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Reportagem | Cuba: impossível não se apaixonar por este país

Ir a Cuba é uma viagem no tempo e uma lição de história, já se sabe. As cidades, perdidas no tempo, parecem cenários de filmes e as praias são paraísos autênticos. Os cubanos são hospitaleiros e festivos. A isso, junta-se a música, a dança e o rum. Está feita a receita perfeita para umas férias de sonho.

Carina Monteiro
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Reportagem | Cuba: impossível não se apaixonar por este país

Ir a Cuba é uma viagem no tempo e uma lição de história, já se sabe. As cidades, perdidas no tempo, parecem cenários de filmes e as praias são paraísos autênticos. Os cubanos são hospitaleiros e festivos. A isso, junta-se a música, a dança e o rum. Está feita a receita perfeita para umas férias de sonho.

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Ir a Cuba é uma viagem no tempo e uma lição de história, já se sabe. As cidades, perdidas no tempo, parecem cenários de filmes e as praias são paraísos autênticos. Os cubanos são hospitaleiros e festivos. A isso, junta-se a música, a dança e o rum. Está feita a receita perfeita para umas férias de sonho.

Aos 28 anos, Eniel Navarro Leyva, um cubano natural da cidade de Baracoa, situada no extremo oriental da ilha, está pela primeira vez em Trinidad, cidade património da UNESCO. Eniel é jornalista e director de um canal televisivo regional, mas em Trinidad está como turista. Em frente à Casa da Música conversamos sobre o país, falamos da liberdade de imprensa, da situação económica dos cubanos e, claro, de viagens. Está encantado com Trinidad, que, na sua opinião, é a cidade que melhor preserva o património arquitectónico cubano. “É uma cidade parada no tempo com uma vida nocturna singular, muito activa, restaurantes com excelentes preços e cozinha de qualidade internacional e uma península com quilómetros de belas praias e, sobretudo, as pessoas são muito acolhedoras”, afirma. Eniel nem precisava de falar da hospitalidade cubana. Ao terceiro dia da viagem organizada pelo operador turístico Sonhando, e com a participação da Solférias, para um grupo de agentes de viagens, já todos reconhecíamos a hospitalidade cubana. Trinidad foi apenas uma das etapas desta longa viagem que deu a conhecer a oferta do operador para este destino.

Para aqueles que nunca visitaram Cuba, a expectativa para conhecer o país de Fidel Castro, dos charutos e do rum, é enorme. Cuba é muito ciosa dos seus símbolos, políticos e culturais, que inevitavelmente se cruzam ao longo da nossa viagem.

Havana, a sedutora
Havana é a primeira paragem. Se é para conhecer bem, então é preciso mais do que um dia para visitar a capital e centro administrativo, político e cultural do país. Mas tendo apenas um dia, então a visita obrigatória é ao centro histórico de Havana, conhecida como Havana Velha. Diz quem já cá esteve, que a recuperação dos edifícios é bastante notória, para a qual contribuiu a declaração de Património Mundial da UNESCO, em 1982, e mais tarde, em 2015, a eleição como uma das 7 cidades Maravilhas do Mundo na categoria de Cidades. Havana tem um certo ar decadente, mas, ao mesmo tempo, atraente, vibrante e sedutor, que nos faz querer conhecer mais e embrenharmo-nos pelas ruas ao som da salsa. O casco velho alberga praças, museus e cafés, deambular pelas ruas é uma viagem no tempo com os seus edifícios coloni ais. Os pontos principais são a praça San Francisco de Assis, onde se encontra a Igreja de São Francisco de Assis, agora transformada em museu e local onde se fazem espectáculos de música clássica, a Praça Velha, a Catedral e a Praça das Armas, todos a um distância a pé entre eles. Entre uma e outra praça, paragem para conhecer o café frequentado por Eça de Queirós na Calle de los Mercaderes e o Hotel Ambos os Mundos onde viveu o escritor Ernest Hemingway na década de 1930. O melhor é subir ao terraço do hotel para apreciar a vista, pedir um mojito ou uma cubata (o mesmo que uma cuba libre) e usufruir do ambiente. Ou se preferir, o famoso bar La Bodeguita del Médio é um dos pontos mais turísticos de Havana Velha. E porque estamos a falar de bares, porque não experimentar um Daikiri, no bar frequentado por Ernest Hemingway, o Floridita. Nesta viagem, o tempo foi curto para conhecer Havana, mas ainda houve possibilidade de conhecer a Praça da Revolução, um dos cartões-de-visita da cidade, imortalizada nas fotos tiradas à imagem de Che Guevara estampada no edifício do Ministério do Interior.

O povo cubano é hospitaleiro e festivo.

E como há clichés que valem a pena, uma das formas de conhecer Havana em grande  estilo é comprar um tour num dos carros clássicos de Cuba. Há de várias marcas e cores: Chevrolet, Buick, Ford, Dodge, Cadillac, entre outros. Os tours, na sua maioria, percorrem as principais atracções turísticas da cidade, como o Bairro Chino, Hotel Nacional, o Castillo del Moro  e o Malécon Habanero (passeio marítimo).

Trinidad, a bonita
Deixámos Havana para trás e o próximo destino é Trinidad, com paragem em Cienfuegos. Espera-nos, pelo menos, uma manhã de viagem. E é tempo de falar de Cuba com Jorge, o nosso guia, e fazer as perguntas que temos na cabeça. Como vivem os cubanos? O que pensam do novo presidente e quais as suas expectativas? Jorge vai respondendo a todas as inquietações de quem acompanha à distância a história do país. Insiste que Cuba vive num regime socialista, iniciado por Fidel Castro, continuado pelo irmão, Raul, e o que se espera agora de Miguel Díaz-Canel, o novo presidente, é que melhore as condições de vida do povo cubano. O acesso gratuito à educação e à saúde são as bandeiras do país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade infantil do mundo e cujo salário médio é de 600 pesos cubanos (20 euros). Sobre o Turismo, ficamos a saber que, em algumas empresas, 1% das gorjetas reverte para outras actividades não directamente relacionadas com a actividade turística, numa espécie de “uma mão lava a outra”.

O Palácio de Valle, em Cienfuegos

Chegados a Cienfuegos, encontrámos uma localidade costeira de casas senhoriais e apalaçadas, onde se destaca a baía e a marina, naquilo que podia ser uma Saint Tropéz cubana, já que foi fundada por franceses. Mas não, é conhecida como a Pérola do Sul. Cienfuegos é uma cidade diferente de todas as outras, já que apresenta uma topografia rectilínea. A cidade tem um centro histórico, também ele declarado património da UNESCO, em 2005. Aconselha-se a visita ao Palácio de Valle, com uma construção de estilo ecléctico que data dos fins do século XIX, sendo um símbolo da cidade. No palácio funcionam restaurante e bar. Vale a pena, pelo menos, subir ao terraço para apreciar a vista sobre a baía e beber um mojito.

Cienfuegos fica a 80 quilómetros de Trinidad, a próxima paragem, o que significa mais ou menos hora e meia de viagem. É preciso contar com todo o tipo de estradas e veículos, daí que circular em Cuba não seja comparável ao que estamos habituados e as distâncias levem mais tempo. Chegámos pelas 17h a Trinidad e o primeiro impacto não é o melhor. Se Havana parece parada no tempo, o que dizer de Trinidad? Trinidad não é daqueles casos de amor à primeira vista. Mas depois de conhecer, apaixonamo-nos. O autocarro deixa-nos o mais perto possível do centro histórico, mas ainda é preciso percorrer a pé algumas dezenas de metros até à praça central. Considerada a cidade museu de Cuba, Trinidad conserva a magia colonial da época e nem faltam as carroças puxadas por cavalos. Ruas empedradas, casas coloniais, com varandas e janelas generosas. Os cubanos resguardam-se do calor, mas as portas e as janelas protegidas com grades deixam-nos espreitar o seu interior. Recebem-nos com sorrisos e nem os turistas perturbam as suas rotinas. Uma mãe amamenta o filho à janela indiferente ao que se passa na rua.

Trinidad é considerada a cidade museu de Cuba.

À medida que nos aproximamos do centro, os edifícios estão mais cuidados e recuperados e começamos a perceber o charme desta cidade que não dá tudo logo à primeira vista. Passamos por várias casas que ostentam o símbolo de casas privadas que podem ser arrendadas, uma forma muito comum de alojamento na cidade. Trinidad foi fundada no século XVI e declarada Património da Unesco em 1988. Na praça central estão as principais atracções da cidade, como a igreja de La Santissima Trinidad e alguns museus, entre os quais o da Arquitectura. A poucos metros da praça, encontra-se a escadaria que nos leva à Casa da Música. Vários bares e esplanadas ladeiam o espaço. Ainda são 17h, mas fica a promessa que regressamos à noite onde o ambiente se faz ao som da salsa. Em Trinidad não se pode deixar de ir ao bar La Canchancharra e provar a bebida com o mesmo nome, feita à base de água ardente, mel, limão e gelo. A música é uma constante em Cuba, por todo o lado e a toda a hora, está para os cubanos, como o futebol para os brasileiros, como se tratasse de algo genético. Aliás, a música e a salsa. Os cubanos parecem ter nascido para dançar. E o primeiro contacto “a sério” com a salsa ocorreu na Casa da Música de Trinidad. Alguns de nós saltaram para a pista, onde nativos e turistas se misturam numa lógica de que a dança e a música aproximam as pessoas. 

Os Cayos

Nas águas cristalinas de Cayo Coco é possível mergulhar desde o barco ou fazer snorkeling

No dia seguinte, é tempo de despedida de Trinidad em direcção a Cayo Coco e Cayo Guillermo, ilhas tropicais localizadas no arquipélago de Jardines del Rey, ao largo do centro de Cuba. Conhecida pelas praias de areia branca e pelos recifes de coral, a costa norte está repleta de resorts com o regime de tudo incluído. Os Cayos estão unidos à ilha de Cuba através de uma estrada com 17 quilómetros de distância construída sobre o mar. Cayo Coco tem um aeroporto internacional, através do qual chegam a maior parte dos turistas que vão ficar alojados nos diversos resorts. Este destino foi um dos afectados pelo furacão Irma em Setembro do ano passado, e que obrigou inclusive ao cancelamento das operações da Sonhando para o destino. Quase um ano depois, os sinais da passagem do furacão pelos hotéis quase não se percebem. As unidades fizeram um trabalho extraordinário, num tempo recorde (apenas 62 dias) na recuperação das infraestruturas para voltarem rapidamente a receber hóspedes. O mesmo não se pode dizer da fauna e da flora. Para quem nunca visitou os cayos, talvez o choque não seja tão grande, no entanto é perceptível que a natureza foi madrasta. As árvores estão despidas, e flamingos, nem vê-los. De resto, as praias preservam a sua beleza natural. Além dos resorts, é possível fazer outras actividades no destino, conhecido para a prática de mergulho e de outros desportos náuticos ou passeios de barco.

Santa Clara e Varadero

Antes do destino final, Varadero, paragem em Santa Clara, que, à semelhança das outras cidades cubanas, tem uma praça central que concentra os principais edifícios e de diferentes períodos arquitectónicos. Mas a principal atracção de Santa Clara é o mausoléu do argentino Ché Guevara. O mausoléu de Che Guevara foi inaugurado em Outubro de 1997 quando chegaram a Cuba os restos mortais do guerrilheiro, 30 anos após sua morte na Bolívia e já foi visitado por mais de 4,5 milhões de pessoas. Ernesto Guevara nasceu em 14 de Junho de 1928, em Rosário, na Argentina. Filho de uma família de classe média alta, formou-se em Medicina na Universidade de Buenos Aires, em 1953. Juntamente com Fidel Castro, foi um dos ideólogos e comandantes que lideraram a Revolução Cubana, entre 1953-1959, que levou à queda do regime do general Fulgencio Batista. Santa Clara ficou para sempre ligado à história do comandante Che. A tomada da cidade em 1958 sob o comando de Guevara forçou a derrota de Fulgencio.

O mausoléu de Che Guevara já foi visitado por milhões de pessoas.

A viagem continua para Varadero. Situada numa península, de Hicacos, é o principal destino de sol e praia de Cuba. Varadero tem uma extensão de mais de 20 quilómetros de praia de areia branca e águas azul-turquesa, que além de calmas, têm temperaturas que rondam os 25°C, ideal para mergulhos e actividades aquáticas. Há também hotéis para todos os gostos (ver caixa). Varadero tem outros atractivos para oferecer além de umas férias de sol e praia. Há restaurantes de praia e várias actividades e festas organizadas diariamente pelos hotéis. Para os amantes da natureza, a norte de Varadero fica localizado o único parque submarino do país: Cayo Piedras del Norte, ideal para a prática de mergulho e snorkeling. Para aqueles que querem combinar sol com a história, nos arredores de Varadero podem visitar-se as cidades de Cárdenas, Matanzas e a Península de Zapata.

O plano de viagem era ambicioso, é preciso dizê-lo, condensar cinco destinos numa só uma viagem era uma tarefa difícil, mas, no final, a compensação, Varadero é um destino de sonho para relaxar.

* A jornalista viajou a convite da Sonhando


Como ir?

A operação charter da Sonhando, Solférias e iTravel para Varadero já começou no passado dia 2 de Junho e prolonga-se até 6 de Outubro, última data de partida. No caso de Varadero, às saídas são ao sábado e os voos operados pela Orbest. Para que o cliente não se surpreenda com o serviço que vai encontrar a bordo, nem sempre correspondente aos voos regulares, há serviços especiais que podem ser comprados antes da viagem. Por exemplo, por mais 89 euros é possível comprar o pacote Turista + que inclui assentos com mais espaço (primeiras filas e saídas de emergência), refeições premium, toalhitas refrescantes e auriculares, entre outros. Já a operação para Cayo Coco começou no dia 9 de Julho, e prolonga-se até 10 de Setembro, em voos operados às segundas-feiras pela EuroAtlantic, companhia aérea accionista da Sonhando. A companhia dispõe de classe executiva, o que é pouco habitual nos voos charter para Cuba durante o período do Verão. No conjunto, os operadores têm cinco mil lugares para venderem no período de Verão para Cuba. A programação dispõe ainda do circuito ‘Cuba Colonial’ (inclui Cayo Coco, Santa Clara, Trinidad e Havana); o combinado Havana e Varadero; e, desde o ano passado, que a operação para Cuba no Verão tem a parceria da MSC para a oferta de cruzeiros. Este ano estão disponíveis dois itinerários operados pelo navio MSC Armonia: Cuba e o Melhor do Mar das Caraíbas (inclui Havana, Montego Bay, George Town, Cozumel e Havana) e Os Trópicos entre Pirâmides e Fortalezas (inclui Havana, Belize, Ilha de Roatan, Costa Maya, Cozumel e Havana). Os preços incluem os voos para Varadero, transfers entre o aeroporto de Varadero e o porto de Havana e seguro de assistência de viagem. José Manuel Antunes, director-geral do operador Sonhando, é um apaixonado por Cuba. Contra todas as expectativas, retomou em 2014 os charters para Cayo Coco, que assumiu como uma paixão pessoal. “Tem sido um sucesso”, afirma. Sobre Cuba, José Manuel Antunes defende que é o melhor destino das Caraíbas, pela qualidade da praia, do mar e das pessoas. Desde que a operação se iniciou até agora, já vieram 9 mil passageiros e as reclamações são residuais. “As pessoas podem confiar no destino e há muitos repetentes sobretudo no segmento alto, porque as pessoas vêm e gostam”.

Onde Ficar?
A operação da Sonhando para Cuba está concentrada maioritariamente em três cadeias hoteleiras. São elas a Iberostar, Melia e Grand Memories. Mas também dispõe na sua programação da oferta do único hotel português no país, o Pestana Cayo Coco, e outros hotéis como o Royalton Hicacos Varadero.

Nesta viagem, visitámos diversos hotéis que estão na programação do operador. Em Havana, o grupo ficou hospedado no Iberostar Parque Central, hotel com uma arquitectura colonial e uma localização central junto ao Capitólio. Em alternativa, o Melia Havana ou o Melia Cohiba, que apesar de não serem tão centrais, dispõem de transporte regular para o centro da cidade. Alguns hotéis que visitámos, como é o caso do Cohiba (Havana) ou do Memories Varadero, encontram-se em remodelação, pelo que o melhor será confirmar se o cliente fica num quarto já remodelado. Em Cayo Coco, as opções também são variadas. Como já referido, o destino foi afectado pelo furacão Irma no ano passado, mas as unidades já se encontram recuperadas. O Melia Cayo Coco, com os seus bungalows sobre a lagoa natural de água salgada, foi um dos mais afectados, mas está recuperado. É uma unidade só para adultos. Já o Melia Jardines Del Rey (na foto) é para adultos e crianças. Tem uma arquitectura contemporânea, um ambiente moderno e muito confortável. Indicados para as famílias, os hotéis Pullman Cayo Coco e o Pestana Cayo Coco são também uma boa opção de alojamento. O Pullman dispõe de duas opções: o hotel onde estão a maioria dos quartos e uma secção apenas para adultos: o The Collection By Pullman constituída por junior suites, suites e private golden villa. Em Cayo Guillermo, o Meliá Cayo Guillermo é uma boa opção, o espaço exterior, assim como a praia e os seus passadiços sobre o mar criam um ambiente bastante agradável.

Melia Jardines Del Rey

Em Varadero, a estadia no Iberostar Varadero é bastante recomendável. É uma unidade de cinco estrelas capaz de satisfazer os clientes mais exigentes, sejam famílias ou casais. Os quartos têm áreas generosas e são confortáveis e a oferta de F&B é boa, assim como a praia. Com um estilo completamente diferente, apresenta-se o novo Iberostar Bella Vista Varadero. Enquanto o primeiro é mais clássico, o segundo é moderno e recente (tem pouco mais de um ano). Uma boa opção para férias em família.

O Paradisus Varadero é o único da marca premium de resorts da Melia indicado para famílias, dispondo de um serviço família.

O Royalton Hicacos é só para adultos e distingue-se pelo serviço de mordomo para todos os clientes e os altos standards de F&B. O Melia Marina Varadero é também uma boa opção de estadia. Sendo um resort com marina, surpreende pelo seu fácil acesso à praia.

Dicas

Em Cuba, existem duas moedas: os pesos cubanos (CUP) e os pesos (CUC). Os primeiros só são usados pelos habitantes. O Cuc é a moeda usado no turismo. A internet nos hotéis é disponibilizada através da compra de cartões que custam 1 Cuc e têm a duração de 60 minutos (podem ser usados em qualquer hotel ou espaço), desde que haja rede. Na hora de fazer a mala, não deve esquecer o repelente, e colocar na bagagem uma roupa um pouco mais formal para os jantares.

Fam trip

 No total foram 25 os elementos que viajaram a convite da Sonhando e da Soférias para Cuba. Um grupo grande, mas que esteve sempre bastante animado. Adriano Portugal (Orbita), Ana Luísa Luz (Sonhando), Ana Rita Lopes, (Viagens Abreu), Ana Rita Queiroz (Multidestinos), Ana Silva (By Travel), Carina Monteiro (Publituris), Carlos Carreira (Viagens Carreira), Custódia Carvalho (Top Atlântico Leiria), Dalila Silva (Viagens Abreu), Emília Parra (Geostar), Fernando Santos (Mercado das Viagens São João da Madeira), Joana Lopes (Rivieratur), João Real (Avic), José Luís Elias (Turisver), José Manuel Antunes (Sonhando), José Marques da Costa (Sonhando) Katy Lourenço (Sonhando), Magda Silva (By Travel), Maria João Elisário (Best Travel), Paula Moreira (Optimatours), Paulo Cordeiro, (Açoribérica), Rómulo Gonçalves (Clubtour), Rosário Santos (Solférias), Vânia Ferreira (Navitur) e Vera Caeiro (Em Viagem Évora).


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Iberia estabelece acordo de codeshare com a Viva Aerobus

Acordo de codeshare permite combinar os voos operados pelas duas transportadoras e os bilhetes estão à venda a partir desta segunda-feira, 8 de agosto.

A Iberia estabeleceu um acordo de codeshare com a Viva Aerobus para oferecer um maior número de opções aos passageiros que viajam entre Espanha e o México, numa parceria que, segundo a companhia aérea espanhola, permite combinar os voos operados pelas duas transportadoras e cujos bilhetes estão à venda a partir desta segunda-feira, 8 de agosto.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa pela Iberia, o acordo de codeshare abrange os voos da Viva Aerobus no México para os passageiros que viajam na rota Madrid-Cidade do México, enquanto os passageiros que viajam para a capital espanhola podem ter acesso a qualquer um dos 25 destinos da Viva Aerobus com destino ao aeroporto da capital mexicana, seguindo, depois, para Madrid.

Atualmente, a Iberia conta com 19 voos semanais entre Madrid e a Cidade do México, enquanto a Viva Aerobus disponibiliza voos para 19 cidades mexicanas à partida da capital do país, concretamente Guadalajara, Cancun, Monterrey , Veracruz, Mérida, Tampico, Puerto Vallarta, Los Cabos, Tuxtla Gutiérrez, Tijuana, Hermosillo, Oaxaca, Huatulco, Torreon, Puerto Escondido, Ciudad Juarez, La Paz, Chetumal e Mazatlán.

Com este acordo, os passageiros da Iberia necessitam apenas de realizar uma única reserva, sendo também possível despachar a bagagem diretamente até ao destino final.

Os bilhetes com este acordo de codeshare começaram a ser vendidos esta segunda-feira, 8 de agosto, e os voos começam a ser operados neste sistema a partir de 30 de agosto.

Os voos da Iberia para a Cidade do México são operados num avião A-350/900, que tem capacidade para 348 passageiros e é 35% mais eficiente no consumo de combustível que os anteriores modelos de avião.

A Viva Aerobus é uma companhia aérea mexicana que conta com a frota mais moderna do México e a terceira mais jovem de toda a América do Norte, na qual se contam 62 aviões Airbus, incluindo 40 Airbus A320 e 22 Airbus A321 com idade média de cinco anos.

“Na Iberia, sempre optámos pelo México como um dos nossos mercados estratégicos, tanto do ponto de vista do turismo como do tráfego de negócios. Com o crescimento da procura, atendemos essa recuperação com um aumento de capacidade muito próximo dos níveis pré-pandemia. Com 19 voos por semana, a Cidade do México é a cidade com maior número de frequências em todo o continente americano. Agora, graças ao acordo de codeshare com a Viva Aerobus, poderemos oferecer um melhor serviço aos nossos clientes”, afirma M.ª Jesús López Solás, Chief Commercial, Network Development and Alliances Oficial da Ibéria.

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1.ª fase do Programa Transformar Turismo foi concluída com cinco projetos aprovados

A 1.ª fase do Programa Transformar Turismo foi concluída no passado mês de julho e conta com cinco projetos aprovados nas linhas Linhas Territórios Inteligentes e Regenerar Territórios, que totalizam um investimento superior a 1,7 milhões de euros.

A 1.ª fase do Programa Transformar Turismo foi concluída no passado mês de julho e conta com cinco projetos aprovados nas linhas Linhas Territórios Inteligentes e Regenerar Territórios, que totalizam um investimento superior a 1,7 milhões de euros.

De acordo com um comunicado do Ministério da Economia e Mar, estes projetos, que vão ser apoiados em 775 mil euros, visam a concretização de um marketplace multicanal na região Norte, aplicação de redes inteligentes no contexto do turismo de saúde e bem-estar, assim como a concretização de novas infraestruturas para o turismo náutico.

Os projetos, acrescenta a informação divulgada, “assentam em estratégias sólidas de sustentabilidade nas dimensões económica, social e ambiental com impactos relevantes e mensuráveis na região onde se inserem, contribuindo deste modo para a concretização dos objetivos definidos no Plano “Reativar o Turismo. Construir o Futuro” (PRT) e na Estratégia Turismo 2027 (ET2027)”.

Nesta primeira fase do Programa Transformar Turismo foram analisadas 47 candidaturas, o que, segundo o comunicado do Ministério da Economia e Mar, permitiu perceber que existia a “necessidade e oportunidade de se proceder a alguns ajustes nos Despachos Normativos que regulamentam o Programa e as Linhas que lhe estão subjacentes”.

“Assim, passará a ser possível a abertura de avisos específicos para a apresentação de candidaturas por concurso ou por convite, no contexto da valorização de produtos turísticos que, pela sua qualidade, singularidade e alinhamento com os desafios, objetivos e metas definidos nos referenciais estratégicos do setor, promovam o potencial turístico e o desenvolvimento sustentável do território. Passará também a ser possível, em situações excecionais e devidamente justificadas, a elegibilidade de promotores que, à data da candidatura, possuam mais de um projeto aprovado e ainda não concluído no âmbito do Programa Valorizar ou Programa Transformar Turismo”, acrescenta a informação.

Recorde-se que o Programa Transformar Turismo, cuja primeira fase de candidaturas abriu no início do ano, destina-se a apoiar o investimento público e privado na qualificação de Portugal enquanto destino turístico e conta com duas linhas de apoio, que se destinam a entidades públicas e privadas do setor.

“Estes projetos, agora apoiados, ajudarão à qualificação do destino turístico Portugal, promovendo não só a regeneração e reabilitação dos espaços públicos com interesse para o turismo, mas também a desconcentração da procura, a redução da sazonalidade e maiores índices de criação de valor – justamente o que queremos para esta indústria”, considera Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços.

 

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Solférias, Sonhando e ExóticoOnline lançam quatro charters para o Funchal no réveillon

No total, os três operadores turísticos vão disponibilizar quatro voos charters para o Funchal no réveillon, dois à partida do Porto e outros dois desde Lisboa.

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Os operadores turísticos Solférias, Sonhando e ExóticoOnline vão promover quatro charters para o Funchal, na Madeira, no réveillon, dois dos quais com partida do Porto e outros dois com saída de Lisboa, de acordo com um comunicado conjunto dos operadores turísticos.

“O Funchal – um dos destinos favoritos dos viajantes portugueses ao longo de todo o ano – não poderia faltar à chamada para o Fim do Ano 2022/2023”, destacam os operadores turísticos, num comunicado conjunto enviado à imprensa.

No caso do Porto, os voos têm partida a 28 e 29 de dezembro, em aviões da Air Horizont, com os regressos a acontecerem a 1 e 2 de janeiro, respetivamente enquanto os voos desde Lisboa são operados pela SATA e também pela Air Horizont e igualmente com partida a 28 e 29 de dezembro, e regresso a 1 e 2 de janeiro, respetivamente.

“Estas operações especiais conjuntas são a confirmação não só do sucesso da operação similar do ano passado, mas também da importância da colaboração entre Operadores e Parceiros para disponibilizar atempadamente aos Agentes de Viagem e viajantes portugueses as melhores e mais competitivas propostas de viagem”, acrescenta a informação divulgada.

As estadias no Funchal têm a duração de quatro noites.

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Lufthansa chega a acordo com sindicato do pessoal de terra

O acordo alcançado entre a administração da Lufthansa e o sindicato Verdi prevê um aumento salarial em três fases, ao longo de um ano.

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A Lufthansa chegou a acordo com o sindicato que representa os 20.000 funcionários de terra da companhia aérea alemã, entendimento que foi alcançado uma semana depois da greve que levou ao cancelamento de mais de 1.000 voos nos aeroportos de Munique e Frankfurt e afetou cerca de 134.000 passageiros.

De acordo com a Lusa, que cita fontes sindicais, o acordo alcançado entre a administração da Lufthansa e o sindicato Verdi prevê um aumento salarial em três fases, que começam com o pagamento de 200 euros por mês, a partir de 1 de julho, a que se seguirá um aumento de 2,5% em janeiro do próximo ano e mais 2,5% a partir de julho de 2023.

Para o sindicato que representa os trabalhadores de terra da Lufthansa este é “um bom acordo”, uma vez que atende à inflação e estabelece um aumento real, sobretudo para os trabalhadores com um nível salarial inferior, aos quais é garantido um aumento mínimo gradual de 350 euros.

Apesar do acordo alcançado com o pessoal de terra, a Lufthansa está ainda em negociações com o sindicato dos pilotos, que exige um aumento salarial de 5,5% e já prometeu uma greve, caso não seja possível alcançar um acordo.

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APHORT pede “sensatez e razoabilidade” na negociação coletiva com profissionais de turismo

Associação considera que “a melhoria dos instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho passa pela negociação de contratos equilibrados, que não estejam exclusivamente assentes em alterações das tabelas salariais”.

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A Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo (APHORT) veio esta sexta-feira, 5 de agosto, mostrar-se confiante no sucesso da negociação dos contratos coletivos de trabalho no setor do turismo, mas pede “sensatez e razoabilidade”, considerando que “a melhoria dos instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho passa pela negociação de contratos equilibrados, que não estejam exclusivamente assentes em alterações das tabelas salariais”.

Num comunicado enviado à imprensa, a associação revela que tem vindo a negociar com os sindicatos que representam os trabalhadores do setor do turismo desde o início do ano e diz que está “confiante no alcance de um entendimento justo e equilibrado entre empresas e trabalhadores”.

“Este processo de negociação está já a decorrer há vários meses, com representantes dos trabalhadores que estão empenhados em resolver esta questão de forma séria e ponderada, e temos confiança no sucesso destas conversações”, afirma Rodrigo Pinto Barros, presidente da APHORT.

A associação diz que pretende repor a “verdade dos factos”, uma vez que existe um sindicato que continua a vir a público acusar as associações e as empresas de turismo de quererem manter a precariedade no setor, algo que a APHORT diz não corresponder à verdade e que em nada contribui para a resolução da situação.

“As posições extremadas e o discurso agressivo em nada contribuem para a resolução da situação. Perante a realidade atual do mercado de trabalho, as empresas estão empenhadas em fazer um esforço para se readaptarem”, acrescenta a associação.

Rodrigo Pinto Barros diz mesmo que muitos dos associados da APHORT “conseguiram já, este ano, fazer ajustes salariais correspondentes a aumentos médios entre os 5% e 10%, para além de outros aspetos como a reorganização de horários e dos dias de encerramento dos estabelecimentos”, isto apesar da situação precária em que muitas empresas ainda se encontram devido à pandemia e do atual contexto económico.

“Não nos podemos esquecer que, para além de dois anos de pandemia, durante os quais as empresas do setor foram severamente penalizadas, o atual contexto económico não é favorável, pelo que tem de haver sensatez e razoabilidade naquilo que é exigido a estas empresas”, acrescenta o presidente da APHORT.

A associação considera, por isso, que “a melhoria dos instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho passa pela negociação de contratos equilibrados, que não estejam exclusivamente assentes em alterações das tabelas salariais” e mostra-se disponível para discutir alternativas.

“Perante o agravar da falta de mão-de-obra que atinge o setor, a associação aguarda com expectativa os resultados das missões empresariais, recentemente anunciadas pela Secretária de Estado do Turismo, para captação de trabalhadores nos países da CPLP e assegura que vai manter-se atenta à evolução desta questão”, refere ainda a AHORT.

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Grupo SATA ultrapassa 1M de passageiros transportados mais cedo que em 2019 e 2021

Marca de um milhão de passageiros transportados foi atingida a 31 de julho, dez semanas mais cedo do que no ano de 2021 e dias antes do ocorrido no ano pré-pandémico de 2019.

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As companhias aéreas do Grupo SATA celebraram a 31 de julho a chegada à marca de um milhões de passageiros transportados, resultado que, este ano, foi alcançado mais cedo que em 2021 e até que em 2019, antes da chegada da pandemia da COVID-19.

“A marca simbólica de um milhão de passageiros transportados acabou por ser alcançada antes mesmo do registado em 2019, sendo que a 31 de julho de 2022, o grupo SATA atingia a marca de 1 milhão de passageiros transportados. Em suma, dez semanas mais cedo do que no ano de 2021 e dias antes do ocorrido no ano pré-pandémico de 2019”, destaca o grupo de aviação açoriano, que detém as companhias aéreas Azores Airlines e SATA Air Açores.

De acordo com um comunicado do grupo, numa comparação com os dados contabilizados a 31 de julho de 2019 e de 2021, verifica-se um aumento de 3% no número de passageiros transportados quando comparado com o ano de 2019, e de 83%, se comparado a igual período de 2021.

No comunicado enviado à imprensa, o Grupo SATA lembra que a primeira vez que a SATA Air Açores atingiu a marca de um milhão de passageiros foi em 1977, 30 anos depois do início de operação da companhia aérea, que começou a voar em 1947.

“Atualmente, as companhias aéreas transportam mais de um milhão de passageiros a cada ano que passa”, congratula-se o Grupo SATA.

 

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REVIVE abre novo concurso para a concessão do Paço Real de Caxias

O Paço Real de Caxias, em Oeiras, deverá ser concessionado por um período de 50 anos, com uma renda mínima anual de 174.912 euros, devendo os interessados apresentar as suas propostas num prazo de 48 dias.

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O Programa REVIVE lançou esta quinta-feira, 4 de agosto, um novo concurso para a concessão e recuperação para fins turísticos do Paço Real de Caxias, edifício histórico em Oeiras que já tinha sido alvo de um concurso em 2020, mas cujos termos do contrato se tornaram inviáveis devido ao surgimento da pandemia da COVID-19.

Com este novo concurso, pretende-se concessionar o Paço Real de Caxias por um período de 50 anos, com uma renda mínima anual de 174.912 euros, devendo os interessados apresentar as suas propostas num prazo de 48 dias.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa, o novo concurso conta com “condições idênticas às do concurso anterior”, estimando-se um investimento de recuperação na ordem dos 11 milhões de euros para colocar o edifício ao serviço do turismo. A área de construção total é de 5.817 m2.

Recorde-se que o Paço Real de Caxias é um imóvel construído em meados do século XVII e que se encontra classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1953, tendo sido um dos 33 imóveis inscritos na primeira fase do Revive, que neste momento integra já 52 imóveis.

Segundo o comunicado divulgado pelo Programa REVIVE, este imóvel já tinha sido sujeito a concurso e concessionado em março de 2020, no entanto, com a chegada da pandemia da COVID-19, os termos do contrato tornaram-se inviáveis, o que levou à sua revogação e ao lançamento do novo concurso.

Além do Paço Real de Caxias, atualmente, estão abertos concursos para a concessão da Casa Grande, em Pinhel, e da 7.ª Bateria do Outão, no Parque Natural da Arrábida, concelho de Setúbal, estando ainda a decorrer os concursos lançados para concessão dos Fortes de S. João e de S. Pedro, em Cascais.

Toda a informação sobre o novo concurso para a concessão do Paço Real de Caxias vai estar disponível no site do Programa REVIVE a partir desta quinta-feira, 4 de agosto.

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SETCS espera fechar 2022 com receitas turísticas superiores a 2019

Rita Marques revelou também, durante uma visita ao Algarve, que vai ser realizada uma missão empresarial para atrair trabalhadores estrangeiros para o turismo português, que deverá ter lugar no último trimestre do ano.

Inês de Matos

A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, mostra-se confiante quantos aos resultados turísticos e acredita que o país tem “todas as condições para fechar o ano de 2022 com valores de receita turística que ultrapassarão” os de 2019, quando as receitas turísticas somaram 18,7 mil milhões de euros, naquele que foi um ano recorde para a atividade turística nacional.

“Depois de dois anos muitos difíceis para o setor do turismo, temos muito boas expetativas relativamente ao mês de agosto e, portanto, achamos que temos todas as condições para fechar o ano de 2022 com valores de receita turística que ultrapassarão aquelas que obtivemos em 2019”, admitiu a governante em declarações aos jornalistas, durante uma visita ao Algarve, que decorreu esta terça-feira, 2 de agosto.

Rita Marques lembrou que o Banco de Portugal (BdP) reviu, recentemente, em alta as perspetivas para este ano relativamente às receitas turísticas, estimando que, no final de 2022, este indicador fique 4,2% acima do valor apurado em 2019.

Durante a visita, Rita Marques falou também do problema da escassez de recursos humanos que afeta atualmente o setor e, além de admitir que Portugal precisa de 45 a 50 mil trabalhadores para o turismo, revelou que está a ser preparada uma missão empresarial para garantir que o país recebe trabalhadores provenientes dos países de língua portuguesa, que gozam do recentemente aprovado um regime de entrada e permanência no país.

“O objetivo é levar uma comitiva de empresários portugueses que estejam à procura de reforçar os mapas de pessoal, identificando trabalhadores dessas geografias que estejam interessados em vir para Portugal e que os serviços consulares possam depois administrativamente despachar favoravelmente os vistos e possamos trazer connosco os trabalhadores que pretendem ingressar neste setor de atividade”, explicou Rita Marques, revelando que esta missão deverá acontecer no último trimestre do ano.

Para Rita Marques, a nova lei veio introduzir “alterações muitíssimo relevantes e substanciais na emissão de vistos, designadamente no âmbito dos países que ratificaram o acordo da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa]”.

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Governo cria grupo de trabalho para agilizar emissão de vistos

O Turismo de Portugal é um dos organismos que vão estar representados neste novo grupo de trabalho.

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O Governo criou um grupo de trabalho para coordenar e acompanhar a emissão de vistos, com o objetivo de agilizar o procedimento, avança a Lusa, que cita um despacho da Presidência do Conselho de Ministros, publicado esta terça-feira, 2 de agosto, em Diário da República.

No texto do documento, a Presidência do Conselho de Ministros explica que este grupo de trabalho surge pela “necessidade de organização de fluxos regulares, seguros e ordenados de migrações, o combate à migração ilegal e ao tráfico de seres humanos a ela associado, assim como a regulação e agilização de condições para a entrada e permanência de cidadãos em Portugal”.

Este grupo de trabalho tem como objetivo a simplificação dos processos relativos aos pedidos de visto para tornar mais rápida a sua concessão e “acompanhar todo o processo de circuito de vistos”.

Além da simplificação e acompanhamento do processo de emissão de vistos, o grupo de trabalho vai também propor medidas para reforçar os recursos humanos nos postos consulares com mais pedidos de vistos e avaliar “a necessidade de colocação de elementos do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) e IEFP, I. P. (Instituto do Emprego e da Formação Profissional), nos postos mais sujeitos a pressão”.

A missão deste grupo de trabalho, que inclui representantes da Direção-Geral dos Assuntos Consulares, do SEF, do Alto Comissariado para as Migrações, do Turismo de Portugal, do Instituto do Emprego e da Formação Profissional, do Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção, e do Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral, passa por “estabelecer um canal de comunicação permanente entre as entidades, das distintas áreas governativas, envolvidas nos processos de visto”.

Além de representantes dos institutos e organismos referidos, o grupo vai ainda contar com a participação de “um elemento de cada gabinete das referidas áreas governativas”, segundo o texto do documento, que entra em vigor esta quarta-feira, 3 de agosto.

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Julho foi o melhor mês de sempre para o turismo na República Dominicana

A República Dominicana recebeu, em julho, 735.064 turistas estrangeiros, naquele que foi o melhor mês de sempre para o turismo no país e que superou mesmo os números de dezembro de 2021.

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A República Dominicana recebeu, em julho, 735.064 turistas estrangeiros, naquele que foi o melhor mês de sempre para o turismo no país e que superou mesmo os números de dezembro de 2021, que tinha batido todos os recordes.

De acordo com o jornal espanhol Hosteltur, que cita o ministro do Turismo da República Dominicana, David Collado, o número de turistas não residentes no país, em julho, ficou 10% acima de mês homólogo de 2018 e 24% acima de igual mês de 2019, tendo ainda crescido 30% face a julho do ano passado.

Por mercados, os EUA, Canadá, Colômbia, Porto Rico, Espanha, Cuba e Reino Unido foram os principais países de origem dos turistas estrangeiros que visitaram a República Dominicana em julho, cujo impacto económico no país foi de 931 milhões de dólares (909 milhões de euros).

Além dos turistas que chegaram ao país por via áreas, a República Dominicana recebeu ainda 98.389 turistas em navios de cruzeiro e, no acumulado de janeiro a julho, o país contabiliza já 4.182.000 turistas estrangeiros, estando no bom caminho para atingir o marco de sete milhões de turistas previstos pelas autoridades dominicanas para este ano.

 

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