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Ajuda à TAP impactará 2 a 3 vezes a economia até 2030, admite PCA da companhia

A ajuda que a TAP receberá até 2024 terá impacto na economia duas a três vezes superior até 2030, referiu hoje (terça-feira) o presidente do Conselho de Administração da TAP, Miguel Frasquilho, na comissão parlamentar de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, no âmbito dos requerimentos apresentados pelo PSD e pela Iniciativa Liberal. Na referida… Continue reading Ajuda à TAP impactará 2 a 3 vezes a economia até 2030, admite PCA da companhia

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Ajuda à TAP impactará 2 a 3 vezes a economia até 2030, admite PCA da companhia

A ajuda que a TAP receberá até 2024 terá impacto na economia duas a três vezes superior até 2030, referiu hoje (terça-feira) o presidente do Conselho de Administração da TAP, Miguel Frasquilho, na comissão parlamentar de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, no âmbito dos requerimentos apresentados pelo PSD e pela Iniciativa Liberal. Na referida… Continue reading Ajuda à TAP impactará 2 a 3 vezes a economia até 2030, admite PCA da companhia

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A ajuda que a TAP receberá até 2024 terá impacto na economia duas a três vezes superior até 2030, referiu hoje (terça-feira) o presidente do Conselho de Administração da TAP, Miguel Frasquilho, na comissão parlamentar de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, no âmbito dos requerimentos apresentados pelo PSD e pela Iniciativa Liberal.

Na referida comissão parlamentar, Frasquilho admitiu mesmo que este impacto será “muito forte” e que se verificará “em todas as vertentes”.

“A opção de deixar cair a TAP teria um custo fortíssimo para a nossa economia. […] Aquilo de que a TAP necessita até 2024 e o retorno que será gerado para a economia será muitíssimo superior a esse investimento que já está a ser feito pelos portugueses”, reiterou, citado pela Lusa.

Já  o presidente da Comissão Executiva (CEO) da TAP, Ramiro Sequeira, tinha salientando da parte da manhã que, “a aviação, como a conhecemos, não voltará e, portanto, os esforços e este sentido de responsabilidade que os sindicatos e os trabalhadores estão a ter com a empresa é algo que tem de perdurar no tempo, porque senão […] em 2025 estamos outra vez com o mesmo problema”.

As declarações proferidas na comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, por requerimento do PSD e da Iniciativa Liberal, vêm na sequência dos acordos coletivos de emergência assinados com os sindicatos, embora o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) tenha adiado para dia 26 deste mês a assembleia-geral onde iria votar o acordo de emergência na TAP.

O SPAC não foi, contudo, o único sindicato a adiar a votação, já que também o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) adiou a votação do acordo de emergência com a TAP para data a anunciar.

Recorde-se que o Governo já anunciou que, enquanto aguarda as decisões dos dois sindicatos, a TAP avançará, a 1 de março,  com o regime sucedâneo preventivo.

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TAP confirma cobrança de 657M€ em voos ainda não realizados e diz que esta é uma notícia “positiva”

Segundo a TAP, esta é uma notícia “positiva”, uma vez que indica que a companhia aérea “aumentou o seu volume de vendas para os voos que tinha e tem programados”.

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A TAP veio esta sexta-feira, 24 de setembro, esclarecer que, como “qualquer outras companhia aérea, vende antecipadamente os bilhetes para os seus voos” e confirma que já cobrou 657 milhões de euros em bilhetes de voos ainda não realizados, numa notícia que, segundo a transportadora nacional, é “positiva”, uma vez que indica que a companhia “aumentou o seu volume de vendas para os voos que tinha e tem programados”.

“A TAP esclarece que, como qualquer outra companhia aérea, vende antecipadamente os bilhetes para os seus voos. A cobrança dos bilhetes não é realizada a bordo, nem após a prestação do serviço, mas sim antes do voo se realizar, como é prática de toda a indústria mundial”, explica a companhia aérea, num comunicado divulgado esta sexta-feira, 24 de setembro.

Para a companhia aérea, que confirma que já que cobrou 657 milhões de euros em bilhetes de voos ainda não realizados, esta “é uma notícia positiva, pois significa que a TAP aumentou o seu volume de vendas para os voos que tinha e tem programados”.

A companhia aérea explica ainda que, no que diz respeito a voos cancelados e pedidos de reembolso, já foram processados, até esta sexta-feira, “98% dos pedidos de reembolso efetuados a nível global desde o início da pandemia (fixando-se para esse efeito a data de 1 de março de 2020), no valor de 668 milhões de euros”.

“Em números absolutos, a TAP recebeu 2,284 milhões de pedidos de reembolso, dos quais se encontram pendentes ao dia de hoje 46 mil, evidenciando o esforço e empenho da TAP na resolução rápida deste desafio”, finaliza a transportadora.

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LATAM Airlines lança promoção desde 385 euros para o Brasil

Promoção da LATAM Airlines para voos entre a Europa e o Brasil é válida para ligações de ida e volta, e está disponível para reservas até 28 de setembro.

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A LATAM Airlines lançou uma nova promoção para os voos entre a Europa e o Brasil, disponibilizando preços desde 385 euros para reservas realizadas até 28 de setembro, valor que é válido para voos de ida e volta, em classe económica.

De acordo com a companhia aérea, a promoção está também disponível para voos em classe executiva, sendo que, em ambos os casos, a tarifa promocional está sujeita à disponibilidade existente na classe indicada.

O valor apresentado de 385 euros já inclui impostos e taxas, estando as tarifas promocionais já disponíveis para reserva através dos GDS.

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Qatar Airways abre voos para a maior cidade do Cazaquistão em novembro

Voos para Almaty arrancam a 19 de novembro e contam com duas ligações por semana, às segundas e sextas-feiras.

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A Qatar Airways vai começar a voar para Almaty, a maior cidade do Cazaquistão, a partir de 19 de novembro, disponibilizando dois voos por semana, às segundas e sextas-feiras, informou a companhia aérea de bandeira do Qatar, em comunicado.

Os voos vão ser operados em aviões Airbus A320, com 12 lugares em classe executiva e 132 em económica, e partem de Doha, capital do Qatar, pelas 01h15, chegando a Almaty às 08h35, enquanto em sentido contrário os voos partem da maior cidade do Cazaquistão às 21h40, chegando a Doha pelas 23h55.

“Estamos orgulhosos por trazer o nosso premiado serviço para o Cazaquistão, adicionando este destino único à nossa rede. Este novo serviço vem reforçar as relações próximas entre o  Estado do Qatar e a República do Cazaquistão e reafirma o nosso compromisso em continuar a desenvolver as relações comerciais e o turismo entre estes dois grandes países”, sublinha Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways, citado num comunicado enviado à imprensa esta quinta-feira, 23 de setembro.

A Qatar Airways diz ainda que a abertura desta nova rota é mais uma prova do seu compromisso na reconstrução da sua rede depois da pandemia da COVID-19, que atualmente já conta com 140 destinos em África, Ásia, Europa, Médio Oriente e América do Norte.

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Air Canada retoma voos para Lisboa e regressa ao Porto “assim que as condições o permitirem”

Com a melhoria da situação pandémica, a Air Canada retomou, em julho, as ligações aéreas entre Toronto, Montreal e Lisboa, e conta regressar ao Porto “assim que as condições o permitirem”, até porque a procura pelos voos para Lisboa tem sido elevada e deverá aumentar com a reabertura das fronteiras canadianas.

Inês de Matos

Com a melhoria da situação pandémica, a Air Canada retomou, em julho, as ligações aéreas entre Toronto, Montreal e Lisboa, e conta regressar ao Porto “assim que as condições o permitirem”, até porque a procura pelos voos para Lisboa tem sido elevada e deverá aumentar com a reabertura das fronteiras canadianas.

Tal como toda a aviação, também a Air Canada sofreu com o forte impacto da COVID-19. Em declarações ao Publituris, Raquel Serra Pinto, Sales Account Manager da Air Canada em Portugal, explica que “a pandemia afetou profunda e globalmente a indústria da aviação” e que a Air Canada não foi exceção. “Por força das circunstâncias, tivemos de cancelar várias rotas; no entanto as rotas de Paris, Londres e Frankfurt mantiveram as as suas operações de/para o Canadá”, realça a responsável, explicando, contudo, que “à medida que as restrições das viagens vão sendo mitigadas em todo mundo, a Air Canada tem vindo a retomar as suas rotas para ligar as comunidades em ambos os lados do Oceano”. Lisboa foi um desses casos e, desde 2 de julho, a capital portuguesa voltou a contar com voos diretos à partida de Toronto e Montreal. Mas, neste regresso, os voos passaram a ser assegurados pela Air Canada Mainline, que substituiu a Air Canada Rouge, que realizava a operação até ao início da pandemia, numa mudança que, segundo Raquel Serra Pinto, se traduz em vantagens para os passageiros, já que “a Air Canada Rouge era um produto direcionado para o mercado de lazer”, enquanto a Air Canada Mainline oferece “um novo produto transversal às necessidades de todo o tipo de passageiros: lazer ou corporativo”. “Estamos a operar com Boeing 787 Dreamliner e Airbus 330, com três cabines diferenciadas: Classe Executiva – com assento-cama, acesso grátis aos Vip Lounges no Canada e em Lisboa, entre outras comodidades; Premium Economy com assentos mais largos e mais espaço para as pernas e possibilidade de adquirir entrada nos Vip Lounges no Canadá e em Lisboa. Na Classe Económica, o novo produto contempla ecrãs individuais e oferta alargada de entretenimento a bordo, que não era disponibilizado na Air Canada Rouge”, resume a responsável. No total, a Air Canada está já a disponibilizar três voos por semana entre Toronto e Lisboa, aos quais se juntam mais duas frequências entre Montreal e a capital portuguesa, numa operação que, de acordo com Raquel Serra Pinto, tem registado “uma elevada taxa de ocupação no sentido Atlântico Norte-Portugal” desde a reabertura das fronteiras portuguesas aos visitantes provenientes da América do Norte, o que leva a companhia aérea a indicar que aguarda “com expetativa” a reabertura das fronteiras canadianas prevista para 7 de setembro 2021, até porque, como refere a responsável, a Air Canada tem registado “aumento na procura à medida que as restrições vão sendo levantadas”.

Porto e inverno
Apesar dos voos para Lisboa já terem sido retomados, o mesmo ainda não aconteceu com as ligações entre o Porto e Toronto, que a companhia aérea disponibilizava antes da pandemia, com Raquel Serra Pinto a indicar que a Air Canada pretende regressar também à Invicta, apesar de este ainda não ser o momento para retomar a operação e de ser ainda prematuro avançar com uma data para esse regresso. “Neste momento é prematuro afirmar com segurança, pois ainda estamos a dar os primeiros passos após o impacto causado pela pandemia. Estamos a retomar as rotas progressivamente a partir dos principais hubs. Iremos retomar algumas rotas anteriores de igual forma progressiva e sustentada e a rota do Porto poderá vir a ser retomada assim que as condições o permitirem. Queremos reforçar a retoma mas é fundamental fazê-lo de forma segura e sustentada”, explica a responsável ao Publituris. Mais certa parece já estar a manutenção dos voos de Lisboa durante o inverno, com Raquel Serra Pinto a adiantar que, no caso das ligações entre a capital portuguesa e Montreal, os voos vão decorrer até final de outubro, enquanto a rota entre Lisboa e Toronto vai vigorar até janeiro de 2022, com “possibilidade de ser ajustada em função da procura”. E procura não tem faltado, seja por parte do mercado corporativo, de lazer ou étnico, pois é preciso lembrar que o Canadá e os EUA contam com uma vasta comunidade portuguesa, que costuma animar os voos entre os dois lados do Atlântico. De acordo com a responsável, Portugal é um “país muito apelativo para o mercado do Atlântico Norte que, pela sua situação geográfica, funciona como ‘porta de entrada’ na Europa”. No que diz respeito à procura de lazer, a responsável de vendas da Air Canada considera que “Portugal, pela sua geo-localização, história, gastronomia e hospitalidade tornou-se num destino de referência para o turista canadiano, que aprecia todos esses atributos”, tendo- -se também assistido, “nos últimos anos, a um crescente interesse corporativo por Portugal, demonstrado por eventos como o Websummit”, que regressa a Lisboa em novembro e que a Air Canada espera que volte a impulsionar a procura pelo voos para a capital portuguesa. “Consciente desse crescimento, a Air Canada quer dar resposta à procura e vê este momento como fulcral para o desenvolvimento da sua atividade em Portugal”, acrescenta.

Novidades e expetativas
Além dos voos para Portugal, a Air Canada anunciou, para este verão, um plano que previa o regresso de 17 rotas e 11 destinos à partida dos seus hubs no Canadá, incluindo a retoma das operações entre Calgary e Frankfurt a 1 de agosto, com quatro frequências semanais, além de voos diretos para Genebra, Telavive e Londres, a partir de Montreal, assim como Viena, Dublin, Paris e Zurique à partida de Toronto, em julho. A companhia aérea retomou também as rotas de Atenas, Emirados Árabes Unidos, Itália, Reino Unido e Marrocos, com aumento de frequências em agosto, mantendo ainda as operações para Bruxelas, Amesterdão, Bogotá, Doha, Hong Kong, Seoul, Xangai e Tóquio. Em fase de retoma estão também os voos entre o Canadá e os EUA, na sequência do abrandamento das restrições às viagens entre os dois países, com a Air Canada a retomar os voos em 55 rotas e 34 destinos nos EUA, num total de 220 voos diários entre ambos os países. A partir de novembro, a companhia vai também dar início a duas novas rotas para os EUA, passando a voar para Orlando e Fort Lauderdale à partida do Quebeque, e conta também retomar, por essa altura, os voos para Punta Cana e Cancun. No caso dos EUA, explica Raquel Serra Pinto, a companhia aérea dispõe também outras vantagens, uma vez que oferece aos “passageiros a possibilidade de efetuarem todos os procedimentos alfandegários de entrada nos EUA nos principais hubs no Canadá (Toronto, Montreal, Vancouver e Calgary)”, pois o “protocolo existente entre os dois países agiliza e optimiza entrada no país vizinho, uma vez que à chegada aos EUA, os passageiros apenas terão de levantar a bagagem e abandonar o aeroporto, pois os procedimentos de entrada no país já foram executados antes do voo. Esta é, sem dúvida, uma mais-valia que a Air Canada oferece aos seus passageiros que voam para qualquer dos 34 destinos nos EUA”. Raquel Serra Pinto prefere, no entanto, ser mais cautelosa na hora de traçar expetativas e, apesar de admitir que a Air Canada está confiante, até pela procura elevada que tem registado nas rotas para a capital portuguesa, considera que, devido “à volatilidade da situação da pandemia, é difícil fazer previsões de data para uma volta aos níveis de 2019”, ainda que não deixe de realçar que a Air Canada acredita que “2022 será muito melhor que 2021”. E cita mesmo o CEO da Air Canadá, Michael Rousseau, que ainda recentemente se mostrou convicto da resiliência da transportadora, afirmando que, “sem dúvida, que a Air Canada se mantém bem posicionada para fazer face aos desafios que a aviação enfrenta”.

Segurança e flexibilidade continuam a ser prioridades
Apesar da melhoria da situação pandémica e do avanço da vacinação contra a COVID-19, o certo é que a segurança continua a ser uma prioridade para a Air Canada. Ao Publituris, a responsável comercial da companhia aérea para Portugal explica que, desde o início da pandemia, a Air Canada elegeu o lema “A segurança é a nossa prioridade” como máxima e continua a tudo fazer para manter “elevados níveis de segurança quer no espaços do aeroporto, quer a bordo”. “Para fazer face à pandemia da COVID-19, reforçámos o modelo de higienização das áreas de circulação nos aeroportos, e de todos os espaços a bordo, incluindo o serviço de refeições embaladas, para garantir a segurança e confiança dos nossos passageiros”, revela. Além das preocupações com a segurança, a transportadora está também a oferecer condições mais atrativas aos passageiros, garantindo, nomeadamente, uma maior flexibilidade das tarifas, que permitem agora “uma alteração de data do voo até duas horas antes da partida e possibilidade alterar o titular do bilhete”, enquanto os AC Travel Vouchers, que não permitem reembolso, vão continuar a ser disponibilizados.

*Artigo publicado originalmente na edição de 3 de setembro do jornal Publituris.

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Credores da Groundforce aprovam recuperação da empresa

A lista de credores da Groundforce conta com 2.791 entidades, num total de mais de 154 milhões de euros.

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Os credores da Groundforce, reunidos hoje em assembleia de credores, no tribunal de Monsanto, Lisboa, aprovaram a recuperação da empresa, tal como sugeriam os administradores de insolvência, disse à Lusa fonte sindical.

A lista de credores da Groundforce, compilada durante o processo de insolvência da empresa, conta com 2.791 entidades, num total de mais de 154 milhões de euros, sendo que a TAP viu reconhecidos créditos de quase 19,7 milhões de euros.

Segundo a lista provisória de credores, a que a Lusa teve acesso, e que poderá ainda sofrer alterações, nomeadamente com a junção de novos pedidos, a dívida total, entre o que é reclamado e o que se encontra na contabilidade, ultrapassa os 154 milhões de euros.

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Cathay Pacific aumenta voos em outubro

Com o anúncio da retoma de diversas rotas, a Cathay Pacific estende, igualmente, o seguro COVID-19, além da alteração de voos passar a ser mais fácil.

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A Cathay Pacific acaba de anunciar um aumento dos voos para o mês de outubro, juntando-lhe, agora Hanói e Milão.

Assim, a partir do mês de outubro, a companhia aérea ligará Hong-Kong a Amsterdão, Frankfurt, Paris e Milão com um voo semanal,Manchester (2 a 7 voos semanais) e London Heathrow com 14 voos semanais.

Além disso, também as rotas no continente asiático foram anunciadas e reforçadas, aparecendo destinos como Banguecoque, Hanói, Jacarta, Kuala Lumpur, Manila, Singapura, Tóquio, Pequim, Taipei, entre outro.

A Cathay Pacific anuncia, igualmente, a extensão do seguro COVID-19 gratuito oferecido a todos os passageiros que viajam com a companhia até 31 de dezembro de 2021, seguro esse que cobre “despesas médicas relacionadas a um diagnóstico COVID-19, incluindo testes específicos de PCR COVID-19, hospitalização, custos de quarentena, evacuação e repatriação”.

Também a alteração voos passa a ser mais fácil, oferecendo a companhia “mudanças ilimitadas até 31 de dezembro de 2021 para todos os novos bilhetes emitidos entre 9 de março de 2020 e 31 de dezembro de 2021”, sem a taxa de alteração usual. Depois disso, os viajantes podem fazer uma alteração gratuita adicional a qualquer momento, revela a companhia.

Os viajantes também têm a opção de trocar os bilhetes por Créditos Cathay e cancelar as reservas com reembolso total, sendo que, depois de alterar o bilhete para Cathay Credits, terão até 31 de dezembro de 2021 para resgatar uma nova reserva.

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CP estuda lançar nova edição do comboio histórico do Vouga no Natal

Recorde-se que a CP – Comboios de Portugal terminou a campanha de 2021 do Comboio Histórico do Vouga no passado dia 18 de setembro.

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A CP – Comboios de Portugal realizou  11 comboios regulares e seis comboios especiais durante a campanha de 2021 do Comboio Histórico do Vouga, nos quais viajaram cerca de 2 000 clientes. Estes indicadores  correspondem a uma taxa média de ocupação de 84%, o que leva a empresa a fazer um balanço positivo da operação.
Perante o “sucesso alcançado”, a CP anuncia que está a avaliar as condições de realização do Comboio Histórico, durante a época natalícia.

Recorde-se que a CP – Comboios de Portugal terminou a campanha de 2021 do Comboio Histórico do Vouga no passado dia 18 de setembro, uma edição que ficou marcada pela entrada ao serviço de duas novas carruagens, recentemente recuperadas pela CP, para o serviço turístico da via estreita.

Além das três carruagens que habitualmente faziam parte da composição, com 144 lugares disponíveis para venda, a composição circulou reforçada com mais duas carruagens históricas: uma carruagem “napolitana”, com 30 lugares, que se estreou na edição do Carnaval 2020 e uma carruagem de 1908, fabricada nas oficinas do Barreiro, com 32 lugares.  A composição formada pelas cinco carruagens foi rebocada pela locomotiva diesel, E9004.

Aos sábados, a CP realizou também circulações especiais, nos meses de abril e maio, com a locomotiva a vapor, E204.

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easyJet destaca a necessidade de “ação coordenada” para tornar zero emissões uma realidade

O responsável máximo da easyJet, Johan Lundgren, incentivou esforços conjuntos e coordenados entre a indústria e o governos para tornar os voos com emissões zero uma realidade.

Victor Jorge

Durante a participação na Cimeira da Airbus, evento que se realiza em Toulouse (França), o CEO da easyJet, Johan Lundgren, incentivou a indústria e os governos a trabalharem em conjunto, de modo a produzir a tecnologia de emissão zero necessária para transformar o setor da aviação no futuro, sobretudo na próxima década.

O responsável máximo da companhia aérea admitiu mesmo que “a visão de voos com emissões zero só estará próxima se houver uma ação coordenada” e que se deve concentrar os esforços em algumas áreas chave.

Para tal e em primeiro lugar, os governos precisam, segundo Lundgren, apoiar o desenvolvimento das infraestruturas e fornecimento de hidrogénio nos aeroportos, assim como os investimentos em energias renováveis para apoiar a criação de hidrogénio verde para a aviação. Até porque, diz Lundgren, “os aviões a hidrogénio e elétricos já estão a voar, com empresas empenhadas em escalar a tecnologia para voos comerciais, com o objetivo de os colocar ao serviço nos anos de 2030”.

Contudo, salienta o CEO da easyJet, “a indústria não o pode fazer sozinha. Precisamos que os governos a ajudem a atingir estes objetivos ambiciosos de redução de emissões, defendendo o apoio financeiro e as regulamentações para tecnologias verdes e ainda investimentos em aviões com emissões zero. Estamos prontos para trabalhar com os nossos parceiros e com a indústria em geral, proporcionando um futuro mais sustentável para a aviação”.

Por isso, foi deixada a mensagem de que as entidades governamentais não só devem “fornecer incentivos financeiros para apoiar o desenvolvimento e a expansão da tecnologia de emissões zero”, como também devem “canalizar os fundos obtidos através de impostos sobre a aviação para toda a investigação e desenvolvimento necessários”.

Além disso, as companhias aéreas que optarem por tornar-se pioneiras na adoção da nova tecnologia devem ser “incentivadas através de redução de taxas aeroportuárias e de controlo de espaço aéreo”. Estas devem ainda beneficiar de “isenções fiscais” se operarem aviões com emissões zero e ter prioridade nas slots dos aeroportos.

A easyJet identificou também como prioridade garantir a existência de uma “rede adequada para assegurar o progresso” e o apoio à adoção generalizada de aviões com emissões zero, sempre que tal seja viável, nomeadamente nas rotas mais curtas, indicando que, até lá, a easyJet utilizará o SAF (combustível de aviação sustentável).

De referir que a easyJet tem trabalhado em parceria com a Airbus desde 2019 para apoiar o desenvolvimento de um avião comercial movida a hidrogénio até 2035. Neste sentido, uma das partes fundamentais do contributo da easyJet tem sido trabalhar com este fabricante para fornecer a perspetiva de uma companhia aérea comercial no desenvolvimento de novas tecnologias de propulsão com emissões zero para aviões de passageiros.

Por último, a easyJet está empenhada em atingir o objetivo da União Europeia de emissões de carbono zero até 2050.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

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Costa Venezia regressa ao Mediterrâneo

A companhia de cruzeiros fez algumas alterações à sua programação para 2022/2023.

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A Costa Cruzeiros apresenta algumas alterações na sua programação de cruzeiros e itinerários para a temporada de 2022-2023.

Umda das novidades tem que ver com o Costa Venezia que regressa da Ásia para o Mediterrâneo. Assim, a partir de maio de 2022, o Costa Venezia vai disponibilizar cruzeiros para a Turquia, com partida de Istambul. Também o navio Costa Toscana  irá passar a operar a partir de março de 2022.

“Enquanto se espera o retorno dos cruzeiros na Ásia, decidimos trazer o Costa Venezia de volta ao Mediterrâneo para oferecer um programa de cruzeiros verdadeiramente único e inédito, que só estará disponível na Costa Cruzeiros. O foco deste novo produto é a Turquia, com Istambul, uma das cidades mais bonitas do mundo. Em linha com o nosso plano de retoma gradual das operações, decidimos também adiar a entrada em funcionamento do nosso mais recente navio Costa Toscana, para março de 2022”, afirmou Roberto Alberti, diretor comercial da Costa Cruzeiros.

O novo programa do Costa Venezia na Turquia inclui três itinerários diferentes, todos com embarque e desembarque em Istambul. Desenhados para oferecer estadas mais longas nos portos de escala, os itinerários permitem aos passageiros desfrutarem mais demoradamente cada destino, e também visitar cidades ricas em história, ruínas antigas, locais que fazem parte do Património Mundial da UNESCO.

De 1 de maio a 13 de novembro de 2022, o Costa Venezia vai proporcionar dois itinerários de uma semana dedicados à Turquia e à Grécia, que se alternam, e que também podem ser combinados com um “super tour” de 15 dias com 8 escalas no porto superiores a 10 horas. O primeiro itinerário inclui uma paragem de dois dias e uma noite em Istambul,   Izmir e Bodrum, a ilha de Mykonos, e Atenas, na Grécia.

O segundo itinerário inclui duas escalas de dois dias e uma noite em Istambul e Kusadasi, na Turquia, antes de partir para explorar Rodes e Heraklion, na Grécia. No inverno de 2022-23, o Costa Venezia propõe um terceiro itinerário de 12 dias pela Turquia, Egipto, Israel e Chipre, que visitará Istambul, com paragem de dois dias e uma noite, e também Bodrum, Limassol, Haifa, novamente com uma paragem de dois dias e uma noite, Alexandria no Egipto e Kusadasi.

Os novos itinerários do Costa Venezia, que incluem os pacotes de voos e cruzeiros desde os principais países europeus e podem ser reservados a partir da primeira quinzena de outubro.

Já o novo navio Costa Toscana, o segundo navio da empresa movido por gás natural liquefeito, será entregue conforme previsto em dezembro de 2021, e entrará em operação a 5 de março de 2022. O itinerário que o navio oferecerá a partir dessa data não terá alterações, com cruzeiros de uma semana no Mediterrâneo Ocidental, passando por Savona, Marselha, Barcelona, ​​Valência, Palermo e Civitavecchia/Roma.

Os cruzeiros do Costa Toscana, originalmente programados para 18 de dezembro de 2021 até ao início de março de 2022, serão assegurados pelo Costa Luminosa, que descontinuará o seu longo programa de cruzeiros de inverno no Mediterrâneo devido às restrições atuais. A empresa de cruzeiros indica que está  a implementar o processo de informar os passageiros e agências de viagens afetados por estas mudanças.

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Costa Firenze já está em Barcelona com itinerários de uma semana e seis escalas

Navio chegou sexta-feira, 17 de setembro, ao porto da capital catalã, a partir de onde está a realizar itinerários de uma semana, com escalas em Espanha, França e Itália.

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A Costa Cruzeiros já colocou em Barcelona o Costa Firenze, navio que foi entregue à companhia de cruzeiros em dezembro de 2020 e que vai realizar itinerários de uma semana, com seis escalas em Espanha, França e Itália, até ao início da temporada de inverno, informou a companhia de cruzeiros em comunicado.

De acordo com a informação divulgada pela Costa Cruzeiros, o Costa Firenze chegou a Barcelona na passada sexta-feira, 17 de setembro, e, além da capital catalã, está a realizar itinerários com escalas em Marselha, Savona, Civitavecchia (Roma), Nápoles e Ibiza, ilha espanhola que será substituída por Palma a partir de 21 de outubro.

O navio, que é inspirado no Renascimento Florentino e na cidade toscana de Florença, é o quarto navio da Costa Cruzeiros a retomar a operação, depois da entrada em operação do Costa Smeralda, Costa Luminosa e Costa Deliziosa, vai realizar estes cruzeiros à partida de Barcelona até ao início da época de inverno, quando vai ser reposicionado no Dubai  para realizar itinerários de uma semana, com escalas em Abu Dhabi, Doha, Mascate e vários destinos no Dubai, incluindo opções especificas para visitar a Expo Dubai 2020.

“Este é o quarto navio da Costa a retomar o serviço neste verão, confirmando o retorno gradual à normalidade da nossa empresa e do setor de cruzeiros, de grande importância económica e laboral para o nosso país”, sublinha Mario Zanetti, presidente da Costa Cruzeiros, citado no comunicado divulgado.

Além de várias áreas comuns decoradas ao estilo do Renascimento Florentino e inspiradas na cidade de Florença, o Costa Firenze conta com 13 restaurantes e oito bares, naquela que é a maior oferta gastronómica de toda a frota da Costa Cruzeiros e com a particularidade de todos os restaurantes contarem com “uma parte da esplanada aberta para o mar”. Para entretenimento, o Costa Firenze conta com parque aquático, parque de aventuras, Spa e várias piscinas exteriores.

Tal como os restantes navios da Costa Cruzeiros que já voltaram à operação, também o Costa Firenze tem em vigor o Protocolo de Segurança da companhia de cruzeiros, que contempla medidas como a redução do número de passageiros para garantir o distanciamento social, uso obrigatório de máscara facial, realização de testes a todos os passageiros antes e durante a viagem, assim como antes do desembarque, bem como aos tripulantes, verificação diária de temperatura e excursões em sistema de bolha.

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