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Pestana quer mais 3 Pousadas de Portugal

Novo plano complementar de expansão apresentado à ENATUR prevê concessão até 2028.

Patricia Afonso
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Pestana quer mais 3 Pousadas de Portugal

Novo plano complementar de expansão apresentado à ENATUR prevê concessão até 2028.

Patricia Afonso
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O Grupo Pestana apresentou um novo plano complementar de expansão das Pousadas de Portugal à Enatur para renovação do contrato de concessão em mais cinco anos, de 2023, término do actual, até 2028.

Luís Castanheira Lopes, presidente das Pousadas de Portugal, explicou aos jornalistas, à margem da inauguração do primeiro pólo da Pousada da Vila de Óbidos, que “no âmbito do contrato que temos com a Enatur, podíamos fazer um plano de expansão complementar. Fizemos, cumprimos e propusemos à Enatur fazer um novo plano de expansão complementar. Estamos a aguardar que nos diga se autoriza ou não. A nossa proposta é ficar até 2028, mas a Enatur ainda não se pronunciou”.

“O contrato neste momento está em 2023. Tínhamos 15 anos de contrato, que terminaria a 31 de Dezembro de 2018, que é o ano em que estamos, mas se fizéssemos um plano de expansão – que fizemos -, teríamos direito a mais cinco anos. Já fizemos e, neste momento, [o contrato] termina a 31 de Dezembro de 2023. Como gostávamos de continuar a fazer Pousadas, estamos a tentar fazer um novo plano articulado com a Enatur, além do [plano de expansão] internacional (ler mais aqui)”, acrescentou Castanheira Lopes, indicando que foi proposto “um segundo plano igual ao que já cumprimos, três Pousadas em Portugal, que ainda não estão projectadas, estão dependestes das condições”, revelou o responsável, indicando, porém, que “está muita coisa pensada e estudada, mas não temos localizações”.

Ainda nível nacional, as obras da Pousada de Vila Real de Santo António – incluída no primeiro plano de expansão – vão ter início nos próximos meses e o estabelecimento deverá abrir portas para o Verão do próximo ano.

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easyJet vai abrir voos para Luxor e Sharm El Sheikh no inverno

Luxor e Sharm El Sheikh, no Egito, assim como Oslo, capital da Noruega, são os novos destinos que a easyJet lançou para o próximo inverno, em voos à partida do Reino Unido.

A easyJet vai abrir duas novas rotas entre o Reino Unido e o Egito, passando a ligar Gatwick a Luxor a partir de 11 de novembro, assim como Liverpool e a estância turística de Sharm El Sheikh, a partir de 14 de fevereiro.

De acordo com a publicação britânica Travel Weekly, ambas as rotas vão contar com dois voos por semana, decorrendo a ligações a Luxor às segundas e quintas-feiras, enquanto os voos desde Liverpool para Sharm El Sheikh são às segundas e sextas-feiras.

Além dos dois novos destinos no Egito, a easyJet anunciou também a abertura de voos entre Manchester e Oslo, capital da Noruega, que arrancam a 15 de novembro, bem como desde Liverpool para Oslo, com início a 29 de novembro.

As novas rotas da easyJet para a capital da Noruega também vão contar com dois voos por semana, com as ligações a decorrerem, em ambos os casos, às segundas e sextas-feiras.

“Estamos muito satisfeitos por lançar ainda mais novas rotas desde aeroportos em todo o Reino Unido para uma fantástica variedade de destinos de lazer, o que significa que estamos agora a oferecer mais de 41 novas rotas, incluindo três novos destinos na nossa rede a partir deste inverno”, afirma Ali Gayward, country manager da easyJet no Reino Unido.

Os novos voos para o inverno estão já a ser comercializados pela easyJet Holidays, o operador turístico que pertence à companhia aérea low cost, que está a oferecer pacotes para Luxor, alguns dos quais com cruzeiro no Nilo incluído, assim como para oferta de city-break em Oslo.

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Saiba quais são os aeroportos mais movimentados do mundo

De acordo com a análise da Airports Council International (ACI) World, o aeroporto mais congestionado do mundo fica em Atlanta, nos EUA, com mais de 104 milhões de passageiros a transitarem pelo mesmo.

Em 2023, a movimentação global de passageiros em todo o mundo ficou perto dos 8,7 mil milhões, correspondendo a uma subida de 30,5% face ao ano de 2022 e uma recuperação para 94,2% relativamente a 2019., “impulsionado por um ressurgimento contínuo do tráfego internacional”, salienta a Airports Council International (ACI) World. “Este segmento foi impulsionado por vários fatores, incluindo os benefícios antecipados da reabertura dos mercados asiáticos e uma inclinação crescente para viajar, apesar das condições macroeconómicas”, refere ainda a ACI World, considerando, contudo, o presidente da entidade, Luis Felipe, que “qualquer que seja a posição que um aeroporto ocupe na classificação, cada um deles é parte integrante das comunidades que serve. Os aeroportos são resilientes, adaptáveis e apoiam o desenvolvimento social e económico”.

O ranking da ACI World analise 2.700 aeroportos em 185 países e territórios e revela que os Top 20 representa 16% do tráfego global (1,41 mil milhões de passageiros), correspondendo a um crescimento de 26,4% face a 2022 e uma recuperação para 96,8% relativamente a 2019.

No topo do ranking da ACI World surge o Hartsfield-Jackson Atlanta International Airport, nos EUA, com mais de 104 milhões de passageiros, seguido do DXB do Dubai com perto de 87 milhões, finalizando o pódio com outro aeroporto dos EUA, neste caso, o Fort Worth de Dallas com 81,8 milhões de passageiros.

De referir que oito dos 20 aeroportos mais movimentados encontram-se nos EUA, embora todos registam quotas significativas de tráfego doméstico (entre 70% e 95%).

A maior subida foi registada pelo Incheon International Airport (Coreia do Sul), tendo passado da 99.ª posição, em 2022, para o 20.º lugar, em 2023.

No que diz respeito ao movimento de aeronaves, 2023 registou perto de 96 milhões, representando um aumento de 12,6% face a 2022 e uma recuperação para 92,8% relativamente a 2019.

Os 20 aeroportos com mais movimentação de aeronaves, representando 11% do tráfego global (10,5 milhões movimentos), registaram uma subida de 12,12% face a 2022, resultando numa recuperação para 95,3% dos níveis pré-pandemia (11 milhões de movimentos).

Neste ranking, a liderança pertence, também ao Hartsfield-Jackson Atlanta International Airport com mais de 775 mil movimentos (em 2019 foram 904 mil movimentos), seguindo-se o aeroporto Chicago O’Hare com pouco mais de 720 mil movimentos, fechando o Fort Worth de Dallas, com 689 mil movimentos, o Top 3.

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Prithvirajsing Roopun, Presidente da República das Ilhas Maurícias

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Ilhas Maurícias querem mais viajantes portugueses e CPLP pode ser uma ponte importante

De visita oficial ao nosso país, o Presidente das Ilhas Maurícias, Prithvirajsing Roopun, aproveitou a ocasião para se encontrar com diversos agentes do setor do turismo português. Numa apresentação do destino, Prithvirajsing Roopun salientou que as Ilhas Maurícias registaram uma recuperação excecional pós-pandemia e espera que Portugal contribua para a consolidação do turismo no país, referindo que “estamos em Portugal não só para falar de negócios, mas também de experiências”.

Com uma população de 1,2 milhões de habitantes, as Ilhas Maurícias receberam, em 2023, 1,3 milhões de viajantes. Viajantes, porque a Autoridade de Promoção Turística da Maurícia (MTPA) pela voz do seu diretor, Arvind Bundhun, bem como pelo Presidente das Ilhas Maurícias, Prithvirajsing Roopun, admitem que “não queremos simplesmente turistas. Queremos viajantes, pessoas que se envolvam com a comunidade e que procuram as experiências que proporcionamos a quem nos visita”.

A convite do Chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa, Prithvirajsing Roopun revelou na apresentação realizada em Lisboa que “tivemos reuniões muito positivas com a AICEP e com representantes do turismo em Portugal e convidámos Portugal a fazer parte do desenvolvimento do turismo nas Ilhas Maurícias”.

“O que já alcançámos ainda é pouco relativamente ao que queremos alcançar enquanto destino turístico, mas a sensação de hospitalidade e bem receber unem-nos e temos de aproveitar esta realidade”, considerou o Presidente das Ilhas Maurícias, assinalando ainda que “isso só se consegue numa situação win-win” e que “através desta visita criámos pontes e fazer crescer esta relação e o turismo é parte fundamental”.

Na apresentação do destino ficou claro que as ilhas Maurícias nunca serão – nem querem – ser um destino de turismo de massas e que tem muito mais para oferecer do que as praias. Para tal, há todo um leque de atividades, experiências e segmentos a explorar que incluem, além da já referida praia, a natureza, casamentos, MICE, cultura, luxo, gastronomia, wellness, golfe e cruzeiros.

Não existindo ligação direta entre Portugal e as Ilhas Maurícias, “algo que gostaríamos que fosse alterado, até pela proximidade com Moçambique e pelo voo direto que a TAP disponibiliza para Maputo”, Arvind Bundhun revelou que “o crescimento de visitantes portugueses tem sido assinalável, passando dos 1.500, em 2019, para 2.500, em 2022, atingindo os 5.000 no ano passado”, admitindo que o objetivo é aumentar este número de forma sustentável.

Arvind Bundhun, Autoridade de Promoção Turística da Maurícia (MTPA)

Atualmente, o diretor da MTPA considera ser “importante haver voos ponto-a-ponto, mas não existindo, temos de encontrar alternativas”, destacando a estratégia de hubs disponibilizada pela Emirates e Turkish Airlines (existindo ainda voos oferecidos pela (Air Mauritius, Kenya Airways ou voos sazonais da NEOS ou Iberojet), admitindo, no entanto, que “a forma mais fácil e rápida de chegas às ilhas é através do aeroporto Charles de Gaulle (Paris, França)”.

Apostando na diversificação, inclusão e autenticidade do destino, Arvind Bundhun assinalou existir “muito potencial nos mercados emissores mais pequenos como Portugal e é nestes que estamos a apostar, com estratégias bem definidas e constantes”.

Mas é de França que a maioria dos viajantes chegam às Ilhas Maurícias, representando, em 2023, cerca de 30% do total, seguida do Reino Unido.

Com uma oferta de 114 hotéis licenciados e não mais de 15.000 camas na hotelaria, número que cresce para 30.000 contabilizados a restante oferta de alojamento, tanto o diretor da Autoridade de Promoção Turística da Maurícia como o Presidente da República salientaram que “temos todo o cuidado com o desenvolvimento e crescimento do turismo”, até porque “não queremos um turismo massificado e já sentimos o impacto das alterações climáticas”.

Com uma estadia média que passou de 9 noites, em 2019, para 13 noites, em 2023, e as receitas a subirem 25% de 2022 para 2023, Arvind Bundhun admitiu que “sabemos bem a importância da sustentabilidade e do impacto que os voos de longo curso têm na pegada climática”.

Por isso, Arvind Bundhun concluiu que, “a nossa meta é chegar aos 2 milhões de viajantes nos próximos 10 anos. Mas também nos perguntamos se realmente queremos atingir esse número sem prejudicar o nosso ecossistema e, fundamentalmente, que habita o nosso território”.

Em cima da mesa, e para concluir, esteve também a adesão das Ilhas Maurícias à Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), que Marcelo Rebelo de Sousa, de resto, defendeu quando se encontrou com o seu homólogo Prithvirajsing Roopun e que, segundo o mesmo, é importante “encorajar os estudantes mauricianos a aprenderem português, com o apoio da CPLP”, já que pode “ajudar as relações com Moçambique”, país lusófono mais próximo das Ilhas Maurícias, e “assim, criar mais uma ponte com Portugal”.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

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Turismo do Centro desvenda cinco singularidades da região com nova campanha

A Turismo do Centro de Portugal apresentou a nova campanha promocional, destacando cinco pilares estratégicos de promoção da região: gastronomia e vinhos, turismo de natureza, turismo espiritual, turismo náutico e turismo industrial.

Victor Jorge

A Turismo do Centro de Portugal (TCP) apresentou esta terça-feira, 16 de julho, a nova campanha promocional composta por cinco filmes que pretendem espelhar, de acordo com Raul Almeida, presidente da região, “a força do turismo da e no Centro de Portugal”.

Depois de avançar com os números referentes aos primeiros cinco meses de 2024, através dos quais o Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou que as dormidas na região aumentaram 5% face a igual período de 2023 e os proveitos totais no alojamento turísticos registam uma subida de 11,7%, Raul Almeida admitiu que “tudo se encaminha para que 2024 seja um ano melhor que 2023, demonstrando que a atividade turística está a criar e a gerar riqueza”.

Nesse sentido e depois do lançamento da campanha “Centro de Portugal: um destino em tanto”, em 2022, e do “Sabia que?” de 2023, a nova campanha pretende ser “nada mais do que desvendar as singularidades de uma região”, revelou Adriana Rodrigues, chefe de Núcleo de Comunicação, Imagem & Relações Públicas da Turismo Centro de Portugal, adiantando ainda que o objetivo passa por, em 2024, “ser a marca do turismo da diversidade em Portugal”.

“São 100 municípios, são centenas de produtos turísticos e havia esta necessidade de mostrarmos uma vantagem diferenciadora relativamente a outros destinos”, salientando ainda que se trata de “um processo de afunilamento daquilo que queremos mostrar na e da Região-Centro do Portugal”.

Sílvia Ribau, chefe de Núcleo de Estruturação, Planeamento e Promoção Turística na Turismo Centro de Portugal, explicou que esta campanha tem por base cinco pilares estratégicos, sendo três deles considerados maduros (Cultura, História, Património, Gastronomia e Vinhos; Natureza, Wellness, Ativo e Desportivo e Mar; Turismo Espiritual e Religioso) e dois deles novos produtos (Estações Náuticas; Turismo Industrial).

“Não há aqui uma rutura, mas é importante destacar aquelas particularidades e vicissitudes que fazem do Centro de Portugal um destino diferenciador, de dar dimensão à marca Portugal”. Reconhecendo que, tal como as outras regiões, “competimos no e pelo mercado interno”, o objetivo passa por “continuar este caminho de explorar estas singularidades da região Centro de Portugal e que podem despoletar aquela vontade nos portugueses de vir conhecer, de saber mais, de experienciar e viver o Centro de Portugal”.

Assim, decorrente do conceito dos spots do ano passado, foram criados cinco novos filmes de 20 segundos alusivos aos tais cinco produtos turísticos, lembrando Sílvia Ribau de que a região possui 11 Estações Náuticas certificadas, desde lagoas, albufeiras a praias oceânicas, fazendo ainda referência a um produto emergente: turismo industrial.

Presente na apresentação da nova campanha da Turismo do Centro, Lídia Monteiro, vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal (TdP), salientou que “quando um destino tem uma identidade forte e tem uma oferta cultural dinâmica, que baseia a sua oferta turística naquilo que tem a ver com o território, com as suas gentes, com as pessoas, com a natureza, são destinos mais competitivos, são aqueles que têm capacidade de atrair viajantes com maior respeito pelo território, maior respeito por quem lá vive. E isso é o Centro de Portugal e é isso que é mostrado exatamente com esta campanha”.

Numa segunda nota, a responsável do TdP salientou o turismo interno e o facto desta campanha “estar dirigida aos portugueses e para que os portugueses conheçam mais e melhor o seu país, que possam usufruir Portugal de norte a sul, neste caso, do litoral ao interior, 365 dias por ano”.

Por último, Lídia Monteiro destacou ainda a “coerência da mensagem”, referindo que, embora as campanhas sejam distintas “há uma coerência na evolução das campanhas que a Turismo do Centro tem vindo”.

Na apresentação da nova campanha da Turismo do Centro, foi também divulgado um novo filme promocional do projeto Landscape Together, decorrente da iniciativa Experimenta Paisagem, da autoria do ateliê de arquitetura MAG, em estreita parceria com a Turismo Centro de Portugal, entre outros parceiros, e que tem como âmbito a criação de um museu a céu aberto nas paisagens do interior do Centro de Portugal.

Produzido e realizado pela Slideshow, o filme dá a conhecer as obras de arte já implementadas pelo projeto: “Menina dos Medos”, “Farol dos Ventos” e “Magma Cellar” (Proença-a-Nova), “Véu” (Sertã) e “Moongate” (Oleiros).

“Estas obras refletem e materializam a essência dos lugares onde estão instaladas, considerando Teresa castro, do ateliê MAG, que desta forma o projeto Landscape Together valoriza o território”.

Pode ver aqui os filmes apresentados pela Turismo do Centro de Portugal, produzidos pela Lobby Films and Advertising e realizados por Telmo Martins.

Centro de Portugal, desportos náuticos aqui tão perto

Centro de Portugal, património industrial aqui tão perto

Centro de Portugal, a natureza aqui tão perto

Centro de Portugal, a fé e a espiritualidade aqui tão perto

Centro de Portugal, a gastronomia aqui tão perto

Museu “Experimenta Paisagem” I Projeto “Landscape Together”

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Euroconsumers pede a companhias aéreas que reembolsem taxas de bagagem de mão indevidamente cobradas

A Euroconsumers lançou a campanha #NotWithoutMyHandLuggage, no âmbito da qual está a pedir às companhias aéreas Ryanair, easyJet, Wizzair, Vueling e Volotea que reembolsem as taxas de bagagem de mão indevidamente cobradas aos passageiros.

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A Euroconsumers lançou a campanha #NotWithoutMyHandLuggage, no âmbito da qual está a pedir às companhias aéreas Ryanair, easyJet, Wizzair, Vueling e Volotea que reembolsem as taxas de bagagem de mão indevidamente cobradas aos passageiros.

Num comunicado enviado à imprensa, a Euroconsumers, organização europeia de defesa do consumidor que congrega organizações de vários países, incluindo a portuguesa DECO PROteste, explica que está a pedir a devolução de valores cobrados indevidamente pela bagagem de mão na sequência da “decisão da autoridade espanhola para a defesa do consumidor de aplicar coimas a várias companhias aéreas por imporem aos passageiros taxas adicionais indevidas relativas a bagagem de mão”.

Segundo a organização, “o tempo em que se podia entrar facilmente com um trolley no avião parece ter acabado”, o que se deve ao facto de, nos últimos anos, cada vez mais companhias aéreas terem introduzido “taxas adicionais pela bagagem de mão, mesmo que de tamanho razoável”.

“Esta situação é problemática, antes de mais, porque impede os consumidores de compararem facilmente os preços reais. A legislação europeia é clara nesta matéria: o preço final a pagar pelos serviços aéreos deve incluir todas as taxas aplicáveis desde a primeira apresentação”, explica a Euroconsumers.

A organização europeia de defesa do consumidor diz ainda que o Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias esclareceu que a bagagem de mão deve ser considerada “um elemento necessário do transporte de passageiros e não deve ser objeto de taxas adicionais se respeitar os requisitos razoáveis de peso e dimensões”.

Apesar dos esclarecimentos e da prática já ter sido considerada ilegal pelas autoridades espanholas, denuncia a Euroconsumers, “várias companhias aéreas continuaram a impor taxas variáveis sobre a bagagem de mão com base na procura, na rota e nas datas da viagem, com custos que variam entre seis e 75 euros”.

Por isso, a Euroconsumers resolveu pedir às companhias aéreas Ryanair, easyJet, Wizzair, Vueling e Volotea a devolução do dinheiro para todos os consumidores afetados, assim como a possibilidade dos passageiros viajarem com bagagem de mão de tamanho razoável sem custos adicionais.

“Em caso de incumprimento, a Euroconsumers não terá outra alternativa senão intentar uma ação judicial para proteger os direitos e interesses dos consumidores. Nesse sentido, as organizações do Grupo estão a pedir aos consumidores que guardem os recibos das suas bagagens de mão”, refere ainda a organização europeia.

Para Els Bruggeman, Head of Policy and Enforcement da Euroconsumers, a estratégia das companhias aéreas “em relação aos consumidores é claramente injusta e ilegal”, com o responsável a considerar que já é “mais do que tempo de os consumidores recuperarem todas as taxas cobradas indevidamente pela bagagem de mão e a Euroconsumers estará presente para garantir que assim seja”.

 

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Portugueses apoiam voos exclusivamente para adultos

Segundo um recente estudo da eDreams sobre as atitudes e preferências dos viajantes nos voos, 45% dos portugueses estão inclinados ou muito inclinados a apoiar voos exclusivamente para adultos, em comparação com 31% que não apoia essa ideia.

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Os portugueses mostram-se inclinados ou muito inclinados a apoiar voos exclusivamente para adultos, apurou um recente estudo da eDreams sobre as principais atitudes e preferências dos viajantes portugueses nos voos.

“Os resultados mostram que 45% dos portugueses estão inclinados ou muito inclinados a apoiar voos exclusivamente para adultos, em comparação com 31% que não apoia essa ideia. Outros 22% disseram ser neutros quanto a este tópico”, revela a eDreams, num comunicado divulgado esta terça-feira, 16 de julho.

O apoio aos voos exclusivamente para adultos torna-se mais forte quanto mais jovens são os portugueses inquiridos, uma vez que, segundo este estudo, “as faixas etárias mais jovens são quem mais apoia os voos exclusivos para adultos”, com 31% dos jovens entre os 18 e os 24 anos de idade a apoiarem esta ideia, numa percentagem que desce para 25% na faixa etária entre os 25 e os 34 anos de idade, enquanto os inquiridos acima dos 65 anos de idade “não demonstram qualquer interesse neste tipo de voos”.

“Ainda neste ponto, os dados globais revelam que a maioria dos inquiridos seria mais a favor de voos exclusivos para adultos do que os portugueses (51%), e apenas 23% seria contra eles”, acrescenta a informação divulgada pela eDreams.

O estudo procurou também apurar quais os comportamentos a bordo dos aviões que mais irritam os viajantes nacionais, concluindo que “a maioria dos portugueses irrita-se com pessoas que reclinam a cadeira para trás (57%), e também com a necessidade de se levantarem para deixar o vizinho do lado passar (54%)”. Os portugueses parecem não gostar ainda de passageiros que se levantam assim que o avião aterra (32%) e daqueles que metem constantemente conversa (27%).

Segundo a eDreams, os portugueses são “a nacionalidade que mais se irrita por ter de se levantar para deixar o vizinho do lado passar”.

O estudo debruçou-se ainda sobre as reações dos viajantes relativamente à utilização de aparelhos eletrónicos durante a descolagem e aterragem, apurando que, alguns passageiros “sentem necessidade de avisar a tripulação para intervir (18%) ou chegam mesmo a entrar em pânico internamente por pensarem que o avião vai ter um problema (15%)”.

“De forma interessante, a faixa etária mais jovem (18-24 anos) é a que sente mais medo e ansiedade quando outros utilizam aparelho eletrónicos nos voos (24%); e este sentimento é também bastante mais forte nas mulheres (21%) do que nos homens (7%)”, apurou ainda o estudo da eDreams.

No entanto, quase metade dos portugueses (49%) diz sentir-se indiferente quanto à utilização de aparelhos eletrónicos, num opinião partilhada por grande parte dos viajantes a nível global, já que 44% dos viajantes manifesta “tolerância em relação a esta prática, o que revela uma atitude contrastante no que diz respeito às práticas de segurança recomendadas pela generalidade das companhias aéreas”.

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Proveitos no alojamento turístico ultrapassam os 2MM€ até maio

A subida em 9,4% nos hóspedes e 7,5% nas dormidas, face a maio de 2023, fazem com que os proveitos totais ascendam a mais de 660 milhões de euros. No acumulado do ano, o valor já ultrapassou os 2 mil milhões de euros.

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Em maio de 2024, o setor do alojamento turístico registou 3,1 milhões de hóspedes e 7,7 milhões de dormidas, correspondendo a subidas de 9,4% e 7,5%, respetivamente, face a igual mês de 2023. Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), os proveitos totais ascenderam a 660,8 milhões de euros, equivalendo a uma subida de 15,5% em comparação com o quinto mês do ano passado, enquanto os proveitos referentes aos apostos totalizaram 505,9 milhões de euros de proveitos, uma subida igual aos proveitos totais.

No acumulado do ano 2024 – de janeiro a maio -, as dormidas registaram um crescimento de 4,4%, atingindo 27,7 milhões, dando origem a aumentos de 12,2% nos proveitos totais e de 11,9% nos de aposento. Este aumento deveu-se, principalmente, às dormidas de não residentes, que cresceram 5,9%, enquanto as de residentes registaram um crescimento mais modesto (+0,9%).

Assim, os proveitos totais no alojamento turístico em Portugal atingiram, no acumulado do ano, 2.080 milhões de euros, uma subida de 12,2% face a igual período de 2023, sendo que nos proveitos nos aposentos, a subida de 11,9% em comparação com os primeiros cinco meses do ano passado, permitiu chegar-se aos 1.560 milhões de euros.

Considerando a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude), registaram-se 3,3 milhões de hóspedes e 8,3 milhões de dormidas em maio, refletindo crescimentos de 9,2% e 7,5%, respetivamente. As dormidas de residentes aumentaram 7,9% e as de não residentes cresceram 7,4%.

Dos mais de 2 milhões de hóspedes não residentes, em maio de 2024, a liderança pertence ao Reino Unido com pouco mais de 277 mil, seguido pelos EUA com mais de 263,6 mil, aparecendo a Alemanha a fechar o pódio com 199,3 mil. No acumulado do ano – janeiro a maio de 2024 -, a liderança pertence, igualmente ao Reino Unido (874 mil hóspedes), seguido pelo EUA (779 mil) e Espanha (778 mil).

Já nas dormidas dos não residentes, o Reino Unido mantém a liderança com 1,1 milhões, seguido pela Alemanha (680 mil) e EUA (585 mil). Nas contas acumuladas dos primeiros cinco meses do ano, destaque para o Reino Unido, único mercado a ultrapassar as 3,5 milhões de dormidas, enquanto o segundo lugar pertence à Alemanha com 2,4 milhões de dormidas, seguida pelos EUA com 1,75 milhões.

Lisboa puxa pelo turismo
A Grande Lisboa continuou a ser a região que mais contribuiu para a globalidade dos proveitos, com 33% dos proveitos totais e 35,2% dos proveitos de aposento, seguida do Algarve (23,6% e 21,7%, respetivamente) e do Norte (16,9% e 17,5%, pela mesma ordem).

Todas as regiões registaram crescimentos nos proveitos, com os maiores aumentos a ocorrerem nos Açores (+26,3% nos proveitos totais e +28,5% nos de aposento), na Península de Setúbal (+23,8% e +25,5%, respetivamente), no Alentejo (+21,9% e +21,3%, pela mesma ordem) e na Madeira (+20,7% e +22,5%, respetivamente).

Em maio, o crescimento dos proveitos acelerou nos três segmentos de alojamento. Na hotelaria, os proveitos totais e de aposento (pesos de 86,7% e 85% no total do alojamento turístico, respetivamente) aumentaram ambos 14,4%.

Nos estabelecimentos de alojamento local, registaram-se aumentos de 22,5% nos proveitos totais e 21,8% nos proveitos de aposento (quotas de 9,6% e 11,4%, respetivamente).

No turismo no espaço rural e de habitação (representatividade de 3,7% nos proveitos totais e de aposento), os aumentos foram de 23,2% e 22,7%, respetivamente.

Do total de 7,7 milhões de dormidas (+7,5%) nos estabelecimentos de alojamento turístico, 61,4% concentraram-se nos 10 municípios com maior número de dormidas em maio.

O município de Lisboa concentrou 19,8% do total de dormidas, atingindo 1,5 milhões (+5,4%, após +0,9% em abril). As dormidas de residentes decresceram ligeiramente (-0,2%), tendo as dormidas de não residentes apresentado um aumento de 6,3%. Este município concentrou 22,9% do total de dormidas de não residentes em maio.

Albufeira foi o segundo município em que se registaram mais dormidas (819,4 mil dormidas, peso de 10,7%), voltando a registar um aumento (+3,3%), após o decréscimo de 13,4% no mês anterior. As dormidas de residentes tiveram o crescimento mais expressivo (+14,3%) entre os principais municípios, enquanto as de não residentes registaram um acréscimo mais modesto (+1,8%).

No Porto, as dormidas totalizaram 616,1 mil (8% do total), tendo-se observado um crescimento de 7,8% (-0,5% em abril), com o contributo das dormidas de não residentes (+9,2%), dado que as de residentes decresceram 0,5%.

O Funchal (561,8 mil dormidas, peso de 7,3%) apresentou um crescimento de 5% (+0,6% em abril), para o qual contribuíram as dormidas de não residentes (+6,7%), tendo em conta que as dormidas de residentes diminuíram 6,3%.

Em resumo, em todos os 10 municípios com maior número de dormidas em maio, as dormidas de não residentes superaram as dos residentes.

Entre os 10 principais municípios, Ponta Delgada continuou a destacar-se com o maior crescimento (+18,3%), para o qual contribuíram as evoluções positivas das dormidas de residentes (+6,8%) e, sobretudo, as de não residentes (+25%).

Face aos crescimentos das dormidas registados em Portugal, em maio de 2024 destacaram-se, entre os principais, os municípios de Ponta Delgada, Portimão e Porto, em termos de dormidas de não residentes. Por sua vez, Albufeira, Loulé e Cascais foram os que se mais se distanciaram positivamente da média nacional em termos de crescimento das dormidas de residentes.

ADR com novos máximos históricos na Grande Lisboa e no Norte
No conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) atingiu 78,3 euros em maio, registando um aumento de 12% (-0,5% em abril).

O valor de RevPAR mais elevado foi registado na Grande Lisboa (138,1 euros), tendo atingido um novo máximo histórico nesta região. Seguiu-se a Madeira com 92,5 euros. Os maiores crescimentos ocorreram na Península de Setúbal (+22%) e nos Açores (+20,2%), enquanto os menos expressivos se verificaram no Centro (+3,4%), na Grande Lisboa (+10%) e no Norte (+10,1%).

Em maio, este indicador cresceu 13% na hotelaria (+0,6% em abril). No alojamento local e no turismo no espaço rural e de habitação, registaram-se crescimentos de, respetivamente, 10,9% e 14,1% (-4,2% e -2,6%, em abril, pela mesma ordem).

No conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 123 euros (+9,4%, após +4,1% em abril).

A Grande Lisboa destacou-se com o valor mais elevado de ADR (171,4 euros), seguida do Norte (118,8 euros), tendo sido atingidos novos máximos históricos em ambas as regiões. Este indicador registou crescimento em todas as regiões, com os maiores aumentos a ocorrerem na Madeira (+18,4%), na Península de Setúbal (+14,2%) e na Grande Lisboa (+11,2%).

Em maio, o ADR cresceu em todos os segmentos, +9,5% na hotelaria (+3,9% em abril), +9,6% no alojamento local (+3,5% em abril) e +8,5% no turismo no espaço rural e de habitação (+11,8% em abril).

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Aeroportos nacionais mantiveram tendência de crescimento em maio

Os aeroportos nacionais receberam, em maio, 6,5 milhões de passageiros e 22,3 mil aeronaves, números que traduziram aumentos de +6,3% e +2,8%, respetivamente, e que mantiveram a tendência de crescimento que se vinha a verificar desde o início do ano, segundo o INE.

Inês de Matos

Os aeroportos nacionais receberam, em maio, 6,5 milhões de passageiros e 22,3 mil aeronaves em voos comerciais, números que traduziram aumentos de +6,3% e +2,8%, respetivamente, e que mantiveram a tendência de crescimento que se vinha a verificar desde o início do ano, indicam os dados divulgados esta segunda-feira, 15 de julho, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

“No início de 2024 continuaram a verificar-se máximos históricos nos valores mensais de passageiros nos aeroportos nacionais. Em maio de 2024, registou-se o desembarque médio diário de 106,4 mil passageiros, valor superior em 6,2% ao registado em maio de 2023 (100,2 mil)”, lê-se no comunicado divulgado pelo INE.

Entre os passageiros desembarcados nos aeroportos nacionais, 82,4% corresponderam a tráfego internacional, num total de 2,7 milhões de passageiros, o que indica um aumento de 6,3%, sendo a maioria destes passageiros proveniente do continente europeu (69,9%), numa subida de 5,3% face a maio de 2023.

O INE diz ainda que “o continente americano foi a segunda principal origem” dos passageiros internacionais desembarcados em Portugal em maio, concentrando 8,8% do total de passageiros desembarcados (+9,7%).

No que diz respeito aos passageiros embarcados, 82,0% corresponderam a tráfego internacional, num de 2,6 milhões de passageiros e com um aumento de 6,7%, sendo que, destes passageiros, 70,4% tinham como principal destino aeroportos no
continente europeu, o que evidencia um crescimento de 5,4% face a maio de 2023.

Tal como nos passageiros desembarcados, acrescenta o INE, também nos embarcados “os aeroportos no continente americano foram o segundo principal destino”, correspondendo a 8,1% do total e com um crescimento de 13,9%.

Passageiros crescem 5,1% desde o início do ano

Os dados do INE mostram também que, desde o início do ano, o número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais tem continuado a crescer e subiu já 5,1% face ao mesmo período de 2023, somando 26,174 milhões, com destaque para o aeroporto de Lisboa.

Segundo o INE, o aeroporto de Lisboa movimentou 52,0% do total de passageiros nos primeiros cinco meses do ano, o que representa 13,6 milhões de passageiros e traduz uma subida de 5,6% comparativamente ao mesmo período de 2023.

Já o aeroporto do Porto concentrou 22,8% do total de passageiros movimentados, cerca de seis milhões de passageiros, o que representa um crescimento de 5,6% face ao mesmo período do ano passado, enquanto o aeroporto de Faro registou ainda um aumento de 2,6% no movimento de passageiros, totalizando 3,2 milhões.

Por nacionalidades de passageiros, o INE destaca o Reino Unido, que foi o “principal país de origem e de destino dos voos”, considerando o volume de passageiros desembarcados e embarcados em voos internacionais nos primeiros cinco meses de 2024.

Segundo o INE, o mercado britânico apresentou um crescimento de 2,4% no número de passageiros desembarcados e de 2,8% nos passageiros embarcados, face aos cinco primeiros meses de 2023.

Em sentido contrário, acrescenta o INE, esteve a França, que registou decréscimos no número de passageiros desembarcados (-2,1%) e embarcados (-2,4%), ocupando a segunda posição deste ranking, no qual se seguem a Espanha, a Alemanha e a Itália.

 

 

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FITUR Sports quer definir o futuro do turismo desportivo

De 22 a 26 de janeiro na IFEMA MADRID, a FITUR 2025 acolhe a terceira edição da sua seção de turismo desportivo. As áreas principais serão o desporto ao ar livre, o desporto de competição e os eventos desportivos e as viagens de negócios desportivas.

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A FITUR anuncia a terceira edição consecutiva da FITUR Sports após entrada na agenda de eventos essenciais para os profissionais do turismo desportivo. Organizada pela IFEMA MADRID e SPAIN IS SPORT – AFYDAD, a Associação Espanhola de Fabricantes e Distribuidores de Artigos Desportivos, a seção aproveitará as sinergias da Feira Internacional de Turismo de 22 a 26 de janeiro de 2025.

Após as duas primeiras edições, esta é uma das áreas da FITUR que se consolidou como um evento especializado de referência nacional e internacional, consolidando a ligação entre o turismo e o desporto como um motor fundamental do desenvolvimento socioeconómico.

A FITUR Sports tem como objetivo “promover o intercâmbio de conhecimentos através de um programa de conferências e gerar oportunidades de negócio”, refere a organização da feira. Para tal, foram definidas três áreas-chave em torno das quais girarão os conteúdos: Desporto Outdoor, Desporto de Competição e Desporto Eventos e Viagens de Negócios Desportivas.

Além disso, a FITUR Sports conseguiu envolver os principais atores públicos e privados, incluindo o Conselho Superior de Desportos (Conselho Superior de Desportos), Turespaña, UNWTO, CEOE, ADESP, bem como as diferentes federações e associações profissionais ligadas ao desporto e ao turismo, além dos principais patrocinadores.

De referir que a FITUR Sports 2024 estendeu-se pelos cinco dias da feira, com três dias profissionais com 30 sessões, 100 oradores e mais de 20 horas de conteúdos, com mais de mil visitantes por dia, além da área de exposição e a área de networking localizada num campo de padel. Para além disso, a transmissão streaming online atingiu mais de 8.000 visualizações durante os três dias, “o que demonstra o elevado interesse gerado pelo programa”, conclui a organização da feira de Madrid.

Entre o programa já definido contam-se as seguintes sessões:

Quarta-feira 22 de janeiro: Desporto e turismo ativo ao ar livre. Dinâmicas emergentes, gestão de destinos, desenvolvimento de produtos e experiências, sustentabilidade, marketing e comercialização.

Quinta-feira 23 de janeiro: Desporto profissional e de competição. Neste segundo dia, especialistas na matéria abordarão os desportos de equipa, os campos de treino, os torneios, campeonatos, golfe, as necessidades do atleta de elite, viagens de equipas de competição, viagens médicas e tendências em resorts e equipamentos de turismo desportivo.

Sexta-feira 24 de janeiro: Estratégias, impacto e legado dos eventos desportivos. O último dia profissional será encerrado com a abordagem de temas como os eventos desportivos e grandes eventos participativos, bilhética e experiências de hospitalidade, VIP, Sports Marketing Travel e MICE & Sports (viagens de negócios no setor desportivas), bem como as sinergias a explorar entre as marcas, o retalho e o turismo desportivo.

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A celebrar 18 anos Airmet acredita que “a nossa função ainda é insubstituível”

A celebrar 18 anos de existência em Portugal, a Airmet acredita que “a nossa função ainda é insubstituível, ou seja, acredito que este negócio continua a ter bastante futuro, e somos o parceiro ideal para qualquer agência de viagens, independentemente da sua dimensão”, afirmou Luís Henriques, diretor geral da rede de gestão, em declarações ao Publituris.

Dirigindo-se aos agentes de viagens, Luís Henriques apela, no momento em que a Airmet celebra o seu 18º aniversário, a “continuarem a acreditar e a apostar em nós, que não se vão arrepender e que garantidamente ainda vamos continuar a crescer cada vez mais juntos”.

Paralelamente ao jantar de aniversário, esta sexta-feira, em Lisboa, após a realização do evento também no Porto, a semana passada, o diretor geral da rede de gestão fez, em declarações ao Publituris, um balanço destas quase duas décadas de existência da Airmet. “Alguns agentes de viagens têm-nos acompanhado desde o primeiro dia. Foram as duas décadas mais importantes para o setor em que há uma democratização do próprio turismo, em que viajar é visto não como um luxo, mas como uma necessidade, há cada vez mais pessoas a viajar”, apontou, para avançar que, em 20 anos “muita coisa mudou e este mercado é entusiasmante e tem sido anos muitos bons”. Luís Henriques continua a achar que “os grupos de gestão têm um espaço muito importante neste setor, que a nossa função ainda é insubstituível, ou seja, acredito que este negócio continua a ter bastante futuro, e somos o parceiro ideia para qualquer agência de viagens, independentemente da sua dimensão”.

No que diz respeito a novidades, o diretor geral da Airmet destacou que “já comunicámos à rede e vamos lançar, durante o próximo mês de agosto, uma nova ferramenta com um operador de hotéis, temos outras ideias até ao final do ano, a nossa convenção vai ser em novembro, onde haverá também novidades ao nível da tecnologia e da contratação”.

Referiu que “continuamos a seguir este caminho que achamos que é o mais correto para a contratação, e os resultados desta nossa estratégia, que já dura há três anos, tem-se verificado no dia a dia, realmente as nossas agências de viagens têm hoje um negócio que lhes permite ser cada vez mais rentável devido ao direcionamento de vendas, diria que somos um grupo de gestão muito nervoso, estamos sempre a tentar inovar”. Assim, “acho que é isso que a Airmet, ao longo destes 18 anos, sempre conseguiu ser: inovar e trazer os maiores benefícios possíveis aos seus associados”.

Em 18 anos de existência, o objetivo da Airmet é ser líder no que diz respeito às redes de gestão das agências de viagens em Portugal. Luís Henriques diz que “estamos a caminhar para isso”, embora acredite que existem várias formas de medir isso, “umas mais subjetivas, como a qualidade de atendimento, os serviços que prestamos, as ferramentas que garantimos às nossas agências de viagens, o apoio e o acompanhamento, fatores que não serão facilmente mensuráveis. Nessas acredito que somos líderes e estamos muito bem representados”.

No entanto, realça que “a única forma que é verdadeiramente tangível e que não nos rentam dúvidas, tem a ver com o número de balcões, e para nós seria interessante ser líder neste indicador”, defendendo que “temos tido um crescimento nos últimos anos, sabemos que a nossa concorrência é muito competente, tem sido muito difícil, mas claro que lutamos todos os dias para atingir esse objetivo”.

Em relação ao indicador do volume de negócios, o responsável refere que “as vendas das agências a nível individual são muito dificilmente medíveis, ou seja, não conseguimos uma perceção do volume total de faturação da nossa rede e o mesmo acontece com as outras redes, por isso, é fácil dizer se o líder é a A ou a B neste caso, a acrescentar que nos grupos de gestão de agências de viagens há diferenças uns dos outros, por exemplo, em termos de clientes, uns estão vocacionados para o corporate, e nós para o lazer puro”, evidenciou.

A assinalar o 18º aniversário, em pleno verão, Luís Henriques realçou ao Publituris que “sentimos que é o melhor ano de sempre e o mercado tem vindo a bater recordes. Acreditamos que 2024 será ainda melhor do que o 2023, é certo que há mais oferta em relação ao ano passado e pode dar a ideia de que as vendas não estão tão boas, mas acredito que nunca houve tanta gente a viajar como há hoje em dia”.

Considera que é um ano sui generis, porque desde novembro até abril houve uma antecipação de vendas enorme como nunca se viu neste mercado. No entanto, “maio e junho foram meses um pouco mais fracos, mas a verdade é que julho tem correspondido às últimas horas e tem-se verificado algum entusiasmo”, acentuando que “vivemos os últimos dois meses nalguma ressaca, mas quem está no dia a dia nas lojas sente o oposto, sente que o ano está a ser muito bom e que se começou a compor muito cedo, o que é muito bom porque esta tendência de antecipação só foi travada pela Covid”.

O diretor geral da Airmet é da opinião que, “quanto mais cedo os operadores colocarem os produtos no mercado melhor será para as agências de viagens”, para concluir que “todo o mercado vive momentos bons. Têm sido anos bons, depois de uma pandemia que foi assustadora, por isso estamos cada vez mais esperançosos e entusiasmados com o futuro”.

 

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