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Britânicos reveem férias no estrangeiro

Os britânicos parecem ter revisto as férias para este verão. Segundo uma pesquisa do “Observer”, 68% admite não sair de terras de Sua Majestade.

Victor Jorge
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Os britânicos parecem ter revisto as férias para este verão. Segundo uma pesquisa do “Observer”, 68% admite não sair de terras de Sua Majestade.

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Afinal, os britânicos não parecem muito virados para passar férias no estrangeiro. Segundo uma pesquisa realizada para o “Observer” e citada pelo “The Guardian”, a maioria dos britânicos ponderam fica por terras de Sua Majestade, indicando 68% dos inquiridos não efetuou qualquer reserva de férias no exterior. Além disso, a pesquisa citada pelo diário inglês salienta ainda que grande parte dos britânicos têm receio que sejam obrigados a cancelar ou a reagendar as férias.

Recorde-se que a secretário de Estado do Turismo, Rita Marques, admitiu, numa entrevista à rádio BBC, esperar “receber todos os turistas britânicos a partir de 17 de maio”, depois do Reino Unido ter retirado Portugal da lista de países de risco elevado para a COVID-19, ainda que o Governo português tenha mantido a suspensão de voos entre Portugal continental e território britânico até 31 de março de 2021, obrigando a quarentena os passageiros os passageiros que cheguem a Portugal em voos de escala, com origem no Reino Unido.

Na pesquisa do “Observer”, contudo, a pergunta “não vamos tirar férias de verão” este ano é a que mais sobressai, o que sugere que a grande maioria das pessoas se conformaram em ficar em casa ou fazer férias domésticas.

Nos últimos dias, os ministros do governo britânicos esforçaram-se para diminuir as expectativas do público sobre as férias no exterior, dizendo acreditar que é “extremamente improvável” que as férias no exterior sejam permitidas num futuro próximo devido ao perigo de pessoas regressarem com variantes do coronavírus ao Reino Unido.

Mais recentemente, o secretário de cultura Oliver Dowden disse ter dúvidas sobre a retoma das viagens internacionais não essenciais e reconheceu que todas as restrições legais podem não terminar em junho como era esperado, depois de um assessor do governo levantar preocupações sobre o cronograma de desconfinamento total.

Questionados sobre quando achavam que poderiam fazer novamente férias no exterior, apenas 5% dos inquiridos indicaram o mês de agosto e cerca de 33% disseram acreditar que não poderiam tirar férias no exterior até 2022.

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Governo destaca potencial do Turismo Inclusivo que “pode trazer muito retorno e crescimento económico ao país”.

Para a secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, Portugal está a desperdiçar um mercado com grande potencial, até porque, na Europa, há 127 milhões de pessoas com incapacidades mas que viajam anualmente. 

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A secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, considerou esta quinta-feira, 23 de junho, que o turismo inclusivo “pode trazer muito retorno e crescimento económico ao país”, pelo que o grande desafio está em fazer com que os empresários percebam o potencial deste segmento.

De acordo com a Lusa, que cita as palavras da governante no encerramento da conferência “Região de Coimbra: Destino Acessível”, na Lousã, Ana Sofia Antunes salientou que Portugal não pode “desperdiçar” este mercado.

“Estas pessoas não viajam sozinhas, só para se ter ideia do mercado que estamos a desperdiçar”, disse Ana Sofia Antunes, realçando que este segmento é aquele “que viaja mais, por mais tempo, tem mais condições económicas para gastar dinheiro e que volta e é mais fiel quando é bem tratado”.

A secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência lembrou ainda vários estudos que mostram que, na Europa, existem 127 milhões de pessoas com deficiências e incapacidades mas que anualmente viajam.

Ana Sofia Antunes lembrou também que o turismo inclusivo não se destina apenas a “pessoas em cadeira de rodas”, uma vez que este é um mercado que não se limita apenas às pessoas com deficiência, mas também aos que têm “incapacidades resultantes da idade, que vão querer viver mais com qualidade de vida”.

“O turismo é um setor que gera receitas e precisa de perceber que parte desse resultado deve ser investido na criação de condições de inclusão, porque isso é valor e vai trazer um retorno muito maior”, acrescentou a governante, lamentando, no entanto, que as acessibilidades físicas sejam “as mais difíceis de ver plenamente cumpridas e implementadas, porque são as mais caras”, ainda que já tenha sido possível “mobilizar muito dinheiro para isto”.

Ana Sofia Antunes recordou que o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) mobilizou para cessibilidades físicas 50 milhões de euros e anunciou que estão abertas candidaturas para intervenções em habitações de pessoas com deficiência, sejam casa própria ou arrendadas, que permitam eliminar barreiras e permitam criar condições de fruição.

Na conferência que contou com a presença da governante, foram dados a conhecer os investimentos já realizados na região de Coimbra com vista à melhoria das acessibilidade e a tornar o destino mais inclusivo, com destaque para as ações do AccessTUR – Centro de Portugal, um projeto de promoção do turismo acessível e inclusão social, promovido pela Accessible Portugal, com o apoio da Turismo do Centro e das sete comunidades intermunicipais da região Centro.

A Lusa lembra, contudo, que, na área da CIM Região de Coimbra e a nível nacional, o município da Lousã é dos mais avançados no turismo acessível, com um caminho nesta área percorrido desde 2011, ao longo do qual foi criada uma provedoria municipal para as pessoas com incapacidade, um selo de turismo acessível e apostado em projetos turísticos acessíveis.

 

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Feira Internacional do Artesanato regressa à FIL entre 25 de junho e 3 de julho

A FIA 2022 – Feira Internacional do Artesanato arranca no próximo sábado, 25 de junho, trazendo até à FIL, no Parque das Nações, em Lisboa, artesanato de mais de 30 países, num certame que decorre até 3 de julho.

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A FIA 2022 – Feira Internacional do Artesanato arranca no próximo sábado, 25 de junho, trazendo até à FIL, no Parque das Nações, em Lisboa, artesanato de mais de 30 países, num certame que decorre até 3 de julho.

De acordo com a organização, nesta edição, a FIA vai ocupar três dos quatro pavilhões da FIL, sendo que no Pavilhão 1 vai estar representado o artesanato nacional, enquanto o Pavilhão 2 recebe os artesãos internacionais das mais diversas latitudes e o Pavilhão 3 será dedicado à restauração, com sabores típicos de todas as regiões do país.

Entre os destaques da feira, encontra-se o maior vestido de cortiça do mundo, uma pérola do artesanato, que tem uma extensão total de 17 metros e que vai estar em exposição no Pavilhão 1 da FIL.

Destaque merecem também as diferentes atividades incluídas no programa da FIA 2022, como workshops, conferências e trabalhos ao vivo, a exemplo da conferência sobre eco design e sustentabilidade aplicados ao calçado, que tem lugar a 27 de junho, pelas 15h30, com a participação da marca Marita Moreno.

Mas também há um vasto programa de workshops, seja sobre a renda de frioleira, que vai estar em destaque a 25 de junho, pelas 17h00, enquanto no dia 28 será a vez dos bordados das Caldas motivarem um workshop pelas 17h00 e os lenços de namorados do Minho outro, pelas 20h00. Além destes, há ainda um workshop sobre joalharia em cerâmica, ministrado por Carolina Andrade, no dia 1 de junho.

Presente no certame vai estar ainda a A.CERTIFICA, o único organismo em Portugal continental que certifica produções tradicionais artesanais e que vai levar até à FIL trabalhos ao vivo com filigrana portuguesa (25 e 27 de junho) e renda de bilros (28 de junho 3 de julho), estando ainda previstos vários momentos dedicados à promoção da certificação com nomes como o chef Hernâni Ermida e o apresentador Júlio Isidro.

Além das iniciativas relacionadas com o artesanato, a FIA 2022 vai também contar com uma vasta oferta gastronómica, com a participação de restaurantes regionais do Alentejo e do Norte de Portugal, assim como com uma zona tasquinhas regionais.

Este ano, a novidade é mesmo a área de vinhos, que vai contar com 10 produtores nacionais de nove regiões, concretamente Algarve, Alentejo, Bairrada, Beira Interior, Dão, Douro, Lisboa, Região dos Vinhos Verdes e Trás-os-Montes.

O pavilhão da restauração vai ter entrada gratuita entre as 12h30 e as 14h30, enquanto a entrada na feira tem um preço de oito euros, existindo também packs de três ou quatro bilhetes, cujos preços são de 18 e 20 euros, respetivamente.

O programa completo da FIA 2022 pode ser consultado online aqui.

 

 

 

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Beja reafirma que aeroporto é “uma excelente e útil alternativa” a Lisboa e Faro

Assembleia Municipal de Beja aprovou terça-feira, 21 de junho, uma moção em que defende que o aeroporto da cidade pode e deve ser utilizado, “em caso de necessidade e de sobrelotação” dos aeroportos de Lisboa e Faro.

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A Assembleia Municipal de Beja aprovou terça-feira, 21 de junho, uma moção em que defende que o aeroporto da cidade é “uma excelente e útil alternativa” aos aeroportos de Lisboa e Faro, “em caso de necessidade e de sobrelotação”, avança a Lusa.

De acordo com uma nota enviada à Lusa, a moção, que foi aprovada por unanimidade pelos eleitos das várias forças políticas, na mais recente reunião da Assembleia Municipal (AM) de Beja, lembra que “o Aeroporto de Beja encontra-se certificado pelo Instituto Nacional de Aviação Civil e é um dos quatro aeroportos portugueses que podem receber voos internacionais”, tanto de passageiros como de carga.

Por isso, defende a AM de Beja, “é urgente” rentabilizar esta infraestrutura aeroportuária, através do empreendimento do Alqueva, do Porto de Sines, do turismo, das fábricas de componentes aeronáuticos que a Embraer possuía em Évora e que, agora, são da espanhola Aernnova.

“Com vontade política de aposta nesta infraestrutura aeroportuária, seria até possível criar aqui uma Zona Franca com características fiscais especiais, onde se praticassem taxas alfandegárias reduzidas”, lê-se na nota enviada à Lusa.

Apesar de admitir que o aeroporto de Beja “dificilmente conseguirá ser um aeroporto complementar ao de Lisboa”, a AM de Beja considera que esta infraestrutura “pode ser, em caso de necessidade e de sobrelotação dos aeroportos de Lisboa e de Faro, uma excelente e útil alternativa”.

“A ação política local, nomeadamente através da Câmara Municipal de Beja, deve lutar e contribuir para a utilização regular do aeroporto”, sustenta a moção, onde se considera ainda que, devido ao potencial económico, o Alentejo “precisa do aeroporto como polo de desenvolvimento e valorização da região, pois, este possui espaço suficiente para uma plataforma logística de carga aérea, tendo um elevado potencial como zona industrial”.

A AM de Beja reclama também um maior investimento público, de forma a melhorar as acessibilidades, modernizar a ferrovia e a rodovia, assim como outros equipamentos e infraestruturas, de forma a fixar população e combater o isolamento.

“É importante que se aproveitem, desde já, os fundos estruturais estratégicos que Portugal vai receber”, acrescenta a nota da AM de Beja.

O documento vai agora ser enviado ao Presidente da República, ao primeiro-ministro e ao ministro do Planeamento e das Infraestruturas.

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Revive lança novo concurso para concessão de imóvel histórico em Pinhel

A “Casa Grande” de Pinhel é o 27.º imóvel colocado a concurso no âmbito deste programa e vai ser concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de € 5.869,57.

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O Programa Revive vai lançar um novo concurso para concessão de uma casa nobre em Pinhel com vista à sua recuperação e utilização para fins turísticos, naquele que será o 27.º imóvel colocado a concurso no âmbito deste programa.

“O imóvel será concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de € 5.869,57”, adianta o Ministério da Economia e do Mar, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 22 de junho, onde explica que este é um dos 16 imóveis integrados na segunda fase do programa REVIVE.

Este imóvel histórico, localizado junto à muralha de Pinhel, é conhecido como “Casa Grande” e pertenceu à família Antas e Menezes, que na época detinha a alcaidaria-mor da vila, também sido ocupado pelas tropas francesas, durante as Invasões Francesas.

Mais tarde, já no século XX, a Casa dos Condes de Pinhel tornou-se sede do Grémio da Lavoura e nos anos 1973-1974 a cooperativa agrícola cedeu o espaço à Câmara Municipal de Pinhel, altura em que o imóvel foi alvo de algumas obras de restauração, tornando-se na sede da autarquia. Atualmente, encontra-se desocupado e sem qualquer utilização.

Os interessados na concessão do imóvel têm um prazo de 120 dias para apresentação de propostas, sendo que, além da recuperação do imóvel, as propostas devem também promover a sua valorização turística, de forma a atrair turistas e gerar novas dinâmicas para a região.

Recorde-se que o Programa Revive foi lançado em 2016, com um lote inicial de 33 imóveis, tendo, em 2019, sido integrados mais 16 imóveis e, já em 2021, foram incluídos três novos imóveis de um terceiro lote que será anunciado até ao final do ano corrente. O programa integra, atualmente, um total de 52 imóveis, 23 deles situados em territórios de baixa densidade.

Até ao momento, já foi adjudicada a concessão de 19 destes imóveis, representando mais de 142,5 milhões de euros de investimento privado na recuperação de património público e rendas anuais a rondar os 2,5 milhões de euros.

 

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Sintra volta a cobrar taxa turística a partir de julho

Autarquia justifica a decisão com “o atual cenário de recuperação económica do turismo, com significativo aumento do número de turistas no concelho e na vila de Sintra”.

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As dormidas em estabelecimentos de alojamento no concelho de Sintra vão voltar a pagar uma taxa turística de um euro a partir de julho, avançou a autarquia, que revogou a isenção de taxa na última reunião do executivo municipal de Sintra, presidido por Basílio Horta (PS).

De acordo com a Lusa, a autarquia emitiu uma nota informativa, que é assinada por Basílio Horta e que explica que a revogação desta medida, que tem efeitos a partir de 01 de julho, “teve como fundamento o atual cenário de recuperação económica do turismo, com significativo aumento do número de turistas no concelho e na vila de Sintra”.

Recorde-se que a taxa turística cobrada em Sintra tinha sido suspensa em novembro de 2020, devido à pandemia da COVID-19, que levou a autarquia a decretar a isenção desta taxa, que foi criada em 2019 e é cobrada pelos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de alojamento local aos respetivos hóspedes com estadia máxima de três noites seguidas.

As receitas desta taxa revertem para o “crescimento sustentável do turismo, qualidade ambiental e manutenção do património cultural do município”.

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Escola de Hotelaria e Turismo do Porto celebra aniversário com evento para profissionais do setor

Evento vai juntar várias centenas de profissionais do turismo, incluindo atuais e antigos alunos da EHTP, e dar continuidade às comemorações do 50.º aniversário da instituição de ensino, que foram interrompidas com a pandemia da COVID-19.

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A Escola de Hotelaria e Turismo do Porto (EHTP) vai realizar a 26 de junho, a partir das 18h00, o evento “Do You Remember”, que vai juntar várias centenas de profissionais do setor do turismo e dar continuidade às comemorações do 50.º aniversário da instituição de ensino, que foram interrompidas com a pandemia da COVID-19.

“Através da realização do “Do You Remember” – sunset cocktail, esta instituição, para além de celebrar a sua história, espera ainda demonstrar a vivacidade e a atratividade que o setor do turismo encerra, que apesar de prejudicado pela pandemia, aparece agora com redobrado ânimo tendo em conta as variadas oportunidades de emprego que se verificam em Portugal e no mundo”, refere a EHTP, em comunicado.

O evento vai, segundo Paulo Morais Vaz, diretor da EHTP, contar com a participação de “atuais e antigos alunos  numa perspetiva de partilha de experiências e networking pessoal e profissional”.

Dos vários participantes no evento “Do You Remember”, a EHTP destaca a presença de antigos alunos da EHTP que, “graças aos seus percursos profissionais, se tornaram figuras incontornáveis do turismo e da hotelaria a nível nacional e internacional”.

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Portugal é o 3.º destino mais seguro da Europa para visitar este verão

A qualidade das águas balneares e dos cuidados de saúde, bem como a reduzida taxa de criminalidade violenta foram os principais fatores que ditaram a classificação do país, segundo um estudo da Forbes Advisor.

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Portugal apresenta-se como o 3.º destino mais seguro da Europa para visitar no verão deste ano, de acordo com um estudo da Forbes Advisor, que aponta a qualidade das águas balneares e dos cuidados de saúde, bem como a reduzida taxa de criminalidade violenta como os principais fatores que ditam a classificação do país.

“A segurança pode ser um fator decisivo quando as pessoas pensam onde vão passar as suas férias e estes números mostram que existem diferenças consideráveis por toda a Europa quando medimos fatores como a qualidade das águas balneares ou os níveis de criminalidade”, sublinha a Forbes Advisor no comunicado divulgado.

Neste ranking, Portugal obteve uma classificação de 82,1 pontos entre 100 possíveis, sendo um dos países que ficaram classificados em sétimo lugar no que diz respeito à qualidade das águas balneares, enquanto ao nível da poluição atmosférica o país ficou em quarto lugar, com uma das mais baixas taxas de poluição entre os países analisados. Já a qualidade dos cuidados de saúde foi o parâmetro que mereceu menor classificação, ficando no 10.º lugar.

O ranking de países mais seguros da Forbes Advisor é, no entanto, liderado pela Suíça, que obteve uma classificação de 88,3 pontos, uma vez que, apurou o estudo, este é o país que tem os melhores cuidados de saúde entre os 29 países europeus analisados, seguido dos Países Baixos e da Dinamarca.

A Suíça tem também uma das menores poluições atmosféricas e uma baixa taxa de criminalidade, fatores que garantem ao país uma boa classificação neste ranking, ainda que a qualidade das águas balneares da Suíça tenha ficado em sexto lugar.

Já o segundo lugar foi atribuído à Eslovénia, que alcançou uma pontuação de 82,3 pontos, uma vez que o país apresenta uma das mais baixas taxas de criminalidade violenta, enquanto a poluição atmosférica, qualidade das águas balneares e cuidados de saúde também apresentaram um “bom desempenho”.

Além da Suíça, Eslovénia e Portugal, o ranking dos países mais seguros para férias neste verão é ainda composto pela Áustria (81,4 pontos), Alemanha (81,2 pontos), Espanha (78,8 pontos) e República Checa (76,6 pontos).

 

 

 

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Museu FC Porto e Carristur promovem Rota do Dragão a 26 de junho

Passeio cultural vai passar por algumas das mais conhecidas atrações turísticas da cidade do Porto e é realizado em autocarro panorâmico.

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A 26 de junho, o Museu FC Porto e Carristur – Yellow Bus vão promover a Rota do Dragão, um passeio cultural que vai passar por algumas das mais conhecidas atrações turísticas da cidade do Porto, realizado em autocarro panorâmico.

“A Rota do Dragão regressa às ruas do Porto no dia 26 de junho, numa visita em autocarro panorâmico Carristur – Yellow Bus. No ano em que celebra o centenário do emblema do FC Porto, ‘Uma cidade repleta de dragões’ é o tema deste próximo passeio cultural do Museu Futebol Clube do Porto, conduzido pelo anfitrião de sempre, o historiador Joel Cleto”, refere o Museu FC Porto, em comunicado.

No dia 26 de junho, a Rota do Dragão arranca a partir das 10h00 e vai ter duas horas de duração, com início junto ao Museu FC Porto. Os preços começam nos 10 euros por adulto para quem deseje realizar apenas a Rota do Dragão, enquanto os interessados em visitar também o Museu e Estádio do FCP pagam 20 euros. Mais informações em www.museufcporto.pt.

Além deste passeio cultural, o Museu FC Porto e a Carristur vão promover mais algumas visitas ao longo do ano, estando prevista uma visita ao Quartel do Carmo – Comando Territorial do Porto da Guarda Nacional Republicana a 29 de outubro, assim como uma visita ao Museu do FCP a 13 de novembro.

A Rota do Dragão foi criada em 2014 e é um projeto do Museu FC Porto e Joel Cleto que promove visitas a vários pontos da cidade e a património associado à memória do Futebol Clube do Porto.

 

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Equipa do TCP foi conhecer valências turísticas da Covilhã

Uma equipa da Turismo Centro de Portugal (TCP), liderada pelo seu presidente, Pedro Machado, foi conhecer, com maior detalhe, as valências turísticas do concelho da Covilhã, e reuniu com o executivo camarário.

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Na reunião, foram abordados alguns dos projetos e iniciativas que o município pretende implementar ao nível da atividade turística, nomeadamente relacionados com a recente distinção pela UNESCO de Cidade Criativa do Design.

Depois, teve lugar uma visita ao Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior. A comitiva conheceu ainda o Teatro Municipal da Covilhã, recentemente modernizado, e o Museu da Covilhã, que conta a riquíssima história do concelho.

Houve ainda tempo para visita ao “Pena D’Água Boutique Hotel & Villas”, uma nova unidade hoteleira situada no centro da cidade, e terminou, após uma passagem pelo Miradouro Varanda dos Carqueijais, na emblemática Pousada da Serra da Estrela, localizada na encosta da serra.

Pedro Machado recordou que a Covilhã “é há muito uma referência no turismo de natureza, uma vez que é uma porta de entrada privilegiada para a Serra da Estrela, mas atualmente destaca-se também em outros produtos turísticos, como o turismo cultural, o turismo industrial ou o turismo gastronómico, como viemos comprovar”.

 

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Barcelona limita capacidade de grupos de turistas

Um máximo de 30 pessoas por grupo de turistas, 15 no distrito de Cidade Velha, é o que Barcelona vai passar a aceitar em locais públicos, como forma de minimizar o incómodo aos moradores. Há ainda locais em que não poderá haver mais de oito grupos em simultâneo.

A decisão do município contempla que seja evitado o uso de megafones para reduzir ruídos e estabelece que sejam utilizados sistemas de radio-guia. Estabelece a vontade dos guias de manterem atualizados os seus conhecimentos sobre os recursos turísticos. Em até treze espaços e monumentos na “Ciutat Vella”, a capacidade máxima para grupos turísticos é reduzida para 15 pessoas.

O acordo assinado entre a Câmara Municipal de Barcelona e as associações oficiais de guias turísticos – a ‘Declaração de boas práticas no guia de grupos nas vias públicas de Barcelona’, define os princípios de atuação no exercício da atividade do grupo, informou o município de Barcelona, citado pelo jornal Hosteltur.

Desta forma, na cidade como um todo, o código estabelece a preparação de grupos turísticos com dimensão inferior a 30 pessoas e a adaptação dessa dimensão aos espaços que visitam. Também marca o compromisso de não usar megafones para reduzir o ruído e a poluição sonora.

O acordo estabelece que se a atividade de guia for realizada em transporte público coletivo, terá sempre que ser com o uso de um rádio guia. Também aponta critérios para garantir a segurança da viagem, como a escolha adequada dos pontos de partida, parada e chegada dos passeios, a previsão de roteiros e áreas de descanso.

As boas práticas incluem o compromisso de não atrair turistas na via pública, a promoção de visitas agendadas e a compra antecipada de bilhetes para melhorar a acessibilidade da rua.

Juntamente com essas medidas, na “Ciutat Vella”, nos bairros Gótico, San Pedro, Santa Catalina, La Ribera e Barceloneta, de maior densidade turística, são adotadas outras específicas, como limitar o tamanho dos grupos a um máximo de 15 pessoas, a obrigatoriedade do uso de rádio guias e o estabelecimento de um sentido único de circulação num total de 24 ruas e praças para grupos turísticos e pontos de entrada e saída dos autocarros.

As recomendações, conforme notícia veicula pelo jornal espanhol, também incluem encontrar locais espaçosos para dar explicações e evitar que o grupo pare em frente a monumentos e espaços sobrecarregados, além de evitar a coincidência de vários grupos.

 

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