Assine já
Destinos

Reportagem | Take a chance on Estocolmo

A tranquila capital da Suécia vale pelo conjunto. Aqui não há monumentos-estrela ou atrações cheias de turistas. Há apenas uma sensação de bem-estar e de harmonia entre os edifícios e a natureza. Caso para dizer: dê uma oportunidade a Estocolmo.*

Carina Monteiro
Destinos

Reportagem | Take a chance on Estocolmo

A tranquila capital da Suécia vale pelo conjunto. Aqui não há monumentos-estrela ou atrações cheias de turistas. Há apenas uma sensação de bem-estar e de harmonia entre os edifícios e a natureza. Caso para dizer: dê uma oportunidade a Estocolmo.*

Carina Monteiro
Sobre o autor
Carina Monteiro
Artigos relacionados

Para muitas pessoas que viajam, sobretudo para cidades, a primeira coisa que fazem antes de se aventurarem, é olhar para o mapa. Eu não sou exceção. A primeira coisa que fiz foi pedir um mapa na receção do hotel, poucos minutos antes de começar o tour pedonal com a guia. Estávamos no terceiro dia de viagem da fam trip da Teldar e da Finnair, chegados de Helsínquia, uma cidade pequena, cuja geografia foi fácil de entender. À primeira vista, o mapa de Estocolmo pode parecer complexo, há pequenas ilhotas ligadas por pontes, muitos canais e penínsulas, o que lhe confere o título, para alguns, de Veneza do Norte. Um segundo olhar sobre o mapa e a geografia de Estocolmo parece menos complexa, depois de identificado o centro histórico (Gamla Stan ou a cidade velha), uma pequena ilha onde todos os caminhos vão dar, inclusive o nosso passeio. Começámos em Hotorget (mercado do feno), uma praça central situada entre as ruas de comércio Kungsgatan, Drottninggatan e Sveavägen. Durante o século XVIII era aqui que se fazia o mercado de cavalos, no primeiro dia de cada mês, mas em 1856 tornou-se apenas uma praça com um mercado como outra qualquer, mas duas vezes maior que o seu tamanho original. O primeiro edifício de mercado foi construído em 1882 e alguns comerciantes de comida, essencialmente, puderam ter aqui o seu negócio com melhores condições de higiene. Hoje a praça permanece como um mercado de rua com frutas e artesanato. Numa das esquinas desta praça encontra-se a Casa de Concertos de Estocolmo, desenhada pelo arquiteto Ivar Tengbom e aberta em 1926, é o melhor exemplo da arquitetura neo-clássica de Estocolmo e é conhecida por ser o local onde se realiza todos os anos as cerimónias de entrega dos prémios Nobel de Medicina, Física, Química e Literatura.

Da Praça Hotorget até Gamla Stan são pouco mais de 15 a 20 minutos a pé e o caminho fez-se pelo Kunstradgarden (Jardim do Rei). Atravessámo-lo com uma pequena explicação sobre o parque. É o local de várias manifestações sociais e lúdicas dos suecos. É habitual fazerem-se concertos aqui ou festivais gastronómicos. No inverno, acaba por ser um local de grande afluência dos habitantes de Estocolmo, devido à pista de gelo. É no jardim que também se encontra a igreja Jacobs, uma das mais antigas da cidade e também uma das mais bonitas com a sua cor vermelha que a destaca na paisagem urbana.

No final do jardim, encontra-se um importante edifício da cidade, a Ópera. Estamos quase às portas da cidade velha. Paragem para a primeira lição de história sobre a capital sueca. Foi no edifício da Ópera que morreu assassinado o rei Gustavo III, em 1792. Fica para a história como o monarca que trouxe a cultura para a Suécia. Próximo de Luís XVI – o rei absoluto de França -, Gustavo III inspirou-se no “amigo” francês para dar alguma grandiosidade a Estocolmo, que era até à época uma cidade simples. Mandou construir vários edifícios, a maioria ligados a atividades culturais, entre eles este edifício da ópera. Mas Gustavo III terá sido traído pela sua ambição de tornar Estocolmo numa nova ‘Paris’. Gastou o dinheiro da coroa, queria voltar à monarquia absoluta e ganhou inimigos. Acabou por ser baleado durante um baile de máscaras, no edifício da ópera. Este episódio, que inspirou enredos de filmes e livros posteriormente, deixou o reino da Suécia sem herdeiro, mergulhando o país numa instabilidade política.

Gamla Stan e a história de Estocolmo

A construção de Estocolmo começou a partir do século XIII, estando a sua fundação apontada para o ano de 1252. Devido à sua localização, era um local de passagem de vários navios que circulavam entre o mar Báltico e o Lago Malaren. Mas devido ao desnível de águas que ali ocorria, foram colocadas estacas sobre um canal que atualmente possui o nome de Norrstrom e é uma das portas de entrada de Gamla Stan. É sobre este canal que se encontra o parlamento sueco e é a partir daqui que se desenvolve a cidade velha. A Suécia é uma monarquia constitucional com um sistema parlamentar de governo e um monarca com funções unicamente representativas. O Palácio Real encontra-se ao lado e é possível visitá-lo, já que não é residência habitual dos reis da Suécia. A independência da Suécia ocorreu em 1523 depois de uma batalha de sangue travada entre Gustavo Eriksson Vasa e o exército do rei Cristiano II, que governava os reinos da Dinamarca, Suécia e da Noruega. O rei chamou 92 suecos à praça Stortoget localizada em Gamla Stan e mandou degolá-los, entre os mortos encontrava-se o pai de Gustavo Eriksson Vasa. A chacina do rei tirano despoletou a revolta de Gustavo Eriksson Vasa que liderou o movimento de independência e libertação do domínio da Dinamarca. Tornou-se rei, com o título de Gustavo I e uma das medidas foi acabar com o catolicismo na Suécia e a implementação da religião luterana no país. A praça Stortoget onde decorreu a Batalha de Sangue é uma das mais icónicas de Estocolmo e imagem da maior parte dos cartões postais da cidade, muito graças aos prédios de cores fortes que rodeiam a praça. Um deles, pintado de vermelho, simboliza o sangue ali derramado durante a batalha (ver foto). A praça é também o ponto de partida para conhecer Gamla Stan, um dos centros históricos medievais melhor preservados da Europa. Aconselha-se simplesmente um passeio pelas ruas para apreciar a arquitetura dos edifícios, que fazem recordar o período medieval. A cidade velha tem um encanto especial devido às cores quentes dos edifícios. Há muito comércio, sobretudo restauração e artesanato.

Além de passear pelas ruas de Gamla Stan, as grandes atrações da cidade velha são o Palácio Real e a Catedral de Estocolmo. O palácio é um dos maiores do mundo, com mais de 600 quartos, além de museus e salas que exibem a história e o modo de ser da aristocracia sueca.

Museu Vasa

Finalizada a visita à cidade velha é tempo de conhecer uma outra ilha de Estocolmo. Djurgarden (ou a ilha dos animais) fica a cerca de 20/30 minutos de barco de Gamla Stan. Os ferries partem de um porto junto ao Palácio Real. A ilha dos animais é essencialmente um local lúdico uma vez que alberga vários museus, um parque de diversões e um zoo. O propósito da nossa ia a Djurgarden foi a visita ao Museu Vasa. O navio Vasa dá o nome ao museu mais visitado da Suécia e consiste na exibição do navio construído no século XVII. Até chegar a este museu, passámos por vários outros, entre eles o Museu Nórdico que, como o nome indica, retrata a cultura nórdica desde os finais da Idade Média até à época contemporânea (entrada 120 SEK, gratuito até aos 18 anos); e o ABBA The Museum, dedicada ao mítico grupo musical originário da suécia que alcançou fama planetária e cuja uma das músicas dá título a este artigo (entrada 250 SEK). Os museus estão a poucos minutos de distância uns dos outros, pelo que há muito para fazer e aproveitar durante um dia inteiro nesta ilha.

Chegados ao Museu Vasa, a fila para entrar (única fila de toda a viagem) aguçou o interesse pelo museu. Como a nossa guia já tinha comprado os bilhetes entrámos diretamente para o Vasa. No interior, o navio Vasa rouba de imediato toda a atenção e arranca um “wow” até aos mais contidos. Trata-se de um verdadeiro navio do século XVII, daqueles que apenas lemos sobre eles nos livros ou visualizamos réplicas nos filmes. Mede 52 metros da cabeça do mastro à quilha e 69 metros da proa à popa e pesava à data da sua construção 1200 toneladas. A guia aproveita para nos dar a primeira lição: Embora pareça, o Vasa não é um navio de vikings, porque a era dos vikings, recorde-se, durou até ao século XII. O Vasa foi mandado construir pelo rei Gustavo Adolfo II em 1626. Era um navio de guerra que deveria integrar a frota naval sueca. Ignorando todas as recomendações quanto ao limite de peso que o navio suportaria, o rei ordenou que se instalassem mais canhões. Na viagem inaugural, a 10 de agosto de 1628, o Vasa navegou apenas 15 minutos tendo naufragado em seguida, devido ao seu peso. O Vasa permaneceu debaixo de água durante 333 anos. Somente em 1961 foi resgatado do mar após uma obra de engenharia complexa e que durou vários anos. Os trabalhos de recuperação foram iniciados no outono de 1957 por mergulhadores que abriram túneis sob o navio para os cabos elevatórios que viriam a ser utilizados. Juntamente com o navio foram recuperados vários objetos que foram alvo de um cuidado trabalho de preservação. Além do navio que está em exposição, o museu exibe também uma réplica do interior da embarcação, assim como os objetos resgatados e a história do resgate do navio. Histórias de navios e do mar sempre despertaram o interesse do público, não é por acaso que este é um dos museus mais concorridos da Suécia. Pode ser, por vezes, difícil não tropeçar noutros visitantes, dada a afluência, mas vale bem a pena a visita (entrada – 150 SEK/grátis até aos 18 anos).

Como ir?

Viajámos até Estocolmo (Arlanda) com a Finnair, via Helsínquia. Recorde-se que a companhia tem voos diários para Helsínquia à partida de Lisboa. Do Porto, a companhia finlandesa terá uma ligação sazonal, de 22 de junho a 7 de agosto de 2020, com dois voos semanais (segundas e sextas). Para o Funchal, a Finnair opera dois voos semanais (segundas e terças) de 28 de outubro a 24 de março de 2020 e um voo semanal de 30 de março a 19 de outubro de 2020. O aeroporto de Helsínquia é relativamente pequeno e tranquilo, o que permite conexões fáceis e rápidas. O controlo de passaportes é eletrónico. Como empresa de receptivo contámos com Nordic Ways, uma DMC que faz a organização de qualquer viagem, seja de negócios, incentivos ou lazer, para toda a região nórdica (Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia). Os guias falam diversas línguas, incluindo português.

Onde ficar?

Nesta viagem, visitámos o hotel At Six, uma unidade de cinco estrelas localizada a poucos minutos a pé de Gamla Stan. A ocupar um edifício dos anos 60 que foi outrora um banco, o At Six foi uma agradável surpresa. Combina design, com peças de arte contemporânea que podem ser apreciadas no lobby, com os seus luxuosos, modernos mas também confortáveis 343 quartos. O At Six tem diferentes bares, restaurantes, um rooftop e várias salas de reunião, sendo o alojamento ideal para quem quer sentir a modernidade da Suécia, seja numa viagem de lazer ou de negócios. Como curiosidade o hotel é ‘vizinho” da sede do serviço de streaming de música, Spotify.

Dicas

A moeda oficial de Estocolmo é a coroa sueca (SEK), mas os suecos estão a habituados a que se pague tudo com cartão e até mesmo numa banca de rua esta forma de pagamento é aceite (1 SEK = 0,09 EUR).

Sobre o autorCarina Monteiro

Carina Monteiro

Mais artigos
Artigos relacionados
Destinos

Europeus impulsionarão a recuperação do turismo na região do Golfo

A Europa está entre os países emissores que mais deverão contribuir para a recuperação do turismo no Golfo, muito devido à “ajuda” dos britânicos.

Victor Jorge

Os viajantes europeus devem tornar-se um mercado importante para a região do Golfo, especialmente os países do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC), o que ajudará na recuperação da indústria turística pós-pandemia.

Os países do GCC incluem Emirados Árabes Unidos (EAU), Arábia Saudita, Catar, Omã, Kuwait e Bahrein e todos oferecem uma boa variedade de opções de voos e um produto turístico variado, que agrada aos viajantes europeus, revela a GlobalData.

O último relatório da empresa, ‘Gulf Cooperation Council (GCC) Tourism Destination Market Insight’, revela que, em 2019, as chegadas pré-pandêmicas da Europa para os países do GCC alcançaram 11,8 milhões de turistas. Em 2020, as chegadas caíram para 3,9 milhões devido à pandemia, uma redução de 67% numa comparação anual. No entanto, os indicadore mostram que as chegadas pós-pandemia devem recuperar para 13,3 milhões de turistas até 2024, uma taxa composta de crescimento anual (CAGR ) de 17,5%.

 

Gus Gardner, analista associado de Viagens e Turismo da GlobalData, salienta que “os viajantes europeus que chegam aos países do GCC nos próximos três anos serão o principal impulsionador da recuperação do turismo da região “. O analista admite mesmo que um dos países de maior importância será o Reino Unido, já que as últimas previsões da GlobalData mostram que as chegadas do Reino Unido aos países do GCC chegarão a 3 milhões em 2024, numa evolução anual de 21,7%. ‘

“Os viajantes britânicos sempre foram atraídos pelos países do GCC”, admite a GlobalData, “pois oferecem uma proposta turística diversificada para o sol de verão e inverno, com praias deslumbrantes, cidades extensas e atividades de aventura”. Além disso, a “opulência e o status de Dubai com hotéis de luxo e a experiência suntuosa que tem a oferecer também são populares entre os viajantes do Reino Unido”.

Gardner conclui ainda que os países do GCC “têm muito para atrair os europeus, com uma mistura de atividades, desde as tradicionais férias na praia até a experiência cultural proporcionada pelas tradições e história da região. Isso o ajudará a recuperar sua popularidade mais rápido do que aqueles destinos que oferecem apenas uma experiência de pausa na cidade”.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Destinos

Melhores filmes de turismo do mundo estarão no ART&TUR em Aveiro

Aveiro será, durante quatro dias, a capital dos filmes de turismo no panorama nacional e internacional.

Victor Jorge

O ART&TUR – Festival Internacional de Cinema de Turismo, vai decorrer entre 26 e 29 de outubro, no Centro de Congressos de Aveiro. Trata-se da 14.ª edição de um certame consolidado no panorama nacional e internacional de festivais de cinema de turismo que atrai à competição os melhores filmes promocionais e documentários sobre turismo, nacionais e internacionais.

As últimas três edições do festival realizaram-se no Centro de Portugal, nomeadamente em Leiria, Torres Vedras e Viseu, a que se segue agora Aveiro.

Durante os quatro dias do Festival, serão exibidos os filmes que compõem a short list da competição, selecionados pelo júri internacional entre todos os candidatos. No total, serão exibidos 74 filmes, integrados em 17 sessões temáticas. As sessões temáticas serão antecedidas de mesas-redondas, em que peritos convidados e autores de filmes selecionados refletirão sobre o relançamento do turismo na era pós-COVID 19. Paralelamente, decorrerão outras iniciativas inseridas no Festival.

Francisco Dias, diretor do Festival, salienta que o ART&TUR “não é um festival qualquer de cinema”, destacando a “componente muito importante de business to business e uma dimensão internacional de relevo”. Por outro lado, refere, “o ART&TUR tem contribuído para a melhoria da qualidade dos filmes promocionais de turismo feitos em Portugal, uma vez que as autarquias e outras entidades perceberam as vantagens de terem bons filmes promocionais a concurso”.

Já Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, frisa que a aposta desta entidade no Festival e, paralelamente, na criação da Centro Portugal Film Commission, se deve ao facto de os filmes de turismo serem “um excelente veículo de promoção da região Centro de Portugal”. “Com esta aposta queremos dizer que o audiovisual é uma área de crescimento estratégico para o Centro de Portugal, que tem alcançado resultados inequívocos, os quais contribuem para que a marca e o destino Centro de Portugal registe taxas muito altas de crescimento”.

O programa completo do evento pode ser consultado em https://tourfilm-festival.com/programa.

 

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Destinos

Civitatis destaca destinos nos EUA depois de anúncio de abertura de fronteiras

A abertura das fronteiras dos EUA levou a Civitatis a compilar uma séries de destinos a visitar no país.

Publituris

Depois de os EUA terem anunciado, a partir de novembro, a reaberturas das fronteiras do país, especialmente da União Europeia e Brasil, a Civitatis compilou uma lista de alguns dos lugares para visitar que inclui tanto cidades mais conhecidas como outras menos familiares.

Assim, a Civitatis destaca destinos como Nova Iorque, Nova Orleães, São Francisco, Nashville, Phoenix, San Diego, Charleston, Boston, Santa Fé ou Galveston.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Qatar Airways Holidays lança pacotes de viagens para o Campeonato do Mundo de futebol

Com sete níveis, os pacotes de viagens da Qatar pretende levar os adeptos ao Mundial de Futebol de 2022.

Publituris

A pouco mais de um ano do início do Campeonato do Mundo FIFA Qatar 2022, a Qatar Airways Holidays anuncia o lançamento de pacotes de viagens para adeptos, que incluem bilhetes para jogos, voos de regresso e opções de alojamento.

Os adeptos terão primeiro de aderir ao Qatar Airways Privilege Club, para terem acesso a pacotes de viagens únicos, com flexibilidade nas reservas, e obterem lugares reservados nos seus jogos preferidos.

A viagem começa com a escolha da sua seleção favorita e caso a equipa escolhida não se qualifique para o torneio, será oferecida uma opção de reembolso total. No entanto, os adeptos têm também a flexibilidade de escolher jogos de uma equipa diferente (em função da disponibilidade).

Com sete níveis, os pacotes de viagem têm preços que começam nos 3.261 euros e cada adepto pode reservar um total de sete jogos, combinando mais do que um pacote. No caso da sua seleção favorita ser derrotada nas fases avançadas do torneio, serão emitidos bilhetes para os jogos de uma das equipas prevalecentes do mesmo grupo ou da fase a eliminar.

Além disso, os adeptos podem especificar com quantos convidados viajam e o número de quartos em que gostariam de ficar. Podem escolher entre alojamento standard e premium, com base no seu orçamento.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

EUA reabre fronteiras para turistas vacinados

A partir de novembro, as fronteiras dos EUA reabrem-se aos turistas internacionais.

Publituris

Os EUA começam a abrir, lentamente, as fronteiras a turistas internacionais, tendo informado que os visitantes do Canadá e do México vacinados poderão regressar aos EUA para turismo e outras viagens não essenciais, depois de as viagens não essenciais estarem restritas há cerca de 19 meses.

Além da abertura das fronteiras a estes dois países, a partir de novembro, também outras 33 nações poderão voar para os EUS, casos do Brasil, países da União Europeia, Índia e Reino Unido, além de se registarem alterações nas regras para viagens aéreas internacionais.

Recorde-se que, em meados de setembro, a US Travel Association fez as contas, revelando que, por cada semana que os EUA mantiveram as fronteiras fechadas com os 33 países na “lista vermelha”, a economia americana perde 1,5 mil milhões de dólares (cerca de 1,3 mil milhões de euros).

Além disso, a associação norte-americana salienta que esses 33 países foram responsáveis por 53% da chegada de turistas aos EUA, em 2019.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Nova edição: Azul, Geoparque Algarvensis e Lisboa

A segunda edição de outubro do Publituris faz capa com a Azul – Linhas Aéreas Brasileiras, que já está a sentir um forte aumento na procura por viagens entre Portugal e o Brasil, na sequência da reabertura das fronteiras entre os dois países. Em resposta, a companhia prepara-se para retomar os voos diários para Lisboa já em dezembro.

Publituris

A nova edição do Publituris, a segunda do mês de outubro, faz capa com a Azul – Linhas Aéreas Brasileiras, que se prepara para retomar os voos diários entre Lisboa e São Paulo-Campinas já em dezembro. Ao Publituris, Giuliano Ponzio, gerente comercial regional da Azul para a Europa, revela que a companhia aérea, que disponibiliza atualmente quatro ligações entre os dois lados do Atlântico, está a sentir um forte aumento da procura na sequência da reabertura de fronteiras entre Portugal e o Brasil, e quer recuperar rapidamente a oferta que tinha antes da pandemia na capital portuguesa.

Nesta edição, publicamos também um dossier sobre Lisboa. Como está a recuperar a atividade turística na capital apesar do impacto da pandemia, qual é o cenário nas diferentes atividades, assim como as perspetivas para o futuro e as novidades que estão a chegar à oferta lisboeta, são alguns dos temas que exploramos e que pode conhecer neste trabalho.

Saiba também quais são as expetativas da distribuição e da aviação para quando a pandemia estiver ultrapassada. Em véspera do seminário luso-brasileiro, organizado pela Airmet, para debater os desafios pós-COVID, o Publituris quis saber, junto de alguns participantes, como olham para o futuro dos setores da distribuição e da aviação dos dois lados do Atlântico.
Este fim-de-semana, termina a 4.ª edição do Portugal Air Summit. Ao longo de cinco dias, este evento reúne a indústria da aviação em Ponte de Sor, o, num certame que tem também vantagens para a promoção económica e turística.

Conheça também o Geoparque Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira, que é candidato a Geoparque Mundial da UNESCO e que conta 350 milhões de anos de história da região algarvia. Criar maior coesão territorial e contribuir para tornar o Algarve num destino ao longo de todo o ano, são alguns dos objetivos do novo geoparque.

Os artigos de opinião nesta edição são assinados por Pedro Machado (presidente da Turismo Centro de Portugal), Mariana Calaça Baptista (Centro de Portugal Film Comission) e Luiz S. Marques (investigador do Dreams, Universidade Lusófona).

A versão completa desta edição é exclusiva para subscritores do Publituris. Pode comprar apenas esta edição ou efetuar uma assinatura do Publituris aqui obtendo o acesso imediato.

Para mais informações contacte: Carmo David | cdavid@publituris.pt | 215 825 430

Nota: Se já é subscritor do Publituris entre no site com o seu Login de assinante, dirija-se à secção Premium – Edição Digital e escolha a edição que deseja ler, abra o epaper com os dados de acesso indicados no final do resumo de cada edição.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

ISG debate Gestão da Aeronavegabilidade

Iniciativa decorre no âmbito da nova Pós-Graduação em Gestão da Aeronavegabilidade do estabelecimento de ensino superior, que arranca em janeiro de 2022.

Publituris

O ISG – Instituto Superior de Gestão vai promover no próximo dia 20 de outubro, entre as 18h30 e as 20h30, o seminário “Gestão da Aeronavegabilidade”, iniciativa que vai ter lugar no âmbito da nova Pós-Graduação em Gestão da Aeronavegabilidade do estabelecimento de ensino superior, que arranca em janeiro de 2022.

De acordo com o ISG, o debate pretende fornecer aos participantes “conhecimentos atualizados e aprofundados sobre a realidade operacional, as estruturas e responsabilidades, e as práticas de gestão nos Operadores Aéreos e nas organizações CAMO (Continuing Airworthiness Management Organisation) e CAO (Combined Airworthiness Organisation) no que respeita à gestão da continuidade da aeronavegabilidade das aeronaves operando no espaço aéreo da União Europeia”.

O evento, que vai decorrer no auditório do piso 3 do estabelecimento de ensino superior, será moderado pelo professor João Martinez, um dos coordenadores Científicos da Pós-Graduação que arranca em janeiro, e assenta em “reflexões de especialistas com know-how reconhecido no sector dos transportes, nomeadamente da aviação civil e aeronáutica”

O evento pode ser acompanhado a nível presencial ou online, via zoom, devendo os interessados proceder à inscrição pelo e-mail posgraduacoes@isg.pt.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Bali reabre para turistas de 19 países, incluindo Portugal

Ilha turística da Indonésia reabriu esta quinta-feira, 14 de outubro, para turistas de países de baixo risco para a COVID-19, mas continuam a existir várias restrições.

Publituris

A Ilha de Bali, na Indonésia, reabriu esta quinta-feira, 14 de outubro, para turistas estrangeiros provenientes de 19 países, entre os quais também se encontra Portugal, apesar de continuarem a existir diversas restrições, avança a Lusa.

De acordo com as autoridades da Indonésia, para entrarem  em Bali, os turistas estrangeiros devem apresentar prova de que possuem a vacinação completa contra a COVID-19 ou um teste negativo na chegada ao destino, onde será ainda necessário realizar uma quarentena de cinco dias em hotéis designados pelas autoridades e cujos custos são suportados pelos turistas. Existem também diversas restrições em vigor nos hotéis, restaurantes e praias de Bali.

Além de Portugal, também os turistas provenientes da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Nova Zelândia, Kuwait, Bahrein, Qatar, China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Liechtenstein, Itália, França, Espanha, Suécia, Polónia, Hungria e Noruega voltam a poder entrar em Bali, sendo todos países que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), apresentam um baixo risco para a COVID-19.

A Lusa cita ainda o presidente da Indonésia, Joko Widodo, que já tinha explicado que a decisão de reabrir Bali se devia à alta taxa de vacinação na ilha, que chega já a perto de 80% da população de Bali.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Brasil mostra na Expo Dubai que está pronto a receber visitantes internacionais

A Embratur quer afirmar o Brasil como um destino turístico mundial e está a aproveitar a Expo Dubai 2020, que decorre até março de 2022, para promover as atrações e destinos brasileiros.

Publituris

A Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo está presente na Expo Dubai 2020 com o objetivo de mostrar que “o Brasil está pronto para receber visitantes internacionais”, numa estratégia que visa também “o posicionamento do Brasil enquanto destino turístico mundial”.

“A presença da Embratur na Expo Dubai 2020 tem como objetivo reforçar que o Brasil está pronto para receber visitantes internacionais. A nossa cultura diversa e as infinitas belezas naturais ao longo de todo o território brasileiro, com 66% de vegetação nativa protegida, praias, parques, ilhas e sem desastres naturais em nenhuma época do ano, são a garantia de encantamento e de vontade de visitar o Brasil”, refere Carlos Brito, presidente da Embratur, citado num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com o responsável, a participação na Expo Dubai 2020 reveste-se de uma ainda maior importância pela altura em que decorre o certame, uma vez que a recuperação da aviação comercial já está em marcha e os voos internacionais já estão de regresso ao Brasil.

“A divulgação do nosso país no exterior é ainda mais necessária, num momento em que aumenta a vacinação e se retomam gradualmente as viagens. O mundo merece e precisa de conhecer o nosso turismo”, acrescenta Carlos Brito.

O pavilhão do Brasil na Expo Dubai 2020 fica localizado na entrada do Distrito da Sustentabilidade e, segundo o comunicado da Embratur, esse é o principal mote que orienta o pavilhão do país, que apresenta o tema “Juntos pelo Desenvolvimento Sustentável”, com o objetivo de ligar “a natureza às pessoas e ao amanhã”.

No pavilhão do Brasil vão também decorrer diversas iniciativas, como manifestações culturais, uma exposição com imagens e artesanato, e ainda música e dança típicas de todas as regiões do país.

“Além disso, a Agência prepara também ações de experiência de marca para aumentar a interação com os visitantes, distribuindo também materiais promocionais”, refere ainda a Embratur.

A Expo 2020 Dubai, que foi adiada durante um ano em função da pandemia de COVID-19, decorre até final de março de 2022 e conta com a participação de 190 países, estimando-se que, ao longo dos seis meses de atividades, visitam a exposição cerca de 25 milhões de pessoas.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Campanha de verão de Lagos soma 2,5 milhões de visualizações

Campanha lançada pela Câmara Municipal de Lagos foi promovida em Portugal e Espanha através das redes sociais, assim como em França, Reino Unido, Alemanha, República Checa, Lituânia, Polónia e Suécia.

Publituris

A campanha promocional lançada pela Câmara Municipal de Lagos para promover o destino neste verão e que contou com a participação do ator e blogger João Cajuda, soma já mais de 2,5 milhões de visualizações, o que leva a autarquia a fazer um balanço positivo desta campanha, que terá contribuído para que a hotelaria da cidade tenha registado uma taxa de ocupação média próxima dos valores de 2019.

Num comunicado enviado à imprensa, a autarquia de Lagos, no Algarve, explica que o filme promocional desta campanha foi promovido em Portugal e Espanha através do Facebook e Instagram, assim como em França, Reino Unido, Alemanha, República Checa, Lituânia, Polónia e Suécia, e, ao longo de 40 dias, foram contabilizadas 2,5 milhões de visualizações.

“Paralelamente, a campanha teve declinação offline em toda a região e envolveu mais três influenciadores, que amplificaram ainda mais o conceito e que, em conjunto, geraram mais de 100 mil likes, 1.500 comentários e 100 mil reencaminhamentos de stories. Tudo isto para além do impacto mediático gerado pela publicação de dezenas de notícias nos media portugueses. Os números do impacto no turismo estão a ser fechados, mas estima-se que a taxa de ocupação média se tenha aproximado dos valores de 2019″, explica a autarquia.

Denominada ‘Where Are You João?’, a campanha de verão de Lagos, começa com João Cajuda a explorar vários destinos internacionais até chegar a Lagos, que é apresentado como um destino de eleição onde ninguém pode faltar.

O vídeo da campanha está disponível online para visualização através do Vimeo, pelo link https://vimeo.com/578531762.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Toda a informação sobre o sector do turismo, à distância de um clique.

Assine agora a newsletter e receba diariamente as principais notícias do Turismo. É gratuito e não demora mais do que 15 segundos.

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.