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Olimar coloca programação 2021 para Portugal à venda no mercado alemão

Para 2021 encontram-se já abertos para reserva variadíssimos hotéis, quintas, casas rurais e vários circuitos, espalhados por todo o país.

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Com a maior programação no mercado alemão para todas as regiões portuguesas, a OLIMAR abriu esta quarta-feira, dia 29, as reservas para 2021 em todos os seus canais de distribuição, aguardando “com otimismo a redução das restrições existentes, tanto na Alemanha como em Portugal”.

Desde a sua fundação em 1972, que o operador se dedica maioritariamente à programação, promoção e venda de Portugal como produto turístico, distribuindo a sua programação na Alemanha, Suíça e Áustria, sendo considerado um dos operadores de alta qualidade no mercado de expressão alemã e com elevado grau de confiança por parte de fornecedores, agentes de viagens e clientes em geral.

Markus Zahn, CEO da OLIMAR, considera que 2021 “constituirá um extraordinário desafio, em especial pelas expectáveis alterações no comportamento dos consumidores, mas acredita que o operador tem todas as condições para vencer um desafio que passa pela autenticidade e pela segurança dos destinos turísticos”. Zahn refere ainda que “o facto de a base da nossa programação ser para Portugal, dá-nos uma confiança adicional, por sabermos que Portugal é capaz de superar todas as crises duma forma admirável”.

Para 2021 encontram-se já abertos para reserva variadíssimos hotéis, quintas, casas rurais e vários circuitos, espalhados por todo o país, pretendendo o operador apresentar no mercado um novo conceito do seu catálogo de viagens. Mantendo o título “Das ist Portugal!” (Isto é Portugal), “pretende-se realçar as vantagens da qualidade do serviço prestado pela OLIMAR, destacar os pontos fortes dos produtos apresentados no destino turístico Portugal, assim como apresentar, duma forma detalhada, o segmento de circuitos e viagens de aventura. Neste mesmo catálogo, os alojamentos serão apresentados por áreas temáticas”.

Estudos atuais de mercado indicam que em 2021, “além da oferta no mercado dos grandes operadores a oferecerem destinos com estrutura hoteleira ou transporte aéreo próprios, haverá uma procura acentuada de viajantes individuais, com utilização acrescida de viaturas de aluguer, escolhendo alojamentos rurais ou de pequena capacidade, um turismo ativo em consonância com a natureza e praias menos procuradas, onde os fatores de segurança e bem-estar serão preferenciais na escolha do destino. Outra das tendências indicadas é um possível acréscimo da procura de programação para pequenos grupos de 8 a 10 pessoas, tudo segmentos e produtos
que a OLIMAR vem já a dedicar a sua atenção desde já várias dezenas de anos”, refere o operador.

A OLIMAR informa ainda que está neste momento a realizar “um forte investimento numa sofisticada ferramenta de reservas online, que permitirá aos clientes individuais planear e reservar as suas viagens para Portugal, desde o alojamento mais simples até ao circuito mais complexo”.

A ferramenta estará muito em breve disponível em olimar.com, assim como nos sistemas de reservas para os agentes de viagens.

Simultaneamente estão já preparadas várias campanhas de comunicação e de marketing digital direcionadas à imprensa, consumidores e agentes de viagens, contando para tal com o reforço de parcerias com o trade português.

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MSC Cruzeiros adiciona o MSC BELLISSIMA ao seu programa de verão no mediterrâneo em 2022

Para ir ao encontro da crescente procura por parte dos consumidores por férias com a MSC CRUZEIROS

Para que os portugueses saibam o custo exato das suas férias está disponível um pacote de 7 noites com voo e tudo incluído com embarque e desembarque em Valência. Com o MSC Bellissima no Mediterrâneo, a Companhia vai oferecer um recorde de 15 navios no Mediterrâneo. Não perca a oportunidade de viajar com a MSC Cruzeiros este Verão!

O MSC Bellissima vai navegar no Mediterrâneo neste verão para ir ao encontro da grande procura dos consumidores pelas férias de cruzeiro. Desde 849€ com a Promoção Tudo Incluído com voos, a que acresce a Taxa de Serviço de Hotel, poderá navegar pelo Mediterrâneo com a MSC Cruzeiros durante 8 dias com partidas de Valência.

A partir de 9 de julho, o MSC Bellissima oferecerá 16 cruzeiros de 7 noites com partida de Valência e Barcelona /Tarragona, Espanha, e dos portos italianos de Génova, Livorno e Nápoles. Chegará ao navio da forma mais fácil para dar início às suas férias de sonho. Explore a encantadora cidade de Portofino, admire as belezas renascentistas de  Florença, desfrute dos aromas e sons de  Nápoles e  Capri, mergulhe na vibrante  Valência, descubra a energia de  Madrid e desguste os sabores de  Barcelona ou  Tarragona.  

 A MSC Cruzeiros terá toda a sua frota de 19 navios a navegar durante o verão de 2022. Nas mais de 500 partidas que a Companhia tem para oferecer durante esta estação, cada passageiro tem a possibilidade de ter bebidas incluídas em todos os itinerários.  

Neste verão e no outono, a MSC Cruzeiros terá um recorde de 15 navios destacados no Mediterrâneo Oriental e Ocidentalo maior número de navios que a Companhia já teve na região. [Itinerários no Mediterrâneo]

www.msccruzeiros.pt

Siga-nos no Facebook em /msccruzeirosportugal.

 

Sobre a MSC Cruzeiros 

 A MSC Cruzeiros, marca contemporânea da Cruises Division do MSC Group, é a terceira maior marca de cruzeiros do mundo, bem como líder na Europa, incluindo Portugal, na América do Sul, na região do Golfo e no Sul de África com mais market share, bem como maior capacidade do que qualquer outra marca nestas regiões. É também a companhia de cruzeiros com maior crescimento no mundo, com forte presença nos mercados das Caraíbas, América do Norte e Extremo Oriente.

A frota dispõe de 19 modernos navios juntamente com um considerável futuro portfólio de investimento global para novos navios e está prevista crescer para 23 navios de cruzeiro até 2025, com opção para seis pedidos de navios actualmente em vigor, até 2030.

A MSC Cruzeiros oferece aos seus hóspedes uma experiência de cruzeiro segura, envolvente e enriquecedora inspirada na tradição europeia da companhia, onde poderá desfrutar de gastronomia internacional, entretenimento de classe mundial, programas familiares premiados e a mais recente tecnologia “user-friendly” a bordo. Para obter mais informações sobre os itinerários e a experiência da marca contemporânea a bordo dos navios, clique aqui..

Enquanto isto, a marca de luxo foi lançada no final de 2021 e deverá começar a operar em 2023 com uma frota com as mais recentes e avançadas tecnologias ambientais e marítimas disponíveis. A primeira delas terá uma arqueação bruta de 63.900 GT e contará com 461 das maiores suítes no mar, todas elas com varandas ou terraços com vista mar. Estes requintados navios introduzirão no segmento de luxo uma amplo leque de novas experiências para os hóspedes, assim como, outras actividades, bem como um amplo rácio de espaços públicos, para além de apresentarem um design altamente inovador.

A prioridade número um da MSC em todas as suas operações sempre foi a saúde, segurança e o bem-estar dos hóspedes e tripulantes, bem como das comunidades nos destinos onde os seus navios operam. Em Agosto de 2020, a MSC Cruzeiros implementou um novo abrangente e robusto protocolo de Saúde, Higiene e Segurança para se tornar na primeira grande companhia de cruzeiros a regressar ao mar. Para saber mais sobre o nosso protocolo de Saúde e Segurança, aceda aqui.

A MSC Cruzeiros está há muito comprometida com a gestão ambiental com o objetivo a longo prazo de atingir emissões zero para as suas operações. A companhia é também um investidor significativo em tecnologias marinhas ambientais navais de próxima geração, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento acelerado e disponibilidade para toda a indústria. mais informações sobre os nossos procedimentos de Gestão Ambiental consulte aqui.

Finalmente, para saber mais sobre a MSC Foundation, associação própria do MSC Group para liderar, evidenciar e promover os seus compromissos de preservação, humanitários e culturais, aceda aqui.

 Mais informações em: http://www.mscpressarea.com/pt_PT

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Destinos

Viagens de avião deverão atingir 65% dos níveis de 2019 no 3.º trimestre de 2022

Os destinos de praia estão entre os mais escolhidos pelos viajantes para o terceiro trimestre de 2022, ao contrário das cidades, segundo avança a ForwardKeys. Funchal e Lisboa aparecem no estudo feito para o WTM, embora a cidade da Madeira apareça com resultados mais positivas que a capital de Portugal.

Um relatório realizado pela ForwardKeys para o World Travel Market (WTM) sobre as perspectivas de viagens de avião para o verão, revela que no terceiro trimestre do ano – julho, agosto e setembro -, as viagens aéreas globais devem atingir 65% do nível registado antes da pandemia em 2019. No entanto, esta recuperação é “irregular”, com algumas partes do mundo a sair muito melhor do que outras e alguns tipos de viagens, principalmente férias na praia, sendo muito mais populares do que as visitas urbanas e passeios turísticos.

A região do mundo para a qual a ForwardKeys aponta uma recuperação mais forte é a África e o Oriente Médio, apontando a consultora que as chegadas no terceiro trimestre devem atingir 83% dos níveis de 2019. Seguem-se as Américas, onde se espera que as chegadas de verão cheguem a 76%, e depois a Europa com 71%, e, finalmente, a Ásia-Pacífico com apenas 35%.

Destinos de praia lideram no verão de 2022
A preferência atual por férias na praia é bem ilustrada por uma comparação dos dez principais destinos de praia e urbanos da Europa, classificados pelas reservas de voos do terceiro trimestre de 2022 em relação a 2019, embora no computo geral, os números indiquem uma descida de 3% entre o terceiro trimestre de 2022 e o mesmo período de 2019.

Em termos de destinos de praia os dados indicam uma liderança de Antalya (Turquia), com uma evolução de 81% face ao mesmo período de 2019, à frente de Tirana (Albânia), com +36%, e Mykonos (Grécia) +29%.

O Funchal aparece neste Top 10, com um crescimento na procura de 11% face ao mesmo trimestre de 2019.

No que toca aos destinos urbanos, a descida é maior do que nos destinos de praia, com uma quebra de 25% face ao terceiro trimestre de 2019, com a única cidade com variação positiva a pertencer a Nápoles, com um aumento de 5%. Istambul (Turquia) mantém igual ao período pré-pandémico analisado, ficando à frente de Atenas (-5%) e Lisboa -8%), embora a ForwardKeys reconheça que estas cidades funcionem como “portas de entrada para resorts de praia”.

Uma tendência semelhante é exibida nas Américas, onde as reservas de viagens aéreas para o Caribe, América Central e México, no terceiro trimestre de 2022, estão 5% acima dos níveis de 2019, enquanto as reservas de voos para a América do Sul e para os EUA e Canadá ficam, respetivamente, 25% e 31% atrás do que eram em 2019. Os destinos com melhor desempenho são Costa Rica (+24%) à frente da Jamaica (+17%) e República Dominicana (+13%).

Custos não impedem vontade de viajar
“O entusiasmo para viajar novamente a nível internacional é tão forte que um aumento nas tarifas aéreas teve relativamente pouco impacto na procura”, frisa a ForwardKeys na análise. Por exemplo, a tarifa média dos EUA para a Europa aumentou mais de 35% entre janeiro e maio, sem nenhuma desaceleração percetível nas taxas de reserva. E essas tarifas ficaram quase 60% acima do ano anterior. As tarifas para viagens curtas e intra-regionais (ou seja, dentro das Américas) também aumentaram substancialmente (+47%), o que é menos do que para as viagens longas.

Já as perspectivas relativamente às viagens de verão para África e Médio Oriente devem-se, segundo à ForwardKeys a uma combinação de fatores. “Vários aeroportos do Médio Oriente atuam como ‘hubs’ para viagens entre a Ásia-Pacífico e a Europa, o que levou o Médio Oriente a beneficiar da recuperação das viagens intercontinentais, principalmente impulsionadas por pessoas que retornam aos países asiáticos para visitar amigos e parentes”.

O encerramento do espaço aéreo russo também contribuiu para o aumento do tráfego nos ‘hubs’, verificando-se, por exemplo, um aumento de 23% no Cairo que aumentou a conectividade com os mercados europeus. Também a Nigéria (+14%), Gana (+8%) e Costa do Marfim (+1%) beneficiam de grandes diásporas na Europa e nos EUA que estão a ver os expatriados a regressarem aos países para visitarem amigos e familiares.

A ForwardKeys destaca ainda Cabo Verde como destino que está a atrair com sucesso visitantes de longa distância da Europa.

Olivier Ponti, vice-presidente de Insights da ForwardKeys, conclui que “com as restrições às viagens a serem levantadas em 2022, a conectividade restabelecida e a confiança do consumidor recuperada, a procura por viagens internacionais está a aumentar mais uma vez, marcando um afastamento da tendência de viagens domésticas que dominou em anos recentes”.

Por isso, diz que, “no terceiro trimestre deste ano, os turistas estão relativamente mais interessados em deixar a pandemia para trás com uma pausa relaxante na praia do que consumir cultura, cidades e passeios”.

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Destinos

Certificado digital e teste negativo deixam de ser obrigatórios nos voos para Portugal

As companhias aéreas deixam de estar obrigadas a exigir aos passageiros, aquando do embarque de voos com destino ou escala em Portugal continental, à apresentação de comprovativo de realização de teste, Certificado Digital COVID UE ou de certificados de vacinação ou recuperação emitidos por países terceiros, aceites ou reconhecidos em Portugal.

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Os passageiros de voos com destino ou escala em Portugal deixam de ter de apresentar o certificado digital ou teste negativo à COVID, informou hoje a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC).

Em comunicado, a ANAC refere que, na sequência da entrada em vigor do despacho conjunto n.º 8022-D/2022, de 30 de junho, “as transportadoras aéreas deixam de estar obrigadas a exigir aos passageiros, aquando do embarque de voos com destino ou escala em Portugal continental”, a apresentação de comprovativo de realização de teste para despiste da infeção por Sars-CoV-2 com resultado negativo, de certificado digital covid UE ou de certificados de vacinação ou recuperação emitidos por países terceiros, aceites ou reconhecidos em Portugal.

“Com a entrada em vigor deste novo regime as transportadoras áreas e os passageiros deixam de estar sujeitos às medidas restritivas, aplicáveis em matéria de tráfego aéreo, no âmbito do combate à pandemia provocada pelo vírus Sars-CoV-2, que duraram até 30 de junho de 2022”, refere.

O despacho n.º 8022-D/2022, publicado na quinta-feira, 30 de junho, em Diário da República, revoga o despacho n.º 4829-A/2022, de 22 de abril, que determinava “as medidas aplicáveis em matéria de tráfego aéreo, aeroportos, fronteiras marítimas e fluviais e define os termos e requisitos do respetivo sistema de verificação, bem como a supervisão do seu funcionamento”.

Segundo se lê no diploma que entrou em vigor, “a situação epidemiológica vivida em Portugal na sequência da pandemia da doença COVID-19 tem-se mantido relativamente estável, resultado da elevada cobertura vacinal, da emergência de novos fármacos para a doença grave e de um maior conhecimento sobre a infeção”.

Adicionalmente, “também no contexto internacional, nomeadamente no quadro da União Europeia, a evolução da situação epidemiológica deixou de justificar a adoção de medidas excecionais em matéria de tráfego aéreo, aeroportos e fronteiras marítimas e fluviais”.

A ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, tinha anunciado na conferência de imprensa realizada após o último Conselho de Ministros, que o período de isolamento por COVID-19 iria passar de sete para cinco dias e que deixaria de ser exigido o certificado digital para entrar no país.

“Fora estas duas alterações, a passagem de sete para cinco dias e deixar de ser exigido certificado em viagens, as regras permanecem as mesmas, com a indicação de uso de máscara nos transportes públicos e com a recomendação de utilização de máscara quando estamos em contacto com pessoas mais vulneráveis, quando temos sintomas ou quando sabemos que tivemos um contacto de maior risco”, precisou.

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High-touch e alta tecnologia: Como as marcas de hospitalidade podem ter ambos

Numa altura em que as viagens são mais recorrentes, a Adyen dá vários conselhos para que a indústria hoteleira consiga responder às expectivas dos hóspedes, mantendo abordagem única do high-touch

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Após anos de viagens limitadas, os hotéis e as marcas de hospitalidade estão mais do que prontos para receber os hóspedes de volta. E, por sua vez, os hóspedes estão mais do que prontos para regressar: 64% sentem tanta falta de viajar e estão dispostos a desistir das redes sociais durante um mês inteiro para irem de férias em segurança.

A palavra-chave é “em segurança”. Os hóspedes têm expectativas elevadas de como deveria ser a sua estadia num mundo a recuperar da COVID – desde pagamentos contactless, a reservas móveis e quiosques de pagamento.

Mas, será que a alta tecnologia e o high-touch podem trabalhar em conjunto para proporcionar uma experiência verdadeiramente cinco estrelas num cenário de luxo? Mark Rademaker, Global Head of Hospitality da Adyen, e Marco Trecroce, SVP & CIO do grupo Four Seasons, acreditam que sim. Quando bem feito, os hóteis de luxo podem responder à evolução das expectativas dos hóspedes, mantendo a sua abordagem única de high-touch. Eis como:

À medida que o mundo volta a abrir, a aceleração digital é fundamental

Entre restrições de viagem e preocupações de saúde pública, a maioria das pessoas permaneceu perto de casa nos últimos anos. O resultado foi um declínio anual sem precedentes no total das despesas de viagem. Compreensivelmente, muitos hotéis tiveram de despedir colaboradores para poupar nos custos.

Agora que o mundo está a voltar a abrir, vemos um aumento de viagens, o que representa uma oprtunidade enorme para o setor. No entanto, também se pode revelar um desafio já que as marcas têm de estar prontas para a carga que isso irá colocar nos seus sitemas, pessoas, tecnologia e instalações.

Com a COVID existem múltiplas conversas sobre como ir mais depressa, acelerar mais rápido, como aproveitar a oportunidade para ajudar os nossos hotéis a prepararem-se,” refere Marco Trecroce. “Porque os nossos hóspedes querem mais interações digitais, mais experiências contactless, diferentes tipos de experiências, e isso está agora a tornar-se o impulso para o nosso pensamento de como avançarmos. É muito desafiante quando os nossos hotéis estão fechados. Mas é um investimento que precisamos de fazer em paralelo, por isso é muito estratégico.

As melhores viagens oferecem diferentes opções no mesmo hotel 

Não há duas viagens iguais, especialmente quando se trata de uma experiência de luxo. Alguns hóspedes preferem fazer uma reserva por telefone, outros querem reservar através de uma aplicação móvel. Ser intencional com as suas decisões tecnológicas, independentemente da mistura de canais que um hóspede utilize, é a forma como as marcas de hospitalidade podem integrar a tecnologia sem sacrificar a experiência high-touch.

O nosso chat é o melhor exemplo,” afima Marco Trecroce. “Começou com uma aplicação móvel, que agora se converteu em camadas de mensagens. A nossa funcionalidade de chat está traduzida em mais de 100 línguas e permite aos nossos convidados comunicar connosco de uma forma sem contacto e na sua língua local. É uma das formas de disponibilizar alta tecnologia e high-touch. A tecnologia desempenha um papel crucial: complementar a experiência do hóspede,” adianta.

Quanto às tendências que a Adyen tem observado enquanto parceiro de pagamentos para marcas globais de hospitalidade, Mark Rademaker explica: “Temos presenciado uma mudança tão dramática na forma como os hotéis têm começado a ver as suas viagens de hóspedes. Se recuarmos até um pouco antes da pandemia, oferecer viagens diferentes no mesmo hotel não era algo que tivéssemos nas nossas conversas. Agora, é tão importante. Estamos realmente a ver que experiências com pouco contacto, como o check-in móvel, não se traduzem necessariamente em pouco luxo.

Os pagamentos estão agora integrados em todas as partes do negócio

Quando se trata de novas formas de pagamento, as marcas de hospitalidade tendem a preferir jogar pelo seguro antes de adotarem métodos de pagamento novos ou alternativos. A pandemia tem desafiado essa mentalidade ao tornar coisas como pagamentos contactless centrais para fazer negócios em segurança.

Mas, entregar isso aos hóspedes no back-end significa montar uma pilha de tecnologia de pagamentos que possa apoiar essas experiências sem descontinuidades no front-end. “O dilema neste momento é como apresentar métodos de pagamento a um hóspede que está do outro lado do mundo, que vai para um destino exótico nas suas férias, e que quer pagar com o seu método de pagamento preferido no local“, comenta Mark Rademaker.

Historicamente“, continua, “as limitações existiam porque os pagamentos no mundo hoteleiro têm sido bifurcados entre o mundo do comércio eletrónico e o ponto de venda. Quando isso começa a misturar-se, traz à tona estas novas oportunidades, onde se pode proporcionar a mesma experiência a esse hóspede durante todo o ciclo da sua estadia, desde o processo de reserva até à chegada ao local.

Ao investir em tecnologia é necessário deixar os convidados liderar o caminho

No final do dia, os hotéis estão no negócio de fazer as coisas certas para os seus hóspedes. A partir daí, e usando isso como bússola para ajudar a tomar as melhores decisões para o seu negócio, os seus hóspedes irão percorrer um longo caminho para proporcionar uma experiência de cinco estrelas.

Em última análise, este negócio foca-se na condução da tecnologia disponível na sua unidade hoteleira, os seus pagamentos, por exemplo, para ajudar a que o hóspede tenha a melhor experiência possível”, afirma Mark Rademaker. “Os hotéis vivem muito no aqui e agora, naquilo que querem alcançar hoje. No entanto, o como chegar ao próximo passo, à prova futura, é igualmente importante.”

 

 

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Aviação

Publicada revogação do despacho sobre futuro aeroporto de Lisboa

Tal como tinha sido indicado pelo primeiro-ministro, António Costa, foi publicada revogação do despacho sobre futuro aeroporto de Lisboa, indicando que “a solução deve ser negociada e consensualizada com a oposição”.

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A revogação do despacho de quarta-feira, 29 de junho, determinada pelo primeiro-ministro, sobre a solução aeroportuária para a região de Lisboa foi publicada em Diário da República em novo despacho.

O despacho, assinado pelo ministro das Infraestruturas e da Habitação, publicado em suplemento com a data de quinta-feira, 30 de junho, justifica a revogação imediata, referindo que “a solução deve ser negociada e consensualizada com a oposição, conforme indicação do senhor primeiro-ministro”.

Indica também que o teor do despacho revogado “é uma matéria de prioridade política e estratégica da maior importância e impõe uma tomada de decisão célere”

Recorde-se que o despacho de quarta-feira determinava a “definição de procedimentos relativos ao desenvolvimento da avaliação ambiental estratégica do Plano de Ampliação da Capacidade Aeroportuária da Região de Lisboa”.

Na quinta-feira, o primeiro-ministro, António Costa, determinou a revogação do despacho, e reafirmou que queria uma negociação e consenso com a oposição sobre esta matéria.

O despacho “polémico” publicado na quarta-feira, assinado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Santos Mendes, determinava o “estudo da solução que visa a construção do aeroporto do Montijo, enquanto infraestrutura de transição, e do novo aeroporto ‘stand alone’ no Campo de Tiro de Alcochete, nas suas várias áreas técnicas.”

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Destinos

Portugal entre os destinos mais procurados pelos americanos para o 4 de julho, revela a Mabrian

Entre os destinos europeus mais procurados pelos americanos para os feriados do 4 de julho, Portugal só é ultrapassado pela Espanha. No que diz respeito aos preços, a consultora refere que o nosso país apresenta os voos com os preços mais em conta.

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Portugal aparece entre os destinos internacionais mais procurados pelos norte-americanos para o fim de semana do feriado nacional de 4 de julho. De acordo com os dados da Mabrian, Portugal só é suplantando pelo México e Espanha.

Enquanto Portugal aparece com mais de 13 milhões de buscas, à frente da Grécia (com 11,7 milhões), Itália (com 10,3 milhões) e França (com 9,6 milhões), a liderança pertence ao México, destino que registou 36 milhões de buscas. Já Espanha aparece em segundo lugar e primeiro destino europeu procurado neste ranking, mercê das mais de 20 milhões de buscas.

Segundo os dados analisados pela Mabrian, regista-se uma procura crescente, indicando, igualmente, que “Grécia e Itália são os destinos com maior interesse dos americanos”.

No que diz respeito aos preços, a Mabrian indica que os preços mais competitivos para voos diretos (uma viagem) a partir dos EUA têm como destinos o México e a República Dominicana, com valores a não excederem os 350 euros. Já os preços mais caros para voos diretos a partir dos EUA e com destino à Europa, têm como destino a Grécia, apontando a Mabrian valores médios de 1.000 euros.

Para a Europa, Portugal aparece, novamente, bem classificado, com os valores mais baixos entre os destinos europeus, com um preço médio de 670 euros.

Em média, os preços para os destinos europeus começam nos 855 euros.

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Transportes

KLM reembolsa empréstimo do Governo neerlandês

Com este pagamento, a KLM reembolsa a totalidade dos empréstimos contraídos junto do Governo neerlandês e bancos, no valor de 942 milhões de euros. A companhia refere, contudo, que tem ainda á disposição uma linha de crédito futuro de 2,4 mil milhões de euros.

Victor Jorge

A KLM Royal Dutch Airlines anunciou o pagamento de 277 milhões de euros relativamente ao empréstimo contraído junto do Governo neerlandês e bancos, em 2020, por causa da pandemia da COVID-19.

A companhia de bandeira dos Países Baixos contraiu um total de 942 milhões de euros de uma linha de crédito que ascendeu aos 3,4 mil milhões de euros.

Com este pagamento, a KLM conclui o pagamento de todos os empréstimos contraídos. Em três etapas, a KLM já tinha pago 311 milhões de euros aos bancos a 3 de maio e outros 354 milhões de euros a 3 de junho, correspondendo ao pagamento da quantia total em empréstimos bancários de 665 milhões de euros. Ao reembolsar agora os restantes 277 milhões de euros, a KLM também resgatou a parte do empréstimo emitida pelo Governo neerlandês.

Vários fatores, incluindo “a saída de 6.000 funcionários da KLM, uma forte redução nos custos, a remoção das restrições de viagem e a crescente procura por passagens aéreas permitiram à KLM reembolsar os empréstimos contraídos, refere a companhia.

Apesar da recente recuperação do setor da aviação, o futuro próximo permanece “incerto” devido a fatores como a “alta taxa de inflação, custos crescentes, presença constante da COVID-19 em todo o mundo e volatilidades geopolíticas como a guerra na Ucrânia”, salienta a companhia.

Como resultado, a KLM decidiu manter o acesso ao crédito futuro sendo que, após o reembolso do empréstimo, “a KLM continuará a ter à sua disposição uma linha de crédito de 2,4 mil milhões de euros (723 milhões de euros de empréstimos governamentais e 1,735 mil milhões de euros dos bancos), permitindo-lhe fazer uso das opções de financiamento existentes”, refere a companhia.

A KLM conclui, no entanto, que as previsões atuais mostram que a companhia dispõe de “recursos financeiros suficientes para os próximos anos”.

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Transportes

Heathrow cancela 30 voos devido à falta de capacidade para dar resposta

Um dos maiores aeroportos da Europa e do mundo pediu a diversas companhias aéreas para cancelar cerca de 30 voos devido ao elevado número de passageiros, alegando incapacidade para dar uma resposta adequada.

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O aeroporto de Heathrow pediu às companhias aéreas para cancelarem cerca de 30 voos na manhã de quinta-feira, 30 de junho, alegando falta de capacidade para lidar com o fluxo de passageiros no aeroporto.

Segundo avança a imprensa britânica, milhares de passageiros foram afetados pela decisão do maior aeroporto do Reino Unido e um dos mais movimentados do mundo, com perdas de ligações e não tendo sido avisados previamente.

Um porta-voz de Heathrow admitiu que o aeroporto esperava um número “mais elevado de passageiros do que o esperado para a qual não temos capacidade para dar resposta, decidindo pedir às companhias aéreas para retirar 30 voos dos planos da manhã”.

Segundo o mesmo porta-voz, os responsáveis do aeroporto estão “a trabalhar para garantir que todos tenham uma jornada tranquila por Heathrow neste verão”, salientando que “o mais importante é garantir que todos os prestadores de serviços no aeroporto tenham recursos suficientes para responder à procura”.

Segundo as notícias, cerca de 98% dos voos a sair do aeroporto deverão ser operados em conformidade com os planos.

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Emprego e Formação

ISCE e Monte Santo Resort lançam 2.ª edição do Prémio de Excelência Melhor Aluno da Licenciatura em Gestão Turística

A iniciativa é, segundo o diretor do Departamento de Turismo do ISCE, Nuno Abranja, “uma forma de reconhecimento e incentivo aos estudantes para que possam melhorar cada vez mais o seu desempenho ao longo do curso na defesa da qualidade do turismo”.

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O Departamento de Turismo do ISCE anunciou a 2.ª edição do “Prémio de Excelência Melhor Aluno da Licenciatura em Gestão Turística Monte Santo Resort”, fruto da parceria estabelecida entre o ISCE e o Monte Santo Resort, empreendimento turístico de luxo no Algarve.

A iniciativa anual pretende premiar o(a) melhor(a) aluno(a) finalista da Licenciatura em Gestão Turística do ISCE e será atribuído no final deste ano letivo.

Segundo o diretor do Departamento, Nuno Abranja, este prémio “é uma forma de reconhecimento e incentivo aos estudantes da nossa Licenciatura, para que possam melhorar cada vez mais o seu desempenho ao longo do curso na defesa da qualidade do turismo e ser, igualmente, um atrativo na captação de novos estudantes para esta formação, que tem registado um aumento significativo na procura todos os anos”. Paralelamente à atribuição deste prémio, esta parceria possibilitará igualmente aos estudantes do Departamento de Turismo virem a realizar estágios naquele Resort, juntando-se assim o Monte Santo Resort a uma vasta lista de parceiros estratégicos do Departamento, que pode ser consultada aqui.

Já Patrícia Correia, General Manager do Monte Santo Resort, considera esta uma “magnifica iniciativa para premiar a excelência entre os alunos”,

A responsável pelo Monte Santo Resort admite que “valorizar os nossos recursos humanos nesta procura de um serviço excelente é algo que nos motiva diariamente”, destacando que a formação é de “vital importância nos dias de hoje e esta iniciativa leva esta importância um pouco mais além”.

A Licenciatura em Gestão Turística conta atualmente com uma centena de estudantes tendo o Departamento de Turismo formado, desde 1995, mais de 1000 quadros qualificados.

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Aviação

Primeiro-ministro revoga despacho sobre aeroporto e o que era já não é

Afinal, a decisão sobre as novas infraestruturas aeroportuárias para Lisboa, anunciadas por Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, voltou à estaca zero. O primeiro-ministro, António Costa, decidiu revogar o despacho publicado.

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O primeiro-ministro, António Costa, determinou esta quinta-feira, 30 de junho, a revogação do despacho publicado na quarta-feira, 29 de junho, sobre a solução aeroportuária para a região de Lisboa e reafirmou que quer uma negociação e consenso com a oposição sobre esta matéria.

“O primeiro-ministro determinou ao Ministério das Infraestruturas e da Habitação a revogação do despacho ontem [quarta-feira] publicado sobre o novo aeroporto da região de Lisboa”, lê-se num comunicado divulgado pelo gabinete de António Costa.

No comunicado, o primeiro-ministro “reafirma que a solução tem de ser negociada e consensualizada com a oposição, em particular com o principal partido da oposição e, em circunstância alguma, sem a devida informação previa ao Presidente da República”.

“Compete ao primeiro-ministro garantir a unidade, credibilidade e colegialidade da ação governativa. O primeiro-ministro procederá, assim que seja possível, à audição do líder do PSD que iniciará funções este fim de semana para definir o procedimento adequado a uma decisão nacional, política, técnica, ambiental e economicamente sustentada”, acrescenta-se no comunicado.

Recorde-se que na quarta-feira foi publicado em Diário da República um despacho assinado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Santos Mendes, sobre a “definição de procedimentos relativos ao desenvolvimento da avaliação ambiental estratégica do Plano de Ampliação da Capacidade Aeroportuária da Região de Lisboa”.

No despacho lê-se que “o Governo pretende avançar com a construção do aeroporto complementar do Montijo e planear imediatamente a construção de um novo aeroporto ‘stand alone’ no Campo de Tiro de Alcochete

“Os riscos de uma infraestrutura aeroportuária com duas pistas de grande extensão na península do Montijo não obter autorização ambiental para avançar são hoje avaliados como muito elevados. Por este motivo, o Governo deixou, pois, de equacionar a opção Montijo ‘stand alone’ como viável e, nesse sentido, merecedora de estudo aprofundado”, lê-se na exposição de motivos.

O secretário de Estado das Infraestruturas considera que, “excluída esta última opção, a única solução aeroportuária que responde à exigência de dotar o país e a região de Lisboa de uma infraestrutura aeroportuária moderna com capacidade de crescimento a longo prazo é a construção de um aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete”.

Na quarta-feira, Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, desdobrou-se em entrevistas, defendendo a solução apresentada para Montijo e Alcochete, não referindo, contudo, os moldes em que essas obras iriam decorrer e quem assumiria os custos das mesmas.

Certo é que Pedo Nuno Santos avançou que a nova solução aeroportuária para Lisboa passava pela construção de um novo aeroporto no Montijo até 2026 e por encerrar o aeroporto Humberto Delgado, quando estivesse concluído o de Alcochete, em 2035.

O primeiro-ministro, António Costa, tinha afirmado no parlamento, na semana passada, que aguardava a decisão do presidente eleito do PSD, Luís Montenegro, sobre a localização do novo aeroporto de Lisboa para que houvesse “consenso nacional suficiente” tendo em vista uma decisão “final e irreversível” sobre esta matéria.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou desconhecer os “contornos concretos” da nova solução aeroportuária do Governo para a região de Lisboa, observando que “foi ajustada agora”, e recusou comentá-la sem ter mais informação.

Do lado da oposição e dos respetivos partidos com representação parlamentar foram várias as críticas à decisão anunciada, com Luís Montenegro, presidente eleito do PSD, a salientar não ter sido “informado de nada” sobre os planos do Governo para o novo aeroporto.

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