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As propostas do candidato Ricardo Clemente (PS) para o turismo em Albufeira

Que importância possui o turismo para Albufeira? O turismo para Albufeira é de extrema importância, e de grande valor estratégico, até porque estamos a falar da principal atividade económica do concelho. Deve por isso, ser analisada com um olhar abrangente, sobre todos os aspetos relacionados com esta atividade e o seu impacto na vida das… Continue reading As propostas do candidato Ricardo Clemente (PS) para o turismo em Albufeira

Victor Jorge
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As propostas do candidato Ricardo Clemente (PS) para o turismo em Albufeira

Que importância possui o turismo para Albufeira? O turismo para Albufeira é de extrema importância, e de grande valor estratégico, até porque estamos a falar da principal atividade económica do concelho. Deve por isso, ser analisada com um olhar abrangente, sobre todos os aspetos relacionados com esta atividade e o seu impacto na vida das… Continue reading As propostas do candidato Ricardo Clemente (PS) para o turismo em Albufeira

Victor Jorge
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Que importância possui o turismo para Albufeira?
O turismo para Albufeira é de extrema importância, e de grande valor estratégico, até porque estamos a falar da principal atividade económica do concelho. Deve por isso, ser analisada com um olhar abrangente, sobre todos os aspetos relacionados com esta atividade e o seu impacto na vida das pessoas, quer sejam os aspetos positivos, mas também os negativos.

Que medidas merecem a sua aprovação e o que foi feito que, sob a sua liderança, não seria realizado? O que teria feito de diferente durante este período pandémico e como antevê o regresso à tão desejada “normalidade” do turismo em Albufeira?
As medidas que mereceram a nossa aprovação estiveram relacionadas com o apoio às pessoas, empresas, clubes e associações e, bem assim, diversas propostas na prestação de serviços à população.

Nunca este destino turístico teve um plano concreto que tivesse uma meta a 10 e 20 anos. Uma cidade devidamente planeada é uma cidade de futuro que serve residentes e visitantes. Teríamos aproveitado a estagnação provocada pela pandemia para, pelo menos, pensarmos e desenharmos um modelo económico e turístico para Albufeira. Não pode haver sucesso sem planeamento. Os destinos concorrentes são fortes e bem programados e já há algum tempo que repensaram o seu modelo turístico, melhorando-o. É essencial rever políticas e, em conjunto com todos os agentes, determinarmos políticas sustentáveis que possibilitem criar maior valor acrescentado aos produtos oferecidos. Os desafios passam por devolver à cidade e ao concelho a sua identidade, aquela que originou o seu sucesso, um destino turístico sem raízes, tradições e cultura é muito mais vulnerável à concorrência e aos fluxos de variação de preços e muito menos sustentável.

Questões como a sustentabilidade, over-tourism, segurança, digitalização e mobilidade estão na ordem do dia no turismo. Que propostas tem para estes pontos (e outros) em concreto?
Todos esses pontos interagem entre si, pelo que, qualquer abordagem, deve ser sistémica. Devem ser analisados como um todo, uma vez que todos são fundamentais para o turismo de qualidade, de valor acrescentado, que pretendemos. Diversificar o turismo, complementando o destino sol e praia com o turismo da natureza, aproveitando os recursos endógenos do concelho. Articular com as forças de segurança o reforço da sua presença nas ruas, da sua intervenção e fiscalização, para impedir que os infratores destabilizem a qualidade de vida de quem vive e passa férias no concelho. Por fim entrar, verdadeiramente, na era do digital, usando as tecnologias em prol das pessoas, criando as condições necessárias para o alargamento das zonas wifi e usando as aplicações e as plataformas online como base da prestação e apoio aos serviços camarários.

O que falta fazer em Albufeira no que diz respeito ao turismo e que já deveria estar ou ter sido feito?
Faltam fazer coisas importantes. A formação constante dos operadores turísticos, a criação de roteiros, a maior proximidade e contato com atuais mercados emissores, a procura de novos mercados, a melhoria da oferta, a criação de atrações e eventos mundialmente reconhecidos. Falta tratar o espaço público tornando-o atrativo, melhorar as zonas históricas. Faltou criar um código de conduta, proposto por nós, para evitar os excessos a que assistimos. É fundamental qualificar o nosso turismo, fator estratégico para o desenvolvimento económico do concelho.

Eleito presidente, quais as primeiras e principais medidas a tomar em benefício do e para o turismo em Albufeira?
Todas estas medidas referidas são essenciais e iremos dar início à sua implementação de imediato. No entanto, começaria pelo código de conduta e uma aposta clara na fiscalização das atividades.

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Movimento de passageiros dispara nos aeroportos nacionais em agosto mas continua 40% abaixo dos níveis pré-pandemia

Aeroportos nacionais contabilizaram 3,9 milhões de passageiros em agosto, crescimento de 76,3% face a igual mês do ano passado, mas que, face aos níveis pré-pandemia, continua a traduzir uma quebra de 39,9%.

No passado mês de agosto, o movimento de passageiros nos aeroportos nacionais cresceu 76,3%, chegando aos 3,9 milhões de passageiros, indica o Instituto Nacional de Estatística (INE), que realça, no entanto, que este indicador continua 39,9% abaixo dos níveis pré-pandemia.

Segundo o INE, agosto trouxe também um crescimento do número de aeronaves que aterraram nos aeroportos nacionais, num total de 17,4 mil aparelhos, o que indica uma subida de 39,9% face a agosto do ano passado.

"Neste mês atingiram-se os níveis mais elevados de aeronaves aterradas e passageiros movimentados desde o início da crise pandémica COVID-19", indica o INE, no comunicado divulgado esta terça-feira, 19 de outubro.

Ainda assim, face a igual mês de 2019, os números continuam a traduzir descidas, que chegaram aos 25,0% no número de aeronaves aterradas e aos 39,9% nos passageiros movimentados, embora menos expressivas do que tinham sido em julho, quando a quebra no número de aeronaves aterradas e no movimento de passageiros chegava aos 33,2% e 55,8%, respetivamente, face a julho de 2019.

Entre os passageiros que chegaram aos aeroportos nacionais em agosto, 74,4% corresponderam a tráfego internacional, quando em período homólogo essa percentagem era de 76,4%, tendo a maioria sido proveniente de aeroportos europeus (65,0%), enquanto entre os passageiros que embarcaram em território nacional, 75,6% corresponderam a tráfego internacional (77,2% no período homólogo), com os aeroportos europeus a serem também o destino da maioria destes passageiros (67,6%).

Já no acumulado do ano até agosto, os dados do INE indicam que houve uma diminuição de 9,2% no número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais face ao período homólogo do ano anterior, o que traduz uma recuperação significativa depois da quebra de 67,1% que tinha sido apurada no acumulado até agosto do ano passado.

No entanto, o INE indica que, "comparando com o mesmo período de 2019, a redução foi de 70,1%", até porque, no acumulado até agosto de 2019, o movimento de passageiros nos aeroportos nacionais tinha crescido 7,1%.

Até agosto, o aeroporto de Lisboa movimentou 44,9% do total de passageiros, o que corresponde a 5,5  milhões de passageiros, o que traduz um decréscimo de 22,3% face a igual período do ano passado. Já o aeroporto de Faro apresentou uma trajetória diferente e cresceu 3,8% no acumulado do ano, contabilizando 1,5 milhões de passageiros, com o INE a referir, contudo, que o valor está "ainda distante do registado no mesmo período em 2019 (6,3 milhões de passageiros, representando um decréscimo de 76,3%)".

Nos voos internacionais, França a foi o principal país de origem e de destino dos voos, registando, no entanto, decréscimos de -5,3% no número de passageiros desembarcados e de -8,2% no número de passageiros embarcados face ao mesmo período de 2020, seguindo-se o Reino Unido e a Alemanha, ainda que com "um volume significativamente mais reduzido de passageiros desembarcados e embarcados".

 

 

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Air France regressa ao Brasil e reforça oferta nos EUA no inverno

No total, a companhia aérea francesa vai disponibilizar voos para 182 destinos, incluindo 87 de longo-curso e 95 de curto e médio-curso, nesta temporada de inverno.

A Air France está a está a reforçar a sua oferta para a época de inverno, temporada durante a qual estima disponibilizar voos para 182 destinos, incluindo 87 de longo-curso e 95 de curto e médio-curso, com destaque para o regresso da companhia aérea francesa ao Brasil, já esta sexta-feira, 22 de outubro, e para o reforço da oferta nos EUA, que se preparam para reabrir as fronteiras para turistas internacionais vacinados contra a COVID-19 a 8 de novembro.

No longo curso, e além das novas rotas para Zanzibar (Tanzânia), Colombo (Sri Lanka) e Muscat (Omã), a Air France revela que vai voar também para Banjul, na Gâmbia, com sete voos por semana, a partir de 1 de novembro.

Mas as maiores novidades são mesmo o regresso da companhia aérea francesa a destinos que foram encerrados devido à pandemia da COVID-19, como é o caso de Fortaleza, no Brasil, para onde a Air France volta a voar já esta sexta-feira, 22 de outubro, disponibilizando três voos por semana.

Além do Brasil, a Air France vai também retomar a operação para Mahé, nas Seychelles, com dois voos por semana a partir de 23 de outubro, assim como para a Cidade do Cabo, na África do Sul, com três ligações semanais a partir de 31 de outubro; Hong Kong, na China, com um voo por semana a partir de 5 de novembro; e ainda para Seattle, nos EUA, com três voos semanais a partir de 6 de dezembro.

Paralelamente, a transportadora aérea francesa vai também reforçar "gradualmente" a oferta disponibilizada nos EUA, onde as fronteiras voltam a abrir para turistas internacionais vacinados contra a COVID-19 a 8 de novembro, com a Air France a revelar que conta regressar a 90% da capacidade pré-pandemia e operar até 100 voos por semana para os 11 destinos que a companhia opera no país.

"A Air France vai fortalecer gradualmente a sua oferta de/para os Estados Unidos, onde serve 11 destinos (Nova Iorque-JFK, Boston, Washington-DC, Detroit, Atlanta, Chicago, Miami, Houston, Seattle, San Francisco, Los Angeles) com até 100 voos por semana. A partir de agora e até março de 2022, a Air France prevê regressar a uma oferta de cerca de 90% da capacidade proposta em 2019 (face aos 50% no verão de 2021), adicionando frequências para destinos importantes como Nova Iorque, Miami ou Los Angeles, e usando aviões de maior capacidade", explica a companhia em comunicado.

No longo curso, a Air France vai ainda ligar Paris-Orly a Saint-Martin a partir de 4 de dezembro, com três voos semanais, numa oferta que, segundo a companhia aérea, "complementa a que parte de Paris-CDG, elevando para 10 o número de voos semanais oferecidos para este destino".

A Air France conta também ampliar a oferta da Rede Regional das Caraíbas com a abertura de duas novas rotas a partir de Pointe-à-Pitre, concretamente Montreal, no Canadá, com dois voos por semana a partir de 23 de novembro, e Nova Iorque, nos EUA, também com dois voos semanais, mas com início no dia seguinte.

Este inverno, a Air France vai também colocar em serviço comercial o Airbus A220, novo aparelho da frota de curto e médio-curso da companhia aérea, que é mais amigo do ambiente e que vai começar a operar a 31 de outubro, 31 de outubro, para Berlim (Alemanha), Madrid e Barcelona (Espanha), Milão e Veneza (Itália) e, de seguida, ao longo o inverno, para Bolonha, Roma (Itália), Lisboa (Portugal) e Copenhaga (Dinamarca).

Já no curto e médio curso, a Air France vai oferecer dois novos destinos, já que, a partir de 1 de novembro, começa a voar com dois voos por semana para Tenerife, nas Canárias, enquanto a 4 de dezembro passa a disponibilizar dois voos semanais para Rovaniemi, na Lapónia, Finlândia, num operação que decorre até 5 de março.

Já os voos sazonais operados entre Paris-Charles de Gaulle e Sevilha (Espanha), Las Palmas (Ilhas Canárias, Espanha), Palma de Maiorca (Ilhas Baleares, Espanha), Tânger (Marrocos), Faro (Portugal), Djerba (Tunísia) e Cracóvia (Polónia) serão igualmente estendidas no inverno de 2021, enquanto a partir de Paris-Orly, vai ainda ser aberta uma rota para Berlim (Alemanha) a 31 de outubro, com um voo diário, em complemento à oferta a partir de Paris-Charles de Gaulle.

Para os passageiros portugueses, todos os destinos da Air France estão acessíveis através das rotas da companhia aérea entre Paris-CDG e Lisboa, Porto e Faro, sendo que, no caso da capital algarvia, os voos se mantém durante o inverno, numa oferta que, acrescenta a transportadora, é "complementada pela do seu parceiro dos Países Baixos, a KLM, com voos entre Lisboa ou Porto e Amesterdão-Schiphol".

 

 

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Iberia anuncia 70 voos por semana para os EUA com reabertura de fronteiras

Nova Iorque, Miami, Chicago, Boston e Los Angeles são os destinos norte-americanos que vão contar com um reforço da operação, a partir de 8 de novembro.

A Iberia anunciou esta terça-feira, 19 de outubro, que vai operar 70 voos por semana entre Espanha e os EUA a partir de 8 de novembro, data em que os EUA voltam a permitir a entrada de turistas internacionais que já estejam vacinados contra a COVID-19.

"Nos EUA e noutros mercados onde as restrições da Covid estão a ser suspensas, a Iberia está a planear um regresso em grande, com 70 voos de ida e volta por semana de Espanha para os destinos dos EUA que têm sido servidos numa base reduzida durante a pandemia", indica a companhia aérea, em comunicado.

Segundo a informação divulgada, a companhia aérea vai reforçar os voos para Nova Iorque, Miami, Chicago, Boston e Los Angeles, rotas que já estavam a ser operadas antes da reabertura para turistas internacionais vacinados, mas que a companhia vai aumentar a partir de 8 de novembro.

Para Nova Iorque e Miami, a Iberia planeia operar 10 voos por semana, aos quais se juntam cinco para Chicago e outros três para Boston e para Los Angeles, sem esquecer também a operação da companhia aérea espanhola para Porto Rico, que conta com quatro voos por semana e na qual a Iberia conta com um acordo de joint-venture com a American Airlines, British Airways e Finnair.

Além destas rotas, a Iberia disponibiliza ainda 117 destinos nos EUA através de acordos de code-share com parceiros locais, a exemplo do acordo recentemente estabelecido com a Alaska Airlines e com a Level, na costa oeste dos EUA e que veio adicionar 37 destinos à oferta da Iberia nos EUA através deste tipo de acordos.

Para estimular as reservas, a companhia aérea está a disponibilizar uma tarifa promocional de 111 euros para voos de ida, valor que é válido para voos à partida de Madrid e destino a Miami, enquanto os voos de Madrid para Nova Iorque têm preços desde 123 euros e para Chicago começam nos 131 euros.

As tarifas promocionais são válidas para reservas apenas até esta quarta-feira, 20 de outubro, e destinam-se a viagens que decorram entre novembro e o final de março de 2022, através do site da companhia aérea, em iberia.com

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Tânger acolhe 2.º hotel do Pestana em Marrocos

Depois de Casablanca, Tânger é a nova localização do mais recente hotel do grupo Pestana em Marrocos.

Victor Jorge

O próximo dia 4 de novembro marca a inauguração, em ‘soft opening’, da nova unidade hoteleira do grupo Pestana em Marrocos, mais concretamente, na cidade de Tânger, situada no Estreito de Gibraltar.  O Pestana Tânger City Center Hotel Suites & Apartments tem uma oferta de 90 apartamentos de tipologia T1 e de 30 apartamentos T2.

Esta é a segunda unidade do maior grupo hoteleiro português a abrir no país do Norte de África e que se junta ao Pestana Casablanca.

Inserido no complexo Tanger City Center – um centro de negócios que integra um centro comercial, cinema e residências de luxo – o hotel dispõe de Wi-Fi gratuito, sala com espaço de refeições e zona de lazer ou de trabalho, e kitchenette equipada, incluindo máquina de lavar roupa. Para encontros de negócios, conta com uma sala de reuniões e com um parque de estacionamento com vigilância e capacidade para 86 viaturas. A oferta de serviços do Pestana Hotel Group estende-se ainda ao novo restaurante-bar, especializado em carnes.

“Tânger é tradicionalmente popular entre empresários e turistas marroquinos, franceses e espanhóis, mas tem potencial para atrair também cada vez mais portugueses e outras nacionalidades. Com um crescente dinamismo empresarial, turístico e industrial, Tânger está cada vez mais próxima da Europa, além de se ter ligado às grandes cidades do sudoeste de Marrocos por intermédio do comboio de alta velocidade”, explica em comunicado José Theotónio, CEO do Pestana Hotel Group.

As reservas já estão disponíveis com valores a começar nos 82 euros por noite.

A inauguração do Pestana Tânger City Center Hotel Suites & Apartments integra o plano de expansão do portefólio do grupo, orçado em 250 milhões de euros, e que prevê a criação de 3500 quartos até 2025.

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OS PRÉMIOS COMUNICAÇÃO M&P

O M&P vai premiar, pelo nono ano, a excelência na Comunicação

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Como já é tradição os Prémios Comunicação M&P vão distinguir os melhores trabalhos de consultoras de comunicação e relações públicas, projectos de comunicação, acções de sustentabilidade levadas a cabo pelas organizações, eventos e acções feitas em conjunto com os media. Também aberto aos Mercados Externos, a concurso temos 11 grandes categorias: Sectores de Actividade, Digital/Social/Influenciadores, Branded Content, Eventos e Patrocínios, Comunicação Interna, Reputação e Public Affairs, Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa, Comunicação Institucional, Comunicação Integrada e Assessoria de Imprensa.

A escolha dos vencedores, que serão revelados em Dezembro, está a cargo de António Mendes (RFM), António Costa (Eco), António Cunha Vaz (CV&A), Bruno Batista (grupo GCI), Elgar Rosa (Pure), Inês Mendes da Silva (Notable) Isabel Rodrigues (Cofina Media), Jorge Magalhães (Grupo Stellantis Portugal), José Franco (Corpcom), Maria Domingas Carvalhosa (Wisdom Consulting e APECOM), Maria João Soares (JLM & Associados), Pedro Cruz (TSF), Rui Piteira (Tabaqueira), Teresa Figueira (Central de Informação), Tiago Ferreira (Grupo Nabeiro-Delta Cafés) e Tiago Simões (Sonae MC e APAN).

Recorde aqui aqui os vencedores de 2020 e consulte aqui toda a informação sobre a 9ª edição dos Prémios Comunicação M&P.

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Celebrity Beyond chega na primavera de 2022 e vai ter uma mulher como comandante

Navio, que começa a navegar na primavera de 2022, vai realizar um itinerário inaugural de 10 noites, com partida de Southampton e no qual está incluída escala na capital portuguesa.

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O Celebrity Beyond, novo navio de cruzeiro da Celebrity Cruises, o terceiro da classe Edge, vai ser inaugurado em abril de 2022 e vai ter uma mulher como comandante, informou a companhia de cruzeiro em comunicado, sublinhando que Lisboa será uma das escalas da viagem inaugural do navio.

"A presidente e CEO da Celebrity Cruises, Lisa Lutoff-Perlo anunciou que a comandante Kate McCue, a primeira mulher comandante americana de um navio de cruzeiro, assumirá o comando do Celebrity Beyond, o terceiro navio da Classe Edge", lê-se no comunicado divulgado pela Melair Cruzeiros, que representa a Celebrity Cruises em Portugal.

Segundo a Celebrity Cruises, o navio, que tem a primeira viagem agendada para 27 de abril de 2022, vai ter a capital portuguesa como uma das escalas do seu itinerário inaugural, numa viagem de 10 noites, com partida de Southampton, que inclui também escalas em Bordéus, França; bem como em Sevilha, Málaga, Palma de Maiorca e Barcelona, ​​Espanha.

Após o itinerário inaugural, o Celebrity Beyond vai realizar diversos itinerários pelo Mediterrâneo, incluindo nove noites pela Riviera Italiana e Francesa, assim como itinerários de 10 noites pelas Ilhas Gregas até ao início de outubro, altura em que será posicionado nas Caraíbas.

 Além do facto de ter uma mulher como comandante, o Celebrity Beyond promete também "revolucionar a classe Edge", como indica a companhia de cruzeiros, que explica que a conceção deste navio contou com "uma equipa de sonho", com destaque para a designer britânica Kelly Hoppen CBE, para o designer americano Nate Berkus, para o chef Daniel Boulud e ainda para as experiências de bem-estar a bordo com produtos do Goop, que tem como CEO e fundadora Gwyneth Paltrow.

As vendas para os primeiros itinerários do Celebrity Beyond já se encontram a decorrer, sendo que, para mais informações está disponível o email [email protected] e o número de telefone 210 329 400.

 

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Aroldo Schultz (Schultz): “A tecnologia aproxima-nos dos nossos clientes e agora mais ainda”

Aroldo Schultz, diretor do operador turístico brasileiro Schultz, destaca que “o uso da tecnologia não tem mais volta” e “quem ainda não usa, sairá a perder”.

Victor Jorge

O responsável pelo operador turístico brasileiro Schultz, Aroldo Schultz, é um dos convidados do webinar “Desafios pós-COVID”, da Airmet. Por e-mail respondeu a duas breves questões colocadas pelo Publituris.

A digitalização tem sido um tema indiscutível nesta pandemia. Que alterações trouxe, efetivamente, este ciclo e como é que esta vertente mais tecnológica abre novas estratégias de negócio ao nível da operação? A digitalização afastou ou aproximou-vos dos vossos clientes?
A digitalização atual trouxe um aprimoramento tecnológico e temos de evoluir para acompanhar o ritmo forte das novidades. A tecnologia aproxima-nos dos nossos clientes e agora mais ainda, com as reuniões em vídeo.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
O uso da tecnologia não tem mais volta. Quem ainda não usa, sairá a perder. O turismo ficará mais forte do que nunca nos próximos anos e as empresas sólidas, que souberam respeitar seus clientes, vão crescer muito. Com a pandemia descobrimos que a nossa capacidade de superação e criatividade é imensa. A nossa equipa e clientes foram amparados desde o início, e sentimos que o reconhecimento deles está a chegar com o volume de vendas crescente. Somos um grupo formado por uma equipe vitoriosa que soube respeitar todos os envolvidos.

Para participar no webinar de dia 20 de outubro, basta inscrever-se aqui.

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Marcelo Bento (Azul): “A sofisticação do consumidor exigirá maior conhecimento do cliente”

Marcelo Bento, diretor de Planeamento e Alianças da Azul, um dos speaker do webinar da Airmet, acredita que a companhia terá uma capacidade aérea cerca de 120% maior em lugares que no verão de 2020.

Victor Jorge

Do outro lado do Atlântico, Marcelo Bento, diretor de Planeamento e Alianças da Azul, explicou, em breves palavras e como antevisão ao seminário da Airmet, a importância da partilha de informação.

Em muitos dos fóruns que têm sido realizados ao longo deste último ano e meio, “colaboração”, “cooperação”, “partilha” têm sido definições que têm ganho relevância e que, para muitos, serão imprescindíveis para o sucesso futuro? Como é que estas “novas exigências” poderão ser colocadas em prática pelas companhias aéreas?
A sofisticação do consumidor, com diferentes necessidades em momentos distintos de consumo, exigirá maior conhecimento do cliente, o que pode ser obtido com partilha de bases de dados, informações e oportunidades. Também, de forma a ser mais assertivo, as ofertas precisam ser ampliadas, exigindo a coordenação de diferentes produtos, de diferentes fornecedores, online e em tempo real, preferencialmente customizadas para o cliente. É impossível fazer isso sem uma estreita cooperação com diferentes atores da cadeia.

As empresas aéreas costumam ser alvo das primeiras pesquisas dos consumidores e podem, assim, intercetá-lo no início do processo decisório. Mas precisam preparar-se para interpretar, coordenar e oferecer uma proposta adequada aos anseios desse consumidor.

Como é que a empresa está neste momento de retoma das viagens em termos de posicionamento de mercado, produtos e operações?
A rede doméstica da Azul já está em franca recuperação e, no momento, opera acima da capacidade observada antes da pandemia da COVID-19. Neste verão, a Azul terá uma capacidade aérea cerca de 120% maior em lugares que no verão de 2020.

A aguda crise sofrida por todos desde março de 2020 e, em especial, pela indústria de transporte aéreo, deu-nos a oportunidade de rever toda a nossa estrutura de custos, organizacional e estratégias de receita. Saímos mais equilibrados, mais ágeis, com uma frota mais moderna, e com uma participação de mercado ampliada.

As nossas áreas de viagens e cargas tiveram franco crescimento durante a crise e têm apresentado uma crescente contribuição ao grupo Azul como um todo, mostrando a evolução das viagens em lazer, mais frequentes e mais sofisticadas, especialmente no âmbito doméstico. Também há que realçar a incrível evolução do e-commerce no país. Ainda temos grandes desafios na recuperação da malha e receitas da operação internacional, ainda bastante desafiadora.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
A evolução do ‘bleisure’ é uma nova realidade, permitindo a desconcentração das temporadas altas, viagens mais frequentes, e permanência mais longas nos destinos, procurando, também, adaptações dos equipamentos turísticos.

Também a valorização de experiências diferenciadas, que exigem produtos mais sofisticados, maior segmentação e conhecimento técnico da cadeia de distribuição será crescente. Com isso, a informação e tomada de decisão por referência tornam-se ainda mais relevantes e presentes, assim como o marketing direto e digital.

Numa era de bombardeio de informações, ofertas integradas, mais “ricas” e oportunas oferecem maior conversão, mas exigem conhecimento do cliente, do momento de compra, e grande coordenação entre diferentes fornecedores da cadeia turística.

Para participar no webinar de dia 20 de outubro, basta inscrever-se aqui.

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Decius Valmorbida (Amadeus): “O setor mudará o foco de volume para valor, à medida que procuramos reconstruir as viagens”

Em resposta a três questões colocadas pelo Publituris, em antevisão ao webinar da Airmet, Decius Valmorbida vice-presidente da Amadeus e responsável pela área da distribuição mundial, admite que a pandemia “pode levar a mudanças positivas a longo prazo”.

Victor Jorge

Decius Valmorbida, vice-presidente da Amadeus e responsável pela área da distribuição mundial, foca o impacto que a COVID-19 teve em toda a indústria das viagens. Em resposta a três perguntas do Publituris, o responsável da Amadeus destaca que “a pandemia forçou todos no universo das viagens a voltar à estaca zero e considerar o seu papel na cadeia de valor enquanto reconstruímos o setor”.

Que tipo de soluções e experiências passaram agora e no futuro a ser mais valorizadas pelo cliente/viajante/turista? Que peso têm questões como a sustentabilidade nesta “nova realidade”? Há, efetivamente, um novo tipo de consumidor?
Nos últimos anos, passamos por uma evolução gradual para atender às necessidades em constante mudança dos viajantes experientes e aproveitar as tecnologias e inovações mais recentes que estão a transformar a sociedade como um todo. Personalização, tecnologia móvel e sem fricção, chatbots, inteligência artificial e robótica são apenas algumas das tecnologias relacionadas que estão a alimentar esta evolução das viagens.

Com a COVID-19, vimos algumas dessas tendências acelerarem para que possamos dar aos viajantes a confiança para viajar de uma maneira nova e melhor.

Impulsionado pela necessidade de fazer as coisas de forma diferente como uma resposta à COVID-19, a aceleração de padrões como NDC e OneOrder e uma convergência de tecnologias, incluindo nuvem pública, identidade digital e plataformas abertas, está a tornar-se possível entregar esta visão end-to-end.

Não estamos a falar de uma oferta premium que começa quando embarca no avião e termina quando desembarca. Em vez disso, os operadores de viagens estarão mais interconectados do que nunca e cada vez mais considerarão o seu papel como parte da viagem no seu todo.

Como é que se posicionam, nesta retoma das viagens, em termos de mercado, produtos e operações?
Um dos primeiros passos que estamos a dar para reconstruir as viagens, é reunir os vários negócios focados na viagem. Isso significa os nossos canais de viagens, companhias aéreas, TI em aeroportos e pagamentos estão a tornar-se uma única unidade dedicada a cumprir essa visão end-to-end para as viagens.

Dentro desta unidade de viagens, continuaremos a nossa evolução tecnológica e construiremos uma nova geração de sistemas subjacentes que não são limitados por processos históricos da indústria. Isso faz com atendamos às necessidades dos viajantes por uma experiência totalmente personalizada em toda a sua jornada. Isso dá aos nossos clientes a capacidade de escolher a combinação de soluções mais correta. Além disso, ajuda nos ossos clientes a colaborar, identificar e entregar os serviços de maior valor através da colaboração.

Considere, por exemplo, a identidade biométrica no aeroporto, uma experiência de serviço emergente que envolve cooperação íntima entre companhias aéreas e aeroportos. Num futuro próximo, uma experiência totalmente biométrica pode tornar-se a norma. Ao remover a complexidade com soluções em nuvem que conectam totalmente companhias aéreas e aeroportos, pretendemos desbloquear esse tipo de valor para nossos clientes e viajantes. Este exemplo também pode ser estendido ao aluguer de automóveis, comboios e até mesmo check-in em hotéis, mas somente se realmente pensarmos end-to-end.

Outro exemplo é o conteúdo. Hoje, existe uma grande riqueza de conteúdos de viagens. Com tantas opções, a melhor aposta para qualquer grande retalhista que procura chamar a atenção do consumidor, é estar em qualquer lugar, seja online ou offline. Ao trazer todos os diferentes tipos de conteúdos de viagens para uma única plataforma - seja companhia aérea, hotel, automóvel, comboio, transferências ou destinos – os próprios vendedores de viagens, clientes corporativos e os próprios viajantes serão capazes de personalizar a viagem a seu gosto. Isso é o que estamos a fazer na Amadeus com a nossa plataforma de viagens.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da atividade e negócio?
Seja qual for o local para onde possa estar a olhar, a COVID-19 vai ao encontro da definição do “cisne negro”. Imprevisível, raro e com um impacto significativo, esses eventos causam estragos, mas também podem levar a mudanças positivas a longo prazo.

Naturalmente, todos os envolvidos na indústria de viagens estão a perguntar quando as reservas voltarão a algo próximo do que poderíamos considerar níveis "normais". Não posso responder a esta pergunta com certezas, pois existem muitas variáveis em jogo, mas, em minha opinião, essa não é a única questão que as empresas de viagens devem considerar. Pessoalmente, acho que o setor mudará o foco de volume para valor, à medida que procuramos reconstruir as viagens.

Em comparação com outras indústrias, é notável o quão pouco valor é atribuído ao produto da viagem, apesar da maioria das pessoas concordar que viajar enriquece as suas vidas. As cafeterias são especialistas em merchandising, tanto que agora é aceite que uma chávena de café possa custar cinco dólares. A questão para a indústria das viagens é: como podemos ajudar os viajantes a valorizar mais o nosso produto? Assim, à medida que as viagens recuperem, serão mais sustentáveis a longo prazo.

Neste caso, a indústria precisa analisar atentamente a experiência oferecida. Será que a experiência de viajar, em 2019, foi realmente convincente? E onde podemos criar valor adicional? Os players individuais da indústria trabalharam arduamente nas suas próprias ofertas, com companhias aéreas a adicionar planos premium e aeroportos a introduzir fast track services, mas nunca houve um foco em ‘toda’ a viagem do viajante. Pensar além dos silos individuais e pegar na visão end-to-end é a oportunidade de a viagem melhorar a experiência e desbloquear o equivalente aos cinco dólares pelo tal café.

A pandemia forçou todos no universo das viagens a voltar à estaca zero e considerar o seu papel na cadeia de valor enquanto reconstruímos o setor.

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Delta Air Lines aplaude reabertura de fronteiras nos EUA para vacinados “a tempo das férias”

Em comunicado, a companhia aérea norte-americana congratula-se com a decisão que vai reabrir os EUA às viagens internacionais e ajudar à recuperação do setor das viagens e turismo no país.

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A Delta Air Lines veio esta segunda-feira, 18 de outubro, aplaudir a decisão norte-americana de reabrir as fronteiras para turistas internacionais vacinados contra a COVID-19 a partir de 8 de novembro, o que vai permitir o reencontro de "milhares de famílias e amigos de todo o mundo que estão separados há mais de 18 meses, a tempo das férias".

De acordo com um comunicado da companhia aérea norte-americana, "as viagens internacionais são vitais para ajudar a reverter o impacto económico devastador" da COVID-19 na indústria das viagens e turismo dos EUA que, segundo a Delta Air Lines, foi "duramente atingida pela pandemia".

Para a companhia aérea, as viagens internacionais são também uma "componente essencial" para a recuperação do comércio global, nomeadamente através do Atlântico, motivo pelo qual, explica a transportadora, a rota entre Nova Iorque-JFK e Londres Heathrow é a "mais importante do mundo para viagens de negócios".

"Aplaudo a decisão da administração de voltar a receber cidadãos internacionais nos EUA, com início a 8 de novembro. Graças aos esforços científicos da administração para proteger a saúde pública através de programas de vacinação e protocolos de segurança sanitária líderes mundiais, as fronteiras dos EUA podem agora ser reabertas com segurança", destaca Ed Bastian, CEO da Delta Air Lines.

Para entrarem nos EUA, os turistas internacionais devem apresentar prova de vacinação, assim como teste negativo para a COVID-19 realizado até três dias antes da viagem, sendo que também os cidadãos dos EUA que regressem do estrangeiro devem apresentar um teste negativo à chegada e realizado até 72 horas antes da partida, numa medida que, segundo a companhia, já se encontra em vigor.

Já os cidadãos norte-americanos que ainda não estejam vacinados contra a COVID-19 devem apresentar um teste com resultado negativo realizado um dia antes da viagem e fazer outro teste assim que cheguem aos EUA.

Para facilitar a viagem aos seus passageiros, a Delta Air Lines lançou a aplicação Delta FlyReady, que identifica os requisitos de viagem conforme o destino dos passageiros, permitindo que os passageiros façam o upload dos documentos de viagem exigidos, como o certificado de vacinação ou o resultado dos testes à COVID-19.

 

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