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Iberia conecta inventário à API Kyte

Iberia e Kyte estabeleceram uma parceria que coloca toda a oferta da companhia aérea espanhola na API da tecnológica.

Victor Jorge
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Iberia conecta inventário à API Kyte

Iberia e Kyte estabeleceram uma parceria que coloca toda a oferta da companhia aérea espanhola na API da tecnológica.

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A Iberia acaba de assinar uma parceria com a Kyte, empresa tecnológica que oferece uma API para as companhias aéreas como um SaaS, permitindo, desta forma que os distribuidores se conectem diretamente de forma ágil, fácil e eficiente a toda a oferta disponibilizada pela companhia aérea espanhola.

Este acordo faz parte da missão da Kyte de oferecer tecnologia de vendas avançada no canal de retalho para as companhias aéreas e, ao mesmo tempo, ajudá-los a transformar a forma como que fixam preços e distribuem os seus produtos, tanto por meio de atendimento direto como canais indiretos.

Alice Ferrari, CEO da Kyte, refere, em comunicado, que o objetivo passa por “ajudar as companhias aéreas a concretizar a sua visão de modernizar toda a experiência relacionada com as reservas experiência”. A responsável destaca ainda que a empresa oferece às companhias aéreas “ferramentas novas e fáceis de usar, projetadas para atender às expectativas atuais para as vendas online”, concluindo que a intenção é “desenvolver uma relação forte e de longo prazo com a Iberia e ver como esta aproveita as grandes oportunidades que a NDC oferece”.

Do lado da Iberia, Miguel Henales, diretor de Negócios Digitais da Península Ibérica, assinala que “as restrições à pandemia aumentaram as expectativas do consumidor e aceleraram as tendências digitais. Graças à tecnologia da NDC podemos satisfazer melhor as necessidades dos clientes e oferecer-lhes um ótimo serviço no momento de reserva e, em seguida, gerir a sua viagem”.

O executivo da companhia aérea espanhola assinala que o objetivo da Iberia é “atrair mais parceiros para o nosso canal NDC, oferecendo uma moderna conexão como a API Kyte que permite uma melhor distribuição do nosso produto”.

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Ryanair nomeia novos representantes para Portugal e Espanha

Elena Cabrera é a nova Country Manager da companhia para o Marketing, RP e Comunicação nos dois países, enquanto David Simón Santiñán assumirá o papel de Head of Public Affairs.

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A Ryanair nomeou novos representantes para Portugal e Espanha, passando Elena Cabrera a ser a nova Country Manager da companhia aérea para todas as atividades de Marketing, RP e Comunicação nos dois países, enquanto David Simón Santiñán assumirá o papel de Head of Public Affairs, também com responsabilidade em ambos os mercados.

“Espanha e Portugal são dois mercados muito importantes para a Ryanair e, por essa razão, estamos muito felizes em receber a Elena e o David a bordo para que possam ajudar-nos a impulsionar a nossa posição estratégica tanto em Espanha, como em Portugal. Ambos possuem uma vasta experiência nas suas respetivas áreas, e desejamos a ambos o melhor para as suas novas funções“, refere Eddie Wilson, CEO da Ryanair, citado num comunicado enviado à imprensa.

Natural de Espanha e fluente em português, Elena Cabrera conta com mais de 10 anos de experiência na área da comunicação corporativa e relação com os media, tendo sido responsável por projectos ao nível do posicionamento estratégico de marcas em Espanha, Portugal e diferentes países da América Latina e do Norte de África.

Já David Simón Santiñán, que conta com 15 anos de experiência profissional, é especialista nas áreas de public affairs e assuntos governamentais, tendo ocupado posições de gestão em algumas das marcas mais conhecidas do mundo, como a Uber e a Delivery Hero.

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Transporte aéreo de passageiros duplica no 3.º trimestre mas ainda longe dos valores de 2019

No terceiro trimestre do ano, os aeroportos nacionais movimentaram cerca de 10 milhões de passageiros e contabilizaram a aterragem de 48,8 mil aeronaves em voos comerciais.

Inês de Matos

No terceiro trimestre do ano, os aeroportos nacionais movimentaram cerca de 10 milhões de passageiros, número que indica uma subida de 92,7% face a igual período do ano passado, quando a pandemia já assolava o transporte aéreo, mas que, em comparação com os mesmos três meses de 2019, antes da chegada da COVID-19, continua a traduzir um decréscimo expressivo, que chegou aos e 45,0%, segundo dados revelados esta sexta-feira, 3 de dezembro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados do INE mostram, no entanto, que o total de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais tem vindo a recuperar ao longo dos trimestres, uma vez que, no segundo trimestre, a quebra face a igual período de 2019 chegava aos 76%, enquanto no primeiro tinha sido de 86,8%.

De acordo com o INE, entre julho e setembro, aterraram nos aeroportos nacionais 48,8 mil aeronaves em voos comerciais, número que representa uma subida de 52,0% face ao terceiro trimestre de 2020, ainda que, em comparação com o mesmo período de 2019, se continue a registar um decréscimo que, nestes três meses, foi de 28,5%.

No entanto, a descida de 28,5% face ao terceiro trimestre de 2019 já representa uma melhoria comparativamente aos primeiros trimestres do ano, quando o número de aeronaves aterradas nos aeroportos nacionais apresentava descidas de 56,5% no segundo trimestre e de 70,6% no primeiro trimestre.

Por aeroportos, a infraestrutura da capital foi a que concentrou um maior número de passageiros, contabilizando 44,3% do total de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais, o que corresponde a 4,6 milhões, cerca de metade do total de passageiros contabilizados no terceiro trimestre de 2019.

Já o aeroporto do Porto registou o segundo maior volume de passageiros movimentados do país, correspondente a 22,6% do total ou 2,3 milhões de passageiros, o que traduz uma diminuição de 40,1% face ao mesmo período de 2019.

Em Faro, o aeroporto contabilizou o movimento de 1,5 milhões de passageiros, o que representa 14,8% do total,  num resultado que, segundo o INE, corresponde ao “maior decréscimo face ao terceiro trimestre de 2019”, com uma perda de 56%.

Os passageiros movimentados nos aeroportos do Funchal e de Ponta Delgada corresponderam ainda, respetivamente, a 7,7% e 5,4% do total, tendo sido estes os aeroportos que registaram os menores decréscimos face a 2019, com descidas de 13,2% e 22,3%.

O INE indica ainda que, no terceiro trimestre de 2021, foram movimentados 7,7 milhões de passageiros em tráfego internacional, correspondendo a 75,0% do tráfego total, com o peso do tráfego internacional a ascender a 94,0% em Faro, 84,1% em Lisboa e 83,6% no Porto.

“Analisando o número de aeronaves aterradas e o número de passageiros desembarcados diariamente no 3º trimestre, pode observar-se que os níveis destas variáveis foram superiores aos observados no mesmo período de 2020, quando se verificou o impacto das restrições à mobilidade no espaço aéreo devido à pandemia, no entanto estão ainda muito distantes dos níveis anteriores à pandemia”, aponta ainda o INE.

 

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KLM premiada pela APEX como melhor companhia aérea para passageiros

Os prémios APEX World Class Award avaliam os novos referenciais (benchmarks) da experiência do cliente, recorrendo a uma ampla auditoria de dados.

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A KLM recebeu o 2022 APEX World Class Award, um novo prémio atribuído pela organização de aviação e que representa a “mais alta categoria entre os prémios globais dedicados ao setor da aviação”, informou a companhia aérea dos Países Baixos em comunicado.

Segundo a KLM, este novo prémio “representa um reconhecimento excecional de conquistas em áreas como o bem-estar em segurança e a sustentabilidade”.

De acordo com a informação divulgada pela companhia aérea, através dos prémios World Class, a APEX – Airline Passenger Experience Association “mede e avalia as companhias aéreas face aos novos referenciais (benchmarks) da experiência do cliente, recorrendo a uma mais ampla e intensiva auditoria de dados”.

Além do bem-estar em segurança e da sustentabilidade, a APEX avalia também as companhias aérea com base em “altos padrões para o serviço, conforto, catering e desempenho”.

“Sentimo-nos honrados e orgulhosos por receber este World Class Award. Nos últimos dois anos, temos feito tudo ao nosso alcance para transportar os nossos passageiros da forma mais segura, sustentável e confortável possível – desde o início das suas viagens até à sua chegada ao destino. O facto de os nossos passageiros apreciarem tanto isso torna este prémio ainda mais especial”, congratula-se Boet Kreiken, vice-presidente executivo de experiência do cliente da KLM.

A APEX é a maior organização internacional de aviação a auditar a experiência dos passageiros das companhias aéreas e desenvolveu uma renomada organização de análise e avaliação neste campo.

Os prémios World Class Award foram atribuidos, pela primeira vez, este ano, e distinguiram sete companhias aéreas: KLM, Singapore Airlines, Japan Airlines, Emirates, Saudia, Qatar Airways e Turkish Airlines.

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SATA antecipa que 2022 pode ser ano recorde

O presidente executivo da SATA, Luís Rodrigues, revelou no Congresso da APAVT, que termina sexta-feira em Aveiro, que a companhia aérea açoriana já recuperou praticamente os níveis de 2019 e espera bater recorde em 2022.

SATA, que aguarda para breve a aprovação, pela Comissão Europeia, do seu plano de reestruturação, deixou boas notícias no 46º Congresso da APAVT, que termina esta sexta-feira em Aveiro. Isto porque, a companhia aérea açoriana já recuperou praticamente aos níveis de 2019 e espera bater recordes em 2022.

O CEO da SATA, Luís Rodrigues, revelou que “tivemos um verão fantástico, apenas 7% abaixo de 2019 e neste momento estamos praticamente ao nível desse ano. O que, comparado com outras companhias aéreas, é muito bom, não temos razões para nos queixar.

O executivo lembrou que este crescimento verificado, principalmente neste trimestre, após um 2020 e primeiro trimestre deste ano, períodos para esquecer, deve-se, por um lado ao progressivo levantamento de medidas restritivas impostas pela pandemia, em que as pessoas ganharam confiança e voltaram a viajar, e por outro, pela pontualidade na ordem dos 90%.

A pontualidade é um fator chave, destacou Luís Rodrigues, porque, “elimina tudo o que são compensações ao cliente por atrasos; e por outro lado, porque as pessoas apreciam esse fator e criam maior confiança e fidelidade”.

Também deu conta que a SATA aproveitou a redução da atividade imposta pela pandemia para dar a volta à operação e à relação comercial com os clientes.

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Costa Cruzeiros já recebeu segundo navio movido a GNL

O Costa Toscana é o segundo navio da frota da Costa Cruzeiros movido a GNL e começa a operar a 5 de março de 2022, no Mediterrâneo Ocidental.

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A Costa Cruzeiros já recebeu o Costa Toscana, o segundo navio da companhia de cruzeiros movido a Gás Natural Liquefeito (GNL), depois do Costa Smeralda, e que começa a operar a 5 de março de 2022, segundo comunicado da companhia de cruzeiros.

“O Costa Toscana reforça o nosso compromisso com a inovação sustentável ao contribuir ainda mais para a utilização do GNL aplicado aos navios de cruzeiro, uma tecnologia da qual fomos pioneiros. É uma inovação que se insere num caminho de transição ecológica em constante evolução”, refere Mario Zanetti, presidente da Costa Cruzeiros.

De acordo com o responsável, o novo navio da Costa Cruzeiros conta com “inovadoras características e serviços”, que vão contribuir para que o Costa Toscana seja “capaz de atrair novos passageiros de cruzeiros”, com base na presença da companhia no Mediterrâneo e no plano para o reinicio gradual das operações.

O Costa Toscana começa a navegar a 5 de março de 2022, realizando um itinerário de uma semana com partida de Savona, Itália, e escalas em Marselha, Barcelona, Valência, Palermo e Civitavecchia/Roma.

Após este itinerário inaugural, o navio vai ficar colocado no Mediterrâneo Ocidental e, no próximo verão, realiza cruzeiros com escalas em Savona, Civitavecchia/Roma, Nápoles, Ibiza, Valência, Marselha, num itinerário que vai também manter no outubro, com Palma de Maiorca a substituir a escala de Ibiza.

No comunicado divulgado, a Costa Cruzeiros apelida o novo navio de uma “verdadeira ‘smart city’ itinerante”, uma vez que, além de ser movido a GNL, conta também com diversas “inovações tecnológicas de ponta” que reduzem o impacto ambiental do navio, nomeadamente através de processos de dessalinização da água, sistemas inteligentes de consumo de energia e reciclagem.

A bordo, o navio também faz eco da ecologia, uma vez que, como explica a companhia de cruzeiros, as mesas do restaurante Archipelago são feitas com madeira flutuante que foi recolhida no âmbito de um projeto de educação ambiental, sendo que as refeições servidas neste restaurante também têm um lado solidário, uma vez que parte dos lucros deste espaço serão doados para projetos ambientais e sociais.

A par da preocupação ambiental, o Costa Toscana distingue-se também pela decoração em homenagem à região italiana da Toscana, num projeto criativo com curadoria de Adam D. Tihany, que visa “valorizar e dar vida num só local ao melhor que existe nesta maravilhosa região italiana, que dá o nome ao navio, aos seus decks e às principais áreas públicas”.

“O mobiliário, a iluminação, os tecidos e os acessórios são todos Made in Italy e foram concebidos especificamente para o Costa Toscana por 15 parceiros representativos da excelência italiana. A oferta a bordo enquadra-se perfeitamente neste contexto extraordinário: do Spa Solemio às zonas de entretenimento; desde os bares temáticos, em colaboração com grandes marcas italianas e internacionais, aos 21 restaurantes e espaços dedicados à “experiência gastronómica””, acrescenta a Costa Cruzeiros.

Para alojamento, o navio, que é irmão do Costa Smeralda, conta ainda com mais de 2.600 cabines a bordo, que refletem perfeitamente o estilo e o gosto italianos, com destaque para as cabines “Sea Terrace”, que oferecem varanda.

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Congresso APAVT: TAP espera “prenda de Natal” de Bruxelas

A TAP está, segundo Silvia Mosquera, Chief Commercial & Revenue Officer (CCRO) da companhia, a trabalhar como se o plano de reestruturação já tivesse recebido “luz verde” de Bruxelas. Para já, existe um novo novo programa de flexibilidade para alterar reservas sem custos.

Victor Jorge

Silvia Mosquera, Chief Commercial & Revenue Officer (CCRO) da TAP, admitiu estar “otimista” quanto à aprovação do plano de reestruturação da companhia por parte da Comissão Europeia até ao final do presente ano.

Durante o 46.º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), a decorrer em Aveiro até 3 de dezembro, a responsável da TAP disse que tal decisão poderá ser mesmo encarada como uma “prenda de Natal” por parte de Bruxelas, salientando que o trabalho está a ser feito como se o plano já tivesse aprovado.

No que diz respeito à estratégia comercial da companhia nacional Mosquera revelou que a TAP lançou, a 1 de dezembro, um novo programa de flexibilidade que permite ao cliente alterar o voo sem custos, destacando a importância da “flexibilidade” nos tempos atuais.

Este novo programa estará em vigor até 28 de fevereiro do próximo ano e dá ao cliente a possibilidade de “alterar a data e destino gratuitamente”, esclarecendo, contudo, que, caso existam, “as diferenças tarifárias serão aplicadas”.

Quanto à procura, a CCRO da TAP revelou que, desde setembro, que se registou uma “maior procura”, destacando os mercados do Brasil e dos EUA, apontando para uma recuperação na ordem dos 60% para o ano de 2022.

Admitindo que a companhia “tem de melhorar as vendas, a experiência do cliente e ao mesmo tempo reduzir custos”, Mosquera reconheceu que o serviço de cal center “não está a prestar um bom serviço”, uma vez que o volume de chamadas foi “inesperado”, assinalando que o digital cresceu por causa da pandemia.

No que diz respeito à nova variante da COVID-19 – Ómicron – a CCRO da TAP reconheceu que teve impacto na companhia, com a suspensão dos voos com Marrocos e Moçambique, referindo que a segurança dos passageiros é sempre a prioridade”.

Quanto ao trabalho com as agências de viagens, Silvia Mosquera admitiu que são o canal “mais importante e chave para a TAP”, reconhecendo, contudo, que “não vamos estar sempre de acordo, mas vamos trabalhar juntos”.

“Foram, são e continuarão a ser [as agências de viagens] importantes para a TAP”, concluiu a executiva da TAP.

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Victor Jorge

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TAP reconhece perda de liderança mas lembra que é a companhia com “mais voos intercontinentais diretos do Porto”

Companhia aérea de bandeira nacional reage às notícias que dão conta que transporta apenas um em cada 10 passageiros no Porto.

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A TAP veio esta quinta-feira, 2 de dezembro, reagir às notícias que dão conta que a companhia aérea de bandeira nacional só transporta um em cada 10 passageiros no Porto e, num esclarecimento enviado à imprensa, reconhece que há alguns anos que já não tem a liderança no que diz respeito ao número de passageiros transportados, mas lembra que continua a ser a companhia com “mais voos intercontinentais diretos do Porto”.

“A TAP já não tem a liderança no transporte de passageiros no aeroporto do Porto há alguns anos. No entanto, continua a ser a companhia que oferece mais voos intercontinentais diretos do Porto, para destinos no Brasil e Estados Unidos. Através da Ponte Aérea, a TAP oferece também ligações otimizadas a toda a sua rede de destinos desde o seu hub em Lisboa”, lembra a companhia de bandeira nacional.

A TAP fala também na quota de mercado que detém atualmente no aeroporto do Porto para explicar que esta não apresenta nenhuma tendência negativa, uma vez que, “de acordo com os relatórios da ANAC, a TAP duplicou a sua quota de mercado no aeroporto Francisco Sá Carneiro em número de passageiros transportados”.

“Essa quota foi de 10% no terceiro trimestre, conforme referido pela ANAC, quando no trimestre anterior era de 5%. Não há, portanto, qualquer tendência de decréscimo, bem pelo contrário, esta duplicação mostra um crescimento que se espera que continue”, explica a transportadora aérea.

Na informação divulgada, a TAP reconhece também que “é uma companhia com um modelo de negócios de “hub and spoke”” e que, por isso, “60% dos seus passageiros” fazem em Lisboa a ligação entre voos que não têm como destino ou origem final Portugal, explicando ainda que, “em circunstância normais”, o mercado nacional representa 20% do total de passageiros transportados pela TAP.

“Acresce que os mercados do Brasil e Estados Unidos representam um grande volume dos passageiros transportados pela TAP e, devido à pandemia, no trimestre em causa existiam ainda fortes restrições às viagens de e para esses países”, aponta ainda a nota divulgada pela TAP, que considera, por isso, que “qualquer análise que se procure fazer ao tráfego de passageiros em período de pandemia e de fortes limitações à mobilidade e livre circulação de pessoas assenta em bases que nada têm a ver com o regular funcionamento do mercado”.

 

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MSC Cruzeiros exige vacinação completa e teste negativo em todos os cruzeiros de inverno

Companhia estendeu a exigência de vacinação completa e teste negativo antes do embarque também ao cruzeiros de inverno no Mediterrâneo, a bordo do MSC Grandiosa e MSC Fantasia.

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A MSC Cruzeiros veio esta quinta-feira esclarecer que, a partir de sábado, 4 de dezembro, será necessário possuir vacinação completa e apresentar um teste negativo para a COVID-19 para embarcar nos cruzeiros de inverno da companhia, incluindo os itinerários do Mediterrâneo.

“As medidas já estão em vigor para todos os itinerários de inverno da companhia noutras regiões e agora também todos os cruzeiros no Mediterrâneo foram adicionadas com os novos requisitos, estendendo-se assim, aos passageiros com reservas no MSC Grandiosa e no MSC Fantasia”, explica a MSC Cruzeiros, em comunicado.

A companhia explica que são considerados completamente vacinados os passageiros que tenham “recebido o conjunto completo de vacinas COVID-19 mais de 14 dias antes do início das suas férias no mar” e que, além da vacinação, é ainda necessário “realizar um teste COVID-19 nas 48 horas que antecedem o horário de partida do navio”.

“As medidas aplicam-se a todos os passageiros com 12 anos ou mais e estão no topo das normas de saúde e segurança existentes introduzidas pela MSC Cruzeiros no verão de 2020, e que hoje constituem o protocolo líder da indústria da companhia. Isso inclui um teste COVID-19 adicional no embarque, bem como outras medidas durante a navegação, todas planeadas para oferecer a todos os passageiros e tripulantes o nível máximo de protecção da sua saúde e segurança”, lê-se no comunicado da MSC Cruzeiros.

“Uma vez que alguns países da Europa estão a ver um aumento nas taxas de infecção em terra e para garantir o bem-estar daqueles a bordo de nossos navios e nas comunidades onde fazem escala, a nossa abordagem demonstra, mais uma vez, que a saúde e segurança são a nossa prioridade”, acrescenta Gianni Onorato, CEO da companhia de cruzeiros.

Recorde-se que estas medidas já estavam em vigor nos cruzeiros da companhia no Norte da Europa, América do Norte, América do Sul, África do Sul e Médio Oriente, chegando agora também ao MSC Grandiosa e MSC Fantasia, que realizam itinerários de sete noites no Mediterrâneo, com partidas de Barcelona e Génova, respetivamente.

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IATA alerta que medidas contra Omicron põem em causa recuperação de outubro

A IATA está preocupada que as medidas adotadas contra a nova variante Omicron venham colocar em causa a recuperação da procura por viagens aéreas, que voltou a melhorar em outubro.

Inês de Matos

A proibição ou limitação de viagens decretada em vários países na sequência da identificação da variante Omicron pode colocar em causa a recuperação que o tráfego aéreo apresentou em outubro, alerta a IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, que divulgou esta quinta-feira, 2 de dezembro, os dados referentes ao tráfego aéreo global de outubro.

“O desempenho do tráfego de outubro reforça que a ideia de que as pessoas vão viajar quando puderem. Infelizmente, a resposta dos governos ao surgimento da variante Omicron estão a colocar em risco a conectividade global que levou tanto tempo a reconstruir ”, avisa Willie Walsh, diretor geral da IATA, citado num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com os dados da IATA, em outubro, o tráfego aéreo manteve a tendência de recuperação que já se vinha a verificar desde o verão e que permitiu que a procura global por viagens aéreas tenha apresentado uma descida de 49,4% face a igual mês de 2019, ainda antes da pandemia.

Apesar do resultado continuar a ser negativo em comparação com os dados de 2019, o certo é que este indicador tem vindo a subir e o resultado de outubro mostra mesmo uma recuperação face a setembro, quando a procura global por viagens aéreas tinha ficado 53,3% abaixo de igual mês de 2019.

Tal como também já vinha a acontecer, o tráfego doméstico voltou a registar um melhor desempenho, com a procura do mercado interno a apresentar uma descida de 21,6% face a outubro de 2019, igualmente com uma melhoria face à descida de 24,2% identificada em setembro.

Já a quebra na procura internacional voltou a ser mais preocupante, chegando aos 65,5% em comparação com outubro de 2019, ainda assim também com um melhor desempenho face a setembro, quando a descida de procura internacional por viagens aéreas tinha sido de 69,0% e com as melhorias a chegarem a todas as regiões do mundo.

Por regiões, foi na Ásia-Pacífico que o tráfego aéreo internacional mais desceu em outubro, com uma quebra de 92,8% face a igual mês de 2019, praticamente inalterada face ao resultado de setembro, quando o decréscimo chegava aos 93,1%. Nesta região, a capacidade desceu 83,8%, enquanto o load factor caiu 44 pontos percentuais, para 35,7%, o mais baixo entre todas as regiões do mundo.

No Médio Oriente, a descida do tráfego aéreo internacional chegou aos 60,3%, o que, segundo a IATA, é um resultado animador pois representa “um enorme salto” face à quebra de 67,1% registada no mês de setembro, enquanto a capacidade teve um quebra de 49,1% e o load factor caiu 16,1 pontos percentuais, para 57,5%.

Em África, a descida do tráfego aéreo internacional foi 60,2% em outubro, o que também indica uma melhoria face ao decréscimo de 62,1% observado em setembro, enquanto a capacidade caiu 49,0% e o load factor encolheu 15,2 pontos percentuais, para 54,1%.

Na América do Norte, a quebra do tráfego internacional foi de 57,0%, igualmente com uma melhoria em comparação com o mês anterior, quando a descida tinha sido de 61,4%, enquanto a capacidade desceu 43,2% e o load factor caiu 20 pontos percentuais, para 62,4%.

Na América Latina, a descida do tráfego internacional em outubro foi de 55,1%, o que representa uma forte melhoria face à descida de 61,4% identificada em setembro, com a capacidade a apresentar uma quebra de 52,5% e o load factor a descer 4,3 pontos percentuais, para 76,9%, naquele que volta a ser o load factor mais elevado entre todas as regiões pelo 13.º mês consecutivo.

Já a Europa foi a região onde o tráfego aéreo internacional menos desceu, apresentando uma quebra de 50,6% face a igual mês de 2019, o que também traduz uma melhoria substancial face ao desempenho de setembro, quando a quebra foi de 56,5%. Já a capacidade desceu 41,3% na Europa, enquanto o load factor encolheu 13,7 pontos percentuais, para 72,5%.

 

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Qatar Airways abre nova rota para a capital do Uzbequistão a 17 de janeiro

Operação para Tashkent vai contar com dois voos por semana, operados em aviões A320, com 12 lugares em executiva e 120 em económica.

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A Qatar Airways vai começar a voar para Tashkent a partir de 17 de janeiro de 2022, disponibilizando dois voos por semana entre Doha e a capital do Uzbequistão, informou a companhia aérea do Qatar em comunicado.

De acordo com a Qatar Airways, os voos para Tashkent vão ser operados em aviões A320, com capacidade para 12 passageiros em business e 120 em classe económica.

“Vemos um tremendo potencial de crescimento na Ásia central e este novo serviço para Tashkent vai servir para impulsionar as oportunidades comerciais e atrair turistas que querem descobrir este belo destino”, afirma Akbar Al Baker, CEO da companhia aérea.

A capital do Uzbequistão está no centro da Rota da Seda, é a maior cidade da Ásia central e, segundo a Qatar Airways, além de “paisagens únicas”, oferece uma “gastronomia variada e diversos locais para ver e descobrir”.

Os voos à partida de Doha para Tashkent decorrem às segundas e sextas-feiras, com saída pelas 18h55, enquanto a chegada está prevista para as 00h30+1. Em sentido contrário, as partidas da capital do Uzbequistão decorrem às terças e sábados, pelas 01h50, chegando a Doha às 04h00, sempre em horários locais.

 

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