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Nova edição do Publituris: Alive Travel, Turismo no Interior e Óbidos

A nova edição do Publituris faz capa com a entrevista a Pedro de Sá Barros, CEO da Alive Travel, um grupo com negócio em quatro mercados e uma faturação de 65 milhões de euros. Saiba quais os planos da empresa para 2019.

Carina Monteiro
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Nova edição do Publituris: Alive Travel, Turismo no Interior e Óbidos

A nova edição do Publituris faz capa com a entrevista a Pedro de Sá Barros, CEO da Alive Travel, um grupo com negócio em quatro mercados e uma faturação de 65 milhões de euros. Saiba quais os planos da empresa para 2019.

Carina Monteiro
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Distribuição

A nova edição do Publituris faz capa com a entrevista a Pedro de Sá Barros, CEO da Alive Travel, um grupo com negócio em quatro mercados e uma faturação de 65 milhões de euros. Saiba quais os planos da empresa para 2019.

O Dossier desta edição é dedicado, pela primeira vez, ao Turismo no Interior, com uma grande entrevista a Paulo Fernandes, presidente da ADXTUR – Agência para o Desenvolvimento das Aldeias do Xisto e, ainda, artigos sobre os Passadiços do Paiva e a Albufeira de Castelo de Bode.

O Fado in Chiado comemora 10 anos e o balanço é muito positivo. O espetáculo musical já foi visto por 155 mil pessoas das mais diversas nacionalidades. Saiba como evolui este projecto.

Óbidos está em destaque nesta edição, com uma grande reportagem sobre as atracções deste destino visitável o ano todo.

Leia ainda as opiniões de Pedro Machado, António Paquete e Humberto Ferreira, que assina a sua última crónica no jornal. E, ainda, as opiniões de Lídia Monteiro (Turismo de Portugal), Amaro Correia e a ideia para o Turismo de Carlos Silva Neves (Grupo SANA).

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Destinos

“Stakeholders” do turismo e viagens apelam aos governos europeus para evitar o ‘caos’ com “restrições erráticas”

As viagens na Europa estão, novamente, a ser impactadas devido às “decisões erráticas e imprudentes dos governos de reintroduzir as restrições de viagens aos viajantes vacinados”, referem ECTAA, ETOA, HOTREC e WTTC.

Os “stakeholders” do universo do turismo e viagens – ECTAA, ETOA, HOTREC e WTTC – reagiram, recentemente, às restrições introduzidas por vários Estados-Membros da União Europeia (UE) a viajantes totalmente vacinados em resposta à nova variante Ómicron, admitindo que estas decisões “destroem os planos de milhares de pessoas que esperavam cruzar as fronteiras para ver amigos e familiares durante as férias”, refere o comunicado conjunto. Além disso, lê-se que estas novas restrições tomadas por diversos Estados da UE, colocam, mais uma vez, os agentes e operadoras “em perigo financeiro”.

No comunicado pode ler-se ainda que “alterar as restrições de viagem num prazo muito curto enfraquece a confiança nas viagens e prejudica todos os esforços que foram feitos até agora, incluindo o Certificado Digital Covid da UE”, salienta o texto enviado às redações.

Assim, ECTAA, ETOA, HOTREC e WTTC instam os governos a seguir as conclusões do Conselho Europeu de 16 de dezembro para “continuar os esforços coordenados para responder aos desenvolvimentos com base nas melhores evidências científicas disponíveis”.

Numa nova orientação publicada recentemente, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (European Centre for Disease Prevention and Control – ECDC) indica que a variante Ómicron está agora presente em toda a Europa e que as infeções causadas são predominantemente por transmissões da comunidade, em vez de casos relacionados com viagens.

O ECDC recomenda, por isso, o fortalecimento das “Intervenções Não Farmacêuticas” (INF), como evitar grandes reuniões públicas ou privadas, encorajar o uso de máscaras, teletrabalho, entre outros, salientando que “não existe recomendação para reintroduzir restrições às viagens”, encontrando-se esta constatação em linha com a avaliação anterior de que “as restrições a viagens são ineficazes na redução da transmissão do vírus, hospitalizações ou mortes”.

De acordo com este conjunto de “stakeholders” do universo do turismo e viagens, as férias de esqui no Natal e no inverno representam “uma importante estação turística”, avançando com os números do Eurostat de 2018/19 que indicam que 33,7% do total de dormidas em estabelecimentos de alojamento turístico na UE27 foram durante o inverno (novembro a abril incluídos).

Os números da entidade estatística da Europa mostram que as dormidas na UE27, no inverno 2020-2021, diminuíram 71% em comparação com o inverno 2018-2019, salientando o comunicado que “este também é um período importante para o planeamento das próximas férias de verão”, concluindo-se que, “com as restrições erráticas às viagens, a Europa perderá, mais uma vez, uma importante temporada de turismo”.

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Aviação

Cadeia de abastecimento impacta entrega dos novos Airbus

Os constrangimentos da cadeia de abastecimento têm vindo a criar diversas dificuldades nas mais variadas indústrias. Na aviação, a Airbus já admite que as entregas de vários modelos de aviões só acontecerá em 2024 ou mesmo 2025.

Segundo a imprensa internacional, existem companhias aéreas que poderão ter de esperar até 2025 para receber as suas encomendas devido a constrangimentos na cadeia de abastecimento.

“Gostava de ter mais aviões para vender. Há constrangimentos na cadeia de abastecimento dos componentes que são mais desejados. Nos aviões de fuselagem estreita isso afeta os A320, A321 e também o A220”, explicou revelou Christian Scherer, diretor comercial da Airbus ao Financial Times.

Apesar das preocupações com a disseminação da nova variante Ómicron, a procura estava a ser impulsionada, fundamentalmente, pela necessidade de aeronaves mais eficientes em termos de combustível, salientou o executivo da companhia franco-germânica.

De referir que, ainda recentemente, a Airbus garantiu dois pedidos significativos, incluindo um acordo com a Air France-KLM para 100 unidades dos A320neo e A321neos, com as primeiras entregas a estarem previstas para o segundo semestre de 2023.

“Geralmente, tem havido uma perceção pela comunidade da aviação, em geral, de que quando as pessoas podem viajar, viajarão e o farão quase como vingança”, descreveu o executivo alemão da Airbus.

De resto, Scherer destaca que “a crise da COVID acelerou a compreensão de que a transição para uma tecnologia de combustível mais eficiente é inevitável”, disse, concluindo que “apenas 13% por cento da frota comercial global de hoje é de última geração”.

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Análise

Tendência: Hotelaria e Turismo procuram profissionais cada vez mais qualificados

O estudo anual da empresa de recrutamento Michael Page revela que na hotelaria e turismo há uma tendência de maior procura de candidatos com formação universitária, competências comerciais, capacidades comunicativas e de liderança.

O ambiente profissional na hotelaria e turismo tornou-se mais competitivo, incerto, globalizado e altamente digitalizado, acentuando a importância do capital humano e da gestão do talento para a diferenciação das empresas. Esta é uma das conclusões do estudo da Michael Page, que avança as tendências de recrutamento para 2022.

A análise da empresa de recrutamento sobre a evolução das principais tendências de recrutamento para o próximo ano para quadros executivos em empresas de grandes dimensões, nomeadamente nos setores da hotelaria e turismo, destaca a crescente profissionalização que se traduz por uma maior procura de candidatos com formação universitária, competências comerciais, capacidades comunicativas e de liderança.

Refere a consultora que, apesar de ter sido uma das mais afetadas pela pandemia, a área de hotelaria e do turismo continua a ser uma referência no plano económico português, e que a tendência em 2022 é  idêntica à de 2021, marcada pela estabilidade de salários e virada para a procura de funções de gestão e otimização do negócio, caso de perfis de direção geral, chefe de cozinha e sales manager.

Na restauração, diz a análise, continua a procura de posições mais operacionais, mas com um foco mais analítico, estratégico e de gestão, enquanto, nas agências de viagens online destaca-se a procura de perfis como product managers ou business developers com um foco claro no digital.

Nas funções de direção, reforçam-se as cláusulas de proteção à mudança para mitigar o efeito da incerteza e a movimentação no mercado de talentos, e reforça-se o salário emocional

A flexibilidade, o trabalho remoto e benefícios ao nível da saúde, educação e reforma são fatores importantes para o candidato aceitar uma proposta em qualquer setor, nomeadamente da hotelaria e do turismo, diz a Michael Page.

Relativamente às competências, apesar da criatividade e a técnica serem valorizadas, surgem também outras skills como a capacidade de análise ou a otimização de custos.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

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Distribuição

“Recomendo aos operadores ocidentais posicionarem imediatamente a sua oferta, que não esperem”

À medida que caminhamos para o final do ano e após (quase) dois anos de pandemia, Rikin Wu, diretor-executivo da Dida Travel, um dos maiores operadores de viagens digitais chineses, dá a sua visão sobre o que está a mudar no panorama da distribuição e o que esperar de 2022.

Victor Jorge

Depois de portas (praticamente) fechadas ao exterior, os chineses começam a ter esperança de poder voltar a viajar. As diversas restrições impostas recentemente por causa da Ómicron fizerem com que esse processo voltasse atrás, mas vontade para viajar existe no mais populoso país do mundo. Rikin Wu, diretor-executivo da Dida Travel, aconselha a que não se espere muito para captar esse turista e viajante chinês.

Quando é que os cidadãos chineses vão poder voltar a viajar para o exterior?
Neste momento, é simplesmente uma questão de quando as autoridades chinesas permitirão a livre circulação internacional dos cidadãos chineses. Hoje, parece que isso não acontecerá antes do verão de 2022.

Como está o mercado doméstico de viagens na China?
A economia chinesa está forte e é sabido que os chineses viajam muito, basta olhar para o cenário de viagens domésticas que cresceu ultimamente. O turismo doméstico chinês voltou a 65% dos números de 2019, apesar das restrições, e na DidaTravel estamos acima de 2019 no que diz respeito às vendas nacionais, tendo dedicado recursos para expandir a nossa base de clientes nacionais.

Existe algum risco de os cidadãos chineses não viajarem novamente para o exterior, mesmo que seja possível?
Esta é uma situação de “quando” e não de “se”. Não há dúvida de que os viajantes chineses querem fazer viagens internacionais novamente. Estamos a receber muitos comentários dos nossos clientes B2B sobre a procura que continua alta e nos social media na China onde se comentam destinos internacionais como Dubai, Londres ou Paris e verificamos que estão mais populares do que nunca.

Em meu entender, assim que as viagens internacionais forem permitidas, muito rapidamente veremos os números de 2019 serem superados. Além disso, existirá uma tendência para estadias mais longas e maiores gastos no destino, de modo a compensar o tempo perdido.

 E qual é a oportunidade para os operadores de viagens ocidentais?
Dado o número significativo de viajantes internacionais chineses, um número que chegou a quase 155 milhões em 2019, e o facto de, quando fazem viagens de longa distância, ficam mais tempo e gastam muito mais do que qualquer outro viajante, este não é, realmente, um mercado a ser esquecido num momento em que tudo está em aberto até a última reserva. Mesmo que se tenha de esperar um pouco mais para o regresso, este é um “público” pelo qual vale a pena esperar.

Que conselhos dá a estes operadores de viagens ocidentais para captar as reservas chinesas quando as restrições forem suspensas?
Se esperarem até que as restrições sejam suspensas, já será tarde demais. O que sugiro é que atuem já, agora. Como sabemos pelos nossos clientes B2B, no momento muitos chineses estão a pensar o que visitar assim que as restrições forem suspensas. Os hotéis, companhias aéreas e agências de turismo ocidentais devem aproveitar esta vontade, este desejo dos turistas chineses quererem viajar. Por isso, recomendo que os operadores ocidentais posicionem imediatamente a sua oferta, a sua marca e que não esperem.

Como é que a COVID impactou a distribuição B2B?
Desde o início da COVID, temos visto uma polarização significativa no cenário da distribuição, com grandes e pequenas empresas de distribuição a sobreviver relativamente bem. As de média dimensão foram as mais atingidas. Prevemos que isso só se tornará mais agudo à medida que as viagens retornem à capacidade total durante 2022.

Refere que as empresas de média dimensão são as que estão a passar maiores dificuldades. Qual a razão para as empresas grandes e pequenas estarem em melhor posição em 2022?
As grandes empresas têm conseguido suportar os choques destes anos, têm grande capacidade de recuperação e criação de caixa, e serão as primeiras a beneficiar da plena recuperação do mercado. Já as pequenas empresas, com alta flexibilidade e estruturas de equipa de baixo custo, podem manter um bom nível de negócios numa pequena região ou destino de nicho.

Sobre o autorVictor Jorge

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Meeting Industry

Nova edição: FITUR, dossier Destinos de Inverno e Istambul

A nova edição do Publituris, a única do mês de dezembro, faz capa com uma entrevista a Maria Valcarce, diretora da FITUR, a feira de turismo de Madrid, que regressa entre 19 e 23 de janeiro e que, segundo a responsável, já se deverá equiparar às “feiras pré-pandémicas”.

Publituris

A nova edição do Publituris, a única do mês de dezembro e última de 2021, faz capa com uma entrevista a Maria Valcarce, diretora da FITUR, a feira de turismo de Madrid, que regressa entre 19 e 23 de janeiro de 2022 e que, segundo a responsável, já se deverá equiparar às “feiras pré-pandémicas”.

Na entrevista ao Publituris, Maria Valcarce fala também de como está a ser preparado o certame, que deverá voltar a contar com várias seções temáticas e com uma forte presença portuguesa.

Nesta edição, leia também a reportagem sobre Istambul, que fomos visitar a convite do operador turístico Viagens Tempo e da Turkish Airlines, numa viagem de familiarização que contou com a participação de sete agentes de viagens e que pretendeu mostrar que a maior cidade da Turquia é “um destino seguro”, mesmo em tempos de pandemia, e que já voltou a receber turistas de todo o mundo.

Conheça também quais os destinos que os operadores turísticos portugueses estão a programar para esta época festiva e para os próximos meses, e como está a procura, num dossier sobre Destinos de Inverno, que, ao contrário do que acontecia no passado, passam mais pelo calor do que propriamente pela neve.

Neste dossier, publicamos ainda uma entrevista a Eduardo Jesus, secretário Regional de Turismo e Cultura da Madeira, região que vai voltar a contar com uma forte programação para o final do ano e que tem sido um dos destinos mais procurados pelos portugueses para férias de inverno.

Destaque ainda para um entrevista com Duarte Moreira, novo responsável comercial da Lisbon Helicopters, empresa de animação turística que realiza passeios de helicóptero em Lisboa e arredores, e que conta com uma nova estratégia comercial. Depois do regresso à operação em outubro, a Lisbon Helicopters já está de volta aos bons resultados e espera avançar, em breve, para vários dos projetos que tem em carteira.

Nesta edição, leia ainda as opiniões de Vicente Rodrigues (coordenador da Pós-Graduação em Top Management in Hospitality and Tourism do ISCTE Executive Education), Amaro Correia (docente da Atlântico Business School), José Varela Gomes (co-coordenador da Licenciatura em Gestão Hoteleira do ISAG) e Luiz S. Marques (investigador do Dreams da Universidade Lusófona).

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Edição Digital

Edição Digital: FITUR, dossier Destinos de Inverno e Istambul

A nova edição do Publituris, a única do mês de dezembro, faz capa com uma entrevista a Maria Valcarce, diretora da FITUR, a feira de turismo de Madrid, que regressa entre 19 e 23 de janeiro e que, segundo a responsável, já se deverá equiparar às “feiras pré-pandémicas”.

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A nova edição do Publituris, a única do mês de dezembro, faz capa com uma entrevista a Maria Valcarce, diretora da FITUR, a feira de turismo de Madrid, que regressa entre 19 e 23 de janeiro e que, segundo a responsável, já se deverá equiparar às “feiras pré-pandémicas”.

Na entrevista ao Publituris, Maria Valcarce fala também de como está a ser preparado o certame, que deverá voltar a contar com várias seções temáticas e com uma forte presença portuguesa.

Nesta edição, leia também a reportagem sobre Istambul, que fomos visitar a convite do operador turístico Viagens Tempo e da Turkish Airlines, numa viagem de familiarização que contou com a participação de sete agentes de viagens e que pretendeu mostrar que a maior cidade da Turquia é “um destino seguro”, mesmo em tempos de pandemia, e que já voltou a receber turistas de todo o mundo.

Conheça também quais os destinos que os operadores turísticos portugueses estão a programar para esta época festiva e para os próximos meses, e como está a procura, num dossier sobre Destinos de Inverno, que, ao contrário do que acontecia no passado, passam mais pelo calor do que propriamente pela neve.

Neste dossier, publicamos ainda uma entrevista a Eduardo Jesus, secretário Regional de Turismo e Cultura da Madeira, região que vai voltar a contar com uma forte programação para o final do ano e que tem sido um dos destinos mais procurados pelos portugueses para férias de inverno.

Destaque ainda para um entrevista com Duarte Moreira, novo responsável comercial da Lisbon Helicopters, empresa de animação turística que realiza passeios de helicóptero em Lisboa e arredores, e que conta com uma nova estratégia comercial. Depois do regresso à operação em outubro, a Lisbon Helicopters já está de volta aos bons resultados e espera avançar, em breve, para vários dos projetos que tem em carteira.

Nesta edição, leia ainda as opiniões de Vicente Rodrigues (coordenador da Pós-Graduação em Top Management in Hospitality and Tourism do ISCTE Executive Education), Amaro Correia (docente da Atlântico Business School), José Varela Gomes (co-coordenador da Licenciatura em Gestão Hoteleira do ISAG) e Luiz S. Marques (investigador do Dreams da Universidade Lusófona).

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Transportes

E se o plano não for aprovado por Bruxelas? “A TAP vai fechar”, diz ministro Pedro Nuno Santos

O cenário nunca foi abertamente equacionado, mas se acontecer [chumbo do plano de reestruturação por Bruxelas], o ministro Pedro Nuno Santos já admitiu, é para fechar a TAP.

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O ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, disse esta terça-feira, 14 de dezembro, que Portugal “perderá centralidade no negócio da aviação” caso o plano de restruturação da TAP não seja aprovado por Bruxelas, algo que levará ao encerramento da companhia, assegurou.

No entanto, Pedro Nuno Santos voltou a manifestar confiança de que o plano esteja aprovado até ao final deste ano de 2021, constituindo a tal “prenda de Natal” que Silvia Mosquera, Chief Commercial & Revenue Officer (CCRO) da TAP, referiu no 46.º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

O ministro das Infraestruturas e Habitação alertou, contudo, que “se a TAP não tiver o plano de reestruturação aprovado vai fechar e Portugal perderá centralidade no negócio da aviação”.

Segundo Pedro Nuno Santos, que falou à margem da apresentação do caderno de encargos para as 117 novas automotoras da CP, em Matosinhos, sem a TAP, o ‘hub’ de Portugal passará a ser em Madrid.

“Estamos a falar na única companhia área a operar em Portugal que tem um ‘hub’, que faz viagens intercontinentais entre os Brasil, EUA, África e Portugal e distribui para o resto da Europa”, terminou.

A TAP já recebeu um total de 1.662 mil milhões de euros do Estado (empréstimo de 1.200 mil milhões concedido pelo Tesouro em 2020, a que se somam mais 462 milhões de euros por ajudas permitidas por Bruxelas para compensar o impacto da pandemia da COVID-19).

Recorde-se que o Orçamento do Estado para 2021 previa uma verba de 998 milhões de injeção na TAP e a proposta de Orçamento para 2022 — entretanto chumbado — antecipava somar mais 990 milhões de euros.

Falta ainda saber se a TAP irá receber os 150 milhões de euros, um novo auxílio por danos COVID-19 em 2021, valor esse ainda não chegou e que perfazia um montante de 1.812 milhões de euros em dois anos (2020 e 2021).

Certo é que até setembro do presente exercício, a TAP acumulou um prejuízo de quase 628 milhões de euros, correspondendo a uma melhoria de 73 milhões de euros face ao mesmo período de 2020.

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Alojamento

Revive Natureza lança sete novos imóveis (c/ vídeos)

São sete os novos imóveis que o Revive Natureza coloca a concurso no mercado. As candidaturas estão abertas até dia 14 de março de 2022.

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A Turismo Fundos lançou, no âmbito do Fundo Revive Natureza, novos concursos para atribuição dos direitos de exploração, relativos a sete imóveis.

“Casa Florestal de Sapadores”, no distrito de Coimbra e concelho da Figueira da Foz; “Casa de Cantoneiros de Poio Negro”, no distrito da Guarda e concelho de Manteigas; “Casa de Jones”, no distrito da Guarda e concelho de Manteigas; “Moinhos da Corredoura”, no distrito da Guarda e concelho de Celorico da Beira; “Casas Florestais do Bloco do Talhão 1”, no distrito de Leiria e concelho da Marinha Grande; “Casa Florestal de Praia”, no distrito de Leiria e concelho da Marinha Grande; e “Casa Florestal do Pedrógão”, no distrito e concelho de Leiria, são os sete imóveis públicos colocados a concurso e que serão, assim, objeto de “requalificação e valorização, promovendo o desenvolvimento regional e local, através de novas utilizações para fins turísticos”, refere o gabinete do Ministério da Economia e da Transição Digital (METD) tutelado por Pedro Siza Vieira.

Dos três grupos de concursos já lançados, foram rececionadas um total de 367 candidaturas e encontram-se já adjudicados os imóveis respeitantes a 19 concursos dos dois primeiros grupos, sobre os quais foram celebrados dois contratos e encontra-se em processo de assinatura outro contrato.

Relativamente ao terceiro lote de seis imóveis, cuja fase para apresentação de candidaturas terminou no passado dia 19 de novembro, o METD informa que “foram rececionadas um total de 45 propostas, tendo-se já iniciado o procedimento de análise das mesmas, com vista à sua adjudicação no início de 2022”.

Encontram-se ainda a decorrer, até ao próximo dia 26 de janeiro de 2022, os concursos para a atribuição de direitos de exploração das seis Estações Ferroviárias, cujos direitos de uso foram transferidos para o Fundo Revive Natureza, após a celebração do um Protocolo com a IP Património.

A secretária de Estado do Turismo, Rita Marques salienta que, “com estes novos sete imóveis apresentados a concurso, a Turismo Fundos conseguiu lançar, em cerca de ano e meio, um total de 38 concursos, dos quais 32 respeitantes, essencialmente, a antigos postos fiscais e casas de guardas-florestais e seis relativos a estações de caminho de ferro, o que mostra o grande interesse por parte dos privados na recuperação e valorização destes imóveis localizados em espaços únicos que dispõem de um elevado potencial de atração turística”.

Rita Marques, reiterou ainda que o Revive Natureza permite que estes imóveis, que se encontram devolutos há décadas, sejam “objeto de recuperação e adaptação para serviços de alojamento, restauração, equipamentos e atividades de animação e lazer, com características inovadoras e sustentáveis, com vista a atrair novos visitantes e a fixar novos residentes nas localidades onde se inserem, decisivo para o desenvolvimento do turismo e da economia do país”.

De referir que, relativamente a estes sete imóveis agora colocados a concurso, os interessados podem apresentar as suas candidaturas até ao próximo dia 14 de março de 2022.

Conheça melhor os imóveis a concurso:
Casa Florestal de Sapadores: https://youtu.be/8t7flidPM88
Casa de Cantoneiros de Poio Negro: https://youtu.be/01dDTi_MnBA
Casa de Jones: https://youtu.be/HtsEbn0220w
Moinhos da Corredoura: https://youtu.be/1p6EpkNehsE
Casas Florestais do Bloco do Talhão 1: https://youtu.be/2Vv4G6UifN0
Casa Florestal de Praia: https://youtu.be/pWlU7GwqZdY
Casa Florestal do Pedrógão: https://youtu.be/8KtQYsG9gUs

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Destinos

Gigante de viagens chinesa quer levar turistas de ‘alta gama’ para Portugal

Uma das maiores agências de viagens do mundo – Trip.com Group – pretende trazer turistas chineses a Portugal. Nesse sentido, foi lançada, recentemente, uma campanha conjunta com Turismo de Portugal com foco nos ‘millennials’ e ‘genZ’ chineses.

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A diretora executiva da Trip.com Group, uma das maiores agências de viagens do mundo, afirmou, recentemente, que, assim que a pandemia estabilizar, pretende enviar ‘clientes de alta gama’ para Portugal e que tenciona investir no país.

“Estamos muito avançados na preparação da recuperação [da pandemia] para enviar clientes para a Europa e Portugal” disse Jane Jie Sun, em entrevista à Lusa à margem de um evento realizado em Macau.

A responsável do grupo proprietário de empresas de viagens online como a Skyscanner, Trip.com, MakeMyTrip, Qunar, Ctrip.com, entre outras, explicou ainda que “a maioria dos países europeus quer muito atrair turistas chineses porque o poder de compra é muito forte”.

Apesar de toda esta confiança, existe um entrave que está a atrasar a chegada de visitantes chineses à Europa: as quarentenas no regresso a ‘casa’.

A China permanece praticamente isolada na política de casos zero covid-19 e impõe fortes restrições fronteiriças e elevadas quarentenas a quem queira regressar ao país.

Ainda assim, Jane Jie Sun mostrou-se relativamente confiante de que esta situação poderá ser alterada em 2022, mas que “tudo depende do controlo do vírus”.

“Se conseguirmos [A China] chegar ou ultrapassar 85% ou 90% [de vacinados], se a terceira dose for eficaz e se a taxa de mortalidade estiver sob controlo, há possibilidades”, frisou.

Até lá, garantiu, a empresa tem uma equipa de pesquisa a explorar locais e ‘resorts’ para a chegada de clientes da China.

“A Europa tem muitas boutiques hotéis e resorts lindos e nós queremos garantir que todos estes hotéis e resorts estejam disponíveis aos nossos clientes na China”, sublinhou.

Em Portugal essa pesquisa também está a ser feita e quando questionada sobre se o grupo estava a pensar investir em Portugal, a resposta foi pronta: ‘Claro’.

A prova deste compromisso por parte do grupo com Portugal ficou patente com o lançamento, este mês, de uma campanha conjunta com Turismo de Portugal.

Em resposta à Lusa, o Turismo de Portugal explicou que a campanha “vocacionada inteiramente para o segmento digital, em particular para os dispositivos móveis” tem como foco “essencialmente para ‘millennials’ e ‘genZ’ chineses e, geograficamente, privilegiando as principais cidades chinesas emissoras de turistas, nomeadamente Pequim, Xangai, Cantão, Chengdu, Chongqing, entre outras”.

O objetivo, detalhou o Turismo de Portugal, passa por “manter Portugal como ‘top of mind’ dos consumidores chineses para quando as viagens forem possíveis novamente”.

Segundo dados oficiais disponibilizados à agência noticiosa, “em 2020, fruto do contexto pandémico, a China foi o 13.º maior mercado externo em hóspedes e o 17.º em dormidas para Portugal, com quotas de, respetivamente, 1,5% e 0,8%”.

“Em relação às receitas turísticas, a China ocupou o 18.º lugar com 57,8 milhões de euros, que representaram 0,7% face ao total e um decréscimo, face a 2019, de 74,3%”, acrescentaram.

[Lusa]

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Transportes

TAP já liga Lisboa a Punta Cana

Serão três voos semanais a ligar a capital portuguesa a Punta Cana (Rep. Dominicana), com a TAP a utilizar os novos A330-900neo.

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A TAP já iniciou os voos que ligam, três vezes por semana, Lisboa a Punta Cana (Rep. Dominicana), ligação essa que será realizada com o A330-900 neo, aeronaves que oferecem a nova cabina Airspace by Airbus.

Os voos entre Lisboa e Punta Cana irão realizar-se à quarta, sexta-feira e sábado, com partida da capital portuguesa às 17:00 e chegada ao aeroporto da República Dominicana às 21:20. Já o regresso será feito pelos voos da TAP com partida de Punta Cana às 23:05 e chegada ao aeroporto Humberto Delgado às 10:35 do dia seguinte (horas locais).

A TAP informa que os voos de ida-e-volta estão disponíveis a partir de 403 euros, com todas as taxas incluídas.

Quanto à aeronave que fará a ligação, o A330-900neo tem 168 lugares em Economy e 96 lugares em EconomyXtra, enquanto na classe executiva a companhia portuguesa oferece 34 lugares.

Novo programa de reservas “com confiança”
O novo programa “Reserve com Confiança” da TAP, iniciado a 1 de dezembro, permite aos viajantes total flexibilidade para alterar as reservas em todas as tarifas, incluindo a discount. Os passageiros podem agora alterar a data, destino ou deixar o bilhete em aberto, sem taxas, nas viagens reservadas até 28 de fevereiro de 2022. “Não há taxa de alteração e não há limite de alterações, mas podem aplicar-se diferenças tarifárias”, informa a TAP em nota de imprensa.

 

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