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Transavia vai voar entre Ponta Delgada e Paris no próximo verão

Nova rota da Transavia arranca no início de julho de 2022 e vai contar com dois voos por semana, às quartas-feiras e domingos.

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Transavia vai voar entre Ponta Delgada e Paris no próximo verão

Nova rota da Transavia arranca no início de julho de 2022 e vai contar com dois voos por semana, às quartas-feiras e domingos.

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A Transavia vai passar a voar entre Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, Açores, e Paris, capital francesa, a partir do próximo verão, ligações que arrancam no início de julho de 2022 e que, segundo comunicado da companhia aérea low cost do grupo Air France/KLM, é uma das oito novas rotas previstas para a próxima época alta.

De acordo com um comunicado da transportadora, além de Ponta Delgada, que vai contar com dois voos por semana, às quartas-feiras e domingos, também Bilbao, La Palma, Yerevan, Podgorica, Glasgow, Ljubljana e Skiathos passam a contar com voos da Transavia no próximo verão IATA, que decorre entre 27 de março e 29 de outubro de 2022.

"Estamos muito satisfeitos por abrirmos as nossas vendas hoje para o verão 2022 e particularmente orgulhosos por podermos anunciar uma nova rota entre Paris-Orly e Ponta Delgada nos Açores – uma pérola escondida no meio do Atlântico e um destino soberbo que merece ser conhecido por todos os nossos clientes franceses. Estamos empenhados em oferecer cada vez mais opções de viagens a pequenos preços, sempre com a mesma qualidade de serviço", refere Nicolas Hénin, Chief Chief Commercial Officer da Transavia France.

Além dos novos destinos, a Transavia vai também estender para o verão oito das rotas operadas este inverno, concretamente Roma, Cracóvia, Berlim, Estocolmo, Amã, Béjaïa, Sétif, Tlemcen, Montpellier, Oran (de/para Paris) e Oujda (de/para Montpellier).

A companhia aérea alerta, no entanto, que "o programa de voos mantém-se em constante evolução e continua sujeito às condições sanitárias e às restrições impostas pelas autoridades dos países em causa".

Paralelamente, a Transavia está também a expandir a sua frota e, depois de passar de 40 para 48 aviões Boeing 737-800 em 2021, conta receber dois novos aparelhos este inverno, elevando a sua frota para 50 aviões, e em planeado um novo aumento para 2022, com a introdução de 61 aeronaves, a partir de abril.

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Artistas mundiais convidados para criar design do casco do MSC Euribia

O MSC Euribia funcionará como uma tela gigante flutuante para expressar a importância do respeito pelo meio ambiente.

A MSC Cruzeiros está a dar aos artistas e designers de todo o mundo a possibilidade de transformar o casco do MSC Euribia numa tela flutuante gigante para expressar a importância do respeito pelo meio ambiente.

O navio, o mais avançado do ponto de vista ambiental da frota da MSC Cruzeiros até à data, tem o nome da antiga deusa Eurybia, e está à disposição de artistas de todo o mundo para criar uma obra de arte única inspirada no mar e no seu importante ecossistema marinho, que será apresentada como um design permanente em todo o casco do navio, enquanto este navega pelos oceanos do mundo.

O concurso de design, que se inicia no Dia Internacional do Artista, terá as inscrições avaliadas por um painel de júris internacional, incluindo o artista de areia Jben, o arquitecto Martin Francis e Pierfrancesco Vago, Executive Chairman da Divisão de Cruzeiros do MSC Group.

Se somente um artista virá a sua obra exibida no casco do navio, como uma galeria de vela ao ar livre, outros cinco finalistas, terão os seus projetos expostos numa exposição a bordo do MSC Euribia, onde os hóspedes verão a sua arte e a sua importante mensagem para os próximos anos.

O MSC Euribia entrará ao serviço em 2023 e tornar-se-á no segundo navio movido a LNG da frota da MSC Cruzeiros, frisando a MSC que “o LNG desempenha um papel fundamental no percurso em direção à mitigação das alterações climáticas e os motores do MSC Euribia têm o potencial para reduzir as emissões de gases com efeito estufa em até 21% comparativamente com os combustíveis padrão, ao mesmo tempo que eliminam virtualmente outras emissões atmosféricas”.

De resto, a MSC Cruzeiros está comprometida em abastecer pelo menos três navios a LNG, o que representa um investimento total superior a 3 mil milhões de euros.

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Thomas Ahlers é o novo “General Manager Sales” do Lufthansa Group em Portugal

Há 18 anos no Lufthansa Group, Thomas Ahlers assume a direção-geral de Vendas em Portugal, depois de ter sido responsável por várias áreas de negócio nos EUA, Alemanha e China.

Thomas Ahlers será, a partir do próximo dia 1 de novembro, o novo diretor-geral de Vendas em Portugal do Lufthansa Group, ficando responsável pela atividade comercial e vendas de todas as transportadoras aéreas do grupo (Lufthansa, Austrian Airlines, Brussels Airlines, Eurowings e SWISS) que operam no mercado português.

O recém-nomeado responsável pela operação no nosso país, irá reportar a Julia Hillenbrand, diretora-geral de Vendas para a Europa Ocidental do Lufthansa Group com sede em Madrid.

Thomas Ahlers (46 anos) traz consigo uma experiência de vários anos em managment de companhias aéreas. Começou sua carreira no Lufthansa Group em 2003, em Los Angeles, e desde então ocupou várias funções executivas no Lufthansa Group e no Miles & More em Nova Iorque, Frankfurt e Xangai.

Algumas das áreas nas quais ganhou experiência incluem Direção de Vendas, Desenvolvimento de Negócios, Marketing, Servicing e Project Management. Também atuou como assistente dos membros do Conselho de Vendas e Marketing durante cinco anos.

Na sua mais recente posição internacional, chefiou a equipa responsável pelos produtos de vendas e programas do Lufthansa Group para a Grande China em Xangai.

Thomas Ahlers sucede a Patrick Borg Hedley, que ocupou o mesmo cargo a partir de Lisboa por cinco anos até a sua recente contratação para Helsínquia como General Sales Manager da Finlândia e Bálticos do Lufthansa Group.

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EUA prolongam regras para cruzeiros

As mais recentes variantes da COVID-19 fazem o CDC norte-americano não levantar por completo as regras para os cruzeiros, estendendo-as até 15 de janeiro de 2022.

A CDC (Center for Disease Control and Prevention), autoridade sanitária dos EUA, anunciou a extensão, por mais quase três meses, das regras que os navios de cruzeiro devem seguir para navegar durante a pandemia.

Apesar de afirmar que a extensão faz apenas "pequenas modificações" nas regras já em vigor, o certo é que as restrições serão prolongadas até, pelo menos, 15 de janeiro de 2022.

A agência admite que, após 15 de janeiro, possa passar para um programa voluntário para as empresas de cruzeiros para detetar e controlar a disseminação da COVID-19 nos seus navios.

Esta decisão deve-se ao aumento de casos de variantes mais infeciosas como é o caso da Delta, com alguns responsáveis da indústria de cruzeiros a reclamarem que o Governo adotou uma postura muito mais dura contra os cruzeiros - fechando-os inteiramente no ano passado - do que em relação às companhias aéreas e outras partes da indústria de viagens.

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Qatar Airways abre segunda rota para a Ucrânia a 9 de dezembro

Companhia aérea do Qatar vai realizar três voos por semana para Odessa, a segunda cidade na Ucrânia a contar com voos da Qatar Airways, depois de Kiev.

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A Qatar Airways vai abrir, a 9 de dezembro, voos para Odessa, na Ucrânia, naquela que é a segunda rota da companhia aérea de bandeira do Qatar para o país, depois de Kiev, segundo informação divulgada pela transportadora esta segunda-feira, 25 de outubro.

Os voos da Qatar Airways para Odessa vão decorrer três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, em aviões A320, com 12 lugares em classe business e 120 assentos em classe económica.

Os voos para Odessa partem da capital do Qatar pelas 08h30 e chegam à cidade ucraniana pelas 12h45, enquanto em sentido contrário a partida de Odessa decorre pelas 16h45, chegando a Doha às 22h50.

"Operamos para a Ucrânia desde agosto de 2017 e o lançamento dos voos para Odessa é um marco na nossa história no país. Odessa é a pérola do Mar Negro e estamos ansiosos por trazer visitantes de todo o mundo para explorar a sua rica história cultural", afirma Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways.

Além dos voos para a Ucrânia, a Qatar Airways tem vindo também a retomar várias das rotas que tinha abandonado devido à pandemia da COVID-19 e, atualmente, já voa para 140 destinos em todo o mundo.

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Levantamento de restrições faz disparar voos para os EUA

Às primeira informações sobre o levantamento das restrições, a ForwardKeys denota um crescimento nas reservas para os EUA. Para o Natal, há expectativas de um crescimento ainda maior.

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Uma recente análise da ForwardKeys revela que as reservas de voos, para o mês de novembro, para os EUA dispararam após dois anúncios de que o destino seria reaberto para viajantes estrangeiros vacinados, depois de, em meados de outubro, as reservas semanais ultrapassarem 70% dos níveis pré-pandêmicos.

O primeiro anúncio foi feito no dia 20 de setembro, quando a Casa Branca informou que visitantes do Reino Unido, Irlanda, dos 26 países Schengen, China, Índia, África do Sul, Irã e Brasil teriam autorização para entrar nos EUA, sem estarem sujeitos a quarentena, desde que totalmente vacinados. Isso causou uma reação imediata, com as reservas semanais do Reino Unido a aumentar 83%, do Brasil a crescer 71% e da UE a dispararem 185%.

O segundo anúncio foi feito em 15 de outubro, quando o secretário de imprensa assistente do presidente dos Estados Unidos, Kevin Munoz, apontou o dia 8 de novembro em que as restrições seriam aliviadas. A partir daí, as reservas semanais subiram ainda mais, aumentando 15% no Reino Unido, 26% na UE e 100% no Brasil.

“Ao analisar a distribuição de reservas confirmadas, para chegada em novembro e dezembro, desses três mercados de origem (Brasil, UE e Reino Unido), houve dois picos evidentes”, refere a análise da ForwardKeys. O primeiro pico foi para viagens imediatamente após o alívio das restrições durante a semana com início em 8 de novembro, atingindo 15% das reservas. O segundo pico foi durante o Natal, atingindo 16% das reservas durante a semana do Natal e 14% na semana anterior.

Juan Gómez, Head of Market Intelligence da ForwardKeys, adianta, em nota de imprensa, que “estes dados demonstram, mais uma vez, a enorme procura reprimida por viagens. Assim que as pessoas souberam que teriam permissão para visitar os EUA novamente, reservaram e um número substancial reservou viagens para assim que fosse possível voar para os EUA”.

O responsável da ForwardKeys faz ainda notar que “as reservas aumentaram ainda mais depois de ser indicada uma data específica”, admitindo que “isso não é totalmente surpreendente por duas razões: primeiro, a certeza de uma data específica inspira confiança, e, em segundo lugar, aqueles que queriam viajar antes do final de novembro não podiam se dar ao luxo de fazer um compromisso até que tivessem certeza de que poderiam viajar quando quisessem”.

Gómez conclui que “nas próximas semanas, veremos um aumento acentuado nas reservas para os EUA no período de Natal”.

 

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Norwegian elimina restrições temporárias no programa CashPoints

Com o aumento do número de viajantes nos últimos meses e uma tendência positiva nas futuras reservas, a Norwegian reabriu o programa CashPoints no seu formato original.

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A Norwegian anunciou, recentemente, a eliminação de todas as restrições temporárias ao uso de CashPoints (pontos de Reward da Norwegian, programa de fidelidade da empresa), a partir de segunda-feira, 1 de novembro. A empresa já havia anunciado que as restrições temporárias iriam acabar quando o mercado melhorasse. “Agora, e devido ao aumento do número de viajantes nos últimos meses e uma tendência positiva nas futuras reservas, é hora de reabrir o programa no seu formato original”, refere a empresa em nota de imprensa.

“Sempre dissemos que restauraríamos o nosso programa de fidelidade nos termos originais quando o mercado e a procura melhorassem. Os nossos membros Norwegian Reward podem reutilizar todos os seus pontos ganhos quando reservarem a sua próxima viagem connosco”, adianta Geir Karlsen, CEO norueguês.

O Norwegian Reward foi reconhecido e premiado - em várias ocasiões - como o melhor programa de benefícios internacionalmente, devido aos seus termos simples e claros e à facilidade com que os membros podem ganhar e usar pontos. Existem atualmente 9,2 milhões de membros no Norwegian Reward.

“Com uma tendência positiva contínua no número de passageiros nas nossas rotas na Noruega e na Europa, estamos a reabrir o nosso programa de fidelidade no formato original”, destaca Karlsen.

Assim, a partir de segunda-feira, 1 de novembro, os saldos de CashPoints ganhos pelos membros do Norwegian Reward podem ser resgatados integralmente na compra de voos. No Norwegian Reward, um CashPoint é o mesmo que uma coroa norueguesa e não há restrições quanto ao número de lugares disponíveis por voo para aqueles que desejam usar os pontos adquiridos.

A Norwegian estendeu ainda e automaticamente a validade de todos os CashPoints que expiraram em 2021 até 31 de dezembro de 2022.

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LATAM lança promoção com voos desde 465 euros para o Brasil

Promoção é válida para reservas até esta terça-feira, 26 de outubro, e abrange também voos em classe executiva.

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A LATAM Airlines lançou uma nova promoção para voos entre a Europa e a América do Sul, cujos preços começam nos 465 euros por pessoa para viagens de ida e volta para o Brasil, numa oferta que é válida para reservas até esta terça-feira, 26 de outubro.

O preço apresentado é válido para viagens em classe económica, mas a LATAM Airlines disponibiliza também preços para voos em executiva, cujos valores começam nos 999 euros por pessoa, também para voos de ida e volta.

A promoção da LATAM Airlines já inclui taxas aeroportuárias e impostos, e aplica-se apenas a voos operados pela própria companhia aérea, estando sujeita à disponibilidade de lugares existente.

Além do Brasil, a promoção da LATAM Airlines está também disponível para outros destinos da América do Sul, cujas condições já se encontram disponíveis através dos GDS.

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“Ainda levará um tempo para colocarmos o Brasil no mapa dos destinos turísticos dos europeus”, admite a TAP

Num webinar que debateu os “Desafios do pós-COVID”, no painel da aviação ficou patente a recuperação que o setor está a registar. A tecnologia ou digitalização foi outro dos aspetos destacados como essenciais para o futuro do setor.

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*texto de Beatriz Teizen

A pandemia da COVID-19 ainda não acabou, mas, depois de quase dois anos, o setor de turismo vê uma melhoria, com a retoma das viagens e a reabertura das fronteiras. “Quais são os desafios pós-covid?”. “Quais as mudanças que se esperam na indústria, com foco na aviação e distribuição Estes foram os temas principais abordados no seminário luso-brasileiro, promovido pela Airmet Brasil e Portugal, que teve no Panrotas Brasil e Publituris os media partners e moderadores.

“Os últimos meses foram um calvário, mas agora estamos na tal retoma. Fomos semanalmente monitorizando o ‘mindset’ dos viajantes, país a país, à medida que os destinos reabriam, para irmos repondo as nossas operações. A TAP vai operar 80% neste inverno, em relação a 2019, estando previstas, para as rotas no Brasil, 51 frequências desde Portugal”, revelou Paula Canada, diretora de marketing e vendas da TAP Air Portugal.

A responsável da companhia aérea nacional referiu ainda que “o tráfego está a responder muito bem, temos muita procura reprimida e houve uma procura enorme de viagens. Em setembro, tivemos um aumento de 70% nas vendas a partir do Brasil. Mas, na Europa, ainda levará um tempo para colocarmos o Brasil no mapa dos destinos turísticos dos europeus”. “Neste momento, não é o destino mais procurado para férias”, salientou Paula Canada.

A executiva também tocou no ponto em relação ao planeamento das viagens que, devido ao ambiente de muitas incertezas, “os passageiros compram os bilhetes com um ou dois meses de antecedência”, admitindo que “esta foi uma das maiores alterações no hábito do consumidor de viagens aéreas”.

Recuperação brasileira
Ao nível das companhias aéreas brasileiras, estas estão a superar, aos poucos, a maior crise da história da aviação mundial. A Azul, por exemplo, voltou recentemente a um equilíbrio nas suas operações domésticas, mas ainda enfrenta um grande desafio no internacional, enquanto as viagens nacionais regressaram, depois de muito tempo e algumas idas e vindas, adiantando Marcelo Bento, diretor de Relações Institucionais da área, que, depois da temporada de janeiro de 2021 ter sido “foi bastante boa, tivemos a segunda vaga em março, que nos pegou em cheio”. Certo é que de agosto em diante, “estamos a recuperar muito forte e rapidamente”, pelo que, em outubro, “estamos a voar a 106% da nossa capacidade em lugares domésticos relativamente ao período pré-pandemia”. Marcelo Bento admite, mesmo que, na época alta, “teremos 120% dos lugares”, o que será “a maior temporada de verão da história da Azul”.

Segundo Bento, o tráfego é predominantemente de lazer, ou para pequenos negócios, além da indústria pesada”, destacando ainda que “os centros financeiros, consultorias, bancos e grandes empresas, que são os que mais remuneram, ainda não voltaram a viajar”.

Quanto ao internacional, o executivo diz que a companhia ainda está muito “cautelosa”. Nunca parámos de operar em Portugal e EUA”, embora reconheça que a operação era “bem reduzida”. Antes da pandemia, eram três voos diários entre Brasil e Portugal, agora estão com cinco por semana, passando a sete em breve”. Ou seja, “ainda há um déficit muito grande”.

Além disso, há também a questão do modelo híbrido e do crescimento significativo do bleisure, que veio para ficar. Sem contar a explosão de interesse dos próprios brasileiros de conhecer o Brasil, de buscar produtos diferentes, exclusivos, culturais e muita experiência. “Tendência que veio para ficar e que levará os agentes de viagens a terem de se especializar ainda mais”.

Tecnologia e customização
Essencial mais do que nunca, as empresas precisaram de adaptar-se e adotar todas as tecnologias necessárias para sobreviver à crise. Transformação digital foi a chave e o setor do turismo foi, inclusivamente, o que mais se adaptou no período da pandemia.

“Foram várias as tendências que sugiram e as companhias aéreas e outros players do setor precisaram de se transformar para atender às novas necessidades do cliente. Focar em digitalização, modernização, trazer sistemas para a nuvem, além de outros investimentos, foi essencial”, destacou o presidente de Travel Channels da Amadeus, Decius Valmorbida.

O responsável da Amadeus focou ainda a importância da “personalização das viagens”, de se conseguir “vender mais em cada viagem, diferenciar o produto e trazer o consumidor para pagar um pouco mais”. De acordo com Valmorbida, estes fatores tornam-se “uma urgência na retoma e isso envolve empresas de tecnologia, de distribuição e aéreas” No fundo, “é focar menos em volume e mais em como vender melhor”.

Valorização do agente de viagens
“Durante este período de pandemia, os vendedores on-line, os OTA e as próprias companhias aéreas tiveram grandes problemas de atendimento aos clientes. Por isso, no nosso segmento, teremos de repensar muito essa questão, já que diversos consumidores tiveram experiências negativas com as plataformas e não tiveram suporte, começou por referir o diretor da Flytour Gapnet, Rui Alves, no início da sua intervenção.

Como consequência, isto levou o viajante a ter “uma postura refratária em relação às vendas on-line, passando a procurar muito mais informação e controlo da sua viagem”, admitiu Rui Alves.

Isto leva o responsável da Flytour a destacar o “papel consultivo” do agente de viagens, considerando-o “imprescindível para que os passageiros voltem a viajar com segurança. Diante disso, as consolidadoras atuaram muito como “um verdadeiro para-raios no atendimento”, passando a ser vistas como “um suporte para as companhias aéreas, aumentando o seu papel de promotor”. Por isso, “a importância do agente de viagens remete ao fortalecimento do consolidador”, afirmou.

Para Alves, o agente tem de procurar “aumentar o acesso à tecnologia” e os consolidadores têm um “papel importante nesse apoio aos profissionais que não conseguem ter acesso a recursos tecnológicos próprios”.

Além disso, considera, “o on-line continua a ser importante como elemento de informações”, embora reconheça que “os agentes precisarão ter presença tanto no on-line, quanto no off-line”.

Por isso, e finalizando, Rui Alves acredita que o agente que “não tiver uma presença omnichannel terá mais dificuldade para atuar do que aqueles que estão preparados”, sendo certo que “as complementaridades se valorizam agora nesse momento”.

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KLM lança mapa interativo para ajudar passageiros a conhecerem requisitos de viagem

Novo mapa interativo da KLM “mostra os requisitos de viagem com base no país de partida e no status de vacinação dos clientes”.

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A KLM lançou um mapa interativo, denominado "Para onde posso voar?", que pretende ajudar os passageiros da companhia aérea a conhecerem os requisitos de viagem exigidos nos destinos para onde vão viajar.

"As regras e as restrições de viagem mudam constantemente e variam de país para país, sendo assim essencial que os viajantes tenham as informações das suas viagens atualizadas.
A KLM acaba, por isso, de lançar um mapa "Para onde posso voar?", que mostra os requisitos de viagem atuais em cada país na rede da KLM", explica a companhia aérea dos Países Baixos, em comunicado.

De acordo com a informação divulgada pela KLM, o novo mapa interativo, disponível através do link https://www.klm.pt/travel-guide/where-can-i-fly-to, "mostra os requisitos de viagem com base no país de partida e no status de vacinação dos clientes, para que estes possam escolher o próximo destino rapidamente".

Para consultar os requisitos de viagem, os passageiros da KLM devem aceder ao link do mapa interativo e escolher um aeroporto de partida, podendo depois consultar os requisitos dos vários destinos servidos pela companhia aérea.

"Os clientes vacinados podem, de seguida, clicar no botão “Tenho a vacinação completa”, para ver os requisitos de viagem adequados ao seu estado. Depois de selecionarem um destino, são direcionados para o nosso site TravelDoc, onde podem aceder aos requisitos de viagem detalhados para aquele local", explica a KLM.

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Delta Air Lines nomeia novo vice-presidente para a Europa, Médio Oriente, África e Índia

Nicolas Ferri assume funções a 1 de novembro, com responsabilidade na supervisão das “iniciativas estratégicas-chave comerciais e de experiência do cliente” da Delta Air Lines na região.

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A Delta Air Lines nomeou Nicolas Ferri como vice-presidente para a Europa, Médio Oriente, África e Índia (EMEAI), com efeitos a partir de 1 de novembro, com responsabilidade na supervisão das "iniciativas estratégicas-chave comerciais e de experiência do cliente", incluindo a joint-venture entre a Delta, Air France, KLM e Virgin Atlantic.

De acordo com a Delta Air Lines, Nicolas Ferri está na Delta Air Lines há 10 anos e já desempenhou "cargos de liderança em todas as alianças da companhia aérea e divisões internacionais e comerciais".

Entre os cargos que Nicolas Ferri ocupou na Delta, destacam-se as funções de vice-presidente para a América Latina e vice-presidente de Alianças das Américas, onde foi responsável pelo P&L (Profit & Loss Statement; rentabilidade) da região e pela integração da Delta com os seus parceiros da aliança nas Américas.

Durante este período, o responsável foi também destacado para a Aeromexico, que é parceira da Delta, onde ocupou o cargo de diretor comercial (CCO) e exerceu funções de supervisão nas áreas de Gestão de Receitas, Planeamento de Rede, Estratégia Corporativa, Distribuição, Vendas Globais, Alianças, e-commerce, Atendimento ao Cliente e Fidelização.

"É um momento crucial em que me junto à equipa EMEAI, para liderar os nossos esforços regionais à medida que os EUA retomam as viagens internacionais”, destaca o responsável, que se afirma "desejoso" por iniciar funções e "desenvolver a joint-venture transatlântica líder Delta/Air France/KLM/Virgin Atlantic".

O novo vice-presidente EMEAI da Delta Air Lines vai ficar sediado em Paris e, segundo a companhia aérea, "traz consigo uma ampla experiência no setor, tendo vivido e trabalhado em 10 países da Europa, América Latina, América do Norte e Ásia", sendo por isso fluente em inglês, francês, espanhol, alemão e português.

 

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