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“Temos possibilidade de ter muitos mais turistas portugueses no Brasil”

A passar por uma fase de mudança, a Embratur está empenhada em manter uma relação próxima com o trade português, de forma a aumentar o número de turistas lusos que visitam o país, segundo Tetê Bezerra, a nova presidente da Embratur, que esteve na BTL 2019.

Inês de Matos
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“Temos possibilidade de ter muitos mais turistas portugueses no Brasil”

A passar por uma fase de mudança, a Embratur está empenhada em manter uma relação próxima com o trade português, de forma a aumentar o número de turistas lusos que visitam o país, segundo Tetê Bezerra, a nova presidente da Embratur, que esteve na BTL 2019.

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A passar por uma fase de mudança, a Embratur está empenhada em manter uma relação próxima com o trade português, de forma a aumentar o número de turistas lusos que visitam o país, segundo Tetê Bezerra, a nova presidente da Embratur, que esteve na BTL 2019.

 

É presidente da Embratur há poucos meses. Como está a correr este desafio e qual tem sido a sua prioridade?
Acreditamos que as ferramentas digitais são o grande avanço dos últimos tempos. Hoje, as pessoas acedem à internet para ter informação sobre os destinos. Por isso, a Embratur tem utilizado muito as ferramentas digitais, nomeadamente para o trade internacional, colocando no visitBrasil um market place do relacionamento do operador internacional com o brasileiro.
Além disso, lançámos uma plataforma digital, a Visit Brasil Academy, para qualificar o trade internacional e estamos trabalhando para que a Embratur tenha mais orçamento e recursos para se promover em mercados estratégicos.

O português é um desses mercados estratégicos?
É um mercado em que temos total interesse, pela relação histórica, facilidade do idioma e porque existe uma comunidade portuguesa forte no Brasil.
Mas Portugal é um mercado importante também pela localização, tornou-se num grande hub para ligações aéreas ao continente americano e para o Brasil. Portugal tem essa importância, principalmente no turismo europeu, que tem uma grande simpatia pelo sol e praia, mas também pela natureza, pela questão cultural e gastronómica. São atrativos importantes, que os turistas portugueses e europeus apreciam.

O que é que está previsto ao nível da promoção da Embratur em Portugal?
Já tivemos algumas reuniões importantes, incluindo uma com a TAP, que é muito importante porque transporta 30% dos turistas europeus que vão ao Brasil, são mais de 82 voos semanais para 10 cidades brasileiras.
Além da TAP, também estivemos reunidos com a Abreu, que tem uma relação próxima com o Brasil. Vamos participar no Mundo Abreu, onde a Embratur vai mostrar o destino Brasil.

Importância da TAP

Falando na TAP, há pouco tempo foi anunciado que o Stopover seria alargado ao Brasil. Que impacto poderá ter este programa?
É uma presença nova, não temos ainda, no Brasil, voos com Stopover, mas sabemos que, em Portugal, foi uma tática com muito sucesso. Por isso, acreditamos que também será no Brasil. A expetativa é muito positiva.
Inicialmente, vamos lançar dois destinos com acesso ao Stopover, Brasília e Pernambuco, através de Recife, no Nordeste, pela praia e porque é um fantástico destino cultural.

Além do Stopover, tem surgido a indicação de que a TAP quer voar diretamente para Florianópolis. Pode confirmar esse interesse?
É verdade, mas, além de Florianópolis, há também Natal, onde os voos vão passar a ser diários no segundo semestre, o que é muito interessante. Sei que há outros mercados brasileiros em que a TAP tem interesse.

Abertura aos privados

Esta é uma fase de mudança na Embratur, que está a fazer a transição para agência de promoção. Em que ponto está esse processo?
É uma grande expetativa. Vamos deixar de ser uma entidade estritamente pública para passarmos a ter também a visão do privado. Temos uma grande confiança do nosso ministro do Turismo, que defende essa ideia, que é uma das suas bases de trabalho em relação ao turismo internacional e que está a ser tratada junto do governo federal, com a apresentação de um modelo, através de uma medida provisória, uma ferramenta que temos no Brasil.
Até abril, deve sair a medida provisória do Presidente da República, instituindo a agência com uma roupagem nova e mais orçamento. Acreditamos que isso vai contribuir muito para que o Brasil se promova melhor.

Além da Embratur, também os aeroportos brasileiros se estão a abrir aos privados. Com o novo Presidente, essa estratégia mantém-se?
Mantém-se, sim. Nos próximos dias, teremos um leilão onde vão ser disponibilizados mais 20 aeroportos. É uma opção para fomentar o turismo em aeroportos estratégicos no litoral e também no interior, para levar uma estrutura melhor aos nossos aeroportos.
Essa abertura é também a postura do Presidente Bolsonaro, que quer abrir o mercado a mais investimento, inclusive internacional, e que se soma aos esforços da Embratur nesse sentido.

Números

Como correu 2018 para o Brasil ao nível da atividade turística, nomeadamente no mercado português, e qual é a expetativa para 2019?
Portugal está em 10.º lugar no nosso ranking mundial, mas acreditamos que, principalmente pela relação histórica, temos possibilidade de ter muitos mais turistas portugueses no Brasil.
O Brasil tem uma grande oferta e está preparado para receber famílias. Os nossos resorts têm uma vantagem face a outras partes do mundo, porque estão ligados à comunidade local e isso oferece aos turistas a possibilidade de visitarem as comunidades, conhecerem a cultura e viverem a experiência da vivência nessa comunidade.
Em 2018, os portugueses que visitaram o Brasil foram em torno de 150 mil. Ainda não temos 2018 fechado, mas em 2017 tínhamos recebido mais de 140 mil portugueses e acreditamos que houve um aumento.
Ainda estamos no início do ano, mas, para 2019, a meta é estarmos, cada vez mais, presentes no mercado português, porque acreditamos que nos dará uma resposta rápida. Por isso, vamos participar em roadshow, seminários, feiras e outros eventos. Queremos ampliar, cada vez mais, a presença do Brasil em Portugal.

Além do tradicional sol e praia, que outros segmentos se estão a destacar na procura do mercado português?
Continua sendo o Nordeste a região preferida. O litoral, por tudo o que oferece, continua a ser a principal atração, são mais de oito mil quilómetros de sol e praia, isso permite que se viaje várias vezes para o Brasil e se possa conhecer, de cada vez, um destino diferente.
Mas, o Brasil foi considerado pelo Fórum Económico Mundial como o país número um em belezas naturais e o oitavo em atrativos culturais, entre 136 países. O segmento cultural e religioso, por exemplo, tem bastante procura, assim como o eco-turismo, uma vez que regiões como o Pantanal estão a ter grande destaque na Europa. São produtos novos que estão sendo apresentados e que estão preparados para receber turistas internacionais.
Este ano, temos também a Copa América, uma competição de futebol com 10 países da América Central e do Sul, e estamos convidando duas seleções de outras regiões para estarem presentes, o Japão e o Qatar, que recebem os próximos Jogos Olímpicos e Mundial de Futebol. Vai passar por cinco estados e a final é no Maracanã, o grande símbolo do futebol brasileiro. É um evento muito interessante, entre 14 de junho e 7 de julho, e que é mais uma oportunidade para atrair turistas internacionais.

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Alojamento

AHRESP diz que empresas não devem assumir encargos do apoio excecional à família

AHRESP diz que as empresas não devem assumir encargos do apoio excecional à família, e que o processo deve ser tratado diretamente entre o trabalhador e a Segurança Social,

A AHRESP defende que o apoio excecional à família, no âmbito da Covid-19, deve ser tratado diretamente entre o trabalhador e a Segurança Social, “não devendo existir qualquer encargo para a empresa, quer financeiro, quer a nível de aumento da carga administrativa”.

Isto porque se trata de uma situação de ausência temporária do local do trabalho por motivo de falta justificada que confere direito a apoio no âmbito do regime de proteção social obrigatório pelo qual os trabalhadores estão abrangidos.

“No âmbito deste apoio, as entidades empregadoras mantêm a obrigação de efetuar o pagamento de uma parte da remuneração e de 50% das contribuições relativas aos trabalhadores ausentes, além de ser um encargo adicional para os recursos administrativos das empresas”, refere a Associação, apontando que, após o período de encerramento das atividades letivas e não letivas, “milhares de empresas encontram-se atualmente a submeter os requerimentos para o apoio excecional à família, em nome dos seus trabalhadores”.

Além disso, A AHRESP lembra, no seu boletim diário que é a entidade empregadora que tem a responsabilidade de pagar o valor total da remuneração aos colaboradores, recebendo, posteriormente, da Segurança Social o montante correspondente ao apoio.

 

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Transportes

Procura internacional animou viagens aéreas em novembro de 2021

Dados ainda não refletem o impacto da variante Ómicron que, segundo a IATA, levou a novas restrições e a um arranque de 2022 “mais difícil do que o esperado”.

As viagens aéreas conheceram uma recuperação em novembro de 2021 devido ao aumento da procura internacional, que cresceu face a outubro, ainda que se continuem a manter quebras significativas face ao período pré-pandemia e que se esperem novas descidas em dezembro por causa da variante Ómicron, alerta a IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, que divulgou quarta-feira, 12 de janeiro, os dados relativos ao transporte aéreo de novembro do ano passado.

Em novembro de 2021, a procura global por viagens aéreas desceu 47% face a igual mês de 2019, valor que, segundo a IATA, representa “um aumento em comparação com a contração de 48,9% de outubro”, e que traduz diferentes comportamentos da procura doméstica e internacional.

De acordo com os dados da IATA, as viagens domésticas “deterioraram-se ligeiramente” e a procura caiu 24,9% em novembro, depois de, no mês anterior, ter apresentado uma descida de 21,3%, o que se deveu essencialmente ao mercado chinês, que apresentou uma queda de 50,9% no tráfego, na sequência de várias cidades terem introduzido “restrições de viagem mais rígidas para conter surtos de COVID (pré-Omicron)”.

Já a procura internacional por viagens aéreas ficou 60,5% abaixo de novembro de 2019, o que representa uma melhoria face ao decréscimo de 64,8% que tinha sido registado em outubro do ano passado.

“A recuperação do tráfego aéreo continuou em novembro. Infelizmente, os governos reagiram exageradamente ao surgimento da variante Ómicron no final do mês e recorreram aos métodos testados e fracassados ​​de encerramento de fronteiras, testes excessivos de viajantes e quarentenas para retardar a propagação”, afirma Willie Walsh, diretor geral da IATA, que alerta para o impacto destas restrições no final de 2021 e arranque de 2022.

“De forma pouco surpreendente, as vendas internacionais de viagens aéreas realizadas em dezembro e início de janeiro caíram acentuadamente em relação a 2019, sugerindo um primeiro trimestre mais difícil do que o esperado”, acrescenta o responsável.

Por regiões, foi na Ásia-Pacífico que o tráfego aéreo de passageiros mais desceu, numa contração que chegou aos 89.5% face a novembro de 2019, ainda assim melhor do que a descida de 92.0% de outubro. Já a capacidade caiu 80.0% e o load factor desceu 37,8 pontos percentuais, fixando-se nos 42,2%, o mais baixo de todas as regiões.

Em África, a descida no tráfego chegou aos 56.8% em novembro, também com uma melhoria face à quebra de 59.8% de outubro. A capacidade em África desceu 49.6% e o load factor diminuiu 10,1 pontos percentuais, para 60.3%.

No Médio Oriente, a descida do tráfego aéreo foi de 54.4% em novembro, igualmente melhor do que a descida de 60.9% identificada em outubro. Já a capacidade ficou 45.5% abaixo de novembro de 2019 e o load factor baixou 11,9 pontos percentuais, para 61.3%.

Na América Latina, a descida do tráfego aéreo chegou aos 47.2%, o que também representa uma recuperação face à descida de 54.6% de outubro, enquanto a capacidade caiu 46.6% e o load factor apresentou uma descida de 0,9 pontos percentuais, fixando-se nos 81,3%, o mais alto entre todas as regiões do mundo pelo 14.º mês consecutivo.

Na América do Norte, o tráfego aéreo desceu 44.8%, o que indica mais uma vez uma recuperação em comparação com a descida de 56.7% de outubro. Já a capacidade desceu 35.6% e o load factor apresentou um decréscimo de 11.6 pontos percentuais, situando-se nos 69.6%.

A Europa foi, por sua vez, a região do mundo onde o tráfego aéreo menos desceu em novembro, numa quebra que se situou nos 43.7%, valor que, segundo a IATA, também representa uma melhoria face a outubro, quando a descida tinha sido de 49.4%. Já a capacidade na Europa apresentou uma quebra de  36.3% e o load factor desceu 9.7 pontos percentuais, para 74.3%.

 

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Brasil vai sediar este ano primeiro escritório da OMT na América Latina

O Brasil vai ter ainda este ano o primeiro escritório da Organização Mundial do Turismo (OMT) na América Latina. Será o quarto em todo o mundo. a ter a presença deste organismo das Nações Unidas especializado em turismo.

A Organização Mundial do Turismo (OMT) escolheu o Brasil para sediar o seu primeiro escritório na América Latina. Prevê-se que esta delegação deverá entrar em operação já este ano.

Assim, o país passará a ser um dos quatro em todo o mundo onde a agência das Nações Unidas especializada em turismo marca presença.

Entre as várias funções do novo escritório, destacam-se a promoção e desenvolvimento do setor do turismo, visando, nessa zona do globo, atrair investimento, impulsionar novas startups, realizar e encomendar estudos de relevância para o setor, desenvolver um portal de apoio ao turista, bem como apoiar as ações e projetos desenvolvidos pela OMT em todo o mundo.

Segundo o ministro brasileiro do Turismo, Gilson Machado Neto, “graças ao compromisso até aqui demonstrado, pudemos provar o nosso potencial ao mundo e fechar aquela que é uma das maiores oportunidades para o turismo brasileiro em décadas. A confirmação de um escritório da OMT no Brasil é uma grande conquista para todos nós e para o nosso país”.

Para o presidente da Embratur, Carlos Brito, que participou ativamente no processo, “temos a certeza de que poderemos, em conjunto com os maiores stakeholders do mundo no setor do turismo, realizar ainda mais ações promocionais para que os turistas internacionais venham visitar os destinos maravilhosos que temos no Brasil”.

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Portugal é o melhor país do mundo para trabalho remoto e viagens

Portugal está em primeiro lugar no ranking dos países onde é mais fácil conjugar o trabalho remoto com viagem de lazer, de acordo com um índice publicado pela momondo.

A momondo, através do seu índice de trabalho remoto com viagens de lazer, revela que Portugal ficou posicionado em primeiro lugar.

Sabendo que cada vez mais pessoas adotam ambientes de trabalho flexíveis, a momondo analisou os dados de 111 países classificando-os com base em 22 fatores e em seis categorias: custo de viagens e acessibilidade, preços locais, saúde e segurança, condições de trabalho remoto, vida social, e clima. Assim, encontrou os destinos onde é mais fácil conjugar o trabalho remoto com o lazer nas horas livres.

Segundo a plataforma, algumas das razões que explicam esta classificação são porque Portugal ter um visto de trabalho remoto, um nível elevado de inglês de muitos habitantes, estabilidade política elevada com ausência de violência, ótimo clima e baixa poluição do ar.

Além de Portugal, nos top 10 estão a Espanha, Roménia, Maurícia, Japão, Malta, Costa Rica, Panamá, República Checa, e Alemanha.

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Roadshow ‘Os Especialistas” adiado para abril

As empresas que integram ‘Os Especialistas’ só vão voltar à estrada este ano de 18 a 22 de abril, isto porque o roadshow, que estava marcado entre os dias 21 e 25 de fevereiro, foi adiado.”,

O roadshow deste ano de ‘Os Especialistas’ foi adiado para 18 a 22 de abril, anunciou a organização do evento, que percorre várias cidades do país.

A organização refere que em abril poderá garantir uma maior segurança sanitária e tranquilidade aos visitantes, nomeadamente com o avançar da terceira dose da vacina, pois, segundo realça “queremos que o roadshow proporcione momentos de intenso networking e partilha de informação importante e é essencial que as pessoas estejam à vontade e se sintam seguras para nos visitar, para conviver e para fazer negócio”.

Por outro lado, permitindo a todos os participantes um melhor planeamento da atividade, os responsáveis pelo evento preveem que no próximo mês de abril as operações aéreas e a estratégia de rotas e frequências, estejam estabilizadas.

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Transportes

Voos comerciais na UE aumentam no final de 2021, mas ficam 24% abaixo de 2019

Os voos comerciais registaram uma recuperação no último mês de 2021, embora continue abaixo dos níveis de 2019. Em dezembro de 2021, Portugal ficou 13,9% abaixo do mesmo mês de 2019.

Victor Jorge

De acordo com os dados mais recentes do Eurostat, em dezembro de 2021, o número de voos comerciais na União Europeia (UE) aumentou 130% em relação a dezembro de 2020. No entanto, está, ainda, abaixo dos níveis pré-pandemia (-24% em relação a dezembro de 2019).

Em termos absolutos, o número de voos comerciais totalizou 383.720 em dezembro de 2021, que compara com 166.990 em dezembro de 2020 e 504.270 em dezembro de 2019.

O setor de transporte aéreo tem vindo a registar uma recuperação, embora lenta, ao longo de 2021. Embora os primeiros meses de 2021 não tenham mostrado sinais de recuperação, com os meses de janeiro (-68% em relação ao mesmo mês de 2019), fevereiro (-73%), março (-71%) e abril (-70%), a situação começou a mudar em maio (-67%), junho (-54%) e agosto (-31%). Setembro teve uma pequena queda (-33%), mas outubro (-30%), novembro (-26%) e dezembro (-24%) aproximaram-se dos números pré-pandemia até agora.

Os países da UE com os menores decréscimos nos voos comerciais em dezembro de 2021 foram a Croácia (-6% em comparação com dezembro de 2019), Grécia (-8%) e Chipre (-9%).

Portugal registou uma quebra, segundo informação do Eurostat, de 13,9%, em dezembro de 2021 quando comparado com o mesmo mês do ano 2019.

Em contraste, os voos diminuíram mais de 40% na República Checa e na Áustria (ambos -41%), enquanto os restantes países registaram quebras abaixo dos 30%.

Globalmente, na comparação de 2019 com 2021, o país que mais sinais de recuperação em termos de número de voos comerciais foi a Grécia (-29%), seguido de Chipre (-38%) e Luxemburgo (-39%). Por outro lado, a Irlanda apresentou os menores sinais de recuperação (-64%), seguida da Eslovénia e da República Checa (ambas -62%).

Além disso, alguns aeroportos da UE registaram aumentos no número de voos comerciais em comparação com 2019. Os maiores aumentos no número de voos comerciais foram registados em Berlim Brandeburgo (+13.521, +16%), Liège (+6.972, +21%) e Paris Le Bourget (+2.715, +8%). No outro extremo da escala, os maiores decréscimos no número de voos comerciais foram registados nos principais centros de transporte aéreo europeus: Munique (-261.020, -64%), Frankfurt/Main (-250.712, -49%) e Paris Charles de Gaulle (-247.959, -50%).

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Turismo religioso volta, presencialmente, a Fátima em março

Depois do formato exclusivamente online em 2021, a ACISO volta a organizar ‘Workshop Internacional’ onde se debaterá importância do turismo religioso, no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima, nos dias 10 a 12 de março.

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A importância do turismo religioso vai voltar a ser debatida de forma presencial em Fátima, no mês de março, com a realização do X Workshop Internacional, organizado pela Associação Empresarial Ourém-Fátima (ACISO).

O certame, apontado como um dos mais relevantes encontros mundiais de profissionais de turismo religioso, teve em 2021 uma edição apenas no formato ‘online’, devido às contingências decorrentes da pandemia de covid-19.

Este ano, nos dias 10 e 11 de março, no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima, os empresários do setor vão poder reunir-se de forma presencial, estando também prevista a participação virtual para os que não possam estar presentes na Cova da Iria. No dia 12, os contactos serão apenas ‘online’.

Dirigidos particularmente aos operadores turísticos nacionais, agentes de viagem e hoteleiros, os trabalhos contarão também com a participação de operadores de “mercados consolidados e emergentes”, adianta a organização.

A promoção de uma bolsa de contactos de negócio, a promoção internacional de Portugal enquanto destino privilegiado de turismo religioso e o reforço da importância do turismo religioso no contexto do setor turístico mundial são os principais objetivos do ‘workshop’.

“Com a secularização das nossas sociedades, a peregrinação como prática religiosa foi reconfigurando o seu papel e o turismo religioso, agora num conceito mais alargado, foi crescendo, dando lugar a um segmento de mercado cada vez mais exigente. A vertente espiritual na procura do encontro consigo próprio é, cada vez mais, motivação de crentes e não crentes que buscam um certo recolhimento”, explicou a organização, acrescentando que “os turistas religiosos querem beber da história e simbologia que os destinos carregam”.

Para os promotores do evento, “Portugal é um roteiro de templos, cultos e festas religiosas e tem em Fátima o principal local de culto Mariano de todo o mundo”.

A ACISO conta na organização com a colaboração da Câmaras Municipais de Ourém e da Guarda e do Santuário de Fátima.

Em paralelo ao programa principal, terão lugar ‘workshops’ sobre a “Herança Judaica”, na Guarda, e “Experiências turísticas em Fátima e na Região”.

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Resultados da American Airlines acima das expectativas

Os resultados trimestrais da companhia aérea norte-americana superaram as estimativas iniciais, embora as perdas se mantenham.

Victor Jorge

Os dados preliminares indicam que American Airlines deverá superar as estimativas do mercado referente às vendas no 4.º trimestre de 2021.

As vendas da companhia aérea norte-americana deverão ascender a 9,4 mil milhões de dólares (cerca de 8,3 mil milhões de euros), quando as perspetivas apontavam para 9.120 milhões de dólares, ou seja, pouco mais de 8.000 milhões de euros.

O custo de cada lugar por milha (CASM) deverá ter aumentado 14% face a 2019, o valor mais elevado do que as estimativas da companhia aérea norte americana que apontava para um crescimento entre os 8 e os 10%.

A empresa antecipa, além disso, perdas antes de impostos entre 1,17 e 1,24 mil milhões de dólares.

Os resultados completos serão revelados no dia 20 de janeiro.

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Mama Shelter Lisboa abre esta quarta-feira

A marca hoteleira francesa Mama Shelter escolheu a cidade de Lisboa para abrir a sua primeira unidade na Península Ibérica, o que acontece esta quarta-feira.

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A marca hoteleira francesa Mama Shelter chegou a Lisboa e inaugura, esta quarta-feira, a sua primeira unidade hoteleira na Península Ibérica.

O Mama Shelter Lisboa, localizado entre o Príncipe Real e a Avenida da Liberdade, é uma homenagem à história da capital portuguesa.

Concebido pela própria equipa de design da marca – o Mama Design Studio –, o estilo que decora as paredes, o chão e os tetos do Mama Shelter Lisboa é um jogo entre a cultura pop, um estilo boémio e a herança marítima portuguesa. Desde os azulejos da Viúva Lamego na fachada à alcatifa com ondas azuis no chão dos quartos, a nova unidade foi desenhada para criar um espaço caloroso – um espaço que toma conta dos seus hóspedes – sem deixar de invocar o espírito livre trazido pelo ar fresco do rio Tejo.

Este novo hotel de Lisboa oferece 130 quartos distribuídos em oito andares, bem como um restaurante, que estará aberto não só para os hóspedes, (e no futuro, o rooftop) –ponto central no conceito do Mama Shelter Lisboa, cujo cofundador, Serge Trigano, define como “um restaurante com quartos por cima”.

Fundada em Paris, em 2008, pela família Trigano (cofundadores do Club Med), cada hotel Mama Shelter oferece aos hóspedes uma mistura de diversão partilhada, acessibilidade e serviço excecional em cidades e bairros com histórias ímpares.

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42.ª FITUR com participação de 107 países e 7.000 empresas

A uma semana do evento, a FITUR mostra os números da 42.ª edição da feira que se realizará de 19 a 23 de janeiro, em Madrid.

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Depois de confirmada e reconfirmada, a FITUR, a realizar de 19 a 23 de janeiro, em Madrid, irá contar com 107 países e 7.000 empresas na 42.ª edição de uma das mais importantes feiras do turismo a nível mundial.

Apesar do número de casos de COVID-19 não estar a abrandar no país vizinho, a FITUR revela que dos 107 países que irão participar, 70 estarão presentes enquanto representação oficial, com os restantes a marcarem a sua presença enquanto empresas ou destinos turísticos.

Com realização presencial e digital, os 600 expositores pretendem, segundo a organização, “gerar confiança no mercado, incentivar o setor das viagens e destacar a importância do turismo de negócios”.

Além disso, a organização espera que o setor do turismo “recupere a sua liderança como alavanca de desenvolvimento e conviva em segurança com a nova situação derivada da pandemia da COVID-19”.

Nos quase 57 mil metros quadrados de área líquida de exposição estarão, segundo o catálogo de expositores, cerca de 80 entidades portuguesas.

Já indicada foi a obrigatoriedade dos participantes provenientes da União Europeia estarem munidos do Certificado Digital COVID da UE, enquanto aos restantes participantes serão exigidas as mesmas formalidades para entrar em território espanhol, além de, no decorrer do evento e dentro do recinto da feira, a utilização da máscara é obrigatória e existirem controlos de temperatura em todos os locais.

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