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Turismo de Portugal financia com 6 milhões de euros programa “Formação + Próxima”

O Turismo de Portugal canaliza seis milhões de euros para o programa que tem por objetivo formar cerca de 75.000 pessoas no setor.

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O Turismo de Portugal vai financiar com seis milhões de euros, ao longo de seis anos, o programa “Formação + Próxima”, para formação descentralizada no setor a cerca de 75 mil pessoas.

Na sessão que marcou o lançamento deste programa, no Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso, em Amarante, Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, explicou que o instituto tem “12 escolas espalhadas por todo o território”, mas que tem “sentido ao longo destes anos que há muita necessidade de formação, não só inicial, mas também contínua, e principalmente formação para executivos em todo o território”.

“Além disso o que nos tem sido pedido é para darmos formação em turismo a outras entidades, nomeadamente municípios e CCDR [Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional], ou seja, entidades que não são 100% turismo, mas que precisam de ter formação”, salientou.

Este programa, que deverá começar no início de 2022, “funcionará em parceria estreita com os municípios para que tenha uma componente digital mas também do território”, explicou Luís Araújo, indicando que passa por multiplicar as escolas do Turismo de Portugal, “não com instalações próprias”, mas aproveitando outros espaços existentes, para “dar esta formação muito mais direcionada as necessidades daquela região específica”.

“A ideia é fazer parcerias com os municípios e, numa primeira fase, estamos a falar à volta de 36 municípios”, explicou, destacando que a “formação vai ser dada até a funcionários dos municípios para captar investimento, desenvolvimento do território e produto” entre outras áreas.

Luís Araújo acredita que este programa pode ajudar na resolução do problema de mão-de-obra no setor, mas avisou que é só uma componente entre várias. “Há uma parte demográfica, não temos pessoas”, salientou, chamando ainda a atenção para a “atratividade” do turismo, que deve ser promovida com “salários, benefícios, planos de carreira”.

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Pedro Siza Vieira sugere que apoios a fundo perdido não são agora solução para o turismo

Pedro Siza Vieira sugeriu que os futuros apoios a fundo perdido para as empresas do turismo não são solução, mas sim de ajudas à reconstituição dos balanços, com um programa minimamente pensado, que prometeu deixar montado, antes das eleições.

O ministro da Economia, Pedro Siza Vieira sugeriu que os futuros apoios a fundo perdido para as empresas do turismo não são solução, mas sim de ajudas à reconstituição dos balanços, com um programa minimamente pensado. O governante espera deixar isso montado até às eleições legislativas agendadas para 30 de janeiro de 2022.

“Admito que possamos ter alguns apoios mais específicos. Já não estamos numa situação de não haver clientes. Por isso, mais do que propriamente dar apoios a fundo perdido para as empresas não fecharem a porta completamente, é ajudar à reconstituição do balanço das empresas que ficaram muito degradadas”, disse Pedro Siza Vieira no último dia do Congresso da APAVT, que decorreu de 01 a 03, em Aveiro.

A ideia, dirigida principalmente às micro e pequenas empresas do setor do turismo mais devastadas pela pandemia, como as agências de viagens, era que por cada euro que o empresário invista para reduzir a dívida, o Estado investisse um euro. “A ideia é fazer a redução do passivo, algo que pode ter um efeito grande”, disse o governante.

 

Não vale a pena ter um novo aeroporto sem a TAP

 

O ministro da Economia considerou “lamentável” a incapacidade de decisão sobre o novo aeroporto da região de Lisboa, mas reconheceu que “não vale a pena termos um aeroporto se não tivermos TAP”.

Pedro Siza Vieira realçou, numa amena conversa com Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, que decorreu numa sessão do congresso em que o formato era falar dos temas mais quentes da atualidade, que “precisamos de um novo aeroporto até porque o tempo tem um valor cada vez maior, e foram anos perdidos”, mas na sua opinião, a construção dessa infraestrutura só deve existir se houver TAP, alertando, de seguida que “o país tem de preservar esta capacidade instalada para que haja recuperação”. Isto porque, “se deixarmos agora a TAP morrer seria uma perda muito grande para o país, que nos arrependeríamos nos próximos anos”.

O governante disse que a companhia aérea portuguesa “é provavelmente uma das empresas mais críticas para o nosso futuro coletivo”, mas lembrou que, sendo uma empresa exportadora, se a TAP desaparecesse o país sentiria “um impacto imediatamente negativo” no PIB, na balança comercial e dívida externa, empresa que representou em 2019 quase 2% da balança comercial portuguesa.

Além disso, Pedro Siza Vieira, recordou que 95% que chegam a Portugal é por via aérea e sem a TAP e o aeroporto de Lisboa corria o risco de se tornar secundário, para acrescentar que “o movimento aeroportuário cresceu em Lisboa, porque a TAP cresceu e isso motivou a que outras operadoras viessem para Portugal”.

Para que isso não aconteça, o ministro salientou que “o esforço que estamos a fazer na TAP deve ser visto como um investimento estratégico”, recordando que todos os Estados do mundo tiveram que meter dinheiro nas suas companhias aérea.

“O movimento aeroportuário cresceu em Lisboa, porque a TAP cresceu e isso motivou a que outras operadoras viessem para Portugal”, disse o ministro, recordando ainda que foi a facto de a TAP ter um hub em Lisboa que proporcionou o crescimento do investimento estrangeiro no país.

Estas declarações de Pedro Siza Vieira veem na sequência do que o Presidente da República tem vindo a dizer ao sector, tanto no Dia Mundial do Turismo, celebrado em Coimbra, numa conferência promovida pela CTP, como no Congresso da AHP, que decorreu em novembro, no Algarve.

Dizia Marcelo Rebelo de Sousa, na abertura do 46º Congresso da APAVT que “é muito importante que os concorrentes às eleições clarifiquem o que querem com a TAP, para que não haja angústias metafísicas no decurso da legislatura”.

É nesta linha de raciocínio que o governante considera necessário a existência de um consenso político para mudar a legislação e não ser possível bloquear decisões, lembrando que atualmente há sempre uma câmara que pode bloquear. Espera, assim, que saia uma solução do executivo que vier a governar os destinos de Portugal após as eleições legislativas de 30 de janeiro.

 

Instabilidade política não é bom para Portugal

 

O ministro fez questão de sublinhar que a instabilidade política não é bom para Portugal, pois das conversas que tem tido com investidores internacionais, o que valorizam mais em Portugal é a estabilidade que “tem mesmo um valor” que é mais mencionado do que temas como a fiscalidade. “As pessoas valorizam a segurança, a coesão nacional e a estabilidade. Espero que seja preservado”.

Siza Vieira justificou ainda a decisão de não viabilizar o Orçamento do Estado a qualquer custo porque o Governo não esteve disponível para aceitar matérias que não tinham a ver com o Orçamento e que afetariam a vida das empresas e das pessoas.

A crise política provocada pelo chumbo do Orçamento do Estado “foi um desperdício de oportunidades” porque as pessoas e as empresas esperam estabilidade do Estado, considerou o ministro da Economia, mas assegurou que o Governo mantém capacidade orçamental e flexibilidade jurídica para dar respostas, mas alertou o setor do turismo, em particular, para o grande “se não formos capazes de ter uma solução governativa no pós-eleições”.

O ministro da Economia respondeu ainda a várias questões e até deixou uma receita para acautelar a subida da inflação e das taxas de juro: “O que temos de fazer é evitar uma subida da dívida pública”.

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Portugal não vai ter festejos de passagem do ano

Um pouco por todo o país, os festejos de rua de passagem do ano, com concertos e fogo-de-artifício, foram cancelados para evitar uma grande aglomeração de pessoas, e evitar a propagação da pandemia da covid-19 em Portugal.

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Várias cidades portuguesas, um pouco de norte a sul do país, acabam de anunciar que não vai haver festejos de passagem de ano devido à evolução da pandemia da covid-19 no país e consequentemente pelas medidas de restrição pelas medidas de restrição em vigor.

Os festejos da passagem de ano em Lisboa foram cancelados devido à evolução da pandemia de Covid-19, anunciou esta sexta-feira o presidente da câmara, Carlos Moedas, remetendo para a semana uma decisão sobre os espetáculos de fogo de artifício. Para justificar a decisão, o autarca de Lisboa afirmou que as festas iriam criar “um grande aglomerado de pessoas”.

Também o autarca do Porto, Rui Moreira, revelou que as festas de fim de ano na cidade não se vão realizar, devido à situação pandémica. Este será o segundo ano consecutivo que os festejos são cancelados. “Era nossa intenção fazer fogo-de-artificio na praia desta vez, mas as circunstâncias são o que são, temos de nos ajustar e, portanto, falámos com os GNR com quem já tínhamos agendado o concerto – ainda não tínhamos anunciado – e passaram para o Pavilhão Rosa Mota no dia 30 de dezembro”, explicou o autarca, sublinhado que esta decisão pretende “evitar a concentração nas ruas”.

Ainda no Norte, o fogo-de-artificio e concertos já foram cancelados nos concelhos de Espinho, Matosinhos, Gondomar, Vila Nova de Gaia, Braga e Guimarães. A autarquia de Espinho adiou ainda a tradicional corrida de São Silvestre, que estava, originalmente, marcada para 8 de janeiro e passou para 15 do mesmo mês.

Igualmente, os 16 municípios do Algarve decidiram em conjunto cancelar a realização de festas de passagem de ano por não estarem reunidas as condições para cumprir as medidas de contenção da covid-19, anunciou a Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL).

Em comunicado, a AMAL adianta que a decisão “foi consensualizada em sede de reunião do conselho intermunicipal”, na sexta-feira, atendendo ao “contexto de pandemia que atualmente se vive e à recente evolução” epidemiológica.

“Mesmo que estas iniciativas fossem de realização ao ar livre, teriam que obedecer a um conjunto de orientações da DGS, que os autarcas afirmam não haver condições para serem cumpridas, uma vez que implicam uma grande concentração de pessoas”, lê-se na nota.

Alguns autarcas decidiram manter a tradição do fogo-de-artifício, “sendo que outros decidiram não avançar uma vez que podem promover aglomeração de pessoas”, razão pela qual foram também canceladas várias iniciativas da programação de Natal, prossegue.

“Conscientes de que esta decisão poderá trazer constrangimentos aos empresários e comerciantes da região, os autarcas defendem que, nesta altura, o foco deverá estar centrado na proteção da saúde e bem-estar da população do Algarve”, conclui o organismo que agrega os 16 municípios do distrito de Faro.

 

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Rio de Janeiro cancela as festas de fim de ano

Um dos maiores cartazes turísticos internacionais – as festas de fim de ano na cidade brasileira do Rio de Janeiro, não vão acontecer este ano. Foram canceladas por cauda da covid-19.

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As autoridades do Rio de Janeiro cancelaram as festas de um dos maiores cartazes turísticos internacionais da cidade:  a passagem de ano, por causa da covid-19.

O anúncio foi feito pelo presidente da câmara da cidade brasileira, Eduardo Paes, que afirmou que “respeitamos a ciência. Como são opiniões divergentes entre comités científicos, vamos sempre ficar com a mais restritiva. O Comité da prefeitura diz que pode. O do Estado diz que não. Então não pode. Vamos cancelar dessa forma a celebração oficial do réveillon do Rio”, escreveu Eduardo Paes nas redes sociais.

O autarca acrescentou que não seria possível organizar uma festa de passagem de ano com a dimensão que tem no Rio de Janeiro sem a garantia de todas as autoridades sanitárias. “Infelizmente não temos como organizar uma festa dessa dimensão, em que temos muitos gastos e logística envolvidos, sem o mínimo de tempo para preparação”, acrescentou.

Esta decisão é o culminar de uma semana de debate entre as autoridades do Rio de Janeiro sobre as festas de passagem de ano, depois de a variante mais recente do vírus da covid-19 (Ómicron) ter chegado ao Brasil.

Na quinta-feira passada, a autarquia do Rio de Janeiro decidiu impor a necessidade de passaporte de vacinação contra a covid-19 para a entrada em espaços como restaurantes, bares e hotéis.

O Rio de Janeiro soma-se assim a outras 21 capitais regionais do Brasil, como São Paulo, a cidade mais populosa do país, que já decidiram cancelar as festas previstas para o fim do ano.

 

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Congresso APAVT: “Apoios têm de continuar, porque há gente que não tem mais onde se agarrar, mas que continua a trabalhar e a resistir”

Terminado o 46.º Congresso da APAVT, a mensagem final do presidente da associação, Pedro Costa Ferreira, foi simples: “que os apoios continuem, que se clarifique e harmonize as restrições, que se reforce a promoção externa e que os políticos deste país saibam entregar uma solução política estável”.

Victor Jorge

No final de três dias de congresso, o presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo, Pedro Costa Ferreira, voltou a afirmar o que dissera no início dos trabalhos: “O apoio à retoma tem que continuar pelo menos até à Páscoa, o apoiar.pt tem que ser reativado, pagando desde já o período de abril a dezembro deste ano e projetando ainda as consequências destas novas restrições agora implementadas”, disse no final do 46.º congresso da associação

E justificou esses apoios com o facto de haver “gente que não tem mais onde se agarrar, mas que continua a trabalhar e a resistir. Essa gente são os agentes de viagens portugueses, que integram um setor que cresceu na última década, mais do que economia portuguesas, contribuindo decisivamente para o crescimento da economia portuguesa, para a geração de emprego e para o equilíbrio das contas externas do país”

E prosseguiu, referindo que “os agentes de viagens portugueses uniram-se e vieram [ao congresso] gritar que não desmobilizam, que não desistem, que não se entregam”, salientando, ainda que “são os agentes de viagens portugueses que liderarão a recuperação do turismo português, e com ele a economia nacional, ao venderem este maravilhoso destino turístico pelos principais mercados emissores”.

Antes de pedir estes apoios, ou melhor, a continuação dos mesmos, Pedro Costa Ferreira, agradeceu o papel da secretária de Estado do Turismo (SET), Rita Marques, admitindo que, sem ela, “tudo teria sido pior”, porque “foi ágil a perceber as necessidades, foi perseverante a procurar apoios, e foi hábil a construir soluções de financiamento.

O papel da SET foi destacado, até porque, “a resposta governamental não foi isenta de erros ou omissões”, além de não ter sido “constante e coerente”.

Para o setor, Pedro Costa Ferreira deixou a mensagem – apesar de reconhecer que a “retoma dependerá de alguns fatores não controláveis por nós [agentes], acima de todos a resolução da situação sanitária” – que “podemos antecipar a retoma e aumentar a sua velocidade, com a clarificação e harmonização das restrições à mobilidade, a entrega de uma oferta flexível ao longo de toda a cadeia de valor, a resolução do problema de recursos humanos, o prolongamento de um quadro de apoio robusto e coerente, bem como uma renovada aposta na promoção externa, através do reforço das dotações financeiras”.

Quanto à promoção externa, o presidente repetiu o que dissera no arranque dos trabalhos do 46.º congresso da APAVT: “Só precisamos de reforçar a capacidade financeira, o talento já lá está todo”.

Por isso, e no fim, Pedro Costa Ferreira espera que “o atual Governo tenha a criatividade e a vontade necessárias a reforçar de imediato o apoio à economia e às empresas, e que os políticos deste país nos saibam entregar uma solução política estável, que permita uma resposta global e efetiva à crise económica que foi reforçada pela crise política”.

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Porto de Lisboa instala segunda webcam TejoLIVE em Cacilhas

Projeto mostra imagens do Tejo em direto e durante 24horas por dia, sendo agora possível visualizar a zona entre a Ponte 25 de Abril e a Ponte Vasco da Gama, através desta nova webcam instalada em Cacilhas.

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O Porto de Lisboa instalou e já tem em funcionamento a segunda webcam do projeto TejoLIVE, que mostra imagens do rio Tejo em direto e durante 24 horas por dia, disponibilizando agora imagens e uma visão global entre a Ponte 25 de Abril e a Ponte Vasco da Gama, através de uma webcam instalada em Cacilhas.

“Cacilhas foi o local escolhido para a instalação da segunda webcam TejoLIVE”, destaca o Porto de Lisboa, explicando que este projeto arrancou em maio, com a colocação de uma webcam no 7º piso do Centro de Coordenação e Controlo de Tráfego Marítimo e Segurança (Edifício VTS, em Algés), que permite a visão da área de aproximação ao porto de Lisboa e uma perspetiva privilegiada do rio Tejo.

“A captação de imagens abrange a área entre a Ponte 25 de Abril e a ponte Vasco da Gama, incluindo os terminais da zona portuária da margem norte do porto de Lisboa, um vasto angulo de visão do Rio e das duas margens, permitindo assistir não só ao movimento de navios na entrada e na saída do porto de Lisboa, como, conferir as condições meteorológicas, estado do mar, ou acompanhar eventos náuticos de interesse público”, acrescenta o Porto de Lisboa, num comunicado divulgado esta sexta-feira, 3 de dezembro.

As imagens da primeira webcam instalada no âmbito do projeto TejoLIVE podem ser visualizadas através do website do Porto de Lisboa.

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Algarve com perspetivas “otimistas” para a ocupação da hotelaria no Natal e Ano Novo

Em declarações à Lusa, tanto a AHETA como a Região de Turismo do Algarve admitem uma procura mais elevada para a quadra festiva do Natal e fim de ano, principalmente por parte do mercado nacional e espanhol.

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O presidente da Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), Elidérico Viegas revela que a hotelaria algarvia está “otimista” quanto às perspetivas de ocupação para a quadra festiva do Natal e passagem de ano, que pode superar os níveis de 2019.

Em declarações à Lusa, o presidente da AHETA disse que “as perspetivas para o fim de ano são positivas”, influenciadas pela procura do mercado português, uma vez que o Natal é “tradicionalmente uma festa de família”, que não costuma ter grande impacto na ocupação da hotelaria algarvia.

Já para a passagem do ano, a AHRESP diz esperar que os portugueses “viajem menos para o exterior e escolham sobretudo o Algarve, que é o destino por excelência do mercado nacional”.

“É um período que se caracteriza sobretudo por uma procura por parte dos nacionais. Isso vai-se verificar e nós pensamos que até pode haver um aumento da procura por parte dos portugueses, mesmo relativamente a 2019, tal como aconteceu já nos meses de verão”, estimou o responsável, situando esse aumento na “ordem dos 20 a 25%”.

Já em relação ao mercado internacional, Elidérico Viegas mostra-se menos entusiasmado, até porque, além de esta ser uma época em que este mercado procura menos o Algarve, existem atualmente novas restrições devido à variante Ómicron, que podem ter um efeito “desmotivador”, sobretudo, devido à “exigência de testes negativos” nos aeroportos de origem e à chegada à Portugal.

“Esperamos que estas restrições possam ajudar a esbater o problema rapidamente, para que isso não comprometa a próxima época turística, que é aquela em que temos uma expectativa de recuperação”, afirmou, garantindo que o cenário de cancelamentos de reservas “não se verifica”.

Perspetivas “bastante otimistas” é também o que diz ter João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA), que revelou à Lusa que já existe um “nível de reservas interessante”, principalmente de visitantes portugueses e de Espanha.

“Estamos de facto a ter um nível de reservas interessante para esse período entre o Natal e o ‘réveillon’”, afirmou, reconhecendo que existe “apreensão” relativamente à “evolução da pandemia e eventuais regras mais restritivas”, mas considerando que isso não impede que os dados apontem para uma “procura interessante”.

Em relação a outros mercados, João Fernandes espera que a procura seja “mais reduzida”, por força do aumento de casos de covid-19 na Europa central e do Norte, mas, ainda assim, longe do cenário do ano passado, uma vez que  “não há enceramentos de atividades, nem restrições de horário e lotação”.

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Ryanair nomeia novos representantes para Portugal e Espanha

Elena Cabrera é a nova Country Manager da companhia para o Marketing, RP e Comunicação nos dois países, enquanto David Simón Santiñán assumirá o papel de Head of Public Affairs.

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A Ryanair nomeou novos representantes para Portugal e Espanha, passando Elena Cabrera a ser a nova Country Manager da companhia aérea para todas as atividades de Marketing, RP e Comunicação nos dois países, enquanto David Simón Santiñán assumirá o papel de Head of Public Affairs, também com responsabilidade em ambos os mercados.

“Espanha e Portugal são dois mercados muito importantes para a Ryanair e, por essa razão, estamos muito felizes em receber a Elena e o David a bordo para que possam ajudar-nos a impulsionar a nossa posição estratégica tanto em Espanha, como em Portugal. Ambos possuem uma vasta experiência nas suas respetivas áreas, e desejamos a ambos o melhor para as suas novas funções“, refere Eddie Wilson, CEO da Ryanair, citado num comunicado enviado à imprensa.

Natural de Espanha e fluente em português, Elena Cabrera conta com mais de 10 anos de experiência na área da comunicação corporativa e relação com os media, tendo sido responsável por projectos ao nível do posicionamento estratégico de marcas em Espanha, Portugal e diferentes países da América Latina e do Norte de África.

Já David Simón Santiñán, que conta com 15 anos de experiência profissional, é especialista nas áreas de public affairs e assuntos governamentais, tendo ocupado posições de gestão em algumas das marcas mais conhecidas do mundo, como a Uber e a Delivery Hero.

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Transporte aéreo de passageiros duplica no 3.º trimestre mas ainda longe dos valores de 2019

No terceiro trimestre do ano, os aeroportos nacionais movimentaram cerca de 10 milhões de passageiros e contabilizaram a aterragem de 48,8 mil aeronaves em voos comerciais.

Inês de Matos

No terceiro trimestre do ano, os aeroportos nacionais movimentaram cerca de 10 milhões de passageiros, número que indica uma subida de 92,7% face a igual período do ano passado, quando a pandemia já assolava o transporte aéreo, mas que, em comparação com os mesmos três meses de 2019, antes da chegada da COVID-19, continua a traduzir um decréscimo expressivo, que chegou aos e 45,0%, segundo dados revelados esta sexta-feira, 3 de dezembro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados do INE mostram, no entanto, que o total de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais tem vindo a recuperar ao longo dos trimestres, uma vez que, no segundo trimestre, a quebra face a igual período de 2019 chegava aos 76%, enquanto no primeiro tinha sido de 86,8%.

De acordo com o INE, entre julho e setembro, aterraram nos aeroportos nacionais 48,8 mil aeronaves em voos comerciais, número que representa uma subida de 52,0% face ao terceiro trimestre de 2020, ainda que, em comparação com o mesmo período de 2019, se continue a registar um decréscimo que, nestes três meses, foi de 28,5%.

No entanto, a descida de 28,5% face ao terceiro trimestre de 2019 já representa uma melhoria comparativamente aos primeiros trimestres do ano, quando o número de aeronaves aterradas nos aeroportos nacionais apresentava descidas de 56,5% no segundo trimestre e de 70,6% no primeiro trimestre.

Por aeroportos, a infraestrutura da capital foi a que concentrou um maior número de passageiros, contabilizando 44,3% do total de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais, o que corresponde a 4,6 milhões, cerca de metade do total de passageiros contabilizados no terceiro trimestre de 2019.

Já o aeroporto do Porto registou o segundo maior volume de passageiros movimentados do país, correspondente a 22,6% do total ou 2,3 milhões de passageiros, o que traduz uma diminuição de 40,1% face ao mesmo período de 2019.

Em Faro, o aeroporto contabilizou o movimento de 1,5 milhões de passageiros, o que representa 14,8% do total,  num resultado que, segundo o INE, corresponde ao “maior decréscimo face ao terceiro trimestre de 2019”, com uma perda de 56%.

Os passageiros movimentados nos aeroportos do Funchal e de Ponta Delgada corresponderam ainda, respetivamente, a 7,7% e 5,4% do total, tendo sido estes os aeroportos que registaram os menores decréscimos face a 2019, com descidas de 13,2% e 22,3%.

O INE indica ainda que, no terceiro trimestre de 2021, foram movimentados 7,7 milhões de passageiros em tráfego internacional, correspondendo a 75,0% do tráfego total, com o peso do tráfego internacional a ascender a 94,0% em Faro, 84,1% em Lisboa e 83,6% no Porto.

“Analisando o número de aeronaves aterradas e o número de passageiros desembarcados diariamente no 3º trimestre, pode observar-se que os níveis destas variáveis foram superiores aos observados no mesmo período de 2020, quando se verificou o impacto das restrições à mobilidade no espaço aéreo devido à pandemia, no entanto estão ainda muito distantes dos níveis anteriores à pandemia”, aponta ainda o INE.

 

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KLM premiada pela APEX como melhor companhia aérea para passageiros

Os prémios APEX World Class Award avaliam os novos referenciais (benchmarks) da experiência do cliente, recorrendo a uma ampla auditoria de dados.

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A KLM recebeu o 2022 APEX World Class Award, um novo prémio atribuído pela organização de aviação e que representa a “mais alta categoria entre os prémios globais dedicados ao setor da aviação”, informou a companhia aérea dos Países Baixos em comunicado.

Segundo a KLM, este novo prémio “representa um reconhecimento excecional de conquistas em áreas como o bem-estar em segurança e a sustentabilidade”.

De acordo com a informação divulgada pela companhia aérea, através dos prémios World Class, a APEX – Airline Passenger Experience Association “mede e avalia as companhias aéreas face aos novos referenciais (benchmarks) da experiência do cliente, recorrendo a uma mais ampla e intensiva auditoria de dados”.

Além do bem-estar em segurança e da sustentabilidade, a APEX avalia também as companhias aérea com base em “altos padrões para o serviço, conforto, catering e desempenho”.

“Sentimo-nos honrados e orgulhosos por receber este World Class Award. Nos últimos dois anos, temos feito tudo ao nosso alcance para transportar os nossos passageiros da forma mais segura, sustentável e confortável possível – desde o início das suas viagens até à sua chegada ao destino. O facto de os nossos passageiros apreciarem tanto isso torna este prémio ainda mais especial”, congratula-se Boet Kreiken, vice-presidente executivo de experiência do cliente da KLM.

A APEX é a maior organização internacional de aviação a auditar a experiência dos passageiros das companhias aéreas e desenvolveu uma renomada organização de análise e avaliação neste campo.

Os prémios World Class Award foram atribuidos, pela primeira vez, este ano, e distinguiram sete companhias aéreas: KLM, Singapore Airlines, Japan Airlines, Emirates, Saudia, Qatar Airways e Turkish Airlines.

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Porto e Norte usa filigrana de Gondomar para mostrar turismo de luxo na Expo Dubai

Entidade regional de turismo vai dar a conhecer a filigrana de Gondomar na Expo Dubai 2020, numa ação que vai ter lugar no Pavilhão de Portugal, entre 7 e 12 de dezembro.

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O Turismo do Porto e Norte de Portugal promove, entre 7 e 12 de dezembro, uma iniciativa que vai colocar a filigrana de Gondomar em destaque no Pavilhão de Portugal na Expo Dubai 2020 e que pretende mostrar a oferta de turismo de luxo que a região do Porto e Norte tem para oferecer.

“Numa iniciativa conjunta do Turismo do Porto e Norte, Câmara Municipal de Gondomar e AICEP, estarão em permanência no auditório do Pavilhão artesãos a mostrar in loco a minúcia da filigrana, promovendo esta arte que quer ser reconhecida como Património Cultural Imaterial da Humanidade”, explica a entidade regional de turismo em comunicado.

Mais do que dar a conhecer esta arte típica da região Norte, esta ação pretende também posicionar a região no turismo de luxo, até porque o Dubai e o Médio Oriente são mercados com “especial apetência para tudo o que é luxo”.

De acordo com Luís Pedro Martins, presidente do Turismo Porto e Norte de Portugal, esta ação, “para além de conquistar uma nova oportunidade de comunicação e promoção do destino num grande palco mundial, reforça o posicionamento no segmento de turismo de luxo, numa oferta qualificada que evidencia, cumulativamente, o saber fazer português junto de um mercado de alto rendimento e com um comportamento em viagem que se projeta como um dos mercados internacionais que mais crescimento terá nos próximos 10 anos”.

Para o responsável, estes grandes eventos mundiais são “excelentes momentos para comunicar com novos parceiros, órgãos de comunicação, operadores e opinion leaders”.

Além de estar presente na Expo Dubai 2020, a filigrana de Gondomar é também candidata ao Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, com o Turismo do Porto e Norte de Portugal a revelar que a autarquia de Gondomar pretende também candidatar a filigrana a Património Cultural Imaterial da Humanidade, esperando-se que a presença na Expo Dubai possa vir a “impulsionar esta candidatura”.

 

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