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World2Fly já voa

A World2Fly terá dois voos semanais a partir de Madrid e um a partir de Lisboa. A frota é constituída por três aviões de longo curso: um A330-300 e dois A350-900.

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A World2Fly acabou de receber o certificado de operador aéreo, permitindo, a partir desta segunda-feira, 26 de abril, efetuar reservas no seu site, tendo já realizado o seu primeiro voo  de teste, em Toulouse (França), após a produção, avança a imprensa em Espanha.

A World2Fly operará a partir dos aeroportos de Lisboa e Madrid, com destino às Caraíbas, como Havana (Cuba), Cancun (Riviera Maya) e Punta Cana (Playa Bávaro), a partir de 19 de junho. De Madrid, haverá duas frequências semanais, enquanto a partir de Lisboa haverá um voo. A frota é constituída por três aviões de longo curso (dois em 2021 mais um em 2022): um A330-300 (com base em Lisboa) e dois A350-900 (entrega em maio de 2021 e maio de 2022).

De acordo com Bruno Claeys, “o significado de voar é muito mais do que viajar: é o início de uma aventura”. O diretor da World2Fly reconhece que a empresa é “jovem”, mas “formada por profissionais bem preparados para oferecer uma experiência de voo moderna, sustentável, inovadora e com gestão de qualidade”.

 

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Cathay Pacific oferece bónus salarial aos pilotos para voarem

Os pilotos que completem quatro das suas rotas são os que recebem maior bónus salarial por parte da Cathay Pacific.

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A Cathay Pacific está a oferecer bonificações salarias aos seus pilotos até 3.200 euros para que estes continuem a voar, apesar das restrições relacionadas com a COVID-19 na região da China.

O jornal britânico “Independent” refere que a companhia aérea, com sede em Hong Kong (China), está pagar bónus de 2.075 libras (cerca de 2.500 euros) para os pilotos que operem os “voos de circuito fechado”, enquanto os pilotos que completam quatro das suas rotas poderão receber 2.700 libras (cerca de 3.240 euros).

Um voo de circuito fechado implica realizar voos consecutivos durante três semanas, permanecendo o piloto isolado num hotel entre as viagens e, posteriormente, realizar uma quarentena ao regressar a Hong Kong. Os pilotos têm ainda 14 dias de descanso após cada ciclo de “circuito fechado”, embora sete desses dias devam ser passados isolados em casa.

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Viajes Abreu é o melhor cliente charter da Iberia

Companhia aérea espanhola distinguiu, durante a FITUR, a feira de turismo de Madrid, os seus melhores parceiros em 2021.

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A Viajes Abreu, empresa espanhola da Agência Abreu, foi distinguida durante a FITUR, a feira de turismo de Madrid, como o melhor cliente charter da companhia aérea espanhola Iberia, que premiou esta sexta-feira, 21 de janeiro, os seus melhores parceiros em 2021.

“Estes prémios, que cumprem este ano a sua 13.ª edição, reconhecem o trabalho das agências de viagens, empresas e outras organizações com as quais a Iberia teve uma excelente relação durante este segundo ano de pandemia e que contribuíram para manter a conetividade de Espanha com o resto do mundo, demonstrando a sua confiança na Iberia no último ano”, explica a companhia aérea, num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com a companhia aérea espanhola, a Viajes Abreu foi distinguida pela sua “firme aposta na colaboração com a Iberia”, o que permitiu “valorizar o projeto das duas empresas de contratação de charters de Lisboa e Porto com a Madeira e obter grande sucesso nas operações”.

Além da Viajes Abreu, a Iberia distinguiu também a CN Travel como melhor operador turístico pelos “bons resultados no mercado de curta e média distância”, com destaque para o “grande contributo para as rotas sazonais da Madeira e dos Açores, em Portugal”.

Além destes parceiros, a Iberia premiou também a ZWT e a Zamer-Servivuelo como melhores agências, assim como a BCD Meetings&Events como melhor agência de grupos.

Além destas categorias, a Iberia também entregou prémios aos melhores clientes no segmento corporativo, com destaque para o Grupo Elecnor, que foi distinguido na categoria de grandes contas, enquanto a Universidad de Navarra foi distinguida com o prémio delegação e a Albacora recebeu a distinção na categoria On Business.

Já o prémio NDC foi para a Halcón Viajes e o reconhecimento póstumo distinguiu Federico Galtie, pelo seu “enorme percurso profissional” e “inestimável colaboração com a Iberia na área charter”.

 

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Transfergest com sinais de recuperação

O software Transfergest , usado para transferes e transportes turísticos registou crescimentos em 2021 tanto ao nível de serviços efetuados como de passageiros transportados.

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O software Transfergest , usado por cerca de 1.200 condutores de transferes e transportes turísticos e respetivos parceiros de negócio a nível nacional, registou um aumento de 75,1% no número de serviços realizados em 2021, em comparação com o ano anterior.

No que respeita ao número de passageiros transportados de e para os aeroportos nacionais, o crescimento foi de 65,6%, face a 2020.

A plataforma indica ainda que cerca de 54% do movimento de transferes de aeroporto ocorreu a partir de setembro e até ao final do ano, o que poderá estar relacionado com a retoma da procura na época baixa

Um claro indicador da retoma da procura do mercado turístico externo, é o facto de que 83% dos serviços estão relacionados com partidas e chegadas nos aeroportos internacionais.

Outro dado a reter é que a quebra face a 2019 se situou em 35%, quando em 2020 tinha sido de 61%, o que representa mais um sinal de recuperação do movimento originado nos transferes de aeroporto.

A análise dos dados permite verificar que a região com maior registo de serviços de transporte de passageiros foi o Algarve com 49%, seguido de Lisboa com um total de 36%, o Norte a registar 11% e finalmente as Ilhas com 4% dos serviços registados a nível nacional.

O software Transfergest, desenvolvido pela OSB Solutions, empresa estabelecida no Algarve e com clientes em todo o continente e iIlhas, apresenta-se como uma plataforma digital que facilita a gestão das empresas de transferes e transportes turísticos.

Carina Miguel, CEO da OSB revela que “através do Transfergest, pretendemos continuar o caminho da inovação tecnológica para contribuir para a digitalização dos processos de gestão e das operações das empresas de transporte turístico”.

Apesar dos números registados em 2021 continuarem abaixo dos registados no período pré-pandemia (2019), os dados apurados “levam-nos a crer que Portugal continua a ser visto como um líder em matéria de turismo. Estas estatísticas permitem-nos concluir que quando terminarem as limitações às viagens que ainda se encontram em vigor face à pandemia da Covid-19, a posição de Portugal continuará a aumentar no nos mercados internacionais”, refere a gestora.

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Delta Air Lines prevê cancelamentos devido ao 5G

Companhia aérea norte-americana explica que a implantação do 5G em dezenas de aeroportos dos EUA interfere com os instrumentos dos aviões, o que põe em causa a segurança.

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A Delta Air Lines revelou esta quinta-feira, 20 de janeiro, que conta ter de cancelar alguns dos seus voos devido à implantação do 5G nas proximidades de dezenas de aeroportos nos EUA, até porque as autoridades de aviação norte-americanas emitiram já alertas sobre as restrições de voos devido à interferência do serviço com os instrumentos dos aviões.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa pela companhia aérea norte-americana, estas interferências podem por em causa a segurança dos aparelhos, uma vez que a implantação do 5G pode interferir com os instrumentos de altitude dos aparelhos, que garantem a segurança dos aviões em diferentes condições climatéricas.

“Como tal, a Delta está a tomar as medidas necessárias para garantir que a segurança continua a ser a prioridade, em conformidade com as diretrizes da FAA [entidade que regula a aviação comercial nos EUA].

Apesar dos alertas, várias empresas de telecomunicações já anunciaram que vão limitar a implantação do 5G e atrasar a disponibilização do serviços em vários aeroportos do país, numa medida que a Delta Air Lines considera positiva.

Ainda assim, a companhia aérea norte-americana considera que “as indústrias podem crescer, inovar e coexistir para o benefício dos consumidores”, desde que seja encontrada “uma solução prática que permita a implantação da tecnologia 5G, preservando a segurança e evitando interrupções nos voos”.

Apesar da limitação na implantação do 5G, a Delta Air Lines acredita que ainda vai ter de cancelar alguns voos e, por isso, lembra que os passageiros afetados por estes cancelamentos podem pedir uma isenção da diferença de tarifa e reagendar o seus voos ainda antes do cancelamento.

Além desta isenção, a companhia aérea norte-americana permite também a remarcação automática para a próxima ligação disponível sempre que um voo seja cancelado, com a Delta Air Lines a garantir ainda que vai enviar também atualizações sobre alterações de itinerário diretamente para os dispositivos móveis ou e-mail dos clientes.

Além destas opções, os clientes da companhia aérea podem também recorrer à aplicação Fly Delta ou ao webiste delta.com para verificar o status de seu voo e gerir a sua remarcação com opções convenientes de autoatendimento.

“Quando os cancelamentos se tornam necessários como último recurso, a Delta trabalha para fazer alterações que afetem o menor número de clientes com os menores atrasos. Pedimos desculpas aos clientes por qualquer interrupção em seus planos de viagem”, acrescenta a companhia aérea norte-americana.

A companhia aérea revela ainda que, devido aos problemas causados pela implantação do serviço, se juntou a outras companhias aéreas com o objetivo de atrasar o 5G no espectro da banda C e “até que existam mais proteções e garantias contra possíveis interferências nos altímetros de rádio das aeronaves”.

Apesar de todas as medidas, para a companhia aérea, o impacto destes problemas nas viagens aéreas pode ser “imediato e significativo, impactando diretamente nas viagens de passageiros e no transporte de carga”, numa preocupação que já levou mesmo os CEO das principais companhias aéreas norte-americanas a alertarem, através de uma carta conjunta, que o “comércio do país vai parar”.

A Delta Air Lines garante ainda que está a avaliar a segurança das aeronaves e a tentar perceber se é seguro voar perto dos aeroportos onde o 5G já está a ser implementado, uma vez que, conclui a companhia aérea, “asegurança é e sempre foi a prioridade número um da Delta”.

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Emirates lança nova campanha filmada no topo do edifício mais alto do mundo

Esta é a segunda campanha da Emirates filmada no topo do Brj Khalifa, o edifício mais alto do mundo, com o objetivo de promover a Expo Dubai 2020, assim como a cidade do Dubai.

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A Emirates lançou uma nova campanha promocional filmada no topo do edifício mais alto do mundo, o Burj Khalifa, iniciativa que motivou um investimento de 20 milhões de euros e que visa promover a Expo Dubai 2020 e a cidade do Dubai.

“Em agosto de 2021, a Emirates já tinha lançado o primeiro anúncio a ser filmado no topo do Burj Khalifa, numa campanha que transmitiu as mensagens da companhia aérea a mais de 800 metros de altura – tendo-se tornado viral e chegado às manchetes internacionais e feeds de redes sociais de milhões de pessoas”, explica a companhia aérea, num comunicado divulgado esta quinta-feira, 20 de janeiro.

A nova campanha conta com um vídeo de um minuto, no qual é possível “ver a figurante, que veste o icónico uniforme da Emirates em representação da tripulação de cabine, de pé no topo do Burj Khalifa by Emaar e a segurar cartazes com frases que convidam turistas de todo o mundo a visitar a Expo 2020 Dubai, a bordo da Emirates”.

“Numa altura em que chegamos a meio dos seis meses de exibição da Expo, vemos que o entusiasmo e a dinâmica à volta do evento continuam muito fortes. A nossa última campanha transmite a mensagem da Expo de forma ousada e convida os turistas a visitar e a experimentar aquele que é verdadeiramente o maior espetáculo do mundo. Neste momento, não há outro lugar que ofereça tantas atrações, entretenimento e eventos musicais de primeira categoria”, considera Tim Clark, presidente da Emirates Airline.

Em destaque na nova campanha está também o avião A380, a maior aeronave comercial do mundo, que apresenta uma pintura “exclusiva e alusiva à Expo 2020 Dubai”.

“O vídeo culmina num flypast sobre a impressionante cúpula Al Wasl, na Expo 2020 Dubai. Algumas cenas dos bastidores destas filmagens podem ser vistas no canal de YouTube da Emirates, bem como nas páginas de redes sociais da companhia aérea”, acrescenta a Emirates na informação divulgada.

Esta nova campanha de Emirates resulta de “um rigoroso planeamento composto por ensaios, testes e um rígido protocolo de segurança”, que envolveu “stakeholders de todo o setor da aviação do Dubai, com um especial foco na segurança em todos os momentos em que se realizam as manobras de baixa altitude com o A380″.

A nova campanha global multicanal da Emirates vai estar disponível em 12 idiomas e em 19 países, sendo exibida através plataformas televisivas, cinematográficas, digitais e na comunicação social.

“O anúncio faz parte de um investimento mais amplo de 20 milhões de dólares, que a Emirates encetou com o objetivo de gerar notoriedade, entusiasmo e, em última análise, resultar em mais visitas ao Dubai e à Expo 2020 Dubai”, acrescenta a companhia aérea.

 

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Tráfego aéreo recupera em Portugal mas ainda fica 46% abaixo de 2019

Entre janeiro e dezembro de 2021, a NAV Portugal controlou um total de 443,6 mil voos, 45,6% menos que em 2019 mas 28% acima de 2020.

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No ano passado, o tráfego aéreo nacional recuperou 28% face a 2020, mas continuou a apresentar uma expressiva descida face aos níveis pré-pandemia, avança a NAV Portugal, empresa nacional de navegação aérea, em comunicado.

De acordo com os dados preliminares divulgado esta quinta-feira, 20 de janeiro, em 2021, a NAV Portugal controlou um total de 443,6 mil voos, o que representa “menos 45,6% do que o total de tráfego controlado em 2019, o último ano pré-pandemia e ano de referência para a aviação civil”.

“O tráfego em 2021 continuou assim bastante afetado pelo surgimento de novas vagas e variantes de Covid-19, contudo, e em comparação com 2020, registou-se uma recuperação de 28% no tráfego aéreo em Portugal ao longo do ano passado”, lê-se na informação divulgada.

Os 443,6 mil voos controlados pela NAV Portugal no ano passado comparam com os 345 mil movimentos registados no ano anterior e com os 816,3 mil voos de 2019, que tinha sido um  “ano de recorde de tráfego em Portugal”.

“Apesar de em termos globais o tráfego ter recuado 45,6% em comparação com o ano de referência, em 2021 viveram-se diferentes realidades quanto à evolução do tráfego, que começou a dar sinais de uma recuperação cada vez mais sustentada à medida do evoluir do ano”, acrescenta a NAV Portugal.

A empresa de navegação aérea nacional revela ainda que, no primeiro mês de 2021, “o tráfego estava 65,9% abaixo de janeiro de 2019” mas recuperou ao longo do ano e, em dezembro, “já se encontrava «apenas» 15,4% abaixo do mesmo mês de 2019”, o que se deveu a “uma aceleração constante sentida a partir de março”.

“Esta evolução positiva e gradual do tráfego ao longo do ano resultou em duas metades de ano completamente distintas no tráfego aéreo em Portugal. Enquanto no primeiro semestre de 2021 o tráfego gerido pela NAV Portugal ficou 66% abaixo do mesmo período de 2019, no segundo semestre a queda já se situou «apenas» em 26,5%”, sublinha a NAV Portugal.

Para 2022, a NAV Portugal conta apresentar algumas novidades, a exemplo da nova sala de operações do Centro de Controlo de Tráfego Aéreo de Lisboa, local onde é gerida “a grande maioria dos voos que todos os dias atravessam o espaço aéreo português”, assim como da entrada em operação de “um novo sistema de gestão de tráfego aéreo”.

“Estes dois investimentos, em conjunto com o realizado no Centro de Controlo Oceânico, assinalam o constante compromisso da NAV Portugal com a modernização e melhoria contínua da sua operação, assegurando uma prestação cada vez mais segura e eficiente dos serviços de navegação aérea, sendo esta a melhor forma de apoiar uma recuperação do tráfego aéreo gradual, consistente e cada vez mais sustentável”, conclui a empresa.

 

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Airbus recruta 6.000 trabalhadores em 2022

Contratação vai decorrer um pouco por todo o mundo e abrange todas as atividades do grupo Airbus, com um quarto das vagas a dirigir-se às “novas competências” ligadas à descarbonização, transformação digital e cibertecnologia.

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A Airbus vai recrutar 6.000 trabalhadores e reavaliar a necessidade de novos recrutamentos ao longo do ano, anunciou o fabricante aeronáutico europeu, que estima um aumento da produção ao longo do ano, à medida que a pandemia seja ultrapassada.

“Depois desta primeira vaga, o número de recrutamentos externos será reavaliado até meados de 2022 e ajustaremos as nossas necessidades em conformidade”, disse o diretor de recursos humanos do grupo, Thierry Baril, citado num comunicado divulgado pela Lusa.

Segundo a informação avançada, a contratação vai decorrer um pouco por todo o mundo e abrange todas as atividades do grupo Airbus, concretamente aviões comerciais, defesa, espaço e helicópteros.

A Lusa recorda que, com o impacto da pandemia na aviação, a Airbus reduziu as taxas de produção em 40% a partir de abril de 2020 e anunciou o corte de 15.000 postos de trabalho, número que acabaram por ser revistos em baixa devido às ajudas públicas, nomeadamente em França e na Alemanha.

Agora, a Airbus justifica a contratação de 6.000 funcionários com os “fortes sinais de recuperação na indústria aeroespacial” após a pandemia e a necessidade de “preparar o futuro da aviação e implementar o roteiro para a descarbonização” do transporte aéreo, segundo Thierry Baril.

Um quarto dos recrutamentos planeados dirá respeito a “novas competências” ligadas à descarbonização, transformação digital e cibertecnologia.

Durante a pandemia, a Airbus reduziu a produção de aviões de corredor único A320 (A319, A320 e A321) de 60 para 40 aviões por mês, mas já está novamente a produzir 45 aviões por mês e conta aumentar para 65 aeronaves por mês até ao verão de 2023.

O fabricante europeu prevê ainda aumentar para 75 aeronaves por mês em 2025, contando com o forte crescimento do tráfego aéreo mundial previsto a longo prazo e a necessidade de as companhias aéreas renovarem as suas frotas com aeronaves mais modernas que consumam menos combustível e, por conseguinte, emitam menos CO2.

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Air Transat retoma voos entre Toronto e Faro

Companhia aérea canadiana retomou esta quarta-feira, 19 de janeiro, os voos entre o Canadá e o Algarve, naquela que é a primeira vez em 20 anos que a Air Transat voa para a região nos meses de verão.

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A Air Transat retomou esta quarta-feira, 19 de janeiro, os voos entre Toronto e Faro, numa operação sazonal que está de regresso até 25 de outubro, informou a ANA – Aeroportos de Portugal em comunicado.

Na informação divulgada, a empresa que gere os aeroportos nacionais explica que esta é a primeira vez nos últimos 20 anos que a Air Transat voa para Faro no verão, uma vez que a companhia aérea canadiana tem vindo a realizar operações regulares para o aeroporto algarvio, mas apenas durante o inverno.

“A companhia tem vindo a efetuar operações regulares para o aeroporto de Faro, mas até agora com voos regulares apenas nos meses de inverno. Aliás, se considerarmos os registos dos últimos 20 anos, esta será a primeira vez que a companhia aérea opera em Faro no verão”, destaca a ANA.

A rota entre Toronto e Faro é realizada em aviões A321neoLR, com capacidade para 199 passageiros, e conta “com mais 20 movimentos no inverno IATA e mais 64 movimentos no verão”, indica a ANA.

“Com esta importante aposta da Air Transat, colocando no seu portefólio de rotas o  Algarve também como destino de verão, abrem-se novas oportunidades para o desenvolvimento do turismo na região. Será uma importante diversificação da oferta nas rotas de verão para o Aeroporto de Faro e estamos muito otimistas relativamente ao sucesso desta operação”, considera Francisco Pita, Chief Commercial Officer da ANA – Aeroportos de Portugal.

Já Joseph Adamo, Chief Sales and Marketing Officer da Air Transat, sublinha que esta rota, “que agora passa a ser anual, permite aos visitantes canadianos explorar a magnífica região do Algarve, um destino costeiro cada vez mais popular, que tem tanto para oferecer em termos de cultura e paisagens majestosas, e ao mesmo tempo oferece aos passageiros portugueses a oportunidade de descobrir o Great White North”.

A partir de Toronto, os passageiros desta rota podem ainda ter acesso às operações regulares da Air Transat para vários aeroportos no Canadá, como Vancouver, Calgary e Montreal.

 

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Aeroportos nacionais recuperam tráfego e regressam a 73% do nível de 2019 no 4.º trimestre de 2021

Recuperação do tráfego registada entre outubro e dezembro de 2021 representa um aumento de 3,2 vezes em relação ao quarto trimestre de 2020, segundo a Vinci Airports.

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Os aeroportos portugueses geridos pela Vinci Airports registaram uma recuperação de tráfego no ano passado e, no quarto trimestre do ano, regressaram mesmo a 73% do tráfego no mesmo trimestre de 2019, o que representa um aumento de 3,2 vezes em relação ao quarto trimestre de 2020.

De acordo com os dados divulgados pela Vinci Airports esta terça-feira, 18 de janeiro, no quarto trimestre de 2021, o tráfego nos aeroportos nacionais registou “um aumento de quase 19 pontos em comparação com o trimestre anterior”.

Já os números de passageiros em ligação com as principais capitais europeias “aumentaram particularmente em outubro e novembro durante as férias de outono”, com destaque para Paris-Orly, para onde se registou uma descida de 18% face a igual período de 2021; Genebra, onde o número de passageiros desceu 12%; Amesterdão, com um decréscimo de 11% e Londres-Heathrow, que apresentou mesmo um crescimento de 2%.

Apesar dos números mais positivos, a Vinci Airports alerta que, devido à nova variante Ómicron, que provocou a quinta vaga da pandemia, “o ritmo da recuperação mostrou alguns sinais de abrandamento no final do ano”.

No total, os aeroportos geridos pela Vinci Airports em todo o mundo processaram quase 32 milhões de passageiros no quarto trimestre de 2021, menos 46% do que em comparação com o mesmo período em 2019, “mas mais do dobro do número no quarto trimestre de 2020”, destaca a empresa que gere os aeroportos portugueses.

No que diz respeito ao acumulado do ano, os números também mostram alguma recuperação, ainda que mais tímida, uma vez que foram processados “cerca de 86 milhões de passageiros”, valor que fica “66% abaixo de 2019 mas 12% acima relativamente a 2020”.

“Após resultados muito encorajadores em outubro e novembro (-48% e 44%, respetivamente), o final do ano foi marcado por um ressurgimento da pandemia em alguns países devido ao aparecimento da variante Omicron. No entanto, ao contrário da situação no final de 2020, os Governos não impuseram medidas de limitação de viagens tão restritivas, preferindo confiar no rastreio e nas elevadas taxas de vacinação na maioria dos países”, justifica a Vinci Airports, no comunicado divulgado.

De acordo com a empresa de gestão aeroportuária, “a recuperação do tráfego de passageiros continuou, portanto, no quarto trimestre de 2021, na maior parte dos aeroportos da rede”, sendo que uma análise mais detalhada permite perceber que na República Dominicana e na Costa Rica, “o tráfego continua a manter-se próximo dos níveis registados em 2019, enquanto Portugal, Reino Unido, Sérvia e Chile, apresenta um número de passageiros duas a quatro vezes mais elevado do que no quarto trimestre de 2020”.

“Além disso, o Camboja e o Chile reabriram, neste último trimestre, as fronteiras aos viajantes internacionais depois de meses de fronteiras fechadas. Ilustrando esta tendência positiva, o fator médio de carga das aeronaves que operam nos aeroportos da rede VINCI Airports aumentou para 70% em outubro e novembro pela primeira vez desde o início da crise”, acrescenta a Vinci Airportos.

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Depois da Praia e São Vicente CVA anuncia ligações entre o Sal e Lisboa

A Cabo Verde Airlines (CVA) anunciou que vai recomeçar a sua operação entre o Sal e Lisboa no próximo dia 11 de fevereiro com um voo semanal, marcando a retoma das ligações internacionais a partir daquele ilha turística.

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Depois de ter retomado no final do ano as ligações entre a cidade da Praia e Lisboa, e de estar agendado para o próximo dia 03 de fevereiro a operação com partida de São Vicente, a Cabo Verde Airlines (CVA) anunciou que vai passar a voar entre a ilha do Sal e a capital portuguesa, a partir de 11 de fevereiro, marcando assim o reinício de ligações internacionais desde aquela ilha turística.

Em comunicado, a Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV) — CVA (nome comercial) refere que a ligação Sal – Lisboa – Sal será a próxima rota a ser operada pela companhia, que voltou a voar em dezembro, após 21 meses sem atividade comercial devido à pandemia de covid-19.

Os voos semanais envolvendo o Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, naquela ilha cabo-verdiana, arrancam em 11 de fevereiro, com a ligação entre Lisboa e o Sal, às sextas-feiras, e do Sal para Lisboa, aos sábados.

“Conforme plano de retoma, a companhia está a introduzir, de forma gradual, mais voos com base na evolução da pandemia da COVID-19 e a recuperação dos mercados emissores”, recorda o comunicado citado pela Lusa.

A TACV retomou as operações na rota Lisboa – Praia em 27 de dezembro, coincidindo com o 63.º aniversário da companhia aérea cabo-verdiana, depois de um interregno iniciado em março de 2020, na sequência das limitações internacionais impostas para conter a pandemia.

Entretanto, a companhia anunciou que vai reiniciar as operações semanais na rota Lisboa – Mindelo, ilha de São Vicente, em 03 de fevereiro.

No final de dezembro, após assembleia-geral extraordinária, a presidente da companhia, Sara Pires, previu também o regresso dos voos entre Praia e Boston (Estados Unidos da América), no segundo trimestre. Já ni início deste ano, a executiva avançou que a transportadora de bandeira cabo-verdiana pretende retomar ligações a Paris e ao marcado brasileiro.

A companhia está a voar com um avião, com duas ligações semanais Praia – Lisboa, mas segundo a presidente deverá introduzir um novo aparelho no segundo trimestre deste ano e até final de 2023 ter três aviões a voar com as suas cores.

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