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Plataforma ‘Portuguese Wine Tourism’ já está no ar

Esta plataforma, que pretende ser um veículo para promover o enoturismo do país nos mercados internacionais, reúne toda a informação sobre a oferta nacional neste produto turístico.

Raquel Relvas Neto
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Plataforma ‘Portuguese Wine Tourism’ já está no ar

Esta plataforma, que pretende ser um veículo para promover o enoturismo do país nos mercados internacionais, reúne toda a informação sobre a oferta nacional neste produto turístico.

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Anunciado em 2019, no âmbito do Plano de Ação para o Enoturismo 2019-2021, a plataforma digital “Portuguese Wine Tourism” está oficialmente no ar, segundo anunciou Pedro Siza Vieira, ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, na abertura da 5ª Conferência Mundial de Enoturismo da Organização Mundial do Turismo, que decorre em Reguengos de Monsaraz, no Alentejo, até sexta-feira.

Esta plataforma, que pretende ser um veículo para promover o enoturismo do país nos mercados internacionais, reúne toda a informação sobre a oferta nacional neste produto turístico. Este canal de comunicação  da oferta nacional de enoturismo está a ser dinamizado em cooperação com as Agências Regionais de Promoção Turística e com as empresas.

Siza Vieira indicou que, no âmbito do plano de desenvolvimento do enoturismo em Portugal, já foram apoiados 60 projetos hotéis temáticos, rotas, enotecas, museus, eventos, adegas, quintas e solares, entre outros. Num total de 90 milhões de euros, segundo anunciou por sua vez o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, na sua página de Linkedin.
Foram também realizadas formações que abrangeram mais de 4 mil pessoas em cerca de 90 ações, dotando-os de competências globais de organização, planeamento, gestão e execução de projetos para potenciar a experiência do visitante, bem como da utilização dos recursos turísticos da região na conceção da oferta do produto enoturismo. Este Plano de Ação do Enoturismo incluiu também o lançamento da campanha ‘Wine pairs with‘, que segundo o Turismo de Portugal alcançou 8 milhões de pessoas.

O ministro da Economia divulgou ainda a realização, em 2022, da 1ª edição da Semana do Vinho e Viagens a acontecer no Porto, que “será um dos melhores eventos de vinhos”.

O Plano de Ação do Enoturismo inclui ainda a criação de um “Conselho Estratégico Nacional”, que foi formalizado no decorrer da Conferência, de Comités Regionais de Acompanhamento e de um Think Tank empresarial para promover o alinhamento e a articulação das iniciativas de âmbito nacional, regional e empresarial.

(atualizada 16h01)

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Portugal no ranking dos melhores do mundo para viver a reforma

Portugal é o primeiro país europeu, e ocupa a quarta posição no ranking dos melhores destinos para gozar a reforma, segundo o International Living.

Portugal consta em quarto lugar do ranking dos melhores destinos do mundo para viver a reforma, pelo International Living , no seu Annual Global Retirement Index 2022.

O estudo pontua os 25 principais destinos de reforma do mundo em 10 categorias, incluindo custo de vida, governação, habitação, saúde e benefícios para reformados, entre outros. Este índice anual examina destinos seguros e de bom valor, comparando, contrastando, classificando e classificando-os em categorias para selecionar locais em todo o mundo onde um casal aposentado pode viver de forma confortável, uma vida despreocupada com apenas dois mil dólares por mês.

Assim, Portugal encontra-se atrás do Panamá, que lidera o ranking, da Costa Rica e do México, posicionando-se em primeiro lugar na Europa, e à frente da Colômbia, Equador, Malta, Franca, Espanha e Uruguai, no que diz respeito aos top 10.

Usando a vasta rede de editores e correspondentes locais da International Living em todo o mundo, este Índice anual foi projetado para ser uma ferramenta útil para potenciais aposentados que tentam encontrar o melhor destino para viver em todo o mundo.

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ESHTE lança duas novas publicações em 2022

“Legal Impacts of COVID-19 in the Travel, Tourism and Hospitality Industry” e “Tourism Law in Europe” são as obras agora publicadas pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE).

A Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) acaba de publicar online dois livros internacionais, concretamente “Legal Impacts of COVID-19 in the Travel, Tourism and Hospitality Industry” e “Tourism Law in Europe”, que também estão disponíveis em formato tradicional.

De acordo com uma nota informativa da instituição de ensino superior, a publicação destas obras acontece em parceria com a Fundação INATEL, assim como com as universidades de Salamanca, Sorbonne, Milano Bicocca e Sassari.

A ESHTE explica ainda que o livro “Legal Impacts of COVID-19 in the Travel, Tourism and Hospitality Industry” aborda os “impactos da pandemia no sector do turismo, contando com vários autores europeus e americanos”, num total de 618 páginas, cuja publicação online está disponível aqui.

“A importante matéria das ajudas de Estado e o súbito despertar para as leis da concorrência, o impacto na aviação, slots, cancelamentos e direitos dos consumidores, vouchers, os vários desequilíbrios contratuais, as perspectivas dos diferentes prestadores de serviços, o turismo colaborativo e o Código Internacional para a Proteção de Turistas!, são alguns dos temas que constam da obra.
Já o livro “Tourism Law in Europe”,também em língua inglesa, foca “a legislação do turismo dos diferentes países europeus, desenvolvendo matérias como a organização institucional, alojamento, distribuição, restauração e bebidas, animação e informação turística”. A obra está disponível aqui.
“No primeiro volume agora publicado, surge a legislação do turismo da Albânia, Áustria, Bélgica, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Finlândia,  França, Georgia, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Letónia,  Lituânia,  Malta, Montenegro, Noruega, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Roménia, Sérvia e Suécia”, indica a ESHTE,
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AHRESP pede “reforço urgente” de apoios a fundo perdido devido a vaga de cancelamentos

Associação denuncia que 80% das empresas registaram cancelamentos de reservas após o primeiro anúncio de medidas restritivas, no final do mês de novembro.

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) veio esta quarta-feira, 5 de janeiro, apelar a que “sejam rapidamente implementadas novas medidas de apoio a fundo perdido” para o setores do alojamento turístico e restauração, de forma a compensar as empresas pela vaga de cancelamentos que se verificou desde final de novembro, na sequência das medidas restritivas devido à COVID-19.

“Mais de 80% das empresas registaram cancelamentos de reservas logo após o primeiro anúncio de medidas restritivas, apresentadas no final do mês de novembro, e quase 50% das empresas receberam cancelamentos de mais de metade das reservas que tinham confirmadas. Nessa sequência, a AHRESP apela a que sejam rapidamente implementadas novas medidas de apoio a fundo perdido aos nossos setores”, denuncia a associação, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 5 de janeiro.

A AHRESP diz que estes apoios não podem, no entanto, ficar “limitados exclusivamente às empresas encerradas por decreto”, uma vez que a “imposição de novas restrições está a ter graves prejuízos nos níveis de receita de todas as empresas de alojamento turístico, restauração e similares, cujas tesourarias ainda estão muito fragilizadas”.

“É muito importante que novos apoios à tesouraria e à manutenção dos postos de trabalho cheguem às empresas ainda durante o mês de janeiro, sob risco da recuperação experienciada desde o verão ficar gravemente comprometida”, conclui a AHRESP no comunicado divulgado.

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Setores ligados ao turismo entre os que menos empresas criaram em 2021

O Alojamento e Restauração foi ainda um dos setores onde o número de insolvências mais aumentou face aos números pré-pandemia.

Os setores ligados ao turismo, como os Transportes e o Alojamento e Restauração, mantiveram-se, em 2021, entre os que menor número de novas empresas criaram, segundo o Barómetros Informa D&B, divulgado esta quarta-feira, 5 de janeiro.

De acordo com os dados do Barómetro Informa D&B, em 2021, a criação de novas empresas caiu 55% no setor dos Transportes, enquanto no Alojamento e Restauração apresentou uma quebra de 27%, sendo dois dos setores económicos em que o número de novas empresas mais caiu em relação ao período pré-pandemia.

“Os setores dos Transportes, do Alojamento e restauração e dos Serviços gerais são aqueles em que o empreendedorismo continua afetado pela pandemia, mostrando valores mais distantes de 2019”, indica a consultora, num comunicado enviado à imprensa.

Segundo o Barómetro Informa D&B, em 2021, “nasceram em Portugal 41 656 novas empresas, um número 9,6% superior a 2020, mas ainda 15,9% abaixo de 2019”.

Apesar da comparação negativa face aos números pré-pandemia, o Barómetro Informa D&B indica que o ano terminou “com um sinal positivo, com a evolução trimestral da constituição de novas empresas a mostrar uma aproximação aos valores de 2019 a partir do 2º trimestre”.

Os setores das Atividades imobiliárias, das Tecnologias de informação e comunicação (TIC) e da Agricultura e outros recursos naturais foram, no entanto, “os únicos que em 2021 ultrapassaram o ano de 2019 na criação de novas empresas”.

O Barómetro Informa D&B aponta também um “grande crescimento do comércio online”, uma vez que “a pandemia e as restrições à circulação criaram oportunidades para áreas de atividade específicas, como é o caso do retalho online”.

Já os encerramentos e insolvências mantiveram-se “relativamente baixos, registando valores inferiores a 2019”, o que a consultora atribui, “em grande parte, às medidas de apoio que o Estado português colocou à disposição das empresas”.

Em 2021 encerraram 12 900 empresas, menos 13,6% que no período homólogo e menos 27,5% do que em 2019, sendo que todos os setores registaram níveis inferiores a 2019 e apenas o setor da Construção apresentou, em 2021, mais encerramentos do que em 2020.

No caso das insolvências, que desceram 14,1% face a 2020 (menos 321 novos processos) e de -11,3% face a 2019 (menos 248 novos processos), num total de 1 951 empresas que iniciaram o processo, o destaque pela negativa também vai para o Alojamento e Restauração, que registou um aumento de processos de insolvência face ao período pré-pandemia.

“A esmagadora maioria dos setores de atividade encontra-se em níveis inferiores a 2019, com a exceção do Alojamento e Restauração (+90 novos processos) e dos Serviços Gerais (+31 novos processos)”, conclui a consultora.

 

 

 

 

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Ryanair transporta 9,5 milhões de passageiros em dezembro

Em dezembro, a Ryanair realizou mais de 62.200 voos e alcançou um load factor de 81%, números que indicam uma forte recuperação face a mês homólogo de 2020.

A Ryanair divulgou esta quarta-feira, 5 de janeiro, os dados de tráfego relativos ao mês de dezembro, no qual a companhia aérea low cost transportou 9,5 milhões de passageiros, o que indica um aumento de 7,6 milhões de passageiros face a igual mês de 2020, apesar do impacto da nova variante Ómicron.

De acordo com um comunicado da companhia, em dezembro, a Ryanair realizou mais de 62.200 voos e alcançou um load factor de 81%, números que indicam uma forte recuperação face aos 1,9 milhões de passageiros que tinham sido transportados em dezembro de 2020, quando o load factor se ficava pelos 73%.

Além da comparação homóloga, os dados divulgados pela Ryanair permitem também uma comparação mensal e mostram que, de novembro para dezembro, a companhia aérea transportou menos 700 mil passageiros, o que poderá estar relacionado com a nova variante Ómicron, já que no penúltimo mês do ano passado, tinham sido transportados 10,2 milhões de passageiros, com um load factor de 86%, o mais elevado do segundo semestre.

Nos meses de verão, a Ryanair transportou, em julho, 9,3 milhões de passageiros com um load factor de 80%, valores que subiram em agosto para 11,1 milhões de passageiros e 82% de load factor, mas que voltaram a descer ligeiramente em setembro, para 10,6 milhões de passageiros e 81% de load factor.

Em outubro, no entanto, o tráfego da Ryanair voltou a aumentar para 11,3 milhões de passageiros, com o load factor a subir também para os 84%, o segundo valor mais elevado do segundo semestre para a companhia aérea.

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Cuba volta a exigir teste PCR a vacinados devido à Ómicron

Cuba voltou esta quarta-feira, 5 de janeiro, a endurecer os requisitos de entrada para viajantes internacionais vacinados contra a COVID-19, devido ao aumento de casos pela nova variante Ómicron

A partir desta quarta-feira, 5 de janeiro, os viajantes internacionais vacinados contra a COVID-19 que cheguem a Cuba, voltam a ter de apresentar um teste PCR negativo, numa medida que está de regresso à ilha das Caraíbas devido ao aumento do número de casos de contágio de coronavírus por causa da nova variante Ómicron.

De acordo com o jornal espanhol Hosteltur, que recorda que a necessidade de apresentação de um teste PCR negativo para a COVID-19 tinha sido abolida a 15 de novembro, quando Cuba anunciou uma reabertura gradual ao turismo, flexibilizando os protocolos sanitários adotados na sequência do surgimento da pandemia, o regresso dos testes PCR será acompanhado por outras medidas de controlo dos viajantes.

“Tendo em conta o aumento de viagens internacionais que se registou desde 15 de novembro, assim como a elevada disseminação desta nova variante, que é capaz de duplicar o número de casos em apenas dois ou três dias, decidiu-se modificar as medidas de controlo sanitário internacional no nosso país e adotar outras de carácter geral, que se tornam efetivas a 5 de janeiro”, indica o Ministérios da Saúde cubano, num comunicado divulgado pelo Hosteltur.

O regresso da obrigação de apresentar um teste PCR negativo para a COVID-19, realizado até 72 horas antes da viagem, além do certificado de vacinação completa, é a principal medida adotada pelas autoridades cubanas neste endurecimento dos requisitos de entrada, ainda que tenha também sido anunciado que vai aumentar a vigilância aleatória, com a realização de testes PCR à chegada para viajantes provenientes de países de alto risco, selecionados aleatoriamente.

Já as crianças até aos 12 anos de idade ficam isentas da apresentação do certificado de vacinação, assim como todas as pessoas que, devido a causa médicas devidamente certificadas, “não possam ser vacinadas com nenhuma das vacinas aprovadas até à data pelas agências reguladoras correspondentes”.

As autoridades cubanas invocam a alta taxa de transmissibilidade da variante Ómicron para endurecer os requisitos de entrada no país e lembram que esta foi considerada pela Organização Mundial da Saúde como uma “variante de preocupação”, que se expandiu para 110 países de todos os continentes.

Em Cuba, foram identificados, até 25 de dezembro, 72 casos de COVID-19 pela nova variante Ómicron, com o Ministério da Saúde do país a revelar que “a maioria é casos importados”, ainda que também tenham sido identificadas situações de transmissão por contacto com esses casos importados.

 

 

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Operadoras adiam implementação de 5G devido a preocupações com aviação

A implementação do 5G encontra-se a ser feita em força em vários países, mas as operadoras norte-americanas AT&T e Verizon confirmaram que vão adiar a disponibilização desta tecnologia, devido a preocupações com a aviação.

Várias operadoras do 5G nos Estados Unidos da América cederam à pressão da aviação e adiaram a expansão desta tecnologia, de forma voluntária.

A implementação do 5G encontra-se a ser feita em força em vários países, mas a AT&T e a Verizon confirmaram no início desta semana que vão adiar a disponibilização desta tecnologia, devido a preocupações com a aviação. Em causa encontra-se a possível interferência do sinal do 5G com as comunicações de rádio feitas a partir dos aviões.

A FAA publicou recentemente uma nota de alerta para o fato de as redes 5G, sem qualquer género de proteção, poderem ter impacto sobre as comunicações das aeronaves, levando a cancelamentos ou desvios.

Inicialmente, as operadoras rejeitaram a ideia de que as redes poderiam ter impacto nestas comunicações, apresentando falhas no relatório da FAA. No entanto, agora pelo menos duas das maiores operadoras nos EUA revelaram que vão adiar os planos de integração do 5G em várias zonas devido a essas preocupações.

Também, há duas semanas as empresas Boeing e Airbus vieram alertar as autoridades norte-americanas para o impacto nefasto que as ligações 5G e a sua expansão, poderiam ter na indústria da aviação.

As operadoras apontam ainda que, pelo período de seis meses, não vão implementar postos de 5G próximos de pistas de aterragem, enquanto o estudo se encontra a ser feito sobre o impacto nos sinais de rádio.

No entanto, vários especialistas indicam que as redes 5G não possuem impacto sobre as comunicações de rádio feitas a partir de aviões, mas ainda assim, as operadoras decidiram adiar a implementação até serem feitos mais estudos.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Cabo Verde: Cidade Velha vai integrar nova atração turística

A Cidade Velha, na ilha de Santiago (Cabo Verde) vai ganhar numa atração turística com a reabilitação do degradado Forte de São Veríssimo.

Cabo Verde vai reabilitar, este ano, o até agora degradado Forte de São Veríssimo, e integrá-lo no circuito turístico da Cidade Velha (ilha de Santiago).

O Forte, que defendia de piratas a Cidade Velha, encontra-se num estado de degradação extremamente avançado, de total abandono das estruturas, “aqui assumimos a quota-parte”, afirmou à Lusa o presidente do Instituto do Património Cultural (IPC) de Cabo Verde, Jair Fernandes, que assegura a sua reabilitação no decorrer deste ano de forma que seja mais uma atração turística.

Mas nem sempre foi assim. O Forte de São Veríssimo foi construído possivelmente nos finais do século XVI (1590) e terá sido inicialmente uma plataforma de tiro, sendo uma das várias estruturas de defesa dos constantes ataques dos piratas à Cidade Velha.

Segundo Jair Fernandes, fez parte do conjunto classificado património nacional e património mundial, em 2009, mas na altura não houve investimento para a sua reabilitação tal como aconteceu, por exemplo, com a Fortaleza Real de São Filipe e a Igreja Nossa Senhora do Rosário.

Entretanto, surgiu uma “luz ao fundo do túnel”, com o IPC a candidatar e a conseguir um financiamento de 15 mil dólares (13,2 mil euros) do Fundo Mundial para o Património Africano para um projeto de reabilitação e recuperação, que tem um custo total de 30 mil euros.

O financiamento internacional já foi aprovado, mas só será disponibilizado a partir de maio, segundo o presidente do IPC, garantindo que o Governo cabo-verdiano vai entrar com a outra parte, para as obras arrancarem já em janeiro.

Também poderá ser instalado um bar ou restaurante no local, daí Jair Fernandes aventar a possibilidade de se avançar com uma parceria público-privada, dada a localização sobre a baía e a mais-valia que se quer dar ao monumento.

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Meeting Industry

BIT Milão adiada. FITUR confirma datas

O “momento de incerteza”, devido às restrições em vigor por toda a Europa, levou a organização da BIT Milão a adiar o evento para abril. Já em Espanha, a IFEMA Madrid (re)confirma a realização da FITUR 2022 nas datas anunciadas.

Depois da ITB Berlin, agora é a vez da BIT Milão. Não que tivesse sido cancelada, tal como aconteceu no evento da capital alemão, mas no caso italiano, a feira foi adiada e em vez de acontecer de 13 a 15 de fevereiro, acontecerá, presume-se, de 10 a 12 de abril.

Os organizadores da Fiera Milano afirmam que os operadores turísticos que participam, normalmente, neste evento, “pediram mais tempo” para o setor do turismo “encontrar um equilíbrio”, já que a indústria vive, atualmente, um momento de incerteza devido à, restrições em vigor

Já a IFEMA Madrid confirma a realização da FITUR 2022, de 19 a 23 de janeiro, revelando que o Governo de Espanha, a Comunidade de Madrid, o Ayuntamiente da capital espanhola, a Organização Mundial do Turismo, bem como o setor privado, “avaliaram, por unanimidade, a realização nas datas previstas da Feira Internacional do Turismo”.

Na reunião convocada pelo presidente do Comité Executivo da IFEMA, José Vicente de los Mozos, todos os intervenientes afirmaram que “a realização da FITUR é a maior garantia do apoio ao setor do turismo num momento crítico para a sua total reativação e para recuperar os níveis de atividade e negócios anteriores à pandemia.

De los Mozos afirma, ainda, que “esta edição da FITUR irá marcar um ponto de infleção na atividade turística e, mais uma vez, marcará o arranque de um ano em que se depositam grandes esperanças para a retoma do negócio turístico a nível global”.

Para a realização do evento, a IFEMA Madrid reforçará os controlos sanitários e todas as medidas de segurança. Neste sentido, e num contexto marcado por altos níveis de vacinação em Espanha, a FITUR 2022 exigirá a todos os participantes dos países integrados no Certificado Digital COVID Europeu a apresentação do mesmo, enquanto aos participantes de países terceiros, os mesmos requisitos solicitados na fronteira para obter o “QR Spain Health” que permita a entrada em território espanhol.

Além disso, a organização anuncia outras medidas que garantem a segurança de todos os participantes da FITUR 2022.

Sobre o autorVictor Jorge

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Alojamento

Medidas restritivas fazem cair 80% das reservas em empresas de alojamento e restauração, diz a AHRESP

Segundo os resultados do mais recente inquérito da AHRESP sobre o Natal e o Fim de Ano, as recentes restrições levaram a que mais de 80% das empresas das atividades que representa tenham sido impactadas com cancelamentos.

Dados do inquérito da AHRESP concluem que 80% das empresas de alojamento e restauração sofreram cancelamentos de reservas com o anúncio, pelo Governo, das mais recentes medidas restritivas.

Diz a análise que, sempre que se anunciam novas medidas que vêm limitar o funcionamento das atividades da restauração, similares e do alojamento turístico, os cancelamentos surgem de forma intensa. Segundo os resultados do mais recente inquérito da AHRESP sobre o Natal e o Fim de Ano, as recentes restrições levaram a que mais de 80% das empresas tenham sido impactadas com cancelamentos.

Quando estas empresas foram questionadas sobre o cancelamento de reservas logo após o primeiro anúncio de medidas restritivas, apresentadas pelo Primeiro-Ministro no final do mês de novembro, que previam a obrigatoriedade de apresentação de certificado digital de vacinação para Restauração e Alojamento e testes para bares e discotecas, a larga maioria das empresas de restauração e similares (88%), e 83% das empresas de alojamento turístico começaram a receber cancelamentos, indica os resultados que inquérito.

No total desta época de Natal e Fim de Ano, 47% das empresas de restauração e 42% do alojamento, registaram cancelamentos em mais de metade das reservas que tinham confirmadas.

No que diz respeito à atividade de restauração e bebidas, refere ainda a AHRESP, 20% das empresas registaram quebras de faturação superiores a 50% em dezembro, comparativamente ao mesmo mês de 2020, enquanto 47% admitem não ter conseguido acumular reservas financeiras nos meses de verão e 44% indicam que conseguiram acumular reservas financeiras, mas já tiveram de as utilizar.

Quanto ao alojamento turístico, 20% das empresas registaram quebras de faturação superiores a 50% em dezembro de 2021, comparativamente ao mesmo mês de 2020; 38% admitem não ter conseguido acumular reservas financeiras nos meses de verão e outras 38% indicam que conseguiram acumular reservas financeiras, mas já tiveram de as utilizar.

Assim, a Associação pela para que “quaisquer novas medidas de saúde pública de controlo da pandemia devem ser ponderadas, de forma a atenuar os efeitos negativos que provocam nas empresas da restauração, similares e do alojamento turístico”.

Quanto a 2022, e prevendo-se uma subida de preços em várias áreas, que terão enorme impacto nos negócios das atividades que representa, a AHRESP apela já, em janeiro, “o reforço dos apoios a fundo perdido, de forma a compensar as perdas e para que se mantenham os negócios e os respetivos postos de trabalho”.

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