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As propostas da candidata Raquel Rodrigues Pereira (Chega)  para o turismo em Albufeira

Que importância possui o turismo para Albufeira? O Turismo é neste momento, a base da sustentabilidade económica de Albufeira. É da máxima importância e tem sido negligenciado em todas as […]

Victor Jorge
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As propostas da candidata Raquel Rodrigues Pereira (Chega)  para o turismo em Albufeira

Que importância possui o turismo para Albufeira? O Turismo é neste momento, a base da sustentabilidade económica de Albufeira. É da máxima importância e tem sido negligenciado em todas as […]

Victor Jorge
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Que importância possui o turismo para Albufeira?
O Turismo é neste momento, a base da sustentabilidade económica de Albufeira. É da máxima importância e tem sido negligenciado em todas as frentes.

A autarquia tem falhado com os empresários locais, com os turistas e com a população residente que trabalha na área. O tratamento do turismo aquando da atual pandemia, só veio provar que o turismo precisa de um posicionamento totalmente diferente e que a autarquia teve sucessivas falhas e más decisões, que levaram à rutura dos micro empresários, da não abertura de grande parte dos hotéis do concelho e dos restaurantes, e ao aumento do desemprego em +322%.

Que medidas merecem a sua aprovação e o que foi feito que, sob a sua liderança, não seria realizado? O que teria feito de diferente durante este período pandémico e como antevê o regresso à tão desejada “normalidade” do turismo em Albufeira?
Aprovo as ajudas que deram a alguns empresários locais, muito embora os concursos não tenham tido a transparência que considero imperativa; as obras públicas, muito embora seja ridículo que, uma vez mais, tenham sido quase todas deixadas para o ano das eleições autárquicas; a criação da app do cidadão que permite uma maior rapidez na resolução de questões locais, mas que pecou por chegar tarde e a más horas. Teria feito quase tudo diferente! O quê? Para começar, é certo que o turismo é mais do que necessário para a continuação do crescimento e sustentabilidade do concelho, mas, a pandemia que vivemos atualmente, veio-nos mostrar, claramente, que não devemos colocar todos os ovos no mesmo cesto.

Isto é, mesmo sendo o turismo, a grande aposta da região, o mesmo tem vindo a ser ‘vendido’ como opção low-cost, quando, por força das condições naturais que temos, deveria ser vendido como opção de luxo. Segundo dados da Organização Mundial de Turismo, o turismo de luxo é responsável por 25% de toda a renda gerada no turismo mundial, mas representa apenas 3% do movimento de todos os turistas. Logicamente que para isso, teriam de ser criadas condições que não existem, nomeadamente, linhas de apoio aos empresários da hotelaria para que pudessem alterar os seus espaços, recrutar e/ou formar os seus RH, criação de apoio de praia que pudessem competir com o turismo de luxo mundial, nomeadamente lava-pés e WC que são inexistentes, passadeiras de praia e apoio para as pessoas com deficiência motora. Não basta haver autorizações de construção e criação de hotéis de luxo sem limite.

Questões como a sustentabilidade, overtourism, segurança, digitalização e mobilidade estão na ordem do dia no turismo. Que propostas tem para estes pontos (e outros) em concreto?
Penso que no âmbito da sustentabilidade posso dizer que tenho alguns documentos preparados para levar, nomeadamente, ao Governo e às instâncias centrais, de forma a conseguir forma de apoiar os empresários locais e novos empreendedores a fixarem-se na região, nomeadamente a nível de indústria, coisa que deixou de existir no Algarve com a dedicação quase total ao turismo. O conceito de turismo que vivemos no concelho tem de ser indubitavelmente melhorado e vocacionado para outra vertente, mais abrangente e menos low cost. Nisso não sinto sequer que o próprio Turismo do Algarve esteja a ser um grande exemplo. Prémios disto e daquilo, mas na prática o que se vê é um turismo colocado ao abandono.

Quanto à segurança, pretendo um reforço imediato de Polícia Municipal, implementação de vídeo vigilância nas zonas mais críticas do concelho, nomeadamente as zonas de turismo noturno (Oura e Baixa). É imperativo que sejam implementadas equipas de guardas noturnos, como já se verifica, por exemplo, em Quarteira e Lagos com tremendo sucesso.

Na questão da mobilidade, é absolutamente necessário implementar a linha rodoviária “GIRO” em todo o concelho e com horários mais abrangentes. Por fim, não esquecendo o turismo, é necessário criar melhores condições nos pontos de praças de táxis, por exemplo, melhoramento de opções de estacionamento, principalmente, nos pontos críticos junto às praias.

O que falta fazer em Albufeira no que diz respeito ao turismo e que já deveria estar ou ter sido feito?
É deveras importante a criação de condições para que se possa retirar o título de turismo low-cost a um concelho que tem tudo para ser um ponto emblemático do turismo de luxo mundial. Para isso é a autarquia que tem de dar as guias e criar condições para que os empresários da região possam seguir e trilhar o restante caminho. Não parte dos outros, mas sim do município. Toda a gente fala do turismo de inverno, mas na prática pouco ou nada se faz. Coisas tão simples como um mercado de inverno à séria com venda e exposição de produtos locais, atividades verdadeiramente apelativas a nível cultural e, principalmente, a nível de desporto são a base da solução.

Eleito presidente, quais as primeiras e principais medidas a tomar em benefício do e para o turismo em Albufeira?
As primeiras medidas serão, sem dúvida, as que exigem a transparência na gestão do município, pois sem isso é fazer mais do mesmo e temos de cortar de forma imediata com compadrios e favoritismos.

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Aeroportos de Paris com greve a 17 de julho

O pré-aviso de greve surge a poucos dias do arranque dos Jogos Olímpicos de Paris e, além de melhores condições salariais, reclama também a contratação de pessoal para dar resposta ao aumento do fluxo de passageiros esperado durante o evento.

Os aeroportos da capital francesa foram alvo de um pré-aviso de greve que promete paralisar a aviação em Paris no dia 17 de julho, avança a Lusa, que cita vários sindicatos da ADP, o grupo que faz a gestão aeroportuária da capital francesa.

O pré-aviso de greve foi emitido porque os trabalhadores da ADP passar a ter um incentivo salarial que já foi atribuído a outros funcionários do grupo e que tem levado a acusações de “deterioração das condições de trabalho”.

Segundo a Lusa, os sindicatos que convocaram a greve reclamam um “bónus para todos os funcionários”, um plano de contratação “massivo” de 1.000 trabalhadores e a garantia de que será possível gozar folgas durante os Jogos Olímpicos, que arrancam a 26 de julho, na capital francesa.

A Lusa lembra ainda que a greve surge pouco antes da realização da competição desportiva, que deverá levar a um considerável aumento do fluxo de passageiros aeroportuários nesse período, o que leva os trabalhadores a pedir garantias de que os serviços não vão ficar sobrecarregados e de que o esforço será recompensado.

As organizações sindicais têm vindo a pedir mais meios para organizar o trabalho durante o evento e, numa assembleia geral na passada sexta-feira, 5 de julho, quase 300 funcionários “apoiaram a decisão unânime dos sindicatos de interromper a sua participação em todas as formas de reuniões com a gestão”, disseram os sindicatos.

Em reação ao anúncio, a administração da ADP sinalizou que “esta greve não deve levar ao cancelamento de voos”.

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Opiniões sobre a Maxcolchon: O que valorizam os hóspedes quando estão de férias?

O setor de turismo está em constante evolução, e a satisfação dos hóspedes é um dos pilares fundamentais para o sucesso de qualquer empreendimento

Nesse contexto, o conforto durante a estadia é um fator crucial que pode determinar a experiência geral do viajante. A Maxcolchon, uma marca reconhecida no mercado de colchões, tem sido frequentemente mencionada em avaliações de hóspedes que procuram uma boa noite de sono durante suas férias. Este artigo explora as opiniões sobre Maxcolchon e destaca os aspectos mais valorizados pelos hóspedes quando estão de férias.

Conforto e qualidade do sono

Um dos principais fatores mencionados pelos hóspedes nas avaliações de Maxcolchon é o conforto dos colchões. Viajar pode ser exaustivo, e um colchão de qualidade pode fazer toda a diferença na recuperação do viajante. Hóspedes frequentemente elogiam a firmeza e o suporte oferecidos pelos colchões da marca, ressaltando como isso contribui para um sono reparador. Para os profissionais do setor de turismo, garantir que os seus hóspedes tenham acesso a um descanso de qualidade pode melhorar significativamente a satisfação e fidelidade dos clientes.

Higiene e durabilidade

Além do conforto, a higiene dos colchões é outro ponto crítico para os hóspedes. A marca Maxcolchon é frequentemente elogiada pela durabilidade e facilidade de manutenção dos seus produtos. Num ambiente onde a rotatividade de hóspedes é alta, como em hotéis e pousadas, investir em colchões que mantêm a sua qualidade ao longo do tempo e são fáceis de limpar é uma vantagem competitiva.

Personalização e variedade

Os hóspedes também valorizam a capacidade de personalização que Maxcolchon oferece. A marca disponibiliza uma ampla gama de produtos que atendem diferentes preferências de firmeza e materiais. Essa variedade permite que estabelecimentos turísticos escolham os melhores colchões que atendam às expectativas de um público diversificado com as melhores ofertas de colchões baratos do mercado nacional. Para um gestor de hotel ou pousada, poder oferecer opções de colchões que se adaptam a diferentes necessidades é um diferencial que pode atrair mais clientes.

Preço e acessibilidade

Embora a qualidade seja fundamental, o custo também é uma consideração importante. Os hóspedes frequentemente mencionam a relação custo-benefício dos colchões Maxcolchon. Para os profissionais do turismo, conseguir os melhores produtos pelo melhor preço é essencial, pois permite aos gestores de estabelecimentos turísticos oferecer um conforto de qualidade a preços acessíveis, otimizando os seus investimentos e aumentando a satisfação dos clientes.

Experiência do cliente

Por fim, a experiência de compra e atendimento ao cliente proporcionada pela Maxcolchon também é frequentemente mencionada nas avaliações. Um suporte eficaz e uma logística ágil contribuem para uma experiência positiva desde a compra até a entrega e uso do produto. Para profissionais do turismo, essa confiabilidade é crucial, pois garante que os colchões cheguem em bom estado e no prazo, evitando transtornos e insatisfações.

A escolha dos colchões em estabelecimentos turísticos é um fator que impacta diretamente a experiência dos hóspedes. As opiniões sobre a Maxcolchon destacam a importância de investir em produtos que oferecem conforto, higiene, durabilidade, variedade e uma boa relação custo-benefício. Ao considerar as melhores ofertas de colchões da marca, os profissionais do setor de turismo podem garantir que os seus hóspedes desfrutem de uma estadia agradável e reparadora, contribuindo para a fidelização e satisfação dos clientes.

Investir em colchões de qualidade não é apenas uma questão de conforto, mas também de estratégia para melhorar a experiência do cliente e, consequentemente, o sucesso do empreendimento no competitivo mercado do turismo.

 

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Lisboa é o terceiro destino mais procurado por europeus para o verão 2024

Segundo o relatório “Tendências de viagens de verão 2024” da plataforma de marketing digital para profissionais do turismo Sojern, Lisboa é o terceiro destino mais procurado por turistas europeus, o quarto por turistas da América Latina e o nono entre os turistas norte-americanos.

A capital portuguesa está em alta e volta a ser apontada como um dos destinos mais procurados por turistas de todo o mundo para férias, com destaque para os europeus, que colocam Lisboa como o terceiro destino preferido para o verão de 2024, segundo um recente estudo da Sojern, plataforma de marketing digital para profissionais do turismo.

Segundo o relatório “Tendências de viagens de verão 2024”, Londres permanece no topo das preferências para turistas da Europa, América do Norte, Médio Oriente e África, mas Lisboa destaca-se em várias regiões, sendo mesmo o terceiro destino mais procurado por turistas europeus, o quarto por turistas da América Latina e o nono entre os turistas norte-americanos.

“Estes dados, que colocam Lisboa no TOP 10 de três dos mercados mais relevantes, sublinham a atratividade crescente da capital portuguesa entre os viajantes de todo o mundo”, considera a Sojern, num comunicado divulgado esta terça-feira, 9 de julho.

Os dados deste relatório são confirmados por um estudo anterior, datado de fevereiro de 2024, que também indicava que “Portugal continua a ser um destino muito procurado em alguns mercados chave, com cerca de 75% das reservas de voos provenientes de 10 países”.

“A Alemanha lidera como o maior mercado emissor com 15,3%, seguida pelos Estados Unidos com 11,0%. Comparado com 2023, observa-se um aumento nas reservas de voos provenientes da Alemanha e dos Estados Unidos, refletindo uma crescente atratividade de Portugal entre os turistas destes países”, acrescenta a Sojern.

O “Travel Outlook” da Sojern mostra ainda que os viajantes para Portugal estão a planear as suas viagens com maior antecedência, com 38,53% das reservas feitas com mais de três meses de antecedência, sendo as estadias predominantemente de quatro a sete dias (34,46%) ou de oito a 14 dias (29,74%), existindo ainda um equilíbrio entre viajantes individuais (36,1%), casais (32,8%) e famílias (31,1%).

“Estas tendências indicam uma preferência por estadias mais longas e um planeamento mais cuidadoso das viagens”, considera a Sojern.

Os dados mostram também que já há “um crescimento significativo nas reservas de viagens para o período de Natal”, uma vez que se verifica um aumento de 48% no número de bilhetes emitidos em comparação com o mesmo período de 2023.

“Este aumento pode ser atribuído ao clima mais ameno de Portugal, tornando-o uma opção atrativa para turistas do norte da Europa durante os meses mais frios. A tendência de viagens distribuídas de maneira mais uniforme ao longo do ano, com picos em fevereiro, março e os meses de verão, mas com um interesse crescente no final do ano”, refere ainda a Sojern.

Segundo Jesús Ramírez Medina, Sales Director da divisão Hotéis da Sojern, os dados mais recentes mostram que “Portugal, e especialmente Lisboa, está a ganhar destaque como um destino preferencial para turistas de diversas partes do mundo”.

“O planeamento antecipado, as estadias mais longas e o aumento das reservas para o período de final de ano sublinham a atratividade contínua do país, consolidando a sua posição como um dos destinos mais desejados para 2024”, acrescenta o responsável.

 

 

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Bruxelas abre investigação a ajuda estatal alemã de 6 MM€ à Lufthansa na pandemia

A Comissão Europeia anunciou uma investigação à ajuda estatal alemã de seis mil milhões de euros para recapitalizar a Lufthansa no contexto da pandemia de Covid-19, visando averiguar conformidade com as regras da União Europeia (UE).

Victor Jorge

“A Comissão Europeia deu início a uma investigação aprofundada para avaliar se uma medida de recapitalização alemã de seis mil milhões de euros a favor da Deutsche Lufthansa AG está em conformidade com as regras da UE em matéria de auxílios estatais”, divulga a instituição em comunicado hoje publicado.

Em causa estava um apoio público (dos mais elevados dados a companhias aéreas durante a pandemia) da Alemanha para “restabelecer a posição do balanço e a liquidez da Lufthansa na situação excecional causada pelo coronavírus”, medida que foi aprovada pelo executivo comunitário em 25 de junho de 2020 ao abrigo do quadro temporário relativo aos auxílios estatais.

Porém, esta ajuda estatal foi posteriormente anulada pelo Tribunal Geral da UE em 10 de maio de 2023, por se considerar que “a Comissão cometeu vários erros” aquando da aprovação e que não estava em conformidade com as regras da UE, tendo sido depois interposto um recurso.

Foi aliás devido ao acórdão que Bruxelas decidiu avançar com a investigação aprofundada agora anunciada, que visa “avaliar melhor a medida de recapitalização” no que toca à elegibilidade da Lufthansa para o auxílio, à necessidade de um mecanismo para saída do Estado do capital da empresa, ao preço das ações, à existência de um peso ainda significativo no mercado e ao cumprimento dos compromissos impostos à Lufthansa (em questões como a alienação de faixas horárias e à proibição de distribuição de dividendos).

Em meados de maio, o Tribunal Geral da UE, primeira instância, anulou então a decisão da Comissão Europeia que aprovou uma ajuda estatal de seis mil milhões de euros da Alemanha para recapitalização da Lufthansa durante a pandemia de covid-19.

O tribunal alegou que “a Comissão cometeu vários erros, nomeadamente quando considerou que não era possível à Lufthansa encontrar financiamento nos mercados para cobrir todas as suas necessidades”.

Ao mesmo, o executivo comunitário “não exigiu um mecanismo que incentivasse a Lufthansa a voltar a adquirir a participação da Alemanha o mais rapidamente possível, quando negou que existia um poder de mercado significativo da Lufthansa em certos aeroportos e quando aceitou determinados compromissos que não garantiam a preservação de uma concorrência efetiva no mercado”.

A decisão preliminar do tribunal, entretanto alvo de recurso, surgiu após uma ação interposta pela companhia aérea de baixo custo Ryanair, que contestou várias ajudas estatais dadas ao setor aéreo durante a pandemia, nomeadamente relativa à TAP.

Em junho de 2020, devido às consequências da covid-19 na aviação, a Alemanha pediu autorização a Bruxelas para avançar com um auxílio estatal sob a forma de uma recapitalização no montante de seis mil milhões de euros à Lufthansa AG, empresa mãe do grupo, medida que integrava um conjunto de apoios públicos para restabelecer a liquidez (de um total de nove mil milhões de euros).

Este auxílio consistia numa participação no capital de cerca de 306 milhões de euros, numa participação passiva não convertível em ações de cerca de 4,7 mil milhões de euros e numa participação passiva de mil milhões de euros como obrigação convertível.

Por norma, este tipo de apoios públicos são vedados pelas regras europeias para concorrência equitativa, mas tais normas foram aliviadas durante a pandemia para facilitar a recuperação de importantes empresas da UE, como as companhias aéreas comunitárias, que ficaram paradas durante algum tempo.

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The Verse: o novo aparthotel a abrir portas na Rua de São Bento em Lisboa

O número 39 da Rua de São Bento, em Lisboa, passa a contar com um novo boutique aparthotel com 15 unidades de alojamento nas tipologias T1 e T2, divididas por cinco pisos. O edifício, totalmente renovado, tem a assinatura do arquiteto Carrilho da Graça.

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O The Verse é o mais recente aparthotel da Rua de São Bento, em Lisboa, cuja data de abertura está marcada para 15 de agosto.

Este boutique aparthotel conta com cinco pisos e divide-se entre 15 unidades de alojamento, num projeto detido pelos sócios David Clarkin e Andrew Richardson, bem como pelos respetivos filhos, Henry Clarkin e Anna Richardson.

No piso 0 é possível encontrar dois apartamentos T1 com pátio privativo. Os restantes 13 apartamentos dividem-se pelos pisos superiores, sendo que um deles é um T2 com terraço.

Estas unidades de alojamento estão totalmente equipadas com cozinha e sala de estar e, apesar de seguirem a mesma linha, “todas as tipologias apresentam características e pormenores que as tornam especiais à sua maneira”, como referido em comunicado. Destaque também para o rés-do-chão, onde uma zona híbrida de lobby junta uma receção ativa 24 horas por dia e um espaço de bar pronto para receber eventos especiais com sessões de DJ.

Créditos: The Verse

O mais recente aparthotel no número 39 da Rua de São Bento está integrado num edifício totalmente renovado pelo arquiteto Carrilho da Graça, sendo que o design de interiores, a decoração e curadoria artística ficaram a cargo do Studio Astolfi.

Por forma a “deixar transparecer a essência portuguesa”, todos os espaços do The Verse são decorados com peças feitas à medida por artistas e artesãos portugueses. A ideia passa por transmitir “uma narrativa forte com movimentos elegantes e inesperados, apresentando um ambiente convidativo, acolhedor, contemporâneo e requintado”.

Os preços de estadia nas unidades de alojamento do The Verse variam entre os 300 e os 700 euros.

Créditos: The Verse

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FIA Lisboa chega ao fim com 48 mil visitantes e “balanço muito positivo”

Na edição deste ano, que terminou domingo, 7 de julho, a FIA Lisboa recebeu um total de 48 mil visitantes, num crescimento de 12% relativamente à edição anterior.

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A edição de 2024 da FIA Lisboa – Feira Internacional do Artesanato chegou ao fim este domingo, 7 de julho, e mereceu um “balanço muito positivo”, uma vez que contabilizou um total de 48 mil visitantes, num crescimento de 12% relativamente à edição anterior.

“O artesanato é nossa identidade. É cultura, arte e tradição. Mas é também um sector da nossa economia com um elevado potencial de gerar receitas para os artesãos e para o turismo das suas regiões. Esse é o principal objetivo da FIA e do IEFP, que mais uma vez foi, amplamente, atingido nesta edição”, refere Carla Borges, gestora da FIA, citada num comunicado divulgado esta segunda-feira, 8 de julho.

Segundo um inquérito realizado aos visitantes da FIA Lisboa, 87,8% dos indivíduos que visitaram o certame classificaram a sua visita como “boa” ou “muito boa”, enquanto 98,2% afirmaram que recomendariam a visita à FIA Lisboa a amigos e familiares e 94,1% manifestaram interesse em visitar a próxima edição, que vai ter lugar em 2025.

“Estes são números que, naturalmente, nos enchem de orgulho e que evidenciam a importância da FIA enquanto momento único de comunhão entre os artesãos e o grande público amante do artesanato”, acrescenta Carla Borges.

Na edição deste ano, a FIA Lisboa contou também com a participação de 30 países que estiveram representados no certame, com destaque para a Tunísia, que foi o país convidado desta edição da feira.

Nesta edição, foram ainda premiados os artesãos Catarina Tudella no “Artesanato Contemporâneo” e Fernando Rei no “Artesanato Tradicional”.

A próxima edição da FIA Lisboa vai ter lugar entre 28 de junho e 6 de julho, regressando novamente à FIL – Feira Internacional de Lisboa, no Parques das Nações, em Lisboa.

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Autarca de Lisboa insiste na subida da taxa turística para ter “melhor limpeza, melhores espaços, mas também mais cultura”

Carlos Moedas defende que a taxa turística da capital deve subir de dois para quatro euros por noite, de forma a financiar mais equipamentos de cultura, a exemplo do “Centro Interpretativo dos Murais de Almada nas Gares Marítimas”, que recebeu cerca de 3,5 milhões de euros provenientes da taxa turística.

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O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, voltou esta segunda-feira, 8 de julho, a insistir na subida do valor da taxa turística cobrada sobre as dormidas em Lisboa, defendendo que o montante arrecadado será investido em “melhor limpeza, melhores espaços, mas também mais cultura”.

“Se a cidade vir o valor do turismo, seja em melhor limpeza, melhores espaços, mas também mais cultura, então o turismo vale mesmo a pena, ele é visível”, disse Carlos Moedas, durante a cerimónia de assinatura do contrato de concessão para criação do “Centro Interpretativo dos Murais de Almada nas Gares Marítimas”.

Carlos Moedas defende que a taxa turística da capital deve subir de dois para quatro euros por noite, dando como exemplo o novo “Centro Interpretativo dos Murais de Almada nas Gares Marítimas”, que recebeu cerca de 3,5 milhões de euros provenientes da taxa turística para a sua concretização.

“Quando eu digo que quero aumentar a taxa turística é exatamente para ter mais cultura, mais equipamentos de cultura, é para maior limpeza da cidade, é para ter espaços mais verdes”, insistiu o presidente da Câmara, em declarações aos jornalistas, no final da cerimónia.

Carlos Moedas mostrou-se, desta forma, indiferente às criticas da Confederação do Turismo de Portugal (CTP) e Associação de Hotelaria de Portugal (AHP), que são contra o aumento da taxa para o dobro do valor cobrado atualmente.

Além de permitir uma maior aposta na limpeza da cidade e na cultura, Carlos Moedas vincou ainda, segundo a Lusa, que esta medida permite “baixar os impostos aos lisboetas”, lembrando que o turismo corresponde a quase 20% da economia da cidade e 25% do emprego, garantindo, por isso, que a ideia “não é diminuir o turismo, mas apostar também em outras áreas”.

“Temos trabalhado com o Turismo de Lisboa para pensar novas centralidades, […], nós temos mais ou menos 35.000 turistas [diários] que entram na nossa cidade e esses 35.000 normalmente vão exatamente para os mesmos sítios, vão para as mesmas partes da cidade e aquilo que nós temos de conseguir é novas centralidades, como é o caso daquilo que estamos aqui a fazer”, acrescentou o autarca lisboeta.

Presente na cerimónia esteve também Vitor Costa,  diretor-geral da Associação de Turismo de Lisboa, que sublinhou que o importante é que a “qualidade da cidade seja melhorada com esses recursos também”.

Os turistas, quando vão a determinada cidade, também têm o seu peso, a sua interferência, e a nós o que nos preocupa no setor do turismo é que haja recursos para que os turistas tenham maior ligação com a cidade e que a qualidade da cidade seja melhorada com esses recursos também”, disse o responsável, considerando que “é bom para os turistas, mas é também, sobretudo, bom para os residentes”.

Relativamente aos receios manifestados por algumas entidades de que o aumento da taxa faça diminuir o número de turistas, Vítor Costa disse não partilhar desta visão e acredita que tal não vai acontecer.

“Já tivemos experiência de quando a taxa foi introduzida, com um euro, quando ela passou para dois euros, e isso não teve nenhum impacto. Este movimento de requalificação, da maior qualidade do turismo em Lisboa tem-se verificado”, argumentou.

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Costa Cruzeiros lança novos itinerários no Japão e sudeste asiático para o inverno 2025-26

No inverno 2025-26, o navio Costa Serena a realizar dois novos itinerários de 15 dias pela Ásia, um dos quais pelo Japão, ambos com voos a partir da Europa na opção ‘fly & cruise’.

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A Costa Cruzeiros vai contar com novos itinerários para o inverno 2025-26, anunciou a companhia de cruzeiros, que vai colocar o navio Costa Serena a realizar dois novos itinerários de 15 dias pela Ásia, um dos quais pelo Japão, ambos com  voos a partir da Europa.

“Além dos cruzeiros pelo Mediterrâneo, Ilhas Canárias, Caraíbas, Emirados Árabes Unidos, América do Sul e pelo Mundo, de novembro de 2025 a janeiro de 2026, a empresa italiana oferecerá a oportunidade de visitar alguns dos mais belos destinos da Ásia, a partir da perspectiva único do mar, a bordo do Costa Serena”, lê-se num comunicado divulgado esta segunda-feira, 8 de julho.

Os cruzeiros da Costa Cruzeiros na Ásia estão disponíveis através da fórmula ‘fly & cruise’, que conta com voos desde Madrid ou Barcelona até ao terminal de partida do navio, numa oferta que também está disponível para passageiros portugueses.

Para o Japão, a Costa Cruzeiros propõe um itinerário de 15 dias que visita Hong Kong, Keelung (Taiwan), Naha (Japão), Kagoshima (Japão), Tóquio (Japão), Kobe (Japão), Nagasaki (Japão), Busan (Coreia do Sul) e Hong Kong.

Também para o sudeste asiático, a Costa Cruzeiros propõe ainda outro itinerário de 15 dias que visita o Vietname, a Tailândia, Singapura, Filipinas, Brunei, numa viagem que conta com escalas em Hong Kong, Nha Trang (Vietname), Phu My (Vietname), Koh Samui (Tailândia), Singapura, Bandar Seri Begawan (Brunei), com escala de 12 horas, Puerto Princesa, Palawan (Filipinas) e Hong Kong.

Segundo a Costa Cruzeiros, o itinerário para o Japão encontra-se disponível de 21 de novembro de 2025 a 30 de janeiro de 2026, com embarque em Hong Kong e Tóquio, sendo esta viagem alternada com o cruzeiro do Sudeste Asiático, que tem embarques em Hong Kong e Singapura.

“Os dois itinerários podem ser combinados numas férias únicas de 28 noites, visitando todos os 14 destinos das duas rotas. A solução ideal, por exemplo, para celebrar o final de 2025 e o início do Ano Novo. Além disso, haverá a possibilidade de prolongar a estadia nos destinos, e os passageiros podem escolher as datas de voo da sua preferência, independentemente das que já estão determinadas para o cruzeiro”, explica ainda a Costa Cruzeiros.

O Costa Serena é o navio da Costa Cruzeiros que vai realizar os dois novos itinerários do Japão e sudeste asiático, com a companhia de cruzeiros a adiantar que, antes de começar a realizar os novos cruzeiros, o navio vai ser sujeito a “obras significativas de renovação que irão melhorar ainda mais a experiência a bordo”.

Para quem tem menos tempo disponível, é ainda possível realizar estes itinerários ao longo de apenas uma semana e as reservas podem ser realizadas aqui.

 

 

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TAP lança promoção para assinalar 60.º aniversário de voos para a Madeira

Com esta oferta da TAP, há bilhetes só de ida para a Madeira com preços a partir de 25 euros, enquanto os voos de ida e volta apresentam preços a partir de 49 euros. A oferta é válida até 16 de julho.

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A TAP lançou esta segunda-feira, 8 de julho, uma nova promoção com preços especiais em viagens para a Madeira, oferta que visa assinalar o 60.º aniversário da abertura dos voos da companhia aérea de bandeira nacional entre Lisboa e a Madeira.

“Hoje, a TAP realiza sete voos por dia entre Lisboa e o Aeroporto Cristiano Ronaldo e dois voos por dia que ligam o Porto e a Madeira, reforçando o impulso decisivo que deu desde o início à afirmação e consolidação da Madeira como destino turístico com forte reputação e procura nacional e internacional”, lê-se num comunicado da TAP.

A companhia aérea de bandeira nacional indica que, com esta oferta, há bilhetes só de ida para a Madeira com preços a partir de 25 euros, enquanto os voos de ida e volta apresentam preços a partir de 49 euros.

A promoção da TAP está em vigor até 16 de julho e é válida para partidas de Lisboa e do Funchal, entre 15 de setembro de 2024 e 30 de abril de 2025, com exceção do período de Natal, Ano Novo e Páscoa, e os preços apresentados já incluem todas as taxas aeroportuárias.

“Adicionalmente, o programa TAP Miles&Go oferece ainda 60 por cento de Milhas Bónus em todas as reservas de e para a Madeira”, acrescenta a informação divulgada pela TAP.

Os bilhetes podem ser adquiridos aqui, onde é também possível consultar mais informações sobre a oferta da TAP, assim como nas agências de viagens.

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Centro Interpretativo “Os Murais de Almada nas Gares Marítimas” abre em fevereiro de 2025

O Centro Interpretativo “Os Murais de Almada nas Gares Marítimas”, novo polo cultural e turístico que vai abrir as Gares Marítimas do Porto de Lisboa ao turismo, tem inauguração prevista para fevereiro de 2025.

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O Centro Interpretativo “Os Murais de Almada nas Gares Marítimas”, novo polo cultural e turístico que vai abrir as Gares Marítimas do Porto de Lisboa ao turismo, tem inauguração prevista para fevereiro de 2025, informaram os promotores do projeto.

“Localizado na Gare Marítima de Alcântara, este Centro Interpretativo irá proporcionar ao visitante extensa informação ao longo de nove salas do piso 0, bem como a possibilidade de visita aos murais de Almada Negreiros na Gare Marítima de Alcântara e na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos”, lê-se num comunicado conjunto da Administração do Porto de Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa e Associação Turismo de Lisboa.

Este novo espaço cultural vai permitir o acesso às pinturas murais de Almada Negreiros, o maior conjunto de pintura mural do século XX, ficando integrado na oferta do eixo Alcântara-Belém e focando-se nos 14 painéis de pintura mural das Gares pintados por Almada Negreiros, seis dos quais na Gare Marítima Rocha do Conde de Óbidos e oito painéis na Gare Marítima de Alcântara, assim como “na importância da construção das Gares Marítimas e no papel histórico e social do Porto de Lisboa desde os anos 40 até aos dias de hoje”.

No piso 0 da are Marítima de Alcântara, os visitantes vão poder “conhecer o contexto de construção e decoração dos Terminais de Navegação, a relação entre o arquiteto Pardal Monteiro e o artista Almada Negreiros, os estudos de Almada Negreiros para as pinturas murais nas Gares Marítimas e os diferentes momentos políticos e históricos que atravessaram o funcionamento das Gares, incluindo a II Guerra Mundial, a emigração, as partidas para a Guerra Colonial e o processo de descolonização com o regresso dos portugueses das ex-colónias”.

O contexto da encomenda das obras ao artista e a polémica gerada à época com o resultado final, distante dos objetivos propagandísticos da ditadura, são também temas destes centro interpretativo, que expõe ainda a “presença artística de Almada Negreiros na cidade de Lisboa, bem como a sua documentação sobre as Gares Marítimas, nomeadamente depoimentos, entrevistas, notas, fotografias e reproduções de obras e documentos”.

O novo Centro Interpretativo “Os Murais de Almada nas Gares Marítimas” vai contar ainda com restaurante, concebido e decorado de forma a integrar-se perfeitamente no seu ambiente, e, durante os próximos meses, os visitantes poderão ainda assistir, ao vivo, ao processo de restauro dos murais, financiado pelo World Monuments Fund.

Já a coordenação de conteúdos do Centro Interpretativo está a cargo de Mariana Pinto dos Santos, historiadora da arte e curadora independente e investigadora do Instituto de História da Arte da NOVA Faculdade de Ciências Sociais e Humanas.

O projeto contou com a colaboração da família de Almada Negreiros, do Centro de Estudos e Documentação Almada Negreiros – Sarah Affonso (NOVA FCSH), do Instituto de História da Arte da NOVA FCSH, do Laboratório HERCULES, da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa, da Fundação Calouste Gulbenkian, da RTP, do Arquivo Municipal de Lisboa e do Museu Nacional de Arte Antiga.

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