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Algarve viaja até Espanha para promover-se na “Fly Valencia Meeting”

O evento, que este ano passa para versão digital, junta 50 agentes de viagens, companhias aéreas e outros destinos de férias internacionais e

Victor Jorge
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Algarve viaja até Espanha para promover-se na “Fly Valencia Meeting”

O evento, que este ano passa para versão digital, junta 50 agentes de viagens, companhias aéreas e outros destinos de férias internacionais e

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De 23 a 26 de março, o Turismo do Algarve vai promover-se, enquanto destino turístico na “Fly Valencia Meeting”, feira que este ano passa para versão digital e que juntará 50 agentes de viagens, companhias aéreas e outros destinos de férias internacionais.

O evento, que já vai na sua 6.ª edição, tem como objetivo estimular a reativação turística pós-pandemia, pode também ser visionado pelo público geral, iniciando-se na terça-feira, (23 de março) com uma jornada emitida por streaming desde a marina de Valência. Os dias seguintes serão sobretudo dedicados a reuniões entre os participantes, que terão oportunidade de dar a conhecer a sua oferta e de gerar negócio, num modelo B2B virtual.

“A possibilidade de promover o Algarve diretamente a agentes de viagens espanhóis não só amplia a visibilidade do destino nesse mercado como poderá estimular o papel dessas agências enquanto promotoras da região, pois são elas quem comercializa o destino”, considera o presidente do Turismo do Algarve, João Fernandes.

A primeira presença do Turismo do Algarve nesta feira será realizada com um com um stand virtual de destino, onde à chegada o visitante será recebido pelo spot “O Algarve fica-te bem”.

Além dessas boas-vindas, o stand terá ainda ligação direta para o site Visitalgarve e permite o download da brochura promocional da região em espanhol.

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Sines também cancela Carnaval devido à situação epidemiológica

Apesar do cancelamento justificado com a atual situação epidemiológica, autarquia admite realizar “um conjunto de iniciativas” para assinalar o Carnaval, que se festeja a 1 de março.

Depois de Loulé, Estarreja e Torres Vedras, também os desfiles de Carnaval de Sines foram cancelados devido à atual situação epidemiológica e apenas foi mantido “um conjunto de iniciativas” que assinalam a data, avança a autarquia, num comunicado citado pela Lusa.

“O Carnaval é a grande festa popular de Sines, caracterizada por um ambiente de festa, partilha e liberdade que, infelizmente, ainda não é possível recuperar em segurança em 2022”, lê-se no comunicado da organização, que junta a Associação de Carnaval de Sines, a Câmara Municipal de Sines e a Junta de Freguesia de Sines.

Segundo a Lusa, a decisão de não realizar os tradicionais desfiles carnavalescos foi tomada em conjunto pelas três entidades, depois de considerarem que “a atual situação epidemiológica não permite preparar o evento com a certeza de que o mesmo possa ocorrer no final de fevereiro, início de março” deste ano.

Ainda assim e apesar do cancelamento dos desfiles, a organização do Carnaval de Sines admite que a data vai ser assinalada “com um conjunto de iniciativas” que serão divulgadas “oportunamente”.

“A Associação de Carnaval de Sines, a Câmara Municipal de Sines e a Junta de Freguesia de Sines agradecem a todos os obreiros e amantes do Carnaval pelo que, ao longo de tantos anos, têm feito para que este acontecimento tão querido da população de Sines se realize”, acrescenta o comunicado da organização.

Recorde-se que o Carnaval se assinala a 1 de março e que este é o segundo ano consecutivo em que os festejos de Carnaval são cancelados em Sines devido à COVID-19, que já tinha suspendido as celebrações carnavalescas no ano passado.

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Turismo industrial levou mais de 283 mil visitantes a São João da Madeira numa década

Programa de turismo industrial de São João da Madeira nasceu em 2012 e conta já com 22 locais de visita.

O programa de Turismo Industrial de São João da Madeira celebra esta segunda-feira, 24 de janeiro, dez anos e já levou até ao destino mais de 283 mil visitantes, avança a Lusa, que cita a autarquia de São João da Madeira.

“São João da Madeira soube transformar a sua indústria num produto cultural e turístico, e, nestes 10 anos, o Turismo Industrial esteve sempre a valorizar o trabalho, a produção e os operários”, declarou à Lusa o presidente da Câmara Municipal de São João da Madeira, Jorge Vultos Sequeira.

O projeto, que arrancou em 2012, com circuitos por unidades ligadas ao fabrico de calçado, lápis, passamanarias e chapéus mas que, entretanto, passou também a contemplar a colchoaria, etiquetas e autocolantes, a metalurgia e o têxtil, conta já com 22 locais de visita, incluindo os museus da chapelaria e do calçado, o núcleo histórico da antiga metalúrgica Oliva e 14 empresas que acolhem o visitante sempre em contexto real de laboração.

O mercado nacional é, segundo a autarquia, aquele que mais procura o turismo industrial em São João da Madeira, onde o destaque vai para a Viarco, a única fábrica de lápis do país, que absorveu 37,4% das visitas.

Já a segunda maior fatia dessa procura coube ao conjunto dos museus da chapelaria e do calçado, que receberam 31% do total de visitas, seguindo-se as fábricas de sapatos e respetivos componentes, com 16,4%, e depois o circuito da chapelaria, que integra a fabricante de feltros Fepsa e a Cortadoria Nacional do Pelo.

Jorge Vultos Sequeira lamenta, no entanto, que devido à crise económica as fábricas de calçado Evereste e Helsar, que tinham sido fundadoras do projeto, tenham encerrado, ainda que tenham sido substituídas por outras da mesma área de atuação, e que a COVID-19 tenha feito diminuir os níveis de adesão ao turismo industrial.

Como complemento ao programa de turismo industrial, a Câmara Municipal de São João da Madeira decidiu, entretanto, avançar com o projeto do Centro de Memórias da Indústria, que vai ficar instalado no chamado Palacete do Rei da Farinha, onde já funcionou o Centro de Arte de São João da Madeira, mas que está atualmente desocupado, sendo agora sujeito a uma requalificação que o vai preparar para acolher espaços destinados a arquivo, documentação e investigação “sobre a indústria local, regional e nacional”.

Jorge Vultos Sequeira defende, por isso, que “o turismo industrial é um projeto de futuro” e que, estando “extremamente ligado aos jovens e ao público escolar de todo o país”, terá “uma nova âncora” no anunciado Centro de Memórias da Indústria.

Na perspetiva do autarca , enquanto centro de pesquisa e estudo sobre a história e o futuro da indústria”, esse será “um equipamento de vocação nacional”.

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União Europeia quer fim dos testes e quarentenas para viajantes com certificado

Segundo o jornal espanhol El País, a União Europeia está a preparar um novo modelo de gestão da pandemia, nomeadamente em relação às restrições nas viagens.

O Conselho da União Europeia deverá aprovar esta terça-feira, 25 de janeiro, o fim da avaliação da incidência acumulada a 14 dias da COVID-19 para determinar as restrições de viagens entre países e passar a impor teste negativos ou quarentenas apenas a quem não possa confirmar a sua situação através certificado digital.

De acordo com o jornal espanhol El País, a União Europeia está a preparar um novo modelo de gestão da pandemia, nomeadamente em relação às restrições nas viagens, que indicia uma transição na forma de lidar com o vírus.

O jornal espanhol diz mesmo que as restrições poderiam já não estar em vigor se não tivesse surgido a variante Ómicron, que apareceu em dezembro, na África do Sul e é mais contagiosa, uma vez que a Europa quer que os países deixem de aplicar restrições baseadas no nível de incidência do país de proveniência, passando a ter em conta apenas o estado de saúde do indivíduo.

Caso o fim da avaliação da incidência acumulada a 14 dias venha mesmo a ser aprovada pelo Conselho da União Europeia, os viajantes que comprovem ter a vacinação completa (até nove meses depois da segunda dose), um certificado de recuperação (válido por 180 dias) ou um teste negativo (PCR, nas 72 horas à viagem, ou de antigénio, nas 24 horas anteriores), deixam de ter de realizar novo teste no destino ou de cumprir quarentenas.

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Portugueses sem restrições para entrar na Rússia

Cidadãos portugueses e de países terceiros titulares de uma autorização de residência permanente em Portugal. podem entrar na Rússia sem restrições.

O governo da Federação da Rússia decidiu cancelar as restrições temporárias de entrada no território dos cidadãos portugueses e de países terceiros titulares de uma autorização de residência permanente em Portugal.

Assim sendo antes de embarque num voo à Rússia os passageiros que são cidadãos de países terceiros devem apresentar o título de residência em Portugal.

O governo russo indica ainda que a entrada no país dos cidadãos acima indicados só é permitida em voos diretos ou com escala em países cujos cidadãos podem entrar na Rússia sem restrições.

No entanto, todos os cidadãos estrangeiros (inclusive portugueses) devem possuir teste PCR negativo (em russo ou inglês) realizado até 48 horas antes da entrada na Rússia, bem como preencher o formulário entregue no avião antes de chegar ao país.

Recorde-se que para entrar na Rússia o visto é obrigatório. Os requerentes podem apresentar documentos no Centro de Vistos por marcação através do site https://www.rv-cent.com/booking/, ou, sem preocupações, através do Lusitana Sol, operador especializado naquele destino.

A Embaixada da Federação da Rússia em Portugal indica que o atendimento da sua Secção Consular realiza-se exclusivamente por marcação. Para cada passaporte é necessária uma marcação. No caso de falta de algum dos documentos o requerente terá que voltar com uma nova marcação. Devido à pandemia de Covid-19 a emissão dos vistos eletrónicos está temporariamente suspensa.

 

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WTTC prevê evolução superior a 250% nas reservas europeias para a Páscoa

De acordo com os dados mais recente do WTTC, o setor do europeu de viagens e turismo deverá registar uma forte evolução nas reservas para a Páscoa em relação a 2021 e pede para todas as restrições para viajantes totalmente vacinados sejam removidas.

Victor Jorge

O World Travel & Tourism Council (WTTC) revelou que as reservas para viagens intra-europeias durante o período da Páscoa aumentaram mais de 250%, enquanto as reservas de verão estão atualmente 80 % acima dos níveis de 2021.

De acordo com a ForwardKeys, parceira do WTTC, as reservas de voos intra-europeus para os movimentados períodos de Páscoa e verão aumentaram antes do ano passado, dando um “impulso bem-vindo às empresas de viagens e turismo em todo o continente”.

Durante a participação do WTTC na FITUR, a entidade que representa o setor privado global de viagens e turismo deu esperança ao setor em dificuldades.

Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC, salienta que “os últimos dados de reservas mostram que os europeus estão otimistas relativamente à possibilidade de viajar novamente. As reservas para a Páscoa e o verão estão fortes. A Ómicron afetou o início do ano, mas à medida que as infeções atingem o pico e os sintomas permanecem leves, as pessoas estão registando novamente”.

“Os problemas ocorrem quando os governos reagem com restrições de viagem”, admitiu a responsável, frisando que a “Organização Mundial da Saúde (OMS) diz que fechar as fronteiras é inútil quando a Ómicron já é predominante na sociedade. Tudo o que faz é prejudicar a economia e os meios de subsistência”.

“De acordo com as últimas evidências científicas, embora mais transmissível, a Ómicron é menos grave e leva a menos hospitalizações e mortes. Portanto, pedimos aos governos que reduzam todas as restrições de viagem e permitam que viajantes totalmente vacinados se desloquem livremente”.

De acordo com os dados de reservas, espera-se, contudo, que as viagens intra-europeias durante a Páscoa e o verão, em 2022, tenham um desempenho abaixo dos níveis pré-pandemia em apenas 38% e 45%, respetivamente.

No entanto, à medida que os países do continente continuam a relaxar as restrições de viagem, as primeiras indicações mostram que a recuperação está a ganhar força e pode aproximar-se ainda mais dos níveis de 2019 à medida que nos aproximamos do verão.

Além disso, durante o primeiro trimestre de 2022, as viagens intra-europeias testemunharam um aumento de 275% nas reservas, enquanto os dados mais recentes de reservas mostram que as chegadas internacionais a destinos europeus terão um aumento de mais de 280%, em comparação com o mesmo período de 2021.

Espanha, por exemplo, está, segundo os dados “prestes a ser o destino mais popular para os viajantes europeus, com as chegadas intra-europeias ao país, durante o primeiro trimestre de 2022, atualmente em 320% (comparação anual), seguidas pela Turquia.

“À medida que as restrições de viagens continuam a diminuir e a confiança do consumidor continua a crescer, o setor europeu de viagens e turismo deve esperar um aumento na procura por viagens com um aumento significativo nas reservas nos próximos meses”, conclui o WTTC no comunicado.

Recorde-se que em 2019, o setor global de viagens e turismo contribuiu com quase 9,2 biliões de dólares (cerca de 8,1 biliões de euros) para a economia e representou 10,6% de todos os empregos (334 milhões).

Os números do WTTC, para 2020, quando a pandemia quase paralisou as viagens internacionais, indicam que 62 milhões de empregos foram perdidos e a contribuição do setor para o PIB global caiu 4,5 biliões de dólares (cerca de quatro biliões de euros).

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Tailândia deixa de exigir quarentena aos turistas vacinados

A partir de 01 de fevereiro, os turistas estrangeiros vacinados podem voltar a visitar a Tailândia sem necessidade de quarenta, restrição que o destino turístico tinha adotado no final de dezembro.

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A Tailândia vai voltar a isentar os viajantes vacinados da quarentena a partir de 01 de fevereiro, uma esperança para a indústria do turismo, em crise desde o início da pandemia de covid-19.

Temendo a propagação da variante Ómicron, o país restabeleceu uma quarentena obrigatória no final de dezembro, após ter reaberto, 18 meses depois, as suas fronteiras no início de novembro aos turistas vacinados, mediante a apresentação de um simples teste PCR negativo.

De todas as formas, a partir de 01 de fevereiro, os visitantes vacinados terão agora de apresentar um teste à covid-19 negativo no país de origem, fazer um segundo teste à chegada, e um no final no quinto dia, disse Taweesin Visanuyothin, porta-voz do centro de gestão do coronavírus. Os testes em solo tailandês terão de ser feitos num hotel aprovado.

Se o resultado for negativo, o viajante poderá circular livremente no país. Se houver um aumento dos casos, a situação será novamente reavaliada, disse Taweesin Visanuyothin.

Igualmente, os viajantes totalmente vacinados de qualquer país do mundo poderão solicitar, a partir de 01 de fevereiro, um Thailand Pass Test & Go com 60 dias de antecedência.

A Tailândia, antes da pandemia, era um dos destinos mais visitados do mundo por turistas internacionais, com quase 40 milhões de chegadas em 2019. Para este ano, o Ministério do Turismo estima cinco milhões de visitantes.

 

 

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Abertas candidaturas para o programa “Alentejo/Ribatejo Events”

Estão abertas, até dia 16 de fevereiro, as candidaturas para os apoios financeiros ao programa “Alentejo/Ribatejo Events” promovido pela Entidade Regional de Turismo.

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As candidaturas para um novo programa de apoios financeiros, destinado a eventos promovidos por empresas ou associações, que, pelo seu posicionamento, notoriedade e imagem, contribuam para a projeção turística dos 58 municípios que integram a região do Alentejo/Ribatejo, decorrem até 16 de fevereiro.

Promovido pela Entidade Regional de Turismo, o programa, denominado “Alentejo/Ribatejo Events”, inclui “eventos de dimensão relevante”, de acordo com o regulamento, e abrange “espetáculos de natureza artística, desportiva, cultural, animação ou de negócios”.

Os candidatos elegíveis podem submeter as candidaturas através do link https://www.visitalentejo.pt/pt/o-alentejo/quem-somos/turismo-do-alentejo-ert/candidaturas-alentejo-e-ribatejo-events-2022/ e aproveitar um incentivo não reembolsável.

Esse valor, que vai até 50% do respetivo custo e tem um limite máximo de investimento de cerca de 250 mil euros, direciona-se para as iniciativas que aconteçam entre 31 de março e 31 de dezembro deste ano.

O regulamento, que está publicado no site oficial da Entidade Regional do Turismo do Alentejo/Ribatejo, refere ainda que este programa visa a melhoria da experiência turística dos turistas nacionais e internacionais não residentes no território.

 

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Arábia Saudita transforma palácios históricos em hotéis de luxo para atrair turismo

Projeto, denominado Boutique Group, vai ser desenvolvido por fases, a primeira das quais arranca com três palácios históricos em Jeddah e Riade.

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A Arábia Saudita vai converter vários palácios históricos em hotéis de luxo, numa aposta que visa atrair o turismo internacional e viajantes com elevado poder de compra, avança a Lusa, que cita a agência oficial de notícias saudita SPA.

O projeto, denominado Boutique Group, foi apresentado pelo príncipe herdeiro saudita, Mohamed bin Salman, e vai ser financiado pelo fundo multimilionário Saudi Investment Fund, em cooperação com o sector privado, apesar de não ser conhecido o montante total do investimento.

De acordo com a SPA, esta medida visa “reavivar o património nacional com a cultura autêntica do reino e proporcionar uma experiência de hospitalidade excecional e única”.

O projeto vai ser desenvolvido por fase e, na primeira etapa, está já prevista a conversão de três palácios em hotéis de luxo, concretamente o Palácio Al Hamra, em Jeddah, que vai contar com 33 suítes e 44 ‘villas’ de luxo; Palácio Tuwaiq, em Riade, e que vai disponibilizar 40 suites e 56 ‘villas’; e ainda o Palácio Al Ahmar, na zona histórica de Riade e onde funcionou o Conselho de Ministros saudita, que vai ter 46 suítes e 25 quartos de luxo.

Todos os palácios que vão ser transformados em hotéis de luxo vão contar também com restaurantes internacionais, um ambiente relaxante, centros modernos de lazer e outros serviços exclusivos e especiais para os visitantes, segundo a SPA.

Segundo Yaser al Rumayan, responsável pelo fundo de investimento que vai financiar o projeto, o Boutique Group vai contribuir para “diversificar as oportunidades de turismo” no mercado saudita e “melhorar a posição do reino a nível regional e internacional”, como um destino turístico e cultural líder, em linha com o plano ‘visão 2030’.

A Lusa recorda que o plano do príncipe herdeiro saudita pretende modernizar o país ultraconservador, diminuindo a sua dependência do petróleo, e aumentando para 10% a contribuição do turismo para o produto interno bruto da Arábia Saudita.

Mohamed bin Salman tem anunciado vários projetos de turismo de luxo, no valor de dezenas de biliões de euros nos últimos anos, incluindo a cidade futurista Neom, no noroeste do reino, ou um conjunto de hotéis em 22 ilhas virgens no mar Vermelho.

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Nova Iorque quer relançar turismo com campanha de descontos

Visando revitalizar os setores do turismo, cultura e restauração, duramente atingidos pela pandemia do nos últimos dois anos, Nova Iorque acaba de lançar uma campanha com descontos em restaurantes, espetáculos, museus e hotéis.

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“Winter Outing” (Passeio de inverno) é o mote da campanha lançada pela cidade de Nova Iorque, com descontos em restaurantes, espetáculos, museus e hotéis, visando revitalizar os setores do turismo, cultura e restauração, duramente atingidos pela pandemia do nos últimos dois anos.

A campanha, que decorre até 13 de fevereiro, conforme escreve a AFP, inclui menus com preço fixo em cerca de 500 restaurantes em cinco bairros da cidade, dois entradas para um dos 18 espetáculos da Broadway, dos 45 museus e das visitas guiadas à escolha, bem como desconto de 22% em 130 hotéis que participam da iniciativa.

As reservas são feitas através do site nycgo.com, mas para usufruir destas ofertas, tanto os nova-iorquinos como os turistas têm de estar vacinados.

“Venha para Nova Iorque! Este é o lugar para divertir-se perto de casa!”, convidou o mayor da cidade, Eric Adams, que lançou a campanha a partir do Empire State Building, edifício que encarna a indústria do turismo e a história de Nova Iorque mais do que qualquer outro.

“Não vamos permitir que a Covid nos defina, vamos definir o nosso futuro”, referiu Eric Adams, que homenageou o turismo nacional que salvou a economia local após um dos bloqueios mais rígidos do mundo e o encerramento de fronteiras durante mais de um ano.

Em 2019, antes da pandemia, só em Nova Iorque, 400 mil pessoas trabalhavam no setor do turismo, que contribuiu com 72,2 mil milhões de dólares na economia local.

 

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Holidu elabora lista das estâncias de neve mais baratas na Europa

O motor de pesquisa para casas de férias Holidu analisou os preços de mais de 140 estâncias de neve com mais de 50 km de pistas na Europa, e elaborou uma lista das mais baratas para este inverno.

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A Holidu analisou os preços de mais de 140 estâncias de neve com mais de 50 km de pistas na Europa, e elaborou uma lista das mais baratas para este inverno.

O motor de pesquisa para casas de férias centrou-se principalmente nas três estâncias de ski mais baratas dos países mais populares dos desportos de inverno para os portugueses, nomeadamente França, Áustria e Itália.

Os custos de alojamento foram extraídos da base de dados Holidu em dezembro de 2021 com base no preço médio por pessoa (sete dias), para cada área de ski tanto para a estação alta como para a estação baixa.

Os preços dos forfaits foram recolhidos através de informações nos sites oficiais das estâncias, mas os custos de seguro de viagem ou de acidente não estão incluídos.

A plataforma indica que a estância de ski mais barata de França é Aussois, localizada perto da fronteira com a Itália (uma média de 45 euros por pessoa por dia para passe de alojamento, seguindo-se a Super Sauze (Enchastrayes), cujo preço médio são 47 euros, enquanto, a em La Norma, são os mesmo 47 euros de custo médio diário.

Em Itália, segundo esta lista, Bardonecchia, em Piemonte (71 euros), é a mais barata, seguindo-se Monterosa Ski (Alagna Valsesia/Gressoney-La-Trinité/Champoluc/Frachey) com um preço médio por dia e por pessoa, de 75 euros. Finalmente, está a Via Lattea (Sestriere/Sauze d’Oulx/San Sicario/Claviere/Montgenèvre), na provínvia de Turim, com um preço médio de 77 euros.

No que diz respeito às estâncias de desportos de inverno na Áustria, a Holidu assinala Grossglockner Heiligenblut (82 euros), Dachstein West (Gosau/Russbach/Annaberg), localizada em Tennengau, no estado de Salzburgo (88 euros), e Ski Juwel Alpbachtal Wildschönau (89 euros).

Refira-se que, devido à pandemia, este ano, alguns países de desportos de inverno têm regras mais estritas para turistas estrangeiros, exigindo, por exemplo, o reforço de vacinação para ter acesso à área de ski.

 

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