as mais variadas espécies de borboletas, originárias de diferentes pontos do planeta, desde a América Central até à Ásia. Já em termos botânicos, este novo habitat de imersão conta com mais de 70 espécies de plantas.

O investimento é, de resto, algo que faz parte da realidade do Zoomarine, ditando os números para este ano de 2022 um valor próximo dos 1.650.000 de euros, não constituindo o mais elevado já efetuado no parque. “Em 2020, o investimento realizado pelo Zoomarine foi de quase sete milhões de euros quando renovámos a frota para veículos elétricos, melhorámos a área de restauração e abrimos o cinema 4D. Isto em ano de pandemia”, destaca Mariana Poupado.

Voltar a números de 2019
Mas antes de chegar a 2022, foi preciso passar, como se costuma dizer “as passas do Algarve”, com várias restrições que levaram a uma natural redução de visitantes, principalmente, em 2020. “No ano de 2021 já foi possível registar uma franca melhoria face ao ano anterior”, salientando Mariana Poupado que “já era notório um maior à vontade de quem nos visitava e com os números a aumentar”.

 

Quem nos visita, ano após ano, pode contar sempre com alguma novidade por parte do Zoomarine e isso distingue-nos da concorrência”, Mariana Poupado

 

Com a única obrigatoriedade atual a residir no uso da máscara em espaços fechados, o Zoomarine manteve, por opção própria, o check-in prévio ao dia da visita, até porque, segundo a diretora de Marketing e Comunicação do Zoomarine, “trata-se de uma ferramenta excelente para a gestão quer de recursos humanos, quer dos próprios serviços”, evitando que o dia da visita dos clientes seja “confuso e com grandes multidões”. “Ninguém gosta de estar à espera e essa foi uma opção que tomámos e que, possivelmente, vamos manter futuramente, porque nos ajuda bastante na gestão”.

Quanto ao número de visitantes, as expectativas para 2022 são altas. Se os números pré-pandemia indicam mais de 590 mil visitantes, em 2018, e um crescimento para mais de 640 mil, em 2019, no que foi “o melhor ano do Zoomarine”, a pandemia veio alterar o cenário. A quebra foi drástica e não foi além dos 161 mil visitantes, em 2020, para voltar a subir e atingir quase 285 mil visitantes, em 2021.

Tal como em todo o setor do turismo, também o Zoomarine “sobreviveu” os tempos pandémicos com “ajuda” do turista ou visitante nacional. “Se antes da pandemia, os visitantes nacionais representavam cerca de 50%, com a chegada da pandemia, passou a representar 80%”, salientando Mariana Poupado que, “devemos um agradecimento muito especial ao público nacional, que foi, de facto, um elemento fundamental para alavancar a nossa atividade, tal como todo o setor do turismo nacional”. As expectativas é que esta representatividade do público nacional desça ligeiramente, admitindo-se que “o português agora também irá viajar para outros destinos”, realidade que será “compensada” com a chegada de mais público estrangeiro.

Globalmente, o ranking de visitantes internacionais do Zoomarine é liderado pelos turistas britânicos, seguidos pelos franceses, neerlandeses e alemães, com a época alta a residir, claramente, nos meses de junho, julho e, principalmente, agosto, representando estes três meses mais de 50% do número de visitas anuais. O fecho está programado, como em todos os anos, para o dia de Halloween, ou seja, encerramento a 1 de novembro.

Novidades que nunca param
Com um staff permanente de 130 pessoas, a reabertura significa a contratação de cerca de 150 pessoas, para na época alta, que agora se iniciou, o Zoomarine ir ao mercado contratar mais 250 pessoas, totalizando mais de 500 pessoas nos três meses de verão. Tal como em todo o setor do turismo, é nos recursos humanos onde reside a maior dificuldade, com a contratação de pessoal para áreas como a restauração e operações a constituírem os maiores “pesadelos”. “Temos aqui pessoas que trabalham no Zoomarine há mais de 20 anos, mas é na sazonalidade que residem, de facto, as maiores dificuldades, com os picos de procura a constituírem um problema, apesar da nossa grande capacidade de adaptação”.

Além das dificuldades sentidas com a pandemia, a guerra iniciada pela Rússia na Ucrânia também não vieram facilitar o cenário. “Todos os anos fazemos um ajuste nos preços”, diz Mariana Poupado, para logo de seguida destacar que, “em termos de fornecedores, o que verificamos, atualmente, é que os orçamentos são válidos por dois dias”, o que, segundo a mesma, “dificulta a realização de grandes planos”.

“Atualmente, temos de tomar decisões no momento, já que podemos estar a negociar hoje algo a um determinado preço e amanhã estar já com 20 ou 30% em cima. É essa estabilidade que deixou de existir e que é difícil de gerir para quem aprova o orçamento em novembro ou dezembro do ano anterior”, frisa.

Quanto à oferta diferenciada do Zoomarine, Mariana Poupado responde de forma categórica: “temos produto único, não só aqui em Portugal como na Europa. O foco está nos serviços de qualidade e de excelência que prestamos ao nosso visitante e prova disso é que temos clientes que vêm cá desde a nossa abertura há 30 anos”.

“Quem nos visita, ano após ano, pode contar sempre com alguma novidade por parte do Zoomarine e isso distingue-nos da concorrência”.

Como já referido, as expectativas para 2022 estão altas e no dia 1 de novembro, “o que esperamos é conseguir fazer um balanço bastante positivo. Os indicadores, com base no número de reservas até à data, são muito promissores”, admite Mariana Poupado, concluindo que “poderemos ficar perto dos números de 2019”.

Um parque que “nunca” fecha

Apesar de encerrar portas a 1 de novembro, o Zoomarine “nunca fecha e o trabalho nunca acaba”, destacada Mariana Poupado. Durante os meses de fecho, os trabalhados no Zoomarine passam, principalmente, pela manutenção de jardins e espaços comuns. Além disso, Mariana Poupado frisa que “o nosso bem mais preciso [os diversos animais] são treinados para novas apresentações e novas coreografias”.
Já em termos de marketing, a responsável do departamento destaca o planeamento que é realizado para as campanhas que serão lançadas no ano seguinte. “Todos os anos, no final de cada temporada, fazemos uma análise dos inquéritos aos visitantes”. E é dessas análises que nascem novas atrações como, por exemplo, a Ilha da Fantasia, algo que os nossos visitantes pediam, porque faltava diversão para as crianças mais pequenas”. Assim, foi criado um conjunto de escorregas dedicado crianças dos quatro aos oito anos, “numa tentativa de ir sempre ao encontro das necessidades e exigências de quem nos visita”, diz Marian Poupado.
Para 2023, “a nova atração já está a ser trabalhada”, com Mariana Poupado a não querar estragar a surpresa para a próxima temporada.


As visitas

2018 – 591.554
2019 – 640.007
2020 – 160.593
2021 – 284.675


Área desde 1992

1992 – 6 hectares
2002 – 12 hectares
2012 – 15 hectares
2021 – 21 hectares


Investimentos mais relevantes

2019 – Jurassic River, remodelação do habitat dos pinípedes e criação de piscina médica;
2020 – Frota de viaturas elétricas, renovação das áreas de restauração Bamboo e Acqua, cinema 4D e 3 novos equipamentos: Manta, Ferry e Torre Farol
2021 – Ilha da Fantasia
2022 – Butterfly Garden

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

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Agência Abreu vai com a Madeira ao Rock in Rio Lisboa

No seu regresso ao Rock in Rio em Lisboa, a Agência Abreu vai acompanhada da Madeira, um dos destinos mais importantes entre a sua oferta e considerado dos mais apreciados pelos portugueses.

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O espaço da Agência Abreu e da Associação de Promoção da Madeira no evento ( o nº 6 da Rock Street) promete “apelar aos sentidos, através das imagens e elementos caraterísticos da região que decoram o lounge e nos remetem para as levadas da Floresta Laurissilva – Património Mundial da UNESCO, ou para a praia favorita dos clientes da Agência Abreu, a Ilha de Porto Santo”, segundo nota de imprensa.

Durante os dias do festival, na Casa #6 serão realizadas iniciativas com vista à divulgação do destino e promovidos diversos passatempos, seja a girar a roleta e a arrecadar brindes; seja a escrever frases criativas e a tirar fotografias engraçadas para o Instagram, habilitando-se a ganhar uma das quatro viagens à Madeira.

Na tenda VIP estará disponível um outro espaço partilhado, que dará palco às happy hour de Poncha, e onde também será sorteada uma “Viagem (Im)provável” ao destino, com assinatura Abreu.

A propósito desta parceria, o diretor de Vendas e Marketing da Agência Abreu, Pedro Quintela, comenta que “a relação com a Associação de Turismo da Madeira conta já longos anos e é, mais uma vez, celebrada através da participação conjunta neste festival. Este é um espaço dirigido a famílias e aos jovens, e onde encontramos o nosso público. É por isso que Rock in Rio Lisboa 2022 é o espaço ideal para estarmos juntos”.

Por seu turno, Eduardo Jesus, presidente da Associação de Promoção da Madeira e secretário Regional de Turismo e Cultura refere que “esta parceria com a Agência Abreu no Rock In Rio tem um objetivo claro: comunicar sobretudo com o público mais jovem, que ainda não descobriu a Região, e mostrar como é um destino para todos e para todas as idades.”

Entretanto, para quem pretende deslocar-se à Cidade do Rock desde vários pontos do país, a Agência Abreu, que, este ano, reforça a sua participação no Plano de Mobilidade Abreu – Rock in Rio Lisboa 2022, iniciativa que disponibiliza serviço de transporte a quem sair das cidades de Braga, Guimarães, Porto, Aveiro, Coimbra e Algarve e tenha adquirido o pack Rock in Rio Express, que inclui bilhete para o festival e transporte de ida e volta.

Através da EuVouDeTransportes é a convocatória lançada pela organização do Rock in Rio Lisboa, à qual a Agência Abreu se associa

No sentido de contribuir para a diminuição do impacto ambiental, a Agência Abreu associa-se à iniciativa “EuVouDeTransporte”. Assim, estão igualmente previstos serviços de transfere entre o Estádio José Alvalade e o Parque da Belavista, para a Tenda VIP.

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Visitantes estrangeiros começam de novo a regressar ao Zoo de Lisboa

Com o retomar do turismo os visitantes estrangeiros começam de novo a regressar ao Zoo e a reequilibrar a balança das nacionalidades

O Jardim Zoológico já está a funcionar em pleno. Os visitantes podem novamente usufruir de um bilhete único que lhes dá acesso a todas as apresentações e atrações do Zoo. Do teleférico, ao reptilário, passando ainda pelas apresentações dos golfinhos, bosque encantado e pelicanos, os visitantes podem contar com dias recheados de conhecimento e diversão para acrescentar sorrisos ao álbum de famílias, informou-nos a entidade.

Devido à pandemia, conforme referiu “acreditamos que para muitas famílias as novidades do ano passado, como a chegada ao Zoo da maior subespécie de canguru do mundo, o canguru-vermelho, ou mesmo a mais recente instalação inaugurada que pretende homenagear o maior animal da savana africana, o elefante, são ainda uma surpresa”.

No entanto, para aqueles que tiveram a oportunidade de visitar o Jardim Zoológico nestes anos mais atípicos, “acreditamos que a maior novidade são as pequenas crias que podemos observar durante a visita. macaco-aranha, suricatas ou leões”, numa missão que se pretende “educativa e de conservação”.

O Jardim Zoológico tem uma média de um milhão de visitantes por ano. No entanto, com a pandemia esse número diminuiu, devido às diferentes condicionantes impostas. Felizmente, dizem, os números estão novamente a crescer e a retomar a normalidade.

Temos um departamento de turismo que trabalha em conjunto com as agências de viagens, oferecendo contrapartidas especiais para que estes parceiros garantam as melhores condições aos seus clientes”, Jardim Zoológico

Com o retomar do turismo os visitantes estrangeiros começam de novo a regressar ao Zoo e a reequilibrar a balança das nacionalidades. No entanto, as famílias portuguesas continuam a ser o público maioritário. Por isso, “as perspetivas para este ano são as melhores” neste que é considerado um ex-libris da cidade de Lisboa, aberto todos os dias do ano, incluindo feriados e dias festivos. Ao longo do ano apresenta dois horários: o de verão (21 de março a 20 de setembro), das 10h às 20h e o de inverno (21 de setembro até 20 de março), das 10h às 18h.

As agências de viagem são parceiras do Jardim Zoológico, apontam. “Temos um departamento de turismo que trabalha em conjunto com as mesmas oferecendo contrapartidas especiais para que estes parceiros garantam as melhores condições aos seus clientes”.

Sobre o autorCarolina Morgado

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