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SATA mantém política de flexibilidade nas reservas até 30 de junho

Política de flexibilidade ‘Reserve com Tranquilidade’ permite que os passageiros alterem a data da viagem as vezes que forem necessárias, sem custos adicionais.

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Política de flexibilidade ‘Reserve com Tranquilidade’ permite que os passageiros alterem a data da viagem as vezes que forem necessárias, sem custos adicionais.

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As companhias aéreas do Grupo SATA vão manter até 30 de junho a política de flexibilidade ‘Reserve com
Tranquilidade’, ao abrigo da qual os passageiros podem alterar a data da viagem “o número de vezes que forem necessárias”, sem qualquer custo extra, informou o grupo de aviação açoriano, em comunicado.

“Tendo em conta o cenário de pandemia (e consequentes restrições no que respeita à realização de viagens)
as companhias aéreas SATA Azores Airlines estenderam a campanha que permite alterar, gratuitamente, as
reservas que venham a ser efetuadas até 30 de junho 2021”, explica o comunicado do Grupo SATA, divulgado esta quinta-feira, 15 de abril.

A SATA lembra que, devido à pandemia da COVID-19, os passageiros têm vindo a ser confrontados, desde março de 2020, “com alterações constantes no que respeita ao quadro de restrições que vigoram nos diversos destinos”, dificuldades que têm inviabilizado  a definição de “planos de viagens com alguma antecedência” e que levaram a SATA Air Açores e a Azores Airlines a lançarem, no segundo semestre de 2020, a campanha ‘Reserve com
Tranquilidade’,  “que possibilita a alteração de reservas, sem a cobrança de qualquer penalização”.

“Face às circunstâncias imprevistas com que todos se deparam, esta campanha tem sido retomada por
diversas ocasiões e, desta feita, vai estender-se até 30 de junho, abrangendo reservas efetuada em voos
operados quer pela SATA Air Açores ou pela Azores Airlines”, acrescenta o grupo de aviação.

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Costa Cruzeiros lança folheto para o mercado português e promove itinerários com golfe

Companhia de cruzeiros apresentou esta sexta-feira, a bordo do Costa Fascinosa, em Lisboa, as propostas para o mercado português ao longo do próximo ano.

A Costa Cruzeiros lançou um novo folheto dedicado ao mercado português, denominado ‘O Melhor da Costa 2023’, que inclui as propostas da companhia de cruzeiros para os Emirados Árabes Unidos, Mediterrâneo, Ilhas Gregas e Norte da Europa ao longo do próximo ano.

“Temos um novo folheto, que se chama ‘O Melhor da Costa para 2023’. Lançámos este folheto em português, para mostrar quais são os melhores programas que temos para o mercado português”, explicou esta sexta-feira, 30 de setembro, Rafael Fernández, responsável de Comunicação da Costa Cruzeiros para Espanha e Portugal, durante uma apresentação a bordo do Costa Fascinosa.

De acordo com o responsável, este novo folheto inclui “também uma série de argumentos sobre porque se deve fazer um cruzeiro na Costa”, assim como as propostas da companhia que levam diretamente o passageiro “desde casa até ao porto de embarque”.

Incluído no novo folheto da Costa Cruzeiros está também um itinerário, em outubro do próximo ano, com partida e chegada a Lisboa, e que contempla 15 dias de duração e escalas em Cádis, Barcelona, Marselha, Savona, Valência, Lanzarote, St. Cruz de Tenerife e Funchal.

Além deste, a Costa Cruzeiros vai ainda promover um itinerário, em junho, com partida de Lisboa e oito dias de duração, que prevê escalas em Vigo, Le Havre, Kristiansand, Aahrus e chegada a Kiel.

Além dos itinerários portugueses, Rafael Fernández falou ainda sobre o novo programa Cruise & Golf que a companhia lançou para os adeptos do golfe e que permite “comprar um pacote de três ou quatro green fees em campos de golfe em Itália, França e Espanha”.

“Está a ter muito sucesso porque quem gosta de golfe pode jogar em três ou quatro campos distintos na mesma semana, sem os custos associados a essas viagens”, explicou o responsável, revelando que devido à elevada procura a companhia decidiu alargar esta oferta aos Emirado Árabes Unidos.

“Como está a ter muito sucesso, no próximo ano vamos também lançar este pacote nos Emirados Árabes Unidos. Vai ser possível jogar, até durante a noite, em campos do Dubai, Abu Dhabi, Omã ou Qatar”, acrescentou.

A apresentação dos destaque da programação da Costa Cruzeiros para o próximo ano decorreu esta sexta-feira, 30 de setembro, a bordo do Costa Fascinosa, navio que está a realizar um itinerário de posicionamento desde o Norte da Europa para o Mediterrâneo e que embarcou cerca de 50 passageiros na capital portuguesa.

Depois deste itinerário de reposicionamento, o Costa Fascinosa vai fazer mais dois cruzeiros com partida e chegada a Lisboa, a 30 de outubro e 19 de novembro, e duração de 11 e 13 dias, respetivamente. O primeiro itinerário prevê escalas em Gibraltar, Valência, Barcelona, Savona, Marselha, Málaga e Cádis, enquanto o segundo passa em Gibraltar, Valência, Barcelona, Savona, Marselha, Tanger, Casablanca e Cádis.

O Costa Fascinosa fica no Mediterrâneo até dezembro, altura em que será novamente reposicionado nas Caraíbas, onde vai passar o inverno.

Com 1508 cabines, das quais 524 com varanda, o Costa Fascinosa presta homenagem ao teatro e ao grande cinema, e que conta com parque aquático com nove piscinas e hidromassagens, casino, 12 bares, seis restaurantes, área infantil com temática Peppa Pig, percurso para corrida, campo de jogos, teatro e Spa.

 

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José Manuel Bolieiro defende para o destino Açores sustentabilidade e genuinidade

O presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, defendeu que a região deve continuar a posicionar-se como destino de “desenvolvimento sustentável”, assegurando “genuinidade e manutenção do património” como marcas distintivas.

“Temos um compromisso convicto com a nossa história, a nossa identidade e aqueles que são os objetivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas”, declarou o líder açoriano, citado na página oficial do Governo Regional.

José Manuel Bolieiro, que falava aos jornalistas, em Ponta Delgada, lembrou que há que “saber cativar” profissionais para o setor, com “melhores remunerações” e “formação contínua”, acrescentando que “quando nos queixamos da falta de mão-de-obra, temos de considerar que há necessidade de qualificação de recursos humanos, mas também há uma responsabilidade de saber cativar”.

Para cativar trabalhadores, acrescentou ainda, que é preciso garantir aos futuros e aos atuais, “para que não desistem da sua intervenção, motivação e realização pessoal e profissional na sua carreira com melhores remunerações, com qualificação e formação contínua e com obviamente tempo de lazer”.

José Manuel Bolieiro destacou ainda a necessidade, no campo do turismo, de não ser “adulterada a identidade e a natureza” dos Açores, havendo “total comprometimento com a preservação e valorização” da “natureza, identidade e história”.

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47º Congresso da APAVT aposta mais uma vez em sessão exclusiva para agentes de viagens

O 47º Congresso da APAVT, que terá lugar de 8 a 11 de dezembro deste ano, em Ponta Delgada (Açores) vai apostar mais uma vez numa sessão exclusiva para os agentes de viagens, disse aos jornalistas o presidente da Associação, Pedro Costa Ferreira, num encontro sexta-feira, em Lisboa.

“Estamos muito focados na construção de um edifício diferenciador para os agentes de viagens associados da APAVT, portanto, temas como os nossos processos de certificação na área da sustentabilidade e na área do serviço ao cliente serão, certamente, centrais desta reunião”, defendeu o presidente da APAVT.

Além disso, explicou que “fazemos sempre um ponto de situação político, no fundo, um prestar de contas da direção, sobre o que fez no último ano, e uma troca de opiniões que para nós é muito importante, sobre as áreas de intervenção, e as principais dificuldades sentidas pelos agentes de viagens para o próximo ano, não deixaremos de acompanhar os processos de recuperação económico-financeira, até porque sempre tivemos consciência que as necessidades de tesouraria iriam acontecer sobretudo na altura da retoma, e não nos enganámos”, sublinhou.

Sobre este assunto, Pedro Costa Ferreira evidenciou que “não há atualmente apoios significativos no mercado, há é pagamentos significativos dos apoios que nos foram dados, em sede de créditos”, para adiantar que “as agências de viagens já começaram a pagar ao Turismo de Portugal, começarão em breve a pagar os empréstimos concedidos para pagamento dos vales dos clientes, portanto toda esta área relacionada com a recuperação económico-financeira, manteremos ativa na nossa análise, porque sentimos que é um diálogo que não deve ser esgotado”.

O dirigente apontou ainda que “os processos de apoios parecem estar muito centralizados em crédito, o que nós não queremos porque endividados já estamos, e parecem muito centralizados no Banco do Fomento, entidade que está demasiado afastada de nós do ponto de vista institucional, das práticas concretas e das oportunidades concretas dos agentes de viagens”.

É com satisfação que o presidente da APAVT tem assistido à participação nos congressos da Associação de um número cada vez maior de agentes de viagens. Acredita, assim, que “a sessão exclusiva com os agentes de viagens aparece porque cada vez há mais agentes de viagens a participar nos nossos congressos, e admito que cada vez há mais agentes de viagens, não apenas pela sessão, mas pela versatilidade de todo o congresso”.

Para o congresso dos Açores, Pedro Costa Ferreira deu conta que um hotel reservado exclusivamente para agentes de viagens já está esgotado, e a APAVT já está a reservar uma segunda unidade hoteleira, tudo indicando que “vamos ultrapassar os números do ano passado, em termos de agentes de viagens”.

 

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Best Wine Selection valoriza vinhos do Dão

O programa “Best Wine Selection”, iniciativa que acaba de ser oficialmente apresentado no Solar do Vinho do Dão (Viseu), é um programa-piloto que visa a valorização do projeto “Enoturismo na Região Demarcada dos Vinhos do Dão”.

A apresentação do programa foi presidida pela secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, que destacou a resiliência do setor da restauração e deu os parabéns pelos projetos apresentados. “Quero deixar uma palavra de alento para os empresários da restauração, que têm sido um pilar da recuperação operada, dinamizando toda a atividade económica. A oportunidade destes programas é mais uma boa desculpa para continuar a fazer bem feito. O que queremos é o melhor e para isso para temos que continuar a servir bem”, afirmou.

O programa Best Wine Selection tem como objetivo principal dignificar e promover os vinhos portugueses, neste caso os vinhos do Dão, gerando uma rede de restaurantes que garanta a satisfação dos seus clientes, através da oferta de vinhos de qualidade e da prestação de um serviço irrepreensível. Ao mesmo tempo, este programa é mais uma iniciativa-chave que vem valorizar o projeto “Enoturismo na Região Demarcada dos Vinhos do Dão”, lançado pela CIM Viseu Dão Lafões e integrando sinergias entre a AHRESP, o Turismo Centro de Portugal, a Viseu Marca e a CVR do Dão.

Fruto desta iniciativa os restaurantes da região Viseu Dão Lafões vão poder exibir um novo selo de qualidade, o “Best Wine Selection”, que atesta a excelência do serviço prestado no domínio dos vinhos do Dão.

Promover a oferta vitivinícola da região, incentivar o consumo de produtos regionais e qualificados, impulsionar as empresas de restauração e alojamento que integrem o programa e atrair turistas, consumidores e visitantes são objetivos complementares.

Para poderem ser candidatos ao programa “Best Wine Selection”, os restaurantes têm de ser previamente aderentes ao programa “Seleção Gastronomia e Vinhos”, também da AHRESP. Depois, devem manifestar o interesse na candidatura através do preenchimento de um boletim de inscrição, disponível no site da AHRESP.

Os restaurantes que integrem esta Rede passam a usufruir de várias vantagens, como o direito de exibirem uma placa e um diploma “Best Wine Selection”, respetivamente no exterior e no interior do estabelecimento. Também podem utilizar a marca “Best Wine Selection” para promoverem e divulgarem iniciativas próprias, aceder a canais de promoção inerentes ao próprio programa e serem incorporados no site das entidades parceiras, com ligação a outros sites de interesse turístico. Além disso, ficam abrangidos por estímulos a processos de modernização e de implementação de boas práticas.

O programa “Best Wine Selection” surge em linha com a proposta de ativação da Rota do Vinho do Dão, com iniciativas de qualidade e diferenciadoras, tirando partido de outras atividades com potencial turístico já em curso no território, nomeadamente ao nível da gastronomia, da valorização do património histórico, das tradições culturais e da vertente natureza, com particular incidência no inegável valor histórico e patrimonial vitivinícola existente na região do Dão.

 

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“Fazer!” é tema do 47º Congresso da APAVT em Ponta Delgada

“Fazer!”, numa perspetiva de “decisão, realização e construção”, é o tema do 47º Congresso da APAVT, revelou aos jornalistas, sexta-feira, em Lisboa, o presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo, Pedro Costa Ferreira. Como já havia sido anunciado, este congresso terá lugar de 8 a 11 de dezembro, em Ponta Delgada (Ilha de São Miguel – Açores).

“Estamos muito felizes e dispostos a fazer do tema a nossa prática de intervenção nos próximos anos: construir, construir, construir. Decidir e realizar. Um sangue que é muito nosso”, disse o presidente da APAVT, para realçar que estamos a edificar para as agências de viagens nossas associadas um quadro diferenciador”.

Pedro Costa Ferreira esclareceu que “uma vez mais é um congresso do turismo organizado por agentes de viagens. Do ponto de vista das suas temáticas e da adesão dos congressistas, não está apenas em redor dos agentes de viagens”, assim  “vamos outra vez fazer um ponto de situação do turismo como um todo, e uma tentativa de olhar para o futuro do setor”.

No entanto, conforme disse, “começa a ser como uma espécie de sala ao lado, um minicongresso dentro do congresso, que responde a uma cada vez maior participação dos agentes de viagens no congresso”. Trata-se de uma sessão exclusiva para agentes de viagens e “este ano vamos alargá-la no tempo e no espaço de intervenção. O congresso encerra dia 10 à hora de almoço e prosseguiremos durante todo o dia só com os agentes de viagens”, explicou.

Neste que é o terceiro Congresso da APAVT realizado na Região Autónoma dos Açores, sob a presidência de Pedro Costa Ferreira, “um enorme destino, mas com desafios que devem ser encarados, e teremos um painel dedicado à análise destas questões, assim como teremos um momento depois de conhecimento e vivência do destino turístico em si, que acontecerá da parte da tarde do segundo dia”, apontou.

No que diz respeito propriamente aos painéis, o dirigente sublinhou que “vamos desafiar muito os congressistas a falar menos do que te corrido pior, apenas o necessário, para expressarem sobre o que temos que fazer melhor e esperamos com isso contribuir para uma política mais próxima da realização e com menos momentos de anúncio”.

Assim, a questão do crescimento do país vai estar na sessão de abertura, numa tradição que “é muito nossa, que é dotar os congressistas de um pensamento mais global, mais geral, menos focado no próprio setor”.

Os grandes desafios do modo geral do turismo português estarão em painel  próprio, a necessidade de diversificação do produto, de novos mercados e de mais território vão ter também painel próprio, bem como os caminhos para os Açores, para além de uma sessão exclusiva para agentes de viagens.

Do ponto de vista de alguns oradores e intervenientes já confirmados, o congresso contará, no painel de crescimento com presença do deputado da Iniciativa Liberal, Carlos Guimarães Pinto, Pedro Siza Vieira e Nadim Habib, da Nova SBE. A APAVT diz que não dispensa o presidente da SATA, Luís Rodrigues, Álvaro Covões no painel da diversificação de produto, novos mercados e mais território, bem como o presidente da Câmara de Aveiro, Ribau Esteves.

Catarina Valência, especialista em património cultural, fará, igualmente, uma intervenção na tentativa de colocar este património cultural nas práticas turísticas. A presença, pelo Turismo de Portugal, num dos painéis, participará o vogal Filipe Silva, enquanto Margarida Almeida, CEO da Amazing Evolution, desenvolverá alguns aspetos relacionados, entre outros, “com a tendência preocupante do aumento do preço associada a quebra de serviço”, avançou Pedro Costa Ferreira. A nível internacional, para já está confirmada a presença do presidente da ECTAA, na sessão de encerramento.

Finalmente, “é também nossa tradição o espírito de network e de fortalecimento de relações entre as pessoas”. Neste âmbito, numa das noites do congresso, está programado um espetáculo com uma dimensão bastante grande, do mágico Luís de Matos.

O presidente da APAVT destacou que “o Congresso tem uma dimensão entre 600 e 700 pessoas, uma dimensão perfeitamente razoável e indicada para os objetivos do congresso. Não buscamos um crescimento contínuo e sem sentido”, adiantando que “as inscrições já começaram e estão a decorrer em muito bom número. Diria que em melhor ritmo do que o ano passado”.

 

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OE2023: AHRESP apresenta 25 propostas ao Governo para “salvaguardar as empresas”

A aplicação temporária da taxa reduzida do IVA nos serviços de alimentação e bebidas é uma das medidas apresentada pela associação.

Dada a aproximação da apresentação do Orçamento de Estado para 2023 (OE2023), a 10 de outubro, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) propôs ao Governo 25 medidas “para salvaguardar as empresas e contribuir para o fortalecimento da economia portuguesa”, conforme se pode ler em comunicado enviado às redações.

As medidas propostas incidem em cinco eixos estratégicos: fiscalidade, capitalização das empresas, incentivo ao consumo, apoio ao investimento e qualificação e dignificação do emprego, sendo que o documento com a enumeração de todas as propostas encontra-se disponível para consulta no website da AHRESP.

Destas, a associação destaca quatro medidas que considera prioritárias: a aplicação temporária da taxa reduzida do IVA nos serviços de alimentação e bebidas; instrumentos de apoio à capitalização das empresas; apoios ao investimento na eficiência energética e na transição digital e mecanismos/plataformas que apoiem e facilitem a contratação de trabalhadores, nomeadamente a contratação organizada de imigrantes.

“A AHRESP considera que é essencial a inclusão de medidas ambiciosas e significativas para as empresas e para as famílias, de forma a minimizar o impacto da inflação e do aumento dos custos da energia e dos combustíveis”.

Como prosseguem em comunicado, a associação aponta que apesar “do pico da atividade dos meses de verão, as margens de negócios estão completamente esmagadas – os custos energéticos aumentaram 24% e os produtos alimentares 15,4%, enquanto na restauração e similares os preços aumentaram 4.5%”. Apoiando-se nestes dados do INE, a AHRESP conclui que “a grande maioria das empresas optou por absorver uma parte desse aumento de custos para não lesar em demasia os seus clientes, pelo que as margens estão no seu limite”.

Neste contexto, a associação alega que é “imperioso” proteger “o poder de compra dos consumidores, mas também a tesouraria das empresas, que ainda não retomaram os níveis pré-pandemia e são agora sujeitas a um novo contexto de adversidade económica e financeira”.

Numa nota final, a AHRESP defende que “o OE2023 deverá ser um instrumento determinante na defesa das atividades económicas do Canal HORECA, pois só assim será possível garantir que o contributo dado pelo Turismo para a recuperação económica pós-pandemia não tenha sido em vão, assegurando-se a sustentabilidade dos negócios e a manutenção dos postos de trabalho”.

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Nova edição: merytu, sustentabilidade, Quadrante e Animação Turística

A nova edição do Publituris, a última do mês de setembro, faz capa com a nova plataforma merytu, que pretende dar resposta a uma problemática do setor do turismo: os Recursos Humanos.

A nova edição do Publituris, a última do mês de setembro, faz capa com a nova plataforma merytu, que pretende dar resposta a uma problemática do setor do turismo: os Recursos Humanos.

Pensada em 2020 e lançada no ano passado, esta plataforma pretende facilitar o contacto entre quem emprega e quem procura emprego liberal e flexível. Apesar de ter uma especial incidência na hospitalidade, a merytu pretende abranger todo o turismo a nível nacional, entre outros setores de atividade já em vista.

Nesta edição, saiba também o que está a fazer o operador turístico Quadrante, que decidiu mudar alguns paradigmas para estar mais próximo dos agentes de viagens, e conheça as conclusões a que chegou Cláudia Seabra, investigadora da Universidade de Coimbra, que foi estudar o impacto da COVID-19 na sustentabilidade no turismo.

Os Publituris Portugal Travel Awards 2022 estão a chegar e, por isso, os nomeados voltam a integrar esta edição, até porque a votação para eleger os vencedores termina já a 7 de outubro.

Até lá, ainda é possível votar nos 104 nomeados em 15 categorias que concorrem na edição deste ano e que serão conhecidos no dia 18 de outubro, a partir das 19h00, na Quinta da Pimenteira, em Lisboa. A votação está disponível aqui.

Nesta edição, publicamos ainda um dossier sobre animação turística, segmento que continua a encontrar vários constrangimentos e cuja recuperação ainda é tímida. Integrada neste trabalho, está também uma entrevista ao presidente da APECATE, associação que representa a animação turística, congressos e eventos, que se queixa dos parcos apoios destinados a este setor.

Além do Check-in, as opiniões desta edição são de Francisco Jaime Quesado (economista), Mafalda Almeida (professora do ISCE), António Paquete (economista) e Luiz S. Marques (investigador).

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Edição Digital: merytu, sustentabilidade, Quadrante e Animação Turística

A nova edição do Publituris, a última do mês de setembro, faz capa com a nova plataforma merytu, que pretende dar resposta a uma problemática do setor do turismo: os Recursos Humanos.

A nova edição do Publituris, a última do mês de setembro, faz capa com a nova plataforma merytu, que pretende dar resposta a uma problemática do setor do turismo: os Recursos Humanos.

Pensada em 2020 e lançada no ano passado, esta plataforma pretende facilitar o contacto entre quem emprega e quem procura emprego liberal e flexível. Apesar de ter uma especial incidência na hospitalidade, a merytu pretende abranger todo o turismo a nível nacional, entre outros setores de atividade em vista.

Nesta edição, saiba também o que está a fazer o operador turístico Quadrante, que decidiu mudar alguns paradigmas para estar mais próximo dos agentes de viagens, e conheça as conclusões a que chegou Cláudia Seabra, investigadora da Universidade de Coimbra, que foi estudar o impacto da COVID-19 na sustentabilidade no turismo.

Os Publituris Portugal Travel Awards estão a chegar e, por isso, os nomeados voltam a integrar esta edição, até porque a votação para eleger os vencedores termina já a 7 de outubro.

Até lá, ainda é possível votar nos 104 nomeados em 15 categorias que concorrem na edição deste ano e que serão conhecidos no dia 18 de outubro, a partir das 19h00, na Quinta da Pimenteira, em Lisboa. A votação está disponível aqui.

Nesta edição, publicamos ainda um dossier sobre animação turística, segmento que continua a encontrar vários constrangimentos e cuja recuperação continua a ser tímida. Integrada neste trabalho, está também uma entrevista ao presidente da APECATE, associação que representa o setor da animação turística, congressos e eventos, que se queixa dos parcos apoios destinados ao setor.

Além do Check-in, as opiniões desta edição são de Francisco Jaime Quesado (economista), Mafalda Almeida (professora do ISCE), António Paquete (economista) e Luiz S. Marques (investigador).

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Novo aeroporto de Lisboa: Comissão técnica vai estudar cinco soluções

A comissão técnica que vai fazer a avaliação ambiental estratégica para o novo aeroporto de Lisboa terá em mãos cinco soluções, mas podem ainda propor mais caso entenda, revelou aos jornalistas o ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos no final do Conselho de Ministros desta quinta-feira.

Em causa, segundo o governante citado pela Lusa, está a solução em que o aeroporto Humberto Delgado fica como aeroporto principal e Montijo como complementar, uma segunda em que o Montijo adquire progressivamente o estatuto de principal e Humberto Delgado de complementar, uma terceira em que Alcochete substitui integralmente o aeroporto Humberto Delgado, uma quarta em que será este aeroporto o principal e Santarém o complementar e uma quinta em que Santarém substitui integralmente a Portela.

Já na quarta-feira à noite, em entrevista à RTP3, Pedro Nuno Santos, havia avançado que a comissão técnica do novo aeroporto de Lisboa, com responsabilidade de apresentar um estudo de avaliação ambiental estratégica com conclusões até final de 2023, vai poder estudar mais localizações, além de Montijo, Alcochete e Santarém, lembrando que em 50 anos já foram analisados 17 locais.

A comissão técnica vai poder “incluir, se o entender, outras localizações na avaliação ambiental estratégica”, além das “que se conhecem”, disse, lembrando que “todo o trabalho que foi feito antes ao longo dos últimos anos será também utilizado”, estimando-se terem sido gastos cerca de 70 milhões de euros em estudos para a localização do novo aeroporto.

Ainda segundo o ministro, a comissão técnica vai ser liderada por um coordenador geral escolhido pelo primeiro-ministro, António Costa, mas sob a indicação do presidente do Conselho Superior de Obras Públicas, do presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas e do presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento sustentável. “Estas três personalidades vão sugerir um coordenador geral que depois vai constituir seis equipas que vão trabalhar em seis dossiers diferentes”, acrescentou.

Refira-se que o Governo aprovou esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, uma resolução que determina a avaliação ambiental estratégica para escolher a localização do novo aeroporto de Lisboa, através de uma comissão técnica independente que terá um coordenador geral, sob proposta de três personalidades.

Além disso, foi aprovada uma proposta de lei que clarifica a intervenção dos municípios nos “procedimentos de construção, ampliação ou modificação de um aeródromo, de forma a clarificar que no procedimento de apreciação prévia de viabilidade relativa à construção de aeroportos os pareceres das câmaras municipais não são vinculativos”, adiantou André Moz Caldas, secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, também citado pela Lusa.

Portela precisa de obras “já” diz Nuno Pedro Santos

O ministro das Infraestruturas e Habitação, declarou também aos jornalistas, no final do Conselho de Ministros desta quinta-feira, que o aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, precisa de obras “já”, não permitindo aumentar a sua capacidade, mas pelo menos a sua fluidez operacional e conforto do passageiro, tendo em conta que o novo aeroporto “vai demorar”.

Como esta iniciativa implica investimento alteração das bases da concessão com a ANA – Aeroportos de Portugal, detida pelo grupo Vinci, Pedro Nuno Santos indicou que é nesse quadro que é possível “chegar a um valor” para este investimento, chegando a um “entendimento” com a concessionária.

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Viagens El Corte Inglés renova estrutura em Portugal

O Grupo Viagens El Corte Inglés acaba de anunciar a renovação da sua estrutura em Portugal. Nuno Brás Francisco, que nos últimos 22 anos no grupo desempenhou funções na área Financeira e Direção de Pessoas & Talento, assumirá o cargo de subdiretor de toda a operação no nosso país.

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Na nova equipa diretiva, António Alexandre Pereira irá liderar a área de Business Travel e respetiva equipa do segmento corporate em Portugal, enquanto na área do Leisure, Dora Pinto será responsável pela rede de lazer, potenciando sinergias entre a mesma e serviços transversais. Estes dois profissionais contam com mais de 20 anos ao serviço da empresa, e com vasta experiência no modelo de negócio das Viagens El Corte Inglés.

No aproveitamento de sinergias, a reorganização a empresa unifica os Departamentos de Produto e Marketing sob a direção de Pedro Pereira, que integra ainda, como novidade, uma área

exclusivamente dedicada ao seu produto estrela: cruzeiros, com João Pereira como key account.

Como product manager da aviação e 18 anos no grupo, Vanessa Rosa estará encarregue da gestão das companhias aéreas e apoio à rede de vendas.

A nova estrutura contará também com um novo Departamento de Organização, liderado por Filipa Aldeia, também ela com 20 anos no grupo, que irá implementar novos procedimentos na melhoria do fluxo de comunicação, assegurar processos que visam garantir padrões qualidade da empresa de viagens, e apoio na expansão da rede de venda.

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