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Análise

Empresas de turismo vão ter novos apoios para a retoma da atividade

Rita Marques deixou claro que para o governo a premissa passa por “garantir que as nossas empresas sobrevivam” e  que estas, “quando se der a tão desejada retoma, possam ter toda a capacidade de responder a essa nova procura”. 

Raquel Relvas Neto
Análise

Empresas de turismo vão ter novos apoios para a retoma da atividade

Rita Marques deixou claro que para o governo a premissa passa por “garantir que as nossas empresas sobrevivam” e  que estas, “quando se der a tão desejada retoma, possam ter toda a capacidade de responder a essa nova procura”. 

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Raquel Relvas Neto
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“Além instrumentos de apoio à manutenção dos postos de trabalho e da capacidade produtiva das nossas empresas, estamos a trabalhar num plano de retoma que tem estas dimensões, acrescida de uma dimensão que compreende o apoio às empresas para que estas possam retomar a sua atividade”. Foi esta a garantia deixada pela secretária de Estado do Turismo na sua intervenção no APECATE Day, antevendo já o anúncio de alguns apoios que o ministro da Economia deve efetuar ainda esta semana.
Rita Marques deixou claro que para o governo a premissa passa por “garantir que as nossas empresas sobrevivam” e  que estas, “quando se der a tão desejada retoma, possam ter toda a capacidade de responder a essa nova procura”.  A SET afiançou assim que está a ser desenvolvido “um conjunto de apoios”, que vão ser anunciados oportunamente, para garantir que “as empresas, aquando da retoma, possam estar dotadas de toda a capacidade para melhor responder à procura que esperamos todos que venha a surgir”.  “Sabemos bem que passar do zero para o 80 exige uma capacidade de aceleração e essa capacidade também tem de ser garantida”, assegurou.

A governante levantou ainda o véu relativamente a algumas medidas que vão ser reforçadas, como é o caso do mecanismo de apoio à retoma e o lay-off, que vão ser por longados até setembro de 2021.

Ainda no âmbito do Turismo, já tinha sido anunciado o reforço de 120 milhões de euros da linha de apoio à tesouraria de micro e pequenas empresas de Turismo.
“Estamos a trabalhar no alargamento do apoio à tesouraria sob a forma de apoio a fundo perdido”, adiantou Rita Marques, explicando que “temos consciência que há atividades económicas que foram muito diretamente afetadas pela suspensão e encerramento de instalações”.

Também a participar na iniciativa da APECATE, o presidente da Confederação do Turismo de Portugal, Francisco Calheiros, destacou que o governo prevê abrir uma linha própria de apoio às empresas exportadoras do turismo, que inicialmente não estavam contempladas. “As empresas  exportadoras vão ter uma nova linha, que no início não contemplava o turismo, o que é uma coisa extraordinária, porque o turismo é só a maior atividade exportadora e a única que paga IVA”, sublinhou o responsável.  Calheiros adiantou ainda que o programa Apoiar  vai abrir com “uma verba muito susbtancial e os valores serão majorados em 50%”. “O que é uma verba extremamente importante para as empresas poderem sobreviver”, frisou o presidente da CTP.  “Também temos informação que irão ser elegíveis novos CAEs”, como  aindaserão elegíveis “os empresários em nome individual sem contabilidade organizada e sem trabalhadores a cargo. Luta muito grande que a APECATE fez”.
O presidente da CTP aguarda ainda que as empresas possam ficar isentas do pagamento da Taxa Social Única neste período.

Desconfinar
Quanto ao plano de desconfinamento, Rita Marques sublinhou que este tem de ser “claro, objetivo”. Tem de ter datas e métricas muito precisas para que os empresários possam trabalhar a médio prazo e para que os clientes também possam saber quando podem iniciar as suas atividades de lazer”, abonou.

Para a responsável, “num planeamento atempado da abertura, a antecipação e a previsibilidade são fatores absolutamente críticos para a retoma da atividade. Também estamos de acordo quando dizemos que não podemos incorrer em erros do passado”.

É exatamente  para não incorrer em erros do passado, que a secretária de Estado afiançou que  a imagem de Portugal no exterior está a ser trabalhada, sobretudo depois da repercussão negativa que  as imagens dos hospitais portugueses neste confinamento tiveram lá fora. “É bem verdade que a nossa imagem enquanto destino turístico foi relativamente beliscada”, admitiu a responsável, que aludiu ao facto de Portugal ser o país europeu que “melhor responde atualmente à COVID 19”.  “Nessa perspectiva, estamos a acionar a nossa diplomacia de modo a podermos ser retirados das listas vermelhas e laranjas que ainda ‘populam’ por essa Europa fora, inclusivamente no Reino Unido”, ressalvou.

 

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Luís Montenegro: “Aeroporto, vamos avançar mesmo”, “TAP vamos privatizar a 100%” e no Alojamento Local “ataque desferido será revertido”

No almoço-debate organizado pela Confederação do Turismo de Portugal (CTP) com o líder da Aliança Democrática e presidente do PSD, Luís Montenegro deixou algumas certezas sobre a TAP e Alojamento Local e manteve algumas incertezas, nomeadamente, sobre o aeroporto.

Depois do almoço-debate, organizado pela Confederação do Turismo de Portugal (CTP) com o secretário-geral do Partido Socialista (PS), Pedro Nuno Santos, foi a vez do líder da Aliança Democrática e presidente do Partido Social Democrata (PSD), Luís Montenegro, esclarecer alguns temas que preocupam o setor do turismo.

Na questão da TAP Air Portugal, Luís Montenegro começou logo por dizer que iria “poupar pormenores” sobre uma eventual decisão, afirmando que, em 2015, aquando da saída do Governo liderado por Pedro Passos Coelho, o PSD deixou uma solução: “Portela + Montijo”.

“Foi o Governo de António Costa, que não executou aquilo que o anterior Governo tinha deixado. E porque não executou? Porque dentro da coligação, que tinha com o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda, não teve o apoio que era necessário para ultrapassar um problema legal, que era o parecer vinculativo das Câmaras Municipais, nomeadamente, aquelas que eram do Partido Comunista”.

Recordando que o anterior líder do PSD, Rui Rio comprometeu-se a “ajudar”, na condição de fazer uma avaliação ambiental estratégica. Ora, Luís Montenegro recordou o estudo comparativo de três soluções que foi colocado em cima da mesa, salientando que “foi até lançado um concurso público internacional. Demorou dois anos até ser decidido. E quando foi decidido, foi decidido mesmo. Houve uma adjudicação” E o líder da AD lançou a questão “se o se o Estado português não vai mesmo ter de pagar uma indemnização ao consórcio vencedor desse concurso público internacional, que acabou por não ser executado”.

O líder da AD lembrou, igualmente, que depois de António Costa assumir funções à frente do Governo, “foi-me perguntado se eu estava disponível para consensualizar a decisão. Disse que sim e nas circunstâncias políticas mais difíceis. Das primeiras coisas que fiz enquanto presidente do PSD foi colocar-me ao lado do Governo e do Partido Socialista para resolver um problema estrutural e estratégico do e para o país estratégico do país. Esse crédito, podem dar as voltas que quiserem, mas não me podem tirar”, afirmou.

Ainda sobre o tema aeroporto, Luís Montenegro não fez esquecer que, “se nós não tivéssemos chegado a acordo sobre a metodologia para fazer a avaliação ambiental estratégica, que é aquilo que a Comissão Técnica Independente está a fazer, não havia condições para decidir”, fazendo ainda lembrar “a decisão imatura e irresponsável de Pedro Nuno Santos contra a vontade do primeiro-ministro, sem ouvir o Governo que depois mereceu uma desautorização em público”.

“Essa decisão era uma decisão que ia lançar uma avaliação. Não era uma decisão definitiva. Era uma decisão para lançar um processo de avaliação”.

Dirigindo-se diretamente aos agentes do setor do turismo que marcaram presença na sala, o líder da AD disse perceber que “estão exaustos nesta matéria. Eu sei que querem uma decisão, seja lá ela qual for, mas eu tenho de ser honesto. Nós só vamos poder decidir agora porque lá atrás fizemos a definição desta metodologia”, admitiu.

Sobre uma decisão, o líder da AD reconheceu que “é uma decisão difícil. E o meu compromisso é, no início do Governo, pegarmos no resultado final [da CTI] que ainda não nos foi entregue e decidir. Nós vamos decidir. Vamos tentar consensualizar. O Partido Socialista será, na altura, o maior partido da oposição. Se conseguirmos o consenso, tanto melhor. Se não conseguirmos, nós avançaremos, avançaremos mesmo”.

Na questão do aeroporto, não do novo, mas do atual Aeroporto Humberto Delgado (AHD), Luís Montenegro assinalou que “decidimos colocar uma condição ao Partido Socialista e ao Governo: que fossem feitas as obras que estão associadas ao contrato de concessão no AHD”. E o líder da AD fez questão de destacar que “nós não rompemos o acordo. Podíamos tê lo feito e tínhamos razões para isso, por uma questão de responsabilidade nacional. Nós fomos deixando o tempo passar. Mas a verdade é uma. A verdade é que o Governo e em particular aquele que tutelou esta área, que é hoje candidato a primeiro-ministro pelo Partido Socialista, foram complacentes com a ANA e com as responsabilidades contratuais da ANA”.

Acusando o Governo do PS de “complacência”, Luís Montenegro acusou o Governo de António Costa de “não tiveram a coragem nem capacidade de enfrentar uma concessionária que tem a obrigação de fazer as obras. Não tiveram a coragem de exigir a um operador, que tira partido de uma das operações mais rentáveis da Europa em termos de gestão aeroportuária, que acabassem com aquilo que é um dos piores desempenhos do ponto de vista qualitativo num aeroporto na Europa”.

Por isso, Luís Montenegro considera que “a ANA está em falta e o Governo está em falta com o país., porque não obrigou a ANA a cumprir aquilo a que estava obrigada fazer”.

Ainda neste capítulo, o candidato a primeiro-ministro pela AD lembrou que a situação está “um bocadinho mais direcionada, porque houve uma resolução no dia 28 de Dezembro, assinada pelo atual ministro das Infraestruturas, António Costa e, no final do ano de 2023, já depois de se ter demitido, já depois de eleições marcadas, foi corrigido o tiro da incapacidade e da incompetência dos seus ministros das Infraestruturas”.

Assim, admite que, “vamos ser exigentes com a concessionária para que as obras no AHD sejam feitas para, pelo menos, amenizar aquilo que é hoje um mau cartão de visita que temos e que passam pelas condições de acolhimento dos turistas na atual infraestrutura”.

A favor da privatização da TAP
Quanto à questão da TAP, Luís Montenegro foi mais direto e assumiu ser “favorável a uma privatização de 100% do capital da TAP”. Contudo, afirmou que será preciso “salvaguarda o interesse estratégico português”, sendo que a venda “terá de integrar cláusulas que obriguem à manutenção do ‘hub’ em Lisboa, dentro daquilo que são os critérios estratégicos para o nosso país”.

“Aquilo que aconteceu na TAP foi mais um exemplo da incompetência e da incapacidade”, considerando ainda que o que aconteceu nos últimos anos com a TAP foi “uma tragédia, um crime económico e político. Nós tínhamos uma privatização decidida, estava em curso. Ela foi adulterada, modificada, arranjou-se aquela situação absolutamente invulgar e única no mundo, que é uma companhia aérea ser detida 50% do Estado e 50% por entidades privadas. E depois nas dificuldades, porque se retiraram os riscos no privado e se reintegrarem na esfera pública, fez-se uma nacionalização completa, injetando mais de 3200 milhões de euros. Para quê? Para agora se voltar a 2016 e decidir, mais coisa menos coisa, exatamente o mesmo”.

Para o futuro fica, assim, a ideia de que “aquilo que faço agora é salvaguardar o interesse público, privatizando a companhia, recuperando pelo menos a parte possível do capital que foi lá injetado, esperando que doravante possamos ter o interesse estratégico do país assegurado e uma companhia que seja capaz de ter uma gestão eficiente, que não recoloque Portugal nesta contingência de gastar o dinheiro dos contribuintes que tanta falta faz para salvar a sua subsistência”.

Alojamento Local: reverter situação
Como uma sala composta por alguns hoteleiros do país, Luís Montenegro deixou a certeza de que “o ataque foi desferido a um segmento especial, que é o Alojamento Local (AL), será revertido”, considerando que o AL é “indutor de maior capacidade de resposta turística na oferta do país”, bem como “a forma correta de combater a economia informal”.

Para Luís Montenegro, terão de ser “as Câmaras Municipais de forma descentralizada, próxima, conhecedoras da realidade local, a ter uma palavra a dizer relativamente à estratégia a seguir localmente, respeitando, ainda assim, aquilo que são os direitos adquiridos por pessoas que muitas delas, talvez a maior parte, apostaram as suas poupanças”.

Noutro ponto invocado pelo presidente da CTP, Francisco Calheiros, Luís Montenegro respondeu que “acho que vamos assegurar a estabilidade”, reconhecendo que “a AD, neste momento, é, objetivamente, a força política candidata a estas eleições que tem as melhores condições para oferecer a estabilidade”.

E se a vitória parece “certa” para o líder da AD acha mesmo que “um cenário de uma maioria mais robusta tem de ser equacionado. Não é fácil de obter, mas não está longe”.

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Turismo do Porto e Norte tem nova marca com novo conceito

O Turismo do Porto e Norte de Portugal tem agora uma imagem diferente e o propósito é unir as suas quatros regiões: Porto, Douro, Trás-os-Montes e Minho, associando o passado ao que de melhor o Norte tem hoje.

Sob o mote “Porto e Norte. Portugal origem, é original” foi lançada, esta terça-feira, a nova marca da Turismo do Porto e Norte de Portugal, que regressa às origens da criação do país, associando o passado ao que de melhor o Norte tem na atualidade, viajando mesmo a tempos ancestrais, tão presentes nas gravuras rupestres do Côa, mas também na contemporaneidade.

“Poucas palavras definirão tão bem este destino como ‘origem’, porque aqui tudo nasceu. E é também isso que o torna tão especial”, considera Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte, acrescentando que estamos perante uma marca “que abraça o Porto e Norte de Portugal como um território indivisível, eclético, único e diversificado”.

Recentemente reeleito para mais um mandato de cinco anos, Luís Pedro Martins já estabeleceu como um dos grandes desígnios consolidar e reforçar a notoriedade do Porto e Norte de Portugal pela sua diversidade e sofisticação, desenvolvendo estratégias e projetos que visem o desenvolvimento sustentável do setor, a digitalização e o reforço do seu posicionamento, junto dos mercados estratégicos pretendidos. Este lançamento assinala igualmente um novo tom de comunicação, seguindo a tendência de proximidade, credibilidade e relação emocional com os seus consumidores.

Na conceção da marca estiveram presentes os principais atributos dos quatro subdestinos (Douro, Minho, Porto e Trás-os-Montes), desde os recursos naturais aos patrimoniais, passando pela iconografia e gastronomia, transmitindo a ideia de um destino simultaneamente cosmopolita e tradicional.

As terminologias Porto e Norte cruzam-se na nova imagem e assumem a mesma importância visual, corporizando a estratégia delineada desde cedo por Luís Pedro Martins no sentido de descentralizar a visitação e levar os vários mercados emissores a colocarem não apenas o Porto, mas também o Douro, o Minho e Trás-os-Montes nas suas prioridades, o que ajudará a promover a coesão territorial e social.

Ainda a festejar os resultados de 2023, nos quais a região volta a registar recordes em todos os indicadores – número de hóspedes, dormidas e receitas – Luís Pedro Martins considera a nova marca como “uma ferramenta essencial para continuar a crescer junto dos mercados de alto rendimento da América do Norte e da Ásia e Pacífico”.

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Receitas turísticas batem novo recorde e somam mais de 25MM€ em 2023

Os dados do Banco de Portugal, que foram divulgados esta terça-feira, 20 de fevereiro, mostram que, em 2023, as receitas provenientes da atividade turística bateram novos recordes e atingiram o valor mais elevado de sempre num ano, somando, pela primeira vez, mais de 25 mil milhões de euros em 12 meses.

No ano passado, as receitas turísticas somaram 25.140,01 milhões de euros, valor que representa um aumento de 19,1% face ao total apurado em 2022, quando este valor estava nos 21.107,16 milhões de euros, de acordo com os dados divulgados esta terça-feira, 20 de fevereiro, pelo Banco de Portugal (BdP).

Os dados do BdP mostram que, em 2023, as receitas provenientes da atividade turística bateram novos recordes e atingiram o valor mais elevado de sempre num ano, com o BdP a indicar que, nas “exportações de serviços, destacaram-se as viagens e turismo, os serviços de transportes e os outros serviços fornecidos por empresas”, que apresentaram variações positivas de 19%, 11% e 17%, respetivamente.

Em comparação com 2019, o último ano antes da chegada da pandemia, a subida foi ainda mais positiva e chegou aos 37,4%, uma vez que, no acumulado de 2019, as receitas turísticas, que se encontram pelos gastos dos turistas estrangeiros em Portugal, tinham somado 18.291 milhões de euros.

Já as importações do turismo, que se encontram pelos gastos dos turistas portugueses no estrangeiro, somaram 6.301,14 milhões de euros, valor que ficou 13,9% acima dos  5.533,27 milhões de euros contabilizados no ano anterior.

“À semelhança das exportações, nas importações de serviços, evidenciaram-se os outros serviços fornecidos por empresas, as viagens e turismo e os serviços de transportes. Destes serviços, apenas a importação de serviços de transportes decresceu relativamente a 2022”, refere o BdP.

No caso das importações, a diferença face a 2019 também é significativa, uma vez que, desde então, este indicador aumentou 23%, já que, no acumulado de 2019, tinha somado 5.124,02 milhões de euros.

No caso do saldo da rubrica Viagens e Turismo, também houve uma subida expressiva no ano passado, com este indicador a somar 18.838,86 milhões de euros, o que indica um aumento de 21% face aos 15.573,90 milhões de euros apurados em 2022. Face a 2019, este indicador aumentou ainda 43%, já que no acumulado do último ano antes da pandemia o saldo foi de 13.166,98 milhões de euros.

“Em 2023, as exportações e importações de viagens e turismo aumentaram, respetivamente, 19% e 14%, tendo atingido os valores mais elevados de toda a série. Em consequência, o saldo da rubrica de viagens e turismo cresceu 3,2 mil milhões de euros relativamente ao período homólogo”, lê-se ainda no comunicado do BdP, que acompanha os números divulgados esta terça-feira.

Dezembro com aumento de 13,2% nas receitas turísticas

Os números positivos foram também comuns ao mês de dezembro, cujas receitas turísticas atingiram os 1425,73 milhões de euros, num aumento 13,2% face ao apurado em dezembro de 2022, quando este indicador tinha somado 1.259,81 milhões de euros.

Face a 2019, a subida foi ainda mais expressiva e chegou aos 34,4%, uma vez no último mês do último ano antes da pandemia este indicador tinha chegado aos 1060,71 milhões de euros.

Positivas foram também as importações do turismo no último mês do ano passado, que somaram 511,84 milhões de euros, num aumento de 9,6% face aos 467,08 milhões de euros apurados no mesmo mês de 2022. Em comparação com dezembro de 2019, quando as importações do turismo tinham sido de 402,46 milhões de euros, a subida deste indicador foi de 27,2%.

Já no que diz respeito ao saldo da rubrica Viagens e Turismo, que somou 913,89 milhões de euros em dezembro de 2023, destaca-se um aumento de 15,3% face ao apurado no mesmo mês de 2022, quando o valor deste indicador estava nos 792,72 milhões de euros. Em comparação com dezembro de 2019, a subida deste indicador chega aos 38,8%, pois o saldo desta rubrica era, nessa altura, de 658,25 milhões de euros.

 

 

 

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Feira de Emprego e Carreiras Azuis espera receber mais de 3.200 visitantes

A Feira de Emprego e Carreiras Azuis decorrer a 7 de março, no Centro de Congressos do Porto Palácio Hotel, no Porto.

A Feira de Emprego e Carreiras Azuis, que vai decorrer a 7 de março, no Centro de Congressos do Porto Palácio Hotel, no Porto, tem já confirmados mais de 3.200 visitantes, entre vários perfis que procuram trabalho entre os vários setores de atividade da economia azul.

“Entre os perfis dos visitantes, destacam-se soldadores, eletromecânicos, marinheiros, empregados de hotelaria, engenheiros, turismo, restauração, maquinistas, serralheiros, pilotos de navios, informáticos, pintores navais, desenhadores projetistas, logística, técnicos de energias renováveis, gestores de projetos, arquitetos navais, empresários, estudantes, formadores, biólogos, investigadores, profissionais de comunicação, saúde e indiferenciados”, indica a organização da feira.

Entre os expositores já confirmados, encontram-se empresas e entidades como a Viking, For-Mar, MSC, Portline, Amadeus, Scylla, Grupo Sousa, Uniworld, Escola do Mar dos Açores, Amplia, Mystic Invest, Peopleconquest, Euromar, Le Boat, Bluewater Yachting, Blue Design Alliance, ESAD Matosinhos, Politécnico de Viana do Castelo, Universidade Católica, B2E Blue Bioeconomy CoLAB, Aquacultores, Les Roches, IberBlue Wind e o IEFP.

“A Feira de Emprego e Carreiras Azuis é um evento fundamental para quem trabalha ou pretende trabalhar em cruzeiros, iates, turismo náutico, navios de carga, instalações portuárias e logística, construção e reparação naval, energias renováveis no oceano, pesca, aquicultura, biotecnologia, serviços marítimos, ambiente e sustentabilidade, entre outros setores de atividade da economia azul”, acrescenta a organização.

A entrada na Feira de Emprego e Carreiras Azuis é gratuita mas requer inscrição prévia, que pode ser realizada aqui, e vai ter lugar no Centro de Congressos do Porto Palácio Hotel, no Porto.

 

 

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Embratur vai estar em força na BTL para promover novos segmentos turísticos

A Embratur divulgou que vai estar em força na BTL, promovendo cinco segmentos prioritários: experiências de sol e praia, natureza, gastronomia, cultura e turismo de luxo. Aproveitará também para lançar a campanha “Brasil for foodies”, que visa reconhecer a excelência e diversidade gastronómica do país.

Para a edição de 2024 da BTL, a Embratur, juntamente com 32 coexpositores, irá ativar experiências de cinco segmentos prioritários: sol e praia, natureza, gastronomia, cultura e turismo de luxo. Na última edição, a agência de promoção turística do Brasil focou a atuação em ecoturismo e turismo de aventura.

Em 2023, Portugal foi o segundo principal país no continente europeu a enviar turistas para o Brasil, atrás apenas da França, diz a Embratur, que avança que foram mais de 182 mil visitantes portugueses nos destinos brasileiros. Para 2024, a previsão é receber 198.450 turistas de Portugal, segundo o Global Data.

Para o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, levar os mais variados nichos turísticos para a BTL reforça a importância do turismo português no Brasil. “O mercado europeu, sobretudo o português, é uma das prioridades para a Embratur, por isso precisamos de posicionar a nossa oferta de uma forma inovadora e competitiva, apostando na nossa biodiversidade, na nossa cultura, na nossa diversidade, na gastronomia, no nosso país como um destino autêntico, inclusivo e sustentável”, destacou.

A Embratur aproveitará também a BTL para lançar a campanha “Brasil for foodies”, que visa reconhecer a excelência e diversidade gastronómica do país. Atualmente, o Brasil está na disputa pelo título de “Melhor Destino Gastronómico da América Latina 2024”, nos World Travel Awards (WTA), conhecidos como o “Oscar do Turismo”. A ideia é angariar apoios na votação online do prémio que decorre até 17 de abril.

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MSC Cruzeiros inova nas reservas com lançamento do “Open Booking”

Reservar na MSC Cruzeiros agora ficou mais fácil para os passageiros a bordo da sua frota de navios que queiram comprar futuras férias no mar sem a necessidade de se comprometerem com um determinado navio, itinerário ou data de viagem. É com o novo programa ‘Open Booking’.

O programa ‘Open Booking’, segundo anunciou a companhia de cruzeiros, significa que os passageiros colocam apenas um depósito reduzido de 100 euros por pessoa a bordo do cruzeiro e recebem um certificado que lhes dá até 12 meses para as escolher as suas próximas férias no mar. Esta iniciativa  visa complementar o programa ‘Future Cruise’ da MSC Cruzeiros introduzido no verão de 2023.

Por outro lado, recebem até 200 euros de crédito a bordo por camarote se selecionarem o navio e a data de partida no prazo de 60 dias após fazerem a reserva aberta a bordo. Em alternativa, podem efetuar a reserva no prazo de um ano e ainda desfrutar de até 100 dólares em crédito a bordo. Além disso, o ‘Open Booking’ também pode ser utilizado como presente para familiares ou amigos antes da escolha do navio e da data da partida.

Eduardo Cabrita, Diretor Geral da MSC Cruzeiros em Portugal, afirmou que com o programa Open Booking “queremos oferecer aos nossos passageiros mais flexibilidade na escolha do próximo navio e data de partida”, ao mesmo tempo que têm até um ano para tomar essa decisão enquanto ganham créditos futuros para as próximas férias no mar.

Entretanto, os agentes de viagens que fizeram a reserva original do cruzeiro também beneficiarão do programa ‘Open Booking’ e receberão uma comissão total assim que o navio e a data de partida forem selecionados.

Refira-se que o programa ‘Future Cruise’ da MSC Cruzeiros, lançado há seis meses, beneficia os agentes de viagens e os passageiros da companhia quando um cliente que utilizou uma agência para as suas férias no mar reserve a sua próxima viagem a bordo.

Os agentes originais recebem uma comissão total por qualquer nova reserva feita a bordo sendo que os novos aspetos do programa incluem um ´depósito somente a bordo’ reduzido por pessoa para o seu próximo cruzeiro, maior flexibilidade para que uma reserva possa ser alterada para ir ao encontro das necessidades do cliente antes do pagamento final e um prazo alargado de ‘garantia do melhor preço’.

Outros benefícios incluem crédito a bordo para o próximo cruzeiro do cliente, pontos a dobrar para o programa de fidelização da companhia MSC Voyagers Club, a possibilidade de combinar ofertas de mercado com o esquema de recompensas e os passageiros podem também escolher entre a melhor seleção de camarotes e suítes.

Ainda segundo a companhia, os passageiros a bordo dos navios da MSC Cruzeiros têm acesso a informações de itinerário e às melhores ofertas através das suas equipas dedicadas a bordo do Future Cruise e cada nova reserva de cruzeiro aberta e futura irá gerar um email de confirmação para o seu agente de viagens.

 

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China mostra ao mundo o seu 1º avião comercial para rivalizar com Boeing e Airbus

É no Singapura Airshow 2024 que a China está a mostrar ao mundo o primeiro avião comercial fabricado no país, o C919, na sua primeira viagem fora do território chinês. O aparelho, que tem capacidade para pouco menos de 200 passageiros, é já considerado o novo concorrente ao Airbus A320neo e Boeing 737 Max.

O jato de corredor único, fabricado pela estatal Corporação de Aeronaves Comerciais da China (Comac), é um símbolo proeminente da estratégia mais ampla “Made in China” de Pequim, que visa reduzir a dependência de fabricantes estrangeiros e tornar-se num grande player na indústria global de aviação.

O C919, o seu primeiro grande jato de passageiros produzido internamente, tem capacidade para pouco menos de 200 passageiros. O avião subiu aos céus para o seu primeiro voo comercial em maio passado, e é certificado para transportar passageiros apenas na China continental e voa com a China Eastern Airlines.

A aeronave foi entregue à China Eastern Airlines em dezembro de 2022, reforçando o poder do país no setor de aviação. Essa entrega marcou a primeira vez que o mercado de aviação civil da China operou um jato de grande escala desenvolvido internamente.

Com o C919, a China entra definitivamente na corrida global de aviação, desafiando o duopólio da Boeing e da Airbus. O modelo é um sinal claro do crescimento da indústria aeroespacial do país e da sua busca pela independência tecnológica. Assim, o evento em Singapura será uma grande oportunidade para o jato mostrar ao mundo o que o país tem a oferecer no campo da aviação.

 

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Aeroporto do Dubai bate todos os recordes com 87 milhões de passageiros em 2023

O Aeroporto Internacional de Dubai (DXB) bateu todos os recordes em 2023 com tráfego de passageiros a chegar quase aos 87 milhões de passageiros, mais 31,7% do a previsão anual da infraestrutura e superando o verificado antes da pandemia. As previsões iniciais indicam que, em 2024, deverá receber 88,8 milhões de passageiros.

O Aeroporto Internacional do Dubai fechou o 2023 com um tráfego recorde que se aproxima dos 87 milhões de passageiros (+31,7%), superando a previsão anual de infraestrutura e os níveis pré-pandemia (2019: 86,4 milhões), consolidando o seu estatuto como um dos centros de viagens internacionais mais movimentados do mundo. Cerca de 66 milhões de passageiros foram contabilizados em 2022, tornando 2023 um aumento significativo.

Com estes valores, em declarações à imprensa internacional, Paul Griffiths, CEO da Dubai Aeroportos, refere que “em última análise, chegará um momento em que será necessário um novo aeroporto para continuar a financiar a expansão do setor da aviação”, mas avança que “os planos para isso estão muito em discussão”. Atualmente, o Aeroporto Internacional de Dubai conecta-se a 262 destinos em 104 países, através de 102 companhias aéreas internacionais. As previsões iniciais indicam que em 2024, deverá receber 88,8 milhões de passageiros.

Os resultados do ano passado foram impulsionados pelo forte crescimento de aeroporto no segundo semestre do ano, durante o qual registou 45,4 milhões de passageiros.

Com 7,8 milhões de passageiros, dezembro foi o mês mais movimentado do quarto trimestre, tendo o aeroporto registado um tráfego de 22,4 milhões de passageiros, o que representou um crescimento homólogo de 13,8%, face ao quarto trimestre do ano anterior. Foi ainda anunciado que terceiro trimestre continuou a ser o mais movimentado desde 2019, com 23 milhões de passageiros, enquanto agosto, com 7,9 milhões, foi o mês mais movimentado.

Um pormenor importante: Mais de 95% dos passageiros tiveram menos de sete minutos de espera no controlo de passaportes de saída, enquanto o tempo médio de espera no controlo de segurança de saída foi inferior a quatro minutos para 97,5% dos utilizadores.

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Albufeira esteve em Sevilha a promover a sua oferta turística

Albufeira voltou a organizar um dia de promoção na cidade de Sevilha. A capital andaluza, considerada um destino de proximidade importante para fomentar o turismo durante todo o ano, é também uma cidade parceira, resultado de uma relação de há vários anos fomentada por inúmeros intercâmbios entre empresas e entidades de ambos os territórios.

A iniciativa, organizada pela APAL – Agência de Promoção de Albufeira e pelo município, traduziu-se na realização de um workshop direcionado a empresas, que contou com a presença de vários associados da agência de promoção, bem como de um jantar, onde foi possível apresentar o concelho e as suas potencialidades turísticas.

No total, o encontro reuniu mais de 150 participantes andaluzes, entre operadores, agências de viagens, imprensa, representantes do Ayuntamiento de Sevilha, Diputación de Sevilha, Prodetur (sociedade pública que visa promover a inovação, promoção e desenvolvimento económico local na Província de Sevilha), bem como diversas associações empresariais com que Albufeira mantém contactos.

Refira-se que, ainda recentemente, Albufeira acolheu o Encontro Empresarial Luso-Andaluz, iniciativa da Deputación de Sevilha, que juntou empresários e responsáveis políticos.

De destacar que a APAL e o Município de Albufeira estarão presentes na BTL. A participação das duas entidades trará muitas novidades, a começar, desde logo, por um espaço próprio com maior dimensão e um programa de atividades mais extenso.

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Startups convidadas a candidatarem-se ao Tourism Advance

Fábrica de Startups e Turismo de Portugal convidam startups a candidatarem-se ao Tourism Advance, programa nacional de inovação aberta.

A Fábrica de Startups, com o apoio do Turismo de Portugal, lança novo programa de inovação aberta, Tourism Advance, que desafia empresas do turismo e startups a unirem forças para impulsionar a inovação e a competitividade no sector.

Os startups devem ter, pelo menos, um produto, serviço ou solução que contribua para a resolução de um dos macro desafios apresentados pelas empresas parceiras.

O programa Tourism Advance oferece uma plataforma única para empresas do setor do turismo e startups colaborarem, partilharem ideias e desenvolverem soluções inovadoras que impulsionem a competitividade e a sustentabilidade do sector.

O objetivo é que as startups respondam aos desafios lançados pelas empresas e trabalhem no desenvolvimento de projetos-piloto. Ao reunir o conhecimento e a experiência das empresas estabelecidas com a agilidade, a criatividade e inovação das startups, o Tourism Advance promete ser um catalisador da modernização, desenvolvimento e crescimento do setor do turismo em Portugal.

As candidaturas estão abertas até ao dia 23 de fevereiro de 2024 e podem ser feitas através do website oficial do programa em tourismadvance.pt.

O Tourism Advance arranca já com algumas empresas associadas como a Carris Tur, Dig-in (antiga Zomato), Galo Resort Hotels, Grande Hotel do Luso e Parques de Sintra, entre outros. De entre os desafios propostos pelas empresas podemos encontrar a automatização de processos, melhoria da relação com o cliente, sustentabilidade, contratação, gestão e retenção de recursos humanos, e melhoria da experiência do cliente.

“Esta é uma oportunidade valiosa para que as startups expandam o seu portfólio de clientes e testem novos produtos e serviços em estreita ligação com o mercado real, que tem desafios muito concretos e precisa de soluções inovadoras e novos talentos para os colmatar”, refere António Lucena de Faria, CEO da Fábrica de Startups.

Para Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal, “a inovação no turismo deve ser uma atitude, não só dos empreendedores que se desafiam a encontrar soluções disruptivas, mas também de um setor mais próximo, disponível e aberto para conhecer e testar essas soluções. Ao apoiar o Tourism Advance – um dos programas de inovação aberta no âmbito do Programa FIT 2.0 – Fostering Innovation in Tourism – o Turismo de Portugal estimula e consolida a ligação com o ecossistema de inovação, criando as condições para que o futuro do setor assente em empresas cada vez mais sustentáveis, competitivas e inovadoras.”

De referir que, para além do Tourism Advance, o Turismo de Portugal tem vindo a apoiar a Fábrica de Startups no desenvolvimento de outros programas de aceleração e open innovation (da Fábrica de Startups), como o Discoveries, o Tourism Explorers, o Tourism Co-Lab e o Tourism AdVenture, onde já passaram +580 startups e +2200 empreendedores.

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