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“+Planeta” é o programa de viagens sustentáveis da Top Atlântico

Consciente do papel que o setor do turismo possui na sustentabilidade e no ambiente, o grupo Wamos lançou a “Top Atlântico +Planeta”.

Victor Jorge
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“+Planeta” é o programa de viagens sustentáveis da Top Atlântico

Consciente do papel que o setor do turismo possui na sustentabilidade e no ambiente, o grupo Wamos lançou a “Top Atlântico +Planeta”.

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A Wamos Portugal acaba de lançar uma nova linha de produto especifica e dedicada ao desenvolvimento e criação de programas de viagens mais sustentáveis. Sob a marca Top Atlântico e com uma assinatura dedicada ao tema da sustentabilidade – a Top Atlântico +Planeta – esta iniciativa vem na sequência da elaboração do Relatório de Sustentabilidade 2021, em janeiro de 2021, onde além de ter diagnosticado as práticas sustentáveis já adotadas pelo grupo, identificou novos objetivos em conformidade com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pelas Nações Unidas.

A empresa admite que “é urgente satisfazer as necessidades das gerações atuais sem comprometer o futuro do planeta”, destacando que “precisamos de um planeta são para viver e para viajar”.

Assim, todas as ações e programas que a marca promoverá em prol da sustentabilidade, serão Top Atlântico e estarão identificados com o selo “+Planeta”. O Core da nossa atividade são as Viagens, pelo que temos como caminho incontornável trazer componentes sustentáveis ao ato de viajar, promovendo uma oferta de Viagens com cariz mais sustentável, para os que queiram assumir esse compromisso”.

Entre os fatores essenciais pela Wamos Portugal estão os critérios definidos pela Global Sustainable Tourism Council e que obedecem a três pontos na Sustentabilidade Turística: Social, Cultural e Ambiental:

Assim, a exploração e assédio, desrespeito pelo trabalho decente, venda de artefactos ilegais ou comercio e exploração de espécies selvagens estão entre os fatores a ter em conta. Mas também fatores que não causem dano ao ambiente ou não sendo possível, criem mecanismos de compensação do dano causado; com impacto positivo na comunidade de acolhimento e no ecossistema do destino; que sejam um impulsionador na qualidade de vida local e promovam a preservação do património cultural; ou que constituam uma inspiração na sensibilização não só dos fornecedores, mas também nos colaboradores, clientes e em todas as pessoas que interagem na criação e usufruto das viagens, são destacados pela Wamos Portugal para a estes programas Top Atlântico +Planeta.

Apesar de ainda não possuir uma estrutura organizacional exclusivamente dedicada ao projeto da sustentabilidade, foi criada uma equipa multidisciplinar de colaboradores de todas as áreas, que voluntariamente dedicam parte do seu tempo a alimentar e dinamizar o Projeto de Sustentabilidade da Wamos Portugal.

Desde ações internas de redução de desperdício, à melhoria das condições dos colaboradores, à mobilização dos mesmos no apoio a entidades mais carenciadas entre outros, os projetos começam agora a ganhar forma, foi, também, criado um portal na Intranet do grupo, através do qual todos têm acesso aos objetivos globais e a todas as novas iniciativas, formações e dicas lançadas pela Equipa de Sustentabilidade.

Entre as iniciativas resultantes deste projeto está a criação de dois marketplaces onde colaboradores comercializam produtos biológicos e de produção própria e trocam bens usados, “sendo também uma fonte de reativação das relações sociais e de entreajuda entre colaboradores afastados fisicamente pela pandemia”, refere o grupo.

A marca refere ainda que os programas de Viagem + Sustentáveis privilegiam sempre “o recurso a fornecedores locais que contratam trabalhadores locais” de modo a promover “a economia dos lugares”, Além disso, os programas incluem, igualmente, visitas aos mercados locais onde os viajantes podem fazer compras que alimentem e promovam os comerciantes e comunidades locais; visitas a parques naturais; visitas ou interação com as comunidades; entre outras componentes”.

Além de “+Planeta” também “Criar Bosques”
Além do programa “+Planeta”, a Wamos Portugal assinou um protocolo com o programa “Criar Bosques” da Quercus, para que todos os programas de viagem contribuam com a plantação de árvores, criando, assim, uma base para compensação de CO2 produzida por cada viajante.

Margarida Blattmann, diretora de marketing do grupo salienta que “esta é uma gota no oceano”, admitindo, no entanto, que “temos tanto a fazer, nomeadamente no que respeita à sensibilização de parceiros e fornecedores que partilhem este desejo de tornarmos o Turismo mais sustentável”.

Por isso, a Wamos Portugal “quer dar o exemplo” e identificar parceiros turísticos nacionais e internacionais “com este mesmo propósito e que queiram trabalhar em conjunto”.

“Apenas com o envolvimento de todos seremos bem-sucedidos neste desafio que é tornar o nosso Planeta num local mais saudável, mais verde, mais cuidado, mais amigo e justo para todos os que dele desfrutam agora e para as futuras gerações”, conclui Margarida Blattman.

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Alojamento

Riu Palace Kukulkan é a nova aposta da cadeia espanhola em Cancun

O novo hotel de 428 quartos constitui a quinta abertura da RIU em Cancun e a 22ª no México.

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A RIU Hotels & Resorts inaugurou um novo estabelecimento de cinco estrelas em Cancun, o Riu Palace Kukulkan. Localizado junto à praia, o novo hotel com 428 quartos oferece o serviço All-Inclusive 24h e tem a categoria Adults Only.

Os quartos espaçosos e com vista para o mar das Caraíbas são decorados com tonalidades naturais e terra, sendo que na restante unidade são utilizados materiais como o mármore e a madeira, como indicado em comunicado.

O novo hotel tem disponível uma oferta gastronómica de sete restaurantes: o principal Don Julio, um restaurante buffet com esplanada; o japonês Sunakku; o Krystal, de comida eclética; o mexicano Casa de las Flores; o italiano Rossini; um steakhouse na esplanada da piscina, perfeito para os amantes da carne e o grill Pepe’s Food, com especialidades grelhadas durante o dia. A seleção de F&B fica completa com mais cinco bares, nomeadamente o Lobby bar Daiquiri, com um especialista em mixologia e cocktails diários de autor; a pastelaria e gelataria Capuchino; o bar La Latina; o bar piscina Mamasita e o Lounge bar.

Na zona exterior, os hóspedes poderão desfrutar de até quatro piscinas, além do acesso direto à praia desde o hotel e dos serviços de wellness e beleza do Renova Spa.

Uma das particularidades do novo hotel é que, se pretenderem, os clientes poderão reservar quartos Elite Club by RIU. Os hóspedes que optarem por este serviço exclusivo terão acesso a um check-in independente e personalizado, assim como a um late check-out, presente de boas-vindas, aromaterapia e distribuidor de licores no quarto com uma variedade de bebidas Premium, entre muitas outras vantagens.

Além disso, os hóspedes que escolherem o novo conceito Elite Club desfrutarão de uma receção especial, acompanhada por uma carta assinada pelo diretor do hotel, um brinde da casa serigrafado com o logótipo de Elite Club e uma garrafa de vinho ou espumante para celebrar o início das suas férias.

Em 2022, a RIU celebra o 25.º aniversário da chegada da cadeia ao México, país que se tornou no seu principal destino internacional, com 22 hotéis em cinco estados das Caraíbas e do Pacífico. Estes totalizam mais de 12.000 quartos, empregando cerca de 9.000 colaboradores.

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Turismo

WTTC quer governos mais ambicioso no combate à pegada climática

Com o lançamento da primeira pesquisa de âmbito ambiental e social, o WTTC deu o pontapé de saída para que o setor do turismo e viagens dê o exemplo no combate às alterações climáticas. Contudo, a presidente e CEO do organismo, Julia Simpson, salientou que nada se faz se a ajuda e apoio dos governos.

Victor Jorge

O World Travel & Tourism Council (WTTC) divulgou durante a 22.ª Cimeira Global, realizada em Riade, na Arábia Saudita, novos dados inovadores detalhas referentes à pegada climática do setor global do turismo e viagens.

Pela primeira vez no mundo, esta pesquisa abrange 185 países em todas as regiões e será atualizada a cada ano com os números mais recentes.

Estimativas anteriores sugeriram que o setor global do turismo e viagens era responsável por até 11% de todas as emissões. No entanto, esta pesquisa pioneira do WTTC mostra que, em 2019, as emissões de gases de efeito estufa do setor totalizaram apenas 8,1% das emissões globais.

A divergência entre o crescimento económico do setor e da sua pegada climática entre 2010 e 2019 é uma evidência de que o crescimento económico do setor do turismo e viagens está a dissociar-se se das suas emissões de gases de efeito estufa.

Estas emissões têm diminuído de forma consistente desde 2010 como resultado da evolução tecnológica, bem como da introdução de uma série de medidas de eficiência energética nas indústrias do setor.

Entre 2010 e 2019, o PIB do setor do turismo e viagens cresceu, em média 4,3%, ao ano, enquanto a pegada ambiental aumentou apenas 2,4%.

Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC, anunciou as descobertas da Pesquisa Ambiental e Social (Environmental & Social Research, em inglês – ESR), num dos maiores projetos de pesquisa já realizado já realizado neste âmbito, dando a possibilidade ao WTTC de, pela primeira vez, relatar e rastrear com precisão o impacto que as indústrias do setor têm no meio ambiente.

A Pesquisa Ambiental e Social (ESR) mais ampla incluirá medidas do impacto do setor em relação a uma série de indicadores, incluindo poluentes, fontes de energia, uso de água, bem como dados sociais, incluindo idade, salário e perfis de género e empregos relacionados com o turismo e viagens.

Segundo o WTTC, “os governos de todo o mundo têm agora uma ferramenta para dar indicação sobre a tomada de decisão e acelerar a mudança ambiental com mais precisão”.

Nesse sentido, Julia Simpson salienta que “até agora não tínhamos uma maneira setorial de medir com precisão a nossa pegada climática. Esses dados fornecerão aos governos as informações detalhadas de que precisam para progredir em relação ao Acordo de Paris e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

“O setor do turismo e viagens está a realizar grandes progressos no sentido da descarbonização, mas os governos devem definir a as etapas de atuação. Precisamos de um foco forte no aumento da produção de combustíveis de aviação sustentável com incentivos governamentais. A tecnologia existe. Também precisamos de um maior uso de energia renovável nas nossas redes nacionais, para que, quando acendemos a luz num quarto de hotel, tenhamos a certeza que estamos a utilizar uma fonte de energia sustentável”.

“A chave é tornarmo-nos mais eficientes e dissociarmos a taxa de crescimento da quantidade de energia que consumimos. A partir de hoje, cada decisão, cada mudança levará a um futuro melhor e mais brilhante para todos”, concluiu Julia Simpson.

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Transportes

Norwegian liga Copenhaga a Madrid

A nova rota da Norwegian terá dois voos semanais, enquanto o voo já existente para Oslo passa a ter quatro frequências por semana.

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A Norwegian passará a ligar a capital da Dinamarca (Copenhaga) ao aeroporto de Barajas, em Madrid, com uma frequência de dois voos por semana. Ao mesmo tempo, a companhia aérea norueguesa passa a ligar Oslo a Madrid com quatro voos semanais, duplicando, assim, a frequência.

Desta forma, os voos que ligam Madrid a Copenhaga terão voos às quinta-feiras e aos domingos a partir de 22 de junho de 2023.

A ligação Madrid – Oslo, continuará a ter dois voos por semana (segundas e sextas-ferias) até 16 de junho, passando a quatro frequências (segundas, quintas, sextas-feiras e domingo) a partir de 19 de junho.

Antes da pandemia, a Norwegian ja ligava Madrid a Copenhaga, rota que regressa ao programa de voos da companhia depois de uma ausência de quase três anos.

Magnus Maursund, Group Director for Network, Pricing & Optimization da Norwegian, salienta que “a temporada de verão que acabamos de deixar mostrou que o desejo de viajar nos países nórdicos é bastante grande, e esperamos que este desenvolvimento continue em 2023. Com um aumento no número de rotas e também no volume de frequências, estamos bem preparados para atender ao aumento esperado na procura por voos da Norwegian”.

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Fishing boats rest in Mindelo beach.

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Imposto turístico já rendeu a Cabo Verde mais do que o esperado para todo o ano

Cabo Verde arrecadou em nove meses 4,7 milhões de euros com a taxa paga obrigatoriamente pelos turistas, mais do que o esperado inicialmente pelo Governo para todo o ano de 2022, segundo dados oficiais.

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De acordo com um relatório do Ministério das Finanças sobre a execução orçamental de janeiro a setembro, as receitas da contribuição turística ascenderam neste período a 521 milhões de escudos (4,7 milhões de euros), equivalente a 110% do orçamentado pelo Governo para o ano de 2022, que é de 475 milhões de escudos (4,3 milhões de euros).

Este valor representa “um aumento exponencial face ao montante cobrado no mesmo período de 2021”, o que “demonstra a retoma gradual da atividade turística”, lê-se no relatório do Ministério das Finanças.

A contribuição turística foi introduzida pelo Governo cabo-verdiano em maio de 2013, com todas as unidades hoteleiras e similares obrigadas a cobrar 220 escudos (dois euros) por cada pernoita até dez dias, a cada turista com mais de 16 anos.

O desempenho desta taxa nos primeiros nove meses de 2022 compara ainda com apenas 55 milhões de escudos (495 mil euros) arrecadados no mesmo período de 2021.

O ministro dos Transportes e do Turismo, Carlos Santos, afirmou em 11 de novembro que 2022 está a ser um “ano muito bom” na procura turística pelo arquipélago e que não espera impactos negativos no anunciado aumento na taxa turística cobrada nos hotéis.

“Este ano já estamos a decorrer com dez meses, de janeiro a outubro, e já temos recebido e acolhido cerca de 80% em termos de número de turistas, daquilo que foi o período homólogo de 2019”, disse o ministro, no parlamento.

“Isto significa que vamos ter um ano muito bom e 2023 também vai ser um ano de uma retoma”, acrescentou.

Depois de registar um recorde de 819 mil turistas em 2019, o setor, que garante 25% do Produto Interno Bruto (PIB) de Cabo Verde, viu a procura cair mais de 60% em 2020, devido às restrições impostas para conter a pandemia de covid-19.

Entretanto, o imposto pago obrigatoriamente pelos turistas nos hotéis cabo-verdianos vai aumentar 25% a partir de janeiro, para 276 escudos (2,50 euros) por noite, com o Governo a esperar arrecadar 8,6 milhões de euros em todo o ano de 2023.

Segundo a lei do Orçamento do Estado para 2023, já aprovada pelo parlamento, o Governo prevê essa alteração no artigo 24.º, e nos documentos de suporte orçamental refere que estima arrecadar 946 milhões de escudos (8,6 milhões de euros) com essa receita no próximo ano.

“Com o compromisso que nós temos, que é de eliminar a pobreza extrema e reduzir a pobreza absoluta, entendemos que poderia ser uma forma de financiar o fundo ‘Mais’, que permite fazer um investimento forte na área social, na construção de creches, espaços de tempo para juventude, espaços para terceira idade e entendemos que poderíamos aumentar em 50 cêntimos, ou seja 50 escudos, a taxa turística paga pelos turistas quando pernoitam nos hotéis”, respondeu o ministro Carlos Santos, questionado pelos deputados.

As receitas com esta taxa caíram para metade de 2020 para 2021, renovando mínimos de 145 milhões de escudos (1,3 milhões de euros), segundo um relatório anterior do Ministério das Finanças.

Tratou-se de uma quebra de 51% face aos 296,6 milhões de escudos (2,6 milhões de euros) em 2020 – receita essencialmente obtida no primeiro trimestre -, ano em que de março a outubro Cabo Verde suspendeu as ligações aéreas internacionais para conter a transmissão da covid-19, o que se traduziu numa quebra de 70% na procura turística.

Em 2019, este imposto garantiu um máximo histórico de 992 milhões de escudos (8,9 milhões de euros) em receitas.

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Airmet já tem 300 agências em Portugal

O ano de 2022 termina com a Airmet a atingir as três dezenas de agência no nosso país. Luís Henriques, diretor-geral do grupo, refere que 2023 será o início de uma nova jornada de “ainda maior crescimento”.

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O grupo Airmet atingiu a marca das 300 agências de viagens em Portugal, feito irá ser celebrado, segundo avança o grupo em comunicado, durante a sua 19.ª Convenção Nacional a realizar entre 27 e 29 de janeiro do próximo ano, no Funchal, Madeira.

Luís Henriques, diretor-geral do Grupo afirma, na mesma nota, que “a Airmet foi o grupo que mais cresceu organicamente em Portugal durante 2022, se excluirmos fusões e aquisições”, salientando que “é um sinal claro que para crescer estruturalmente é fundamental criar valor acrescentado para as agências de viagens e nesta vertente, tenho a certeza de que somos o melhor grupo de gestão em Portugal”.

Num período em que o setor do turismo se reergue em pós-pandemia, o diretor-geral adianta ainda que “consideramos que as agências de viagem necessitam, mais que nunca, de um suporte seguro. Nós damos essa base e este crescimento é resultado desse trabalho consistente e árduo de toda a equipa, assim como da alteração de estratégia implementada no início 2021, que visa o aumento da rentabilidade das agências.”

Luís Henriques acrescenta que 2023 será o início de uma nova jornada de “ainda maior crescimento” que passará “pela implementação contínua de soluções inovadoras e um serviço exclusivo, que visa impulsionar a atividade dos nossos clientes”.

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GuestReady compra AYS Madeira Property Management e expande operações à Madeira

Depois da Oporto City Flats, em 2019, e da The Porto Concierge, em 2021, a GuestReady junta, agora, a AYS Madeira ao seu portefólio. Com esta expansão para o arquipélago, o portefólio da GuestReady ultrapassa as 1.100 propriedades geridas.

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A GuestReady acaba de adquirir o portefólio e operações da AYS Madeira Property Management expandindo-se, assim, para o arquipélago da Madeira.

A GuestReady junta, desta maneira, dezenas de propriedades na Madeira e em Porto Santo, constituindo esta a terceira aquisição da empresa em Portugal, depois da Oporto City Flats e da The Porto Concierge.

A empresa que atua no mercado da gestão de alojamento local em Portugal informa, em comunicado, que “todos os atuais funcionários da empresa integrarão a equipa da GuestReady Madeira ficando responsáveis pela continuidade das operações no arquipélago”.

Rui Silva, Managing Director da GuestReady em Portugal e Espanha, refere na mesma nota que, “a empresa tem um novo rosto, mas os mesmos funcionários, a mesma qualidade de excelência e o know-how local”.

“Com a integração na GuestReady as equipas terão acesso a mais recursos e a um software integrado que se desenvolverá de forma personalizada às suas necessidades o que permitirá às operações locais usufruir de melhores condições de crescimento”, sublinha o responsável pela empresa no mercado ibérico.

A GuestReady adquire assim um portefólio de dezenas de propriedades maioritariamente localizadas na ilha da Madeira — no Caniço, na Calheta e no Funchal —, e em Porto Santo. “Temos uma sólida e consistente carteira de clientes que irá beneficiar desta integração”, adianta Cecilia Lewington, sócia-gerente da da AYS Madeira Property Management e nova Business Developer da GuestReady Madeira.

Desde que a GuestReady chegou a Portugal em 2018 já adquiriu três empresas nacionais: a Oporto City Flats, em 2019, a The Porto Concierge, em 2021 e agora conta-se a terceira, com a AYS Madeira. Com esta expansão para o arquipélago, o portefólio da GuestReady já ultrapassa as 1.100 propriedades geridas.

“Arrancamos com as nossas operações na Madeira a poucas semanas de um dos períodos mais requisitados na ilha: a passagem de ano. Parece-nos o momento ideal para iniciar este novo capítulo para a GuestReady, com a certeza de que queremos continuar a chegar mais longe”, conclui Rui Silva.

Só em 2022 a GuestReady já adquiriu e integrou três empresas de gestão de propriedades europeias: duas em França e a mais recente em Portugal, na Madeira.

Globalmente, a GuestReady conta com 330 colaboradores, sendo que em Portugal e Espanha são mais de uma centena, gerindo, atualmente, mais de 4.000 propriedades em mais de 50 cidades em sete países onde está presente.

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Portugal Branding vai mapear melhores práticas de gestão de marcas territoriais em Portugal

O Portugal Branding – Programa Nacional de Desenvolvimento de Marcas Territoriais pretende “mapear, reconhecer e implementar as melhores práticas ao nível da gestão de marcas territoriais em Portugal”.

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O CEIT – Centro Estratégico de Inovação Territorial e a Coimbra Business School lançaram esta terça-feira, 29 de novembro, o Portugal Branding – Programa Nacional de Desenvolvimento de Marcas Territoriais, com o objetivo de “mapear, reconhecer e implementar as melhores práticas ao nível da gestão de marcas territoriais em Portugal”.

Segundo um comunicado do CEIT, o Portugal Branding assume-se como uma ferramenta inédita “para a qualificação dos territórios nos domínios do
branding e do marketing territorial”, que visa “despertar instituições e profissionais para processos consistentes e continuados de desenvolvimento de marcas territoriais”.

Numa fase inicial, o projeto é direcionado para os municípios, prevendo “o reconhecimento público e validação científica do seu compromisso e trabalho
desenvolvido neste âmbito, a nível estratégico e operacional”.

”Uma equipa de especialistas avaliará o estado de maturidade das respetivas marcas territoriais através de uma matriz de critérios subdivididos por cinco eixos de atuação que vão desde a governação à identidade e percepção da marca”, explica Cristóvão Monteiro, presidente executivo do CEIT – Centro Estratégico de Inovação Territorial.

A matriz deste programa foi desenvolvida por docentes e investigadores ao longo dos últimos dois anos, com base em diversos casos de estudo nacionais e internacionais, uma vez que se pretende criar “um referencial científico ao nível da gestão de marcas territoriais e apoiar os municípios na detecção de oportunidades de melhoria e recomendações de evolução para uma autêntica operação estratégica de branding e de marketing territorial”.

O projeto junta já um conjunto de marcas territoriais relevantes a nível nacional e de perfis muito distintos”, a exemplo de Albufeira, Alcochete, Baião, Braga, Cascais, Castelo Branco, Castro Daire, Coimbra, Fundão, Lisboa, Lousã, Maia, Palmela, Ponte de Lima, Sertã, Sesimbra e Vouzela.

“Este é um projeto que cruza duas realidades indissociáveis no contexto da competitividade atual, a investigação científica e a aplicabilidade prática ao nível dos territórios”, acrescenta Alexandre Gomes da Silva, presidente da Coimbra Business School | ISCAC, revelando que a instituição de ensino superior está também a “consolidar cada vez mais” o Observatório de Branding Territorial enquanto laboratório nacional de referência ao nível da formação e investigação de marcas territoriais.

Ao longo do próximo ano, está ainda previsto um calendário de atividades complementares onde se incluem workshops, formações avançadas, debates e uma conferência nacional sobre do branding e das marcas territoriais.

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Stay Hotels lança campanha de Natal

A campanha de Natal da Stay Hotels disponibiliza um pack de cinco noites por 200 euros e é válida para reservas até 25 de dezembro, cujas estadias decorram até 23 de fevereiro de 2023.

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A Stay Hotels lançou esta quinta-feira, 1 de dezembro, a campanha de Natal ‘Stay for Xtmas’, na qual está a disponibilizar um pack de cinco noites de alojamento pelo preço de 200 euros. Esta campanha é válida para reservas até 25 de dezembro, cujas estadias decorram até 23 de fevereiro de 2023.

Válida para aquisições de vouchers online, através da app ou do website da Stay Hotels, esta campanha permite que o cliente escolha de que forma quer usufruir das cinco noites, ou seja, é o cliente que decide se quer passar as cinco noites seguidas e num único hotel ou se prefere reservar datas e hotéis diferentes, ou até cinco quartos para estadias de famílias ou grupos de amigos.

“Após receção do voucher via email, as reservas devem ser efetuadas diretamente junto do(s) hotel(éis) pretendido(s), através de email, telefone ou ao balcão”, acrescenta a Stay Hotels, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 30 de novembro.

Segundo Jorge Bastos, administrador da Stay Hotels, esta campanha oferece a “oportunidade perfeita para celebrar a quadra natalícia” em família ou com amigos, até porque é possível escolher entre as várias unidades da Stay Hotels, que contam com as “localizações mais estratégicas das cidades portuguesas, com todo o conforto, a um preço muito atrativo”.

Guimarães, Porto, Coimbra, Torres Vedras, Lisboa, Évora e Faro são as cidades onde a Stay Hotels conta com unidades hoteleiras.

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Projeto da futura marina de Setúbal prevê acolher 600 embarcações e superiates

O projeto para a marina de Setúbal prevê que possa receber superiates com uma dimensão até 50 metros de comprimento.

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02O estudo prévio da futura marina de Setúbal, infraestrutura com capacidade para acolher 600 embarcações, incluindo superiates com 50 metros, foi apresentado recentemente pela administração portuária aos eleitos locais, como resultado de um grupo de trabalho que também envolve a Câmara Municipal.

Na sessão de apresentação, realizada nas instalações da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra (APSS), o presidente da Câmara Municipal de Setúbal, André Martins, salientou a “complexidade” do projeto, tendo em conta que o Estuário do Sado é uma “zona sensível” e que há necessidade de ter em consideração os seus impactes “na cidade e em particular na frente ribeirinha”, que tem vindo a ser requalificada.

“O nosso futuro comum depende muito de tudo aquilo que nós hoje temos aqui para fazer. Este é um projeto que transforma profundamente toda a zona ribeirinha da cidade e que tem influência em todo o concelho e em toda a região”, acentuou o autarca. “Naturalmente que nós gostávamos de ter visto a marina já estar em desenvolvimento há uns anos, mas sabemos da complexidade do que está em causa.”

André Martins sublinhou a necessidade de ainda serem dados passos para que do estudo prévio se passe à fase de projeto e que, depois, se atinja o “grande objetivo” de haver uma marina em Setúbal, equipamento que, como recordou, “está equacionado na nova revisão do PDM”, que espera ver ratificada em breve pelo Conselho de Ministros.

O estudo prévio, resultante do grupo de trabalho formado por técnicos municipais e da APSS, criado em 2014, prevê que a infraestrutura nasça entre o edifício do Mercado de Segunda Venda, junto da Doca dos Pescadores, e o edifício do Cais 3, junto da Doca das Fontainhas, e implique uma grande requalificação urbanística da zona envolvente à marina.

Prevê-se que a marina, que pretende ser uma infraestrutura de excelência de apoio à náutica de recreio, possa receber superiates com uma dimensão até 50 metros de comprimento.

O estudo prevê ainda a melhoria das condições para acolher navios de cruzeiro de pequena dimensão, incluindo a implementação de uma gare de passageiros no edifício do Mercado de Segunda Venda, e a disponibilização de uma área exclusiva para a operação de embarcações marítimo-turísticas.

Concurso internacional num ano
A intenção é lançar o concurso público internacional no prazo de um ano, após a conclusão da Proposta de Definição de Âmbito (PDA) do Estudo de Impacte Ambiental, também apresentada na sessão, e do desenvolvimento de todo o processo de avaliação de impacte ambiental do projeto. Até lá serão realizadas reuniões com entidades interessadas no projeto, nomeadamente ligadas aos setores da náutica e do turismo, do ambiente e da pesca com o objetivo de recolher contributos.

Após referir que o grupo de trabalho permite “encontrar as melhores soluções para a cidade e para a atividade portuária”, André Martins destacou a “visão e entendimento” existente entre a autarquia e a APSS e manifestou o desejo de que “este trabalho continue e que as zonas que ainda precisam de ser requalificadas possam vir a sê-lo”, numa perspetiva de “ligação harmoniosa” da cidade ao rio para usufruto da população.

O autarca reconheceu que a atividade portuária tem impactes, mas salientou “o trabalho que tem sido desenvolvido no sentido de minorar esses efeitos” e de estabelecer, “de uma forma clara”, quais as áreas em que a cidade pode usufruir do rio e as que estão dedicadas à atividade portuária.

O presidente do conselho de administração da APSS, Carlos Correia, considerou que, numa altura em que o porto se prepara para celebrar o seu centenário, em 18 de dezembro de 2023, este é “um projeto de enorme relevância para a APSS, para a Câmara Municipal de Setúbal e para a região”.

Segundo Carlos Correia, “o porto de Setúbal tem um papel fundamental na captação e valorização da náutica de recreio e do turismo na cidade e na região, tirando partido das condições naturais únicas do Estuário do Sado e da Serra da Arrábida”, e pretende promover “uma melhor integração na área urbana envolvente”, com a “melhoria da qualidade dos espaços urbanos para usufruto” de setubalenses e visitantes.

O administrador recordou que os estudos para a futura concessão à iniciativa privada da construção e exploração da marina foram desenvolvidos em parceria com a Câmara Municipal e que uma marina com “condições de excelência para o acolhimento de um maior número de embarcações e de uma série de serviços de qualidade” é um objetivo estratégico da APSS e contribui para o desenvolvimento da atividade do turismo náutico.

Quanto à atividade de cruzeiros e mega-iates, “setor de enorme relevância ao nível do desenvolvimento turístico local”, está a ser ultimado o processo de certificação no cais de acostagem do molhe exterior da Doca dos Pescadores, enquanto se encontram em análise várias possibilidades de instalação de áreas de apoio para os passageiros, com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, a Alfândega e a Polícia Marítima.

“O licenciamento de um espaço com mais de 50 mil metros quadrados, em Santa Catarina, para implementação de um centro náutico de excelência, que irá disponibilizar um conjunto de serviços complementares à futura marina de Setúbal”, é outro projeto destacado por Carlos Correia, que vê na Câmara Municipal “um parceiro determinante” e assegura que os projetos da APSS são sempre baseados “na defesa e salvaguarda das questões ambientais”.

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Nova edição: Entrevistas APAVT, SETCS, TPNP, FITUR, Emirates e Réveillon

A próxima edição do jornal Publituris publica neste número várias entrevistas. A primeira é ao presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, a poucos dias do 47. Congresso da associação. Entrevistados foram, também, Rita Marques, na altura ainda SETCS, e Luís Pedro Martins, presidente do TPNP, por altura do WTM London, bem como Maria Valcare, diretora da FITUR, e David Quito, country manager da Emirates. O dossier desta edição é dedicado ao “Réveillon”.

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A próxima edição do jornal Publituris faz capa com uma entrevista a Pedro Costa Ferreira, presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT), a poucos dias do arranque do 47.º Congresso da associação que se realiza nos Açores, de 8 a 11 de dezembro.

Ao Publituris, Pedro Costa Ferreira admitiu não acreditar que 2023 acompanhe o crescimento do setor do turismo registado em 2022, até porque “incerteza” é a palavra-chave para o ano que vem. Também para 2023 não é esperada uma decisão relativamente ao novo aeroporto, embora saliente que, antes de uma primeira reunião da Comissão de Acompanhamento, a localização já esteja decidida, uma vez que há que defenda Alcochete.

No que diz respeito à TAP, o presidente da APAVT diz que o que a associação “precisa, é de uma TAP que consiga desenvolver o processo de crescimento e que consiga segurar o ‘hub’ português”, além de “ter êxito no processo de recuperação”.

O Publituris marcou presença, enquanto Media Partner, no World Travel Market London 2022. Nas inúmeras conferências realizadas durante o evento, não faltaram temas como os recursos humanos, tecnologia, sustentabilidade, os “novos” turistas” e o “novo” turismo. Contudo, a palavra “incerteza” esteve presente em todos os painéis num evento marcado pela necessidade de “repensar o turismo”.

Entrevistada imediatamente após o final da Conferência dos Ministros do Turismo, durante o World Travel Market London 2022 (WTM), a agora ex-secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, entretanto substituída por Nuno Jorge Cardona Fazenda de Almeida, admitiu que “em momento algum identificamos a necessidade, depois de dois anos volvidos de pandemia, de melhorar ou alterar substancialmente a nossa estratégia”. Por isso, o otimismo para 2022 é grande e a possibilidade de se atingir os 20 mil milhões de euros em receitas é ainda maior.

Provavelmente na última entrevista que deu enquanto SETCS, Rita Marques salientou que, “mais do que ‘rethink tourism’, o que temos de fazer é execute the strategy’. Agora será outro a executá-la.

Também durante o WTM 2022, falámos com Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), que admitiu que o turismo está “finalmente de regresso”. A poucos dias de receber o prémio ‘Gold Trophy’ pelo filme promocional ‘The Majestic Adventures of Ofelia de Souza’, nos New York Festival TV & Film Awards, salientou que, sem guerra a região estaria a crescer a “números incríveis”. Contudo reconhece que “é importante não esquecer a necessidade de manter um plano B, porque não havendo uma pandemia, há uma guerra e haverá uma retração de muitas economias”.

Ainda na seção “Meeting Industry”, e a menos de dois meses do arranque do evento que dá o pontapé de saída no universo das feiras de turismo no mundo, Maria Valcare, diretora da FITUR, diz que “o fio condutor comum a tudo o que a FITUR mostra, é o crescimento sustentável”. Com várias FITUR dentro da FITUR, a novidade da edição de 2023 está na aposta no turismo desportivo com a FITUR Sports.

O “dossier” desta edição é dedicado ao Réveillon, momento alto para o turismo, que começa a ressentir-se do aumento dos preços provocado pela inflação, mas não no que à venda de viagens de Fim de Ano diz respeito. O Publituris conversou com oito operadores turísticos e agências de viagens, que garantem o crescimento da procura por programas nesta época muito desejada para destinos como a Madeira, Brasil e Cabo Verde. Num contexto de crise, o setor torna-se mais competitivo, mas “continua a existir mercado para todo o tipo de produtos”.

Constrangido por “limitações económicas e pandémicas”, o viajante português manifesta preocupação pelos grandes fluxos de passageiros nos aeroportos, taxas de ocupação das companhias aéreas e dos hotéis e, especialmente, pela questão da segurança sanitária (e agora também física) dos destinos a eleger. Agências e operadores “reajustam a oferta à procura expectável”, em função da “disponibilidade e necessidades dos clientes” que, “mais seletivos e exigentes”, não dispensam a celebração com jantar e festa caraterística do Réveillon.

E a um mês da grande festa que celebra a Passagem de Ano em quase todo o mundo, a Publituris reúne algumas das melhores programações turísticas que para o Réveillon 2022.

Nos “Transportes”, a comemorar uma década em Portugal, a Emirates está a viver um período positivo e a registar taxas de ocupação elevadas na rota de Lisboa, que volta a contar com dois voos diários.

David Quito, country manager da Emirates para Portugal, admite que “Portugal é, hoje, um destino fundamental para a Emirates, apesar do período negro da pandemia”.

Além dos “Check-in”, as opiniões desta edição pertencem a Jaime Quesado (economista e gestor), Miguel Mello do Rego (Allianz Partners Portugal), Sílvia Dias (Savoy Signature), Pedro Castro (SkyExpert), contando ainda com o “Observatório”, de António Paquete (economista e consultor de empresa), e de uma “Análise” de Luiz S. Marques (Dreams – Universidade Lusófona).

Boas leituras!

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