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Nova edição do Publituris: Barceló, Viajar Tours e especial Rent-a-Car

A nova edição do Publituris faz capa com a entrevista a Jaime Buxó, diretor de desenvolvimento de negócios do Barceló Hotel Group. O grupo espanhol está a investir em Portugal com a abertura de mais duas unidades hoteleiras na Madeira e nos Açores.

Carina Monteiro
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Nova edição do Publituris: Barceló, Viajar Tours e especial Rent-a-Car

A nova edição do Publituris faz capa com a entrevista a Jaime Buxó, diretor de desenvolvimento de negócios do Barceló Hotel Group. O grupo espanhol está a investir em Portugal com a abertura de mais duas unidades hoteleiras na Madeira e nos Açores.

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A nova edição do Publituris faz capa com a entrevista a Jaime Buxó, diretor de desenvolvimento de negócios do Barceló Hotel Group. O grupo espanhol está a investir em Portugal com a abertura de mais duas unidades hoteleiras na Madeira e nos Açores.

A Golegã é a capital do turismo equestre em Portugal. O Publituris foi conhecer o destino e a reportagem pode ser lida nesta edição.

O setor do rent-a-car, os autocarros de turismo e os transferistas são o tema do dossier desta edição. Entre as tendências do negócio destas empresas estão as novas formas de mobilidade. Conheça a opinião dos players do setor.

Álvaro Vilhena, diretor-geral da Viajar Tours, é o entrevistado da secção de Distribuição. O responsável do operador turístico fala dos desafios que enfrente o setor em 2019 e a estratégia da empresa.

Para ler, ainda, o artigo sobre o reforço da presença da Visabeira Turismo em Moçambique e os planos da empresa para a hotelaria em Portugal.

O convidado do Conversas à Mesa desta edição é Miguel Cymbron, diretor de vendas e marketing do grupo VIP Hotels.

Leia ainda as opiniões dos nossos colunistas Ana Jacinto e António Paquete. Nesta edição, Mário Ferreira, presidente da Mystic Invest, e Licínio Cunha, ex-secretário de Estado do Turismo assinam artigos de opinião.

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Sobre o autorCarina Monteiro

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Destinos

OMT: 46 destinos mantêm fronteiras totalmente fechadas aos turistas

A OMT revela, no seu relatório sobre restrições de viagens, divulgado sexta-feira, que um total de 46 destinos no mundo (21%) estão atualmente com as fronteiras totalmente fechadas ao turismo internacional.

Um total de 46 destinos no mundo (21%) estão atualmente com as fronteiras totalmente fechadas ao turismo internacional, e destes, 26 mantêm-se completamente fechados pelo menos desde o final de abril de 2020, revela o relatório da OMT sobre restrições de viagens, divulgado sexta-feira. 

O documento da Organização Mundial do Turismo conclui que outros 55 (25% de todos os destinos em todo o mundo) continuam comas suas fronteiras parcialmente fechadas ao turismo internacional, e 112 (52% exigem à chegada aos turistas teste PCR ou antigéneo. 

A OMT destaca, no relatório divulgado na sua página de internet, que 85 destinos (39% de todos os destinos no mundo) abrandaram as restrições para turistas internacionais totalmente vacinados, mas apenas quatro destinos levantaram até agora todas as restrições relacionadas com a Covid-19 (Colômbia, Costa Rica, República Dominicana e México). 

“Abrandar ou suspender medidas com segurança é essencial para que o turismo seja retomado”, afirmou o secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, na publicação. 

“Os desafios contínuos colocados pela pandemia indicam a importância de as autoridades nacionais garantirem que procedimentos e requisitos possam ser geridos de maneira oportuna, confiável e consistente em todos os sistemas e plataformas de informação, para manter a confiança e facilitar ainda mais a mobilidade internacional”, concluiu Zurab Pololikashvili. 

Como nas edições anteriores da pesquisa, este último relatório mostra que as diferenças regionais em relação às restrições de viagem permanecem. A Ásia/Pacífico continua a ser a região com mais restrições em vigor, com 65% de todos os destinos totalmente fechados, enquanto a Europa é a região do mundo mais aberta aos turistas internacionais (7% das fronteiras totalmente fechadas), seguida da África (9%), das Américas (10%) e do Médio-Oriente (15%). 

Sobre o autorCarolina Morgado

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UE leva muito a sério nova variante e vai atuar rapidamente (c/ vídeo)

Depois de conhecidas as notícias sobre a nova variante altamente mutante na África do Sul, Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, afirmou que a UE está a “levar muito a sério” esta questão.

Publituris

A presidente da Comissão Europeia afirmou esta sexta-feira, 26 de novembro, que a União Europeia (UE) está a “levar muito a sério” a nova variante do coronavírus, identificada inicialmente na África do Sul, exortando a ação “rápida e unida” dos Estados-membros.

“Estamos a levar muito a sério as notícias sobre a nova variante altamente mutante. Sabemos que as mutações podem levar ao aparecimento e à propagação de ainda mais variantes do vírus que se podem disseminar a nível mundial dentro de poucos meses, pelo que é agora importante que todos nós na Europa atuemos muito rapidamente, de forma decisiva e unida”, vincou Ursula von der Leyen.

Horas depois de ter anunciado que vai propor a ativação de um mecanismo travão para suspender voos da África Austral com destino à UE, devido ao aparecimento de uma nova variante do SARS-CoV-2, a líder do executivo comunitário insistiu que “todas as viagens de avião para estes países devem ser suspensas” a partir daquela região “e de outros países afetados”, novamente sem precisar.

“Devem ser suspensas [as viagens] até termos um entendimento claro sobre o perigo que esta nova variante representa e os viajantes que regressam desta região devem respeitar regras rigorosas de quarentena”, vincou a responsável.

Afirmando ter hoje discutido esta situação “em várias chamadas telefónicas e videoconferências com cientistas e fabricantes de vacinas”, Ursula von der Leyen apontou que “também eles apoiam plenamente tais medidas de precaução para evitar a propagação internacional desta variante”.

“Também depende de todos nós, como cidadãos, contribuir para um melhor controlo da pandemia. Por favor, vacinem-se o mais depressa possível, se ainda não o tiverem feito”, apelou a responsável.

A porta-voz adjunta da Comissão Europeia, Dana Spinant, indicou há algumas horas que para esta tarde está marcada uma reunião do grupo de Resposta do Conselho a situações de crise (IPCR), juntando Estados-membros, instituições europeias e especialistas, na qual se decidirá então a ativação do mecanismo de travão de emergência.

“Vamos realizar esta reunião do IPCR precisamente porque queremos ter medidas rápidas, coordenadas e consistentes em vigor para evitar que haja lacunas através das quais o vírus encontre o seu caminho para a Europa”, acrescentou Dana Spinant, durante a conferência de imprensa diária da instituição, em Bruxelas.

Certo é que o executivo comunitário está a “acompanhar de muito perto a evolução no que diz respeito a esta variante”, trabalhando nomeadamente “com a Agência Europeia para a Segurança da Aviação, que está a preparar uma recomendação aos aeroportos e companhias aéreas sobre esta matéria”, referiu.

Além disso, “o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças [ECDC, na sigla inglesa] classificou hoje de manhã esta variante como variante de interesse”, o que significa que requer monitorização, adiantou a porta-voz.

Esta nova variante do coronavírus foi detetada na África do Sul, o país africano oficialmente mais afetado pela pandemia e que está a sofrer um novo aumento de infeções, anunciaram na quinta-feira cientistas sul-africanos.

A variante identificada até ao momento como B.1.1.529 tem um número “extremamente elevado” de mutações, de acordo com aqueles cientistas.

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Grupo Hotusa fecha 2021 com 21 hotéis em Portugal (c/ galeria de imagens)

Depois destas duas inaugurações oficiais, o grupo Hotusa fecha 2021 com oito unidades em Lisboa, num total de 21 hotéis em Portugal.

Victor Jorge

O grupo espanhol Hotusa inaugurou oficialmente duas novas unidades em Lisboa, mais concretamente, no Parque das Nações. Trata-se do Eurostars Universal Lisboa 5* e Ikonik Lisboa 3*, com 189 e 230 quartos, respetivamente, terminado o grupo o ano de 2021 com 21 unidades no nosso país, constituindo Portugal, depois de Espanha o mercado com maior presença da área hoteleira do grupo.

A cerimónia inaugural dos dois hotéis contou com a presença do ministro de Estado, Economia e Transição Digital, Pedro Siza Vieira, do vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Filipe Anacoreta Correia, e da Embaixadora de Espanha em Portugal, Marta Betanzos.

O presidente do grupo Hotusa, Amancio López Seijas, salientou os oito hotéis que o grupo possui na capital portuguesa e as 21 unidade no país, deixando a certeza que “não pretendemos ficar por aqui”.

Desenhado para “mimar os sentidos do privilegiado hóspede”, o Eurostars Universal Lisboa 5* oferece um completo leque de serviços, destacando-se na sua estrutura uma piscina na cobertura do edifício, uma ampla área de SPA e ginásio, um restaurante e três andares de estacionamento.

O Eurostars Universal Lisboa 5* constitui uma homenagem à história e à tradição da cidade através da cerâmica, escultura, arquitetura, fado e literatura, “sinais de identidade do legado universal que Lisboa presenteia ao mundo, salienta o grupo em comunicado.

Merece menção especial a referência à arquitetura local, através de fotografias que percorrem emblemáticos lugares dos bairros mais populares de Lisboa; as imagens de intérpretes de fados, bem como a evolução das letras portuguesas através do olhar de quatro grandes autores: José Maria Eça de Queiroz, José Saramago, Fernando Pessoa e Luís Vaz de Camões.

Por outro lado, o Ikonik Lisboa é um hotel “moderno e funcional”, oferecendo um design refrescante e cuidado de acordo com a essência de uma das áreas mais dinâmicas da capital, com os seus atuais restaurantes à beira do rio Tejo e áreas de lazer e comerciais para desfrutar em família.

Trata-se do primeiro hotel Ikonik em Portugal, “uma marca que representa uma nova maneira de conceber hotéis, um anagrama colorista e inovador que se adapta ao estilo de vida de cada pessoa, de cada lugar e de cada momento”, assinala o grupo Hotusa.

Em contraste com o Eurostars Universal 5*, cujas instalações pretendem prestar uma “sentimental homenagem à cidade clássica”, a estrutura do Ikonik Lisboa 3* foi construída com uma temática que procura refletir fielmente “a capital jovem, moderna e funcional desta urbe que muda e reinventa-se ao mesmo ritmo que os seus jovens”.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

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IATA
Transportes

RENA considera “inaceitável” apelidar companhias aéreas de irresponsáveis

Presidente da RENA, Paulo Geisler, critica as palavras do primeiro-ministro aquando do anúncio do agravamento das multas para as companhias que transportem passageiros sem teste negativo e considera a medida “desproporcionada”.

Inês de Matos

O presidente da RENA – Associação das Companhias Aéreas em Portugal, Paulo Geisler, considera “inaceitável” que o primeiro-ministro, António Costa, tenha apelidado as companhias aéreas de irresponsáveis, quando anunciou um agravamento das multas até 20 mil euros para as companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo à COVID-19.

Numa publicação no Linkedin, Paulo Geisler começa por dizer que a “generalização, desresponsabilização governativa e intimidação nunca foram boas práticas”, para depois considerar que as palavras de António Costa não são aceitáveis, tendo em conta o papel fundamental das companhias aéreas.

“É, no mínimo, inaceitável apelidar as companhias aéreas  de irresponsáveis, tratando-se de um dos setores mais afetados pela atual conjuntura mas que, mesmo assim, mais tem ajudado no combate à pandemia, quer através do transporte de vacinas, testes, material de proteção e mercadorias, quer através do transporte de passageiros para a retoma da Economia”, considera o responsável, numa publicação datada desta sexta-feira, 26 de novembro.

Além das palavras de António Costa, Paulo Geisler é também crítico da própria medida anunciada pelo líder do executivo, que diz que “não faz qualquer sentido no contexto atual”, é desproporcional e vai “prejudicar ainda mais” a aviação, que já foi “um dos setores mais afetados pela pandemia”.

“O aumento da moldura contra-ordenacional é totalmente desproporcionado e excessivo, sobretudo tendo em conta que se trata de uma obrigação ou dever acessório da companhia, que age em substituição do Estado”, defende o responsável, considerando que as “políticas de saúde pública são uma incumbência do Estado que deve ser financiada por recursos próprios do Estado, não por esbulho ou confisco de operadores económicos”.

Recorde-se que esta quinta-feira, 25 de novembro, no final do Conselho de Ministros, António Costa anunciou o regresso do estado de calamidade e várias medidas para impedir a subida dos casos de COVID-19, incluindo o agravamento das multas para as companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo.

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

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Meeting Industry

É obrigatório apresentação de teste no Congresso da APAVT

É obrigatória a apresentação de um teste PCR efetuado nas 72 horas anteriores, ou teste antigénio realizado nas 48 horas anteriores à participação no Congresso da APAVT, que acontece de 01 a 03 de dezembro, em Aveiro.

Em circular enviada aos inscritos no seu Congresso, que se realiza de 01 a 03 de dezembro, em Aveiro, a APAVT informa que é obrigatório a apresentação de um teste PCR efetuado nas 72 horas anteriores, ou teste antigénio realizado nas 48 horas anteriores ao evento. 

A APAVT justifica a decisão na sequência das medidas tomadas quinta-feira pelo Governo sobre a assistência a grandes eventos.  

“Não estando ainda clarificado juridicamente o conceito de ‘grande evento’, não é possível classificar o nosso Congresso, que conta neste momento com 718 inscritos, nesta categoria”, indica a circular da Associação, esclarecendo que, “apesar desta circunstância, face ao curto prazo de que dispomos, e para minimizar riscos, optámos por nos preparar para este cenário, ou seja, atuar como se este Congresso da APAVT seja classificado como grande evento”. 

A Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo informa ainda que irá preparar um módulo de apoio no Centro de Congressos, mas alerta que, devido à previsão de um número elevado de participantes, e do curto espaço de tempo disponível, convém realizar um destes testes antes da partida para Aveiro.  

Em resposta, face a estas circunstâncias, a APAVT quer demonstrar “a nossa vontade de trabalhar, e a possibilidade de continuarmos a trabalhar, apesar das novas restrições em que vivemos”, conclui a comunicação. 

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

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Destinos

Vários países europeus suspendem voos provenientes da África Austral

A indicação de uma nova variante no continente africano fez soar todos os alarmes na Europa, com vários países a suspender os voos provenientes da África Austral.

Publituris

A Comissão Europeia deverá propor esta sexta-feira, 26 de novembro, a suspensão de voos provenientes da África Austral com destino à União Europeia (UE) devido ao aparecimento de uma nova variante do SARS-CoV-2, causador da COVID-19, no continente africano, anunciou Ursula von der Leyen, numa curta publicação na rede social Twitter.

“A Comissão Europeia proporá, em estreita coordenação com os Estados-membros, ativar o travão de emergência para parar as viagens aéreas da região da África Austral devido à variante de preocupação B.1.1.529”, indicou hoje a presidente da instituição.

Este anúncio vem na sequência de uma comunicação realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), reportando a primeira mutação da nova variante da África do Sul a 11 de novembro.

Rapidamente, diversos países – Alemanha, Reino Unido, Singapura, Áustria, França, Itália, Japão, Áustria ou Israel – proibiram a entrada de voos provenientes da África do Sul, Botsuana, Essuatini (antiga Suazilândia), Lesoto, Namíbia, Zimbabué, Moçambique

Sobre estas restrições a OMS já veio considerá-las prematuras, sugerindo que se continue a implementar medidas com base no risco e na evidência científica.

Este travão de emergência, implementado na UE devido à pandemia, visa fazer face a situações preocupantes, como novas variantes, permitindo aos Estados-membros o endurecimento de medidas para travar a progressão do coronavírus SARS-CoV-2.

O anúncio feito pela presidente da Comissão Europeia surge um dia após a instituição ter proposto uma atualização das recomendações sobre viagens de cidadãos de países terceiros para a UE, para dar prioridade aos viajantes vacinados contra a COVID-19.

Também na quinta-feira, 25 de novembro, o executivo comunitário propôs um reforço da coordenação sobre viagens dentro da UE devido ao aumento de casos de covid-19 um pouco por toda a Europa, sugerindo que vacinados não sejam submetidos a restrições adicionais e que não vacinados sejam mais controlados.

 

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Hotelaria

Não houve interessados à concessão do Hotel Turismo da Guarda

Terminou esta semana o prazo para a apresentação de propostas para a concessão do Hotel Turismo da Guarda, e o certo é que não houve interessados. 

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Terminou esta semana o prazo para a apresentação de propostas para a concessão do Hotel Turismo da Guarda, e o certo é que não houve interessados. 

Em consequência, o Turismo de Portugal prorrogou por mais três meses o prazo para envio de propostas para a recuperação e gestão da antiga unidade hoteleira. 

O Hotel Turismo da Guarda, encerrado há vários anos, e agora nas mãos do Estado, foi um dos primeiros imóveis colocados a concurso no âmbito do Programa REVIVE.  

Em maio de 2018, foi assinado contrato de concessão para a recuperação e exploração deste imóvel pelo consórcio composto pelas sociedades MRG Property, S.A. e MRG – Construction, S.A., mas o projeto não avançou, devido a dificuldades financeiras com que o grupo concessionário, entretanto, se defrontou. O contrato foi revogado, sendo de seguida sido lançado novo concurso que visava dar, finalmente, uma nova vida a este emblemático edifício da cidade da Guarda, projetado em 1936 pelo arquiteto Vasco Regaleira. 

O imóvel será concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de € 35.317,80.  

Os investidores interessados terão agora 90 dias para apresentação de propostas que, além da recuperação do imóvel, promovam a sua valorização através da exploração turística e contribuam para atrair turistas para a região e para gerar novas dinâmicas na economia local. 

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Transportes

20 mil euros de multa para companhias que transportem passageiros sem teste negativo

Para o setor da aviação, o Governo anunciou medidas que levam a que, quem não possuam teste negativo [à COVID-19], a companhia pague 20 mil euros face aos atuais três mil.

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As companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo à COVID-19 incorrem em multas de 20 mil euros por pessoa, segundo as novas medidas anunciadas pelo primeiro-ministro, António Costa, após a reunião do Conselho de Ministros.

“Os testes passam a ser obrigatórios para qualquer entrada em território nacional, seja qual for o ponto de origem e seja qual for a nacionalidade do passageiro”, começou por dizer o primeiro-ministro na conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros que aprovou novas medidas para conter a pandemia.

António Costa sublinhou que “é obrigação de todas as companhias de aviação, no momento do ‘check in’ só permitirem o embarque dos voos para Portugal de pessoas que provem estar devidamente testadas e não podem transportar para Portugal ninguém que não esteja devidamente testado”.

“Constatamos que infelizmente as companhias de aviação não têm cumprido a sua obrigação e por isso alterámos o quadro contraordenacional e passaremos a aplicar uma coima de 20 mil euros por cada passageiro que seja desembarcado no território português sem que esteja devidamente testado”, salientou o primeiro-ministro.

Além disso, António Costa, referiu que o Governo vai “agravar as sanções acessórias que podem culminar com a suspensão das licenças de voo dessas companhias para território nacional”.

“Queria deixar uma mensagem muito clara às companhias de aviação: consideramos que é uma profunda irresponsabilidade transportar pessoas que não estão testadas e desembarcar pessoas em território nacional que não estão testadas”, frisou, indicando que o Governo pretende manter as fronteiras abertas.

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Ryanair
Transportes

Ryanair lança campanha para “Black Friday” para 1.000 destinos europeus

Esta nova campanha da Ryanair tem cerca de um milhão de lugares disponíveis para mais de 1.000 destinos europeus, diz a companhia de origem irlandesa.

Publituris

A Ryanair lança esta quinta-feira, 25 de novembro, a campanha “Black Friday” “Compre Um, Ganhe outro Grátis”, com cerca de um milhão de lugares disponíveis para mais de 1.000 destinos europeus.

Durante o 4.º dia da “Cyber Week” da Ryanair, a oferta “Compre Um, Ganhe Outro Grátis” encontra-se disponível no website www.ryanair.com, de 25 de novembro até à meia-noite de sexta-feira, 26 de novembro.

Dara Brady, diretor de Marketing da Ryanair, refere que os lugares estão disponíveis nas 1.000 rotas de “1 de dezembro de 2021 a 18 de fevereiro de 2022”, dando aos clientes a possibilidade de reservar “um fim-de-semana numa cidade europeia ou umas férias” e “levar um acompanhante, sem pagar mais por isso”.

O responsável pelo marketing da companhia liderada por Michael O’Leary admite que esta oferta é “uma mais-valia para os nossos viajantes, especialmente com o Natal à vista”.

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Aviação

97 companhias aéreas continuam sem poder voar na UE

Depois de atualizada, a “Lista de Segurança Aérea da UE” mantém 97 companhias aéreas com proibições ou restrições de voo em espaço comunitário.

Victor Jorge

A Comissão Europeia (CE) atualizou a “Lista de Segurança Aérea da UE” – “EU Air Safety List”, que enumera as companhias aéreas que estão sujeitas a uma proibição de operação ou restrições operacionais na União Europeia por não cumprirem as normas internacionais de segurança, mantendo 97 companhias na “lista negra”.

“Garantir o mais elevado nível de segurança aérea para os europeus e todos os outros passageiros que viajam para e dentro da União Europeia está no cerne da política de segurança da aviação da Comissão”, refere a CE na nota de imprensa divulgada no site.

Com esta atualização, todas as companhias aéreas certificadas da Moldávia foram removidas da “Lista de Segurança Aérea da UE”, após melhorias na segurança da aviação no país. No entanto, uma transportadora aérea russa foi adicionada à lista, devido a preocupações sobre a sua capacidade de cumprir os padrões internacionais.

Adina Vălean, comissária europeia para os Transportes, refere que, “manter o mais alto nível de segurança para todos os passageiros aéreos e pessoal é a principal prioridade. A Lista de Segurança Aérea da UE continua a ser uma das nossas ferramentas mais eficazes para o conseguir”.

A “Lista de Segurança Aérea da UE” não só ajuda a manter altos níveis de segurança na UE, mas também ajuda as companhias aéreas e os países afetados a melhorar seus respetivos graus de segurança. Além disso, a “Lista de Segurança Aérea da UE” tornou-se uma importante ferramenta preventiva, motivando os países a tomarem medidas precoces antes que uma proibição se torne necessária.

Após a atualização, 90 companhias aéreas certificadas em 15 Estados-Membros continuam proibidas de voar em espaço europeu, devido à supervisão de segurança inadequada por parte das autoridades de aviação desses países. Além disso, mais sete companhias individuais estão impedidas de voar na UE com base em graves deficiências de segurança identificadas: Avior Airlines (Venezuela), Blue Wing Airlines (Suriname), Iran Aseman Airlines (Irão), Iraqi Airways (Iraque), Med-View Airlines (Nigéria), Skol Airline LLC (Rússia) e Air Zimbabwe (Zimbabué).

Duas companhias aéreas adicionais estão sujeitas a restrições operacionais e só podem voar para a UE com tipos específicos de aeronaves: Iran Air (Irão) e Air Koryo (Coreia do Norte).

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