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Ryanair abre base na Madeira com dois aviões e 10 novas rotas no próximo verão

Companhia aérea low cost abre, no próximo verão, a sua quarta base em Portugal, num investimento de 200 milhões de euros, que vai criar 60 postos de trabalho diretos e 40 indiretos no arquipélago.

Inês de Matos
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Ryanair abre base na Madeira com dois aviões e 10 novas rotas no próximo verão

Companhia aérea low cost abre, no próximo verão, a sua quarta base em Portugal, num investimento de 200 milhões de euros, que vai criar 60 postos de trabalho diretos e 40 indiretos no arquipélago.

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A Ryanair vai abrir uma base na Madeira, a quarta da companhia em Portugal, depois de Lisboa, Porto e Faro, num investimento de 200 milhões de euros, que prevê a colocação de dois aviões no arquipélago e a abertura de 40 novas frequências semanais e 10 rotas, cinco das quais diretas, informaram a Ryanair e a ANA Aeroportos de Portugal| VINCI Airports.

“Esta nova conectividade irá contribuir para a diversificação de mercados emissores e aumentará a resiliência das variações de mercado, fatores críticos para o turismo na Madeira”, destaca a ANA Aeroportos de Portugal| VINCI Airports, em comunicado divulgado esta terça-feira, 23 de novembro.

Com a nova base, a Madeira vai passar a contar com dois aviões da Ryanair em permanência, que vão ligar o arquipélago a Bruxelas Charleroi, Dublin, Lisboa, Londres Stansted, Manchester, Marselha, Milão Bergamo, Nuremberga, Paris Beauvais e Porto.

O anúncio da abertura da nova base foi feito em conferência de imprensa, que decorreu no aeroporto da Madeira e que contou com a presença de Pedro Siza Vieira, ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital; Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional da Madeira; Thierry Ligonnière, CEO da ANA Aeroportos de Portugal| VINCI Airports; e Eddie Wilson, CEO da Ryanair.

“O anúncio da base da Ryanair na Madeira para o verão de 2022 é uma excelente notícia para a Região Autónoma da Madeira. Esta base é o resultado de um trabalho de parceria com a Ryanair, com a Associação de Promoção Turística da Madeira e com o Turismo de Portugal. Para além de reforçar a parceria global existente entre a VINCI Airports e a Ryanair, esta base permitirá, pela abertura de 5 novos destinos rotas em 2022, um significativo aumento da conectividade aérea da Madeira, potenciando a diversificação de mercados turísticos”, refere Thierry Ligonnière, CEO da ANA|VINCI Airports.

Já Eduardo Jesus, secretário regional de Turismo e Cultura da Madeira, bem como presidente da Associação de Promoção da Madeira, considera que o reforço de acessibilidade é sempre uma “boa notícia” para a Madeira, que passa, assim, a contar com “mais oferta de lugares para novas ligações internacionais e para reforço de outras existentes”, num “incremento que responde às necessidades da população residente e aos propósitos do próprio destino turístico”.

A nova base vai também criar 60 postos de trabalho diretos e 40 indiretos no arquipélago e, segundo a Ryanair, representa o “compromisso da companhia aérea com Portugal e demonstra o seu impacto no desenvolvimento do turismo português”.

“Temos o prazer de anunciar a abertura da nossa nova base na Madeira, que irá proporcionar a conexão com 10 novos destinos, através de 2 aeronaves e 40 voos semanais, ligando a Madeira a cidades como Londres, Paris, Dublin, Milão e Manchester, durante todo o ano. Este investimento de 200$m não só impulsionará a economia de Portugal, ao contribuir para o crescimento do turismo regional, como também criará mais de 60 postos de trabalho diretos na região e mais de 400 postos de trabalhos indiretos no local na Madeira”, destaca  Eddie Wilson, CEO da Ryanair. 

Na informação divulgada, a ANA – Aeroportos de Portugal – VINCI Airports lembra que a Ryanair é a segunda maior companhia aérea a operar na rede de aeroportos ANA e a primeira nos aeroportos do Porto e de Faro.

A empresa que gere os aeroportos nacionais considera que a base da Ryanair vai impulsionar ainda mais o tráfego nos aeroportos da Madeira, que têm “apresentado nos últimos meses uma recuperação acima dos valores da rede aeroportos ANA”, de tal forma que, no verão, o número de passageiros no aeroporto da Madeira já alcançou 67% do tráfego no período homólogo de 2019.

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Norwegian transportou mais de 1 milhão de passageiros em novembro

Pelo segundo mês consecutivo, em novembro, mais de um milhão de passageiros viajaram com a Norwegian. Os ajustes da capacidade e rede de rotas para a temporada de inverno adaptaram-se bem à procura dos clientes.

Pelo segundo mês consecutivo, em novembro, mais de um milhão de passageiros viajaram com a Norwegian.

Segundo a transportadora aérea, os ajustes da capacidade e rede de rotas para a temporada de inverno adaptaram-se bem à procura dos clientes.

Em novembro a Norwegian transportou um total de 1.005.380 passageiros em comparação com os cerca de 125 mil no mesmo mês do ano anterior. Ainda em relação a novembro de 2020, a capacidade total (medida em AKO – número total de assentos oferecidos por quilómetro voado) verifica-se um aumento de 541%, e o tráfego de passageiros (medido em PKT – número total de passageiros transportados por quilómetro voado) o crescimento foi superior a 1000%. Além disso, a ocupação média foi de 76,6% no mês em análise.

Também em novembro, a companhia aérea colocou 49 aviões em operação, enquanto operou 99,8% dos voos programados. A pontualidade situou-se nos 91,3%.

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Air France já voa para Lisboa com o novo A220-300

Aparelho de médio curso de nova geração realizou segunda-feira, 6 de dezembro, o primeiro voo para Lisboa, que se junta a um restrito grupo de capitais europeias onde a Air France utiliza o A220-300.

A Air France já está a voar para a capital portuguesa no novo avião A220-300, aparelho de médio curso de nova geração, que a companhia aérea está a utilizar para servir um grupo restrito de capitais europeias, incluindo Lisboa.

“Lisboa é uma das cidades escolhidas para operar o seu avião de última geração no médio-curso, o que reflete a aposta continuada da companhia francesa no mercado português”, avança a companhia aérea francesa em comunicado.

O primeiro voo da Air France para Lisboa no novo aparelho decorreu esta segunda-feira, pelas 15h07, quando o voo AF1624 aterrou na capital portuguesa, que se junta assim a Barcelona, Berlim, Madrid, Milão e Veneza como as cidades que a Air France passa a servir com o A220-300.

Com 148 assentos, o A220-300 da Air France está configurado com cinco lugares por fila e inclui duas classes de bordo, concretamente business e económica, e oferece bagageiras de maiores dimensões, enquanto o corredor central é mais largo, o que facilita a deslocação dentro do aparelho.

A nível ambiental, o A220-300 também se destaca, uma vez que consome 20% menos de  combustível do que o avião que substitui e as suas emissões de CO2 são também 20% menores, permitindo ainda uma redução de 10% no custo por assento face aos aviões A318 e A319.

“A sua pegada de ruído é também de menos 34%. Estas características vão exercer um papel crucial na redução da pegada ambiental e na realização dos objetivos de desenvolvimento sustentável da Air France”, acrescenta a companhia aérea que, até 2030, pretende reduzir em 50% todas as suas emissões de CO2 por passageiro/km face a 2005, ou em 15% em termos absolutos.

Até ao final de 2025, a Air France espera receber um total de 60 aeronaves A220-300, que foram encomendadas em 2019 para substituir gradualmente os seus aviões A318 e A319, bem como vários aparelhos A320.

 

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LATAM Airlines soma mais dois prémios internacionais

Companhia aérea foi eleita a “Melhor Companhia Aérea da América do Sul”, na 18ª edição do Global Traveller GT Tested Reader Survey Awards e recebeu quatro estrelas no APEX Passenger Choice.

A LATAM Airlines foi duplamente distinguida pelos seus passageiros e somou dois importantes prémios internacionais, tendo sido premiada como a “Melhor Companhia Aérea da América do Sul”, na 18ª edição do Global Traveller GT Tested Reader Survey Awards, além de ter recebido a classificação de quatro em cinco estrelas, no APEX Passenger Choice.

“Num ano particularmente complicado para a indústria, o compromisso com os nossos clientes continua e permanece firme graças ao esforço e trabalho dos nossos colaboradores. Valorizamos e agradecemos particularmente aos nossos passageiros, pois este reconhecimento vem deles. Estes prémios estimulam-nos e desafiam-nos a continuar a trabalhar para levar sonhos aos seus destinos”, afirma Paulo Miranda, vice-presidente de Clientes do LATAM Airlines Group.

Na 18ª edição do Global Traveller GT Tested Reader Survey Awards,  pesquisa online realizada entre os leitores da revista Global Traveler e na qual participaram mais de dois milhões de leitores da publicação, a LATAM Airlines foi a preferida na América do Sul, enquanto no APEX Passenger Choice a companhia aérea obteve quatro estrelas, depois das avaliações dos clientes de mais de 600 companhias aéreas em todo o mundo, que classificaram quase um milhão de voos em uma escala máxima de cinco estrelas.

No comunicado enviado à imprensa, a LATAM Airlines lembra que estes prémios vem juntar-se à distinção já atribuída à companhia aérea pela Skytrax, que destacou o padrão de segurança e higiene da LATAM, enquanto o grupo de aviação LATAM Airlines Group ficou em quarto lugar a nível mundial na Avaliação Global de Sustentabilidade Corporativa (CSA) da Standard & Poor’s e posicionou-se como a companhia aérea com melhor desempenho em sustentabilidade nos continentes americano e europeu.

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Transporte aéreo em Portugal perdeu 70% dos passageiros em 2020, confirma Eurostat

Dados do Eurostat, divulgados esta segunda-feira, 6 de dezembro, indicam que Portugal foi o quinto país da União Europeia onde o transporte aéreo foi menos prejudicado devido à pandemia da COVID-19.

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Portugal perdeu quase 70% dos passageiros de transporte aéreo em 2020, confirmou o Eurostat esta segunda-feira, 6 de dezembro, que indica, no entanto, que a perda portuguesa ficou abaixo da média europeia, que chegou aos 73%, sendo o quinto país entre os Estados-membros da União Europeia em que o transporte aéreo menos foi prejudicados pela pandemia.

Os dados divulgado esta segunda-feira pelo instituto de estatística europeu mostram que as medidas restritivas adotadas em 2020 para limitar a disseminação da COVID-19 resultaram num recuo de 73% do transporte aéreo de passageiros na União Europeia face a 2019, com as quebras a serem comuns a todos os países.

O Luxemburgo foi, de acordo com o Eurostat, o país da União Europeia em que o transporte aéreo menos foi afetado, com uma quebra de 67,3%, seguindo-se a Bulgária (68,2%), a Grécia (69,1%), a Roménia (69,2%) e Portugal (69,9%), enquanto a Eslovénia (83,3%), a Eslováquia (82,4%), a Croácia (81,9%) e a República Checa (79,7%) encontram-se no extremo oposto como os países onde a descida do transporte aéreo foi mais significativa.

 

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MSC Cruzeiros inicia contagem decrescente para receber primeiros navios a GNL

A MSC Cruzeiros assinalou o float out do MSC World Europa e a cerimónia da moeda do MSC Euribia, os primeiros navios movidos a GNL da frota da companhia.

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A MSC Cruzeiros anunciou esta segunda-feira, 6 de dezembro, dois importantes marcos na construção dos seus dois novos navios de cruzeiros, o MSC World Europa e o MSC Euribia, navios que vão ser os primeiros movidos a Gás Natural Liquefeito (GNL) da frota da companhia e cujas cerimónias de float out e da moeda, respetivamente, foram recentemente realizadas nos estaleiros de Chantiers de l’Atlantique, em St. Nazaire.

“O MSC World Europa e o MSC Euribia tornar-se-ão os primeiros navios movidos a GNL a ingressar na frota da MSC Cruzeiros no próximo ano, representando um investimento de €3 mil milhões em navios de Gás Natural Liquefeito (GNL) com a construção do World Europa II no início de 2023”, revela a companhia de cruzeiros, num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com a companhia de cruzeiros, estes navios “desempenham um papel importante no compromisso da companhia em alcançar zero emissões líquidas de gases de efeito estufa até 2050”, uma vez que são movidos a GNL, que “é de longe o combustível marinho mais limpo disponível atualmente e virtualmente elimina as emissões locais de poluentes atmosféricos, como óxidos de enxofre (99%) e óxidos de nitrogénio (85%) e partículas (98%)”.

“Em termos de emissões com impacto global, o GNL desempenha um papel fundamental na mitigação das alterações climáticas e os motores destes dois navios têm potencial para reduzir as emissões de CO2 até 25% em comparação com os combustíveis convencionais. Para além disso, com a disponibilidade subsequente de formas bio e sintéticas de GNL, esta fonte de energia irá permitir um meio de alcançar eventuais operações descarbonizadas”, acrescenta a companhia de cruzeiros.

Apesar de se congratular com as inovações anunciadas para os dois novos navios e com o facto da companhia e dos estaleiros de Chantiers de l’Atlantique não terem desistido destes navios mesmo na pior fase da pandemia, Pierfrancesco Vago, Executive Chairman da MSC Cruises, considera que “há ainda muito a fazer” e pede a colaboração de todos os parceiros para que seja possível reduzir a zero as emissões da indústria dos cruzeiros.

“Agora precisamos de dar passos ainda maiores e vamos precisar do apoio contínuo dos nossos fornecedores, parceiros e governos para conseguir isso. Todos nós precisamos de trabalhar em conjunto para alcançar um futuro verde”, defende o responsável.

Além das cerimónias de float out do MSC World Europa e da moeda do MSC Euribia, a companhia de cruzeiros anunciou também a “instalação de uma planta piloto de célula de combustível a bordo do MSC World Europa, conhecida como Blue Horizon”, que usa o GNL para converter combustível em eletricidade com “uma das mais altas eficiências de qualquer solução de energia disponível hoje”.

“A tecnologia de célula de combustível seleccionada pelos Chantiers de l’Atlantique (CdA) e a MSC Cruzeiros é a SOFC (Solid Oxide Fuel Cell) desenvolvida pela Bloom Energy. O SOFC irá reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) em cerca de 30% em comparação com um motor LNG convencional, sem emissões de óxidos de nitrogénio, óxidos de enxofre ou partículas finas. Também oferece a vantagem de ser compatível com GNL, assim como diversos combustíveis de baixo carbono, como metanol, amónia e hidrogénio. Este projeto formará o bloco de construção para futuras instalações maiores”, explica a MSC Cruzeiros.

A companhia de cruzeiros espera a entrega do MSC World Europa, primeiro navio da Classe MSC World, para novembro de 2022, destacando que este navio vai “redefinir a experiência de cruzeiro com uma variedade de conceitos nunca antes vistos e áreas criativas diferentes de tudo”, apresentando, desde logo, um design inovador, em Y, e com uma promenade de 104 metros de comprimento, além de novos camarotes e do maior escorrega com 11 decks de altura, o mais longo no mar.

O navio vai disponibilizar também diferentes áreas, desde bairros zen a zonas familiares, passando também por áreas com lojas e mais animação, sem esquecer as opções gastronómicas e de animação noturna, disponíveis  nos 13 restaurantes e 21 bares do MSC World Europa.

O navio entra em operação em dezembro de 2022 e vai realizar a temporada inaugural na região do Golfo, incluindo cruzeiros de sete noites pelo Dubai, Abu Dhabi, Ilha Sir Bani Yas e Dammam, na Arábia Saudita, bem como Doha, a capital do Qatar, antes de regressar ao Dubai com pernoita na cidade.

O navio deixa o Dubai em março de 2023 e, no primeiro verão em que vai estar a operar, vai ficar colocado no Mediterrâneo, com cruzeiros de sete noites por Génova, Nápoles e Messina, bem como Valletta, em Malta, assim como Barcelona e Marselha.

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Emirates oferece entradas em atrações no Dubai em reservas até 20 de dezembro

Burj Khalifa At The Top, Dubai Fountains Boardwalk Experience e Views Observatory no Emaar Sky View Hotel são as atrações que os passageiros da Emirates podem visitar gratuitamente nas viagens até 31 de março de 2022.

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A Emirates lançou novas ofertas para os passageiros que, até 20 de dezembro, reservem uma viagem ao Dubai com a companhia aérea e que permitem o acesso ao Burj Khalifa At The Top, ao Dubai Fountains Boardwalk Experience e ao Views Observatory no Emaar Sky View Hotel.

De acordo com a companhia aérea, a oferta aplica-se às reservas para viagens que decorram até 31 de março de 2022, em qualquer classe de bordo, numa oferta que é válida para reservas através do site da companhia aérea, assim como nas agências de viagens.

“Através de oportunidades que vão acrescentar ainda mais valor a uma visita ao Dubai durante a Expo 2020, a Emirates espera garantir uma experiência memorável para quem pretenda viajar para aquele que é um dos destinos mais cobiçados do mundo”, refere a companhia aérea, num comunicado divulgado esta segunda-feira, 6 de dezembro.

Uma das atrações disponíveis é o Burj Khalifa At The Top, o topo do edifício mais alto do mundo, que oferece vistas panorâmicas sobre toda a cidade. Além desta atração, as ofertas da Emirates abrangem também o Dubai Fountains Boardwalk Experience, uma nova plataforma flutuante com vista privilegiada para o famoso espetáculo de água, música e luz do Burj Khalifa, assim como o Views Observatory no Emaar Sky View Hotel, que consiste num um skywalk em fundo de vidro, onde é possível admirar o horizonte da cidade do Dubai.

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Ryanair nomeia novos representantes para Portugal e Espanha

Elena Cabrera é a nova Country Manager da companhia para o Marketing, RP e Comunicação nos dois países, enquanto David Simón Santiñán assumirá o papel de Head of Public Affairs.

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A Ryanair nomeou novos representantes para Portugal e Espanha, passando Elena Cabrera a ser a nova Country Manager da companhia aérea para todas as atividades de Marketing, RP e Comunicação nos dois países, enquanto David Simón Santiñán assumirá o papel de Head of Public Affairs, também com responsabilidade em ambos os mercados.

“Espanha e Portugal são dois mercados muito importantes para a Ryanair e, por essa razão, estamos muito felizes em receber a Elena e o David a bordo para que possam ajudar-nos a impulsionar a nossa posição estratégica tanto em Espanha, como em Portugal. Ambos possuem uma vasta experiência nas suas respetivas áreas, e desejamos a ambos o melhor para as suas novas funções“, refere Eddie Wilson, CEO da Ryanair, citado num comunicado enviado à imprensa.

Natural de Espanha e fluente em português, Elena Cabrera conta com mais de 10 anos de experiência na área da comunicação corporativa e relação com os media, tendo sido responsável por projectos ao nível do posicionamento estratégico de marcas em Espanha, Portugal e diferentes países da América Latina e do Norte de África.

Já David Simón Santiñán, que conta com 15 anos de experiência profissional, é especialista nas áreas de public affairs e assuntos governamentais, tendo ocupado posições de gestão em algumas das marcas mais conhecidas do mundo, como a Uber e a Delivery Hero.

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Transporte aéreo de passageiros duplica no 3.º trimestre mas ainda longe dos valores de 2019

No terceiro trimestre do ano, os aeroportos nacionais movimentaram cerca de 10 milhões de passageiros e contabilizaram a aterragem de 48,8 mil aeronaves em voos comerciais.

Inês de Matos

No terceiro trimestre do ano, os aeroportos nacionais movimentaram cerca de 10 milhões de passageiros, número que indica uma subida de 92,7% face a igual período do ano passado, quando a pandemia já assolava o transporte aéreo, mas que, em comparação com os mesmos três meses de 2019, antes da chegada da COVID-19, continua a traduzir um decréscimo expressivo, que chegou aos e 45,0%, segundo dados revelados esta sexta-feira, 3 de dezembro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados do INE mostram, no entanto, que o total de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais tem vindo a recuperar ao longo dos trimestres, uma vez que, no segundo trimestre, a quebra face a igual período de 2019 chegava aos 76%, enquanto no primeiro tinha sido de 86,8%.

De acordo com o INE, entre julho e setembro, aterraram nos aeroportos nacionais 48,8 mil aeronaves em voos comerciais, número que representa uma subida de 52,0% face ao terceiro trimestre de 2020, ainda que, em comparação com o mesmo período de 2019, se continue a registar um decréscimo que, nestes três meses, foi de 28,5%.

No entanto, a descida de 28,5% face ao terceiro trimestre de 2019 já representa uma melhoria comparativamente aos primeiros trimestres do ano, quando o número de aeronaves aterradas nos aeroportos nacionais apresentava descidas de 56,5% no segundo trimestre e de 70,6% no primeiro trimestre.

Por aeroportos, a infraestrutura da capital foi a que concentrou um maior número de passageiros, contabilizando 44,3% do total de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais, o que corresponde a 4,6 milhões, cerca de metade do total de passageiros contabilizados no terceiro trimestre de 2019.

Já o aeroporto do Porto registou o segundo maior volume de passageiros movimentados do país, correspondente a 22,6% do total ou 2,3 milhões de passageiros, o que traduz uma diminuição de 40,1% face ao mesmo período de 2019.

Em Faro, o aeroporto contabilizou o movimento de 1,5 milhões de passageiros, o que representa 14,8% do total,  num resultado que, segundo o INE, corresponde ao “maior decréscimo face ao terceiro trimestre de 2019”, com uma perda de 56%.

Os passageiros movimentados nos aeroportos do Funchal e de Ponta Delgada corresponderam ainda, respetivamente, a 7,7% e 5,4% do total, tendo sido estes os aeroportos que registaram os menores decréscimos face a 2019, com descidas de 13,2% e 22,3%.

O INE indica ainda que, no terceiro trimestre de 2021, foram movimentados 7,7 milhões de passageiros em tráfego internacional, correspondendo a 75,0% do tráfego total, com o peso do tráfego internacional a ascender a 94,0% em Faro, 84,1% em Lisboa e 83,6% no Porto.

“Analisando o número de aeronaves aterradas e o número de passageiros desembarcados diariamente no 3º trimestre, pode observar-se que os níveis destas variáveis foram superiores aos observados no mesmo período de 2020, quando se verificou o impacto das restrições à mobilidade no espaço aéreo devido à pandemia, no entanto estão ainda muito distantes dos níveis anteriores à pandemia”, aponta ainda o INE.

 

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KLM premiada pela APEX como melhor companhia aérea para passageiros

Os prémios APEX World Class Award avaliam os novos referenciais (benchmarks) da experiência do cliente, recorrendo a uma ampla auditoria de dados.

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A KLM recebeu o 2022 APEX World Class Award, um novo prémio atribuído pela organização de aviação e que representa a “mais alta categoria entre os prémios globais dedicados ao setor da aviação”, informou a companhia aérea dos Países Baixos em comunicado.

Segundo a KLM, este novo prémio “representa um reconhecimento excecional de conquistas em áreas como o bem-estar em segurança e a sustentabilidade”.

De acordo com a informação divulgada pela companhia aérea, através dos prémios World Class, a APEX – Airline Passenger Experience Association “mede e avalia as companhias aéreas face aos novos referenciais (benchmarks) da experiência do cliente, recorrendo a uma mais ampla e intensiva auditoria de dados”.

Além do bem-estar em segurança e da sustentabilidade, a APEX avalia também as companhias aérea com base em “altos padrões para o serviço, conforto, catering e desempenho”.

“Sentimo-nos honrados e orgulhosos por receber este World Class Award. Nos últimos dois anos, temos feito tudo ao nosso alcance para transportar os nossos passageiros da forma mais segura, sustentável e confortável possível – desde o início das suas viagens até à sua chegada ao destino. O facto de os nossos passageiros apreciarem tanto isso torna este prémio ainda mais especial”, congratula-se Boet Kreiken, vice-presidente executivo de experiência do cliente da KLM.

A APEX é a maior organização internacional de aviação a auditar a experiência dos passageiros das companhias aéreas e desenvolveu uma renomada organização de análise e avaliação neste campo.

Os prémios World Class Award foram atribuidos, pela primeira vez, este ano, e distinguiram sete companhias aéreas: KLM, Singapore Airlines, Japan Airlines, Emirates, Saudia, Qatar Airways e Turkish Airlines.

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SATA antecipa que 2022 pode ser ano recorde

O presidente executivo da SATA, Luís Rodrigues, revelou no Congresso da APAVT, que termina sexta-feira em Aveiro, que a companhia aérea açoriana já recuperou praticamente os níveis de 2019 e espera bater recorde em 2022.

SATA, que aguarda para breve a aprovação, pela Comissão Europeia, do seu plano de reestruturação, deixou boas notícias no 46º Congresso da APAVT, que termina esta sexta-feira em Aveiro. Isto porque, a companhia aérea açoriana já recuperou praticamente aos níveis de 2019 e espera bater recordes em 2022.

O CEO da SATA, Luís Rodrigues, revelou que “tivemos um verão fantástico, apenas 7% abaixo de 2019 e neste momento estamos praticamente ao nível desse ano. O que, comparado com outras companhias aéreas, é muito bom, não temos razões para nos queixar.

O executivo lembrou que este crescimento verificado, principalmente neste trimestre, após um 2020 e primeiro trimestre deste ano, períodos para esquecer, deve-se, por um lado ao progressivo levantamento de medidas restritivas impostas pela pandemia, em que as pessoas ganharam confiança e voltaram a viajar, e por outro, pela pontualidade na ordem dos 90%.

A pontualidade é um fator chave, destacou Luís Rodrigues, porque, “elimina tudo o que são compensações ao cliente por atrasos; e por outro lado, porque as pessoas apreciam esse fator e criam maior confiança e fidelidade”.

Também deu conta que a SATA aproveitou a redução da atividade imposta pela pandemia para dar a volta à operação e à relação comercial com os clientes.

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