Assine já
Destinos

“Temos possibilidade de ter muitos mais turistas portugueses no Brasil”

A passar por uma fase de mudança, a Embratur está empenhada em manter uma relação próxima com o trade português, de forma a aumentar o número de turistas lusos que visitam o país, segundo Tetê Bezerra, a nova presidente da Embratur, que esteve na BTL 2019.

Inês de Matos
Destinos

“Temos possibilidade de ter muitos mais turistas portugueses no Brasil”

A passar por uma fase de mudança, a Embratur está empenhada em manter uma relação próxima com o trade português, de forma a aumentar o número de turistas lusos que visitam o país, segundo Tetê Bezerra, a nova presidente da Embratur, que esteve na BTL 2019.

Inês de Matos
Sobre o autor
Inês de Matos
Artigos relacionados
“Sketch Tour Portugal” ilustra stand português na ABAV Expo’18
Homepage
SET prevê para breve flexibilização das condições de entrada para o mercado brasileiro
Homepage
Portugal duplica receitas turísticas em dez anos
Homepage
Brasil quer chegar aos 12M de turistas até 2022
Destinos

A passar por uma fase de mudança, a Embratur está empenhada em manter uma relação próxima com o trade português, de forma a aumentar o número de turistas lusos que visitam o país, segundo Tetê Bezerra, a nova presidente da Embratur, que esteve na BTL 2019.

 

É presidente da Embratur há poucos meses. Como está a correr este desafio e qual tem sido a sua prioridade?
Acreditamos que as ferramentas digitais são o grande avanço dos últimos tempos. Hoje, as pessoas acedem à internet para ter informação sobre os destinos. Por isso, a Embratur tem utilizado muito as ferramentas digitais, nomeadamente para o trade internacional, colocando no visitBrasil um market place do relacionamento do operador internacional com o brasileiro.
Além disso, lançámos uma plataforma digital, a Visit Brasil Academy, para qualificar o trade internacional e estamos trabalhando para que a Embratur tenha mais orçamento e recursos para se promover em mercados estratégicos.

O português é um desses mercados estratégicos?
É um mercado em que temos total interesse, pela relação histórica, facilidade do idioma e porque existe uma comunidade portuguesa forte no Brasil.
Mas Portugal é um mercado importante também pela localização, tornou-se num grande hub para ligações aéreas ao continente americano e para o Brasil. Portugal tem essa importância, principalmente no turismo europeu, que tem uma grande simpatia pelo sol e praia, mas também pela natureza, pela questão cultural e gastronómica. São atrativos importantes, que os turistas portugueses e europeus apreciam.

O que é que está previsto ao nível da promoção da Embratur em Portugal?
Já tivemos algumas reuniões importantes, incluindo uma com a TAP, que é muito importante porque transporta 30% dos turistas europeus que vão ao Brasil, são mais de 82 voos semanais para 10 cidades brasileiras.
Além da TAP, também estivemos reunidos com a Abreu, que tem uma relação próxima com o Brasil. Vamos participar no Mundo Abreu, onde a Embratur vai mostrar o destino Brasil.

Importância da TAP

Falando na TAP, há pouco tempo foi anunciado que o Stopover seria alargado ao Brasil. Que impacto poderá ter este programa?
É uma presença nova, não temos ainda, no Brasil, voos com Stopover, mas sabemos que, em Portugal, foi uma tática com muito sucesso. Por isso, acreditamos que também será no Brasil. A expetativa é muito positiva.
Inicialmente, vamos lançar dois destinos com acesso ao Stopover, Brasília e Pernambuco, através de Recife, no Nordeste, pela praia e porque é um fantástico destino cultural.

Além do Stopover, tem surgido a indicação de que a TAP quer voar diretamente para Florianópolis. Pode confirmar esse interesse?
É verdade, mas, além de Florianópolis, há também Natal, onde os voos vão passar a ser diários no segundo semestre, o que é muito interessante. Sei que há outros mercados brasileiros em que a TAP tem interesse.

Abertura aos privados

Esta é uma fase de mudança na Embratur, que está a fazer a transição para agência de promoção. Em que ponto está esse processo?
É uma grande expetativa. Vamos deixar de ser uma entidade estritamente pública para passarmos a ter também a visão do privado. Temos uma grande confiança do nosso ministro do Turismo, que defende essa ideia, que é uma das suas bases de trabalho em relação ao turismo internacional e que está a ser tratada junto do governo federal, com a apresentação de um modelo, através de uma medida provisória, uma ferramenta que temos no Brasil.
Até abril, deve sair a medida provisória do Presidente da República, instituindo a agência com uma roupagem nova e mais orçamento. Acreditamos que isso vai contribuir muito para que o Brasil se promova melhor.

Além da Embratur, também os aeroportos brasileiros se estão a abrir aos privados. Com o novo Presidente, essa estratégia mantém-se?
Mantém-se, sim. Nos próximos dias, teremos um leilão onde vão ser disponibilizados mais 20 aeroportos. É uma opção para fomentar o turismo em aeroportos estratégicos no litoral e também no interior, para levar uma estrutura melhor aos nossos aeroportos.
Essa abertura é também a postura do Presidente Bolsonaro, que quer abrir o mercado a mais investimento, inclusive internacional, e que se soma aos esforços da Embratur nesse sentido.

Números

Como correu 2018 para o Brasil ao nível da atividade turística, nomeadamente no mercado português, e qual é a expetativa para 2019?
Portugal está em 10.º lugar no nosso ranking mundial, mas acreditamos que, principalmente pela relação histórica, temos possibilidade de ter muitos mais turistas portugueses no Brasil.
O Brasil tem uma grande oferta e está preparado para receber famílias. Os nossos resorts têm uma vantagem face a outras partes do mundo, porque estão ligados à comunidade local e isso oferece aos turistas a possibilidade de visitarem as comunidades, conhecerem a cultura e viverem a experiência da vivência nessa comunidade.
Em 2018, os portugueses que visitaram o Brasil foram em torno de 150 mil. Ainda não temos 2018 fechado, mas em 2017 tínhamos recebido mais de 140 mil portugueses e acreditamos que houve um aumento.
Ainda estamos no início do ano, mas, para 2019, a meta é estarmos, cada vez mais, presentes no mercado português, porque acreditamos que nos dará uma resposta rápida. Por isso, vamos participar em roadshow, seminários, feiras e outros eventos. Queremos ampliar, cada vez mais, a presença do Brasil em Portugal.

Além do tradicional sol e praia, que outros segmentos se estão a destacar na procura do mercado português?
Continua sendo o Nordeste a região preferida. O litoral, por tudo o que oferece, continua a ser a principal atração, são mais de oito mil quilómetros de sol e praia, isso permite que se viaje várias vezes para o Brasil e se possa conhecer, de cada vez, um destino diferente.
Mas, o Brasil foi considerado pelo Fórum Económico Mundial como o país número um em belezas naturais e o oitavo em atrativos culturais, entre 136 países. O segmento cultural e religioso, por exemplo, tem bastante procura, assim como o eco-turismo, uma vez que regiões como o Pantanal estão a ter grande destaque na Europa. São produtos novos que estão sendo apresentados e que estão preparados para receber turistas internacionais.
Este ano, temos também a Copa América, uma competição de futebol com 10 países da América Central e do Sul, e estamos convidando duas seleções de outras regiões para estarem presentes, o Japão e o Qatar, que recebem os próximos Jogos Olímpicos e Mundial de Futebol. Vai passar por cinco estados e a final é no Maracanã, o grande símbolo do futebol brasileiro. É um evento muito interessante, entre 14 de junho e 7 de julho, e que é mais uma oportunidade para atrair turistas internacionais.

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

Mais artigos
Artigos relacionados
Transportes

Procura crescente por viagens exigem levantamento de restrições, pede ACI World

Com a forte procura por viagens e apesar das restrições ainda em vigor na Ásia, a ACI World estima que o tráfego de passageiros a nível global atinja 77% dos níveis registados em 2019, representando mais de 7 mil milhões de passageiros a nível mundial.

No seu relatório trimestral, o Airports Council International (ACI) World salienta um impacto positive e imediato na procura global por viagens, “renovando o otimismo da indústria”. No entanto, frisa a ACI World, esta realidade “expôs ainda mais a recuperação desigual, uma vez que os principais mercados de aviação na Ásia-Pacífico ficam atrás dos seus pares ocidentais, pois continuam parcialmente fechados ao tráfego internacional”.

Os números da ACI World estimam uma melhoria significativa no tráfego de passageiros a nível global, já que, em 2022, deverá atingir 77% dos níveis registados em 2019, prevendo-se um total de 7,1 mil milhões de passageiros a nível mundial.

Relativamente ao ano de 2021, a ACI World refere que a COVID retirou 4,6 mil milhões de passageiros, comparado com os dados de 2019, representando uma perda de 50,3% do tráfego global de passageiros. Para os dois anos de pandemia, o conselho estima que se tenham perdido mais de 10 mil milhões de passageiros nos aeroportos mundiais.

Luís Felipe de Oliveira, diretor-geral do ACI World, refere no relatório que, com base nos dados mais recentes, “não há dúvida de que muitos viajantes estão ansiosos para retomar as viagens e os volumes do início do verão são uma prova disso” Depois da “privação de férias” e um crescente aumento na confiança nas viagens aéreas, proporcionado pelo aumento das taxas de vacinação e medidas de segurança, o responsável do conselho antevê que “o relaxamento das restrições ajudará a aumentar a propensão para as viagens aéreas e impulsionar a recuperação do setor”.

Luís Felipe de Oliveira admite que, “com muitos países a tomarem medidas para o retorno a uma certa normalidade, levantando quase todas as medidas de saúde e restrições de viagens, esperamos um salto na procura por viagens aéreas no segundo semestre de 2022”.

Contudo e mesmo com as tendências atuais relativamente ao tráfego aéreo, o ACI World considera que “ainda há muita incerteza em torno da recuperação do setor de aviação, principalmente no médio e longo prazo”. Embora muitos indicadores apontem para a recuperação, o setor também enfrenta “alguns ventos contrários, incluindo conflitos geopolíticos, inflação, risco de desaceleração económica, interrupções na cadeia de abastecimento, escassez de mão de obra e possíveis novas vagas de COVID”, lê-se no relatório.

No entanto, apesar dos riscos negativos, a indústria continua “confiante de que o potencial de recuperação para níveis de 2019 surja dentro de dois ou três anos”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Turismo

Turismo e lazer motivam mais de oito mil queixas à Deco

Atrasos de voos, cancelamentos de viagens, testes covid para entrar e sair do país, vouchers para utilizar mais tarde e reembolsos não conseguidos motivaram, desde o início do ano, mais de oito mil queixas dos consumidores às empresas que operam nas áreas de turismo e lazer, revela a Deco.

A Deco Proteste recebeu, nos primeiros seis meses deste ano, um total de 8.773 reclamações dos consumidores em relação às empresas que operam no setor do turismo e lazer, número que subiu 128%, ou seja, mais do que duplicou face às 3.844 reclamações deste setor registadas no ano passado.

O número de reclamações subiu, segundo a entidade de defesa do consumidor, particularmente em abril, coincidindo com as férias da Páscoa, que refere ser um fenómeno que se explica facilmente com o regresso dos portugueses às muitas viagens adiadas durante os últimos dois anos de sucessivos confinamentos.

Com efeito, “os anos 2020 e 2021, mergulhados na pandemia de Covid-19, obrigaram a suspender muitas viagens já planeadas e converteram alguns dos valores pagos em vales (vouchers) para utilização posterior. A utilização dos vales nem sempre foi pacífica entre consumidores e operadores turísticos, gerando uma onda de reclamações sobre os prazos de validade dos vales e as condições impostas para a sua validação”, noticia a Deco Proteste na sua página oficial. Desde o início de 2020, a entidade recebeu 1.785 queixas relacionadas com vouchers de viagens, acrescenta.

Cumprir as obrigações de testagem impostas pelo Governo para entrar e sair do país também não foi fácil para muitos consumidores. Os atrasos de alguns voos deixaram expirar o prazo de validade de muitos testes feitos propositadamente para a ocasião, sem que fosse possível voltar a repetir o teste à covid em tempo útil para seguir viagem, pode-se ler.

A estas reclamações, destaca ainda a Deco, juntaram-se muitas outras relacionadas com atrasos e cancelamentos de viagem, pedidos de reembolso e de indemnização, além de queixas sobre estadias em locais que não correspondiam às expectativas anunciadas no momento da reserva.

A entidade sublinha ainda que, neste setor, e registados no Portal Reclamar, que mantém um canal de comunicação direto com as empresas reclamadas, garantindo um tratamento mais rápido e eficaz de cada uma das queixas ali registadas, ou seja, no máximo de cinco dias, as queixas à TAP ocupam a quinta posição de todas as empresas mais reclamadas, em todos os setores de atividade. Fazem ainda parte da lista de dez empresas mais reclamadas a E-dreams.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

China reduz período de quarentena para visitantes internacionais

O período de quarentena para visitantes estrangeiros que pretendam entrar na China foi reduzido de 21  para sete dias em instalações designadas pelo governo, mais três no domicílio.

O período de quarentena para visitantes estrangeiros que pretendam entrar na China foi reduzido de 21  para sete dias em instalações designadas pelo governo, mais três no domicílio, avança a Lusa, que cita a Comissão Nacional de Saúde chinesa.

As novas regras foram anunciadas esta terça-feira, 28 de junho, mas algumas das medidas já se encontram em vigor desde o início do mês em Pequim, assim como nas províncias de Hubei, Zhejiang e Jiangsu.

O alivio de restrições na China surge depois de a maioria dos países do mundo ter abolido barreiras para viagens internacionais e representa a mudança mais significativa relativamente à COVID-19 no país, uma vez que a China continua a seguir uma política de ‘zero casos’, mantendo, por isso, as fronteiras praticamente encerradas a cidadãos estrangeiros, desde março de 2020.

Com a mudança, os estrangeiros passam também a poder, desde 20 de junho, visitar familiares chineses diretos ou viajar para o país, caso tenham residência permanente na China continental, não precisando de apresentar uma carta convite de uma autoridade de nível provincial, ao solicitar um visto de trabalho, como acontecia até aqui.

As autoridades da aviação civil da China também disseram, no início deste mês, que o número de voos internacionais está a aumentar e que estão a falar com vários países para ampliar o número de rotas, tendo várias companhias aéreas na China indicado ainda que estão a planear lançar novas rotas internacionais.

Apesar disso, a Lusa lembra que os voos para a China continuam sujeitos à política do “circuit breaker” (‘interruptor’), o que quer dizer que, quando são detetados cinco ou mais casos a bordo, a ligação é suspensa por duas semanas. Caso haja dez ou mais casos, a ligação é suspensa por um mês.

As autoridades chinesas anunciaram na semana passada, por exemplo, a suspensão da ligação aérea entre Portugal e a China pelo período de um mês, após detetarem dez casos de covid-19, a 12 de junho, num voo oriundo de Lisboa.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Eventos Publituris

Fotogaleria dos Meeting Forums do Publituris

Durante três dias, 17 buyers internacionais ficaram a conhecer a oferta dos 21 suppliers nacionais que marcaram presença nos Meeting Forums do Publituris.

Durante três dias – de 21 a 23 de junho – o Publituris colocou frente-a-frente buyers internacionais com suppliers nacionais na 6.ª edição dos Meeting Forums by Publituris, realizado no Vila Galé Sintra.

O programa dos Meeting Forums iniciou-se com um Welcome Drink, seguido de jantar no Palácio de Sintra, oferecido pela Câmara Municipal de Sintra onde os presentes tiveram oportunidade de descobrir a beleza do histórico edifício.

O segundo dia iniciou-se com as reuniões one-to-one, nas quais os suppliers nacionais tiveram oportunidade de dar a conhecer as ofertas disponíveis para os mais diversos mercados internacionais que marcaram presença no evento.

Depois de almoço, seguiu-se um tour pela região de Sintra, com prova de vinhos e visita a alguns dos mais emblemáticos locais da vila.

O jantar decorreu no Rooftop do Hotel Mundial, oferecido pelo PHC Hotels Group, e no qual os convidados tiveram oportunidade de contemplar a beleza da cidade de Lisboa, desde o castelo de São Jorge, à Baixa lisboeta com o rio Tejo como fundo.

O último dia começou, novamente, com reuniões de trabalho, seguindo-se um almoço no Sky Bar do Hotel Tivoli Oriente Lisboa, oferecido pelo Minor Hotels Group.

Presente nos Meeting Forums do Publituris, que contou com o apoio do Turismo de Portugal, e teve a TAP Air Portugal como companhia aérea oficial e a PHC Hotels, YVU Produções, Tivoli Oriente, Associação Turismo de Sintra e Hotéis Vila Galé como parceiros, marcaram presença 17 buyers internacionais e 21 suppliers nacionais.

Os buyers internacionais presentes foram:
CCMG – Congress Consulting Management Group – Dinamarca
Corporate Travel Agency s.r.o. – Praga (Rep. Checa)
Direct Travel – Montreal (Canadá)
Venue Find Group – Reino Unido
Goway Travel – Toronto (Canadá)
New Wave Travel – Toronto (Canadá)
The Travel Agent Next Door – Toronto (Canadá)
Exotik Journeys Travelbrands – Montreal (Canadá)
Windrose – Berlim (Alemanha)
Zitango Travel – Miami (EUA)
CVC Viagens – Brasil
Mapa Mundo – Espanha
Special Tours (Grupo Avoris) – Espanha
Grupo CDV – Espanha
Voyzant – Montreal (Canadá)
Lumuna Associates International – Reino Unido

Do lado dos suppliers nacionais estiveram:
Hotel Cascais Miragem
Hotel Palácio Estoril
Grupo Nau
Hotéis Olissippo
Pestana Hotels & Resorts
Go Health Portugal
EcorkHotel Évora
PHC Hotels
Domitur DMC
Bensaude Hotels Collection
Around Portugal DMC
Azoris Hotels & Leisure
Vila Galé Hotéis
Liberty International DMC
Voqin
Minor Hotels
TAP Air Portugal
Associação Turismo de Sintra
AlgarExperience
Gr8 Events
Turismo de Portugal

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Turistas dizem-se “pouco preocupados” com propagação da pandemia

À medida que a procura pelas viagens aumenta a nível internacional, são cada vez menos as preocupações relativamente à propagação da COVID-19 junto de que quer viajar, revelam os dados mais recentes avançados pela GlobalData.

Publituris

Os turistas revelam-se pouco preocupados com a pandemia da COVID-19, à medida que a confiança para viajar está em alta. De acordo com um inquérito realizado pela GlobalData, 57% dos inquiridos admitiram “não estarem preocupados” ou “pouco preocupados” com a propagação da COVID-19, sugerindo que “os turistas estão mais preparados para viver com o vírus”.

Hannah Freem Travel and Tourism Analyst da GlobalData, refere que “as previsóes para o turismo em muitos países é mais otimista do que em qualquer altura nos últimos dois anos”. Contudo, a responsável adverte que “a turbulência e incerteza da COVID-19 causou muitos desafios que poderá complicar a recuperação. A crescente procura, associada aos despedimentos e flexibilização do trabalho, bem como a concorrência por recursos humanos com outros setores de atividade, resultaram em falta de pessoal em diversas economias dependentes do turismo”.

À medida que os diferentes países levantam as restrições e o turismo regressa em diversas partes do mundo, as questões relacionadas com a higiene e segurança continuam a ser uma prioridade, salientando a consultora que “a coordenação com protocolos que protejam trabalhadores, comunidades, viajantes, enquanto apoiam as empresas e os seus recursos humanos, terão de ser implementados de forma a aumentar a confiança nas viagens”.

Hannah Free conclui ainda que “a recuperação pós-pandemia da indústria global das viagens e do turismo está a ganhar força à medida que a procura pelas viagens internacionais está de regresso”.

As mais recentes previsões da GlobalData revelam que, numa escala global, as partidas internacionais atingiram 68% dos níveis pré-pandémicos, prevendo que melhore para 82%, em 2023, e para 97%, em 2024, ultrapassando os níveis de 2019 em 2025, estimando-se ficar nos 101% face a 2019.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Contributo direto e indireto do turismo para o PIB foi de 16,8 MM€, em 2021

A atividade turística, em Portugal, terá tido um contributo total (direto e indireto) de 8% para o PIB, em 2021, comparando com os 6,6%, de 2020, e 11,8%, em 2019

Victor Jorge

De acordo com as contas divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a atividade turística, em Portugal, terá tido um contributo total (direto e indireto) de 8% para o PIB, correspondendo a 16,8 mil milhões de euros, e de 7,9% para o VAB da economia nacional, ou seja, 14,4 mil milhões de euros.

Os dados divulgados pelo INE mostram que Valor Acrescentado Bruto gerado pelo Turismo (VABGT), em 2021, face a 2020, registou um aumento nominal de 27,3%, representando 5,8% do Valor Acrescentado Bruto (VAB) nacional (4,8% em 2020), situando-se ainda 2,3 pontos percentuais (p.p.) abaixo de 2019, ano em que representou 8,1% do VAB da economia.

As contas feitas pelo INE indicam que O VABGT totalizou 10.671 milhões de euros em 2021, enquanto o Consumo do Turismo no Território Económico (CTTE) cifrou-se em 21.334 milhões de euros, o equivalente a 10,1% do PIB (8,4% no ano anterior e 15,3% em 2019).

Na comunicação feita pelo INE pode ler-se que o ano de 2020 foi marcado por “uma forte contração da atividade económica, que se traduziu numa diminuição de 8,4% do PIB em volume”. Assim, as contas indicam uma “redução da atividade turística que terá contribuído com -5,6 p.p. para aquele resultado, o que corresponde a cerca de 2/3 da redução do PIB”. Já em 2021, “o PIB aumentou 4,9%, em volume, com o turismo a contribuir com 1,8 p.p. para este resultado”.

“Os produtos que mais contribuem para o PIB turístico, como os serviços de alojamento, a restauração e similares, os transportes (especialmente os transportes aéreos) e os serviços de aluguer, foram os que mais sofreram os impactos económicos da pandemia COVID-19, o que se refletiu em reduções, em volume, entre 46,5% e 65,7% no PIB turístico gerado por estas atividades, em 2020”, refere o INE.

Em 2021, os mesmos produtos observaram, em regra, “crescimentos intensos” (entre 14,4% e 59,1%) face ao ano anterior, à exceção dos serviços de aluguer, que continuaram a registar um decréscimo.

Em 2021, quer as importações, quer as exportações de turismo observaram um aumento próximo de 30%, face ao ano anterior. Contudo, os valores foram ainda inferiores aos registados em 2019, indicando o INE uma redução de “31% no caso das importações e -45,6% no caso das exportações”.

Considerando a informação disponível para o ano de 2020 para países europeus (dados provisórios ou preliminares), observou-se que Portugal foi o país que registou maior importância relativa da procura turística no PIB (8,4%).

Em termos de variação, os dados divulgados pelo INE mostram um “decréscimo significativo da procura turística em 2020 em todos países europeus com informação disponível, oscilando entre -29,6% (Áustria) e -60,3% (Espanha). Em Portugal, a procura turística diminuiu 49,1%, face a 2019.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Destinos

Tailândia confia no regresso “em força do turismo” com levantamento de restrições

Com o alivio de restrições previsto a partir de 1 de julho, a Tailândia mostra-se confiante e diz que o turismo “vai voltar em força”, incluindo por parte do mercado português.

Inês de Matos

A 1 de julho, a Tailândia deixa de exigir o Thailand Pass e o seguro de saúde contra a COVID-19 para entrar no país, num levantamento de restrições que deverá resultar no regresso “em força” do turismo ao país, incluindo por parte do mercado português, acredita Rosário Louro, representante da Autoridade do Turismo da Tailândia (TAT) em Portugal.

“A expetativa é muito boa, acho que o turismo vai voltar em força e sentimos isso porque os agentes de viagens estão, em força, a programar a Tailândia”, disse a responsável ao Publituris, à margem do Festival da Tailândia, que decorreu este fim-de-semana, em Belém, Lisboa.

Rosário Louro explica que, durante os últimos três meses, a TAT tem vindo a trabalhar para promover o destino e preparar o regresso do turismo depois da COVID-19, a exemplo da participação da Tailândia na BTL, de uma campanha com a Bestravel, do passatempo da Tailândia, do Festival da Tailândia e de uma famtrip ao país, em abril, em que participaram oito operadores turísticos portugueses.

Apesar da expectativa positiva, Rosário Louro considera que, este ano, ainda não será possível regressar aos números de 2019, ainda que se mostre confiante que, no próximo ano, já seja possível até alcançar um crescimento face ao período pré-pandemia.

“É evidente que, este ano, ainda não vamos chegar ao ano de 2019, mas estamos a preparar tudo para que, no próximo ano, possamos voltar aos números normais e já deverá haver um crescimento”, afirma a responsável, sublinhando que o preço das viagens é, neste momento, o principal obstáculo ao aumento do número de turistas portugueses na Tailândia.

Tal como Rosário Louro, também Krongkanit Rakcharoen, Embaixadora Tailândia em Portugal, se mostra confiante na recuperação do turismo já este ano, incluindo por parte do mercado português.

“Esperamos mais turismo, por isso é que estamos a levantar as restrições a partir de 1 de julho. A partir dessa data, as pessoas vão ter maior liberdade para visitar a Tailândia e, por isso, é expetável que o país consiga atrair mais turistas. Também de Portugal, como é óbvio”, afirmou Krongkanit Rakcharoen ao Publituris, após a inauguração oficial do Festival da Tailândia.

De acordo com a Embaixadora da Tailândia em Portugal, antes da pandemia, a Tailândia tinha recebido cerca de 52 mil turistas portugueses, um número que, segundo a responsável, é “maravilhoso para um país pequeno, com apenas 10 milhões de habitantes, e para um destino tão distante quanto a Tailândia”.

“Portanto, é um número elevado e esperamos voltar a esses números no mercado português, agora que estamos a relaxar as regras de entrada na Tailândia”, acrescentou, explicando que, a nível global, a Tailândia conta receber, este ano, entre sete a 10 milhões de turistas internacionais, subindo para os 20 milhões em 2023.

Krongkanit Rakcharoen destacou ainda a importância do Festival da Tailândia, que traz até Lisboa “o melhor da Tailândia sem ser necessário viajar”, como as danças, a gastronomia ou as massagens tailandesas, o que permite dar aos portugueses “uma pequena amostra daquilo que se pode encontrar na Tailândia”.

Passatempo com participação recorde

Além das várias ações promocionais que têm vindo a ser lançadas, a TAT retomou também o Passatempo da Tailândia, iniciativa que vai na 9.ª edição e que decorreu entre 14 de maio e 17 de junho, e no qual foi, segundo Rosário Louro, registada uma participação recorde.

“Sentimos um grande crescimento no passatempo que, este ano, teve uma participação quase 30% superior em relação ao ano passado. Tivemos cerca de 2.000 pessoas que passaram à fase final. De 4.500 concorrentes que se registaram, cerca de 2.000 passaram à fase final, o que mostra, não só o interesse que as pessoas têm, como a vontade que têm de conhecer a Tailândia porque, para participar no passatempo, é preciso pesquisar imenso e é uma coisa que dá trabalho. Por isso, é preciso querer muito”, revelou a responsável.

No próximo ano, acrescentou ainda Rosário Louro, a ideia é reforçar o passatempo ao nível dos prémios, com mais viagens e estadias de hotéis, uma vez que a iniciativa vai assinalar a 10.ª edição.

“No próximo ano, como o passatempo faz 10 anos, vamos tentar aumentar a oferta de prémios, com mais participação de hotéis porque sentimos que a Tailândia é um país que ainda pode explodir em Portugal, em termos de turismo”, concluiu Rosário Louro.

 

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

Mais artigos
Aviação

Aeroporto do Porto é o melhor da Europa para o ACI Europe

Distinção foi entregue na categoria 10-25 milhões de passageiros, pela recuperação da atividade após crise pandémica, qualidade de serviço e pelas ações implementadas no âmbito da sustentabilidade, segundo a ANA – Aeroportos de Portugal.

Publituris

O ACI Europe distinguiu, pela primeira vez, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, com o prémio Best European Airport 2022, na categoria 10-25 milhões de passageiros, destacando a “recuperação da atividade após crise pandémica, a qualidade de serviço e as ações implementadas no âmbito da sustentabilidade”, informou a ANA – Aeroportos de Portugal, em comunicado.

“Os critérios de avaliação para os prémios desde ano estiveram sobretudo relacionados com a qualidade de serviço e a implementação de medidas durante a crise pandémica nas áreas operacionais, saúde e segurança, gestão comercial, no contexto da estratégia de sustentabilidade do aeroporto e da sua recuperação financeira. E foi com evidências fortes da concretização destas medidas e da sua qualidade, que o Aeroporto Francisco Sá Carneiro vê agora atribuído o prémio de melhor Aeroporto Europeu nos aeroportos entre 10-25 milhões de passageiros”, indica a empresa gestora dos aeroportos nacionais.

Na informação divulgada, a ANA – Aeroportos de Portugal destaca as ações de sustentabilidade desenvolvidas e que passam pela “criação do Fórum dos Stakeholders para a Gestão Global de Carbono, os projetos de reutilização da água (dos veículos dos socorros e das garrafas dos passageiros, para rega e lavagens nos aeroportos), a redução da pegada hídrica e o sistema inovador de triagem de resíduos com uma central dedicada no Aeroporto”.

De destacar é também a recuperação da infraestrutura, com a ANA – Aeroportos de Portugal a indicar que o Aeroporto do Porto tem vindo a obter “resultados muito positivos de recuperação de tráfego e de conectividade”, tendo já sido superado “o nível de conetividade verificado no verão de 2019, sendo agora disponibilizadas 100 rotas regulares (em 2019, eram 99)”.

Ao nível do serviço, a empresa que gere os aeroportos nacionais lembra que mesmo durante a pandemia, “um período tão desafiante para todo o setor da aviação, a infraestrutura foi melhorada com a ampliação do taxiway, foram desenvolvidas e implementadas novas soluções inovadoras”, ao mesmo tempo que foram “reforçados compromissos no âmbito da sustentabilidade”.

“É com muita satisfação que recebemos tão elevada distinção por parte do ACI-Europe, a mais respeitada e reconhecida avaliação no setor, que resulta do empenho e profissionalismo das equipas da ANA|VINCI Airports na gestão da operação qualidade de serviço e retoma de atividade”, considera Thierry Ligonnière, CEO da ANA Aeroportos de Portugal, garantindo que a empresa vai continuar comprometida “com o desenvolvimento da conetividade da região Norte, promovendo o Aeroporto do Porto como uma porta de entrada eficiente, sustentável e inovadora, que irá contribuir para a recuperação económica e do setor do turismo em Portugal”.

“Este é o reconhecimento do trabalho diário realizado pelas equipas do Aeroporto do Porto, e de toda a comunidade aeroportuária a quem dirijo o nosso agradecimento”, acrescenta.

Na informação divulgada, a ANA – Aeroportos de Portugal lembra ainda que esta não é a primeira vez que o Aeroporto do Porto é reconhecido pelo ACI Europe, uma vez que, ainda no ano passado e no mesmo fórum, a infraestrutura recebeu a menção Highly Commended, a par com o Aeroporto de Lisboa, vindo também a ser recorrentemente premiado pela ASQ ACI (Airport Service Quality), recebendo diferentes distinções em posições cimeiras nos últimos 15 anos.

 

 

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Turismo de Lisboa aumenta promoção e investe 6,1M€ em conjunto com privados

A ATL e as empresas associadas vão investir mais de 6,1 milhões de euros em cinco programas de promoção para este ano, montante que representa um crescimento face ao período pré-pandemia.

Inês de Matos

A Associação de Turismo de Lisboa (ATL) e as empresas associadas vão investir mais de 6,1 milhões de euros na promoção turística da capital com a expetativa de que seja possível retomar, este ano, cerca de 85% dos níveis turísticos de 2019, segundo Vitor Costa, diretor-geral da ATL.

“A expetativa é que possamos chegar ao fim deste ano com cerca de 85% dos níveis de 2019. Para já, a expetativa é otimista, conseguimos que viessem clientes, a hotelaria consegue ter boas taxas de ocupação e não se confirmou o receio de que houvesse uma degradação dos preços da hotelaria. Por isso, estamos otimistas mas também temos de ser realistas”, afirmou o responsável, durante a apresentação, esta quinta-feira, 23 de junho, dos programas de promoção para este ano.

Segundo Vitor Costa, a verba destinada a estes programas de promoção – cinco no total, incluindo os planos de comercialização e vendas das empresas nos mercados externos, plano de comercialização e vendas do mercado interno, apoio à captação de congressos, eventos corporativos e eventos associativos, programa de internacionalização de festivais e outros eventos culturais, e outras ações organizadas diretamente pela ATL – traz “alguma atualização” face ao investimento em promoção dos últimos anos, inclusive face a 2019.

“Há um reforço de uma candidatura ao Fundo de Desenvolvimento Turístico. Agora, não consigo dar exatamente a comparação, mas há um aumento, há um reforço da promoção”, afirmou Vitor Costa, revelando que, no caso dos planos de comercialização e vendas das empresas no mercados externos, a verba de cerca de três milhões de euros que está orçamentada “é muito superior a 2020 e 2021, em que não houve essa intervenção, e também é superior em relação a 2019”.

A verba de 6,1 milhões de euros é financiada pela própria ATL e pelas empresas associadas, sendo que, deste montante, cerca de três milhões de euros são para planos de comercialização e vendas das empresas no mercados externos, que contam já com a participação de 101 empresas, onde se inclui a participação em feiras internacionais e o lançamento de campanhas de promoção e vendas.

Já o plano de comercialização e vendas do mercado interno tem um financiamento de 392 milhões de euros e é dedicado ao polos turísticos a potenciar na capital e que estão definidos no plano estratégico da ATL, assim como de outros produtos transversais, contando já com a participação de 18 empresas, num total de 14 candidaturas aprovadas.

No que diz respeito à captação de congressos, eventos corporativos e eventos associativos, o montante disponível para promoção é de 510 mil euros e visa apoiar o aluguer de salas, espaços e venues para reuniões e congressos, registando-se 78 candidaturas aprovadas.

O programa de internacionalização de festivais e outros eventos culturais conta ainda com uma verba de 250 mil euros, neste caso, explicou Vitor Costa, para apoiar a captação de turistas internacionais para eventos e festivais como o Rock in Rio, NOS Alive, Kalorama e Jazz em Agosto.

Por último, há ainda cerca de dois milhões de euros para investir em ações diretamente organizadas pela ATL e onde se incluem eventos como feiras internacionais, workshops e webinares internacionais, roadshows, materiais promocionais e ainda na dinamização do portal visitlisboa.com.

“Em termos de promoção, estes programas são bastante eficazes porque estamos a trabalhar diretamente para as empresas e, consequentemente, para o destino”, considerou ainda Vitor Costa, durante a apresentação dos programas de promoção do Turismo de Lisboa para este ano.

Presente na apresentação esteve também o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, que é também o presidente da Direção da ATL, que afirmou a importância do turismo para a capital portuguesa.

“O Turismo é central para a nossa cidade e é central como prioridade para a Câmara Municipal de Lisboa e para todos aqui presentes, público e privado. Só todos juntos é que conseguiremos ter, realmente, o turismo que queremos”, afirmou Carlos Moedas.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa considera que o turismo deve contribuir para os lisboetas e para atrair talento para a cidade, motivo pelo qual a promoção deve ser “sólida e consistente” que aquilo que se quer que venha a ser o turismo na capital.

 

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

Mais artigos
Meeting Industry

47º Congresso da APAVT já tem data: 08/11 de dezembro de 2022

O 47º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) vai acontecer de 08 a 11 de dezembro deste ano. O local da sua realização é que ainda não foi anunciado.

A Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) comunicou ao trade turístico, na noite de quinta-feira, que a realização do seu 47º Congresso, já tem data marcada: será de 08 a 11 de dezembro de 2022.

O local da realização deste, que é considerado o maior congresso do Turismo nacional, e que abrange a discussão de todas as áreas do setor, e não só da distribuição, é que continua no segredo dos deuses.

A nota da APAVT que nos chegou diz apenas ao trade para “salvar” esta data na sua agenda, remetendo para breve novas informações.

Refira-se que, para além de uma realização em Macau, todos os congressos da APAVT, com a liderança de Pedro Costa Ferreira, tiveram como palco o território português. A última edição decorreu em Aveiro, no início de dezembro de 2021.

 

 

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.