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Nortravel lança nova funcionalidade online para agentes de viagens

Operador turístico passa a permitir que os dados e informações dos passageiros sejam editados após a realização de uma reserva.

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Operador turístico passa a permitir que os dados e informações dos passageiros sejam editados após a realização de uma reserva.

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O operador turístico Nortravel lançou uma nova funcionalidade no seu website para agentes de viagens, permitindo que os dados e informações dos passageiros sejam editados após a realização de uma reserva.

Segundo nota do operador turístico à imprensa, “esta funcionalidade já está activa, e os agentes de viagens com reservas efectuadas já têm a possibilidade de, após ter efectuado uma reserva, acrescentar dados nos campos que não tenham sido preenchidos na altura da própria reserva”.

A nova funcionalidade está disponível no Menu das Agências, após a realização de login, e, segundo o operador, tem a vantagem de permitir que os agentes de viagens “possam avançar com a reserva online sem todos dados”.

“O objectivo pretendido é que as Agências de Viagens não coloquem dados fictícios para avançar com a reserva pois, com a nova funcionalidade, poderão inserir os dados reais assim que os tenham, directamente através no site”, acrescenta a Nortravel.

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Destinos

Site do turismo de Setúbal renovado

O portal de turismo de Setúbal, visitsetubal.com, apresenta-se ao público a partir desta quarta-feira, totalmente renovado, com uma nova reformulação gráfica e proporcionando uma experiência de navegação mais intuitiva e funcional.

Sob o lema “Setúbal é um Mundo”, o renovado site turístico do concelho assume-se como uma plataforma moderna e completa, que permite desvendar uma parte do muito que há para descobrir no.

Assim, o portal de turismo de Setúbal, visitsetubal.com, apresenta-se ao público a partir desta quarta-feira, totalmente renovado, com uma nova reformulação gráfica e proporcionando uma experiência de navegação mais intuitiva e funcional a quem procura visitar o concelho, e oferece maior facilidade na consulta de sugestões de atividades, por exemplo, por áreas temáticas como Aventura, Cultura, Sabores, Natureza, Azeitão e Região.

O portal faculta, igualmente, propostas de roteiros, restauração e hotelaria, com uma secção dedicada especialmente à divulgação dos vários eventos culturais, turísticos e de lazer que preenchem a realidade do dia a dia do concelho.

O portal visitsetubal.com, disponível também em inglês, francês e castelhano, facilita a interação dos visitantes do site através de formulários próprios e dedica uma secção ao turismo inclusivo no concelho, onde é possível descarregar o Guia de Turismo Acessível.

 

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Destinos

Turismo religioso volta, presencialmente, a Fátima em março

Depois do formato exclusivamente online em 2021, a ACISO volta a organizar ‘Workshop Internacional’ onde se debaterá importância do turismo religioso, no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima, nos dias 10 a 12 de março.

A importância do turismo religioso vai voltar a ser debatida de forma presencial em Fátima, no mês de março, com a realização do X Workshop Internacional, organizado pela Associação Empresarial Ourém-Fátima (ACISO).

O certame, apontado como um dos mais relevantes encontros mundiais de profissionais de turismo religioso, teve em 2021 uma edição apenas no formato ‘online’, devido às contingências decorrentes da pandemia de covid-19.

Este ano, nos dias 10 e 11 de março, no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima, os empresários do setor vão poder reunir-se de forma presencial, estando também prevista a participação virtual para os que não possam estar presentes na Cova da Iria. No dia 12, os contactos serão apenas ‘online’.

Dirigidos particularmente aos operadores turísticos nacionais, agentes de viagem e hoteleiros, os trabalhos contarão também com a participação de operadores de “mercados consolidados e emergentes”, adianta a organização.

A promoção de uma bolsa de contactos de negócio, a promoção internacional de Portugal enquanto destino privilegiado de turismo religioso e o reforço da importância do turismo religioso no contexto do setor turístico mundial são os principais objetivos do ‘workshop’.

“Com a secularização das nossas sociedades, a peregrinação como prática religiosa foi reconfigurando o seu papel e o turismo religioso, agora num conceito mais alargado, foi crescendo, dando lugar a um segmento de mercado cada vez mais exigente. A vertente espiritual na procura do encontro consigo próprio é, cada vez mais, motivação de crentes e não crentes que buscam um certo recolhimento”, explicou a organização, acrescentando que “os turistas religiosos querem beber da história e simbologia que os destinos carregam”.

Para os promotores do evento, “Portugal é um roteiro de templos, cultos e festas religiosas e tem em Fátima o principal local de culto Mariano de todo o mundo”.

A ACISO conta na organização com a colaboração da Câmaras Municipais de Ourém e da Guarda e do Santuário de Fátima.

Em paralelo ao programa principal, terão lugar ‘workshops’ sobre a “Herança Judaica”, na Guarda, e “Experiências turísticas em Fátima e na Região”.

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Transportes

Movimento de passageiros no aeroporto de Munique aumenta 12% em 2021

Depois dos números de 2021, os responsáveis pelo aeroporto de Munique (Alemanha) admitem um ano de 2022 melhor, até porque “as pessoas querem viajar novamente”.

O número de passageiros no aeroporto de Munique, em 2021, aumentou mais de 12% para cerca de 12,5 milhões, em comparação com o ano de 2020, indicado a administração da infraestrutura que, só no segundo trimestre do ano passado, movimentaram-se 10,3 milhões de pessoas. Em termos de valor global, o aumento foi de 1,4 milhões de passageiros face a 2020.

No que toca ao movimento de aeronaves, a administração do aeroporto de Munique revela que aumentou 4% em descolagens e aterragens face a 2020.

“Os números de tráfego de 2021 para o aeroporto de Munique são ainda fortemente marcados pelos efeitos da pandemia de COVID-19”. Em comunicado, a administração refere que, “se o aumento face a 2020 foi superior a 12% e 1,4 milhão, esse volume de passageiros representa apenas um pouco mais de um quarto dos resultados recordes do aeroporto para 2019 antes da pandemia”.

Certo é que os responsáveis pelo aeroporto notam “uma tendência positiva no tráfego ao longo de 2021”. A procura foi significativamente mais alta no segundo semestre, à medida que se deu a eliminação de muitas restrições às viagens internacionais. “Enquanto apenas 2,2 milhões de passageiros foram contados no aeroporto de Munique nos primeiros seis meses, o segundo semestre do ano registou um tráfego de 10,3 milhões de viajantes. Somente em outubro de 2021, mês de maior tráfego, o aeroporto registou o mesmo número de passageiros de todo o primeiro semestre do ano”, salientam os responsáveis do aeroporto.

Jost Lammers, CEO do aeroporto de Munique, admite que, assim que a situação da pandemia permitir, “as pessoas querem viajar novamente”. Lammers diz ainda que. “mesmo que as próximas semanas ainda sejam desafiadoras, considerando o impacto antecipado da variante Ómicron, vemos excelentes perspetivas para outro aumento considerável nos voos e na procura de passageiros na programação de voos do verão”.

Uma indicação da rapidez com que o tráfego aéreo pode recuperar, após a eliminação das restrições de viagem, também pode ser vista comparando os resultados de dezembro de 2020 e 2021: enquanto apenas 245.000 passageiros foram contados em Munique em dezembro de 2020, esse número já era mais de seis vezes maior em 1,5 milhão de passageiros um ano depois. Um total de aproximadamente 153.000 decolagens e aterragens ocorreram em 2021. Isso representa um aumento de 6.000 movimentos de aeronaves em mais de 4% em relação ao ano anterior.

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Transportes

Companhias aéreas norte-americanas acusam China de bloquear voos

Com os casos na China a aumentar exponencialmente com milhões de pessoas confinadas, duas companhias aéreas norte-americanas acusam as autoridades chinesas de bloquear voos para o país.

A American Airlines e a United Airlines revelaram que os reguladores chineses bloquearam a entrada de voos no país, numa altura em que o país de XI Jinping procura aumentar as precauções contra a propagação do novo coronavírus.

Antes desta decisão, a American e a Delta operavam dois voos semanais para a China, enquanto a United realizava quatro voos por semana.

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Transportes

Resultados da American Airlines acima das expectativas

Os resultados trimestrais da companhia aérea norte-americana superaram as estimativas iniciais, embora as perdas se mantenham.

Os dados preliminares indicam que American Airlines deverá superar as estimativas do mercado referente às vendas no 4.º trimestre de 2021.

As vendas da companhia aérea norte-americana deverão ascender a 9,4 mil milhões de dólares (cerca de 8,3 mil milhões de euros), quando as perspetivas apontavam para 9.120 milhões de dólares, ou seja, pouco mais de 8.000 milhões de euros.

O custo de cada lugar por milha (CASM) deverá ter aumentado 14% face a 2019, o valor mais elevado do que as estimativas da companhia aérea norte americana que apontava para um crescimento entre os 8 e os 10%.

A empresa antecipa, além disso, perdas antes de impostos entre 1,17 e 1,24 mil milhões de dólares.

Os resultados completos serão revelados no dia 20 de janeiro.

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Transportes

Ryanair diz ter “solução” para o problema dos “voos fantasma” da Lufthansa

A corrida aos ‘slots’ nos diversos aeroportos mundiais é um dos problemas que as companhias aéreas enfrentam. Contudo, a Ryanair diz ter solução, por exemplo, para os 18.000 “voos fantasma” que a Lufthansa diz ter de fazer para preservar esses mesmos ‘slots’.

Depois de a Lufthansa ter afirmado que efetuava 18.000 voos “desnecessários” para preservar os ‘slots’ nos aeroportos em todo o mundo, mostrando-se o CEO do Grupo Lufthansa especialmente crítico em relação às regulamentações da União Europeia, já que esta situação “prejudica o clima e é exatamente o oposto do que a Comissão Europeia deseja alcançar”, a Ryanair vem agora propor a resolução desse problema da companhia aérea alemã.

Apelando à Comissão Europeia que ignore as falsas alegações da Lufthansa sobre a operação de “voos fantasma”, apenas para que possa “bloquear” os seus ‘slots’ e proteger-se da concorrência das companhias aéreas low-cost, a companhia liderada por Michael O’Leary é perentório na solução: “a Lufthansa deveria vender lugares a tarifas baixas e recompensar os consumidores da UE, muitos dos quais responsáveis por financiar 12 mil milhões de euros de auxílios estatais que a Lufthansa e as suas filiais na Bélgica, Áustria e Suíça já receberam dos contribuintes durante os últimos dois anos de pandemia”.

Lufthansa

No entender da Ryanair, a Lufthansa “queixa-se” dos “voos fantasma”, “não devido a preocupações com o meio ambiente, mas sim para que possa proteger os seus ‘slots’ (que não estão a utilizar), ao mesmo tempo que elimina a concorrência e a escolha do consumidor”.

Michael O’Leary, CEO do grupo Ryanair, afirma, em comunicado, que “se a Lufthansa precisa realmente de operar estes voos (apenas para evitar a libertação de ‘slots’ para as companhias aéreas concorrentes), então deveria ser-lhes exigido que vendam estes lugares ao público a tarifas baixas”.

O’Leary, que tem sido bastante crítico das ajudas que os diversos governos têm dados às companhias aéreas, deslocando-se a Lisboa com muita frequência, concluiu que a Lufthansa “adora chorar lágrimas de crocodilo sobre o ambiente quando faz tudo ao seu alcance para proteger os seus ‘’slots”. E acusa o grupo alemão de “bloquear a concorrência e limitar a escolha em grandes aeroportos centrais como Frankfurt, Bruxelas Zaventem, Viena, entre outros”.

“Se a Lufthansa não quer operar ‘voos fantasma’ para proteger os seus ‘slots’, então basta vender estes lugares a tarifas baixas e ajudar a acelerar a recuperação das viagens aéreas de curta e longa distância de e para a Europa”, diz O’Leary.

Entretanto, a Ryanair apela novamente à Comissão Europeia para forçar a Lufthansa e outras companhias aéreas subsidiadas pelo Estado a libertarem ‘slots’ que não desejam utilizar, para que “os ‘Ghostbusters’ de tarifas baixas como a Ryanair, entre outros, possam oferecer escolha, concorrência, e tarifas mais baixas em aeroportos centrais”.

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Alojamento

Mama Shelter Lisboa abre esta quarta-feira

A marca hoteleira francesa Mama Shelter escolheu a cidade de Lisboa para abrir a sua primeira unidade na Península Ibérica, o que acontece esta quarta-feira.

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A marca hoteleira francesa Mama Shelter chegou a Lisboa e inaugura, esta quarta-feira, a sua primeira unidade hoteleira na Península Ibérica.

O Mama Shelter Lisboa, localizado entre o Príncipe Real e a Avenida da Liberdade, é uma homenagem à história da capital portuguesa.

Concebido pela própria equipa de design da marca – o Mama Design Studio –, o estilo que decora as paredes, o chão e os tetos do Mama Shelter Lisboa é um jogo entre a cultura pop, um estilo boémio e a herança marítima portuguesa. Desde os azulejos da Viúva Lamego na fachada à alcatifa com ondas azuis no chão dos quartos, a nova unidade foi desenhada para criar um espaço caloroso – um espaço que toma conta dos seus hóspedes – sem deixar de invocar o espírito livre trazido pelo ar fresco do rio Tejo.

Este novo hotel de Lisboa oferece 130 quartos distribuídos em oito andares, bem como um restaurante, que estará aberto não só para os hóspedes, (e no futuro, o rooftop) –ponto central no conceito do Mama Shelter Lisboa, cujo cofundador, Serge Trigano, define como “um restaurante com quartos por cima”.

Fundada em Paris, em 2008, pela família Trigano (cofundadores do Club Med), cada hotel Mama Shelter oferece aos hóspedes uma mistura de diversão partilhada, acessibilidade e serviço excecional em cidades e bairros com histórias ímpares.

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Análise

Secretário-geral do PS reafirma importância do turismo, mas diz que não pode ser visto fora do contexto de toda a economia

Na qualidade de candidato do PS às próximas eleições legislativas, António Costa, respondeu uma a uma as várias questões colocadas pelo presidente da CTP, Francisco Calheiros, reafirmando sempre a importância do turismo, setor que afirma, não pode ser analisado, apesar da sua especificidade, fora do contexto de toda a economia portuguesa.

António Costa, secretário-geral do PS e candidato às eleições legislativas marcadas para 30 de janeiro, reuniu esta terça-feira com o presidente da CTP, Francisco Calheiros, na sede nacional do Partido Socialista, em Lisboa (formado presencial), e com representantes da atividade turística (via online).

A Confederação do Turismo de Portugal pretendia conhecer as propostas e prioridades do PS relativamente ao Turismo, colocando a António Costa uma série de questões que preocupam este setor, caso venha a ser Governo, e que passam, nomeadamente pelos custos de contexto, continuidade dos apoios, promoção, fiscalidade, questões laborais, e novo aeroporto de Lisboa.

Francisco Calheiros apelou inclusive que o próximo Governo seja “da economia e das empresas”, ao invés dos anteriores que, primeiro foram das finanças, com a troika, e depois da saúde, com a pandemia da Covid-19.

António Costa respondeu às várias solicitações apresentadas pelo presidente da CTP, reafirmou a importância do turismo ao longo da sua intervenção, mas lembrou que, apesar da sua especificidade, o setor não pode estar dissociado da economia no seu todo.

O secretário-geral do PS referiu que “o turismo é um todo de todos os outros setores, é multiplicador da riqueza, tem um papel fundamental de coesão territorial, o que tem possibilitado o combate à sazonalidade”, por isso, vai contar com o turismo, “por si só, mas também por aquilo que puxa pelos outros setores”.

Para Costa, não há muito mais a mexer neste setor que dispõe de um plano estratégico “Reativar o Turismo – Construir o Futuro”, que dispõe de mais de seis mil milhões de euros, a acrescentar ao PRR que vai canalizar grande parte dos investimentos nas empresas.

Caso o seu partido vença as eleições legislativas, o candidato prometeu iniciará um processo de revisão do licenciamento para atividades económicas logo após a aprovação do Orçamento do Estado para 2022 no parlamento, respondendo à CTP que se queixou dos “elevados custos de contexto” suportados pelas empresas do seu setor.

“Temos de avançar com uma redução significativa dos custos de contexto e, no que diz respeito ao turismo, em relação aos processos de licenciamento”, respondeu António Costa.

O líder socialista adiantou depois que o antigo secretário de Estado João Tiago Silveira “está a concluir um trabalho de fundo de revisão de todo o processo de licenciamento para atividades económicas, designadamente para o turismo”.

“A minha previsão é que logo a seguir às eleições, formado o executivo e aprovado o Orçamento do Estado para 2022, um dos primeiros pacotes legislativos do novo Governo será mesmo o da simplificação do licenciamento. Queremos reduzir os custos de contexto”, prometeu.

Mas para que as empresas, nomeadamente, as do turismo possam recuperar, António Costa considera essencial a estabilidade de Governo na execução de políticas, mas também de orientação política.

“A estabilidade é uma condição para que o país prossiga uma trajetória sustentável de crescimento.  Não podemos passar a tempo de crise política em crise política, não podemos viver com governos provisórios de dois anos, temos de ter um horizonte estável”, destacou.

“Quando vemos o principal partido alternativo ao PS começar a encarar a possibilidade de renegociar com a União Europeia o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e não aceitar a assinatura do Portugal 2030, temos então motivos para recear o atraso que implicaria o financiamento do esforço de recuperação”, disse.

Segundo Francisco Calheiros, e como tem sido hábito nas vésperas das eleições legislativas, a CTP vai reunir também com o líder do PSD, Rui Rio, para conhecer as propostas deste partido no que diz respeito ao turismo, sem, no entanto, adiantar a data.

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Meeting Industry

42.ª FITUR com participação de 107 países e 7.000 empresas

A uma semana do evento, a FITUR mostra os números da 42.ª edição da feira que se realizará de 19 a 23 de janeiro, em Madrid.

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Depois de confirmada e reconfirmada, a FITUR, a realizar de 19 a 23 de janeiro, em Madrid, irá contar com 107 países e 7.000 empresas na 42.ª edição de uma das mais importantes feiras do turismo a nível mundial.

Apesar do número de casos de COVID-19 não estar a abrandar no país vizinho, a FITUR revela que dos 107 países que irão participar, 70 estarão presentes enquanto representação oficial, com os restantes a marcarem a sua presença enquanto empresas ou destinos turísticos.

Com realização presencial e digital, os 600 expositores pretendem, segundo a organização, “gerar confiança no mercado, incentivar o setor das viagens e destacar a importância do turismo de negócios”.

Além disso, a organização espera que o setor do turismo “recupere a sua liderança como alavanca de desenvolvimento e conviva em segurança com a nova situação derivada da pandemia da COVID-19”.

Nos quase 57 mil metros quadrados de área líquida de exposição estarão, segundo o catálogo de expositores, cerca de 80 entidades portuguesas.

Já indicada foi a obrigatoriedade dos participantes provenientes da União Europeia estarem munidos do Certificado Digital COVID da UE, enquanto aos restantes participantes serão exigidas as mesmas formalidades para entrar em território espanhol, além de, no decorrer do evento e dentro do recinto da feira, a utilização da máscara é obrigatória e existirem controlos de temperatura em todos os locais.

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Destinos

Tailândia reabre mais três destinos

A Tailândia reabriu, esta terça-feira, mais três destinos turísticos Sandbox: Krabi, Phang-Nga e Surat Thani (apenas Ko Samui, Ko Pha-ngan e Ko Tao), que se juntam a Phuket.

A Tailândia anunciou a reabertura, a partir desta terça-feira, de mais três destinos turísticos: Krabi, Phang-Nga e Surat Thani (apenas Ko Samui, Ko Pha-ngan e Ko Tao), que se juntam a Phuket, por indicação do Centro de Administração da Situação Covid-19 do país.

Por outro lado, aquele país do sudoeste asiático aprovou o levantamento das restrições de viagem para chegadas de países africanos, ao mesmo tempo que mantém a suspensão do Thailand Pass para todas as novas inscrições de TEST & GO.

Assim, os turistas internacionais já podem viajar para a Tailândia com o programa Sandbox e optar por passar a sua estadia obrigatória de sete noites em Krabi, Phang-Na, Phuket ou Surat Thani (apenas Ko Samui, Ko Pha-ngan e Ko Tao).

No entanto, todos os viajantes devem verificar se têm tudo em ordem antes de solicitar o Sandbox Thailand Pass, nomeadamente um certificado de vacinação, um resultado de teste RT-PCR negativo antes da chegada, alojamento pré-pago de sete noites num hotel aprovado, testes RT-PCR pré-pagos a realizar durante a estadia na Tailândia e uma apólice de seguro com cobertura não menos do que 50 mil dólares. Caso tencionem continuar a viagem para outros destinos na Tailândia, os viajantes devem permanecer pelo menos as primeiras sete noites num destino Sandbox.

Igualmente, o Centro de Administração da Situação Covid-19 da Tailândia aprovou também a medida para manter a designação de 26 províncias da “Blue Zone” com destinos turísticos piloto. No entanto, diretrizes rigorosas de saúde e segurança serão introduzidas.

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