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Distribuição

“Conseguir pagar os reembolsos a todos os nossos clientes é o desafio da nossa sobrevivência”, alerta Costa Ferreira

Sobrevivência e criação de valor são as palavras-chave que vão marcar a distribuição turística no próximo ano, salienta o presidente da APAVT que participou na GEA Web Conference 2020.

Raquel Relvas Neto
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“Conseguir pagar os reembolsos a todos os nossos clientes é o desafio da nossa sobrevivência”, alerta Costa Ferreira

Sobrevivência e criação de valor são as palavras-chave que vão marcar a distribuição turística no próximo ano, salienta o presidente da APAVT que participou na GEA Web Conference 2020.

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Raquel Relvas Neto
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2021 vai marcar o setor da distribuição turística com alterações profundas. Tentar antever e identificar que alterações vão ser essas foi o que norteou o tema de um dos painéis da Conferência da GEA  2020, que este ano se realizou apenas virtualmente.
Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, que interveio no painel “As mudanças previsíveis na cadeia de valor na era pós-COVID desde o comportamento no consumidor até ao produto. Como adaptarmo-nos?”, sublinhou e alertou que,  no próximo ano, as agências de viagens vão  vender viagens através de vales de viagens não realizadas em 2020 ou de reembolsar os seus clientes até ao dia 31 de dezembro de 2021. “Conseguir, ao longo de 2021, pagar os reembolsos a todos os nossos clientes é um verdadeiro desafio de manutenção de postos de trabalho e de agências de viagens. É o desafio da nossa sobrevivência”, advertiu o responsável.
Para o presidente da APAVT, todo o trabalho “notável” que as agências de viagens realizaram no início da pandemia de repatriamento de turistas portugueses que estavam espalhados além-fronteiras não vai ser relembrado se “não formos capazes de reembolsar os valores que os clientes têm à nossa guarda”.

A centralidade do nosso problema em 2021, não é só a criação de valor, mas também a percepção por parte do nosso cliente de que esse valor é criado “, Pedro Costa Ferreira

É do cumprimento do plano de reembolsos previstos durante o próximo ano que vai depender também a sobrevivência das agências de viagens. O presidente da APAVT explica que o previsto início de retoma da atividade das agências de viagens vai passar pelos vales dos reembolsos a realizar aos consumidores. “Os vales estão já todos pagos pelos nossos clientes, são já dívidas nossas aos nossos clientes. Mas uma parte dos reembolsos dos nossos fornecedores já foram recebidos por nós e foram gastos em custos diretos necessários para não falirmos”, explicou o responsável à assistência.  Costa Ferreira sublinha ainda que este “vai ser um momento de grande dificuldade de tesouraria, sobretudo num momento em que o financiamento será mais difícil”.

E para o presidente da APAVT esta deve ser uma preocupação de todo o setor da distribuição turística. “Este ato de sobrevivência e esta necessidade de tesouraria não é apenas um desafio empresarial, é um desafio enquanto setor, porque se uma significativa parte de nós não conseguir sobreviver e reembolsar os seus clientes, por melhores que sejam aqueles que ficarem no mercado, o setor fica incomodado com uma ideia de falta de credibilidade”, alerta.

Contudo, o responsável, em resposta ao repto de Pedro Gordon, diretor-geral do Grupo GEA, salienta que existe uma necessidade de melhor continuar “o trabalho de comunicação das eventuais mais-valias das agências de viagens”. Além da sobrevivência, a criação de valor por parte das agências de viagens é também um dos aspectos fulcrais do setor no próximo ano. “A centralidade do nosso problema em 2021, não é só a criação de valor, mas também a percepção por parte do nosso cliente de que esse valor é criado”, esclarece.

Alterações na cadeia de valor
Costa Ferreira identifica que a atual crise tem um maior impacto, não tanto ao nível da oferta ou do consumidor, mas sim ao nível dos modelos de negócio em vigor. O presidente da APAVT adverte que o atual ambiente macroeconómico “afasta completamente o modelo de baixa margem e/ou assentes em crédito. Será inviável ter um modelo de viagens assente em baixa margem e/ou assente em crédito”. Como explica o responsável, “ninguém vai conseguir aumentar a margem ou vender sem crédito se não criar valor, seja por criatividade, por inovação, por diferenciação”.
Assim,  no futuro próximo, o líder associativo aponta que, “face a todas as alterações ao longo da cadeia de valor, nós temos uma urgência – sobrevivência – e uma importância – a criação de valor”.

“A verdade é que a segurança de quando há problemas de ter alguém, em quem o cliente final confia, é fundamental. Julgo que o cliente vai, cada vez mais, jogar pela segurança”, Nuno Mateus

Na perspectiva de Nuno Mateus, diretor-geral do operador turístico Solférias, o grande desafio nas operações do próximo ano vai ser a flexibilidade nos cancelamentos. “Vínhamos de um processo em que o cliente reservava com uma antecedência maior e, naturalmente, essa parte sentimos que está beliscada porque as pessoas não se importam de reservar para o verão”, indica, referindo que já se está a verificar alguma procura para a próxima época alta. No entanto, os clientes, sublinha, “querem ter garantias de que, no caso de haver alguma reviravolta, que haja uma salvaguarda”.

Nuno Mateus salienta ainda um aspecto que favorece as agências de viagens e operadores turísticos que é a segurança nas reservas que efectuam. “A verdade é que a segurança de quando há problemas de ter alguém, em quem o cliente final confia, é fundamental. Julgo que o cliente vai, cada vez mais, jogar pela segurança”.

Outo dos desafios para o responsável do operador turístico vai ser saber as regras de cada país. Para Nuno Mateus é imperativo e fundamental que exista uma uniformização dos processos de viagens e não que cada país aplique a sua regra, como se verifica atualmente.

Também um dos convidados do painel,  António Loureiro, diretor-geral da Travelport em Portugal, apoiou-se num inquérito promovido pela empresa tecnológica para antever o que será o ano de 2021. Segundo as conclusões do inquérito da Travelport, 34% dos inquiridos da faixa etária entre os 18-34 anos, que anteriormente não tinham as agências de viagens como veículo na marcação das suas viagens,  vai passar a contar com estas no processo.

“Uma parte considerável dos consumidores, apenas 5% valoriza a interação humana com o agente de viagens, o que significa que vamos ser obrigados a acelerar o que é a criação de valor e a forma como comunicamos”, destaca também o responsável da Travelport.

Viagens a familiares e amigos, viagens de pequenas e médias empresas no corporate; estadas mais longas; maior flexibilidade das regras de viagens são algumas das tendências apuradas pela análise da Travelport.

A representar a hotelaria na cadeia de valor, Pedro Ribeiro, diretor de marketing e vendas da Dom Pedro Hotels, constatou que, para o próximo ano, o segmento MICE é o que terá perspectivas de recuperação “mais complicadas”. “Antes do segundo semestre de 2021 será muito difícil que consigamos operar grupos de incentivos e conferências”, refere, explicando que as empresas estão mais apreensivas para retomarem estas iniciativas, mas que a partir de setembro poderá registar-se uma “forte procura” para este segmento de negócio. Pedro Ribeiro aproveitou o momento para também enaltecer o papel que as agências de viagens têm como promotores das unidades do grupo hoteleiro, realçando que esta “é uma parceria para manter”.

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CTP quer redução dos custos de contexto e diz que afetam “de forma exponencial a competitividade” do turismo

A CTP pede “compensações” para as empresas do setor pelos aumentos do preço da electricidade e combustíveis, assim como a redução da carga fiscal.

Publituris

Os custos de contexto estão a “afetar de forma exponencial a competitividade do setor do turismo”, denuncia a  Confederação do Turismo de Portugal (CTP), que defende uma redução a este nível, nomeadamente através de “compensações para fazer face aos atuais aumentos de preço da energia elétrica e dos combustíveis, assim como a diminuição da carga fiscal”.

“Os custos de contexto estão a afetar de forma exponencial a competitividade do setor do Turismo, numa altura em que esta atividade económica fundamental para a geração de riqueza e emprego necessita de se refortalecer para recuperar destes quase dois anos de pandemia”, afirma Francisco Calheiros, presidente da CTP.

Segundo a CTP, esta questão ganha mais relevância numa altura em que arrancam as negociações para o Orçamento do Estado de 2022 e porque, acrescenta a associação patronal, a “retoma da atividade turística depende, além de apoios públicos, de uma redução significativa dos custos de contexto suportados pelas empresas”.

“Eliminar ou reduzir custos de contexto com que diariamente as empresas se confrontam passa, por exemplo, segundo a CTP, por o Governo encontrar mecanismos de compensação para ajudar as empresas a suportar o aumento de preço da energia elétrica, que tem um peso relevante na sua estrutura de custos. Também o preço elevado dos combustíveis tem um impacto muito significativo nas empresas, pelo que a CTP defende a redução significativa dos impostos sobre os combustíveis – nomeadamente do ISP – que no conjunto representam mais de 60% da fatura do consumidor final”, exemplifica a CTP.

Paralelamente, a CTP quer também uma redução da carga fiscal, uma vez que, defende Francisco Calheiros, as empresas do setor precisam de uma “baixa de impostos” e “a carga fiscal é, de facto, demasiado elevada e este é um dos principais custos de contexto que mais está a prejudicar a competitividade das empresas do turismo”, sendo, por isso, “fundamental que haja desagravamento fiscal, nomeadamente ao nível do IRC e do IVA”.

Para a CTP, é ainda necessário “eliminar a excessiva regulação laboral e incentivar um código de trabalho mais flexível, com regras que ajudem as empresas e não acarretem, pelo contrário, mais custos”.

“É fulcral que o Código do Trabalho não regrida ainda mais em relação à reforma de 2019, a qual veio diminuir em muitos dos casos a capacidade de gestão das empresas no que diz respeito ao mercado de trabalho e à utilização da contratação a termo, que é absolutamente essencial numa atividade eminentemente sazonal”, defende Francisco Calheiros.

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Air Canada retoma voos para Lisboa e regressa ao Porto “assim que as condições o permitirem”

Com a melhoria da situação pandémica, a Air Canada retomou, em julho, as ligações aéreas entre Toronto, Montreal e Lisboa, e conta regressar ao Porto “assim que as condições o permitirem”, até porque a procura pelos voos para Lisboa tem sido elevada e deverá aumentar com a reabertura das fronteiras canadianas.

Inês de Matos

Com a melhoria da situação pandémica, a Air Canada retomou, em julho, as ligações aéreas entre Toronto, Montreal e Lisboa, e conta regressar ao Porto “assim que as condições o permitirem”, até porque a procura pelos voos para Lisboa tem sido elevada e deverá aumentar com a reabertura das fronteiras canadianas.

Tal como toda a aviação, também a Air Canada sofreu com o forte impacto da COVID-19. Em declarações ao Publituris, Raquel Serra Pinto, Sales Account Manager da Air Canada em Portugal, explica que “a pandemia afetou profunda e globalmente a indústria da aviação” e que a Air Canada não foi exceção. “Por força das circunstâncias, tivemos de cancelar várias rotas; no entanto as rotas de Paris, Londres e Frankfurt mantiveram as as suas operações de/para o Canadá”, realça a responsável, explicando, contudo, que “à medida que as restrições das viagens vão sendo mitigadas em todo mundo, a Air Canada tem vindo a retomar as suas rotas para ligar as comunidades em ambos os lados do Oceano”. Lisboa foi um desses casos e, desde 2 de julho, a capital portuguesa voltou a contar com voos diretos à partida de Toronto e Montreal. Mas, neste regresso, os voos passaram a ser assegurados pela Air Canada Mainline, que substituiu a Air Canada Rouge, que realizava a operação até ao início da pandemia, numa mudança que, segundo Raquel Serra Pinto, se traduz em vantagens para os passageiros, já que “a Air Canada Rouge era um produto direcionado para o mercado de lazer”, enquanto a Air Canada Mainline oferece “um novo produto transversal às necessidades de todo o tipo de passageiros: lazer ou corporativo”. “Estamos a operar com Boeing 787 Dreamliner e Airbus 330, com três cabines diferenciadas: Classe Executiva – com assento-cama, acesso grátis aos Vip Lounges no Canada e em Lisboa, entre outras comodidades; Premium Economy com assentos mais largos e mais espaço para as pernas e possibilidade de adquirir entrada nos Vip Lounges no Canadá e em Lisboa. Na Classe Económica, o novo produto contempla ecrãs individuais e oferta alargada de entretenimento a bordo, que não era disponibilizado na Air Canada Rouge”, resume a responsável. No total, a Air Canada está já a disponibilizar três voos por semana entre Toronto e Lisboa, aos quais se juntam mais duas frequências entre Montreal e a capital portuguesa, numa operação que, de acordo com Raquel Serra Pinto, tem registado “uma elevada taxa de ocupação no sentido Atlântico Norte-Portugal” desde a reabertura das fronteiras portuguesas aos visitantes provenientes da América do Norte, o que leva a companhia aérea a indicar que aguarda “com expetativa” a reabertura das fronteiras canadianas prevista para 7 de setembro 2021, até porque, como refere a responsável, a Air Canada tem registado “aumento na procura à medida que as restrições vão sendo levantadas”.

Porto e inverno
Apesar dos voos para Lisboa já terem sido retomados, o mesmo ainda não aconteceu com as ligações entre o Porto e Toronto, que a companhia aérea disponibilizava antes da pandemia, com Raquel Serra Pinto a indicar que a Air Canada pretende regressar também à Invicta, apesar de este ainda não ser o momento para retomar a operação e de ser ainda prematuro avançar com uma data para esse regresso. “Neste momento é prematuro afirmar com segurança, pois ainda estamos a dar os primeiros passos após o impacto causado pela pandemia. Estamos a retomar as rotas progressivamente a partir dos principais hubs. Iremos retomar algumas rotas anteriores de igual forma progressiva e sustentada e a rota do Porto poderá vir a ser retomada assim que as condições o permitirem. Queremos reforçar a retoma mas é fundamental fazê-lo de forma segura e sustentada”, explica a responsável ao Publituris. Mais certa parece já estar a manutenção dos voos de Lisboa durante o inverno, com Raquel Serra Pinto a adiantar que, no caso das ligações entre a capital portuguesa e Montreal, os voos vão decorrer até final de outubro, enquanto a rota entre Lisboa e Toronto vai vigorar até janeiro de 2022, com “possibilidade de ser ajustada em função da procura”. E procura não tem faltado, seja por parte do mercado corporativo, de lazer ou étnico, pois é preciso lembrar que o Canadá e os EUA contam com uma vasta comunidade portuguesa, que costuma animar os voos entre os dois lados do Atlântico. De acordo com a responsável, Portugal é um “país muito apelativo para o mercado do Atlântico Norte que, pela sua situação geográfica, funciona como ‘porta de entrada’ na Europa”. No que diz respeito à procura de lazer, a responsável de vendas da Air Canada considera que “Portugal, pela sua geo-localização, história, gastronomia e hospitalidade tornou-se num destino de referência para o turista canadiano, que aprecia todos esses atributos”, tendo- -se também assistido, “nos últimos anos, a um crescente interesse corporativo por Portugal, demonstrado por eventos como o Websummit”, que regressa a Lisboa em novembro e que a Air Canada espera que volte a impulsionar a procura pelo voos para a capital portuguesa. “Consciente desse crescimento, a Air Canada quer dar resposta à procura e vê este momento como fulcral para o desenvolvimento da sua atividade em Portugal”, acrescenta.

Novidades e expetativas
Além dos voos para Portugal, a Air Canada anunciou, para este verão, um plano que previa o regresso de 17 rotas e 11 destinos à partida dos seus hubs no Canadá, incluindo a retoma das operações entre Calgary e Frankfurt a 1 de agosto, com quatro frequências semanais, além de voos diretos para Genebra, Telavive e Londres, a partir de Montreal, assim como Viena, Dublin, Paris e Zurique à partida de Toronto, em julho. A companhia aérea retomou também as rotas de Atenas, Emirados Árabes Unidos, Itália, Reino Unido e Marrocos, com aumento de frequências em agosto, mantendo ainda as operações para Bruxelas, Amesterdão, Bogotá, Doha, Hong Kong, Seoul, Xangai e Tóquio. Em fase de retoma estão também os voos entre o Canadá e os EUA, na sequência do abrandamento das restrições às viagens entre os dois países, com a Air Canada a retomar os voos em 55 rotas e 34 destinos nos EUA, num total de 220 voos diários entre ambos os países. A partir de novembro, a companhia vai também dar início a duas novas rotas para os EUA, passando a voar para Orlando e Fort Lauderdale à partida do Quebeque, e conta também retomar, por essa altura, os voos para Punta Cana e Cancun. No caso dos EUA, explica Raquel Serra Pinto, a companhia aérea dispõe também outras vantagens, uma vez que oferece aos “passageiros a possibilidade de efetuarem todos os procedimentos alfandegários de entrada nos EUA nos principais hubs no Canadá (Toronto, Montreal, Vancouver e Calgary)”, pois o “protocolo existente entre os dois países agiliza e optimiza entrada no país vizinho, uma vez que à chegada aos EUA, os passageiros apenas terão de levantar a bagagem e abandonar o aeroporto, pois os procedimentos de entrada no país já foram executados antes do voo. Esta é, sem dúvida, uma mais-valia que a Air Canada oferece aos seus passageiros que voam para qualquer dos 34 destinos nos EUA”. Raquel Serra Pinto prefere, no entanto, ser mais cautelosa na hora de traçar expetativas e, apesar de admitir que a Air Canada está confiante, até pela procura elevada que tem registado nas rotas para a capital portuguesa, considera que, devido “à volatilidade da situação da pandemia, é difícil fazer previsões de data para uma volta aos níveis de 2019”, ainda que não deixe de realçar que a Air Canada acredita que “2022 será muito melhor que 2021”. E cita mesmo o CEO da Air Canadá, Michael Rousseau, que ainda recentemente se mostrou convicto da resiliência da transportadora, afirmando que, “sem dúvida, que a Air Canada se mantém bem posicionada para fazer face aos desafios que a aviação enfrenta”.

Segurança e flexibilidade continuam a ser prioridades
Apesar da melhoria da situação pandémica e do avanço da vacinação contra a COVID-19, o certo é que a segurança continua a ser uma prioridade para a Air Canada. Ao Publituris, a responsável comercial da companhia aérea para Portugal explica que, desde o início da pandemia, a Air Canada elegeu o lema “A segurança é a nossa prioridade” como máxima e continua a tudo fazer para manter “elevados níveis de segurança quer no espaços do aeroporto, quer a bordo”. “Para fazer face à pandemia da COVID-19, reforçámos o modelo de higienização das áreas de circulação nos aeroportos, e de todos os espaços a bordo, incluindo o serviço de refeições embaladas, para garantir a segurança e confiança dos nossos passageiros”, revela. Além das preocupações com a segurança, a transportadora está também a oferecer condições mais atrativas aos passageiros, garantindo, nomeadamente, uma maior flexibilidade das tarifas, que permitem agora “uma alteração de data do voo até duas horas antes da partida e possibilidade alterar o titular do bilhete”, enquanto os AC Travel Vouchers, que não permitem reembolso, vão continuar a ser disponibilizados.

*Artigo publicado originalmente na edição de 3 de setembro do jornal Publituris.

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As propostas para o turismo no Funchal

Considerada por muitos como a “Pérola do Atlântico”, a Madeira tem no Funchal um dos destinos turísticos mais conhecidos em todo o mundo. O Publituris foi conhecer as propostas dos vários candidatos à Câmara Municipal do Funchal.

Victor Jorge

A 26 de setembro, os/as portugueses/as elegem os/as presidentes para as 308 câmaras que compõem o mapa autárquico em Portugal.

O Publituris foi ouvir os/as candidatos/as aos principais destinos turísticos de Portugal (Albufeira, Funchal, Porto e Lisboa) e perceber que propostas têm para o turismo no respetivo município.

Apesar da região não se limitar, claramente, ao Funchal, quisemos saber o que pretendem recandidatos e candidatos para o turismo deste município.

Leia as propostas dos/as candidatos/as à Câmara Municipal do Funchal:

 

Sobre o autorVictor Jorge

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As propostas para o turismo em Albufeira

Localizada no centro do Algarve, a cidade de Albufeira é considerada uma das capitais do turismo do Algarve e de Portugal. O Publituris foi ouvir as propostas de quem se recandidata e de quem pretende ocupar o lugar cimeiro do município. Tudo com o turismo como tema central.

Victor Jorge
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Nova edição: Turismo nas Eleições Autárquicas, Norwegian Cruise Line e Kleya

Esta edição do Publituris dá continuidadeao Especial sobre as eleições autárquicas e as propostas para o turismo que os candidatos de alguns dos principais destinos turísticos do país têm exatamente para o turismo. Os municípios de Lisboa e Porto são os primeiros visados desta edição.

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Leia também a reportagem da jornalista Inês de Matos que aceitou o convite da Norwegian Cruise Line (NCL) para viajar no primeiro cruzeiro para vacinados da companhia de cruzeiros norte-americana. O Norwegian Epic é um dos navios que marcaram o grande regresso da companhia de cruzeiros norte-americana ao Mediterrâneo. O regresso da NCL tem como base um programa de saúde e segurança, denominado SailSAFE, com base nas recomendações de um painel de especialistas, e assenta em três pilares: segurança para tripulantes e passageiros, segurança a bordo e segurança em terra.

O investimento estrangeiro no imobiliário em Portugal não foi afetado pela pandemia, apenas foi colocado em espera o avanço de alguns projetos. Vasco Rosa da Silva, founder e CEO da Kleya, que apresenta soluções integradas para investidores, empresários, trabalhadores realocados, reformados e estudantes que desejem investir no país, considera que os fatores estruturais que fazem de Portugal um país atrativo mantiveram-se e a pandemia pode até ser uma boa oportunidade para o destino nesta área.

A diversidade da oferta turística da região Centro tornou-a num dos destinos de férias preferidos dos portugueses (e não só) este ano. Pedro Machado, presidente da ERT do Centro de Portugal, faz um balanço deste verão e fala sobre as iniciativas que vão ser promovidas. Também Dalila Dias, coordenadora das Aldeias Históricas de Portugal, faz um balanço “extremamente positivo” deste verão nas 12 aldeias que constituem a rede.

Os artigos de opinião desta edição são assinados por Ana Jacinto (secretária-geral da Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal – AHRESP), Nuno Ribeiro (Ubiwhere), Luiz S. Marques (Universidade Lusófona). Foi ainda publicado o Observatório por António Paquete.

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Edição digital: Turismo nas Eleições Autárquicas, Norwegian Cruise Line e Kleya

Esta edição do Publituris dá continuidade ao Especial sobre as eleições autárquicas. Lisboa e Porto são os visados desta edição. O Publituris viajou, também da Norwegian Cruise Line (NCL) e falou com Vasco Rosa da Silva, founder e CEO da Kleya. Além disso, trazemos a diversidade da oferta turística da região Centro e muitas opiniões. Leia, vai ver que valerá a pena.

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Leia também a reportagem da jornalista Inês de Matos que aceitou o convite da Norwegian Cruise Line (NCL) para viajar no primeiro cruzeiro para vacinados da companhia de cruzeiros norte-americana. O Norwegian Epic é um dos navios que marcaram o grande regresso da companhia de cruzeiros norte-americana ao Mediterrâneo. O regresso da NCL tem como base um programa de saúde e segurança, denominado SailSAFE, com base nas recomendações de um painel de especialistas, e assenta em três pilares: segurança para tripulantes e passageiros, segurança a bordo e segurança em terra.

O investimento estrangeiro no imobiliário em Portugal não foi afetado pela pandemia, apenas foi colocado em espera o avanço de alguns projetos. Vasco Rosa da Silva, founder e CEO da Kleya, que apresenta soluções integradas para investidores, empresários, trabalhadores realocados, reformados e estudantes que desejem investir no país, considera que os fatores estruturais que fazem de Portugal um país atrativo mantiveram-se e a pandemia pode até ser uma boa oportunidade para o destino nesta área.

A diversidade da oferta turística da região Centro tornou-a num dos destinos de férias preferidos dos portugueses (e não só) este ano. Pedro Machado, presidente da ERT do Centro de Portugal, faz um balanço deste verão e fala sobre as iniciativas que vão ser promovidas. Também Dalila Dias, coordenadora das Aldeias Históricas de Portugal, faz um balanço “extremamente positivo” deste verão nas 12 aldeias que constituem a rede.

Os artigos de opinião desta edição são assinados por Ana Jacinto (secretária-geral da Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal – AHRESP), Nuno Ribeiro (Ubiwhere), Luiz S. Marques (Universidade Lusófona). Foi ainda publicado o Observatório por António Paquete.

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British Airways anuncia voos para duas ilhas açorianas a partir de julho de 2022

Companhia aérea britânica vai disponibilizar um voo por semana para São Miguel e outro para a Terceira, numa operação sazonal com partida do aeroporto de Heathrow.

Inês de Matos

A British Airways vai passar a voar, a partir de julho de 2022, para São Miguel e Terceira, nos Açores, numa operação que vai contar com um voo por semana para cada destino, ambos à partida do aeroporto de Heathrow, segundo informação publicada no site da companhia aérea britânica.

“Depois de 18 meses difíceis, é fantástico estar em posição de lançar duas novas rotas no próximo verão à partida de Heathrow. Estas duas ilhas dos Açores vão ser o complemento perfeito para a nossa rede, oferecendo mais opções numa das regiões mais populares da Europa para os amantes do sol britânicos”,  afirma Neil Chernoff, diretor de Rede e Alianças da British Airways, citado no comunicado publicado no site da transportadora.

No caso de São Miguel, os voos arrancam a 2 de julho e vão manter-se até 3 de setembro, enquanto a operação para a Terceira tem início a 10 de julho, decorrendo até 28 de agosto, sendo as ligações realizadas, em ambos os casos, num avião A320, com 180 lugares. Já os preços começam nas 79 libras (cerca de 92,5 euros), com a companhia aérea a garantir flexibilidade nas reservas.

Na informação publicada, a British Airways destaca que os Açores são um arquipélago constituído por nove ilhas, “todas conhecidas pela gastronomia e pelo vinho, bem como pelas suas vistas panorâmicas”, e refere que a Terceira é considerada Património Mundial da UNESCO, enquanto São Miguel conta com a Lagoa das Sete Cidades, que “foi considerada uma das sete maravilhas naturais de Portugal”.

A companhia aérea indica também  que o arquipélago é conhecido pelo seu património natural, tendo sido “o primeiro arquipélago do mundo a ser certificado como destino sustentável pela Earth Check”.

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Madeira, Açores, Algarve e Alentejo sobem nas dormidas de residentes em julho

Ao contrário dos residentes, nos primeiros sete meses do ano, todas as regiões apresentaram decréscimos no número de dormidas de não residentes, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Inês de Matos

No passado mês de julho, a Madeira, os Açores, o Algarve e o Alentejo destacaram-se pelas subidas apresentadas no que diz respeito às dormidas dos residentes, com o Instituto Nacional de Estatística (INE) a revelar crescimentos de 60,2%, 26,3%, 19,3% e 13,1%, respetivamente, face a igual mês de 2019, quando a pandemia da COVID-19 ainda não influenciava negativamente a atividade turística.

“Em julho, destacaram-se os crescimentos expressivos das dormidas de residentes, face ao mesmo mês de 2019, na RA Madeira (+60,2%), RA Açores (+26,3%), Algarve (+19,3%) e Alentejo (+13,1%), enquanto nas restantes regiões se registaram decréscimos”, aponta o INE, no comunicado divulgado esta terça-feira, 14 de setembro.

No acumulado dos sete primeiros meses do ano, o INE aponta diminuições no número de dormidas na Área Metropolitana de Lisboa (-28,7%), na Região Autónoma da Madeira (-7,4%) e também no Norte (-2,8%), “enquanto as restantes regiões apresentaram crescimentos”.

Já as dormidas dos residentes no acumulado até julho subiram em todas as regiões, com destaques para as evoluções positivas identificadas na RA Madeira (+136,0%), RA Açores (+99,9%) e Algarve (+54,6%).

Ao contrário dos residentes, no mesmo período, “todas as regiões apresentaram decréscimos no número de dormidas de não residentes, com exceção da RA Açores (+31,8%)”, adianta o INE, explicando que as “menores reduções registaram-se no Alentejo (-4,8%), enquanto as
restantes regiões apresentaram diminuições superiores a 16%”.

Pela negativa, o INE destaca o município de Lisboa, que registou 1,3 milhões de dormidas nos primeiros sete meses do ano, o que representou uma “diminuição de 44,1%”, enquanto as dormidas dos residentes  recuaram 1,2% e as de não residentes, que representaram peso de 61,5% do total, diminuíram 56,1%.

“Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas em Lisboa registaram uma diminuição de 83,3% (-60,1% nos residentes e -87,8% nos não residentes)”, acrescenta o INE.

Já em Albufeira foi registada uma diminuição de apenas 0,7% entre janeiro e julho, ainda que o maior contributo para esta descida ligeira tenha vindo dos residentes, cujas dormidas aumentaram 55,7%, enquanto nos não residentes houve uma descida de 34,0%.

O INE destaca ainda o Funchal, onde as dormidas diminuíram 21,7% no conjunto dos primeiros sete meses do ano, neste caso, sendo também de realçar o aumento das dormidas dos residentes, que subiram 131,8%, enquanto nos não residentes a descida chegou aos 40,8%.

No total, em julho, foram contabilizados 1,6 milhões de hóspedes e 4,5 milhões de dormidas, valores que comparam com o 1,0 milhão hóspedes e 2,6 milhões de dormidas em julho de 2020 e que, face  a igual mês de 2019, traduzem descidas de 42,5% e 45,0%, em resultado de um crescimento de 6,4% nas dormidas de residentes e de um decréscimo de 67,6% nas dormidas de não residentes.

De acordo com o INE, no total, as dormidas de turistas não residentes caíram 30,7% nos primeiros sete meses, em termos homólogos, e a subida de 31,7% das dormidas de residentes não evitou a queda de 2,4% das dormidas totais.

Entre janeiro e julho de 2021, as dormidas de residentes representaram 61,2% do total, quota que contrasta com a verificada em 2020 (45,3% do total) e em 2019 (29,1% do total).

A estada média nos estabelecimentos de alojamento turístico (2,76 noites) aumentou 7,8% em julho, mas abaixo do aumento de 15,4% em junho, em resultado de aumentos de 7,8% na estada média dos residentes (2,56 noites) e de 1,5% na dos não residentes (3,12 noites).

Já os proveitos do alojamento turístico somaram 296,9 milhões de euros no total e 223,4 milhões de euros relativamente a aposento, números que, numa comparação com igual mês de 2019, mostra uma descida de 44,5% no proveitos totais e 46,7% nos proveitos por aposento.

O INE indica ainda que o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 40,4 euros em julho, face aos 31,4 euros em junho, enquanto o rendimento por quarto ocupado (ADR) foi de  99,9 euros em julho, face aos 86,8 euros de junho, valores que ficam abaixo do registado em igual mês de 2019, quando o RevPAR chegava aos  70,0 euros e o ADR aos 106,8 euros, respetivamente.

“Para o decréscimo dos proveitos de aposento que se observou em julho, quando comparado com o mesmo mês de 2019 (-46,7%), contribuíram, por um lado, a diminuição do número de dormidas neste mês (-45,0%) e, por outro, a diminuição do ADR (-6,5%)”, explica o INE.

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APAVT vai a Espanha debater desafios comuns que afetam o setor da distribuição turística

Em debate estará, naturalmente, o impacto que a COVID-19 teve nas agências de viagens em ambos os mercados, a gestão da ajuda dos Fundos Europeus de Próxima Geração, além das relações com a IATA e a Diretiva Europeia relativa às viagens organizadas.

Victor Jorge

A cidade espanhola de Huelva será o ponto de encontro para mais de 50 representantes da distribuição turística de Portugal e Espanha debaterem os desafios comuns que afetam o setor das agências de viagens e operadores turísticos.

De 23 a 26 de setembro, a Confederação Espanhola das Agências de Viagens (CEAV), a Federação Andaluza das Agências de Viagens e a Associação Provincial de Agências de Viagens de Huelva, em colaboração com a Associação Portuguesa de Agências de Viagens (APAVT), organizam a III Cimeira da Aliança Ibérica de Agências de Viagens.

O evento que conta ainda com o apoio do Ministério do Turismo, Regeneração, Justiça e Administração Local da Junta de Andaluzia, terá como tema fundamental a pandemia COVID-19, “pelo que ambos os países trocarão informações sobre o impacto que a pandemia teve em cada um deles”, refere o comunicado conjunto da organização.

Assim, o impacto nas agências de viagens e os desafios futuros, o efeito em ambos os mercados, a gestão da ajuda dos Fundos Europeus de Próxima Geração, entre outros, estarão em debate, além das relações com a IATA e a Diretiva Europeia relativa às viagens organizadas.

O evento contará com a participação de presidentes e diretores de associações de ambos os países, bem como das equipas executivas da APAVT e do CEAV.

Recorde-se que a Aliança Ibérica de Agências de Viagens foi fundada em 2018, através de um acordo assinado entre a APAVT e o CEAV que, em conjunto, representam mais de 80% do negócio de distribuição turística na Península Ibérica. O objetivo desta aliança passa por “examinar conjuntamente as principais questões de interesse para o sector com o objetivo de alcançar uma posição comum”.

Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, considera, de resto, que “a criação da Aliança partiu da nossa convicção comum de que teríamos muito a ganhar trabalhando juntos”.

Em comunicado, o responsável pela associação empresarial de agências de viagens e turismo, representando quase um milhar de balcões em todo o território do continente e ilhas e cerca de 85% do volume de negócios do setor, refere que “a dramática situação que o nosso setor enfrenta com esta pandemia, que está longe de estar resolvida, motiva-nos efetivamente a fortalecer ainda mais os laços e a determinação em trabalhar juntos para voltar a prosperar e fazer prosperar a economia de ambos os países”.

Do lado espanhol, Carlos Garrido, presidente da CEAV, refere que “a celebração desta cimeira é uma oportunidade para os dois países reforçarem os laços, promoverem conjuntamente a sua promoção turística e promoverem o desenvolvimento empresarial das agências de viagens num momento crucial em que o setor está a fazer a sua recuperação após a pandemia”.

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Alojamento local em Lisboa e Porto perde 7.800 unidades devido à pandemia

Em julho de 2021, as unidades com atividade efetiva no Alojamento Local não ultrapassavam as 5.100 unidades em Lisboa e Porto.

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As cidades de Lisboa e Porto perderam um total de 7.800 fogos que funcionavam no Alojamento Local (AL), indica a Confidencial Imobiliário (CI), relativamente ao mês de julho de 2021 face ao período pré-COVID-19, em dezembro de 2019.

Esta quebra foi maior na capital do país, com os dados a revelarem uma saída de 6.000 fogos do circuito de atividade em Lisboa e cerca de 1.800 no Porto, quando a dimensão do mercado, no período pré-Covid-19 indicado, era de 8.800 e 4.100 fogos ativos, respetivamente.

Com atividade efetiva a CI revela que, em julho do presente ano, o número de fogos no Alojamento Local perfazia “pouco mais de 5.000 unidades no conjunto de Lisboa e Porto, estando reduzido a 2.800 fogos na capital e a 2.300 fogos na Invicta”.

Feitas as contas, as 2.800 unidades ativas em Lisboa representam somente 15% do total de 19.000 fogos registados na capital, o que significa que 16.200 alojamentos não tinham qualquer atividade.

Já a norte, dos 8.600 alojamentos registados, somente 27% estavam ativos, significando isto, que na cidade do Porto, cerca de 6.300 fogos praticam atividade.

Ricardo Guimarães, diretor da Confidencial Imobiliário, refere, em nota de imprensa, que, “esta redução na oferta efetivamente ativa veio evidenciar ainda mais o gap entre o mercado visto do ponto de vista real e o mercado administrativo/legal”, acentuando ainda mais este gap.

Segundo o responsável, “já anteriormente os alojamentos com atividade regular não chegavam a perfazer metade do universo de AL registado quer em Lisboa (44%) quer no Porto (47%)”.

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