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40% dos britânicos adultos não viajarão até estarem vacinados contra a COVID-19

Se os mais idosos são os mais cautelosos, são os britânicos mais jovens os mais ávidos de viajar sem serem vacinados.

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Ao mesmo tempo que o processo de vacinação vai sendo posto em prática por, praticamente, todo o mundo, um recente estudo da YouGov vem agora revelar que receber a vacina será a chave para a confiança nas viagens por parte dos britânicos. Isto mesmo foi confirmado numa análise desenvolvida no final do mês de fevereiro, concluindo-se que cerca de dois quintos dos britânicos adultos não irão de férias para qualquer lugar até serem vacinados (39%).

Essa opinião é defendida por uma pluralidade de adultos britânicos, com os mais velhos (48%) especialmente cautelosos ao viajar antes de receber uma vacina contra o coronavírus. Para outros, a vacinação só irá amenizar as preocupações com as viagens o suficiente para, num futuro próximo, tirar férias domésticas no Reino Unido (27%).

É difícil prever se os britânicos serão obrigados a receber a vacina contra o coronavírus antes de viajar para ou do Reino Unido, embora 14% dos adultos admitam fazer férias no Reino Unido e no exterior, mesmo sem vacina. Essa atitude é mantida por cerca de um quinto de todos os grupos de idade, exceto aqueles com 55 anos ou mais (apenas 7% desse grupo etário toma essa posição). Aqueles com rendimentos mais altos são ligeiramente mais propensos a dizer que fariam férias sem vacinar (16% na classe ABC1 vs 12% na classe C2DE).

Nas gerações mais jovens, o momento de viajar não parece estar vinculado à vacinação, refere a análise da YouGov. Assim, os britânicos com idades entre 25-34 (22%) e 35-44 (20%) destacam-se pela “ânsia de viajar sem serem vacinados”, diz a análise, sugerindo os dados “não só uma procura reprimida, mas que os mais jovens podem ser os primeiros a reservar as suas viagens, assim que as informações sobre possíveis destinos e datas estiverem disponíveis”, conclui a YouGov.

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Algarve suscita cada vez maior interesse

O interesse pelo turismo no Algarve é cada vez mais crescente, consta a ATA, que faz o balanço do primeiro semestre de promoção turística.

De acordo com a Associação Turismo do Algarve (ATA), agência responsável pela promoção externa da região, de janeiro a junho, foram já realizadas 48 press trips, um número que praticamente alcança o total de visitas de jornalistas que o Algarve recebeu durante todo o ano de 2019 (ano em que foram contabilizadas 52 ações desta natureza).

Entre jornalistas, fotógrafos/videógrafos, bloggers e influencers, estiveram no Algarve, desde o início do ano, em ações organizadas pela ATA, 102 participantes, provenientes de mercados distintos como o Reino Unido, Alemanha, Irlanda, Holanda, Itália, França e Bélgica. O interesse pela região estendeu-se ainda aos mercados do Norte da Europa (Suécia, Dinamarca e Noruega) e a mercados mais longínquos como os EUA, Brasil e Emirados Árabes Unidos.

Esta vontade de descobrir mais sobre o destino é também partilhada por operadores turísticos internacionais. Desde janeiro e até ao final de junho, a ATA teve já a oportunidade de organizar 10 fam trips, com 72 participantes dos mercados estratégicos da região. Até ao final do ano, prevê-se triplicar o número de participantes nas visitas de reconhecimento do destino direcionadas a estes profissionais do setor.

Através de programas feitos à medida, estas ações têm como objetivo dar a conhecer, no terreno, as mais-valias da região, para que os participantes possam experimentar aquilo que torna o Algarve um destino único e perceber os motivos que explicam os vários prémios e distinções internacionais que o destino tem vindo a conquistar.

“O interesse em torno do Algarve não nos surpreende já que, à exceção do período em que estivemos em confinamento total, nunca deixámos de organizar iniciativas com a imprensa e operadores internacionais, fruto também da estratégia que implementámos para manter a elevada notoriedade do destino durante a pandemia. Ainda assim, a rapidez da recuperação da atividade turística está a superar as nossas melhores expectativas”, destacou João Fernandes, presidente do Turismo do Algarve.

Refira-se que nos primeiros seis meses deste ano, a promoção externa do Algarve foi também materializada na participação em 15 eventos internacionais, estrategicamente selecionados, onde a ATA esteve a representar o destino e os seus associados. Adicionalmente, esteve envolvida na preparação de cerca de 70 campanhas de marketing, realizadas em colaboração com operadores turísticos e companhias aéreas que operam a região. Estas campanhas resultaram do esforço levado a cabo, com sucesso, pelo Turismo do Algarve para retomar as ligações aéreas existentes (e que haviam sido suspensas pela pandemia) e para captar novas rotas.

Olhando para os restantes meses de 2022 com algum otimismo, o Turismo do Algarve espera, segundo nota de imprensa, dar continuidade a toda esta dinâmica de recuperação, de forma sólida e consistente, e chegar ao final do ano com valores próximos dos 2019.

 

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Turismo Centro de Portugal manifesta solidariedade com vitimas do incêndio na Serra da Estrela

A Turismo Centro de Portugal lamenta que alguns dos locais atingidos pelo incêndio na Serra da Estrela “dificilmente voltarão a ser o que eram”, mas diz ter a certeza que, “com o esforço de todos, o Parque Natural vai reerguer-se”.

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A Turismo Centro  de Portugal veio esta sexta-feira, 12 de agosto, manifestar a sua solidariedade para com as vitimas do incêndio na Serra da Estrela, a área protegida mais extensa do país e que tem sido severamente atingida pelos incêndios.

“A Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal manifesta a sua solidariedade para com todos aqueles que sofreram danos pessoais e materiais nos inclementes fogos deste verão e lamenta profundamente que um ecossistema tão sensível como o da Serra da Estrela tenha sido tão duramente atingido”.

A Turismo Centro de Portugal lamenta que alguns dos locais atingidos pelo incêndio na Serra da Estrela “dificilmente voltarão a ser o que eram”, mas diz ter a certeza que, “com o esforço de todos, o Parque Natural vai reerguer-se e continuar a ser o destino turístico de excelência que sempre foi”.

A entidade regional de turismo envia ainda um “abraço solidário” a todos os municípios e empresários afetados, lembrando que o “esforço de recuperação vai exigir o empenho sobre-humano de todos” e garantindo que “municípios e empresários sabem que podem contar com todo o apoio da Turismo Centro de Portugal nesta tarefa tão árdua”.

A Turismo Centro de Portugal conclui o comunicado enviando ainda “as maiores palavras de louvor” aos bombeiros e proteção civil que têm combatido o incêndio na Serra da Estrela, considerando que, “perante uma situação tão adversa, voltaram a mostrar a fibra de heróis que reconhecidamente são” e pedindo aos visitantes do destino que “redobrem a atenção nos seus comportamentos, evitando os de risco, em especial numa altura tão delicada”.

 

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Taxa turística de Cabo Verde rendeu tanto em cinco meses como em todo o ano passado

Nos primeiros cinco meses de 2022, a taxa turística de Cabo Verde rendeu 2,7 milhões de euros, valor que representa mais do dobro do apurado em todo o ano passado e que vem confirmar a recuperação do turismo no arquipélago.

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Nos primeiros cinco meses de 2022, a taxa turística de Cabo Verde rendeu 2,7 milhões de euros, valor que representa mais do dobro do apurado em todo o ano passado e que vem confirmar a recuperação do turismo no arquipélago, avança a Lusa, que cita dados oficiais.

Segundo um relatório do Ministério das Finanças de Cabo Verde sobre a execução orçamental de janeiro a maio, as receitas da contribuição turística ascenderam a 298 milhões de escudos (2,7 milhão de euros), equivalente a 62,8% do orçamentado pelo Governo para todo o ano de 2022, que é de 475 milhões de escudos (4,3 milhões de euros).

No ano passado, as receitas da taxa turística ficaram-se pelos 145 milhões de escudos (1,3 milhão de euros), valor que corresponde a cerca de metade do que foi apurado até maio deste ano.

Nos primeiros cinco meses de 2021, o valor arrecadado por Cabo Verde com a taxa turística tinha sido de 18 milhões de escudos (163 mil euros).

As receitas com a taxa paga obrigatoriamente pelos turistas em Cabo Verde caíram para metade de 2020 para 2021, renovando mínimos de 145 milhões de escudos (1,3 milhões de euros), segundo um relatório anterior do Ministério das Finanças. Já em 2019, este imposto garantiu um máximo histórico de 992 milhões de escudos (8,9 milhões de euros) em receitas.

Recorde-se que a contribuição turística foi introduzida pelo Governo cabo-verdiano em maio de 2013, passando as unidades hoteleiras e similares a serem obrigadas a cobrar 220 escudos (dois euros) por cada pernoita até dez dias, a cada turista com mais de 16 anos.

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Startup Lisboa abre candidaturas para a 5.ª edição do From Start-to-Table

As candidaturas a este programa de aceleração destinado a startups ligadas ao ecossistema da restauração decorrem até 25 de setembro e podem ser realizadas online.

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A Startup Lisboa já abriu as candidaturas para mais uma edição do programa de aceleração  From Start-to-Table, destinado a startups ligadas ao ecossistema da restauração, que, este ano, tem como objetivo “alargar o âmbito do programa e desenvolver a comunidade de
foodtech ao longo do ano”. 

De acordo com um comunicado enviado à imprensa, as candidaturas decorrem até 25 de setembro e podem ser realizadas online, através do preenchimento do formulário que está disponível aqui. Os vencedores de cada categoria ganham um prémio de 10 mil euros.

“Podem candidatar-se pessoas ou startups (constituídas há menos de cinco anos), portuguesas ou estrangeiras, que tenham um projeto de tecnologia para a restauração ou novos produtos desde que tragam inovação ao setor – alinhados com objetivos de sustentabilidade ambiental, social e económica”, lê-se no comunicado da Startup Lisboa.

Numa primeira fase, os projetos pré-selecionados vão ser apresentados a “um júri que
escolherá até 20 equipas para integrarem o programa”, seguindo-se, depois, um período de oito semanas em que os finalistas vão trabalhar na prototipagem e validação do seu produto, tendo também acesso a um amplo painel de especialistas, mentores e investidores do setor e
representantes do ecossistema da restauração em Portugal.

Delta Cafés, Sagres, Zomato e a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) são algumas das empresas que se juntaram já a este programa de aceleração, assim como o Turismo de Portugal.

No entanto, este ano, a novidade é mesmo a aposta no desenvolvimento da comunidade do From Start-To-Table através do lançamento de um programa de softlanding que apoie as startups a estabelecerem-se em Portugal após a conclusão do programa, assim como o desenvolvimento de um conjunto de eventos e iniciativas que irão ocorrer após o programa de forma a dar continuidade à dinamização do ecossistema de foodtech em Portugal.

Paralelamente, está também previsto o aprofundamento da parceria com a Zomato, que vai dar aos participantes um maior acesso a mais apoio direto da equipa da Zomato em
diversas áreas, incluindo o business development, marketing, entre outros.

Recorde-se que o From Start-to-Table arrancou em 2018 e, desde então, já acelerou mais de 90 projetos, recebeu mais de 400 candidaturas, de mais de 30 países, tendo a última edição registado a maior participação de equipas internacionais, já que um dos vencedores até foi
um empreendedor cipriota, com a startup Blend.

 

 

 

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Mercado alemão recupera níveis pré-pandémicos até 2024, aponta GlobalData

A GlobalData estima que, daqui a dois anos, cerca de 117,9 milhões de alemães já tenham voltado a procurar o transporte aéreo para viajar, ultrapassando os 116,1 milhões contabilizados em 2019.

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O mercado alemão já está de regresso às viagens internacionais e, até 2024, deverá recuperar para níveis pré-pandémicos, avança a GlobalData, que estima que, daqui a dois anos, cerca de 117,9 milhões de alemães já tenham voltado a procurar o transporte aéreo para viajar.

O número de 117,9 milhões de turistas alemães que devem voltar a viajar para fora do país até 2024 ultrapassa mesmo o total de 2019, quando eram 116,1 milhões os alemães que tinham viajado para fora do país.

Os dados divulgados esta semana pela GlobalDalta constam do relatório ‘Alemanha Source Tourism Insight, 2022 Update’, que analisa a recuperação do turismo na Alemanha, depois dos anos de quebra de 2020 e 2021, quando as restrições devido à COVID-19 e a falta de confiança dos consumidores levou a procura turística dos alemães para mínimos históricos.

“A pandemia da COVID-19 teve um enorme impacto nas viagens internacionais da Alemanha. Os números do turismo de outbound encolheram para uma fração do que eram em 2019, registrando um declínio anual de 64,5%, de 116,1 milhões de viajantes em 2019 para 41,2 milhões em 2020, antes de um declínio adicional em 2021 para 40,4 milhões”, resume Megan Cross, analista de viagens e turismo da GlobalData.

No entanto, com a melhoria da situação pandémica e o consequente alívio das restrições relacionadas com a COVID-19, a confiança dos consumidores alemães parece estar de regresso, o que permite perspetivas “muito mais brilhantes” para os próximos anos, numa recuperação que, segundo Megan Cross, deverá funcionar com um “impulso” para turismo mundial, já que o mercado alemão é “um importante mercado de origem no cenário global.”

Apesar de estar a assistir a uma recuperação do mercado alemão, a GlobalData alerta para algumas tendências que se começam a identificar neste mercado, nomeadamente no que diz respeito aos preços, que têm vindo a subir, o que está a levar os turistas alemães, que por norma sempre procuraram soluções de férias económicas, a escolher voos mais baratos. Neste sentido, diz a GlobalData, 55% dos entrevistados neste relatório procura companhias aéreas low cost, a exemplo da Ryanair, easyJet, Eurowings, Air Berlin, TUIfly e Condor.

“Muitos viajantes europeus interessados ​​em manter os seus planos de férias podem simplesmente reduzir o valor que gastam em produtos e serviços antes e durante a viagem. Por exemplo, os viajantes que geralmente ficam em hotéis de média gama, agora devem escolher formas económicas de alojamento para manter os custos baixos. Isso certamente ajudará as empresas que já têm como alvo os viajantes com orçamento limitado”, acrescenta Megan Cross.

Tendência é também o recurso a agências de viagens online para reservar as férias, com mais de um quarto dos entrevistados (29%) a revelar que normalmente é esta a escolha para reservar as viagens, enquanto 16% diz preferir a reserva direta e 15% opta por reservar com um agente de viagens presencial na loja.

Já os motivos para a viagem prendem-se, na maior parte dos casos, com visitas a amigos e familiares, com 29% dos inquiridos a apontar esse como o principal motivo da viagem, enquanto no outro extremo da escala o motivo menos apontado foi as férias gastronómicas, o que a GlobalData diz que poderá ainda estar relacionado com o receio da pandemia, já que apenas 17% dos alemães disse não estar preocupado com a COVID-19.

Quanto a destinos, a Áustria, pela proximidade, disponibilidade de ligações e ligação histórica entre os dois países, parece ser o destino preferido, ainda nos últimos anos a Áustria tenha visto o número de turistas alemães cair drasticamente, passando de 14,4 milhões de turistas alemães em 2019 para 8,6 milhões em 2020 e 5,8 milhões em 2021.

Contudo, até 2024, as perspetivas da GlobalData são positivas, uma vez que se espera que o país volte a ver um aumento do número de  turistas alemães, chegando aos 14,5 milhões de alemães nos dois próximos anos.

“A falta de turistas alemães durante a pandemia impactou muitos países, especialmente na Europa. Destinos que podem responder às necessidades específicas dos alemães vão ver os seus prazos de recuperação encurtados nos próximos anos”, conclui analista de viagens e turismo da GlobalData..

 

 

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CTP receia que burocracia atrapalhe vinda de trabalhadores estrangeiros para o Turismo

Apesar de aplaudir a alteração da lei, a CTP manifesta “algumas reservas sobre a capacidade que as autoridades públicas terão, ao abrigo desta legislação, para agirem de forma desburocratizada e célere” na atração de trabalhadores estrangeiros.

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A Confederação do Turismo de Portugal (CTP) acredita que a legislação que veio alterar o regime jurídico de entrada e permanência de estrangeiros em território nacional pode contribuir para atrair a necessária mão-de-obra para o setor do turismo, mas mostra-se preocupada com a excessiva burocracia, que pode impedir as autoridades de atuarem de forma célere e atrasar o recrutamento.

Num comunicado enviado à imprensa esta quarta-feira, 10 de agosto, a CTP manifesta “algumas reservas sobre a capacidade que as autoridades públicas terão, ao abrigo desta legislação, para agirem de forma desburocratizada e célere com vista a que mais estrangeiros reforcem o mercado de trabalho e assumam a plena integração na nossa sociedade”.

Apesar disso, a CTP considera que a nova lei, que já foi promulgada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, vem criar “as condições procedimentais e legais para que o Estado português possa agir de forma célere e eficaz com vista a serem implementados acordos de mobilidade migratória para o mercado de trabalho em especial, e com maior relevância para o Turismo, com os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”.

“Para a CTP é importante que este processo venha a ser efetivo já que pode vir a permitir atrair mais mão de obra para o Turismo, num momento em que há escassez de pessoas para trabalhar na atividade turística, mesmo numa situação favorável como aquela em que nos encontramos onde as condições salariais e de trabalho são atrativas e em linha com uma contratação coletiva que tem dado boas respostas aos problemas existentes”, acrescenta a informação divulgada.

No comunicado enviado à imprensa, Francisco Calheiros, presidente da CTP, lembra que a contratação de estrangeiros, nomeadamente provenientes da CPLP – Comunidade de Países de Língua Portuguesa, era uma das propostas que já vinham a ser apresentadas para colmatar a falta de mão-de-obra no turismo.

“A contratação de estrangeiros, nomeadamente provenientes dos países da CPLP, é uma das propostas que a Confederação do Turismo tem apontado como fazendo parte da solução para a falta de mão de obra no Turismo. Os empresários do Turismo estão desde já disponíveis para acolher os estrangeiros que desejem vir trabalhar no Turismo em Portugal, oferecendo-lhes todas as condições de trabalho, de formação profissional específica, assim como apoio na sua inserção profissional e pessoal”, afirma o responsável.

A CTP recorda ainda que, apesar do turismo estar a ser fortemente afetado pela falta de trabalhadores, não é o único setor a enfrentar esta escassez, uma vez que este é “um problema transversal à generalidade das atividades económicas”.

Na opinião da CTP, o Turismo é, contudo, um setor que, atualmente, oferece “condições de trabalho atraentes” e paga “salários acima da contratação coletiva”, em resultado de um processo negocial que não é unilateral, ou seja, é negociado “entre sindicatos e entidades empregadoras”.

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Oeiras recebe Festival Internacional Balões de Ar Quente a 24 de setembro

O festival, que vai na sua 25.ª edição, vai ter lugar na Quinta de Cima do Palácio do Marquês de Pombal, junto à Câmara Municipal de Oeiras, naquela que será a primeira vez que o evento decorre em Oeiras. 

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O município de Oeiras vai ser palco, a 24 de setembro, Festival Internacional Balões de Ar Quente, que vai contar com diversas atividades gratuitas e dedicadas ao publico em geral, informou a organização do evento em comunicado.

O festival, que vai na sua 25.ª edição, vai ter lugar na Quinta de Cima do Palácio do Marquês de Pombal, junto à Câmara Municipal de Oeiras, naquela que será a primeira vez que o evento decorre em Oeiras.

Além das várias atividades gratuitas que vão estar disponíveis a 24 de setembro, o Festival Internacional de Balões de Ar Quente vai também disponibilizar batismos de voo cativo, assim como o evento Night Glow, um espetáculo noturno de luz, cor e som, em que as chamas dos queimadores dos coloridos balões são libertadas ao ritmo da música, que será o ponto alto do festival.

“Para fazer um batismo de voo cativo, os visitantes devem dirigir-se ao local do Festival, onde serão recebidos pela organização, por ordem de chegada, e encaminhados para o respetivo balão. O voo, que irá permitir ter uma visão de 360 graus sobre a Quinta de Cima do Palácio do Marquês de Pombal e os seus jardins, é apto para todas as idades e gratuito”, indica a Publibalão, entidade que, em conjunto com a Câmara Municipal de Oeiras, organiza o festival.

O programa do festival, que tem entrada gratuita, já está disponível online e pode ser consultado em www.publibalao.com.

 

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Número de turistas internacionais no Dubai cresce 183% no 1.º semestre

De acordo com o Departamento de Economia e Turismo do Dubai (DET), “o número de turistas verificado no primeiro semestre de 2022 ficou muito próximo dos números do período homólogo de 2019”.

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Entre janeiro e junho, o Dubai recebeu 7,12 milhões de turistas internacionais, número que traduz um aumento de 183% face a igual período de 2021, quando o emirado tinha contabilizado 2,52  milhões de turistas internacionais, avança o Departamento de Economia e Turismo do Dubai (DET), em comunicado.

“O número de turistas verificado no primeiro semestre de 2022 ficou muito próximo dos números do período homólogo de 2019, no qual se registou 8,36 milhões de turistas internacionais no Dubai”, destaca o DET, acrescentando que esta “tendência positiva coloca a cidade no caminho certo para atingir as metas de turismo delineadas para este ano”.

Grande parte dos turistas internacionais que visitaram o Dubai no primeiro semestre era proveniente da Europa Ocidental, que representou uma quota de 22% dos turistas internacionais contabilizados, assim como do Médio Oriente e Norte de África, que em conjunto representaram 34% dos turistas que visitaram o Dubai entre janeiro e junho. A estas regiões, junta-se ainda a Ásia, com uma quota de 16%, assim como a Rússia, CEI e Europa Oriental, com 11% do total de visitantes no primeiro semestre de 2022.

“A ampla distribuição geográfica dos mercados emissores do emirado reflete a estratégia de diversificação do Dubai destinada a direcionar o tráfego por um amplo espectro de países e segmentos de visitantes, mitigando assim os riscos associados à dependência excessiva de uma só região, e destaca ainda o sucesso das campanhas de marketing personalizadas do destino em plataformas especializadas específicas e diferenciadas”, justifica o DET.

Nos primeiros seis meses do ano, destaque ainda para a atividade hoteleira no Dubai, que “apresentou resultados consideráveis, com um desempenho recorde na maioria dos indicadores durante o primeiro semestre de 2022”.

Entre janeiro e junho, a hotelaria do Dubai registou uma taxa de ocupação média de 74%, “uma das mais altas do mundo” e 12 pontos percentuais do registado em igual período do ano passado, quando este indicador se ficava pelos 62%.

Em comparação com o período pré-pandemia, a taxa de ocupação da hotelaria do Dubai continua, no entanto, ligeiramente abaixo, uma vez que no primeiro semestre de 2019 este indicador tinha sido de 76%.

Os resultados foram também positivos ao nível do rendimento médio por quarto ocupado (ADR) e o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR), que já superaram os níveis pré-pandémicos, com o ADR a chegar aos AED567, num aumento de 48,5% e 28% face ao mesmo período de 2021 e 2019, respetivamente.

Já o RevPAR subiu 76% em relação aos primeiros seis meses de 2021, fixando-se nos AED417, enquanto em comparação com o período pré-pandemia houve um aumento de 24%, para AED336.

“De acordo com a empresa de análise hoteleira STR, o Dubai ocupa o terceiro lugar a nível global no RevPAR (US$ 147), depois de Paris (US$ 195) e Nova York (US$ 172)”, refere ainda o DET na informação divulgada.

O DET revela ainda que estes resultados foram alcançados mesmo depois de se ter registado um aumento de 19% da capacidade hoteleira em relação ao período homólogo de 2019, uma vez que, em final de junho, o portefólio de hotéis do Dubai era composto por 140.778 quartos em 773 estabelecimentos hoteleiros, em comparação com 118.345 quartos disponíveis no final de junho de 2019 em 714 estabelecimentos.

Já o número total de hotéis no primeiro semestre de 2022 teve um crescimento de 8% em relação ao primeiro semestre de 2021, “reforçando a confiança dos investidores em continuar a apostar no setor turístico no Dubai”, refere ainda o DET.

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Transportes e Alojamento e Restauração entre os setores que mais novas empresas constituíram até julho

Os setores dos Transportes e do Alojamento e Restauração registaram aumento de 124% e 25%, respetivamente, na constituição de novas empresas até julho, segundo o mais recente relatório da consultora Informa D&B.

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O setores dos Transportes e Alojamento e Restauração foram dois dos que registaram maior subida na constituição de novas empresas nos primeiros sete meses do ano, avança a Informa D&B, cujo mais recente relatório aponta crescimentos de 124% e 25%, respetivamente.

“No acumulado desde janeiro até julho de 2022, a maioria dos setores regista um aumento na constituição de empresas face a 2021”, indica a consultora num comunicado divulgado esta segunda-feira, 8 de agosto.

Os Transportes foi um dos setores que mais se destacou na constituição de novas empresas até julho, com mais 1.228 novas empresas que em igual período do ano passado, o que corresponde a um aumento de 124%.

Já no setor do Alojamento e Restauração foram constituídas, nos primeiros sete meses do ano, mais 551 empresas, o que traduz um aumento de 25% em comparação com período homólogo de 2021.

Além destes, também os setores dos Serviços Gerais (+936 constituições, +30%) e dos Serviços Empresariais (+582 constituições, +13%) se destacaram na constituição de novas empresas nos primeiros sete meses de 2022.

No total, entre janeiro e julho, foram criadas em Portugal 28.989 novas empresas, o que representa um crescimento de 17% face ao mesmo período de 2021, ainda que a Informa D&B alerte que, em julho, houve menos 236 constituições, o que corresponde a uma descida de 7% face a julho de 2021.

Segundo a consultora, este decréscimo registado em julho veio quebrar “um ciclo de crescimento que vinha desde outubro passado e que só tinha sido interrompido em abril”, tendo esta descida sido mais “concentrada nas regiões do Norte e Centro, influenciando significativamente o decréscimo total”.

Já o Retalho e a Agricultura e outros recursos naturais foram os setores que assistiram a uma descida na constituição de novas empresas, apresentando quebras de 13% e 1,6%, respetivamente, com a Informa D&B a explicar que, no caso do Retalho, a descida “ocorre há já cinco meses e é transversal a quase todos os seus subsetores”, sobretudo o Retalho de Têxtil e Moda, Generalista e outros.

Apesar da melhoria face a 2021, em comparação com 2019, os dados da Informa D&B mostram que “a criação de novas empresas mantém-se abaixo em quase todos os setores de atividade”, com exceção das Tecnologias de Informação e Comunicação (+27%) e das Atividades Imobiliárias (+18%).

“A subida das constituições no período de janeiro a julho deste ano é também transversal a todas as regiões, com destaque para a Área Metropolitana de Lisboa (+2 700 constituições, +31%)”, indica ainda a consultora.

A descer continuam também as insolvências e encerramentos, uma vez que, nos primeiros sete meses do ano, encerraram 6.815 empresas, menos 2,5% que no período homólogo, e 962 empresas iniciaram um processo de insolvência, valor que representa uma descida de 21% face a 2021.

No caso dos encerramentos, “a maioria dos setores de atividade registam valores de encerramento inferiores a 2021”, sendo que apenas o Retalho (+89 encerramentos, +8,9%), Atividades Imobiliárias (+24 encerramentos, +5,2%) e Indústrias (+13 encerramentos, +2%) registaram mais encerramentos que no ano passado.

Nas insolvências, o setor do Alojamento e Restauração encontra-se, no entanto, entre os setores que maior número de processos de insolvência iniciaram, assim como o dos Transportes, que foi mesmo “o único setor que regista um aumento no número de processos de insolência neste período (+16 processos; +31%)”.

 

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REDE-T tem novo parceiro na área da decoração profissional

A Laskasas Kontract é o novo parceiro da REDE-T para a área de Projetos de Decoração Profissionais.

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A REDE-T tem, desde este mês de agosto, um novo parceiro na área da decoração profissional, contando com a Laskasas Kontract como parceiro de Projetos de Decoração Profissionais.

“Com uma experiência reconhecida em Projetos Profissionais e uma equipa inteiramente dedicada e especializada, a Laskasas Kontract apresenta soluções 100% customizáveis para garantir que respondemos às necessidades de cada projeto. Tudo isto aliado às nossas mais de 200 opções de personalização entre lacados, madeiras, tecidos, vidros, mármores e outros materiais para garantirmos que nenhum projeto é padronizado”, indica a REDE-T, num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com a REDE-T, a Laskasas Kontract esteve já envolvida no desenvolvimento de hotéis, Spas, Lounges & Lobbys, Discos & Clubs e restaurantes, além de contar com um serviço especial e exclusivo para negócios, que é acompanhado e desenvolvido por uma equipa especializada na área que tem como mote, entregar uma nova perspectiva ao espaço.

A marca é também capaz de de produzir e de criar qualquer peça, através da sua unidade de produção, que permite também a personalização de cada projeto a qualquer medida e com qualquer acabamento.

Com a parceria entre a REDE-T e a Laskasas Kontract, estão disponíveis descontos até 30% para profissionais, assim como um desconto extra de 5% para particulares que é exclusivo para os associados da REDE-T.

A REDE-T conta já com perto de 18.000 profissionais do canal HORECA registados, disponibilizou quase 19.000 ofertas de trabalho e quase 1.500 documentos para download. A plataforma permite também o acesso a mais de 2.000 CVs dos melhores profissionais do setor e disponibiliza um diretório de empresas com as conhecidas marcas .

 

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