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Grupo de cientistas escreve carta ao PM a pedir avaliação para novo aeroporto

Os 43 cientistas defendem o facto de, “se o interesse da infraestrutura é reconhecidamente nacional e estratégico”, então o procedimento de AAE não se deve limitar a apenas duas localizações.

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Grupo de cientistas escreve carta ao PM a pedir avaliação para novo aeroporto

Os 43 cientistas defendem o facto de, “se o interesse da infraestrutura é reconhecidamente nacional e estratégico”, então o procedimento de AAE não se deve limitar a apenas duas localizações.

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São 43 os cientistas que assinam a carta enviada ao primeiro-ministro, António Costa, a pedir uma avaliação ambiental estratégica alargada e fundamentada e não condicionada, com vista à nova infraestrutura aeroportuária.

Pertencentes a diferentes especialidades e instituições académicas, no comunicado de imprensa, citado pela Lusa, os cientistas “denunciam que o lançamento do procedimento de Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) a duas localizações com três opções, está a adulterar os princípios por que se rege” a avaliação, refere um comunicado de imprensa”.

Relembre-se que das três avaliações em questão, duas delas implicam uma nova infraestrutura aeroportuária na Base Aérea N.º 6 (Aeroporto do Montijo), sendo que na terceira opção essa nova infraestrutura seria localizada no Campo de Tiro de Alcochete.

No entender dos 43 especialistas, a AAE “devia ter subjacente um processo com uma definição de âmbito abrangente, rigorosamente fundamentado, com base no desenvolvimento de uma cultura verdadeiramente estratégica, com a incorporação dos valores ambientais e privilegiando a cooperação e o diálogo para a obtenção de consensos alargados”.

Por isso, na carta enviada a António Costa, os cientistas apelam para que a AAE “integre, sem rodeios ou ambiguidades, o conhecimento científico obtido até à data sobre as localizações definidas, sob risco de se realizar uma AAE apenas para cumprir requisitos formais, ignorando a defesa dos valores do património ambiental e indo ao arrepio dos compromissos europeus a que Portugal tão bem anuiu”.

Além de enviada para o primeiro-ministro, a carta foi, igualmente, remetidas para o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e para os deputados da Assembleia da República, defende o grupo que “se o interesse desta infraestrutura é reconhecidamente nacional e estratégico, como indicado no referido comunicado, então o procedimento de AAE não se deve limitar a apenas duas localizações”.

“Deverá sim ter uma definição de âmbito abrangente, assente numa fundamentação rigorosa, com critérios bem definidos e que resulte dum consenso alargado, onde não apenas algumas entidades, mas também especialistas e o público interessado possam participar, cumprindo assim o objetivo de alterar mentalidades e criar uma cultura estratégica nacional no processo de decisão”, argumentam os cientistas na carta.

“Preocupados com a alarmante degradação dos sistemas naturais dos quais a nossa sociedade depende, solicitamos que se digne a utilizar o procedimento de AAE por forma a que a decisão acerca das características de um determinado projeto (entenda-se a localização de uma nova infraestrutura aeroportuária) não se encontre já previamente condicionada por planos ou programas nos quais o projeto se enquadra”, lê-se na carta.

Segundo este grupo, ao limitar o estudo a duas localizações, mas com três opções, “falharão também os três objetivos concretos, tal como descritos no Guia de Melhores Práticas para AAE”, entre os quais se mencionam, “alterar mentalidades e criar uma cultura estratégica no processo de decisão, promovendo a cooperação e o diálogo institucionais e evitando conflitos”.

Lamentando o “tempo e custo financeiro que o Estado português já despendeu com o objetivo de expandir a capacidade aeroportuária”, a carta dos 43 cientistas finaliza, defendendo que, “apenas uma decisão bem informada poderá conduzir à solução que o desenvolvimento estratégico do país, nas suas várias dimensões, económica, social e ambiental, exige”.

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Destinos

Britânicos mantêm planos de viagem em 2023 e contam gastar mais que outros europeus

O novo estudo da MMGY Travel Intelligence, que entrevistou mais de quatro mil viajantes europeus, apurou que os britânicos são os europeus que contam realizar um maior número de viagens e com gastos mais elevados em 2023.

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O aumento do custo de vida não parece estar a desmotivar os turistas britânicos, que mantêm os seus planos de viagem para 2023 e contam mesmo gastar mais do que os turistas de outros países europeus, de acordo com o mais recente estudo da empresa de análise de dados MMGY Travel Intelligence.

Segundo os resultados deste estudo, os turistas britânicos contam realizar, no próximo ano, cerca de 2,5 viagens internacionais e gastar perto de 4.600 euros no total das férias ao longo dos próximos 12 meses.

O resultado, segundo o estudo da MMGY Travel Intelligence, que contou com mais de quatro mil entrevistados, mostra que os britânicos são os turistas europeus que maior número de viagens contam realizar no próximo ano, sendo também aqueles que esperam realizar os gastos mais elevados.

Ao contrário dos britânicos, a generalidade dos turistas europeus deverá ficar-se por 2,3 viagens internacionais no próximo ano, não contando gastar mais de 3.870 euros no total das férias, num valor que, ainda assim, subiu 1% face ao último estudo.

Os resultados mostram, por isso, que as viagens parecem ser “o último item que as pessoas dispensam”, com os britânicos a mostrarem-se mesmo “determinados a continuar viajando” no próximo ano.

Por destinos, a preferência vai para os países europeus, seguindo-se os EUA, Caraíbas e Canadá.

“Na sequência da pandemia da Covid-19, o nosso estudo demonstra que há claramente um forte apetite para sair e ver o mundo, e as pessoas estão com fome de gastar o seu dinheiro neste simples prazer e não estão dispostas a prescindir dele”, afirma Cees Bosselaar, diretor administrativo da MMGY Travel Intelligence Europe.

De acordo com o responsável, esta intenção de viajar não quer, contudo, dizer que os turistas não se preocupam com os custos, uma vez que o orçamento continua a ser um dos principais fatores de decisão em relação às férias.

O que parece já não ter grande influência na escolha dos europeus é a COVID-19, uma vez que, de acordo com este estudo, este passou a ser o último motivo de decisão, enquanto os custos, a existência de voos e de alojamento, assim como a segurança pessoal, estão no topo das prioridades.

O estudo procurou ainda saber qual o sentimento dos turistas europeus em relação à sustentabilidade, apurando que cerca de 30% dos viajantes europeus evitariam um destino ou opção de férias cujas práticas não sejam sustentáveis.

Além de turistas britânicos, este estudo abrangeu também turistas provenientes de França, Alemanha, Itália e Espanha, que manifestaram ter intenção de viajar no próximo ano.

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Hotelaria

Dionísio Pestana: “Se não tivesse seguido o desafio do meu pai, estaria na banca ou na bolsa na África do Sul”

Com as previsões a apontarem para uma faturação recorde de 500 milhões de euros para 2022, o presidente do grupo Pestana está otimista para 2023. Contudo, Dionísio Pestana revelou que “o que está em execução é para acabar, o que for novo, vamos aguardar”. Assim, para o ano serão inaugurados dois hotéis em Lisboa – Alfama e Rua Augusta – e arrancará o de Paris.

Victor Jorge

Foi durante o almoço com a imprensa, no âmbito das comemorações do 50.º aniversário do Grupo Pestana, que Dionísio Pestana, presidente do grupo, admitiu que, se não tivesse aceitado o desafio do pai, em 1976, “estaria na banca na África do Sul. Em boa hora isso não aconteceu”.

Foi a 20 de novembro de 1972 que nasceu o maior grupo hoteleiro português, com a inauguração do que é hoje o Pestana Carlton Madeira. Mas a história do grupo começa em 1966 e com um preço de 18.000 contos (hoje, 90 mil euros) pago por um terreno no Funchal onde seria erguido o que é hoje o Pestana Carlton Madeira, inaugurado há 50 anos.

Mas foi depois de o pai “dar como perdido o negócio hoteleiro”, como referiu Dionísio Pestana, que se dá a viagem da África do Sul para a Madeira, onde, inicialmente, a vontade do agora presidente do grupo era ser “diplomata, já que adorava viajar”.

“A revolução tinha destruído completamente o projeto e quando cheguei percebi que isto não era um problema, era um problemão”, reconhece Dionísio Pestana para revelar que, “com o tempo comecei a acreditar que era possível realizar o sonho do meu pai e fui alimentando também o meu próprio sonho”.

Ora esse sonho é hoje o maior grupo hoteleiro, com 108 hotéis espalhados por 16 países, e uma faturação prevista de 500 milhões de euros para 2022 – 80% em Portugal e 20% em estrangeiro – e cujos principais mercados são o britânico, alemão e na “agradável surpresa” em que se tornou o americano. De resto, Dionísio Pestana acredita que a aposta deve ser feita em mercados que distam duas a três horas de viagem ou então, nos Estados Unidos, já que se trata de um mercado que “paga mais e que tem maior poder de compra”.

Voltando, contudo, um pouco atrás no tempo, é com o “time-sharing” na década de 1980, que se dá o “turning-point” do grupo Pestana. Importado dos EUA, as pessoas tinham a possibilidade de comprar uma semana de férias por 30 anos – hoje já só por 10 anos -, tendo a primeira venda sido feito para o mercado britânico. “Hoje ainda temos famílias que compraram nessa altura e que ficaram connosco os 30 anos e renovaram por mais dez e por mais dez”. E foi, precisamente, essa tesouraria que possibilitou a concretização da parte financeira e na construção do grupo.

Acabar o que está em execução e abrandar em novos projetos
Quanto ao futuro, Dionísio Pestana considera que “as maiores preocupações são a inflação e os juros”. No que diz respeito à primeira, “já passámos por isso e o segredo está no aumento da produtividade, tendo imaginação na área das equipas, manter a receita e defender as margens”, disse o presidente do Pestana.

Já quanto aos juros, “é preciso estar sempre de olho na tesouraria e nos novos projetos que ficam congelados”, salientando Dionísio Pestana que, “o que está em execução é para acabar, o que for novo, vamos aguardar”. E o que está em execução são dois hotéis em Lisboa – Alfama e Rua Augusta –, a inaugurar durante o 1.º semestre de 2023, altura em que arrancará o outro projeto, em Paris, junto à Gare d’Austerlitz, um investimento de 60 milhões de euros, em que o grupo ficou com a parte hoteleira, com 210 quartos, num projeto de 100.000 m2 de construção.

De fora fica a possibilidade de vender qualquer ativo, situação que aconteceu com o Pestana Blue Alvor, adquirido pela Azora através do fundo Azora European Hotel & Lodging.

“Os fundos vieram revolucionar muito o negócio da imobiliária hoteleira, negócio esse que era dos bancos”, considera Dionísio Pestana, admitindo, também, que todos os meses o grupo tem abordagens por parte de fundos para a compra de ativos Pestana. Com José Theotónio ao lado do presidente, foi o CEO do grupo Pestana quem melhor caracterizou a venda desse ativo: “foi um negócio em que foi batida a cláusula de rescisão”, referiu, com Dionísio Pestana a frisar que “o negócio estava a correr bem”. Contudo, fica a revelação de que, “se não for estratégico”, a venda será “sempre equacionada”.

Com um dos problemas a residir no aumento dos custos – +10%, em geral, e 25% na energia – o presidente do grupo Pestana revelou que, também os custos com o pessoal aumentaram. Nesse aspeto, e com as outras preocupações – inflação e juros “resolvida” – no caso do capital humano, Dionísio Pestana salienta que “a estrutura está profissionalizada e preparada para o futuro. Não podemos ter medo, temos de estar preparados e temos gente capaz para o fazer”.

Contudo, admite que “não há mão-de-obra em Portugal e, por isso, temos de ir buscar fora”, dando como exemplo a Suíça: “se formos à Suíça, não são os suíços que trabalham na hotelaria”. E deu o exemplo da flexibilidade e adaptabilidade que se tem de ter, sem prejudicar negócio e operação: “nós temos colaboradores que a exigência que fazem é de entrar às 15 horas. Porquê? Porque querem ter a parte da manhã para ir praticar surf. Mas depois não se importam de trabalhar o resto do dia todo e ao fim-de-semana”.

“O que não podemos ter, são pessoas que não querem trabalhar aos fins-de-semana, já que a hotelaria se trata de um negócio que funciona 365 dias por ano, 24 horas por dia. Teremos sempre de ter turnos rotativos, sempre pessoal disponível, mas claro que podemos sempre ter alguma adaptabilidade”, referiu Dionísio Pestana, não se alargando muito em comentários sobre a proposta de quatro dias de trabalho, “realidade impossível de considerar para a hotelaria”.

Reconhecendo que existe alguma dificuldade em “importar” pessoal, a solução indicada está na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), “países que sabem a nossa língua”, advertindo, no entanto, que “são precisos vistos” e que, nesta matéria é preciso rapidez para não se continuar a debater sempre a falta de pessoal.

Certo é que para o próximo ano de 2023, o grupo Pestana já se encontra preparado para dar início ao processo de contratação e formação, tudo porque “o próximo verão vai ser bom”, admitiu Dionísio Pestana.

 

*O Publituris/Publituris Hotelaria viajaram para o Funchal a convite do grupo Pestana no âmbito das comemorações do 50.º aniversário.

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Transportes

ANA espera que diretiva de slots da União Europeia seja revista para 90%

No 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo o CCO da ANA Aeroportos apontou que regras que estipulam a ocupação de slots pelas companhias aéreas têm “cerca de 30 anos”, pelo que a revisão da diretiva pela União Europeia constitui “uma oportunidade para o setor”.

Carla Nunes

O CCO da ANA Aeroportos, Francisco Pita, espera que a diretiva que está a ser preparada pela União Europeia imponha a utilização de 90% dos slots por parte das companhias aéreas, em detrimentos dos 80% vigentes.

Como explica, “atualmente uma companhia aérea, ao pedir slots, pode usar apenas 80% desses slots, mantendo o direito cativo sobre os 100%. Achamos que é uma área que devia ser revista para 90%, por aí, para otimizar a utilização da capacidade dos aeroportos”.

As declarações foram feitas no 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, organizado pela AHP, mais concretamente no painel “Wings of Change”, onde também participaram Ana Vieira da Mata, vogal CA da ANAC e António Moura Portugal, diretor-executivo da RENA.

Francisco Pita aponta que estas regras dos 80/20% têm “cerca de 30 anos”, ao longo dos quais “o mercado da aviação mudou de forma absolutamente radical”. Por essa razão, considera que “esta revisão da diretiva é uma oportunidade para o setor, para garantir melhorias nas coletividades das regiões”.

No entanto, mais que a revisão de slots, o profissional entende que a diretiva também deve rever “a possibilidade que dá na entrada a novas companhias aéreas”.

“Entendemos que as regras estabelecidas na atual diretiva dão sempre prioridade às companhias que já operam e dificultam muito a entrada de novos operadores no mercado. [Somos da opinião de] que mais companhias aéreas vão proporcionar melhores preços aos consumidores finais”, defende Francisco Pita.

Por seu lado, António Moura Portugal, diretor-executivo da RENA, defende que a revisão deve avançar “mas de forma ponderada”, sem colocar “exigências demasiado fortes às companhias em termos de utilizar ou perder e que leve, por exemplo, a comportamentos menos racionais do ponto de vista de sustentabilidade ou de custos”.

“Acho que também temos de ter essa preocupação nos dias que correm: não é só maximizar eficiência, que depois pode levar a situações indesejáveis”, afirma o diretor-executivo da RENA.

Sobre a questão da regra de dos 80/20%, e apesar de “não se opor à regra”, Francisco Pita aponta que esta é “meramente comercial”, considerando que “apertando um bocadinho aquilo que pode ser o não uso de slots vamos conseguir otimizar a utilização da nossa capacidade aeroportuária”.

Frisa ainda que chegando ao uso dos 90% não há problemas relativamente à segurança, até porque “a capacidade está lá, ela não é utilizada”.

Também o diretor-executivo da RENA considera que “a utilização pela no slot” não influencia a segurança.

“O tema aqui da utilização plena do slot não é de segurança, é de eficiência, boa gestão. O tema aqui pode ser outras companhias que querem entrar no mercado e sentem que a companhia que está sentada nesse slot não está a fazer uma utilização plena. Um dos temas é esta indefinição jurídica. Aqui o regulamento poderá e deveria regulamentar”, termina.

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Turismo

António Costa e Silva anuncia novo programa de 50 milhões para o Turismo

O programa servirá para ajudar as empresas de turismo a modernizar os seus imóveis.

Carla Nunes

Na sessão de abertura do 33.º Congresso da AHP, António Costa e Silva, Ministro da Economia e do Mar, anunciou um novo programa de apoio “Call 50|Turismo e Indústria” no âmbito das medidas de apoio financeiro à indústria e do Plano de Ação “Reativar o Turismo | Construir o Futuro.

O programa terá disponíveis 50 milhões de euros para ajudar o investimento das empresas e servirá para ajudar as empresas de turismo a modernizar os seus imóveis.

“É uma espécie de programa que já foi também desenvolvido no passado de sale e leaseback, para ajudar as empresas de turismo em relação a todos os seus edifícios e imóveis, para [que se possam] modernizar, recuperar e desenvolver”, explica o Ministro da Economia e do Mar, adiantando que “o programa será gerido pelo turismo de fundos, do Turismo de Portugal, para a aquisição destes imóveis como opção de recompra para as empresas”.

Na sua intervenção, António Costa e Silva aproveitou ainda para enfatizar que os empresários têm disponíveis ” 380 milhões de euros em programas que foram lançados anteriormente: cerca de 150 milhões de euros do Apoiar Turismo e mais 230 milhões do programa Requalifica”.

“São programas que estão disponíveis e trabalharemos sempre em parceria, como deve ser, para tentar construir soluções”, termina.

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Turismo de Portugal lança nova campanha nos EUA

O Turismo de Portugal espera que a campanha ‘Close To US’ possa impactar cerca de 500 milhões de potenciais turistas norte-americanos.

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O Turismo de Portugal lança esta sexta-feira, 18 de novembro, a campanha ‘Close To US’ nos EUA, iniciativa que vai ser lançada em Times Square, em Nova Iorque, e que dá início a um forte Plano de Promoção de Portugal nos EUA.

De acordo com um comunicado do Turismo de Portugal, os EUA são “um mercado estratégico para o desenvolvimento da atividade turística nacional”, o que justifica o lançamento desta campanha, que se espera que possa “impactar cerca de 500 milhões de potenciais turistas, num momento em que, associada à tradição da Black Friday, há uma maior predisposição para a marcação de viagens”.

Desta forma, o Turismo de Portugal vai proceder a uma ativação da marca VisitPortugal que, para além de uma série de outras ações, prevê o “take over” de todos os outdoors digitais da emblemática praça de Nova Iorque – Times Square.

A iniciativa arranca pelas 18h00 e, durante uma hora, vai estar em vigor nos ecrãs de Times Square, colocando os portugueses a apresentarem “ao mundo o melhor que o país tem – as pessoas e o seu património natural e histórico”.

O Turismo de Portugal diz ainda que esta campanha ocorre no âmbito do evento de lançamento da mais recente figura de cera do museu Madame Tussauds New York: Cristiano Ronaldo.

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Gastos com cartões estrangeiros em Portugal no 3.º trimestre 55% acima de 2019

As compras efetuadas com cartões por estrangeiros no 3.º trimestre, em Portugal, ultrapassou os valores de 2019 em termos de número de transações e valor gasto. No alojamento, foram os americanos que mais gastaram, ultrapassando os tradicionais europeus.

Victor Jorge

A utilização de cartões bancários estrangeiros durante o 3.º trimestre de 2022 ultrapassou todos os anteriores registos em períodos homólogos, e praticamente duplicou o número de utilizações de cartões verificados em 2021.

De acordo com os dados da SIBS, no 3.º trimestre de 2022, número de transações efetuadas com cartões estrangeiros no nosso país ascendeu a 52,1 milhões, correspondendo a uma subida de 95% face a igual período de 2021 e mais 82,5% relativamente ao mesmo trimestre de 2019.

No que diz respeito ao valor de compras, os números mostram que totalizaram 2.480 milhões de euros, ficando 85,9% acima de período homólogo de 2021. Quando comprado com o 3.º trimestre de 2019, os dados da SIBS indicam uma variação positiva de 55,2%. Já quanto à transação média no período de julho a setembro, verifica-se que esta rondou os 48 euros, menos 4,7% relativamente ao mesmo trimestre de 2021 e 4,8% abaixo de igual período de 2019.

Em termos da distribuição regional do número de operações, a Região de Lisboa liderou destacadamente com 19,4 milhões de transações, significando tal uma quota de 37%. Em segundo lugar aparece o Algarve com 12,3 milhões de transações, correspondendo a uma quota de 23,4%, com a Região Norte a fechar o top 3 com 10,8 milhões de transações e 20,7% da quota global.

Em termos de mercados, França lidera com 10,4 milhões de transações (19,9% do total), seguindo-se Reino Unido com 7,6 milhões de transações (14,6%) e Espanha com cinco milhões de transações (11,5%). Significativo é o 4.º lugar dos E.U.A. em resultado do nítido crescendo de presença de turistas norte-americanos.

Já quando se analisam os gastos com cartões estrangeiros em Portugal, mas por valor de compras, a liderança continua a pertencer a França com 485,5 milhões de euros, seguindo-se o Reino Unido, com 333,9 milhões de euros. O maior destaque vai, contudo, para os EUA que, com os 261 milhões de euros, suplantaram mercados tradicionalmente mais relevantes, como o espanhol e alemão.

Americanos lideram nos gastos com alojamento
No 3.º trimestre de 2022, os gastos em compras com cartões bancários estrangeiros no alojamento foram sempre superiores aos meses homólogos dos anos anteriores, tendo atingido o valor máximo no mês de agosto, com 247,5 milhões de euros, correspondendo a uma subida de 46% face ao valor do mesmo mês de 2019.

Mas também julho, com 221,7 milhões de euros, e setembro, com 176,7 milhões de euros, ficaram acima dos mesmos meses de 2019, com variações positivas de 48,8% e 38,2%, respetivamente.

Mais uma vez a região de Lisboa lidera os gastos feitos com cartões por estrangeiros com mais de 214 milhões de euros (32,7%) de quota, aparecendo o Algarve em segundo lugar a curta distância, com 211 milhões de euros (32,1%), com o Norte de Portugal a registar ainda gastos de 3 dígitos, com 105,3 milhões de euros (16%).

No que diz respeito ao mercado estrangeiro mais gastador no alojamento, a distribuição dos consumos evidencia uma inédita liderança dos EUA com 87,8 milhões de euros (13,6% de quota), secundados de perto pelo Reino Unido, com 81,1 milhões de euros (12,6%) e superando claramente os restantes maiores mercados europeus: Espanha (64,3 milhões de euros e uma quota de 10%), França (52,5 milhões de euros e quota de 8,1%) e Alemanha (35,9 milhões de euros e quota de 5,6%).

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1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa com 20 expositores e 250 agentes

Dirigido a agentes de viagens, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa é organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa, e vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente.

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O 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, que vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente, conta já com a confirmação de cerca de duas dezenas de produtores, em representação das regiões de Lisboa e da Bairrada, e 250 agentes de viagem.

Organizado pelo jornal Publituris, o evento é criado e promovido pelas Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa, sendo 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa dirigido a agentes de viagens e contará com a presença de produtores com a Adega Cooperativa da Lourinhã, Adega Mãe, Manzwine, Quinta do Gradil, Quinta do Sanguinhal, Quinta das Carrafouchas, Quinta de Almiara, Quinta da Boa Esperança, Quinta dos Capuchos, Quinta do Monte d’Oiro, Caves Velhas, Caves São João, Caves Do Solar de São Domingos, Luís Pato, Quinta das Bageiras, Prior Lucas, Caves Messias, Regateiro e António Marinha.

Presentes no evento estarão Turismo de Portugal, Turismo do Centro de Portugal, CCDR Centro, Comissões Vitivinícolas da Bairrada e Lisboa, Rota da Bairrada, Comunidade Intermunicipal do Oeste, Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, Comunidade Intermunicipal de Aveiro, Escolas de Hotelaria e Turismo de Coimbra e do Oeste, IPL-ESTM, Entidade Regional do Turismo de Lisboa, entre outras.

O 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa decorre no dia 23 de novembro no Altis Grand Hotel, a partir das 18h00, enquanto no Porto tem lugar, no dia 24 de novembro, no Hotel HF Ipanema Park, também com início pelas 18h00. Nas duas iniciativas, está ainda incluído o jantar.

Ao longo do evento os agentes de viagens vão ter a oportunidade de conhecer novos projetos de enoturismo, seja para momentos em família, casais, grupos em ‘stopover’ ou para eventos corporate, nos quais a cultura vinhateira se assume como uma mais‐valia na diferenciação da oferta turística comercializada.

As inscrições para o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa podem ser realizadas aqui.

Mais informações pelo e-mail [email protected] ou pelo número de telefone +351 913256261.

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Solférias, Sonhando e Viajar Tours lançam charters para a Tunísia na Páscoa e verão de 2023

Operação charter para a Páscoa e verão de 2023 conta com voos para Djerba e Monastir, desde Lisboa e Porto, que já estão disponíveis para reserva.

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Os operadores turísticos Solférias, Sonhando e Viajar Tours voltaram a unir-se para lançar novas operações charter para a Tunísia na Páscoa e verão de 2023, que vão contar com voos para Djerba e Monastir.

Num comunicado enviado à imprensa, os operadores turísticos explicam o regresso destas operações conjuntas com o “crescente apelo da Tunísia junto dos viajantes portugueses”, o que justifica também a antecipação no lançamento dos voos e na abertura das reservas.

A operação para a Tunísia arranca com duas partidas de Lisboa para a ilha de Djerba durante o período festivo da Páscoa, que acontecem a 1 e a 8 de abril de 2023.

O grosso da operação acontece, no entanto, no verão, que vai contar com um voo de Lisboa e outro do Porto para Djerba, ambos com saída aos sábados, cuja primeira partida decorre a 3 junho 2023 e a última a 9 de setembro de 2023.

A estes voos, junta-se ainda uma ligação extra do Porto para Djerba, com saídas às segundas-feiras, cuja primeira partida está marcada para 17 julho 2023 e a última para 4 setembro 2023.

No caso de Monastir, vai ainda ser disponibilizado um voo desde o Porto às segundas-feiras, com a primeira saída a decorrer a 12 junho 2023 e a última a 4 setembro 2023.

“A Solférias, Sonhando e Viajar Tours, e todos os seus parceiros no destino, mantêm a convicção que a antecipação da oferta vai aumentar ainda mais a capacidade dos agentes de viagem em responder à crescente procura dos viajantes nacionais que preferem reservar as suas férias atempadamente”, concluem os operadores.

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APG aposta na ferrovia com plataforma ‘Railclick’

Com os serviços ferroviários a estabelecerem-se como uma alternativa ao transporte aéreo, a APG Portugal disponibiliza, através da plataforma “Railclick”, uma vasta oferta de soluções na Europa.

Victor Jorge

A APG Portugal passa a disponibilizar a plataforma “Railclick numa associação com a espanhola GRT, através da qual oferecerá os serviços de diversas companhias ferroviárias europeias numa aposta de diversificação de transportes disponíveis para o mercado B2B e B2C.

Na apresentação, realizada esta terça-feira, 15 de novembro, LLuis Martinez, presidente da GRT, criadora da plataforma “Railclick”, teve oportunidade de mostrar a mais-valia desta oferta, salientando a “poupança de tempo e dinheiro que poderá significar para quem utiliza os diversos serviços ferroviários à disposição”.

Com a atual plataforma ficam disponíveis os serviços de diversas companhias europeias – Trenitalia, Renfe, DB, SNCF, OBB, Eurostars, entre outras – numa clara aposta na mobilidade.

Com foco na oferta disponibilizada pela Trenitalia, LLuis Martinez começou por destacar a “grande liberdade de movimentação” que a ferrovia proporciona ao viajante, referindo os vários acordos existentes entre as várias companhias do centro da Europa e que “rapidamente colocam o viajante em qualquer parte da Europa central”.

“Os comboios, hoje, são uma clara vantagem comparativamente ao transporte aéreo, já que nos colocam no centro das cidades, sem a necessidade de diversos custos em dinheiro e tempo que o avião representa”.

Na realidade, a proposta agora disponibilizada pela plataforma “Railclick”, o viajante tem a possibilidade de viajar por todo o centro da Europa de forma cómoda e rápida. Fazendo referência aos serviços disponibilizados, por exemplo, pela Trenitalia, LLuis Martinez destacou os mais de 7.000 comboios/dia oferecidos aos viajantes, apresentando estes serviços aos diversos agentes de viagem que marcaram presença na apresentação da APG Portugal.

Através do hub de Milão, por exemplo, “é possível chegar em duas ou três horas às capitais europeias mais importantes”, existindo ainda a possibilidade de serviços intermodais com autocarros exclusivos e barcos.

Mas não é somente em Itália que estes serviços passam a estar disponíveis. Em Espanha, através da Renfe, também é possível chegar a vários pontos na Europa de forma “menos onerosa e rápida”, referiu LLuis Martinez, salientando, contudo, que “a partir de Portugal essa ligação ainda não será possível”, já que o nosso país ainda não se encontro devidamente interligado à restante rede ferroviária europeia.

Apesar de ainda não estar disponível uma compra única para os agentes e, consequentemente, clientes/viajantes, são, no entanto, diversas as possibilidades “fáceis” que a plataforma “Railclick” disponibiliza, com o acesso oferecido às agências a estar à mão de uma simples solicitação de password para validar a venda que resultar sempre num bilhete eletrónico.

Com a mercado-alvo a dividir-se entre o lazer e o negócio, LLuis Martinez referiu que o comboio é, atualmente, um meio de transporte muito valorizado pelos clientes provenientes de mercados como a Ásia ou América Latina.

“Na realidade, hoje, a não obrigatoriedade da burocracia relacionada com um check-in, as restrições inexistentes referentes à bagagem e, fundamentalmente, o tempo que se pouco, são uma mais-valia para quem utiliza o comboio”.

Mas também as questões relacionadas com a sustentabilidade são apreciadas, embora o presidente da GRT admite que, “neste momento, sabemos que ainda é uma vantagem, já que as companhias aéreas estão a caminhar cada vez mais para soluções com uma menor pegada carbónica”. Contudo, concluiu Martinez, “atualmente, a poupança de tempo, o conforto e o facto de no transporte ferroviário conseguirmos ‘desembarcar’ nos centros das cidades é muito bem recebido por quem viaja”.

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Estadias flexíveis “desviam” turistas para destinos menos saturados

No caso de Lisboa, a análise da Airbnb revela que os hóspedes flexíveis são mais propensos a permanecer fora do centro da cidade do que os hóspedes tradicionaism e que os viajantes estão também a virar-se para Lisboa para estadias mais longas.

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Uma análise realizada pela Airbnb revela uma mudança nas reservas de vários destinos de topo para destinos menos populares – tanto nas cidades, como nos bairros mais populares dentro das cidades. A pesquisa flexível está também a ajudar a redirecionar os hóspedes para aproximadamente cinco milhas (cerca de oito quilómetros) mais longe da sua localização inicial pretendida dentro das cidades, em comparação com os hóspedes tradicionais na Airbnb.

O relatório mostra uma mudança consistente nas reservas, passando dos bairros mais populares para a periferia das cidades ou outras áreas. Em Lisboa, os hóspedes flexíveis são mais propensos a permanecer fora do centro da cidade do que os hóspedes tradicionais (+42,6%) e menos propensos a permanecer nos bairros mais turísticos de Santa Maria Maior (-20,1%) e Misericórdia (15,8%).

Estes dados vão, de resto, ao encontro das tendências de viagens mais sustentáveis, de acordo com um relatório da empresa divulgado na Web Summit por Nathan Blecharczyk, co-fundador e diretor de Estratégia da Airbnb.

Flexibilidade acima de tudo
Milhões de pessoas são agora mais flexíveis sobre o local onde vivem e trabalham. Mesmo com mais empresas a exigir aos colaboradores que regressem ao escritório, as noites reservadas para estadias de longa duração mantiveram-se estáveis desde há um ano, representando 20% do total de noites brutas reservadas.

Em julho, a Airbnb anunciou que Lisboa integra os 20 destinos com mais destaque para os trabalhadores remotos a nível mundial. A plataforma está agora a lançar um hub exclusivo que funcionará como um balcão único para os aspirantes a trabalhadores remotos em Lisboa.

A Airbnb já tinha lançado as suas ferramentas de pesquisa flexíveis ‘Categorias’ (maio 2022), ‘Sou flexível’ (maio 2021) e ‘Sou’’ (ainda mais) flexível’ (novembro 2021) para criar uma nova forma de pesquisa de viagens e fornecer uma solução com base tecnológica para o turismo de massas, ajudando os hóspedes a descobrir casas e comunidades para além dos hotspots turísticos saturados e em diferentes alturas do ano. Cerca de 1 em cada 20 estadias na Airbnb são atualmente reservadas com recurso às características de pesquisa flexível.

A Airbnb trabalhou em estreita colaboração com Lisboa para criar este hub personalizado que mostra o melhor dos anúncios de estadias locais de longa duração em todos os bairros, bem como informações importantes relacionadas com os requisitos de entrada no país e políticas fiscais. Como parte da colaboração com Lisboa, a Airbnb também desenvolveu campanhas informativas para promover o acolhimento e viagens responsáveis como trabalhador remoto.

Nómadas mais permanentes
De resto, estudos conduzidos pela Harvard Business School mostram que, “embora seja evidente que os nómadas digitais, e os trabalhadores remotos em geral, possam ser uma bênção para qualquer economia, também podem desempenhar um papel fundamental na promoção do empreendedorismo nas comunidades onde permanecem, criando ‘pólos tecnológicos’ em todo o mundo”.

Com isto em mente, a Airbnb publicou em setembro um guia para governos e destinos que apresenta recomendações sobre como as comunidades podem beneficiar economicamente do aumento dos trabalhadores remotos. O “Guia da Airbnb para viver e trabalhar a partir de qualquer lugar: como as comunidades podem beneficiar dos trabalhadores remotos” é baseado nos conhecimentos, dados e experiências da Airbnb em parceria com 20 destinos que estão a abraçar o potencial do trabalho remoto, bem como um balanço dos programas de trabalhadores remotos em todo o mundo.

“Ser anfitrião proporciona um rendimento vital a muitas famílias em Portugal, uma vez que o custo de vida continua a aumentar. O interesse que os viajantes estão a demonstrar por toda a área de Lisboa, incluindo trabalhadores remotos que estão dispostos a permanecer por períodos mais longos, é uma boa notícia para todos e ajudará mais famílias a partilhar as suas casas para aumentar os seus rendimentos, ao mesmo tempo que torna as comunidades mais fortes e o turismo melhor”, refere Monica Casañas, diretora-geral da Airbnb Marketing Services SL.

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